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Organização Mundial da Saúde (OMS)

OMS considera que Ômicron deve infectar mais da metade da Europa em no máximo 2 meses

OMS considera que Ômicron deve infectar mais da metade da Europa em no máximo 2 meses

Mais da metade da Europa deve ser infectada pela variante Ômicron do coronavírus nas próximas seis a oito semanas, ou dois meses, disse nesta terça-feira (11.jan.2022) o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o continente.

A Europa registrou mais de 7 milhões de novos casos de covid-19 na primeira semana de 2022, mais que o dobro do número notificado no período de duas semanas, disse o diretor da OMS para a Europa, Hans Kluge, em entrevista. “Nesse ritmo, o Instituto de Métricas e Avaliação da Saúde prevê que mais mais da metade da Europa será infectada com a nova cepa nas próximas seis a oito semanas”, afirmou Kluge.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reuters/ Sputnik/Alexander Astafyev/Direitos reservados

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OMS afirma que Ômicron representa risco global muito alto

OMS afirma que Ômicron representa risco global “muito alto”

A variante Ômicron, que já foi detectada em mais de 60 países, representa risco global “muito alto”, com evidências de que foge à proteção vacinal, mas os dados clínicos sobre sua gravidade continuam limitados, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A Ômicron está rodeada de incertezas consideráveis. Detectada pela primeira vez no mês passado na África do Sul e em Hong Kong, ela tem mutações que podem levar à maior transmissibilidade e a mais casos de covid-19, informou a OMS em resumo técnico divulgado nesse domingo (12).

“O risco geral relacionado à nova variante de preocupação Ômicron permanece muito alto por uma série de razões”, disse a entidade, reiterando a avaliação inicial que fez da cepa em 29 de novembro.

“E, em segundo lugar, as evidências preliminares sugerem potencial fuga imunológica humoral contra infecções e altas taxas de transmissão, o que poderia levar a novos surtos com graves conseqüências”, acrescentou a organização, referindo-se à potencial capacidade do vírus de escapar da imunidade proporcionada pelos anticorpos.

A OMS citou algumas evidências preliminares de que o número de pessoas sendo reinfectadas com o vírus aumentou na África do Sul.

Embora as descobertas preliminares na África do Sul sugiram que a Ômicron pode ser menos grave que a variante Delta – atualmente dominante em todo o mundo – e todos os casos relatados na região da Europa tenham sido leves ou assintomáticos, ainda não está claro até que ponto a Ômicron pode ser inerentemente menos virulenta, disse a OMS.

“São necessários mais dados para entender o perfil de gravidade. Mesmo que a gravidade seja potencialmente menor do que para a variante Delta, é esperado que as hospitalizações aumentem como resultado do aumento da transmissão. Mais hospitalizações podem representar um fardo para os sistemas de saúde e levar a mais mortes”.

Mais informações sobre a nova variante são esperadas para as próximas semanas, afirmou a OMS.

Foto: Reprodução

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Variante Ômicron chega a 57 países e OMS alerta para o aumento de hospitalizações

Variante Ômicron chega a 57 países e OMS alerta para o aumento de hospitalizações

A variante Ômicron já foi notificada em 57 países e o número de pacientes que precisarão de internação hospitalar provavelmente aumentará à medida que ela se dissemina, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quarta-feira (8.dez.2021). Em seu relatório epidemiológico semanal, a OMS disse que mais dados são necessários para avaliar a gravidade da doença causada pela Ômicron e se suas mutações podem reduzir a proteção da imunidade induzida pelas vacinas.

“Mesmo que a gravidade seja igual, ou possivelmente até menor, que a da variante Delta, é de se esperar que as hospitalizações aumentem se mais pessoas se infectarem e que ocorra um lapso de tempo entre um aumento na incidência de casos e um aumento na incidência de mortes”, afirmou a agência.

No dia 26 de novembro, a OMS declarou a Ômicron, detectada primeiramente no sul da África, como uma “variante preocupante”. Trata-se da quinta variante da SARS-CoV-2 a receber essa designação. O número de casos de covid-19 relatados na África do Sul dobrou na semana encerrada em 5 de novembro, quando passou de 62 mil. Aumentos de incidência “muito grandes” são vistos na Suazilândia, Zimbábue, Moçambique, Namíbia e Lesoto, informou a organização.

A disseminação da Ômicron, somada ao aumento dos exames e às taxas baixas de vacinação, pode ter desempenhado um papel, acrescentou a OMS. “Análises preliminares indicam que as mutações presentes na variante Ômicron podem diminuir a atividade neutralizadora de anticorpos, resultando em uma proteção reduzida da imunidade natural”, disse a OMS sobre o risco de infecção.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reuters/Sumaya Hisham/Direitos Reservados

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Segundo a OMS, variante Ômicron é bastante infecciosa, mas as pessoas não devem entrar em pânico

Segundo a OMS, variante Ômicron é “bastante infecciosa”, mas as pessoas não devem entrar em pânico

De acordo com a cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Soumya Swaminathan, a nova variante coronavírus, denominada de Ômicron pelo órgão, é muito transmissível, mas que as pessoas não devem entrar em pânico. A afirmação foi dada na conferência Reuters Next, nesta sexta-feira (3.dez.2021).

Segundo ela, a resposta certa a ser dada é estar preparado e ser cauteloso e não entrar em pânico diante da Ômicron. “Até que ponto devemos ficar preocupados? Precisamos estar preparados e cautelosos, não entrar em pânico, porque estamos em uma situação diferente de um ano atrás”, disse Swaminathan.

Ainda de acordo com a cientista, atualmente o mundo está muito mais bem preparado graças ao desenvolvimento das vacinas desde o início da pandemia.

Foto: Ascom/Semop/Ilustração

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Especialistas investigam se brasileiro infectado na África do Sul tem a variante Ômicron

Especialistas investigam se brasileiro infectado na África do Sul tem a variante Ômicron

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou neste domingo (28) que um brasileiro com passagem pela África do Sul testou positivo para a covid-19 ao desembarcar no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Não foi confirmado se o passageiro está contaminado pela variante Ômicron.

De acordo com a Anvisa, o passageiro chegou ao país nesse sábado (27), em um voo da Ethiopian Airlines, apresentou um teste negativo feito na origem do voo, conforme determina uma portaria interministerial, e estava assintomático. No entanto, um novo teste PCR, realizado em um laboratório do aeroporto, deu positivo. O cidadão é vacinado contra a covid-19.

Após a identificação, autoridades de saúde foram notificadas pela Agência. “Após a identificação e testagem com resultado positivo para covid-19, o paciente foi colocado em isolamento e já cumpre quarentena residencial. Os órgãos de saúde estadual e municipal passam a fazer o monitoramento do caso. O Ministério da Saúde acompanha o caso”, informou o órgão.

As restrições a viajantes oriundos de países da África começam a valer somente amanhã (29), mas a Anvisa já está atuando diante do risco de transmissão da variante Ômicron.

Na semana passada, o surgimento de uma variante no novo coronavírus foi confirmado em regiões da África. Batizada de Ômicronletra grega correspondente à letra “o” do alfabeto -, a cepa B.1.1.529 foi identificada em Botsuana, país vizinho à África do Sul, em meados de novembro. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a variante pode se tornar responsável pela maior parte de novos registros de infecção pelo novo coronavírus em províncias sul-africanas.

No Brasil, ainda não foi registrado nenhum caso da Ômicron. Por medida de precaução, a partir desta segunda, o governo federal decidiu restringir e entrada de passageiros oriundos da África do Sul, Botsuana, Lesoto, Namíbia, Zimbábue, Eswatini (ex-Suazilândia), Angola, Malawi, Moçambique e Zâmbia.

Foto: Ilustração/NIAID/NIH

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Covid pode ter matado entre 80 e 180 mil profissionais de saúde em todo o mundo, afirma OMS

Covid pode ter matado entre 80 e 180 mil profissionais de saúde em todo o mundo, afirma OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que entre 80 mil e 180 mil profissionais de saúde podem ter morrido de Covid-19 desde o início da pandemia, em todo o mundo. O diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, defende que os profissionais de saúde devem ter prioridade na imunização e cita críticas ao processo desigual de acesso às vacinas.

O mais recente relatório da OMS estima que dos 135 milhões de profissionais de saúde no mundo, entre 80 mil e 180 mil podem ter morrido de Covid-19 no período entre janeiro de 2020 e maio de 2021. “Dados de 119 países sugerem que, em média, dois em cada cinco profissionais de saúde e cuidadores em todo o mundo estão totalmente vacinados. Mas é claro que essa média mascara as enormes diferenças entre regiões e grupos econômicos”, declarou Tedros Adhanom.

Segundo o diretor-geral da OMS, na África menos de um em cada dez profissionais de saúde foi totalmente vacinado. Diferentemente, na maioria dos países com economias fortes, mais de 80% dos profissionais de saúde estão totalmente vacinados. “Apelamos a todos os países para garantir que todos os profissionais de saúde e cuidadores tenham prioridade na vacinação contra a Covid-19, juntamente com outros grupos de risco”, afirmou o diretor.

Desde que as primeiras vacinas foram aprovadas pela OMS, há mais de dez meses, milhões de profissionais de saúde ainda não foram vacinados. A “denúncia” surge, dirigida aos países e empresas que controlam o fornecimento global de doses, acrescentou. Annette Kennedy, presidente do Conselho Internacional de Enfermeiros, lamenta as muitas mortes que ocorreram desnecessariamente. “Poderíamos ter salvado muitas vidas”, disse.]

“É uma acusação chocante dos governos. É uma acusação chocante da falta de proteger os profissionais que pagaram o último sacrifício com as suas vidas”, destacou Annete. “Eles agora estão exaustos, devastados, física e mentalmente. E há uma previsão de que 10% desses profissionais partirão em pouco tempo”, acrescentou a presidente da organização internacional de enfermeiros.

A OMS quer que cada país vacine pelo menos 40% da população até o fim deste ano. Mas o fornecimento insuficiente de vacinas poderá impedir o cumprimento da meta. Tedros Adhanom disse ainda que 82 países estão em risco de não atingir esse índice.

Com informações da Agência Brasil


Foto: Bruno Cecim/Ag.Pará

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OMS identifica constelação de variantes na Colômbia e a classifica como 'de alto interesse'; nova cepa foi chamada de variante Mu

OMS identifica nova mutação do SARS-CoV-2 Colômbia e a classifica como ‘de alto interesse’; nova cepa foi chamada de variante Mu

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) a nova cepa foi identificada como B.1.621 e batizada como variante Mu.

Em seu boletim epidemiológico semanal, a Organização Mundial da Saúde fez um alerta para uma das variantes do novo coronavírus encontrada inicialmente na Colômbia, em janeiro de 2021. A variante B.1.621 foi batizada de Mu e classificada como variante de interesse, termo utilizado para designar tipos do vírus que devem ser monitorados por autoridades de saúde, com análise sobre risco para a saúde pública.

“A variante Mu tem uma constelação de mutações que indicam propriedades potenciais de escape imunológico. Dados preliminares apresentados ao Grupo de Trabalho sobre Evolução do Vírus mostram uma redução na capacidade de neutralização dos pacientes similar à registrada na variante Beta, mas isso ainda precisa ser confirmado por novos estudos”, diz o documento.

Desde o primeiro registro da variante, em janeiro deste ano, foram notificados casos esporádicos na Colômbia, com notícias de contaminações em outros países da América do Sul e da Europa. Em agosto, foram informados casos por 39 países. Na Colômbia e no Equador, a incidência da variante cresceu, chegando, respectivamente, a 39% e 13%. “Mais estudos são necessários para compreender as características clínicas dessa variante”, recomendou a OMS.

A título de comparação, a variante Delta está em 170 países, a Beta em 141 e a Gamma em 91.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Variante Mu/Reprodução/Canva

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