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Sesap/RN e Lacen/RN confirmam mais 17 casos da variante Delta no Rio Grande do Norte; amostras foram coletadas entre setembro e outubro

Sesap/RN e Lacen/RN confirmam mais 17 casos da variante Delta no Rio Grande do Norte

A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap/RN) e o Laboratório Central Dr. Almino Fernandes (Lacen-RN) informam que 17 amostras enviadas à Fiocruz foram identificadas como sendo da variante Delta. Dessas, oito foram coletadas no mês de setembro, sendo quatro em Parnamirim e as demais em Natal, São José do Mipibu, Nísia Floresta e Equador. As demais, relativas ao mês de outubro, são divididas entre Parnamirim (3), Natal (3), Assú, Guamaré e Santo Antônio.

Diante dessas informações, a Sesap/RN reforça a necessidade da manutenção das medidas sanitárias, pois a variante identificada está circulando por transmissão comunitária e os estudos apontam que ela conta com um alto potencial de transmissão. As equipes do setor de vigilância epidemiológica da Sesap/RN seguem trabalhando no rastreio dos casos da variante Delta e no monitoramento do cenário em todo o Rio Grande do Norte.

Foto: Ilustração/Niaid/Planet Pix/ Cordon Press

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Sábado registra manifestações contra o governo federal em todo o país

Sábado registra manifestações contra o governo federal em todo o país

As manifestações contra o governo do presidente Jair Bolsonaro ocorrem, neste sábado (2), em várias capitais e cidades de todo o país. Os protestos são organizados por organizações da sociedade civil; entidades sindicais e de estudantes; e partidos políticos. Pela manhã, foram registradas manifestações na cidade do Rio de Janeiro, de Salvador, Fortaleza, Belém, Boa Vista, Maceió e Goiânia.

Os atos pediram o impeachment do presidente, mais vacinas para a população, mudanças na política econômica do governo, ampliação das políticas de combate à fome, respeito à democracia e aos direitos humanos, mudanças na reforma administrativa, entre outros temas.

No Rio de Janeiro, os manifestantes se concentraram cedo, na Candelária, que teve parte das pistas da Avenida Presidente Vargas interditada, nas proximidades da Igreja da Candelária. Em seguida, com faixas e cartazes as pessoas saíram, em caminhada, pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia, onde foi montado um palanque para os discursos.

O ato seguiu até a tarde. Segundo o Centro de Operações Rio, por volta das 15h, ruas do centro foram liberadas para os veículos após o término da manifestação que foi pacífica e, segundo a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, não houve registro de ocorrências.

Em Salvador, a concentração dos manifestantes ocorreu na Praça Campo Grande. Depois, eles saíram em caminhada, passando por ruas do centro histórico da capital baiana, até a Praça Castro Alves, onde foi realizado um evento cultural e discursos de líderes de várias entidades e partidos políticos.

A Praça da Bandeira, em Fortaleza, foi o local escolhido pelos organizadores para o protesto contra o governo na capital cearense. Os manifestantes portavam cartazes e faixas. A Polícia Militar acompanhou toda a movimentação das pessoas que participavam da passeata.

Pela manhã foram também registradas manifestações Goiânia, Belém, Boa Vista e Maceió e em dezenas de cidades de vários estados. A maior dos protestos está programada para a parte da tarde. O principal deles ocorrerá na cidade de São Paulo. A manifestação está prevista para as 14h, na Avenida Paulista no trecho próximo Museu de Arte de São Paulo. Já em Brasília o ato está programado para começar às 15h30. Vias públicas serão interditadas a partir das 13h.

São Paulo e Brasília

Em São Paulo, as manifestações contra Bolsonaro ocorreram na Avenida Paulista, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). Carros de som começaram a ocupar a avenida desde o começo da tarde, junto à concentração de pessoas, com a presença de diversas lideranças de movimentos sociais e indígenas, entidades sindicais, artistas, além de políticos de vários partidos.

Entre as entidades participantes do ato estão Acredito, Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo, Comissão Arns, UNE, ABI, Coalização Negra por Direitos e Direitos Já, além de centrais sindicais, como a Força Sindical, CSP-Conlutas, UGT (União Geral dos Trabalhadores) e CTB (Central dos Trabalhadores e trabalhadoras do Brasil) e CUT (Central Única dos Trabalhadores). Alguns dos partidos confimaram presença como PDT, PSB, PC do B, Rede Sustentabilidade, Solidariedade, PT, Cidadania, PV, PSOL, UP, PSTU e PCB.

Os organizadores pediram aos manifestantes que seguissem as medidas de prevenção à covid-19, como o uso de máscara e álcool em gel, além da manutenção do distanciamento social. Em Brasília, os manifestantes começaram a se concentrar no começo da tarde na área em frente ao Museu da República, na Esplanada dos Ministérios. As pessoas carregam cartazes e faixas.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, os manifestantes deixarão o Museu da República em direção ao Congresso Nacional, por volta das 17h. A previsão é que o ato termine pouco depois das 18h. Ainda não há previsão de quando o trânsito será normalizado na região.

Com informações da Agência Brasil


Foto: Andre Penner/AP

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Auxílio emergencial 2021

Auxílio Emergencial é prorrogado até outubro

O Governo Federal anunciou ontem, 05, o pagamento de mais três parcelas do Auxílio Emergencial. As novas rodadas de pagamento do benefício serão possíveis após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) assinar decreto que prevê a prorrogação do benefício social até o mês de outubro – antes, a última rodada de pagamentos estava prevista para julho. O decreto foi publicado na edição de hoje, 06, do Diário Oficial da União.

O DOU traz também, junto com o decreto, uma Medida Provisória que abre um crédito extraordinário para custear as novas parcelas do benefício, que custa por mês, segundo Paulo Guedes, ministro da economia, algo em torno de R$ 9 bilhões.

O Auxílio Emergencial foi criado em 2020 para suprir pessoas vulneráveis que tiveram redução brusca de renda por conta da pandemia da COVID-19 no Brasil. Inicialmente previsto para ter 5 parcelas com valores entre R$ 600 e R$ 1200, o benefício se estendeu até o final de dezembro passado – nessa prorrogação, o valor das parcelas caiu para entre R$ 300 e R$ 600. Em 2021, novos pagamentos do benefício foram autorizados pelo Governo Federal, uma vez que a pandemia teve um recrudescimento no início do ano.

Atualmente, os valores pagos variam entre R$ 150, no caso de pessoas que moram sozinhas, R$ 250 para famílias, e R$ 375 pagos a mulheres chefes de família. Pelas atuais regras em vigor, apenas uma pessoa da família recebe o benefício, que é pago através de poupança digital da Caixa Econômica Federal. Se for beneficiário do Bolsa Família, valerá o benefício maior (ou a bolsa, ou o auxílio).

Para os novos pagamentos do Auxílio Emergencial, não está prevista a abertura de novas inscrições. O Governo Federal usará como base os dados informados nas inscrições para os pagamentos feitos em 2020.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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