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Capa Superman brasileiro

VÍDEO: Jean Paul Prates questiona parceria entre presidente da Senah e homem que se diz ‘Superman brasileiro’

Aldebaran Luiz, dono de um dos selos usados pelo reverendo em documentos, se considera o Superman brasileiro e diz que os poderes do ator Christopher Reeve foram transferidos para ele.

Durante os questionamentos feitos ao reverendo Amilton Gomes de Paula, presidente da ONG Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah), o senador Jean Paul Prates (PT-RN), perguntou se ele conhecia Aldebaran Luiz, dono de um dos selos usados pelo reverendo em documentos.

Aldebaran Luiz é um advogado brasileiro que luta na Justiça pelo título de Superman. O paranaense alega transferência de “poderes” de Christopher Reeve para ele após acidente que deixou astro de Hollywood tetraplégico.


A CPI retomou os trabalhos na manhã desta terça-feira (3/8) com o depoimento do reverendo. Ele é apontado por representantes da Davati Medical Supply, com sede nos Estados Unidos, como um intermediador entre o governo federal e empresas que ofertam vacinas.

“O senhor conhece Aldebaran Luiz?”, perguntou Jean Paul Prates. “Não”, respondeu o reverendo. O reverendo usou a logo de Aldebaran no documento enviado para o Ministério da Saúde. “Parece brincadeira, mas esse cara diz ser o Superman brasileiro”, disse o petista. “Nós estamos diante de falsários e estelionatários”, finaliza o senador.

Foto: Reprodução/Twitter/Metrópoles

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Na CPI, representante da Davati chama propina de ‘comissionamento’

Durante depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no senado, nesta quinta-feira (15), o representante da Davati Medical Supply no Brasil, Cristiano Carvalho, negou ter recebido qualquer pedido de propina na compra dos imunizantes. Ele afirmou ter sido procurado pelo ex-diretor de logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias, para dar seguimento às tratativas envolvendo a venda de vacinas ao ministério da Saúde.

De acordo com Cristiano, lhe foi apresentado apenas um comissionamento que chegou até ele através do grupo do coronel Marcelo Blanco, que esteve presente em um jantar num restaurante em Brasília, onde teria ocorrido pedido de propina por doses da AstraZeneca.

Segundo Carvalho, relatando sobre o encontro do policial militar Luiz Paulo Dominghetti e de Blanco com o ex-diretor de logística do Ministério da Saúde, em jantar no restaurante Vasto no dia 25 de fevereiro, onde o pedido de propina teria acontecido, seus pares apenas lhe informam que o encontro tinha sido “muito bom”.

“A informação que veio a mim foi que, vale ressaltar isso, não foi o nome propina, ele usou comissionamento”, declarou. Carvalho destacou que foi procurado por Roberto Dias em 03 de fevereiro, e apresentou capturas de tela da conversa. O depoente se disse “incrédulo” com que um funcionário do ministério da Saúde estivesse lhe procurando, afirmando que o contrato, “não fazia muito sentido”. Ele leu diversas mensagens de Dias lhe pedindo contato. Carvalho afirmou que dada a insistência, ele viu os contatos como uma oportunidade.

Carvalho declarou que suas conversas com Dias foram apenas profissionais, sem menção a nenhum pedido de propina para finalizar seu contato, e que Dias lhe procurava apenas para questionar temas relacionados à chegada de vacinas no Brasil.

O líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), minimizou as conversas mostradas por Cristiano Carvalho com o ex-diretor do Ministério da Saúde. “A gente constata a falta de credenciamento, de capacidade técnica, de habilidade técnica para que essa empresa pudessem tratar com o governo brasileiro sobre a compra de vacinas. Estou realmente constrangido com os diálogos que estão sendo aqui mostrados”, declarou. Bezerra reforçou que não foram gastos recursos e o relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL) rebateu dizendo que “o crime é caracterizado mesmo sem dinheiro pago”.

A Davati atuou como intermediária na venda de 400 milhões de doses da vacina Astrazeneca ao governo brasileiro. Negócio que está sendo investigado após denúncia de um suposto esquema de propina.

De acordo com o Dominghetti, que seria um representante autônomo da Davati, o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, teria condicionado fazer negócio com a empresa em troca de propinas no valor de U$ 1 por dose de vacina.

Com informações do Estadão
Foto: Pedro França/Agência Senado

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