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Feirão Eureka Show reúne mais de 400 veículos com condições especiais e crédito facilitado

Feirão Eureka Show reúne mais de 400 veículos com condições especiais e crédito facilitado

Evento acontece de sexta a domingo no estacionamento do Carrefour Natal

Comprar um carro pode parecer um desafio, mas encontrar variedade, bons preços e financiamento facilitado no mesmo lugar faz toda a diferença. O Feirão de Veículos Eureka Show reúne mais de 400 modelos novos e seminovos, garantindo opções para todos os perfis e orçamentos. Com condições especiais e taxas atrativas, o evento se torna uma das melhores oportunidades do ano para quem deseja sair dirigindo um carro novo. O maior feirão de carros do Rio Grande do Norte acontece de 28 a 30 de março no estacionamento do hipermercado Carrefour Natal.

O feirão, que reúne 12 revendas da região, oferece financiamento facilitado pelo Banco Bradesco, com parcelamento em até 60 meses e pagamento da primeira parcela em 60 dias.

“Trazer um evento como o Feirão Eureka Show para o Carrefour Natal é uma forma de agregar ainda mais valor à experiência dos nossos clientes. Queremos que os nossos visitantes encontrem, em um só lugar, conveniência para as compras do dia a dia, e também acesso a oportunidades diferenciadas, como a chance de adquirir um veículo com condições especiais, em um ambiente familiar, de fácil acesso e seguro”, afirma Roger Teixeira, gerente de marketing do Carrefour Property, braço imobiliário do Grupo Carrefour Brasil.

Além de aproveitar as ofertas do feirão, os visitantes podem tornar a experiência ainda mais completa explorando a Galeria do Carrefour Natal. O espaço reúne opções de alimentação, como Tempero da Therra, Casa do Pão de Queijo e Sabor Carioca, além de O Boticário, Natura, Não+Pelo e Beleza Plena Store no segmento de cuidados pessoais. Também há opções de serviços essenciais, como banco 24h, farmácia, ótica, e assistência técnica para celulares. O empreendimento conta ainda com a academia Smart Fit e livraria Mais Leitura. Seja para uma refeição, compras do dia a dia ou cuidados pessoais, o espaço oferece conveniência e praticidade em um só lugar.

“Os estacionamentos dos empreendimentos das bandeiras Carrefour, Sam’s Club e Atacadão são ideais para ativações, feiras, festivais e experiências ao ar livre. Pela alta visibilidade e grande fluxo de pessoas, os espaços têm sido cada vez mais procurados”, finaliza Roger. Para mais informações entre em contato pelo WhatsApp no link.

Serviço
Evento: Feirão de Veículos Eureka Show
Horário: Sexta-feira e sábado das 09h às 19h – Domingo das 09h às 17h.
Local: Rodovia BR 101, S/N – NATAL/RN – Estacionamento do hipermercado Carrefour Natal

Sobre o Carrefour Property:

Presente desde 2012 no país, o Carrefour Property é a unidade de negócios do Grupo Carrefour Brasil que atua na gestão e desenvolvimento do portfólio imobiliário da companhia. Com a incorporação do Grupo BIG ao Grupo Carrefour Brasil, a companhia passou a ter em seu portfólio mais de 18 milhões de m² de área de terreno e mais de 430 imóveis próprios. Atualmente, o Carrefour Property administra mais de 250 galerias comerciais em 20 estados e mais de 130 municípios, que contam com mais de 3.200 lojistas, além de três shopping centers — incluindo o Butantã Shopping, o Jardim Pamplona Shopping e o Paseo Alto das Nações, em São Paulo. Juntas, essas operações somam mais de 377 mil m² de área bruta locável (ABL).

Com a missão de proporcionar espaços que trazem ao consumidor conveniência, entretenimento e praticidade, a força do Carrefour Property reside na combinação do conhecimento e experiência imobiliária com a estratégia dos três pilares estratégicos do Grupo: combate à fome e desigualdades, diversidade e inclusão e comprometimento com agendas sustentáveis, colocando o cliente sempre no centro de todos os projetos. A unidade de negócios também tem a expertise no desenvolvimento imobiliário em diversos formatos que beneficiam todos os ecossistemas, além da experiência na gestão dos ativos da maior empregadora privada do país.

Clique aqui para saber mais sobre o Carrefour Property.

Instagram: @carrefourproperty_br
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Foto: Divulgação

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Mais de 40 milhões simulam consignado para CLT até o domingo (23)

Mais de 40 milhões simulam consignado para CLT até o domingo (23)

Foram mais de 4,5 milhões de propostas e 11 mil contratos firmados

Mais de 40 milhões de trabalhadores fizeram a simulação do novo crédito consignado para empregados da iniciativa privada, de sexta-feira (21) até as 18h deste domingo (23), informou o Ministério do Trabalho e Emprego. Ao todo, as simulações somaram 40.180.384. Com o potencial de oferecer crédito menos caro a até 47 milhões de pessoas, a nova modalidade entrou em vigor na última sexta-feira.

Foram apresentadas nesse período 4.501.280 propostas, e 11.032 contratos foram fechados, por meio do aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.

Criado por medida provisória no dia 12, o Programa Crédito do Trabalhador na Carteira Digital de Trabalho abrange empregados da iniciativa privada com carteira assinada, incluindo empregados domésticos, trabalhadores rurais e contratados por microempreendedores individuais (MEI).

A nova modalidade permite que o trabalhador autorize o compartilhamento de dados do eSocial, sistema eletrônico que unifica informações trabalhistas, para contratar crédito com desconto em folha.

Com o novo programa, mais de 80 bancos e instituições financeiras poderão ter acesso ao perfil de trabalhadores com carteira assinada por meio do eSocial. A partir de 25 de abril, todos os bancos poderão ofertar o crédito em suas plataformas digitais.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Decreto de Trump esvazia departamento de educação nos EUA

Decreto de Trump esvazia departamento de educação nos EUA

Medida enfrenta resistência de procuradores democratas e pode resultar em demissões em massa

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira (20.mar.2025) um decreto que reduz drasticamente as atribuições do Departamento de Educação, cumprindo uma promessa de campanha. A medida já está sendo contestada por um grupo de procuradores-gerais estaduais democratas, que entraram com uma ação na semana passada para impedir o desmonte do departamento e suspender a demissão de quase metade da equipe.

O decreto determina que a Secretária de Educação, Linda McMahon, “tome todas as medidas necessárias para facilitar o fechamento do Departamento de Educação e devolva a autoridade educacional aos Estados”. A ordem também estabelece que programas financiados pelo departamento não devem “promover o DEI [diversidade, equidade e inclusão] ou a ideologia de gênero”, conforme informativo da Casa Branca.

Trump já havia defendido a eliminação do departamento em seu primeiro mandato, chamando-o de “um grande golpe” e alegando que investimentos na pasta são “desperdício de dinheiro”. No entanto, a proposta foi barrada pelo Congresso na época.

Demissões e reações

O decreto presidencial gerou reações imediatas, incluindo um post do bilionário Elon Musk, à frente do Departamento de Eficiência Governamental (Doge), que compartilhou uma imagem simbólica do “enterro” do Departamento de Educação. O governo Trump planeja reduzir ainda mais as agências federais, o que pode resultar em uma nova onda de demissões de milhares de funcionários públicos nas próximas semanas.

Até o momento, o Doge já supervisionou cortes de mais de 100 mil empregos na força de trabalho civil federal. No entanto, a eficiência dessas medidas tem sido questionada. Dezenas de ações judiciais contestam as demissões em massa, especialmente de trabalhadores em estágio probatório, além do fechamento abrupto de agências federais e o acesso a sistemas de computador confidenciais.

Críticas e impactos

Sindicatos, políticos democratas e especialistas em governança afirmam que a abordagem direta de Musk tem causado caos, levando à demissão e, em seguida, à recontratação de funcionários, sem demonstrar que o esforço de redução de custos está gerando economias significativas. Críticos também argumentam que o processo é uma estratégia para desmantelar agências e programas que há muito tempo são alvo de desconfiança do Partido Republicano.

A medida de Trump reflete uma longa tentativa dos republicanos de reduzir o financiamento e a influência do Departamento de Educação. Enquanto isso, a disputa judicial promete prolongar o debate sobre o futuro da educação nos Estados Unidos.

Foto: @TheWhiteHouse/Fotos Públicas

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Orçamento de 2025 é aprovado pelo Congresso Nacional

Orçamento de 2025 é aprovado pelo Congresso Nacional

Norma prevê superávit primário de R$ 15 bilhões nas contas públicas

Senadores e deputados federais aprovaram, em votação simbólica, na tarde desta quinta-feira (20), o relatório final do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2025. O texto já havia passado, mais cedo, pela Comissão Mista do Orçamento (CMO).

A aprovação do Orçamento encerra um impasse que durou cerca de três meses, já que a medida deveria ter sido aprovada no fim do ano passado, mas foi postergada em meio a crise sobre a liberação de emendas parlamentares e a votação do pacote fiscal que havia dominado a agenda legislativa em dezembro.

Agora, o texto da Lei Orçamentária Anual segue para sanção presidencial. A norma prevê superávit primário de R$ 15 bilhões nas contas públicas para este ano. Além disso, estão previstos R$ 50,4 bilhões para emendas parlamentares.

Esse resultado, se confirmado, cumpre a regra de meta fiscal primária zero, conforme determina o arcabouço fiscal em vigor que limita as despesas da União. Os gastos primários são aqueles que excluem o valor gasto com a dívida pública.

Ao todo, o substitutivo do relator prevê R$ 5,8 trilhões em despesas para 2025, sendo R$ 1,6 trilhão apenas para o refinanciamento da dívida pública, com pagamento de juros e amortizações. Já a Seguridade Social deve custar R$ 1,8 trilhão, segundo o relatório.

Outros 2,2 trilhões são para o chamado orçamento fiscal, usado para financiar todos os poderes da República, o que abrange os três poderes, seus fundos, órgãos, autarquias, inclusive as fundações mantidas pelo Poder Público. Do total dos R$ 5,8 trilhões previstos no relatório, R$ 166 bilhões são para investimentos, como compra de equipamentos e obras.

Com relação aos programas do governo, houve diminuição de recursos para o Bolsa Família, para R$ 160 bilhões (R$ 9 bilhões a menos que em 2024) e aumento para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que terá R$ 60 bilhões disponíveis (R$ 13,1 bilhões a mais.

Também foram assegurados recursos para programas como o Vale-Gás (R$ 3,6 bilhões) e Farmácia Popular (R$ 4,2 bilhões).

O governo fez um acordo com o relator do Orçamento, o senador Ângelo Coronel (PSD-BA) para a inclusão do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC) na lei orçamentária.

Pelo acordo, o Poder Executivo se comprometeu a enviar novo projeto com verbas para financiar o programa que paga uma mesada de R$ 200 a mais de 3,9 milhões de estudantes de baixa renda no ensino médio, para que se mantenham na escola.

Foto: Jonas Pereira/Agência Senado

Da Agência Brasil

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MRV lança Feirão da Casa Própria com descontos em quatro empreendimentos no RN

MRV lança Feirão da Casa Própria com descontos em quatro empreendimentos no RN

Campanha segue até 5 de março e oferece condições especiais para quem deseja realizar o sonho da casa própria

A MRV, maior construtora da América Latina, lança o Feirão da Casa Própria MRV, uma oportunidade para quem deseja conquistar o seu lar com condições especiais. A campanha acontece ao longo de fevereiro e segue até 5 de março, com descontos exclusivos em 622 unidades de quatro empreendimentos nas cidades de Natal e Parnamirim.

Essa é uma oportunidade para quem já planeja a compra de um imóvel, principalmente com o cenário de disparada no preço dos aluguéis e as facilidades e taxas de juros diferenciadas do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), mais baixas que as taxas oferecidas no mercado.

“O Feirão da Casa Própria é uma das nossas principais iniciativas para facilitar o acesso à moradia e acelerar o sonho da casa própria para milhares de brasileiros. Com condições especiais e facilidades no processo de compra, queremos oferecer aos clientes uma oportunidade única de conquistar um imóvel”, destaca Alessandro Almeida, Diretor comercial da MRV no Nordeste.

Os clientes que adquirirem um imóvel durante o Feirão e assinarem o contrato até 5 de março terão direito a um desconto especial, que será automaticamente aplicado no valor da unidade escolhida. O pagamento do ato também deve ser realizado dentro desse período.

Em Natal, os empreendimentos participantes são o Beach Plaza Residence e o Norte Plaza Residence. E em Parnamirim são o Torres do Seridó e o Ville dos Ventos. Corretores especializados estarão à disposição nas lojas da MRV para auxiliar os interessados, garantindo um processo ágil e transparente.

Foto: Divulgação

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Governo do RN libera R$ 851 mil para saúde em três municípios

Governo do RN libera R$ 851 mil para saúde em três municípios

Caicó, Macau e Umarizal recebem recursos via emendas parlamentares

O Governo do Rio Grande do Norte autorizou o repasse de R$ 851 mil em emendas parlamentares para três municípios do Estado por meio do Fundo Estadual de Saúde. As portarias com a autorização dos valores foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) nesta terça-feira (25.fev.2025).

Caicó é a cidade que recebe o maior montante, somando R$ 401 mil. Em seguida, Macau será beneficiado com R$ 300 mil, enquanto Umarizal terá acesso a R$ 150 mil.

Detalhamento dos repasses

O Fundo Estadual de Saúde será responsável por efetuar as transferências para os fundos municipais de saúde das cidades contempladas. O recurso será repassado em parcela única e sua aplicação deverá ser reportada por meio do Relatório Anual de Gestão (RAG) de cada município beneficiado.

Os valores repassados são provenientes de emendas parlamentares, um mecanismo do Poder Legislativo que permite a deputados e senadores destinarem verbas do orçamento para áreas específicas, como saúde, educação e infraestrutura.

A liberação desses recursos reforça o financiamento das ações de saúde nos municípios contemplados, permitindo investimentos em infraestrutura, aquisição de equipamentos e ampliação de serviços.

O papel do Fundo Estadual de Saúde

O Fundo Estadual de Saúde (FES) tem a finalidade de gerir os recursos destinados à área da saúde pública no Estado. A administração do FES fica sob responsabilidade da Secretaria Estadual de Saúde, podendo contar com uma diretoria específica para a gestão financeira, contábil e orçamentária dos recursos.

Os valores transferidos pelo FES para os municípios são aplicados conforme planejamento de cada cidade, visando a execução de políticas públicas e a melhoria dos serviços ofertados na rede municipal de saúde.

Distribuição dos recursos

  • Caicó: R$ 401 mil
  • Macau: R$ 300 mil
  • Umarizal: R$ 150 mil

A destinação das emendas parlamentares para a saúde busca fortalecer o atendimento à população, garantindo recursos para manutenção e aprimoramento dos serviços médicos oferecidos nos municípios beneficiados.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Empresas do RN renegociam R$ 86,3 milhões pelo Desenrola Pequenos Negócios

Empresas do RN renegociam R$ 86,3 milhões pelo Desenrola Pequenos Negócios

Estado ocupa sexta posição no Nordeste e 19ª no Brasil em volume de contratos repactuados pelo programa federal

O Rio Grande do Norte registrou a renegociação de R$ 86,3 milhões em dívidas de pequenas empresas por meio do programa Desenrola Pequenos Negócios até o final de 2024. No total, 1.865 empresas potiguares renegociaram 2.331 contratos, colocando o estado como o sexto maior volume repactuado no Nordeste e o 19º no país.

Entre maio e dezembro de 2024, o programa possibilitou a renegociação de R$ 7,5 bilhões em dívidas bancárias em todo o Brasil, beneficiando mais de 120 mil microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte. A iniciativa, desenvolvida pelos Ministérios da Fazenda e do Empreendedorismo, ofereceu descontos de até 95%, permitindo que milhares de negócios regularizassem suas pendências e voltassem a ter acesso a crédito.

Sudeste lidera renegociações; Nordeste ocupa segunda posição

A região Sudeste concentrou o maior volume de renegociações pelo programa, com R$ 3,576 bilhões em contratos repactuados. Foram 57.219 clientes beneficiados e 90.841 contratos renegociados. O Nordeste ficou na segunda posição, com um total de R$ 1,443 bilhão renegociado, distribuído entre 27.306 clientes e 37.306 contratos.

Ranking por estados: São Paulo lidera renegociações

Entre os estados, São Paulo foi o que apresentou o maior volume renegociado, com R$ 2,242 bilhões distribuídos em 58.108 contratos de 35.472 clientes. Outros estados com destaque no programa foram:

  • Rio de Janeiro: R$ 669,5 milhões
  • Minas Gerais: R$ 574,14 milhões
  • Paraná: R$ 489,96 milhões
  • Bahia: R$ 428,43 milhões

Funcionamento do Desenrola Pequenos Negócios

O programa foi implementado diretamente pelo sistema financeiro, com incentivos tributários do governo federal para que os bancos pudessem oferecer condições vantajosas de renegociação. Os descontos variaram de 20% a 95%, garantindo que empresas endividadas regularizassem suas finanças e recuperassem acesso a crédito.

O ministro do Empreendedorismo, Márcio França, destacou a importância da iniciativa para os pequenos negócios: “Ao quitar ou renegociar dívidas, essas empresas não só recuperam o acesso ao crédito, mas ganham fôlego para crescer. Só em 2024, programas de crédito para pequenos negócios injetaram R$ 39 bilhões em 600 mil empresas, fortalecendo toda a cadeia produtiva”.

Programa Acredita e acesso a novos financiamentos

O Desenrola Pequenos Negócios faz parte do Programa Acredita, que também inclui o ProCred 360, uma linha de crédito com taxas de juros até 50% menores que as de mercado para MEIs e empresas com faturamento anual de até R$ 360 mil. Para viabilizar essa oferta, o governo federal destinou R$ 1,5 bilhão em garantias para os bancos, utilizando recursos remanescentes do Fundo Garantidor de Operações (FGO) do programa Desenrola.

Com essa garantia inicial, foram liberados R$ 5 bilhões em crédito, dos quais R$ 1,4 bilhão já foram emprestados a 47 mil empresas. A expectativa é de que novos recursos sejam alocados para ampliar ainda mais o acesso ao crédito pelos pequenos negócios.

Além do ProCred 360, os empreendedores podem recorrer ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Em 2024, o governo também criou o Pronampe Solidário Rio Grande do Sul, destinado à recuperação econômica de 36 mil empresas afetadas pelas enchentes no estado.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil / Joédson Alves/Agência Brasil

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TCU suspende R$ 6 bilhões do Pé de Meia

TCU suspende R$ 6 bilhões do Pé de Meia

Programa atende cerca de 3,9 milhões de estudantes de ensino médio

Em sessão plenária nesta quarta-feira (22), o Tribunal de Contas da União (TCU) manteve decisão cautelar do ministro Augusto Nardes que suspende a execução de R$ 6 bilhões do programa de apoio educacional Pé de Meia. Cerca de 3,9 milhões de estudantes de baixa renda matriculados em escolas públicas de ensino médio de todo o país recebem o apoio financeiro. A decisão foi tomada por unanimidade, mas cabe recurso.

Com investimento anual em torno de R$ 12,5 bilhões, o Pé de Meia paga uma mesada de R$ 200 por aluno durante o ano letivo, além de uma poupança anual de R$ 1 mil a quem for aprovado, mas que só pode ser sacada ao final da conclusão do ensino médio. Ao todo, cada aluno pode receber até R$ 9,2 mil ao final dos três anos desta etapa de ensino. Instituído pela Lei 14.818/2024, o programa foi criado para estimular a permanência de estudantes pobres na escola, já que o Brasil enfrenta graves problemas de evasão escolar há décadas.

Na última sexta-feira (19), Nardes já havia concedido uma decisão provisória para suspender os pagamentos, diante de uma ação proposta pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, do Ministério Público junto ao TCU (MPTCU), que alegou que os valores utilizados para o crédito do programa estavam fora do Orçamento. O alerta foi mantido pela área técnica do tribunal.

Procurado pela reportagem, o Ministério da Educação (MEC), responsável pelo programa, informou que vai “complementar os esclarecimentos tempestivamente”, assim que a pasta for notificada da decisão. O órgão também alegou que “todos os aportes feitos para o programa Pé de Meia foram aprovados pelo Congresso Nacional e cumpriram as normas orçamentárias vigentes”.

Já a Advocacia Geral da União (AGU) informou em nota ter recorrido da decisão, alegando não haver “qualquer ilegalidade” na transferência de recursos entre fundos e que o bloqueio cautelar e repentino de mais de R$ 6 bilhões “causará transtornos irreparáveis ao programa e aos estudantes”.

“Caso a decisão do TCU não seja revertida, a AGU pede que seus efeitos ocorram somente em 2026 e, que, nesse caso, seja concedido um prazo de 120 dias para que o governo federal apresente um plano para cumprimento da decisão sem prejuízo da continuidade do programa”, diz o órgão.

Financiamento

O financiamento do programa Pé de Meia se dá por meio de recursos do Fundo de Incentivo à Permanência no Ensino Médio (Fipem), de natureza privada, mas que é integralizado por aplicações e aportes financeiros da própria União, e administrado pela Caixa Econômica Federal. A lei permite que a governo federal transfira recursos ao fundo para que o programa seja operacionalizado, mas, de acordo com a conclusão do ministro, o fluxo de pagamentos não estaria passando pelo Orçamento Geral da União e, por isso, Nardes determinou à Caixa o bloqueio de R$ 6 bilhões da conta.

Já o MEC fica proibido de utilizar recursos oriundos do Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc) e do Fundo Garantidor de Operações (FGO) sem que previamente tais recursos sejam recolhidos à Conta Única do Tesouro Nacional e incluídos na lei orçamentária do exercício em que se pretenda realizar a integralização de cotas do Fipem.

“Na instrução inicial, a Unidade de Auditoria Especializada em Orçamento, Tributação e Gestão Fiscal (AudFiscal) apontou a utilização de valores do Fgeduc e do FGO para a integralização de cotas do Fipem sem o necessário trânsito pela CUTN [Conta Única do Tesouro Nacional] e pelo OGU [Orçamento Geral da União] e, dessa forma, à margem das regras orçamentárias e fiscais vigentes, como, por exemplo, o limite de despesas primárias instituído pelo Regime Fiscal Sustentável (ou Novo Arcabouço Fiscal) e dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal (arts. 9º e 26) e Regra de Ouro (art. 167, inciso III, da Constituição Federal)”, diz um trecho do acórdão que manteve o bloqueio do programa. O tribunal ainda analisará o mérito do caso, sobre eventuais descumprimentos de regras orçamentárias, e aguarda novas manifestações.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Angelo Miguel/MEC

Da Agência Brasil

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Sesap apresenta plano para desafogar Hospital Walfredo Gurgel

Sesap apresenta plano para desafogar Hospital Walfredo Gurgel

Estratégia visa combater a superlotação da unidade hospitalar e propõe descentralizar atendimentos ortopédicos de baixa complexidade

A crise de superlotação que afeta o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG) levou a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) a elaborar um plano de contingência que foi enviado à 2ª Vara da Fazenda Pública de Natal. O plano, que busca reorganizar o fluxo de atendimento, propõe acabar com os atendimentos ortopédicos de baixa complexidade no hospital, direcionando esses casos para uma estrutura descentralizada chamada “barreira ortopédica”.

De acordo com a Sesap, a medida é urgente. Dados apontam que 70% dos atendimentos na unidade são de média ou baixa complexidade, muitos resultantes de acidentes de moto. Somente em setembro, 899 vítimas de quedas de moto foram atendidas no hospital, o que evidencia a necessidade de novas estratégias para aliviar a sobrecarga da unidade.

O plano detalha a proposta de criar a barreira ortopédica, que funcionaria 24 horas por dia e atenderia até 1,5 milhão de habitantes. A estrutura incluiria uma Sala de Pequenos Procedimentos, equipada com monitor cardíaco e desfibrilador, uma Sala de Gesso para imobilizações, e um Centro Cirúrgico Simples para realizar intervenções de baixa complexidade, como fraturas fechadas. A expectativa é que essa redistribuição de pacientes permita que o Walfredo Gurgel se concentre em casos de alta complexidade.

O documento enviado pela Sesap à Justiça também detalha a articulação necessária para a criação da barreira ortopédica, que depende de um consórcio interfederativo entre o Estado e os municípios.

Segundo o plano da Sesap, a barreira ortopédica teria um custo mensal de R$ 900 mil, com os municípios contribuindo de forma proporcional à população, enquanto o Estado arcaria com 40% desse valor. O modelo financeiro poderá ser ajustado após um ano de funcionamento, baseado na demanda real de cada município.

Foto: Marcelo Soares/ASSECOM RN/Ilustração

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Declaração do G20 Social pressiona governos por ações mais ambiciosas

Declaração do G20 Social pressiona governos por ações mais ambiciosas

Organizações da sociedade civil cobram compromisso

O texto da declaração final do G20 Social pressiona os governos dos países do grupo a adotarem medidas com objetivos mais ambiciosos. É o que avaliam diferentes entidades e organizações da sociedade civil que participaram das discussões que subsidiaram a construção do documento. Para elas, é preciso um compromisso mais firme no enfretamento das mudanças climáticas e das desigualdades.

A taxação dos super ricos é citada na declaração como caminho para financiar políticas sociais e ambientais. Para o Observatório do Clima, rede que reúne diferentes entidades ambientalistas da sociedade civil brasileira, este é um debate central.

“Os países do G20 são responsáveis por cerca de 80% das emissões dos gases de efeito estufa e concentram 80% da riqueza do mundo. Nenhum país pode alegar falta de recursos para financiamento climático se não taxar seus bilionários de forma justa. A taxação progressiva sobre os super-ricos é um passo crucial para financiar a adaptação à mudança do clima e a transição energética justa”, registra manifestação do Observatório do Clima.

O G20 Social teve início na quarta-feira (14) e se encerra neste sábado (16). Trata-se de uma inovação instituída pelo governo brasileiro. O país preside o G20 pela primeira vez desde 2008, quando foi implantado o atual formato do grupo, composto pelas 19 maiores economias do mundo, bem como a União Europeia e mais recentemente a União Africana. Nas presidências anteriores, a sociedade civil costumava se reunir em iniciativas paralelas à programação oficial. Com o G20 Social, essas reuniões foram integradas à agenda construída pelo Brasil. O objetivo foi ampliar o diálogo entre os líderes governamentais e a sociedade civil.

Boa parte da programação dos três dias foi composta por atividades autogestionadas propostas por diferentes organizações sociais. A declaração final sintetiza as propostas de consenso do G20 Social. Ela foi entregue ao presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que a levará aos governos de todas as nações na Cúpula dos Líderes do G20. O encontro, que ocorre nos dias 18 e 19 de novembro, encerra o mandato brasileiro. A África do Sul sucederá o Brasil na presidência do grupo.

A discussão da taxação dos super ricos tem sido uma das prioridades assumidas pelo governo brasileiro. Em julho, a Trilha de Finanças, um dos grupos de discussão do G20, aprovou sua declaração final com menções ao tema. O Brasil defende que seja pactuada a adoção de um imposto mínimo sobre os super ricos, de forma a evitar uma guerra fiscal entre os países. No entanto, há resistências. Representantes dos Estados Unidos, por exemplo, têm defendido que cabe a cada governo tratar da questão internamente.

A pauta é considerada legítima e urgente por Elisabetta Recine, coordenadora de relações internacionais da Rede Penssan, que reúne pesquisadores no tema da segurança alimentar e nutricional. Para ela, levar o tema para o conjunto de países do G20 é um movimento importante. Em sua visão, a taxação dos super ricos é uma agenda que articula as demandas por justiça climática, por justiça alimentar e por justiça fiscal e tributária.

“Não dá mais para nós convivermos com situações em que as grandes fortunas têm uma série de instrumentos em que elas não pagam nenhum ou muito pouco imposto em relação ao seu padrão de consumo e aos seus bens e seus ganhos. É absolutamente vergonhoso que a gente conviva com uma situação dessa, em que proporcionalmente um trabalhador tenha uma carga tributária muito maior do que uma grande fortuna”, avalia Recine, que é também presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), órgão colegiado composto por representantes da sociedade civil e do governo brasileiro que presta assessoramento à Presidência da República.

“Mesmo que o G20 não banque essa decisão, nós temos a responsabilidade e a urgência no Brasil de fazer decisões em relação a esse processo”, defende ela. Justamente para cobrar mais ambição no financiamento de ações sociais e ambientais, o Observatório do Clima está convocando um protesto para a manhã de segunda-feira (18), no Rio de Janeiro. Prevista para se iniciar às 8h no Posto 11 da Praia do Leblon, a iniciativa se conecta com a campanha “Taxa os Bi”, uma estratégia de pressão on-line para pressionar os líderes do G20 pela taxação de bilionários e destinação dos recursos para combater a fome e a pobreza, fazer a transição energética justa e proteger as populações de eventos climáticos extremos.

Diversidade de temas

Além de defender a taxação dos super ricos, a declaração final do G20 Social, que contém quatro páginas, pede novos esforços para combater as desigualdades, a fome e a pobreza e cobra compromisso como uma transição energética justa, que seja capaz reduzir a emissão de gases de efeito estufa e de proteger as florestas tropicais, sem gerar exclusão social. O texto também defende reformas “inadiáveis” em instituições internacionais, como a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Fundo Monetário Internacional (FMI).

“A declaração sintetiza os grandes chamados, vamos dizer assim. E a importância dessa síntese é que você abre a porta para que os diferentes governos possam olhar os documentos específicos aonde as propostas e as visões estão melhor detalhadas. É uma síntese escrita pela sociedade civil e isso é algo inédito. Então é muito simbólico, é muito importante, mas para ter acesso aos detalhes das discussões e das propostas, nós precisamos ir para as diferentes trilhas de discussão do G20”, afirma Recine.

A inclusão dos principais temas em debate foi destacada por Renato Godoy, gerente de relações governamentais do Instituto Alana, uma organização da sociedade civil que desde 1994 desenvolve sua atuação com foco nos direitos das criança e dos adolescentes. “A declaração final reflete a diversidade e a qualidade dos debates que ocorreram no âmbito do G20 social e apresenta as propostas da sociedade civil brasileira e mundial para as múltiplas crises que o planeta vem enfrentando”.

Para ele, a presidência do Brasil no G20 e as mobilizações da sociedade civil brasileira deixaram duas marcas muito fortes no âmbito do G20. “Uma delas é a grande participação social que ficou evidenciada no G20 Social e a outra sem dúvida é o combate à fome e à pobreza, com a criação da Aliança Global”, disse. Godoy também destacou a riqueza das discussões envolvendo temas como as mudanças climáticas, a segurança digital, a equidade de gênero, o direito à educação e a proteção de crianças e adolescentes.

A criação da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, citada por ele, foi outra prioridade da presidência brasileira no G20. A iniciativa envolve um compromisso internacional para a mobilização de apoio político, de recursos financeiros e de conhecimento técnico com um único objetivo: disseminar políticas públicas e tecnologias sociais comprovadamente eficazes para a insegurança alimentar no mundo. A proposta conta com o apoio do Banco Mundial, organismo internacional de fomento ao desenvolvimento, e já conta com a adesão confirmada de diversos países e instituções.

Para Sônia Mara Maranho, que integra a coordenação do Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), o G20 Social também destacou a necessidade de uma maior participação popular social em meio à disputa geopolítica. “A gente espera que o Lula tenha o cuidado de prestar atenção no documento e também de levar as propostas na próxima semana na Cúpula dos Líderes do G20 para tratar dos temas junto às grandes corporações, aos governos e aos diplomatas que estarão no Brasil. Mas a gente sabe que temos um grande desafio que é acumular força enquanto classe trabalhadora para enfrentar toda a tentativa que os bancos, os acionistas e os rentistas têm em dominar o mundo a partir de uma concepção capitalista de exploração”, afirmou.

Foto: Beth Santos/Prefeitura do Rio

Da Agência Brasil

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Setor da Construção debate em Natal o financiamento para a habitação no Brasil em 2025

Setor da Construção debate em Natal o financiamento para a habitação no Brasil em 2025

O evento é direcionado especialmente aos empresários e profissionais da construção civil e do mercado imobiliário

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) promoverá em Natal (RN), nesta segunda-feira (18/11), a primeira edição do seminário Diálogos de Habitação, com o tema ‘Parcerias por um novo amanhã’. Realizado em parceria com os sindicatos da Indústria da Construção do Rio Grande do Norte (Sinduscon-RN) e Sinduscon Oeste-RN, o evento reunirá dirigentes e especialistas do Ministério das Cidades, da Caixa Econômica Federal, de entidades representativas e de empresas do setor para definir um panorama das principais tendências e desafios para o financiamento da construção de moradias no Brasil.

“O nosso principal objetivo é deixar claro quais serão as condições de financiamento para a construção e para a aquisição de imóveis, em um cenário de incertezas sobre crédito. Por isso, discutiremos questões relativas ao programa Minha Casa, Minha Vida e aos fundos de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e de Arrendamento Residencial (FAR), como manutenção, garantia de recursos e previsibilidade orçamentária”, afirma o presidente da CBIC, Renato Correia.

A abertura do Diálogos de Habitação será às 14h, com a presença do secretário Nacional de Habitação, Hailton Madureira; do diretor de Habitação da Caixa, Roberto Ceratto; do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), Roberto Serquiz; e dos presidentes do Sinduscon-RN, Sérgio Azevedo, e Sinduscon Oeste-RN, Pedro Escossia; e do vice-presidente de Habitação de Interesse Social da CBIC, Clausens Duarte, além de representantes do governo do estado e do município.

Em seguida, os painéis terão como temas:

  • Contextualização dos desafios da Construção Civil no cenário atual
  • O programa Minha Casa, Minha Vida Cidades e emendas parlamentares
  • Sustentabilidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)
  • FGTS: execução orçamentária 2024 e previsão orçamentária 2025
  • Fundo de Arrendamento Residencial (FAR): contratações, expectativas e pendências de contratações em 2024; e execução orçamentária, novas regras e especificações para 2025.

O Diálogos de Habitação é direcionado especialmente aos empresários e profissionais da construção civil e do mercado imobiliário. Ele será realizado no auditório Joaquim Victor de Holanda, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN). A participação é gratuita e também terá transmissão via Youtube.

Com foco no fortalecimento da indústria da construção, o evento também visa estimular novas parcerias e fomentar o desenvolvimento do mercado de habitação, que é um dos pilares para o crescimento econômico regional e nacional. O tema tem interface com o projeto ‘Responsabilidade Social na Indústria da Construção’, objetivo 2.6 –‘Segurança habitacional e moradia digna ao trabalhador’, da Comissão de Habitação de Interesse Social (CHIS) da CBIC, em correalização com o Serviço Social da Indústria (Sesi).

Serviço

O que: Seminário Diálogos da Habitação – Parcerias por um novo amanhã
Quando: Segunda-feira, 18 de novembro de 2024, das 14h às 19h.
Onde: Sede da FIERN – avenida Senador Salgado Filho, 2860, Lagoa Nova, Natal (RN)

Foto: Agência Brasil

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Indústria do RN lidera crescimento no Brasil com alta de 22,9% no 1º semestre de 2024

Indústria do RN lidera crescimento no Brasil com alta de 22,9% no 1º semestre de 2024

Setor industrial potiguar se destaca nacionalmente, impulsionado por derivados de petróleo e confecções

A indústria do Rio Grande do Norte apresentou o maior crescimento entre os 18 estados pesquisados pelo IBGE no primeiro semestre de 2024, com um aumento de 22,9%, superando a média nacional de 2,6%. Esse desempenho é puxado principalmente pelos setores de derivados de petróleo e biocombustíveis, além de confecções e vestuário.

A liderança do RN também é confirmada nas comparações trimestrais e anuais, com taxas que chegam a 23,9%. O crescimento do setor industrial no estado é acompanhado pelo aumento da Utilização da Capacidade Instalada (UCI), que subiu para 78% em julho de 2024, superando a média histórica.

A expansão industrial ocorre em meio à assinatura de um acordo de cooperação técnica entre o Banco do Nordeste (BNB) e a Federação das Indústrias do Estado do RN (Fiern), que visa fortalecer a competitividade industrial potiguar por meio de maior acesso ao crédito e capacitação empresarial.

De acordo com o superintendente estadual do BNB, Jeová Lins, as linhas de financiamento do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) estão disponíveis para impulsionar ainda mais o setor industrial no estado.

Foto: Edson Lopes Jr/A2 FOTOGRAFIA/Ilustração

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FETRONOR explica motivo da tarifa mais barata no VLT da Grande Natal

FETRONOR explica motivo da tarifa mais barata no VLT da Grande Natal

Subsídios federais reduzem custos e promovem inclusão social no transporte público

A Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste (FETRONOR) esclareceu, em nota divulgada nesta sexta-feira (2.ago.2024), as razões pelas quais a tarifa do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) é significativamente mais barata em comparação ao transporte convencional na Grande Natal.

Segundo a Federação, a principal diferença tarifária é atribuída ao subsídio substancial oferecido pelo Governo Federal, que cobre a maior parte dos custos operacionais do VLT. Atualmente, esse subsídio representa 93% do valor da tarifa, permitindo que os usuários paguem menos pelo serviço.

Na nota, a FETRONOR defende que um subsídio semelhante poderia ser estendido ao transporte de passageiros por ônibus, beneficiando ainda mais a população.

A FETRONOR também aponta a necessidade de o Governo Federal estabelecer uma fonte de custeio para as gratuidades que concede, já que essas são atualmente suportadas pelos passageiros pagantes. Tal medida poderia contribuir para a redução das tarifas atuais.

Ainda na nota, a Federação afirma que reduzir o custo das passagens é visto como um meio eficaz de promover a inclusão social, garantindo que mais cidadãos tenham acesso ao transporte público de qualidade, independentemente de sua condição econômica. A FETRONOR acredita que a política de subsídios é, na prática, um investimento essencial para a manutenção, ampliação e modernização do serviço de transporte, crucial para a qualidade de vida dos cidadãos e o desenvolvimento sustentável das cidades.

Foto: Matheus Felipe/Ilustração

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Varejo no RN cresce mais 1,68% e operações de crédito disparam na região

Varejo no RN cresce mais 1,68% e operações de crédito disparam na região

Setores de Serviço e Construção lideram criação de novos postos de trabalho no estado. No Nordeste, Sicredi oferece R$ 1,9 bi em crédito para pessoa jurídica em um ano

O comércio varejista do Rio Grande do Norte registrou um crescimento de 1,68% de janeiro a maio de 2024 em comparação com o mesmo período do ano passado. Além disso, o estado alcançou um saldo positivo de 8.416 empregos formais, representando uma variação de 1,7%. Entre os estados do Nordeste, o Rio Grande do Norte se destacou com um crescimento significativo no setor de Serviços, que gerou 8.746 novos postos de trabalho. Esse desempenho coloca o estado entre os que mais geraram empregos na região, ao lado da Bahia, Pernambuco e Ceará.

Segundo análise do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene) divulgada no final de julho, os dados refletem o crescimento regional, que foi impulsionado pelo aumento no consumo das famílias, elevação do rendimento médio real e processo de desinflação. A demanda por crédito também acompanhou esse movimento de crescimento econômico.

O Sistema Financeiro Nordestino registrou um saldo de operações de crédito de R$ 821,1 bilhões em maio de 2024, o que representa crescimento de 10,6% em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Este aumento foi superior ao observado em âmbito nacional, onde o crédito cresceu 9,2% no mesmo período.

Para Ana Paula Medeiros Vieira, Coordenadora de Ciclo de Crédito da Central Sicredi Nordeste, na instituição financeira cooperativa, “os segmentos de Comércio e Serviços lideraram a procura, representando 89% da carteira de crédito de pessoa jurídica em maio de 2024, com operações totalizando R$ 1,9 bilhão. Um aumento de 22% em relação ao ano anterior”.

Raio-X dos Créditos

No comércio, o crescimento econômico nordestino tem sido percebido na oferta de crédito para supermercados, lojas de móveis e eletrodomésticos, e de materiais de construção. Segundo o Sicredi, essas empresas buscam financiamento principalmente para capital de giro, expansão e modernização, e compra de equipamentos.

Os recursos têm sido aplicados para a criação de novas lojas, renovação do espaço físico, investimento em tecnologia, e-commerce e marketing. “Quase 70% da carteira de crédito de pessoa jurídica está concentrada, nos últimos 30 meses, com as seguintes médias: Capital de Giro com 45% da carteira de crédito, Energias Renováveis com 11%, Rotativos com 7% e Financiamento de Veículos com 6%”, complementa Ana Vieira.

No setor de serviços, as principais necessidades são investimentos em tecnologia, treinamento e também na geração de capital de giro. A instituição tem percebido um aumento nos projetos que buscam adquirir softwares especializados, sistemas de gestão empresarial (ERP) e desenvolvimento de plataformas digitais.

“Atender a essas necessidades de crédito são cruciais para o crescimento e a sustentabilidade das empresas nos setores de comércio e serviços na região Nordeste. Essa é a melhor forma de se contribuir para o desenvolvimento econômico local e regional”, finaliza a especialista.

Fotos: Divulgação

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Pesquisa revela que 43% da população potiguar está inadimplente

Pesquisa revela que 43% da população potiguar está inadimplente

Quase metade da população adulta do estado não está com as contas em dia

Mais de 72 milhões de brasileiros estão com o nome sujo, de acordo com um estudo realizado pela Serasa. No Rio Grande do Norte, de acordo com levantamento divulgado pelo Serasa, 43% da população está inadimplente atualmente.

Diante desse número de endividados, é importante que a população comece a aplicar regras de organização e educação financeira no dia a dia, de maneira a evitar o acúmulo de dívidas e a possível negativação do nome.

Quem fica com o nome sujo enfrenta uma série de obstáculos junto às instituições financeiras, como a dificuldade de obter empréstimos, financiamento e acesso a linhas de crédito. Além disso, muitos bancos não aceitam a abertura de conta corrente por parte de pessoas endividadas.

De acordo com Erlivaldo Bandeira, consultor de Negócios da Central Sicredi Nordeste, o primeiro passo para quem não quer ficar endividado é conhecer a própria realidade financeira, colocando no papel todas as despesas e entradas mensais. Dessa maneira, é possível analisar o quanto será possível gastar e, se necessário, eliminar despesas supérfluas.

“Por mais que a pessoa já tenha uma noção dos gastos, quando ela coloca tudo no papel fica mais fácil tomar as melhores decisões financeiras”, explica o consultor.

Segundo Erlivaldo, a prioridade para quem está com as contas em dia e já tem um cenário montado de sua realidade financeira é preparar uma reserva de emergência. A reserva pode ser colocada em investimentos específicos, de acordo com o perfil do investidor. Opções comuns incluem produtos de renda fixa com liquidez diária, investimentos seguros e fáceis de realizar. No Sicredi, o investimento mínimo é a partir de R$1,00.

Para quem já está endividado, a principal dica é priorizar quitar as dívidas existentes e evitar contrair novos compromissos. “Os mais endividados devem optar por pagar as contas de maior valor e evitar que elas gerem juros acima do esperado. É possível também negociar débitos junto aos bancos, acumulando descontos”, esclarece Erlivaldo.

Foto: Divulgação

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Pronaf investe R$ 472,6 milhões na agricultura familiar no RN

Pronaf investe R$ 472,6 milhões na agricultura familiar no RN

Agricultores familiares do estado contratam R$ 472,6 milhões, crescimento de 72,6% em relação à safra anterior

Os agricultores familiares do Rio Grande do Norte registraram um aumento expressivo na contratação de crédito na safra 2023/2024, totalizando R$ 472,6 milhões por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Esse valor representa um crescimento de 72,6% em relação à safra 2022/2023, quando foram investidos R$ 273,8 milhões. Os dados foram disponibilizados pelo ComunicaBR, plataforma de transparência ativa do Governo Federal.

No período de julho de 2023 a junho de 2024, o número de operações de crédito no estado também cresceu significativamente, passando de 41.109 contratos na safra anterior para 55.493, um aumento de 34,9%. Esse crescimento reflete o compromisso do Governo Federal em apoiar diretamente os agricultores familiares, garantindo a segurança alimentar da população brasileira. O Plano Safra da Agricultura Familiar 2023-2024 destinou R$ 71,6 bilhões ao Pronaf, o maior montante da série histórica, com um incremento de 34% em relação ao ano anterior.

Uma novidade importante foi a inclusão de indígenas e quilombolas no acesso ao crédito, além da criação de uma linha específica para mulheres. O programa também concedeu um desconto de 40% no valor financiado para os Pronaf A e B, além de aumentar o financiamento de máquinas específicas para a agricultura familiar.

“O Plano Safra da Agricultura Familiar cumpre um grande objetivo, que é aumentar a produção de alimentos e colocar mais comida saudável no prato de todas as brasileiras e brasileiros. E isso é possível por meio da oferta de crédito barato em todas as regiões do país”, afirmou o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira. Ele destacou ainda que, para a safra 2024/2025, foi obtido o maior volume de crédito da história, com redução de juros em 10 linhas de financiamento, fortalecendo a participação das mulheres e dos jovens, promovendo a agroecologia e a recuperação de áreas degradadas.

Aumento de crédito no Brasil

Em âmbito nacional, o Pronaf registrou 1,68 milhão de operações de crédito entre julho de 2023 e junho de 2024, um aumento de 16,2% em comparação ao período anterior. O valor total contratado pelos agricultores familiares também cresceu, passando de R$ 53,2 bilhões em 2022/2023 para R$ 59,6 bilhões em 2023/2024, um incremento de 12,1%.

Desempenho regional

O Nordeste foi a região com o maior impacto no crédito para a agricultura familiar, com um aumento de 28,7% no número de contratos e de 61,2% no valor contratado via Pronaf. No Sudeste, o crescimento foi de 17,6% nas operações e de 24,7% no valor. Na Região Norte, os contratos aumentaram 2,5% e o valor contratado subiu 15,3%. O Centro-Oeste registrou uma queda de 1,8% no número de operações, mas um aumento de 4,8% no valor financiado. No Sul, as variações foram mínimas, com uma leve queda tanto no número de contratos quanto no valor financiado.

Destaques estaduais

Entre os estados, o Amapá teve o maior aumento percentual no número de operações de crédito, com 60,31%, seguido pelo Piauí (45,94%), Tocantins (41,56%), Sergipe (39,83%) e Rio Grande do Norte (34,99%). Em termos de valor contratado, o Amapá liderou com um aumento de 90%, seguido por Distrito Federal (79,13%), Piauí (76,15%), Paraíba (75,03%) e Rio Grande do Norte (72,60%).

Novo Plano Safra

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou, em 3 de julho, o Plano Safra da Agricultura Familiar 2024/2025, que assegura R$ 85,7 bilhões para o desenvolvimento da agricultura familiar, com juros menores e mais garantias de acesso. Do total, R$ 76 bilhões são destinados ao Pronaf. O plano inclui linhas de crédito diferenciadas, assistência técnica, seguros e capacitação, além de promover pesquisa e inovação em tecnologias e contribuir para a transição agroecológica.

O ComunicaBR, plataforma de transparência ativa do Governo Federal, disponibiliza dados detalhados sobre o Pronaf e outros programas, facilitando o acesso a informações atualizadas e contextualizadas para a população.

Foto: Divulgação/MDA

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Projeto de criação da Secretaria Estadual de Cultura no RN vai ao plenário na ALRN na terça-feira (16)

Projeto de criação da Secretaria Estadual de Cultura no RN vai ao plenário na ALRN na terça-feira (16)

A região Nordeste já conta com Secretarias de Cultura ativas em sete estados

O projeto de lei que propõe a criação da Secretaria Estadual de Cultura (Secult/RN) será submetido à votação na Assembleia Legislativa na próxima terça-feira (16.jul.2024). De acordo com o Governo do Estado, a política cultural do Rio Grande do Norte está prestes a alcançar um marco histórico.

A Secretária Extraordinária de Cultura, Mary Land Brito, ressaltou a importância desta iniciativa: “A cultura é um direito humano que deve ser garantido. Assim, a nova pasta será o instrumento do Governo do Estado para assegurar a todos o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura, além de apoiar e incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais”.

O projeto da Secult/RN visa estabelecer uma instituição dedicada à implementação de políticas públicas culturais com um planejamento mais eficaz. A nova secretaria terá como objetivos principais a elaboração de instrumentos legais para financiamento e fomento das atividades artísticas e culturais, a implementação do Sistema Estadual de Cultura e a integração do estado ao Sistema Nacional de Cultura.

“A criação de uma Secretaria de Cultura para o Rio Grande do Norte é uma necessidade institucional, além de ser um compromisso de campanha da governadora Fátima. Essa nova estrutura permitirá a captação de recursos federais e impulsionará nossa Economia Criativa, que deve estar atrelada à nossa vocação turística e à preservação da nossa história”, afirmou Henrique José, fotógrafo e artista visual.

A região Nordeste já conta com Secretarias de Cultura ativas em sete estados: Piauí, Maranhão, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Bahia. Apenas Sergipe e Rio Grande do Norte ainda não possuem uma pasta dedicada exclusivamente à cultura. “Atualmente, não ter uma Secretaria de Cultura é comparável a não ter uma Secretaria de Saúde ou Educação. É essencial para a implementação de políticas públicas estratégicas e seus benefícios para a sociedade e economia são enormes”, enfatizou Pedro Fiuza, diretor, roteirista e produtor potiguar.

A falta de uma secretaria específica para a cultura no estado tem dificultado a continuidade de várias ações no setor, incluindo organização, planejamento a longo prazo, alinhamento com parâmetros nacionais e recebimento de recursos federais. “Reconhecer a cultura como um pilar fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade é primordial. Esta iniciativa consolida nosso compromisso com a arte e a história do nosso estado e representa um investimento no futuro de novos artistas com a continuidade e implementação de novas políticas públicas culturais”, destacou Alice Carvalho, atriz, diretora e roteirista potiguar.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Prefeitura de Parnamirim inicia duplicação da RN-313

Prefeitura de Parnamirim inicia duplicação da RN-313

Obra tem o propósito de melhorar tráfego e desenvolvimento urbano

A Prefeitura de Parnamirim deu início aos trabalhos de duplicação da RN-313, um projeto que promete transformar a mobilidade urbana da região. A primeira etapa da obra se estende da BR-101 até a rotatória de acesso ao bairro de Liberdade, beneficiando diretamente os moradores de Cajupiranga, Pium e Parque das Nações, áreas em franca expansão territorial e econômica.

Com um orçamento de R$ 11 milhões, a duplicação é financiada por recursos da União e do Finisa, acordo de crédito firmado entre a Prefeitura de Parnamirim e a Caixa Econômica Federal (CEF). Além da duplicação da via, a obra incluirá ciclovias, calçadas e outras melhorias que visam proporcionar mais segurança e conforto aos pedestres e ciclistas.

Além de aliviar o tráfego e reduzir congestionamentos, a RN-313 duplicada se tornará uma importante via de escoamento, facilitando o desenvolvimento econômico da região. A previsão é que a obra seja concluída até o final do ano.

Foto: Divulgação

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Financiamento de placas solares cresce 113% na Região Nordeste

Financiamento de placas solares cresce 113% na Região Nordeste

Durante o Mês da Sustentabilidade, entre 24 e 28 de junho, consumidores do RN poderão financiar painéis solares na Sim com taxas a partir de 1,25% ao mês e desconto adicional de até 10%

Como parte das iniciativas do Mês da Sustentabilidade promovidas pelo Santander, a Sim, empresa do Grupo, lança uma oferta especial por tempo limitado, para incentivar o uso de energia limpa no Brasil. Entre os dias 24 e 28 de junho, os clientes poderão financiar painéis solares com juros a partir de 1,25% a.m, com a possibilidade de desconto adicional de até 10% na taxa. Os interessados também terão condições especiais para financiar o equipamento por meio do Boleto Parcelado, produto oferecido por mais de 2 mil lojistas parceiros em todo o país.

A Sim tem registrado crescimento significativo na busca por financiamentos de placas solares nos últimos meses. Entre janeiro e maio deste ano, as simulações de financiamento no Nordeste, região estratégica para a marca, cresceram 114% em relação a igual período de 2023. A concessão de crédito avançou em 113% no mesmo período de comparação.

“Os números refletem não apenas a crescente demanda por equipamentos solares, mas também a confiança dos consumidores nas opções de financiamento oferecidas pela Sim. Estamos comprometidos em facilitar o acesso dos brasileiros à energia solar, promovendo uma transição energética limpa e acessível”, ressalta Marcelo Aleixo, CEO da Sim.

Com uma equipe de Gerente Regionais e Consultores distribuídos pelo Brasil, dedicados ao atendimento de lojistas parceiros, a Sim quer não só impulsionar o financiamento de placas solares, mas também reforçar seu compromisso com a sustentabilidade e a transição energética, alinhada aos valores do Santander. “Estamos construindo um futuro no qual a sustentabilidade é uma realidade acessível a todos. As condições especiais têm como objetivo impulsionar as vendas; mas principalmente levar as vantagens da energia limpa para cada vez mais pessoas”, reforça Aleixo.

Mais informações sobre as condições de financiamento de sistemas solares podem ser acessadas no site da Sim: https://emprestimosim.com.br/energia-sim/

Sobre a Sim

A Sim é uma empresa Santander, braço da financeira, 100% digital, que oferece soluções de crédito e financiamento de maneira simples, responsável e transparente. Parte da estratégia do Banco de fortalecer a presença no mercado de consumo do Brasil, a Sim conta com canais de venda, próprios e de parceiros. Além de uma prateleira de produtos customizados para diferentes setores que inclui: empréstimo pessoal, empréstimos com garantia de veículos, seguro prestamistas e Boleto Parcelado – o financiamento em segmentos como turismo, energia solar, móveis, entre outros.

Foto: Divulgação

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Lula afirma que leilão de arroz foi anulado por ‘falcatrua de uma empresa’

Lula afirma que leilão de arroz foi anulado por ‘falcatrua de uma empresa’

Governo tomará providências para garantir abastecimento e preço justo do arroz no Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou nesta sexta-feira (21.jun.2024) a anulação do leilão de importação de arroz devido a irregularidades identificadas em uma das empresas participantes. Apesar disso, Lula garantiu que o governo comprará o produto para evitar desabastecimento e manter o preço acessível para a população.

Em entrevista à Rádio Meio Norte, no Piauí, Lula explicou que a decisão de anular o leilão, que previa a compra de 300 mil toneladas de arroz beneficiado, foi tomada para assegurar a solidez das empresas envolvidas na operação. “Queremos garantir que o arroz chegue à mesa do povo a um preço justo, de no máximo R$ 20 por um pacote de cinco quilos”, afirmou o presidente.

Lula também mencionou que o governo financiará a produção de arroz em outras regiões do Brasil, além do Sul, que foi afetado por uma tragédia que comprometeu a produção local. “Vamos financiar novas áreas produtivas para não depender apenas de uma região e garantir a segurança alimentar do país”, destacou.

Além disso, o presidente anunciou que o governo oferecerá uma garantia de preço para os produtores, evitando que eles tenham prejuízos. “Nosso objetivo é incentivar a produção e assegurar que todos possam plantar arroz sem medo de perdas financeiras”, concluiu Lula.

As medidas visam estabilizar o mercado de arroz no Brasil, garantir o abastecimento e evitar a escalada de preços, promovendo a segurança alimentar da população e fortalecendo a produção nacional do grão.

Foto: Ricardo Stuckert / PR

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RN expande energia solar residencial em 49% e ocupa 4ª posição no Nordeste

RN expande energia solar residencial em 49% e ocupa 4ª posição no Nordeste

De acordo com especialista do Sicredi, linhas de financiamento que cobrem até 100% do valor do projeto têm levado ao aumento da adesão dos consumidores

O Rio Grande do Norte aumentou sua potência instalada de energia solar em 49% entre abril de 2023 a abril de 2024, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica. O crescimento coloca o estado em 4º lugar no Nordeste. Especialistas do setor apontam que essa tendência de crescimento está atrelada ao maior acesso a financiamentos, que têm contribuído para o barateamento dos custos e impulsionado o ritmo da transição energética.

Este aumento se refere à produção de energia elétrica de pequeno porte, gerada pelos próprios consumidores de forma independente, quase sempre a partir dos telhados de seus imóveis. No Rio Grande do Norte, a capacidade total de produção de energia solar fotovoltaica desse tipo saltou de 409 megawatts em 2023 para 609,2 megawatts em 2024.

Já a produção de energia solar em grandes usinas instaladas no estado destaca o Rio Grande do Norte como o quinto maior gerador do país. São 10.952 megawatts total no estado, somando o que está em operação, em construção ou já outorgado e apto para exploração. Com linhas de créditos exclusivas e preços reduzidos, instituições financeiras têm oferecido linhas de crédito específicas para quem deseja investir em sistemas de geração de energia solar.

Segundo Ana Paula Medeiros Vieira, Coordenadora de Ciclo de Crédito da Central Sicredi Nordeste, o aumento da procura por esse tipo de financiamento está ligado aos benefícios do empréstimo, como taxas de juros competitivas, análise de crédito simplificada e ausência de burocracia. “O financiamento para nossos associados (pessoas que possuem conta no Sicredi) cobre até 100% do valor do projeto, com prazos de pagamento flexíveis de até 10 anos, dependendo da política de cada cooperativa, e inclui assessoria especializada para apoio no processo”, afirma a especialista.

A linha de financiamento oferecida pelo Sicredi é voltada para consumidores residenciais e empresas que desejam suprir suas necessidades energéticas com a energia solar. Só na instituição, de acordo com a Coordenadora, houve um aumento de cerca de 30% na procura por esse tipo de financiamento nos últimos anos, impulsionado pela crescente conscientização da importância da sustentabilidade e da economia de recursos naturais.

Por ser uma fonte de energia limpa e renovável que contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa, o uso das placas fotovoltaicas oferecem diversos benefícios para o bolso dos consumidores, incluindo a redução de custos na conta e a possibilidade de vender o excedente de energia produzido de volta para a rede. Isso acaba por gerar uma autossuficiência energética, diminuindo a dependência da rede elétrica convencional e os constantes reajustes.

Com a disponibilidade constante dessa fonte de energia ao longo do ano no Rio Grande do Norte e por ser um investimento com retorno garantido, a energia solar está entre as mais competitivas do país. “Para que o associado tenha segurança sobre a viabilidade do seu projeto, o Sicredi disponibiliza uma equipe de especialistas em energia solar para ajudar a escolher a melhor opção conforme as necessidades energéticas individuais”, conclui Ana Paula Medeiros Vieira.

Fotos: Divulgação

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Dívidas de famílias atingem maior nível desde novembro de 2022: 78,8%

Dívidas de famílias atingem maior nível desde novembro de 2022: 78,8%

Pesquisa da CNC diz que sociedade segue elevando procura por crédito

O percentual de famílias endividadas no Brasil subiu pelo terceiro mês consecutivo e atingiu 78,8% em maio deste ano. Em abril, a taxa era de 78,5%, enquanto que, em maio de 2023, a proporção de endividados era de 78,3%. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Com o resultado de maio, divulgado hoje (10) no Rio de Janeiro pela CNC, o percentual de famílias com dívidas no país atingiu o maior patamar desde novembro de 2022. A pesquisa considera endividados aqueles que possuem qualquer dívida, ainda que ela não esteja em atraso, como, por exemplo, compras no cartão de crédito ou financiamentos.

Para a CNC, o dado mostra que as famílias continuam aumentando sua demanda por crédito, aproveitando o menor custo com os juros. A meta da taxa básica de juros (Selic) vem caindo a cada reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), desde agosto do ano passado (quando recuou de 13,75% para 13,25%). Atualmente, está em 10,50%.

O percentual de famílias que se consideram muito endividadas chegou a 17,8% em maio último, acima dos 17,2% de abril.

Já as pessoas com dívidas ou contas em atraso são consideradas inadimplentes. O percentual de inadimplência entre as famílias brasileiras ficou em 28,6% em maio deste ano, o mesmo nível de abril, mas abaixo dos 29,1% de maio do ano passado.

Entre o total de famílias, aquelas que não terão condições de pagar suas dívidas, o percentual ficou em 12% em maio, abaixo dos 12,1% do mês anterior, mas acima dos 11,8% de maio de 2023.

Dívidas

Entre os fatores de endividamento das famílias destacam-se o cartão de crédito, (86,9% dos casos), os carnês (16,2%) e o crédito pessoal (9,8%). Um dos destaques positivos foi o cheque especial, que estava presente nas dívidas de apenas 3,9% das famílias, o menor percentual desde o início da pesquisa em 2010.

A previsão da CNC é que o percentual de endividados siga crescendo até dezembro, quando deverá atingir a parcela de 80,4%.

Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

Da Agência Brasil

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Projeto de Lei que cria Secretaria de Cultura no RN é rejeitado em comissão da ALRN

Projeto de Lei que cria Secretaria de Cultura no RN é rejeitado em comissão da ALRN

Matéria proposta pelo Executivo foi considerada inconstitucional por ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal

A Comissão de Finanças e Fiscalização (CFF) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) rejeitou, nesta quarta-feira (15.mai.2024), o Projeto de Lei Complementar (PLC) que criava a Secretaria de Estado da Cultura (Secult). A matéria, de iniciativa do Governo do Estado, foi reprovada por quatro votos a três, sob a alegação de desobediência à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

O deputado Luiz Eduardo (SD), relator da matéria na CFF, justificou seu voto contrário à criação da Secult, alegando incompatibilidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Segundo o parlamentar, o Estado do Rio Grande do Norte se encontra acima do limite prudencial de endividamento estabelecido pela LRF, o que impede a criação de novos órgãos públicos e cargos.

“É importante salientar que essa decisão não foi tomada por motivos políticos, mas sim por questões legais. A Lei de Responsabilidade Fiscal é clara ao determinar que entes públicos com índice de endividamento superior ao limite prudencial não podem criar novas secretarias ou cargos. E o Rio Grande do Norte, neste momento, está quase 8% acima desse limite”, enfatizou Luiz Eduardo.

O deputado Francisco do PT, autor de um pedido de vistas para a matéria, defendeu a aprovação do PLC, ressaltando que a criação da Secult não geraria custos adicionais para o Estado. Segundo ele, a medida visava apenas regularizar a situação da pasta, que já funcionava de forma extraordinária, e facilitar o acesso a recursos federais para projetos culturais.

“O que o governo propõe é a transformação da secretaria extraordinária em ordinária. Ou seja, não haverá aumento de despesas. Essa mudança, inclusive, viabilizaria um melhor alinhamento com o Ministério da Cultura, facilitando a captação de recursos do Governo Federal para iniciativas culturais em nosso Estado”, argumentou Francisco do PT.

Após a apresentação dos argumentos favoráveis e contrários à criação da Secult, os deputados da CFF votaram sobre o parecer do relator Luiz Eduardo. Votaram a favor do parecer os deputados Coronel Azevedo (PL), José Dias (PSDB) e Tomba Farias (PSDB). Já os deputados Francisco do PT, Neilton Diógenes (PP) e Dr. Bernardo (PSDB) votaram contra.

Foto: João Gilberto/ALRN

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Câmara aprova texto-base da suspensão da dívida do RS com a União

Câmara aprova texto-base da suspensão da dívida do RS com a União

Proposta foi enviada pelo governo federal e terá duração de três anos

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (14) o texto-base do projeto de lei complementar que suspende o pagamento da dívida do Rio Grande do Sul com a União em razão das enchentes que devastam o estado.

A proposta enviada pelo governo federal prevê a suspensão do pagamento da dívida do Rio Grande do Sul pelo período de 36 meses.

O estoque da dívida do estado com a União está em cerca de R$ 100 bilhões atualmente e, com a suspensão das parcelas, deixará de pagar R$ 11 bilhões nas parcelas. Com isso, o dinheiro poderá ser usado em ações para minimizar a tragédia e na reconstrução do estado.

A mudança na legislação irá beneficiar não somente o Rio Grande do Sul, mas qualquer ente federativo que decretar estado de calamidade pública em razão de eventos climáticos extremos.

Deputados federais votam agora destaques ao projeto.

Bancada gaúcha

A bancada de deputados federais do Rio Grande do Sul já apresentou 117 projetos com medidas de socorro ao estado, entre elas criação de auxílio emergencial para a população afetada, linha de crédito para a compra de móveis da chamada linha branca e auxílio a empresários do transporte público.

Foto: Mauricio Tonetto / Secom

Da Agência Brasil

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Investimentos do Banco do Nordeste impulsionam micro e pequenos negócios no RN

Investimentos do Banco do Nordeste impulsionam micro e pequenos negócios no RN

Recursos financeiros contribuem para crescimento econômico e geração de empregos no estado

O Banco do Nordeste destinou, em 2023, R$ 423,2 milhões para empreendimentos potiguares classificados como micro e pequenas empresas (MPEs), aquelas que faturam até R$ 4,8 milhões anualmente. Esse investimento significativo foi responsável por sustentar e criar aproximadamente 10,7 mil postos de trabalho no estado.

Segundo dados do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de pesquisa vinculado ao BNB, o crédito concedido às MPEs gerou um incremento significativo na massa salarial, totalizando R$ 144,2 milhões, além de contribuir com R$ 49,9 milhões em arrecadação tributária para o Rio Grande do Norte.

De acordo com o relatório, o apoio financeiro do Banco do Nordeste às micro e pequenas empresas no estado ao longo de 2023 resultou em um aumento expressivo no valor bruto da produção, totalizando R$ 736,4 milhões, e no valor adicionado à economia, alcançando a marca de R$ 445,3 milhões.

O superintendente estadual do BNB para o RN, Jeová Lins de Sá, ressalta que os recursos financeiros disponibilizados beneficiam não só o empreendimento cliente da instituição, mas toda a sociedade. “O crédito gera impostos, movimenta a economia e, principalmente, reflete em mais empregos, mais renda e mais oportunidade para as pessoas da nossa região”, afirma.

O Banco do Nordeste, reconhecendo a importância das MPEs, investe em negócios de diversos setores, oferecendo taxas de juros atrativas a partir de 0,59% ao mês. Além disso, a instituição financia até 100% do projeto, com prazos de pagamento flexíveis que podem chegar a 20 anos, incluindo até cinco anos de carência.

Por meio de sua política de crédito, o Banco do Nordeste apoia iniciativas que incluem desde a aquisição de bens de capital e implantação até a modernização, reforma, relocalização ou ampliação de empreendimentos. Adicionalmente, são contemplados gastos com construção, aquisição de veículos, máquinas e equipamentos, além de oferecer capital de giro associado ao investimento.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Indústria potiguar cresce mais de 70% no 1º bimestre

Indústria potiguar cresce mais de 70% no 1º bimestre

Retomada da exploração de petróleo e biocombustíveis impulsiona o setor e beneficia cadeia de fornecedores

A indústria do Rio Grande do Norte registrou um crescimento excepcional de 71,5% no primeiro bimestre de 2024, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse desempenho coloca o estado no topo do ranking nacional, superando em muito a média de crescimento da indústria brasileira, que ficou em 4,3% no período.

O verdadeiro boom da indústria potiguar foi puxado, preponderantemente, pelo setor de petróleo, que registrou um aumento de 173,3% na produção de derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel e gasolina automotiva). Esse crescimento se deve à retomada da exploração de campos de petróleo maduros em território potiguar por empresas privadas, além da infraestrutura robusta de processamento, refinaria, terminal aquaviário, logística e armazenamento já existente no estado.

A reativação da atividade petrolífera teve um impacto positivo em toda a cadeia de fornecedores do setor, onde boa parte das empresas tem relações com o Banco do Nordeste (BNB). “Nós financiamos diversas empresas contratadas pelas petrolíferas e estamos acompanhando de perto o desenvolvimento do setor e da indústria como um todo”, afirma Jeová Lins de Sá, superintendente do BNB no Rio Grande do Norte.

“Em 2023, contratamos R$ 152,8 milhões e esperamos superar esse valor este ano. Acreditamos que o bom desempenho industrial do RN é fundamental para o desenvolvimento local e regional”, completa.

Foto: Programa de Aceleração do Crescimento/Ilustração

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RN tem 122 mil mulheres donas do próprio negócio

RN tem 122 mil mulheres donas do próprio negócio

Brasil tem recorde de mulheres empreendedoras; Apoio cooperativo para pequenos e médios negócios atingiu marca de R$ 155 milhões em 2023

Nunca tantas mulheres empreenderam no Brasil: de acordo com um levantamento realizado pelo Sebrae, com base em dados do IBGE, em todo o país são 10,34 milhões de mulheres liderando negócios, o que representa 34,4% dos empreendedores brasileiros.

Considerando o Rio Grande do Norte, a proporção de mulheres em relação ao total de empreendedores é de 33% – o que representa 122 mil empreendedoras no estado, a maior parte delas de microempreendedores individuais (MEIs) ou à frente de Pequenas e Médias Empresas (MPEs).

Para esse público, a concessão de crédito do Sicredi, instituição financeira cooperativa, para a abertura de novos negócios ou investimentos em empreendimentos já existentes alcançou a marca de R$ 155 milhões no Rio Grande do Norte ao longo de 2023, de acordo com números da Central Sicredi Nordeste.

Apesar de ainda ser necessário um longo caminho para uma verdadeira equidade de gênero no empreendedorismo, os números são animadores e representam um recorde histórico. Conforme explica Wellington Silva, diretor executivo da Central Sicredi Nordeste, a tendência de expansão no número de negócios chefiados por mulheres tende a se intensificar nos próximos anos.

“O crescimento contínuo no número de empreendimentos liderados por mulheres reflete um ambiente propício para a expansão da participação feminina no cenário empreendedor. O Sicredi, como promotor do empreendedorismo, apoia e incentiva ativamente essa tendência e está confiante de que tais avanços contribuirão significativamente para um futuro mais inclusivo e dinâmico no empreendedorismo, especialmente no Nordeste”, afirma Wellington.

Planejamento é fundamental para empreender com sucesso

Ana Margarida Formiga é uma das mulheres que empreendem e é associada do Sicredi. Ela resolveu abrir uma loja de artigos esportivos há 11 anos, quando deixou o emprego para realizar o sonho de ter o próprio negócio.

“Acho que empreender sempre foi minha maior vocação”, diz Ana Margarida. “Onze anos atrás, deixei meu emprego com o desejo de possuir minha própria loja. Hoje, possuímos duas unidades e empregamos um total de quatro pessoas, além de estarmos no processo de seleção para estagiários”, conta.

De acordo com Ana, contar com apoio e suporte profissionais tanto na abertura da empresa quanto nos planos de expansão foi fundamental para que o negócio desse certo. “Hoje, cada uma das unidades, possui conta de Pessoa Jurídica junto ao Sicredi, além da maquininha de cartão de crédito. Também já fiz financiamento para o capital de giro com a cooperativa – sempre com muito aconselhamento, planejamento e responsabilidade”, explica.

Além de acompanhamento e planejamento adequados, a empreendedora diz que fazer o que gosta, saber administrar o tempo e ouvir o cliente são outros pontos fundamentais para quem quer ter um negócio de sucesso.

“É um sonho ver cada vez mais mulheres tendo a vontade e a coragem para empreender no Brasil”, diz Ana Margarida. “Além de contribuir para uma sociedade mais justa, o empreendedorismo feminino tem um papel fundamental nas conquistas da liberdade e independência financeira das mulheres”, conclui.

Apoio a negócios liderados por mulheres

Em junho de 2022, o Sicredi emitiu a primeira Letra Financeira Pública Sustentável do Brasil com captação de R$ 780 milhões e séries de dois e três anos. Com os recursos gerados na operação, a instituição financeira cooperativa concedeu financiamentos considerando critérios de elegibilidade verdes e social. Por meio da Letra Financeira Sustentável, foram disponibilizados R$ 234 milhões para Pequenas e Médias Empresas (PMEs) lideradas por mulheres em todo o Brasil.

Foto: Divulgação

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