Economia

Vendas de veículos financiados crescem 12,4% em novembro

Vendas de veículos financiados crescem 12,4% em novembro

Houve queda de 9,7% diante dos números de outubro deste ano, diz B3

Os financiamentos para compra de veículos novos e usados no Brasil cresceram 12,4% em novembro, conforme levantamento da B3 (Bolsa de Valores do Brasil), em comparação ao mesmo período do ano passado. No entanto, houve queda de 9,7% diante dos números de outubro deste ano.

No acumulado do ano até novembro, as vendas financiadas de veículos somaram 6,5 milhões de unidades. Uma alta de 21,8% em relação aos mesmos 11 meses de 2023, o que soma aproximadamente 1,1 milhão de veículos vendidos a mais.

Já a queda em relação a outubro pode ser explicada, segundo Gustavo de Oliveira Ferro, gerente de planejamento e inteligência de mercado da B3, por causa dos quatro dias úteis a menos que teve o mês. Em novembro, os financiamentos chegaram a 31,8 mil unidades.

Nas comparações entre novembro deste ano e o mesmo mês em 2023, a maior alta nos financiamentos foi com os veículos leves (12,4%), já com os veículos pesados o crescimento foi de 0,6% e, por fim, o segmento das motocicletas avançou 15,1%.

Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

Da Agência Brasil

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McDonald's destaca a força do seu icônico Big Mac em nova campanha

McDonald’s destaca a força do seu icônico Big Mac em nova campanha

Para acompanhar o lançamento, marca também traz as versões Big Mac Bacon e Big Mac Duplo por tempo limitado

O McDonald’s apresenta a nova campanha do clássico Big Mac – tão clássico que o público nem precisa ver para saber qual sanduíche é! Com um dos jingles mais famosos do mundo, basta ouvir “dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles num pão com gergelim” para automaticamente conectar ao Big Mac. E é exatamente essa a proposta da campanha criada pela agência GALERIA.ag. Por isso, a marca se uniu a algumas das vozes mais icônicas e conhecidas do Brasil para interpretar o jingle, são elas: Liniker, Ana Maria Braga, João Gomes e Xamã.

A partir dessa conexão afetiva com o consumidor, a ideia é que por meio da voz das celebridades, color code e a forma de montar o sanduíche, ele seja reconhecido sem a necessidade de ser mostrado explicitamente. Transmitindo a mensagem “Big Mac, todo mundo reconhece um ícone”, a campanha estreou na TV com quatro filmes de 15”. Sem mostrar o produto e abordar seu appetite appeal, a campanha apresentou as vozes icônicas e inconfundíveis das personalidades brasileiras recitando o famoso jingle, provando que “todo mundo reconhece”. A campanha finaliza com a assinatura “Reconheceu? Nem precisa ver para dizer quem é”. Confira aqui.

Depois de despertar a curiosidade e promover conversas com o público, a campanha entrou em sua fase de revelação. Em formato de videoclipe, o último filme da campanha a ser veiculado, acompanhado de muito ritmo, cores e, claro, muito Big Mac, releva de quem são as vozes inconfundíveis. Além disso, o McDonald’s também traz duas novidades, que agregam ainda mais sabor ao icônico sanduíche – as versões Big Mac Bacon e Big Mac Duplo.

“O Big Mac é um clássico no Brasil e no mundo, um ícone que vai além do sabor do sanduíche em si. Essa campanha reforça que os consumidores o reconhecem mesmo sem nenhuma imagem. Para isso, trazemos vozes icônicas de celebridades brasileiras, que assim como o nosso sanduíche, não precisam de muito para serem reconhecidas. A partir dessa conexão afetiva com os clientes, também convidaremos o público a revisitar um clássico e redescobrir todas as suas versões”, conta Lariane Duarte, head de marketing do McDonald’s.

Contemplando cinco filmes de 30”, produzidos pela Frame, Moonheist e Lucha Libre Audio, a campanha conta com robusta estratégia de mídia e influência, conteúdos TikTok first, digital e social media, além de desdobramentos para mídia exterior e impressos, entre outros meios.

“O Big Mac é o sanduíche mais conhecido, mais reconhecido e mais cantado. Mesmo sem aparecer, assim como uma grande celebridade, todo mundo sabe de quem estamos falando. Além de trazer para a campanha personalidades que são inconfundíveis, traçando um paralelo com a iconicidade do Big Mac, também exploramos as cores e os signos do Big Mac, com muito grafismo e color code”, comenta Rodrigo Marangoni, Diretor Executivo de Criação da GALERIA.ag.

Os produtos Big Mac Duplo e Big Mac Bacon já estão disponíveis e por tempo limitado nos restaurantes. Para mais informações sobre composição, alérgenos e informações nutricionais dos produtos, consulte a tabela disponível nos restaurantes e em https://www.mcdonalds.com.br/cardapio.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Lei sancionada no RN reajusta salários de servidores da segurança pública

Lei sancionada no RN reajusta salários de servidores da segurança pública

Reajustes salariais entrarão em vigor a partir de 2025, com impactos em carreiras da Polícia Civil, Militar e outras categorias

O Governo do Rio Grande do Norte sancionou uma lei que estabelece novos valores salariais para servidores da área de segurança pública, incluindo Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) e Polícia Penal. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (10.dez.2024).

A proposta, enviada pelo próprio governo e aprovada pela Assembleia Legislativa em 13 de novembro, visa recompor perdas inflacionárias acumuladas nos últimos anos. Além dos valores que começarão a ser pagos em janeiro de 2025, a legislação prevê um novo reajuste em janeiro de 2026: 2% para a maioria das categorias e 5,5% para os militares.

Os maiores salários contemplados pela lei serão destinados a delegados da Polícia Civil na classe especial sênior, que receberão R$ 36.334,74. No início da carreira, delegados substitutos terão vencimentos de R$ 19.716,55. Agentes e escrivães da Polícia Civil começarão com R$ 5.596,50 e poderão atingir R$ 15.121,94 no topo da carreira.

Entre policiais e bombeiros militares, o menor salário será de R$ 4.245,64 para soldados, podendo alcançar R$ 27.698,00 para coronéis. Oficiais em início de carreira, como tenentes, receberão R$ 11.675,51, enquanto subtenentes terão vencimentos de R$ 13.849,00.

No caso da Polícia Penal, os salários variam de R$ 5.096,60 para servidores iniciantes a R$ 15.416,20 no fim de carreira. Já no Itep, as remunerações vão de R$ 3.711,57, pagos a agentes de Necropsia e Técnicos Forenses, a R$ 24.357,91, destinados a peritos criminais, médicos legistas e odontolegistas em cargos finais.

Foto: Reprodução/Polícia Civil/Ilustração

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Comércio em Natal tem horários especiais no período natalino

Comércio em Natal tem horários especiais no período natalino

Lojas e shoppings ajustam funcionamento para atender ao público durante o Natal e Ano Novo

O comércio de Natal terá horários especiais de funcionamento a partir do dia 15 de dezembro. A mudança foi definida em um termo aditivo à Convenção Coletiva do Trabalho (CCT), firmado entre o Sindicato Patronal do Comércio Varejista no Estado do RN (Sindilojas RN) e o Sindicato dos Empregados do Comércio. O acordo também regulamenta o funcionamento das lojas nos feriados, que será restrito às empresas que obtiverem autorização mediante Termo de Adesão do Sindilojas RN.

Horários de funcionamento

Shoppings

15 de dezembro (domingo): 10h às 22h
16 a 21 de dezembro: 10h às 23h
22 de dezembro (domingo): 10h às 22h
23 de dezembro (segunda-feira): 10h às 23h
24 de dezembro (terça-feira): 10h às 19h
31 de dezembro (terça-feira): 10h às 19h

Comércio de rua

20 a 23 de dezembro: até 20h
24 de dezembro: até 19h
31 de dezembro: até 18h

Os novos horários visam atender à maior demanda típica do período de compras de final de ano, proporcionando mais flexibilidade para consumidores e lojistas.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Mercado eleva previsão do PIB para 3,39% em 2024

Mercado eleva previsão do PIB para 3,39% em 2024

Expectativa é que Selic chegue a 12% neste ano, segundo Boletim Focus

O mercado financeiro trabalha com expectativas de alta em todos os índices que compõem o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central. No caso do Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no Brasil), a previsão é de que a economia do país crescerá 3,39% em 2024.

Para os anos subsequentes (2025 e 2026), a expectativa é de crescimento de 2%. No boletim da semana passada, o mercado previa que o PIB brasileiro fecharia o ano corrente com um crescimento de 3,22%. Há quatro semanas, a previsão era de que o país cresceria 3,1%.

No segundo trimestre do ano, o PIB surpreendeu, subindo 1,4% em comparação com o primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta ficou em 3,3%.

IPCA, dólar e Selic

Expectativas de alta também para a inflação, para a Selic e para a cotação do dólar. Para o mercado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, considerado a inflação oficial do país) deve fechar 2024 em 4,84%, percentual acima da previsão divulgada na semana passada (4,71%) e há quatro semanas (4,62%). Para 2025 e 2026, e expectativa é de que a inflação do país fique em 4,59% e 4%, respectivamente.

Já a taxa básica de juros apresentou alta de 0,25 ponto percentual nas expectativas do mercado, passando de 11,75% para 12%. Quando o Copom aumenta a taxa Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

No entanto, os bancos consideram outros fatores, além da Selic, na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Com relação à moeda norte-americana, as projeções do mercado financeiro para a cotação ao final do ano passaram de R$ 5,70, na semana passada, para R$ 5,95. Há quatro semanas, o mercado trabalhava com a expectativa de o dólar fechar o ano a R$ 5,55. Para 2025, o mercado projeta que a moeda feche o ano valendo R$ 5,77; e para 2026, as projeções são de que o dólar fique cotado a R$ 5,73.

Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

Da Agência Brasil

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Preço da cesta básica sobe 3% em Natal

Preço da cesta básica sobe 3% em Natal

No acumulado do ano, a cesta registra aumento de 3,1%; capital potiguar mantém um dos menores custos do Nordeste.

O custo da cesta básica em Natal subiu 3% no mês de novembro, segundo a pesquisa mensal do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgada neste sábado (7.dez.2024). O aumento foi impulsionado principalmente pelos preços do tomate, que disparou 24,2%, e do óleo de soja, com alta de 12,5%.

O valor médio da cesta na capital potiguar atingiu R$ 593,54, ante R$ 572,26 em outubro, o que corresponde a 45% do salário mínimo. Apesar disso, Natal registrou o quinto menor custo entre as capitais analisadas, atrás de João Pessoa, Recife, Salvador e Aracaju.

Em âmbito nacional, a alta foi generalizada, com as 17 capitais pesquisadas apresentando aumento nos produtos básicos. Recife liderou com a maior variação mensal, de 5,47%, enquanto São Paulo manteve o maior custo absoluto, com a cesta básica custando R$ 828,39.

Produtos em destaque

Além do tomate e do óleo de soja, outros produtos que tiveram aumento de preço em Natal foram:

  • Carne bovina de primeira (+4,28%);
  • Leite integral UHT (+2,71%);
  • Pão francês (+0,99%).

Por outro lado, itens como feijão carioca (-3,46%), açúcar refinado (-2,66%) e farinha de trigo (-2,07%) apresentaram retração.

Comparativo anual

Na comparação com novembro de 2023, o preço da cesta básica em Natal subiu 4,63%, acompanhando a tendência nacional. Entre os produtos com maior aumento no acumulado dos últimos 12 meses estão:

  • Café em pó (+49,58%);
  • Óleo de soja (+26,23%);
  • Arroz agulhinha (+23,03%).

Já o tomate apresentou a maior queda anual, com retração de 12,83%.

Foto: Reprodução

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PRF prende homem foragido condenado a 26 anos durante fiscalização na BR-101 em Natal

PRF prende homem foragido condenado a 26 anos durante fiscalização na BR-101 em Natal

Ação de combate à embriaguez ao volante resultou na captura de homem condenado por latrocínio

Uma operação de combate à embriaguez ao volante realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no km 95 da BR-101, em Natal, terminou com a prisão de um foragido da Justiça na noite do último domingo (8.dez.2024). O homem tinha um mandado de prisão em aberto e estava condenado a mais de 26 anos de reclusão pelo crime de latrocínio, roubo seguido de morte.

A abordagem ocorreu durante uma blitz de rotina na rodovia federal. O indivíduo foi parado pelos agentes e submetido ao teste do etilômetro, procedimento padrão nesse tipo de fiscalização. Ao consultarem os dados pessoais do abordado, os policiais identificaram que ele era procurado por um dos crimes mais graves da legislação penal brasileira.

Diante da descoberta, o homem foi imediatamente preso e encaminhado à Central de Flagrantes da Polícia Civil em Natal. Ele permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.

Combate à criminalidade nas rodovias

A PRF destacou que operações de fiscalização como esta desempenham um papel essencial não apenas na prevenção de acidentes de trânsito, mas também na identificação e captura de criminosos perigosos. As ações são parte de uma estratégia mais ampla para promover a segurança pública nas rodovias federais.

Segundo a corporação, o uso de tecnologia e o rigor nas abordagens têm sido fundamentais para retirar foragidos de circulação, garantindo maior proteção à sociedade. A operação reforça a importância do trabalho integrado entre as forças de segurança para combater tanto infrações de trânsito quanto crimes de maior gravidade.

Foto: PRF/Divulgação/Ilustração

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Entenda como ficam as exportações agrícolas após acordo Mercosul-UE

Entenda como ficam as exportações agrícolas após acordo Mercosul-UE

Café e frutas terão alíquota zero; carne e açúcar, tarifas reduzidas

Assinado nesta sexta-feira (6) após 25 anos de negociações, o acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE) não sofreu modificações quanto ao comércio de produtos agropecuários, esclareceu o governo brasileiro no factsheet (documento com resumo) sobre o tratado. As condições para a entrada na UE de bens agrícolas exportados pelo Mercosul foram mantidas em relação ao texto original de 2019.

O texto final contrariou a expectativa de países como França e Polônia, que queriam restringir os produtos do continente sul-americano para não perderem competitividade. Existe a possibilidade de Itália, Países Baixos e Áustria se oporem ao acordo.

Pelo factsheet divulgado pelo governo brasileiro, café e sete tipos de fruta do Mercosul entrarão na União Europeia sem tarifas e sem cotas. Pela oferta do Mercosul aceita pela UE, as frutas com livre circulação são: abacate, limão, lima, melão, melancia, uva de mesa e maçã.

Outros produtos agropecuários terão cotas (volumes máximos) e tarifas para entrarem na União Europeia, porém mais baixas que as atuais. O acordo prevê a desgravação (retirada gradual da tarifa), de modo a zerar o Imposto de Importação entre os dois blocos e cumprir as condições de uma zona de livre-comércio. Os prazos para a eliminação de tarifas são de quatro, sete, oito, 10 e 12 anos, variando conforme o item.

As cotas definidas no acordo comercial serão posteriormente divididas entre os países do Mercosul. No caso de as exportações do Mercosul à UE ultrapassarem a cota, os produtos passarão a pagar as alíquotas atuais.

De acordo com o documento do governo brasileiro, a oferta da União Europeia, aceita pelo Mercosul, corresponde a aproximadamente 95% dos bens e 92% do valor das exportações de bens brasileiros à União Europeia. Produtos sujeitos a cotas ou tratamentos não tarifários (como barreiras ambientais ou sanitárias) representam cerca de 3% dos bens e 5% do valor importado pela União Europeia, com esses tratamentos aplicados principalmente a itens do setor agrícola e da agroindústria.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, a abordagem reflete o equilíbrio buscado entre a abertura de mercados e a proteção de setores sensíveis para ambas as partes.

Confira a situação por produto:

  • Café: exigência de que 40% do café verde e 50% do café solúvel sejam originários do Brasil. Para os três tipos de café (verde, torrado e solúvel), as tarifas, atualmente entre 7,5% e 11%, serão eliminadas de quatro a sete anos
  • Uvas frescas de mesa: retirada imediata da tarifa de 11%, com livre-comércio
  • Abacates: alíquota de 4% retirada em quatro anos
  • Limões e limas: tarifa de 14% retirada em até sete anos
  • Melancias e melões: alíquota atual de 9% eliminada em sete anos
  • Maçãs: tarifa atual de 10% retirada em dez anos
  • Etanol industrial: tarifas zeradas gradualmente, com cota de 450 mil toneladas sem tributo quando o acordo entrar em vigor
  • Etanol combustível e para outros usos: tarifas zeradas gradualmente, com cota de 200 mil toneladas, com um terço da tarifa europeia (6,4 euros ou 3,4 euros a cada cem litros), com volume crescente em seis estágios até cinco anos após a entrada em vigor do acordo
  • Açúcar: tarifas zeradas gradualmente, cota de 180 mil toneladas com tarifa zero e tarifas atuais, entre 11 euros e 98 euros por tonelada, sobre o que ultrapassar a cota. Cota específica de 10 mil toneladas para o Paraguai, com alíquota zero
  • Arroz: tarifas zeradas gradualmente, com cota de 60 mil toneladas com alíquota zero a partir da entrada em vigor do acordo e volume crescente de seis estágios em cinco anos
  • Mel: tarifas zeradas gradualmente, com cota de 45 mil toneladas com alíquota zero a partir da vigência do acordo e volume crescente em seis estágios em cinco anos.
  • Milho e sorgo: tarifas zeradas gradualmente, cota de 1 milhão de toneladas com alíquota zero na entrada em vigor do acordo, com volume crescente em seis estágios anuais em cinco anos
  • Ovos e ovoalbumina: tarifas zeradas gradualmente, com cota de 3 mil toneladas com alíquota zero a partir da vigência do acordo, com volume crescente em seis estágios anuais em cinco anos
  • Carne bovina: cota de 99 mil toneladas de peso carcaça, 55% resfriada e 45% congelada, com tarifa reduzida de 7,5% e cota crescente em seis estágios. Cota Hilton, de 10 mil toneladas, com alíquota reduzida de 20% para 0% a partir da entrada em vigor do acordo
  • Carne de aves: cota de 180 mil toneladas de peso carcaça com tarifa zero, das quais 50% com osso e 50% desossada e volume crescente em seis estágios
  • Carne suína: cota de 25 mil toneladas com tarifa de 83 euros por tonelada e volume crescente em seis estágios
  • Suco de laranja: redução a zero da alíquota em 7 e 10 anos e margem de preferência (redução de alíquota em relação à atual) de 50%
  • Cachaça: liberação do comércio em quatro anos de garrafas de menos de 2 litros, cota de 2,4 mil toneladas com alíquota zero e volume crescente em cinco anos para cachaça a granel. Atualmente, a aguardente paga alíquota em torno de 8%
  • Queijos: cota de 30 mil toneladas com volume crescente e com alíquota decrescente em 10 anos (exclusão de muçarela do acordo)
  • Iogurte: margem de preferência de 50%
  • Manteiga: margem de preferência de 30%

Fonte: Ministério da Agricultura e factsheet do governo brasileiro

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Mega-Sena: aposta de Belo Horizonte fatura sozinha R$ 28 milhões

Mega-Sena: aposta de Belo Horizonte fatura sozinha R$ 28 milhões

Números sorteados foram: 01, 06, 24, 47, 55 e 58

Uma aposta feita na capital mineira Belo Horizonte acertou os seis números da Mega-Sena sorteados na noite deste sábado (7) e faturou o prêmio de R$ 28 milhões do concurso 2805.

O sortudo ou a sortuda fez uma aposta simples, de seis números, que custa R$ 5, e acertou todos os palpites. Os números sorteados foram: 01, 06, 24, 47, 55 e 58.

Com cinco acertos, 60 apostas ganharam R$ 50.629,15. Além disso, 3.839 apostas fizeram quatro acertos que vão render R$ 1.130,40 cada.

O próximo concurso da Mega-Sena terá seu sorteio em 10 de dezembro e a estimativa de prêmio é de R$ 3,5 milhões.

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Aumento do ICMS enfrenta resistência na Assembleia Legislativa do RN

Aumento do ICMS enfrenta resistência na Assembleia Legislativa do RN

Governo do Estado encontra dificuldades para aprovar proposta que eleva alíquota de 18% para 20%, com votos contrários já declarados por nove deputados

A dez dias da votação no plenário da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, o projeto de lei que propõe o aumento da alíquota do ICMS de 18% para 20% enfrenta forte oposição entre os parlamentares. Levantamento realizado pelo jornal Tribuna do Norte neste domingo (8.dez.2024) com os 24 deputados estaduais revela que nove já declararam votos contrários à medida, enquanto apenas cinco manifestaram apoio.

Os parlamentares que confirmaram voto contrário integram, em sua maioria, a oposição ao governo da governadora Fátima Bezerra (PT). Entre eles estão Adjuto Dias (MDB), Coronel Azevedo, Gustavo Carvalho, Kerginaldo Jácome, José Dias, Tomba Farias (PL), Cristiane Dantas, Luiz Eduardo (Solidariedade) e Taveira Júnior (União Brasil). Por outro lado, o líder do governo, Francisco do PT, junto com Divaneide Basílio e Isolda Dantas (PT), Vivaldo Costa (PV) e Dr. Bernardo Amorim (PSDB), já se posicionaram a favor da proposta.

Ainda há três deputados que se declararam indecisos: Neilton Diógenes (PP), Ubaldo Fernandes (PSDB) e Terezinha Maia (PL). Em uma votação semelhante no ano passado, Neilton e Terezinha votaram contra, enquanto Ubaldo foi favorável.

Além disso, seis parlamentares não responderam à enquete realizada pela reportagem: Eudiane Macedo (PV), Hermano Morais (PV), Galeno Torquato (PSDB), Kleber Rodrigues (PSDB), Nelter Queiroz (PSDB) e Ivanilson Oliveira (União). Em 2023, Hermano, Galeno e Nelter votaram contra uma tentativa anterior do governo de aumentar a alíquota de ICMS.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), informou, por meio de sua assessoria, que só se manifestará em caso de empate, utilizando o chamado voto de minerva.

Em dezembro de 2023, uma proposta semelhante apresentada pelo governo Fátima Bezerra foi rejeitada no plenário da Assembleia. Na ocasião, 14 deputados votaram contra, enquanto a bancada governista optou por obstruir a votação.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Isenção de IRPF para até R$ 5 mil pode dobrar número de beneficiados

Isenção de IRPF para até R$ 5 mil pode dobrar número de beneficiados

Especialistas avaliam que a iniciativa favorece trabalhadores formais

O número de trabalhadores com carteira assinada que não precisam pagar o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) deve dobrar em 2026, quando deverá estar em vigor a faixa de isenção para quem ganha até R$ 5 mil, conforme prometido pelo governo federal na “reforma da renda” que deverá tramitar no Congresso Nacional no próximo ano.

A projeção de contribuintes beneficiados é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), fornecida à Agência Brasil. Segundo a entidade, atualmente 10 milhões de pessoas estão dispensadas do recolhimento do tributo. Com a proposta, a faixa de isenção deverá passar dos atuais R$ 2.824 (dois salários mínimos) para R$ 5 mil, assim serão adicionadas mais 10 milhões de pessoas dispensadas da tributação.

A isenção do imposto favorecerá os trabalhadores de menor rendimento e também alcançará assalariados da classe média em outras faixas de rendimento. “Entre os que têm renda mensal entre R$ 5 mil e R$ 7,5 mil, também há o impacto positivo da redução das tarifas, e este grupo representa por volta de 16 milhões de pessoas”, calcula Mariel Angeli Lopes, supervisora técnica do escritório regional do Dieese no Distrito Federal.

Crescimento econômico

Os dados do Dieese divergem dos números da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil, a Unafisco. Em estudo feito em setembro, a associação estimou alcance maior: 30,6 milhões de contribuintes estariam desobrigados de pagar o IRPF se a tabela de tributação fosse atualizada com a correção integral da inflação. Nesse cálculo, o valor limite para ter isenção no recolhimento do imposto seria um pouco maior do que o proposto posteriormente pelo governo, R$ 5.084,04.

A Unafisco trabalha na atualização dos dados para dezembro, mas prevê ingresso de R$ 50 bilhões no bolso dos trabalhadores com a liberação do imposto de renda, aumento de consumo e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o presidente da associação, Mauro Silva, 65% do PIB brasileiro vem do consumo das famílias.

Para ele, a isenção do IRPF acabará por dinamizar a economia. “Essa faixa de renda tem uma poupança muito pequena. Acaba consumindo tudo que ganha. Essas pessoas vão reformar suas casas e utilizar mais serviços. Vai haver um transbordamento para as famílias de menor poder aquisitivo também”.

Fora da meta

O economista João Leme, analista de contas públicas da Tendências Consultoria, concorda que haverá aceleração da atividade econômica. “A demanda mais alta acaba pressionando a oferta e faz com que a atividade gire”, explica. O especialista, no entanto, teme que o aumento de consumo possa pressionar a inflação.

“Algumas casas [de avaliação econômica] já estão olhando aqui o IPCA [índice de Preço ao Consumidor Amplo] de 2024 indo fora da meta, e para o ano que vem também já se vê [a inflação] descolando um pouco do centro da meta estabelecida pelo Comitê Monetário Nacional”, ressalta o economista. Para ele, eventual ciclo inflacionário poderá forçar “aperto monetário” e aumento da taxa de juros.

Outro temor de João Leme é o impacto da isenção do IRPF nas contas públicas, calculado entre R$ 35 a R$ 45 bilhões. Para ele, essas projeções levaram “à deterioração de expectativas, justamente porque o governo falava de um plano de corte de despesas de mais ou menos R$ 70 bilhões divididos em R$ 30 bi para 2025 e R$ 40 bi para 2026.”

Sobre os efeitos nas contas públicas, o governo argumenta que a compensação dos recursos não tributados com isenção serão compensados com a ampliação da contribuição efetiva para quem ganha acima de R$ 50 mil mensais (R$ 600 mil por ano).

“A nova medida não trará impacto fiscal, ou seja, não aumentará os gastos do governo. Porque quem tem renda superior a R$ 50 mil por mês pagará um pouco mais”, explicou o ministro da Fazenda Fernando Haddad, em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão no dia 27 de novembro.

Efeito distributivo

No pronunciamento, Haddad salientou que a reforma da renda, combinada com a reforma tributária, “fará com que grande parte do povo brasileiro não pague nem imposto de renda, nem imposto sobre produtos da cesta básica, inclusive a carne. Corrigindo grande parte da inaceitável injustiça tributária, que aprofundava a desigualdade social em nosso país.”

O economista Ricardo Gonçalves, do Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE), e doutorando de Economia na Unicamp, salienta que a isenção do IRPF sem a compensação teria efeito concentrador, porque mesmo as pessoas de maior renda teriam um desconto de R$ 5 mil no pagamento do imposto.

“Toda vez que aumenta a faixa de isenção por si só, sem mudar a tabela progressiva de imposto de renda, gera um efeito concentrador. A minha preocupação é que, além das faixas de 27,5% [hoje alíquota máxima) tivesse outras taxas mais elevadas para as pessoas mais ricas, para ter essa compensação.”

A economista Clara Brenk, professora da UFMG e coordenadora da área de política fiscal do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades da USP, concorda com a necessidade de combinar a isenção com o aumento da tributação sobre quem tem mais renda. “Isso faz com que a gente tenha uma redução da desigualdade”, pondera.

Brenk traçou os distintos perfis econômicos de quem se beneficia com a isenção e quem terá de pagar mais impostos. “A gente olhou aqui pelos dados da PNAD [Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar] e mais de 70% dessas pessoas que ganham até R$ 5 mil são trabalhadores. Ao contrário de quando a gente olha para quem ganha acima de R$ 50 mil por mês, quase a metade são donos de empresas”.

O economista João Leme concorda que a reforma da renda terá “efeito distributivo”. “A progressividade tributária não só é uma coisa que é boa por ser moralmente correta, mas também por ser uma determinação da própria Constituição. Ter uma estrutura de tributação progressiva faz com que, de fato, a gente consiga ter um maior bem-estar social. As pessoas que podem mais pagam mais.”

O presidente da Unafisco, Mauro Silva, ressalva que um número muito pequeno de pessoas tem renda acima de R$ 50 mil e terão de pagar mais IRPF. “Se eu for considerar aqueles que hoje declaram como rendimento tributável mais de R$ 50 mil, aí eu acho que não dá nem 100 mil pessoas”, estima.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

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Poupança tem mais saques que aplicações em novembro

Poupança tem mais saques que aplicações em novembro

Retiradas somam R$ 343,421 bilhões, revela o Banco Central

As retiradas da poupança, em novembro, superaram as aplicações em R$ 2,931 bilhões, informou hoje (6), em Brasília, o Banco Central (BC). Os dados constam do relatório de poupança e mostram que, no mês passado, os brasileiros aplicaram na poupança R$ 340,490 bilhões e sacaram R$ 343,421 bilhões.

Ainda de acordo com o BC, o rendimento no período foi de R$ 5,631 bilhões e o saldo da caderneta ficou em R$ 1,021 trilhão. Em novembro do ano passado, a poupança registrou saída líquida de R$ 3,305 bilhões.

Aplicações

Os recursos aplicados da caderneta em crédito imobiliário (SBPE) registraram depósitos de R$ 294,182 bilhões e saques de R$ 295,552 bilhões, enquanto os valores aplicados no crédito rural atingiram R$ 46,308 bilhões e as retiradas ficaram em R$ 47,869 bilhões.

Em relação à captação líquida, o relatório mostra que os valores do SBPE ficaram em R$ 1,369 bilhão, enquanto os recursos aplicados no crédito rural tiveram captação líquida de R$ 1,561 bilhão.

Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

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Dólar atinge maior valor nominal da história: R$ 6,07

Dólar atinge maior valor nominal da história: R$ 6,07

Alta de 1,02% leva moeda americana a R$ 6,0708, impulsionada por incertezas fiscais e valorização global

Após três dias consecutivos de queda, o dólar voltou a subir nesta sexta-feira (6.dez.2024), atingindo R$ 6,0708 no fechamento, maior valor nominal já registrado em relação ao real. A moeda americana operou em alta de 1,02% no dia, acumulando valorização de 1,16% na primeira semana de dezembro e 25,54% no ano.

O movimento reflete tanto a valorização global do dólar quanto os ajustes de prêmios de risco associados à incerteza fiscal no Brasil. O cenário interno foi agravado pelo temor de desidratação no pacote de contenção de gastos em tramitação no Congresso.

No mercado internacional, o índice DXY — que mede o desempenho do dólar frente a seis moedas fortes — superou os 106 pontos, impulsionado pelo dinamismo da economia americana. Dados do relatório de emprego nos EUA mostraram criação de vagas acima do esperado em novembro, mas aumento da taxa de desemprego, o que trouxe dúvidas sobre os próximos passos da política monetária do Federal Reserve (Fed).

No Brasil, o economista-chefe da Nova Futura Investimentos, Nicolas Borsoi, destacou que a proximidade da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para 11 de dezembro, contribuiu para a alta do dólar. Ele alertou para a possibilidade de revisão das expectativas inflacionárias no relatório Focus, a ser divulgado na próxima segunda-feira (9.dez).

Paralelamente, ajustes no Benefício de Prestação Continuada (BPC), parte do pacote fiscal, enfrentam resistência no Congresso. As mudanças propostas poderiam economizar R$ 2 bilhões por ano, mas são vistas como insuficientes para equilibrar as contas públicas, segundo analistas.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado em R$ 27 milhões

Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado em R$ 27 milhões

Sorteio será realizado às 20h, horário de Brasília, em São Paulo

As seis dezenas do concurso 2.805 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 27 milhões.

Por se tratar de um concurso com final cinco, o prêmio recebe um adicional das arrecadações dos cinco concursos anteriores, conforme regra da modalidade.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/Arquivo

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Entenda os próximos passos do acordo do Mercosul com a União Europeia

Entenda os próximos passos do acordo do Mercosul com a União Europeia

Negociação abrange mais de 30 países com 718 milhões de habitantes

Após mais de duas décadas de negociações, o Mercosul e a União Europeia chegaram finalmente à conclusão dos termos para um acordo comercial que vai valer para 27 países europeus e quatro sul-americanos. Juntos, os mais de 30 países somam 718 milhões de habitantes e economias com Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 22 trilhões.

A entrada em vigor dessa parceria, porém, ainda depende de algumas etapas formais.

O governo brasileiro considera o acordo estratégico em diversos sentidos. A União Europeia é o segundo principal parceiro comercial do Brasil, atrás apenas da China, e as trocas comerciais somaram aproximadamente US$ 92 bilhões em 2023. A expectativa do Brasil é que a aproximação com a Europa reforce a diversificação das parcerias comerciais do país e também modernize o parque industrial nacional.

Os próximos passos até a entrada em vigor do acordo são os seguintes:

  • Revisão legal: Mesmo após a avaliação dos negociadores, o texto ainda precisa passar por um processo de revisão legal, para que seja assegurada a consistência, harmonia e correção linguística e estrutural aos textos do acordo. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, essa etapa já se encontra em estágio avançado.
  • Tradução: Depois da revisão legal, o texto precisará ser traduzido da língua inglesa, usada nas negociações, para as 23 línguas oficiais da União Europeia e para as duas línguas oficiais do Mercosul, que são o português e o espanhol.
  • Assinatura: Assim como em qualquer negociação, não basta acertar os termos do contrato, é preciso assiná-lo. Quando os dois blocos assinarem o documento revisado e traduzido, estará formalizada a adesão.
  • Internalização: Em seguida, os países dos dois blocos vão encaminhar o acordo para os processos internos de aprovação de cada membro. No caso do Brasil, é necessária a chancela dos Poderes Executivo e Legislativo, por meio da aprovação do Congresso Nacional.
  • Ratificação: Concluídos os respectivos trâmites internos, as partes confirmam, por meio da ratificação, seu compromisso em cumprir o acordo.

Entrada em vigor: O acordo entrará em vigor no primeiro dia do mês seguinte à notificação da conclusão dos trâmites internos. O Itamaraty explica que, como o acordo estabelece a possibilidade de vigência bilateral, bastaria que a União Europeia e o Brasil – ou qualquer outro país do Mercosul – tenham concluído o processo de ratificação para a sua entrada em vigor bilateralmente entre tais partes. Ainda não há um prazo para que isso ocorra.

Uma vez em vigor, o governo brasileiro espera que haja impactos relevantes para a economia brasileira.

As estimativas para o ano de 2044 são: acréscimo de 0,34% (R$ 37 bilhões) no PIB; aumento de 0,76% no investimento (R$ 13,6 bilhões); redução de 0,56% no nível de preços ao consumidor; aumento de 0,42% nos salários reais; impacto de 2,46% (R$ 42,1 bilhões) sobre as importações totais; impacto de 2,65% (R$ 52,1 bilhões) sobre as exportações totais.

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Da Agência Brasil

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Comércio exterior do RN movimenta R$ 1,5 bilhão até novembro de 2024

Comércio exterior do RN movimenta R$ 1,5 bilhão até novembro de 2024

Exportações de óleos combustíveis e frutas tropicais impulsionaram desempenho econômico; principais mercados incluem EUA e Europa

O comércio exterior do Rio Grande do Norte alcançou uma movimentação total de R$ 1,5 bilhão entre janeiro e novembro de 2024, resultado da soma entre exportações e importações no estado. Os dados foram divulgados no Boletim Econômico nº 12 pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (SEDEC), com base na balança comercial potiguar, nesta sexta-feira (6.dez.2024).

Somente no mês de novembro, as exportações somaram US$ 102,9 milhões, enquanto as importações totalizaram US$ 55,1 milhões, resultando em um saldo positivo de US$ 47,8 milhões. O bom desempenho das exportações está relacionado, principalmente, à comercialização de óleos combustíveis e frutas tropicais, itens que permanecem como pilares da pauta exportadora do estado.

No segmento de exportações, o óleo combustível liderou em novembro, com um volume de US$ 52,3 milhões. Entre os produtos agrícolas, destacaram-se os melões frescos, que geraram US$ 20,7 milhões, e as melancias frescas, com US$ 9,0 milhões.

Os principais mercados consumidores foram as Ilhas Virgens (Americanas), com US$ 55,3 milhões; os Países Baixos, com US$ 12,5 milhões; a Espanha, com US$ 9,3 milhões; os Estados Unidos, com US$ 7,0 milhões; e o Reino Unido, com US$ 6,9 milhões. Esses cinco destinos juntos representaram 88,7% do total exportado pelo estado no período.

No campo das importações, a China manteve-se como o principal fornecedor, registrando um volume de US$ 23,7 milhões em novembro. Os principais produtos importados incluem células fotovoltaicas (US$ 14,1 milhões), conversores elétricos (US$ 2,6 milhões) e quadros e painéis elétricos (US$ 821,2 mil).

Os números da balança comercial foram elaborados a partir de informações fornecidas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da plataforma Comex Stat. Segundo a pasta, os resultados reforçam a importância do setor exportador para a economia potiguar, especialmente no contexto de produtos agrícolas e energéticos.

Fotos: Sandro Menezes/Assecom

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Mercosul e União Europeia firmam acordo comercial negociado há 25 anos

Mercosul e União Europeia firmam acordo comercial negociado há 25 anos

Negociações de livre comércio somam 750 milhões de pessoas

Os chefes de Estado do Mercosul e a representante da União Europeia (UE), Ursula von der Leyen, anunciaram, nesta sexta-feira (6), que foi firmado o acordo de livre comércio para redução das tarifas de exportação entre os países que compõe esses mercados. As negociações se arrastavam há 25 anos.

O acordo foi anunciado em coletiva de imprensa em Montevidéu, no Uruguai, onde ocorre a 65ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul.

Com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva; do presidente argentino, Javier Milei; do Uruguai, Luis Alberto Lacalle Pou; e do Paraguai, Santiago Peña, foi anunciado que as negociações foram concluídas para regras de livre comércio entre os países dos blocos. Ao todo, o acordo envolve nações que somam mais de 750 milhões de pessoas.

A presidente da Comissão Europeia destacou que a medida marca o início de uma nova história. “Agora estou ansiosa para discutir isso com os países da UE. Este acordo funcionará para pessoas e empresas. Mais empregos. Mais escolhas. Prosperidade compartilhada”.

Assinatura

Apesar das negociações terem sido encerradas, ainda é necessário que o acordo seja assinado. Os textos negociados passarão por revisão jurídica e serão traduzidos para os idiomas oficiais dos países. Em seguida, o acordo precisa ser aprovado internamente em cada uma das nações. Não há prazo para a finalização desse processo.

“Após a assinatura entre as partes, o Acordo será submetido aos procedimentos de cada parte para aprovação interna – no caso do Brasil, o Acordo será submetido à aprovação pelo Poder Legislativo. Uma vez aprovado internamente, o Acordo pode ser ratificado por cada uma das partes, etapa que permite a entrada em vigor do Acordo”, informou o governo brasileiro.

Oportunidade

O presidente do Uruguai, anfitrião do encontro que anunciou o fim das negociações, lembrou que o acordo foi possível apesar das diferenças políticas entre os países do Mercosul. Para o mandatário uruguaio, é uma oportunidade.

“Um acordo desse tipo não é uma solução. Não há mais soluções mágicas. Não há burocratas ou governos para firmar a propriedade. É uma oportunidade. É muito importante que os passos sejam pequenos, mas seguros”.

A presidente da Comissão Europeia lembrou dos laços históricos entre os dois continentes e que o acordo é uma “necessidade política” em um mundo cada vez mais fragmentado e convulsionado.

“Num mundo cada vez mais conflituoso, demonstramos que as democracias podem apoiar-se umas às outras. Este acordo não é apenas uma oportunidade econômica, é uma necessidade política. Somos parceiros com mentalidades comuns, que têm raízes comuns”, afirmou Ursula.

Ursula von der Leyen disse ainda que está consciente da oposição de agricultores europeus, especialmente os franceses, preocupados que uma invasão de produtos do Mercosul lhes tomem mercado. “Este acordo inclui salvaguardas robustas para protegê-los”, comentou.

Segundo ela, o acordo deve beneficiar cerca de 60 mil empresas que exportam para os países do Mercosul, com uma economia de 4 bilhões de euros. “Se beneficiam de tarifas reduzidas, processos aduaneiros mais simples e também de acesso preferencial a algumas matérias-primas essenciais. Isso trará grandes oportunidades de negócios”.

Meio Ambiente

Para a representante europeia, o acordo firmado entre os blocos vai permitir que os investimentos feitos respeitem o meio ambiente.

“O acordo entre o Mercosul e a União Europeia é este primeiro passo para o acordo de Paris e para poder combater o desmatamento. O presidente Lula e seus esforços para proteger a Amazônia são bem-vindos e necessários, mas preservar a Amazônia é uma responsabilidade compartilhada de toda a humanidade”, completou.

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Da Agência Brasil

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Endividamento das famílias brasileiras atinge 77% em novembro de 2024

Endividamento das famílias brasileiras atinge 77% em novembro de 2024

Pesquisa da CNC aponta aumento moderado nas dívidas e estabilidade na inadimplência

O endividamento das famílias brasileiras alcançou 77% em novembro de 2024, um leve aumento em comparação ao mesmo período do ano anterior (76,6%), de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O crescimento está ligado ao uso sazonal do crédito para compras de fim de ano, aliado a uma gestão mais cautelosa do orçamento familiar.

Por outro lado, a inadimplência manteve sua trajetória de alta, atingindo 29,4% das famílias com dívidas em atraso – o maior índice desde outubro de 2023. Já o percentual de consumidores que afirmam não ter condições de quitar seus débitos subiu para 12,9%, um incremento em relação ao mesmo mês do ano passado (12,5%).

Segundo José Roberto Tadros, presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, o perfil do endividamento indica um comportamento mais consciente das famílias, com foco no equilíbrio financeiro. “Apesar do aumento sazonal do uso do crédito, o impacto na renda mensal tem diminuído, o que reflete uma gestão mais responsável das finanças”, afirmou.

Famílias de baixa renda enfrentam maiores dificuldades

Entre as famílias com renda de até três salários mínimos, o endividamento subiu para 81,1%, enquanto 37,5% enfrentam dívidas em atraso e 18,5% não conseguem quitá-las. Em contrapartida, nas famílias com renda superior a 10 salários mínimos, o endividamento caiu para 66,7%, e apenas 5% afirmaram não ter condições de pagar suas dívidas.

O comprometimento médio da renda com dívidas registrou queda, ficando em 29,8%, e o percentual de famílias que comprometem mais de 50% da renda caiu para 20,3%, o menor índice desde agosto de 2024.

Cartão de crédito lidera, mas crédito pessoal avança

O cartão de crédito segue como a principal modalidade de dívida, presente em 83,8% das famílias endividadas, embora tenha registrado uma queda de 3,9 pontos percentuais em relação a novembro de 2023. O crédito pessoal, por sua vez, destacou-se com crescimento de 2,5 pontos percentuais no comparativo anual, impulsionado pelas menores taxas de juros.

A CNC projeta que o endividamento continuará aumentando em dezembro devido às compras de Natal, mas a inadimplência deve permanecer estável, indicando uma adaptação das famílias ao cenário de juros altos. “A recuperação do consumo está atrelada à gestão consciente do crédito. O momento exige cautela, mas também é uma oportunidade para consolidar práticas financeiras mais sustentáveis”, concluiu Fabio Bentes, economista-chefe da CNC.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Brasil tinha 7,9 milhões de empresas ativas em 2022, diz IBGE

Brasil tinha 7,9 milhões de empresas ativas em 2022, diz IBGE

Dados sobre empresas e empreendedorismo foram divulgados nesta quinta

Em 2022, o Brasil tinha 7,9 milhões de empresas ativas, conforme registrou o Cadastro Central de Empresas (Cempre). Desse total, 32,9% (2,6 milhões) eram empregadoras e tinham 40,5 milhões de pessoas ocupadas em seus quadros. Do total de empregados, 90,1% (36,5 milhões) eram assalariadas, recebendo média mensal de R$ 3,1 mil.

Os números fazem parte da pesquisa Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo (2022), divulgada nesta quinta-feira (5), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Órgãos da administração pública, entidades sem fins lucrativos e organizações internacionais não estão incluídos no conceito de empresas da pesquisa, como também, os microempreendedores individuais (MEI).

Nascimento

Os dados mostram que, dentre as empresas empregadoras, 405,6 mil nasceram em 2022 – o que significa uma taxa de nascimento de 15,3%. Em relação às contratações, essas empresas recém-criadas foram responsáveis por aproximadamente 1,7 milhão de trabalhadores, que representa 4,6% do total de assalariados.

O termo nascimento utilizado pelo IBGE é o evento demográfico caracterizado pelo início da atividade de uma empresa ou unidade local. Também são consideradas nesta categoria, as empresas que passaram 24 meses inativas, sem funcionários e depois volta à atividade.

“São as empresas que são novas ou aquelas que, ao longo da sua existência ficam dormentes por um período que simplesmente fica sem funcionar. Se ela passou mais de 24 meses sem funcionar, quando ela retorna, para a gente, é considerada uma empresa que nasceu”, explica o gerente da pesquisa, Thiego Gonçalves Ferreira em coletiva de apresentação dos dados.

Em comparação aos dados de 2017, a taxa de nascimento avançou de 10,9% para 15,3%, em 2022. Em paralelo, a participação do pessoal assalariado subiu de 3,3% para 4,6% em igual período.

Em um recorte por sexo do trabalhador, a pesquisa constatou que as mulheres eram a menor parte dos vínculos das empresas (41,7%) nas empresas sobreviventes, ou seja, as que nasceram em 2017.

“A participação feminina caiu entre 2018 e 2020 e voltou a crescer a partir de 2021”, acrescentou Eliseu Oliveira, analista da Gerência de Análises do IBGE na coletiva de apresentação dos dados.

Na observação do nível de escolaridade, os dados mostram que a maioria não tinha nível superior.

“A análise por nível de escolaridade dos assalariados revela que desde de 2019 houve uma queda de 9,5% para 8,8% na participação dos que tinham nível superior. Essa participação se manteve estável depois dessa queda, alcançando 8,9% de participação em 2022”, informou o analista.

Mortes

A taxa de mortalidade das unidades locais empregadoras no conjunto do país atingiu 9,2%. As maiores taxas, inclusive superando a nacional, foram registradas nas regiões Centro-Oeste (10%) , Norte (9,6%) e Nordeste (9,3%).

Entre as unidades da federação, os maiores destaques foram Distrito Federal (11,2%) e Goiás (10,0%), na região Centro-Oeste; e Amapá (11,1%) e Amazonas (10,1%), na região Norte.

Em movimento contrário, as menores taxas de mortes de empresas foram registradas na Paraíba (8,3%), Santa Catarina (8,6%) e Rio Grande do Sul (8,7%), e Mato Grosso do Sul (8,7%).

“O conceito é o oposto do nascimento, com a diferença que nessa edição a gente está sendo mais rigoroso com a certidão de óbito da empresa. Se ela estiver em inatividade por dois anos seguidos, aí sim, a gente declara a morte dessa empresa. Significa que a gente só consegue ter uma informação mais precisa da morte de dois anos para trás. Aqui estamos falando de nascimento de empresa em 2022 e a morte de empresa de 2020”, disse

Sobrevivência

A permanência do funcionamento da empresa é tratada como sobrevivência, “evento demográfico caracterizado pela empresa ou unidade local que nasceu cinco anos antes do ano de referência e permaneceu ativa nos anos seguintes”. No caso das empresas empregadoras, se refere às que se encontram ativas no ano de nascimento e no(s) ano(s) seguinte(s), também na condição de empregadora.

“A gente olha o ciclo de sobrevivência das empresas e pretende falar quanto tempo uma empresa sobreviveu. A gente pega as empresas que nasceram em determinado ano e acompanha os anos seguintes. A partir daí se consegue ter a taxa de sobrevivência”, afirmou Ferreira.

De acordo com a pesquisa divulgada hoje, considerando as empresas que nasceram em 2017, pode-se observar que a taxa de sobrevivência após cinco anos de nascimento foi de 37,9%. Das empresas empregadoras que nasceram naquele ano, 76,2% sobreviveram em 2018; 59,6% em 2019; 49,4% em 2020; 42,3% em 2021 e apenas 37,3% sobreviveram em 2022.

De um modo geral, a maior probabilidade de sobrevivência foi na região Sudeste, seguida das regiões Sul, Nordeste, Norte e, por fim, Centro-Oeste. Entre as Unidades da Federação, a taxa de sobrevivência no quinto ano variou de 27,9% (Amapá) a 40,5% (Sergipe).

Empreendedorismo

Os conceitos seguidos pelo IBGE, indicam que as empresas de alto crescimento são as que têm aumento médio de pessoal ocupado assalariado de pelo menos 10% ao ano, por um período de três anos, e com 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas no ano inicial de observação.

Em 2022 eram 70.032, que ocuparam 8 milhões de pessoas assalariadas. Em relação às empresas com 10 ou mais assalariados, as de alto crescimento representaram um quantitativo equivalente a 13,8% das empresas, 26,7% do pessoal assalariado e 24,6% dos salários e outras remunerações.

Das empresas de alto crescimento, 6 623 eram as chamadas gazelas, as que tinham até 5 anos de nascimento. “Elas absorveram 409,5 mil pessoas assalariadas e pagaram um salário de 2,1 salários mínimos”, concluiu o analista.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Femurn defende reajuste da alíquota de ICMS no RN

Femurn defende reajuste da alíquota de ICMS no RN

Federação alerta para impactos da reforma tributária e cobra alinhamento com alíquotas de outros estados nordestinos

A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) reforçou, em comunicado oficial divulgado nesta quinta-feira (5.dez.2024), a necessidade de maior transparência nos repasses do ICMS aos municípios e a revisão da alíquota estadual. A proposta, que está em tramitação na Assembleia Legislativa, prevê o aumento da alíquota de ICMS de 18% para 20%, aproximando o estado da média nordestina.

De acordo com Luciano Santos, presidente da Femurn, a manutenção de uma alíquota abaixo da média regional pode prejudicar o estado no contexto da reforma tributária. “Com a implementação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a redistribuição centralizada das receitas pode gerar perdas significativas para os municípios se não houver um alinhamento técnico e estratégico”, afirmou.

A Femurn afirmou que a alíquota atual do RN, de 18%, é uma das menores do Nordeste, ficando abaixo de estados como Maranhão (22%) e Piauí (21%). Essa diferença coloca o Rio Grande do Norte em desvantagem competitiva, especialmente diante das mudanças propostas pelo IBS.

Além de destacar a importância de ajustar a alíquota, a Femurn defendeu maior rigor na auditoria da arrecadação estadual e no acompanhamento de isenções fiscais. A entidade questiona se os municípios estão recebendo os valores devidos e cobra transparência nos repasses do ICMS e do IPVA.

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de outubro de 2024, que obriga estados a repassarem 25% do ICMS aos municípios mesmo em casos de compensação tributária, foi apontada como um avanço para garantir justiça fiscal. No entanto, a Femurn alerta que desafios como a falta de dados claros e a paralisação de iniciativas interinstitucionais prejudicam a eficiência desse processo.

A Federação também ressaltou a necessidade de os municípios se prepararem para os impactos do IBS, investindo em modernização administrativa e tecnológica. “Sem uma gestão eficiente e transparente, as cidades podem sofrer ainda mais com a transição tributária”, destacou Luciano Santos.

A Femurn finalizou o comunicado conclamando os prefeitos a se unirem pela defesa dos interesses municipais, deixando de lado questões partidárias e priorizando o desenvolvimento das cidades. “A luta é pela qualidade de vida das pessoas, garantindo que cada centavo arrecadado seja revertido em benefícios para a população”, concluiu Santos.

Foto: Reprodução/Femurn

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Pix já é a forma de pagamento mais usada no Brasil

Pix já é a forma de pagamento mais usada no Brasil

Modalidade superou as transações com dinheiro em espécie

O Pix, serviço de pagamento instantâneo do Banco Central (BC), já é a forma de pagamento mais utilizada pelos brasileiros. Após quatro anos do seu lançamento, a modalidade superou as transações com dinheiro em espécie, segundo dados da pesquisa O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro, divulgada nesta quarta-feira (4) pelo BC.

A ferramenta é usada por 76,4% da população, além de ser aquela utilizada com maior frequência para 46% dos entrevistados. Na última edição da pesquisa, em 2021, o Pix havia entrado em operação havia poucos meses e, na época, já era usado por 46% da população. No recorte sobre frequência, entretanto, seu percentual era de apenas 17%.

Em segundo lugar, no atual levantamento, aparece o cartão de débito, utilizado por 69,1% da população, sendo o meio pagamento mais frequente para 17,4% dos entrevistados.

Já o dinheiro em espécie (cédulas e moedas) aparece em terceiro lugar na pesquisa deste ano, usado por 68,9% da população, sendo o meio mais frequente para 22%. No levantamento de 2021, o dinheiro era utilizado por 83,6% da população, sendo o mais frequente para 42% dos entrevistados.

Na sequência da atual pesquisa aparece o cartão de crédito, utilizado por 51,6% da população, o mais frequente para 11,5%. Por outro lado, o cartão de crédito é a forma de pagamento usada com maior frequência nos estabelecimentos comerciais, 42% do total, contra 25,7% de uso de Pix.

A pesquisa ouviu 2 mil pessoas entre os dias 28 de maio e 1º de julho, sendo que mil compõem o público específico de caixas de estabelecimentos comerciais, em todas as capitais e em amostras de cidades com mais de 100 mil habitantes. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro é de 3,1%.

Dinheiro vivo

Segundo o BC, o objetivo da pesquisa é o “aprimoramento contínuo da gestão do meio circulante brasileiro e das ações de divulgação sobre características das cédulas e moedas do Real”. “Mesmo com o PIX e toda a evolução tecnológica, o dinheiro em espécie ainda se faz bastante presente na vida dos brasileiros”, destaca a autarquia. A pesquisa também traz dados sobre a conservação de cédulas, o uso de moedas e reconhecimento de itens de segurança.

De acordo com o estudo, o uso de cédulas e moedas é mais intenso entre aqueles com menor renda: 75% das pessoas que recebem até dois salários mínimos e 69% entre os que ganham entre dois e cinco salários mínimos. Quando a renda aumenta um pouco, o uso do dinheiro em espécie se torna menos frequente: 59,4% daqueles que ganham entre cinco e dez salários mínimos e 58,3% das pessoas que recebem mais de dez salários utilizam notas e moedas de Real.

O uso do dinheiro físico também é ligeiramente maior entre os idosos. De acordo com o levantamento, 72,7% das pessoas que têm 60 anos ou mais utilizam o meio; esse percentual cai para 68,6% entre aqueles com idade entre 16 e 24 anos.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Natal deste ano deve movimentar R$ 69,75 bilhões no varejo, diz CNC

Natal deste ano deve movimentar R$ 69,75 bilhões no varejo, diz CNC

Aumento real de 1,3% ainda será inferior ao patamar pré-pandemia

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o Natal deste ano movimente R$ 69,75 bilhões em vendas, o que representa aumento real de 1,3% (já descontada a inflação) no faturamento do varejo. Mesmo assim, o setor ainda não vai conseguir igualar o patamar pré-pandemia: em 2019, a movimentação foi de R$ 73,74 bilhões.

A estimativa é que super e hipermercados representem 45% (R$ 31,37 bilhões) da movimentação financeira. Na sequência, vêm lojas especializadas em itens de vestuário, calçados e acessórios, com 28,8% do total (R$ 20,07 bilhões), e estabelecimentos voltados para artigos de usos pessoal e doméstico, com 11,7% (R$ 8,16 bilhões).

“A atual dinâmica de consumo tem atuado no incremento das vendas neste fim de ano. Mas as condições menos favoráveis causadas pelo aperto monetário iniciado em setembro pelo Banco Central já são sentidas pelo consumidor final. Isso explica a curva de crescimento menos acentuada no comparativo com o ano passado, quando projetamos o aumento de 5,6%”, disse o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.

Os números são desfavoráveis para os que buscam um vaga de trabalho. A CNC estima a contratação de 98,1 mil funcionários temporários para atender ao volume de vendas do Natal, 2,3 mil trabalhadores a menos do que no ano passado.

“Curiosamente, o número é menor do que o do ano passado, quando mais de 100 mil temporários foram contratados. A razão disso é o fato de que o quadro de funcionários das empresas veio crescendo ao longo do ano, com o aumento de aproximadamente 3% na força de trabalho, nos últimos 12 meses, ou seja, mais de 240 mil vagas criadas”, afirmou o economista-chefe da CNC, Fábio Bentes. Segundo ele, isso faz com que o varejo dependa menos do trabalho temporário.

“Já para 2025, a expectativa do próprio setor é que sejam efetivados aproximadamente 8 mil desses trabalhadores temporários”, disse o economista.

A desvalorização cambial deve aumentar os preços dos produtos natalinos, com crescimento médio de 5,8%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), na medição dos 12 meses encerrados em dezembro. O valor da cesta deve ser pressionado pela alta do valor dos livros (12,0%), dos produtos para a pele (9,5%) e dos alimentos em geral (8,3%). Por outro lado, devem ficar mais baratos presentes como bicicletas (queda de 6,2%), aparelhos telefônicos (redução de 5,5%) e brinquedos (diminuição de 3,5%).

Na análise por estados, São Paulo (R$ 20,96 bilhões), Minas Gerais (R$ 7,12 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 5,86 bilhões) e Rio Grande do Sul (R$ 4,77 bilhões) devem concentrar mais da metade (55,5%) da movimentação financeira prevista pela CNC. Paraná e Bahia são os estados com maiores projeções de avanço nas vendas: aumento no faturamento de 5,1% e 3,6%, respectivamente.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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Desigualdade em Natal: renda dos mais ricos é 5 vezes maior que a dos mais pobres

Desigualdade em Natal: renda dos mais ricos é 5 vezes maior que a dos mais pobres

Estudo do IBGE revela aumento da desigualdade de renda em Natal e no RN entre 2014 e 2023, com 75% da população vivendo com até um salário mínimo

A Síntese de Indicadores Sociais 2024, divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira (4.dez.2024), destacou a disparidade de renda em Natal: os 10% mais ricos da cidade concentraram 5,03 vezes mais renda do que os 40% mais pobres em 2023. O dado, que reflete o Índice de Palma, é superior à média do Rio Grande do Norte (3,89), do Nordeste (3,41) e do Brasil (3,60).

Os números evidenciam um aumento da desigualdade desde 2014, quando o índice era de 3,72 em Natal e 3,42 no estado. A pesquisa também revelou que 74,8% da população do RN viviam com até um salário mínimo no fim de 2023, sendo que 32% ganhavam entre meio e um salário.

A pobreza extrema, medida pelo critério do Banco Mundial (menos de US$ 2,15 por dia, ou cerca de R$ 209 mensais), atinge 6,3% da população do RN e 4,9% da Região Metropolitana de Natal. Sem programas sociais, essas taxas subiriam para 18,6% e 12,7%, respectivamente.

Quando considerado o critério de pobreza (até US$ 6,85 por dia, ou cerca de R$ 665 mensais), 43,5% da população do RN está nessa faixa, percentual que sobe para 50,3% sem os benefícios sociais.

O estudo reflete o impacto crescente das desigualdades econômicas na qualidade de vida, reforçando a importância de políticas públicas voltadas à redistribuição de renda.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Fórum Negócios 2024: Mais de 6 mil pessoas vivenciaram o maior festival de empreendedorismo do Brasil, que já lança a edição de 2025

Fórum Negócios 2024: Mais de 6 mil pessoas vivenciaram o maior festival de empreendedorismo do Brasil, que já lança a edição de 2025

Com o tema “A Chave para o Sucesso”, o evento reuniu palestrantes de renome

Nos dias 28 e 29 de novembro, o Centro de Convenções de Natal foi palco do Fórum Negócios 2024, consolidado como o maior festival de empreendedorismo do Brasil. Com a presença de mais de 6 mil pessoas, a 9ª edição proporcionou mais de 24 horas de conteúdo transformador e uma imersão única para empresários e profissionais em busca de evolução pessoal e empresarial.

Com o tema “A Chave para o Sucesso”, o evento reuniu palestrantes de renome, como Luiza Trajano, Paulo Muzy e Eike Batista, entre tantos outros, que inspiraram os participantes com insights inovadores e ferramentas práticas para alavancar resultados. Além disso, a Área Expo trouxe mais de 100 expositores, conectando negócios e inovação em um ambiente dinâmico e criativo.

Jean Valério, idealizador e CEO do Fórum, destacou o impacto do evento: “O Fórum Negócios é mais do que aprendizado, é um movimento de transformação. Nossa missão é servir e inspirar pessoas para que elas evoluam não apenas seus negócios, mas suas vidas. Aqui, entregamos o melhor conteúdo e criamos conexões que geram resultados reais.”

Com infraestrutura completa, incluindo espaços de networking, praça de alimentação e acessibilidade com intérpretes de Libras, o Fórum Negócios reafirmou seu compromisso em proporcionar uma experiência inclusiva e de alto impacto para um público que reuniu participantes de todas as regiões do Brasil.

O sucesso do Fórum contou com o apoio de patrocinadores de peso, que tornaram possível a realização de um evento de alto nível. Entre eles, destacam-se Brisanet (patrocinadora e apresentadora oficial), Coca-Cola, Banco do Nordeste, Unimed, Emprotur, Arena das Dunas, Rede Mais, UNP, Prontoclínica Paulo Gurgel, Vitafor, SEBRAE, Cazabella, Expert Tur, Diamond Spa, Três Corações, WRL Bonés, NextHub, Pop Calçados, Ecocil, Scopo, Inovanet, Luzanni, O Boticário, Lion Brazil, Equaliv, Potigás, Locainfo, Itech Solar, Destaque Brindes Personalizados, AGN RN, Serhs Natal Grand Hotel & Resort, Acerta Contabilidade, Wisecont, Click Massa, Acqua Coco, Sem Sinal, Cacau Show, Monte Santo Semi Joias, Divepe Automóveis, Caern, AWJ Semi Joias, Potencialize Resultados, Seturn, Sesc/RN, Senac/RN, Infinita Imagem, Sankhya, Radiocon, Sesi, Potigás, Detran RN e Ademicon Natal.

Edição 2025 já está à venda

Encerrando com chave de ouro, a organização anunciou a 10ª edição do evento: o Fórum Negócios Experience 2025, que acontecerá nos dias 28 e 29 de novembro, no Centro de Convenções de Natal/RN. Com o tema “All Stars”, o evento promete a maior edição já feita pelo grupo, reunindo os melhores mentores do Brasil para palestras exclusivas e experiências transformadoras. Reserve já sua vaga e celebre os 10 anos do maior festival de empreendedorismo do Brasil. Mais informações no site oficial: www.forumnegocios.com.br.

Fórum Negócios: transformando ideias em sucesso há uma década.

Fotos: Divulgação

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Produção industrial tem queda em outubro

Produção industrial tem queda em outubro

Influenciaram recuo produtos como coque e derivados de petróleo

A produção industrial nacional caiu 0,2% em outubro. Nos dois resultados anteriores tinha registrado crescimento, mas com essa queda anulou parte do ganho de 1,2% acumulado no período.

No entanto, na comparação com o mesmo mês de 2023, a produção da indústria avançou 5,8%, sendo o quinto mês seguido de expansão. O acumulado no ano também teve elevação (3,4%), como também em 12 meses (3,0%).

Após esse desempenho, a produção industrial está 2,6% acima do patamar pré-pandemia, em fevereiro de 2020, mas 14,4% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Os números compõem a Pesquisa Industrial Mensal Brasil (PIM Brasil), divulgada nesta quarta-feira (4), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre as atividades que influenciaram o recuo em outubro estão coque, produtos derivados do petróleo, biocombustíveis e, especialmente, a redução na produção de álcool. O gerente da PIM Brasil, André Macedo, informou que a atividade teve retração de 2,% em outubro, depois de subir 4,7% em setembro. Naquele momento, foram interrompidos dois meses consecutivos de recuo na produção, período no qual acumulou queda de 3,4%.

“Nesse mês, o segmento foi pressionado negativamente pela menor produção dos itens álcool e gasolina automotiva. Outras contribuições negativas relevantes sobre o total da indústria foram dos ramos de bebidas e de indústrias extrativas”, disse em texto divulgado pelo IBGE.

Os setores de bebidas (-1,1%) e de indústrias extrativas (-0,2%) também contribuíram negativamente.

Conforme o indicador, entre as 25 atividades industriais pesquisadas, 19 apresentaram alta na produção, como veículos automotores, reboques e carrocerias, que exerceu a principal influência em outubro de 2024, ao subir 7,1% e intensificar o crescimento de 2,8% registrado em setembro.

“Nesse segmento, observa-se a influência da maior produção de automóveis, caminhões e autopeças. Vale destacar também os resultados positivos assinalados pelos ramos de confecção de artigos de vestuário e acessórios, produtos químicos, máquinas, aparelhos e materiais elétricos e de celulose e produtos de papel”, acrescentou o gerente.

Houve também influência positiva dos ramos de confecção de artigos do vestuário e acessórios (14,1%), produtos químicos (2,8%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (5,4%), celulose, papel e produtos de papel (3,4%), metalurgia (2,1%), produtos diversos (7,4%), máquinas e equipamentos (2,0%), produtos alimentícios (0,5%) e de farmoquímicos e farmacêuticos (2,9%).

Outubro de 2023

O avanço de 5,8%, em relação a outubro de 2023, além de ser o quinto mês seguido de expansão, mostrou reforço no ritmo da produção industrial em comparação às altas de 3,4% em setembro e 2,3% em agosto. “No mesmo índice, prevalece a característica de perfil disseminado de taxas positivas, alcançando as quatro grandes categorias econômicas e 21 dos 25 ramos industriais pesquisados”, disse o IBGE.

Conforme a pesquisa, com o crescimento de 3,4% no acumulado do ano, o total da indústria mantém o movimento de expansão da produção ao longo do ano e ampliando o ritmo de crescimento, inclusive com predomínio de taxas positivas. “Nesse mês, verifica-se o perfil mais disseminado de 2024 para esse indicador, com as quatro grandes categorias econômicas e 21 dos 25 ramos industriais pesquisados apontando crescimento na produção”, comentou o gerente.

Pesquisa

Segundo o IBGE, desde a década de 1970, a PIM Brasil produz indicadores de curto prazo, relacionados ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. A divulgação da nova série de índices mensais da produção industrial começou em março de 2023, “após reformulação para atualizar a amostra de atividades, produtos e informantes, elaborar nova estrutura de ponderação dos índices com base em estatísticas industriais mais recentes, atualização do ano-base de referência da pesquisa e a incorporação de novas unidades da Federação na divulgação dos resultados regionais”.

De acordo com o IBGE, “essas alterações metodológicas são necessárias e buscam incorporar as mudanças econômicas da sociedade”.

Foto: Miguel Ângelo/CNI

Da Agência Brasil

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Após atraso, urgência para corte de gastos segue na pauta da Câmara

Após atraso, urgência para corte de gastos segue na pauta da Câmara

Ela não foi votada na noite dessa terça-feira

O pacote de corte de gastos que limita o aumento real do salário mínimo, reduz gradualmente os beneficiários do abono salarial e cria restrições para acesso ao Bolsa Família e ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) segue na pauta da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (4). Colocada como prioridade para o Congresso e o Executivo, a urgência para votação do pacote não foi votada na noite dessa terça-feira (3).

O atraso ocorre ao mesmo tempo em que o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu, por unanimidade, as regras para a liberação das emendas parlamentares com critérios não previstos na lei sobre o tema aprovada no Parlamento.

Por liminar expedida em agosto deste ano, o ministro do STF Flávio Dino suspendeu o pagamento dos recursos usados pelos parlamentares para demandas em suas bases eleitorais. Ele alegou falta de transparência e rastreabilidade dos recursos.

Após o julgamento ontem (3) que autorizou a liberação das emendas, a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu a revisão dos trechos que tratam da aprovação de um plano de trabalho para liberação das emendas, da identificação nominal dos parlamentares solicitantes e do que trata do crescimento do volume total de emendas para 2025.

O AGU sustenta que a lei aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva corrigiu os problemas apontados pelo STF. “O que estamos fazendo, portanto, é apenas buscar um melhor entendimento sobre três pontos específicos da decisão que, em nossa compreensão, já estão contemplados na norma e refletem aquilo que foi pactuado entre o Governo Federal e o Congresso sobre a matéria”, afirmou o advogado-geral da União, Jorge Messias.

Em um desses pontos, o que trata das chamadas emendas pix (transferências especiais), a AGU assegura que a lei atribuiu ao estado ou município beneficiado pelo dinheiro a competência para aprovação do plano de trabalho, e não ao ministério setorial que libera o recurso, conforme definiu o STF.

Críticas

Na sessão plenária dessa terça-feira, parlamentares criticaram as regras definidas pelo STF para transparência e rastreabilidade das emendas. O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) lamentou que “agora, até para aplicar a emenda orçamentária, tem que pedir licença para o Dino. Se ele deixar, é sim. Quer dizer, eu virei deputado de meia colher”.

Já o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) destacou que o Congresso está preocupado em como conseguir de volta as emendas. “É a única coisa de que se fala aqui: como vamos pegar de volta as emendas que o Flávio Dino, amigo do Lula, impediu lá no STF”, disse.

Foto: Jonas Pereira/Agência Senado

Da Agência Brasil

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Correios registram maior prejuízo da história

Correios registram maior prejuízo da história

Estatal teve rombo de R$ 2 bilhões até setembro e implementou teto de gastos e cortes para evitar insolvência

Os Correios registraram, entre janeiro e setembro de 2024, o maior prejuízo de sua história para o período: R$ 2 bilhões. As informações foram publicadas nesta terça-feira (3.dez.2024) pelo site Poder 360. Caso o ritmo de perdas se mantenha, a estatal pode ultrapassar o recorde negativo de 2015, quando o deficit chegou a R$ 2,1 bilhões durante o governo Dilma Rousseff. Para evitar uma possível insolvência, a empresa decretou um teto de gastos e anunciou uma série de medidas de contenção financeira.

Medidas adotadas para reduzir o rombo

Em outubro, a estatal fixou um limite de despesas em R$ 21,96 bilhões para o ano. Além disso, foram implementadas três ações principais:

  • Suspensão de contratações terceirizadas por 120 dias.
  • Renegociação de contratos em vigor com redução mínima de 10% nos custos.
  • Encerramento ou prorrogação de contratos com base nas economias obtidas.

Mesmo com as medidas, a previsão é de um prejuízo de R$ 1,7 bilhão para 2024, resultado de uma receita revisada de R$ 20,1 bilhões, abaixo da estimativa inicial de R$ 22,7 bilhões.

Causas do prejuízo segundo os Correios

A empresa atribuiu a deterioração financeira a fatores como:

  • Herança contábil da gestão anterior (2019-2022): O período foi responsabilizado por débitos acumulados.
  • “Taxa das blusinhas”: A política de tributação sobre encomendas internacionais teria reduzido o volume de importações e, consequentemente, as receitas com entregas.

Apesar da justificativa, os Correios apresentaram lucro em três dos quatro anos da gestão anterior.

Impactos de decisões recentes

A gestão atual, sob comando de Fabiano Silva dos Santos, tomou medidas que afetaram significativamente o orçamento. Em novembro, foi revelado que os Correios desistiram de recorrer em uma ação trabalhista de R$ 600 milhões, lançando o impacto financeiro no exercício de 2022. Além disso, outra ação no valor de R$ 400 milhões foi paga diretamente, sem contestação.

A estatal também assumiu uma dívida de R$ 7,6 bilhões com o fundo de pensão Postalis, cobrindo metade do deficit previdenciário acumulado.

Contratações em meio à crise

Apesar do cenário negativo, os Correios abriram concurso público para preencher 3.511 vagas com salários de até R$ 6.872,48. A empresa garantiu que as provas serão realizadas e que, até o momento, não houve rompimento de contratos nem demissões.

Futuro da estatal

As medidas emergenciais visam evitar a insolvência e estabilizar as contas. No entanto, a situação financeira permanece delicada, levantando dúvidas sobre a viabilidade da estatal sem uma intervenção mais significativa. O Tribunal de Contas da União (TCU) segue investigando as decisões administrativas recentes, que tiveram impacto direto no orçamento da empresa.

Fotos: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração / Joédson Alves/Agência Brasil

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Empresários criticam aumento do ICMS no RN

Empresários criticam aumento do ICMS no RN

Governo defende ajuste para reforçar serviços públicos; empresários alertam para impacto no consumo e nos preços

O aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Rio Grande do Norte, proposto pelo governo estadual, foi tema de uma acalorada audiência pública na Assembleia Legislativa nesta terça-feira (3.dez.2024). Representantes de diversos setores empresariais criticaram a elevação de 18% para 20%, enquanto o governo argumenta que a medida é essencial para equilibrar as contas públicas e melhorar serviços à população.

A proposta, que já passou pela Comissão de Constituição e Justiça e aguarda análise na Comissão de Finanças antes da votação em plenário, divide opiniões. O ICMS é a principal fonte de arrecadação do estado e incide sobre praticamente todos os produtos e serviços. Por exemplo, uma peça de roupa que custa R$ 100 teria seu tributo elevado de R$ 18 para R$ 20, caso o aumento seja aprovado.

Empresários alertam para impacto no consumo

Representantes do comércio e do turismo alertaram para os impactos do aumento nos preços finais e no consumo. Paolo Passarielo, presidente da Abrasel/RN, afirmou que o reajuste trará desafios ao setor:

“Não podemos apoiar um aumento de imposto. O retorno em serviços não condiz com a carga tributária. Além disso, a matéria-prima ficará mais cara, afetando nosso segmento diretamente.”

No setor de combustíveis, a previsão é de que o aumento do ICMS eleve o preço do litro da gasolina de R$ 1,37 para R$ 1,47, e do diesel, de R$ 1,06 para R$ 1,12. Maxwell Flor, presidente do Sindipostos, destacou que a medida chega em um momento delicado para o setor.

Governo justifica necessidade do ajuste

O secretário estadual de Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, destacou que a medida é necessária para equilibrar as finanças públicas e melhorar a prestação de serviços:

“Com essa majoração, esperamos sanar dificuldades financeiras que impactam diretamente áreas como a saúde, permitindo a regularização de pagamentos e a melhoria das políticas públicas.”

Segundo Xavier, o Rio Grande do Norte tem a menor alíquota de ICMS entre os estados do Nordeste e busca apenas recompor perdas acumuladas desde 2022.

A decisão da Comissão de Finanças está prevista para 11 de dezembro, enquanto a votação em plenário deve ocorrer no dia 17, junto com a Lei Orçamentária Anual para 2025. O deputado Tomba Farias, presidente da comissão, ressaltou a importância do debate:

“Este é um momento para esclarecer dúvidas e permitir que os parlamentares votem com consciência.”

Foto: Divulgação/ALRN

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PIB do Brasil cresce 0,9% no terceiro trimestre e supera expectativas

PIB do Brasil cresce 0,9% no terceiro trimestre e supera expectativas

Setor de serviços impulsiona alta enquanto agropecuária apresenta retração; acumulado do ano chega a 3,3%.

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou um crescimento de 0,9% no terceiro trimestre de 2024, segundo dados divulgados nesta terça-feira (3.dez.2024) pelo IBGE. O desempenho foi impulsionado principalmente pelos setores de serviços, que avançaram 0,9%, e da indústria, com crescimento de 0,6%, enquanto a agropecuária recuou 0,9%. Em valores correntes, o PIB somou R$ 3 trilhões.

No acumulado do ano, o crescimento é de 3,3%, com alta de 3,1% nos últimos 12 meses. Frente ao mesmo período de 2023, o PIB avançou 4%, marcando o 15º trimestre consecutivo de crescimento.

Segundo a ministra do Planejamento, Simone Tebet, os números reforçam a recuperação econômica do país. “Esse desempenho mostra um Brasil que avança com responsabilidade fiscal, gerando emprego e renda para a população”, destacou.

Os serviços, principal setor econômico do país, apresentaram crescimento significativo em áreas como “informação e comunicação” (7,8%) e “outras atividades de serviços” (6,4%). Na indústria, a construção civil liderou o avanço com 5,7%, refletindo o aumento de ocupações no setor e a produção de insumos.

Apesar do resultado positivo, a agropecuária registrou queda, influenciada por fatores climáticos e oscilações de mercado. A taxa de investimento foi de 17,6% no trimestre, superando os 16,4% registrados no ano anterior, enquanto a taxa de poupança caiu para 14,9%.

O IBGE também revisou os dados de 2023, ajustando o crescimento do PIB de 2,9% para 3,2%, com revisão positiva no desempenho dos setores de serviços, indústria e agropecuária.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil/Ilustração

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Assaí acelera estratégia de retail media e busca parceiros para novos formatos

Assaí acelera estratégia de retail media e busca parceiros para novos formatos

Com mais de 40 milhões de clientes mensais em suas lojas, rede oferece oportunidades de ativação que acompanham o(a) cliente desde o estacionamento até as diversas seções internas das unidades

Após o lançamento e a estruturação da área de Retail Media em março deste ano, o Assaí está acelerando sua atuação neste segmento. Agora, a rede explora novos formatos e busca parcerias para expandir sua presença nesse mercado. A meta é criar um ecossistema colaborativo que ofereça formatos variados de anúncios, com foco em impulsionar a conversão e ampliar a relevância das marcas junto aos(as) clientes.

Entre os novos formatos em estudo, destaca-se o retail media colaborativo, que envolve a troca de espaços publicitários, ou uma comercialização conjunta desses espaços, com varejistas de setores não concorrentes. Além disso, a estratégia inclui a atração de parceiros não endêmicos, ou seja, anunciantes de setores cujos produtos e serviços não são vendidos no atacarejo. Esses parceiros têm a oportunidade de alcançar o público que frequenta as lojas Assaí, o que facilita o contato com novos(as) consumidores(as) em um contexto fora do habitual.

“Ao criar essa segmentação de negócios em conjunto, ambas as empresas expandem sua visibilidade, alcançando diferentes perfis de público, gerando potenciais clientes e compartilhando as melhores práticas para otimizar campanhas em uma relação de ganha-ganha,” comenta Jonatas Calábria, gerente de marketing do Assaí. “Nossa sólida base de CRM nos permite conhecer detalhadamente o perfil dos(as) clientes e personalizar as ações. Com as parcerias, aprimoramos a experiência do público, atendendo a suas necessidades, e fortalecemos o relacionamento entre marcas em um ambiente de negócios benéfico para todos os envolvidos.”

Experiências imersivas nas lojas

Com uma frequência superior a 120 mil pessoas por loja mensalmente e uma base de mais de 290 lojas, o Assaí oferece uma variedade de experiências de retail media que começam a partir do momento em que o(a) cliente entra no estacionamento. Atualmente, o atacadista já conta com 18 lojas com projetos de retail media instalados em diversas regiões do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, por exemplo.

Entre as ativações já realizadas, destaca-se a parceria com a PepsiCo, com a instalação de um túnel da marca Cheetos sobre a esteira rolante de acesso às lojas, entregando uma experiência imersiva e diferenciada ao público ao mesmo tempo que reforça a marca no canal.

Ao longo de 2024, o Assaí também já implementou ações de retail media com marcas de higiene, beleza, limpeza e alimentos, utilizando formatos como painéis, totens interativos e estandes modulares que geram experiências diversificadas e aumentam a visibilidade das marcas.

Expansão digital: phygital como diferencial estratégico

Além das ativações físicas, o Assaí também investe em canais digitais, como o aplicativo Meu Assaí, com mais de 14 milhões de clientes cadastrados, e atuações em redes sociais, site, e-mail marketing e WhatsApp. Essa estratégia phygital combina a experiência da loja física com a conveniência do digital, impactando o público por diversos canais.

Por se tratar de um atacarejo, aproximadamente 45% dos clientes do Assaí são jurídicos (como comerciantes do setor alimentício). Isso representa uma oportunidade adicional para anunciantes que desejam atingir esse público específico em um ambiente de alta circulação.

“A estratégia de retail media traz vantagens para todos: o público é impactado com ações imersivas e diferenciadas, melhorando a experiência de compra, enquanto os anunciantes destacam suas marcas em um local de alta frequência, elevando as taxas de conversão e as vendas. Além disso, oferecemos um acompanhamento de performance detalhado em todas as etapas do funil e rápida mensuração dos resultados,” finaliza Jonatas Calábria.

Sobre o Assaí Atacadista

O Assaí Atacadista é uma Corporation (empresa sem um único controlador) que opera no setor de atacarejo há 50 anos e a rede alimentar com a maior presença nos lares brasileiros (NielsenIQ Homescan). É uma das maiores varejistas nacionais, tendo registrado faturamento de R$ 72,8 bilhões em 2023. Nascido em São Paulo (SP), atende comerciantes e consumidores(as) que buscam maior economia seja comprando a varejo ou a atacado.

As ações do Assaí são as únicas de uma empresa somente de atacarejo negociadas tanto na B3 (ASAI3) quanto na NYSE (ASAI). Atualmente, tem mais de 290 lojas em todas as regiões do país (24 Estados + DF) e mais de 84 mil colaboradores(as), sendo eleita uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil pela Great Place to Work (GPTW). Reconhecida pelo seu forte trabalho social, conta com o Instituto Assaí, que, desde 2022, atua com ações de impacto social nas frentes de apoio ao empreendedorismo, incentivo ao esporte e segurança alimentar.

O Assaí é a melhor empresa de Atacado e Varejo do Melhores e Maiores 2024 da Exame e a marca mais lembrada do varejo físico e digital, segundo o Branding Brasil. A Cia é ainda o único varejista alimentar no top 10 da carteira IDIVERSA B3, que reconhece as empresas de capital aberto com os melhores indicadores em diversidade racial e de gênero.

Foto: Divulgação

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Arcos Dorados derruba barreiras que impedem o acesso de pessoas com deficiência ao mercado de trabalho

Arcos Dorados derruba barreiras que impedem o acesso de pessoas com deficiência ao mercado de trabalho

No Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, companhia reafirma seu compromisso com a inclusão, promovendo oportunidades e incentivando uma sociedade mais equitativa

Quem frequenta o McDonald’s Drive das Dunas, na Av. Salgado Filho, uma das principais de Natal, pode já ter sido recebido pelo simpático Jocelmo Guedes. Em seu primeiro emprego e com 16 anos na casa, ele atua na frente de loja, atendendo e tirando dúvidas dos clientes que chegam ao Méqui.

“É o que eu mais gosto de fazer e tô até hoje [na mesma função]. Aqui eu aprendi muita coisa, melhorei a timidez, converso com todo mundo, não tenho vergonha e os clientes gostam do meu trabalho”, comemora. Jocelmo conta que, desde a infância, apresentou muita dificuldade para ler e se relacionar com outras pessoas, mas que conseguiu melhorar após fazer tratamento com uma profissional de Psicologia na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Foi por lá também que a oportunidade de emprego no McDonald’s surgiu.

Em um ambiente seguro, inclusivo e humano, somado às oportunidades de capacitação e à sua própria determinação, ele conseguiu se desenvolver pessoal e profissionalmente. Após apenas seis meses como atendente, Jocelmo foi promovido a embaixador, um cargo onde hoje se sente “realizado”.

Segundo estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), menos de 30% das pessoas com deficiência em idade ativa têm emprego formal em países da América Latina. Números similares aparecem na “Pesquisa Latino-Americana sobre Deficiência”, realizada pela Incluyeme.com, que revela que 72,9% das pessoas com deficiência na região estão desempregadas e quase metade delas identifica sua condição como a principal barreira para conseguir um trabalho.

Nesse contexto, a divisão brasileira da Arcos Dorados, referência em inclusão com mais de 1.800 pessoas com deficiência em seu quadro de funcionários, busca dar visibilidade a boas práticas e histórias de superação para continuar promovendo ambientes de trabalho onde todas as pessoas possam se desenvolver plenamente.

Para reafirmar seu compromisso com a inclusão e dar protagonismo aos funcionários, a Arcos Dorados apresenta “O McDonald’s viu em nós”, uma campanha informa, sensibiliza e educa, promovendo assim uma cultura inclusiva e ambientes acessíveis para todos.

“A história de Jocelmo Guedes é apenas um exemplo de como um ambiente inclusivo pode transformar vidas. Continuaremos trabalhando para que mais pessoas encontrem na Arcos Dorados um lugar onde se sintam valorizadas e respeitadas”, afirma Fabio Sant’Anna, Diretor de Gente, Diversidade e Inclusão da Arcos Dorados no Brasil.

Arcos Dorados lidera o caminho da inclusão

A companhia tem um compromisso sólido com a inclusão, indo além das cotas e sendo pioneira na contratação e treinamento de pessoas com deficiência. Amparada por seu Comitê de Diversidade e Inclusão, composto por profissionais de diferentes áreas e níveis hierárquicos em todos os seus mercados, a companhia implementa iniciativas que buscam consolidar ambientes de trabalho igualitários e inclusivos.

Essas ações são realizadas em parceria com as principais organizações não governamentais, como o Instituto Jô Clemente (IJC), Its Brasil, Inklua, Associação Pestalozzi, APAE Brasil Federação Nacional das Apaes, Egalite, RH 10 Resultados Humanos, Rede Cidadã e Oportunidades Especiais.

“Na Arcos Dorados, acreditamos que a diversidade é uma força. Nosso compromisso com a inclusão não se reflete apenas em nossas políticas, mas também em cada ação que tomamos para criar um ambiente de trabalho acessível e equitativo. Estamos orgulhosos de ser uma empresa que valoriza e celebra as diferenças e continuaremos trabalhando para que cada pessoa possa alcançar seu máximo potencial”, afirma Marlene Fernandez del Granado, Vice-Presidente de Relações Governamentais e Líder do Comitê de Diversidade e Inclusão da Arcos Dorados.

Inclusão em cada restaurante

A empresa não apenas investe em recursos para as suas pessoas, mas também estende esse compromisso a seus clientes, assegurando que os restaurantes sejam inclusivos para todos. Entre as iniciativas, a companhia destaca a adaptação de espaços para pessoas com mobilidade reduzida, a disponibilização do cardápio em braille e áreas especialmente projetadas para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). E assim, a companhia segue trabalhando para oferecer uma experiência respeitosa e acessível, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.400 restaurantes, entre unidades próprias e de seus franqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 30/09/2024). A empresa também está comprometida com o desenvolvimento das comunidades em que opera com a oferta de oportunidades de primeiro emprego formal aos jovens e com o impacto ambiental positivo por meio de sua Receita do Futuro. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o site.

Foto: Divulgação

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Assembleia do RN debate hoje aumento do ICMS para 20% em audiência pública

Assembleia do RN debate hoje aumento do ICMS para 20% em audiência pública

Proposta do governo de Fátima Bezerra gera preocupação no setor produtivo e pode impactar a economia e o orçamento das famílias potiguares

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) realiza, nesta terça-feira (3.dez.2024), às 9h, uma audiência pública para discutir a proposta do governo estadual de elevar a alíquota modal do ICMS de 18% para 20%. A medida, defendida pela gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) como essencial para a sustentabilidade fiscal, encontra forte resistência de setores econômicos e parte da oposição, que apontam possíveis impactos negativos no custo de vida das famílias e na competitividade empresarial.

O evento foi solicitado por entidades como Fecomércio RN, FIERN, Faern e CDL Natal, que demandam um debate mais amplo antes da votação do projeto. Representantes do setor produtivo, trabalhadores e membros do Executivo estão entre os participantes esperados. O relator da proposta na Comissão de Finanças e Fiscalização (CFF), deputado José Dias (PL), já sinalizou que a oposição — que domina o colegiado com cinco dos sete membros — terá papel decisivo na tramitação.

De acordo com o presidente da CFF, deputado Tomba Farias (PL), a votação na comissão está agendada para o dia 11 de dezembro, enquanto o plenário analisará o aumento do ICMS no dia 17, seguido pela apreciação da Lei Orçamentária Anual (LOA) em 18 de dezembro. A questão já foi tema de debate em 2023, quando os parlamentares rejeitaram proposta semelhante após a apresentação de dados que indicavam retração na economia potiguar.

Para o governo, a elevação do ICMS é indispensável para evitar perdas na arrecadação e está alinhada à Reforma Tributária. O pacote fiscal inclui ainda alterações no IPVA, no ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações) e a taxação de veículos elétricos, atualmente isentos de IPVA.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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IPTU 2025 Prefeitura de Natal oferece desconto de 16% para pagamento antecipado

IPTU 2025: Prefeitura de Natal oferece desconto de 16% para pagamento antecipado

Contribuintes adimplentes podem economizar com pagamento em cota única até 10 de janeiro de 2025

A Prefeitura de Natal já disponibilizou no portal da Secretaria Municipal de Tributação (Semut) o boleto para pagamento antecipado do IPTU 2025, com desconto de 16% para quem optar pela quitação em parcela única até o dia 10 de janeiro. O benefício é válido exclusivamente para contribuintes que estejam em dia com o tributo. Aqueles com pendências podem regularizar os débitos até 8 de janeiro para garantir o desconto.

Segundo o secretário de Tributação, Ludenilson Lopes, o objetivo da iniciativa é incentivar o pagamento antecipado e valorizar contribuintes adimplentes. “Esse desconto representa uma economia significativa para o cidadão e ajuda a Prefeitura a investir em serviços essenciais como saúde, educação e infraestrutura, promovendo melhorias para a população”, explicou.

Alternativas de pagamento

Além do pagamento antecipado com desconto, o contribuinte pode optar pelo parcelamento automático em até 10 vezes, com acréscimo de 1% ao mês. A primeira parcela tem vencimento em 20 de fevereiro para imóveis nas Zonas Sul e Leste e em 20 de março para as Zonas Oeste e Norte.

Os carnês estão disponíveis no site da Semut (www.natal.rn.gov.br/semut) e também serão enviados pelos Correios a partir de janeiro. Para evitar atrasos, a Prefeitura recomenda que os contribuintes atualizem seus dados cadastrais no sistema da Semut.

Facilidades tecnológicas

Os pagamentos podem ser feitos via PIX, utilizando o QR Code nos boletos, ou por meio de leitura de código de barras nos canais eletrônicos do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, lotéricas e correspondentes bancários. O sistema facilita o processo e oferece comodidade ao contribuinte.

Para dúvidas ou suporte, a Semut disponibiliza atendimento presencial, além de canais digitais como WhatsApp (84) 98786-8208 e chat online no portal oficial. A medida reforça o compromisso da Prefeitura de Natal com a eficiência e a transparência na gestão tributária.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Dólar fecha em R$ 6,06 e atinge recorde desde Plano Real

Dólar fecha em R$ 6,06 e atinge recorde desde Plano Real

Bolsa alterna altas e baixas, mas encerra com queda de 0,34%

Em mais um dia de turbulência no mercado financeiro, o dólar voltou a subir e a fechar no maior valor nominal desde a criação do real. A bolsa de valores alternou altas e baixas, mas encerrou o dia com queda.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (2) vendido a R$ 6,069, com alta de R$ 0,068 (+1,13%). A cotação operou o dia inteiro em alta. Na máxima do dia, por volta das 13h, chegou a R$ 6,09.

No mercado de ações, o dia foi marcado pela volatilidade. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 125.235 pontos, com queda de 0,34%. O indicador chegou a subir 0,13% por volta das 14h50, mas voltou a ficar negativo nas horas finais de negociação.

A indefinição em relação ao pacote fiscal e ao aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda interferiu nas negociações. Das medidas anunciadas na última quinta-feira (28), o governo até agora não enviou a proposta de emenda à Constituição que limita o valor do abono salarial nem os projetos de lei que reformulam a previdência dos militares e que pretendem mudar a cobrança de Imposto de Renda.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, passou a tarde no Palácio do Planalto fechando o texto final das propostas.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Pix bate recorde e aproxima-se de 240 milhões de transações em um dia

Pix bate recorde e aproxima-se de 240 milhões de transações em um dia

Recorde anterior havia sido registrado no início de setembro

Sistema de transferências instantâneas do Banco Central (BC), o Pix bateu novo recorde na última sexta-feira (29), beneficiado pelo recebimento da primeira parcela do décimo terceiro. Pela primeira vez, a modalidade aproximou-se da marca de 240 milhões de transações em 24 horas.

Somente no último dia 29, foram feitas 239,9 milhões de transferências via Pix para usuários finais. O recorde diário anterior tinha sido registrado em 6 de setembro, com 227,4 milhões de movimentações.

“Os números são mais uma demonstração da importância do Pix como infraestrutura digital pública, para a promoção da inclusão financeira, da inovação e da concorrência na prestação de serviços de pagamentos no Brasil”, informou o BC em comunicado.

Em valores, foram movimentados R$ 130 bilhões na última sexta-feira. O montante é o segundo maior da história para um dia, só perdendo para os R$ 119,429 bilhões movimentados em 5 de julho deste ano.

Criado em novembro de 2020, o Pix acumulou, no fim de novembro, 170,76 milhões de usuários, conforme as estatísticas mensais mais recentes. Desse total, 155,49 milhões eram pessoas físicas; e 15,27 milhões, pessoas jurídicas. Em outubro, segundo os dados consolidados mais recentes, o sistema superou a marca de R$ 2,656 trilhões movimentados.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Sefaz notifica empresas do RN por divergências milionárias no Simples Nacional

Sefaz notifica empresas do RN por divergências milionárias no Simples Nacional

Empresas no RN precisam regularizar faturas; Sefaz-RN alerta para exclusão do regime simplificado e aplicação de multas em caso de omissão

Cerca de 900 empresas optantes pelo Simples Nacional no Rio Grande do Norte foram notificadas pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-RN) por inconsistências na declaração de faturamento referente a 2023. As divergências, que somam aproximadamente R$ 400 milhões, indicam que a Receita Bruta declarada é incompatível com as compras realizadas no período. Estima-se um débito de R$ 10 milhões em ICMS.

Os indícios de irregularidades foram identificados por meio de cruzamento de dados e ferramentas de inteligência fiscal. Caso os valores não sejam corrigidos até 31 de janeiro de 2025, os contribuintes podem ser excluídos do regime simplificado e submetidos às regras do regime geral, que incluem multas de até 120% do imposto devido.

Para evitar sanções, os empresários podem aderir ao Programa de Autorregularização Espontânea. O processo exige a verificação de notificações no Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional (DTE-SN) e a retificação do PGDAS-D. A Sefaz reforça que o procedimento é uma oportunidade de regularizar a situação sem penalidades adicionais.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Mega-Sena acumula novamente e prêmio vai a R$ 76 milhões

Mega-Sena acumula novamente e prêmio vai a R$ 76 milhões

Números sorteados foram 17 – 21 – 26 – 28 – 32 – 60

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.802 da Mega-Sena, realizado neste sábado (30), no Espaço da Sorte, em São Paulo. Com isso, o prêmio acumulou e vai para R$ 76 milhões no próximo sorteio, na terça-feira (3).

Os números sorteados foram 17 – 21 – 26 – 28 – 32 – 60.

A quina teve 36 apostas vencedoras que vão receber, cada uma, R$ 120.206,97. Os 4.510 acertadores da quadra terão o prêmio individual de R$ 1.370,74.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal. Para fazer a aposta pela internet, é necessário fazer um cadastro, ter mais de 18 anos e preencher o número do cartão de crédito.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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RN registra saldo de 34,4 mil empregos formais até outubro de 2024

RN registra saldo de 34,4 mil empregos formais até outubro de 2024

Setores como Construção Civil e Comércio impulsionam geração de vagas, destacando obras estaduais como fator estratégico

O Rio Grande do Norte apresentou um saldo positivo de 34.493 empregos formais até outubro de 2024, segundo o Boletim Econômico divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC) nesta sexta-feira (29.nov.2024). Apenas no mês de outubro, foram criados 2.847 postos de trabalho, consolidando um cenário de crescimento contínuo para o mercado formal no estado.

O levantamento, baseado nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), destaca a Construção Civil como um dos setores mais dinâmicos, com 3.865 admissões em outubro. As obras de infraestrutura, especialmente as reestruturações de rodovias estaduais conduzidas pelo governo, foram responsáveis por 1.357 dessas contratações.

Setores de destaque

Além da Construção Civil, os setores de Serviços e Comércio também impulsionaram os índices de emprego no estado. O setor de Serviços liderou as contratações, com 8.258 novos postos formais até outubro, sendo 4.765 ligados às áreas de Informação, Comunicação, e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas.

Já o Comércio registrou 5.627 admissões no mesmo período, com o varejo em destaque, respondendo por 3.862 contratações. “O comércio varejista reafirma sua relevância como um motor estratégico para a geração de emprego e renda no estado”, aponta o Boletim Econômico.

Sobre o Boletim Econômico

Elaborado mensalmente pela SEDEC, o Boletim Econômico utiliza os dados do CAGED disponibilizados pelo Ministério do Trabalho. O documento é uma ferramenta importante para monitorar o desempenho do mercado de trabalho no RN, orientando políticas públicas e ações estratégicas para fortalecer a economia local.

Foto: Vivi Nobre/Assecom-RN

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Governo do RN injeta R$ 386 milhões na economia com pagamento dos servidores em novembro

Governo do RN injeta R$ 386 milhões na economia com pagamento dos servidores em novembro

Quase 58 mil servidores, incluindo ativos, inativos e pensionistas, recebem seus vencimentos neste sábado (30)

O Governo do Rio Grande do Norte conclui neste sábado (30.nov.2024) o pagamento dos salários referentes ao mês de novembro para os servidores públicos estaduais. Os valores serão creditados para todos os servidores que recebem acima de R$ 4 mil (bruto), incluindo pensionistas, trabalhadores da Educação e servidores lotados em pastas com recursos próprios.

Com esta liberação, mais de R$ 386 milhões serão injetados na economia local, beneficiando diretamente cerca de 58 mil servidores. Os trabalhadores que possuem portabilidade bancária devem ficar atentos ao prazo acordado com suas instituições financeiras para o recebimento do crédito.

Os servidores com salários de até R$ 4 mil e toda a categoria da Segurança Pública já haviam recebido seus vencimentos no dia 25 de novembro, cumprindo o cronograma definido pelo governo para o pagamento da folha de 2024. No total, o valor destinado ao pagamento da folha de novembro ultrapassa R$ 839 milhões.

Calendário de 2024 garante isonomia

O calendário de pagamentos do próximo ano assegura que todos os servidores públicos estaduais receberão seus salários integralmente no final de cada mês. A medida reforça o compromisso do Governo do RN com a isonomia no pagamento, garantindo maior previsibilidade para os trabalhadores.

Foto: Sandro Menezes/Governo do RN

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Black Friday 2024: vendas on-line já passam de R$ 6 8 bilhões

Black Friday 2024: vendas on-line já passam de R$ 6,8 bilhões

Até à tarde deste sábado, o volume de pedidos atingiu 12,1 milhões, aumento de 9,8% em comparação ao ano passado

Entre quinta-feira (28), às 00h, e à tarde deste sábado (30), às 12h59, o e-commerce brasileiro já registrou mais de R$ 6,8 bilhões em transações no final de semana de Black Friday, com um ticket médio de R$ 563,49 – redução de apenas 0,6% frente a 2023. Em comparação ao último ano, o faturamento teve um aumento de 9,2%. Houve também alta no volume de pedidos, que atingiu 12,1 milhões, 9,8% maior que o mesmo período do ano passado. Os dados são da plataforma Hora a Hora, da Confi.Neotrust, empresa de inteligência de dados, em parceria com a ClearSale, referência em inteligência de dados e soluções para prevenção a riscos.

No âmbito das fraudes, até às 12h deste sábado, o comércio eletrônico já registrou cerca de 17,8 mil tentativas, totalizando R$ 27,6 milhões em golpes evitados. O valor representa uma queda percentual de 22% em relação ao mesmo período do ano passado. Nesse intervalo, as seis categorias com maior impacto financeiro foram: instrumentos musicais (4,02%), games (2,77%), informática (2,03%), acessórios eletrônicos e celulares (ambos com 1,74%) e eletrônicos (1,65%). O ticket médio das fraudes foi de R$ 1.550,66, um aumento de 7% comparado a 2023. Os resultados refletem suspeitas de fraude; os números são dinâmicos e podem sofrer alterações após um período, quando ocorre a confirmação da tentativa.

“Registramos um crescimento expressivo na Black Friday deste ano em relação ao anterior, com aumento tanto no faturamento quanto no volume de pedidos. No campo das fraudes, embora haja uma redução proporcional, os números ainda são altos, exigindo atenção redobrada e vigilância contínua especialmente neste final de semana. É importante destacar que ticket médio das fraudes se mantém alto, sendo três vezes maior ao dos pedidos legítimos, o que evidencia a busca dos fraudadores por vantagens maiores”, comenta Matheus Manssur, superintendente comercial da ClearSale.

Ainda segundo o levantamento da plataforma Hora a Hora, os cinco produtos mais vendidos no período foram: eletrodomésticos (16,8%), eletrônicos (11,5%), telefonia (10,1%), moda e acessórios (7,0%) e ar e ventilação (6,6%). No e-commerce, os meios de pagamento mais utilizados foram o cartão de crédito (61,6%), seguido por PIX (25,8%), boleto bancário (8,6%) e outros (4%), que incluem e-wallets, cashback, débito e vales.

Em relação ao perfil do consumidor, o público feminino foi responsável pela maioria das transações no período (50,4%), seguido por homens (49,6%). Quanto à faixa etária, a plataforma indica que a maior parte das compras foi realizada por pessoas entre 36 e 50 anos (41,2%), seguidas por consumidores de 26 a 35 anos (31,4%), acima de 51 anos (18%) e até 25 anos (9,3%).

“Os resultados da Black Friday deste ano consolidam ainda mais o canal digital como uma força no varejo, com um crescimento sólido e um comportamento de consumo mais planejado. Estamos vendo menos picos de compras por impulso, o que reflete um consumidor mais estratégico e um varejista que soube aproveitar todo o mês para alavancar seus resultados, especialmente com a data caindo no fim do mês. A expectativa é que o sábado pós-Black Friday, coincidentemente o último dia do mês, traga um desempenho significativo para o varejo. Esse dia apresenta uma oportunidade estratégica para algumas categorias consolidarem resultados positivos para o fechamento do mês”, analisa Juliana Lorenzetti, diretora de Growth da Neotrust Confi.

Monitoramento Hora a Hora  

Para acompanhar os movimentos e ajudar empresas e consumidores, as companhias estão monitorando as tentativas de fraudes e outros indicadores do varejo eletrônico brasileiro durante a Black Friday. O monitoramento é feito via site oficial, diariamente durante todo o mês de novembro, e atualizado de hora em hora entre os dias 28 de novembro e 1 de dezembro.

Foto: Anna Shvets/Pexels

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Aneel mantém bandeira verde em dezembro no RN

Aneel mantém bandeira verde em dezembro no RN

Com tarifas sem cobrança extra, população pode aproveitar para adotar práticas de consumo consciente e reduzir ainda mais o valor das contas de luz

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (29.nov.2024) que a bandeira tarifária para dezembro será verde no Rio Grande do Norte. Isso significa que não haverá cobrança adicional na conta de luz dos consumidores, uma boa notícia após meses de instabilidade nas tarifas.

A bandeira verde esteve em vigor de abril de 2022 até julho de 2024, sendo substituída por bandeiras amarela e vermelha em diferentes patamares até novembro. Em dezembro, o retorno da tarifa mais favorável acompanha o desafio de manter o consumo consciente, especialmente durante o verão, quando o uso de aparelhos como ar-condicionado e ventiladores é intensificado.

Dicas para reduzir o consumo

Apesar do alívio nas tarifas, a Neoenergia Cosern reforça a importância de economizar energia elétrica. Confira algumas práticas que podem fazer diferença no bolso e no meio ambiente:

  • Ar-condicionado: Utilize a temperatura entre 23ºC e 25ºC e opte por modelos com tecnologia Inverter, mais econômicos. Realize manutenções periódicas e limpe os filtros.
  • Chuveiro elétrico: Use a posição “verão” para economizar até 30% de energia e tome banhos rápidos.
  • Geladeira: Verifique a vedação das portas, evite abrir o equipamento desnecessariamente e posicione-o longe de fontes de calor.
  • Iluminação: Aproveite a luz natural durante o dia e substitua lâmpadas incandescentes por modelos de LED, que consomem até 40% menos energia.

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

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Governo libera R$ 1,7 bilhão bloqueados do Orçamento

Governo libera R$ 1,7 bilhão bloqueados do Orçamento

Volume de recursos congelados cai R$ 19,3 bi para R$ 17,6 bilhões

A reestimativa de receitas e o adiamento de repasse de recursos da Lei Aldir Blanc fizeram o governo liberar R$ 1,7 bilhão do Orçamento bloqueados na semana passada. O Ministério do Planejamento e Orçamento editou uma nova versão do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas nesta sexta-feira (29) à noite.

Com a liberação, o volume de recursos congelados no Orçamento deste ano caiu de R$ 19,3 bilhões para R$ 17,6 bilhões. O bloqueio foi reduzido porque o Planejamento oficializou o adiamento de R$ 1,71 bilhão da Lei Aldir Blanc. Alegando baixa execução dos projetos culturais pelos estados e municípios, o governo editou, no último dia 22, uma medida provisória que condiciona as transferências de recursos ao andamento dos projetos financiados pela lei.

Déficit primário

Chamado de “extemporâneo” pelo Ministério do Planejamento, o novo relatório também diminuiu a previsão de déficit primário de R$ 65,303 bilhões para R$ 64,426 bilhões. A redução ocorreu porque a Procuradoria-Geral Federal informou que cerca de R$ 2,7 bilhões da versão do Desenrola para agências reguladoras devem entrar no caixa do governo ainda este ano. No relatório publicado na semana passada, a estimativa para essas receitas estava zerada.

Ao considerar apenas as despesas sujeitas ao teto do arcabouço fiscal, a previsão de déficit primário caiu de R$ 28,737 bilhões para R$ 27,747 bilhões. Como a projeção está dentro da margem de tolerância do marco fiscal, que permite déficit de até R$ 28,756 bilhões (0,25% do Produto Interno Bruto), não houve a necessidade de contingenciamento.

O déficit primário representa a diferença entre as receitas e os gastos do governo sem os juros da dívida pública. Entre os gastos fora do teto do arcabouço fiscal, estão os créditos extraordinários para a reconstrução do Rio Grande do Sul, o combate a incêndios florestais e o pagamento de precatórios em atraso.

Tanto o contingenciamento como o bloqueio representam cortes temporários de gastos. O novo arcabouço fiscal, no entanto, estabeleceu motivações diferentes. O bloqueio ocorre quando os gastos do governo crescem mais que o limite de 70% do crescimento da receita acima da inflação. O contingenciamento ocorre quando há falta de receitas que comprometem o cumprimento da meta de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública).

Detalhamento

Também na noite desta sexta-feira, o Ministério do Planejamento publicou o detalhamento do bloqueio dos R$ 17,6 bilhões por ministério. Em valores absolutos, as pastas mais atingidas são os Ministérios da Saúde (R$ 4,39 bilhões), Educação (R$ 3,04 bilhões) e Cidades (R$ 2,47 bilhões). Em seguida, vêm os Ministérios dos Transportes (R$ 1,94 bilhão) e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (R$ 1,04 bilhão).

Pela legislação, o governo precisa editar o decreto presidencial com o detalhamento do bloqueio de gastos até dez dias após a publicação do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas. Nesse caso, o prazo levou em consideração a publicação do relatório original, na sexta-feira da semana passada, mas os números vieram atualizados com a redução do bloqueio em R$ 1,7 bilhão.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Dólar fecha a R$ 6 pela primeira vez na história

Dólar fecha a R$ 6 pela primeira vez na história

Durante a manhã, moeda chegou a ser vendida a R$ 6,11

Em mais um dia de turbulência no mercado financeiro, o dólar atingiu a barreira de R$ 6 pela primeira vez na história, ainda sob reflexo do anúncio do pacote de corte de gastos e do aumento do limite de isenção do Imposto de Renda, detalhados pelo governo na quinta-feira (28). A bolsa de valores iniciou o dia em queda, mas reverteu o movimento e encerrou em alta de quase 1%.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (29) vendido a R$ 6,001, com alta de apenas 0,19%. A cotação começou o dia com tensão, chegando a R$ 6,11 na máxima do dia, por volta das 10h15, mas desacelerou após declarações do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Em valores nominais, esta é a maior cotação desde a criação do real. A divisa subiu 3,21% na semana e encerrou novembro com alta de 3,8%. O euro comercial encerrou o dia com alta de 0,41%, vendido a R$ 6,348. O Banco Central não interveio no câmbio.

No mercado de ações, o dia foi marcado pela recuperação. Após uma manhã turbulenta, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 125.668 pontos, com alta de 0,85%. Por volta das 11h30, o indicador chegou a cair 0,53%, mas reverteu o movimento e passou a subir durante a tarde.

Apesar do avanço desta sexta, a bolsa de valores perdeu 2,46% na semana, o pior desempenho semanal desde meados de setembro. Em novembro, o Ibovespa encolheu 2,9%.

O dólar zerou a alta após Rodrigo Pacheco condicionar a elevação da isenção do Imposto de Renda para R$ 5 mil à situação fiscal. Mais tarde, em evento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Haddad afirmou que o governo pode rever medidas do pacote fiscal enviado ao Congresso, caso seja necessário.

Foto: Pixabay/Pexels

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Novo cartão do INSS permite antecipar R$ 150 do benefício sem juros

Novo cartão do INSS permite antecipar R$ 150 do benefício sem juros

O valor será descontado diretamente na folha de pagamento, e o benefício poderá ser usado apenas uma vez

Aposentados, pensionistas e quem recebe benefícios permanentes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderão antecipar até R$ 150 do benefício e pagar no mês seguinte sem juros, correção, ou taxas. O objetivo do cartão Meu INSS Vale+, lançado nesta quinta-feira (28) pelo Ministério da Previdência Social e pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), é antecipar o valor do benefício para suprir necessidades básicas dos aposentados e pensionistas.

O valor será descontado diretamente na folha de pagamento, e o benefício poderá ser usado apenas uma vez.

Segundo o ministro da Previdência, Carlos Lupi, o objetivo é prover recursos na compra de itens como remédio, comida, gás e transporte. Lupi afirma que não haverá qualquer tipo de taxa ou anuidade. “É uma maneira de dar um dinheiro menor, mas mais rápido e sem nenhuma taxa.”

O benefício será feito em parceria com instituições financeiras por meio de acordo de cooperação técnica firmado com o INSS. O cartão só poderá ser usado na modalidade de crédito e não permitirá fazer saques.

No ano passado, o governo lançou o Meu INSS+, que possibilita descontos em farmácias, cinemas, shows, serviços, telemedicina, seguros e viagens, entre outros. De acordo com o ministério, o benefício já alcançou 32,8 milhões de acessos desde a sua criação.

Regras

O adiantamento do Meu INSS Vale+ não dependerá de desbloqueio prévio do benefício. O INSS não terá corresponsabilidade por dívidas ou compromissos de natureza pecuniária assumidos pelo beneficiário junto às instituições financeiras.

O cartão não poderá ser usado para apostas físicas ou eletrônicas. “Não faz sentido a gente disponibilizar um adiantamento para alimentar um vício”, explicou o presidente do INSS, Alessandro Stefanutto.

A antecipação salarial deverá ser feita por meio de uma instituição financeira com no mínimo 12 meses de experiência nesse serviço e que tenha celebrado convênio ou acordo de cooperação técnica com o INSS. Também será exigido o uso do cartão físico do segurado, com chip e senha pessoal, contratado junto à instituição financeira devidamente credenciada.

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

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Micro e pequenas empresas lideram geração de empregos no RN

Micro e pequenas empresas lideram geração de empregos no RN

Setores de serviços, construção e indústria lideram geração de vagas no estado

O Rio Grande do Norte alcançou um crescimento expressivo de 31% na geração de empregos por Micro e Pequenas Empresas (MPE) entre janeiro e outubro de 2024, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número de postos criados subiu de 23.266 em 2023 para 34.493 no mesmo período deste ano, com destaque para os pequenos negócios, responsáveis por 70,51% das vagas.

Entre as microempresas, o saldo aumentou de 17.448 para 21.175 empregos. Já as pequenas empresas registraram um salto impressionante de 517%, passando de 339 vagas em 2023 para 2.091 em 2024. Os setores que mais contribuíram foram serviços (17.228 vagas), construção (6.449) e indústria (4.905).

No mês de outubro, o estado registrou saldo positivo de 2.847 empregos, resultado de 21.330 admissões e 18.483 desligamentos. Natal liderou na criação de vagas com 1.292 novos postos, seguida por Currais Novos (457) e Açu (376).

No ranking regional, o Rio Grande do Norte ocupou a quarta posição no Nordeste em outubro, ficando atrás de Pernambuco, Alagoas e Ceará.

Especialistas apontam que o fortalecimento das MPE reflete a recuperação econômica pós-pandemia e a maior acessibilidade a linhas de crédito e incentivos fiscais. “O desempenho das micro e pequenas empresas demonstra a força do empreendedorismo local como motor do desenvolvimento econômico e geração de empregos no estado”, avalia um analista de mercado.

Esses resultados reforçam a importância de políticas públicas voltadas para o apoio ao pequeno empreendedor, considerado essencial para manter o crescimento sustentável no Rio Grande do Norte.

Foto: Marcello Casal Jr/ABr

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Primeira parcela do décimo terceiro deve ser depositada até hoje

Primeira parcela do décimo terceiro deve ser depositada até hoje

Segundo o Dieese, salário extra injetará R$ 321,4 bilhões na economia

Um dos principais benefícios trabalhistas do país, o décimo terceiro salário tem a primeira parcela depositada até esta sexta-feira (29). A partir de 1º de dezembro, o empregado com carteira assinada começará a receber a segunda parcela, que deve ser paga até 20 de dezembro.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário extra injetará R$ 321,4 bilhões na economia neste ano. Em média, cada trabalhador deverá receber R$ 3.096,78.

Essas datas valem apenas para os trabalhadores na ativa. Como nos últimos anos, o décimo terceiro dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi antecipado. A primeira parcela foi paga entre 24 de abril a 8 de maio. A segunda foi depositada de 24 de maio a 7 de junho.

Quem tem direito

Segundo a Lei 4.090/1962, que criou a gratificação natalina, têm direito ao décimo terceiro aposentados, pensionistas e quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 15 dias. Dessa forma, o mês em que o empregado tiver trabalhado 15 dias ou mais será contado como mês inteiro, com pagamento integral da gratificação correspondente àquele mês.

Trabalhadores em licença maternidade e afastados por doença ou por acidente também recebem o benefício. No caso de demissão sem justa causa, o décimo terceiro deve ser calculado proporcionalmente ao período trabalhado e pago junto com a rescisão. No entanto, o trabalhador perde o benefício se for dispensado com justa causa.

Cálculo proporcional

O décimo terceiro salário só será pago integralmente a quem trabalha há pelo menos um ano na mesma empresa. Quem trabalhou menos tempo receberá proporcionalmente. O cálculo é feito da seguinte forma: a cada mês em que trabalha pelo menos 15 dias, o empregado tem direito a 1/12 (um doze avos) do salário total de dezembro. Dessa forma, o cálculo do décimo terceiro considera como um mês inteiro o prazo de 15 dias trabalhados.

A regra que beneficia o trabalhador o prejudica no caso de excesso de faltas sem justificativa. O mês inteiro será descontado do décimo terceiro se o empregado deixar de trabalhar mais de 15 dias no mês e não justificar a ausência.

Tributação

O trabalhador deve estar atento quanto à tributação do décimo terceiro. Sobre o décimo terceiro incide tributação de Imposto de Renda, INSS e, no caso do patrão, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. No entanto, os tributos só são cobrados no pagamento da segunda parcela.

A primeira metade do salário é paga integralmente, sem descontos. A tributação do décimo terceiro é informada num campo especial na declaração anual do Imposto de Renda Pessoa Física.

Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

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Franquia de rede fast-food deverá corrigir jornadas irregulares dos empregados

Franquia de rede fast-food deverá corrigir jornadas irregulares dos empregados

Entre as medidas previstas no TAC estão a proibição da prorrogação da jornada de trabalho, a concessão de intervalos intrajornada e o repouso semanal remunerado

O Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT-RN) firmou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com a Matteo & Godeiro Ltda, franquia da rede de fast-food Giraffas, localizada no Praia Shopping, em Natal (RN). O documento visa a proteção da saúde dos trabalhadores por meio do ajuste das jornadas de trabalho dos empregados.

De acordo com os denunciantes, a empresa concedia uma folga dominical por mês às empregadas e não fornecia o contracheque de forma regular. Eles também relataram que quando não havia um substituto para algum dos empregados, esse não tinha direito ao intervalo intrajornada.

Assim, no TAC assinado com o MPT-RN, no mês de outubro, a empresa se comprometeu a não prorrogar a jornada de trabalho de seus empregados além do limite de duas horas diárias, sem qualquer justificativa legal e a conceder o intervalo mínimo de uma hora para repouso ou alimentação, após seis horas de trabalho contínuo. Além disso, o tempo de descanso entre uma jornada e outra de trabalho deverá ser, no mínimo, de 11 horas.

Outra determinação prevista no acordo é a concessão de repouso semanal remunerado aos empregados de 24 horas consecutivas, a cada seis dias de trabalho, preferencialmente aos domingos. O empregador deverá, ainda, fornecer contracheque ou recibo mensalmente aos trabalhadores e pagar os salários de acordo com a legislação vigente.

O TAC foi proposto pelo procurador do Trabalho Francisco Marcelo Andrade. Ele salienta que “o não cumprimento das leis trabalhistas afeta a saúde dos empregados, já que ao não terem o descanso adequado, ficam mais propensos a acidentes de trabalho”.

O descumprimento do acordo acarretará multa de R$ 5 mil por trabalhador encontrado em situação irregular e por obrigação não respeitada, podendo ser reversível ao Fundo de Amparo ao Trabalhador, às instituições filantrópicas ou, ainda, aos órgãos públicos que prestem relevantes serviços no Estado.

Ao encontrar irregularidades, denuncie no www.mpt.mp.br.

Termo de Ajuste de Conduta (TAC)

O Termo de Ajuste de Conduta (TAC) é um acordo que o Ministério Público firma com o violador de determinado direito coletivo. O objetivo do TAC é impedir a continuidade da situação de ilegalidade, reparar o dano ao direito coletivo e evitar a ação judicial.

Foto: Reprodução

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Entenda pacote fiscal de R$ 70 bi anunciado por Haddad

Entenda pacote fiscal de R$ 70 bi anunciado por Haddad

Medidas combinam corte de gastos e isenção do IR até R$ 5 mil

Com o objetivo de adequar a explosão de gastos públicos nos próximos anos e dar sobrevida ao arcabouço fiscal em vigor desde o ano passado, o governo anunciou, na noite de quarta-feira (27), um pacote de corte de gastos obrigatórios. Estimada, segundo a equipe econômica, em R$ 70 bilhões em dois anos (R$ 30 bilhões em 2025 e R$ 40 bilhões em 2026), a economia de recursos foi detalhada na manhã de hoje (28) pelos ministros da Fazenda, Fernando Haddad; do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet; e da Casa Civil, Rui Costa.

Entre os principais pontos da proposta de contenção de gastos estão a redução a médio prazo do abono salarial e um teto no reajuste do salário mínimo. Para distribuir o impacto dos cortes aos mais ricos, o governo propõe acabar com brechas que burlam o teto dos supersalários no serviço público e reformar a previdência dos militares.

O pacote também prevê a limitação na concessão de benefícios fiscais enquanto as contas do governo estiverem deficitárias e um teto no crescimento das emendas parlamentares. Para reduzir o impacto político dos cortes de gastos obrigatórios, o governo enviará proposta para elevar a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil, em troca de uma alíquota efetiva de 10% para quem recebe mais de R$ 50 mil por mês.

As mudanças no IR, informou o governo, terão impacto zero nas contas públicas e antecipam a segunda fase da reforma tributária, que trata da cobrança de Imposto de Renda. Confira as medidas enviadas pelo governo ao Congresso Nacional.

Imposto de Renda

Elevação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês. A medida cumpre promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2022. Atualmente, não paga IR quem ganha até R$ 2.259,20 mensais.

Essa medida tem impacto de R$ 35 bilhões por ano na arrecadação federal. Com a tramitação da segunda fase da reforma tributária ao longo do próximo ano, a tendência é que a mudança só entre em vigor em 2026.

Aumento de imposto para ricos

Para financiar o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda, o governo pretende introduzir uma alíquota efetiva de 10% para quem ganha mais de R$ 50 mil por mês. A medida pretende fazer que pague mais tributos quem se aproveita da “pejotização”, conversão rendimentos de pessoas físicas em rendimentos de empresas.

Nada muda para quem trabalha com carteira assinada e recebe mais de R$ 50 mil porque essas pessoas já pagam alíquota de 27,5%. Atualmente, segundo o governo, o 1% mais rico da população paga alíquota efetiva de 4,2% de Imposto de Renda. Para o 0,01% mais rico, a alíquota efetiva é 1,75%.

Isenção de IR por problemas de saúde

Isenção de Imposto de Renda por problemas de saúde valerá apenas para quem ganha até R$ 20 mil por mês. Dedução de 100% de gastos com saúde não mudará. Junto com aumento de imposto para ricos, medida garantirá os R$ 35 bilhões para bancar o aumento da isenção do IR.

Salário mínimo

Desde 2023, o salário mínimo é corrigido pela inflação do ano anterior, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) de dois anos anteriores.

A proposta mantém a parcela de crescimento pelo PIB, mas a variação real estará nos limites do arcabouço fiscal, 2,5% acima da inflação do ano anterior. Para 2025, o salário mínimo subirá 2,9% acima da inflação, o equivalente ao crescimento da economia de 2023. Com a limitação, o salário mínimo ficará em R$ 1.515 em 2025, R$ 6 a menos que a atual regra.

Nos anos em que o PIB encolher, o salário mínimo subirá pelo menos 0,6% acima da inflação, equivalente ao piso da variação de gastos do arcabouço fiscal.

Abono salarial

Benefício que equivale a um 14º salário para quem ganha até dois salários mínimos (atualmente em R$ 2.824) com carteira assinada, o abono salarial terá a correção mudada. O valor de até R$ 2.640 será corrigido pela inflação nos próximos anos, em vez de seguir a política de valorização do salário mínimo.

Com o abono salarial subindo menos que o salário mínimo, o governo prevê que o benefício equivalerá a um salário e meio a partir de 2035. A mudança será discutida em proposta de emenda à Constituição.

Previdência dos militares

▪ Fim da morte ficta, quando a família de um militar expulso das Forças Armadas recebe pensão como se ele tivesse morrido. Família receberá auxílio-reclusão, pago pelo Instituto Nacional de Seguro Social a parentes de presos;

▪ Padronização em 3,5% da remuneração a contribuição do militar para o Fundo de Saúde até janeiro de 2026. Atualmente, os militares da Aeronáutica e da Marinha pagam menos.

▪ Extingue a transferência cota de pensão, quando a parte de um dependente que morre migra para os demais membros da família, somando 100%;

▪ Estabelece progressivamente idade mínima para reserva remunerada, até chegar a 55 anos;

▪ Economia de R$ 2 bilhões por ano.

Supersalários

Lista de exceções ao teto remuneratório nacional passará a ser definida por lei complementar. Medida vale para todos os poderes e todas as esferas: federal, estadual e municipal.

Novo pente-fino

Novo pente-fino no Bolsa Família e no Benefício de Prestação Continuada (BPC), salário mínimo pago a pessoas com deficiência e idosos de baixa renda. Medida também prevê endurecimento para acesso aos benefícios.

BPC

▪ Prova de vida anual, como para os aposentados, além de biometria e reconhecimento facial para a concessão do benefício;

▪ Focalizar em pessoas incapacitadas;

▪ Vedação de dedução de renda (para o enquadramento para receber o benefício) não prevista em lei;

▪ Renda de cônjuge e companheiro não coabitante e renda de irmãos, filhos e enteados (não apenas solteiros) coabitantes passam a contar para acesso;

▪ Atualização obrigatória para cadastros desatualizados há mais de 24 meses e para benefícios concedidos administrativamente sem Código Internacional de Doenças (CID);

▪ Biometria obrigatória para atualizações cadastrais;

▪ Em uma mesma família, a renda de um benefício volta a contar para acesso a outro benefício

Bolsa Família

No Bolsa Família, governo pretende combater irregularidades nos pagamentos para beneficiários que declaram que moram sozinhos, os chamados unipessoais.

▪ Restrição para municípios com percentual de famílias unipessoais acima do disposto em regulamento;

▪ Inscrição ou atualização de unipessoais deve ser feita em domicílio obrigatoriamente;

▪ Atualização obrigatória para cadastros desatualizados há 24 meses;

▪ Biometria obrigatória para inscrição e atualização cadastral;

▪ Concessionárias de serviços públicos deverão disponibilizar informações de seus bancos de dados para viabilizar cruzamento de informações.

Emendas parlamentares

Projeto de lei complementar discutirá limitação do crescimento das emendas

▪ Limite de crescimento das emendas impositivas ao arcabouço fiscal, alinhado à lei sancionada nesta semana pelo presidente Lula;

▪ Restrição de emendas nas despesas discricionárias (não obrigatórias) do Poder Executivo;

▪ Vedação de crescimento real das emendas não impositivas, de modo que o montante total das emendas crescerá sempre abaixo do arcabouço;

▪ Destinação de 50% dos valores de emendas de comissão para o Sistema Único de Saúde (SUS). Para 2025, essas emendas estão previstas em R$ 11,5 bilhões;

▪ Bloqueio proporcional de emendas aos bloqueios do Poder Executivo, limitado a 15% do total das emendas (R$ 7,5 bi em 2025);

▪ A partir de 2026, limite para as emendas individuais e de bancadas estaduais deve seguir as regras do arcabouço fiscal, com alta real entra 0,6% e 2,5%;

▪ Emendas de comissão serão corrigidas apenas pela inflação a partir de 2026.

Isenções fiscais

Se houver déficit primário de 2025 em diante, no ano seguinte fica vedada a criação, majoração ou prorrogação de benefícios tributários.

Em 2023, incentivos fiscais somaram R$ 519 bilhões. Mecanismo de vedação havia sido sugerido pelo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo, no relatório sobre as contas do governo em 2023.

Gastos com pessoal

A partir de 2027, gatilho de reenquadramento vedará aumento real (acima da inflação) acima de 0,6%, se despesas discricionárias (não obrigatória) do governo caírem de um ano para o outro.

Novo Vale Gás e Pé-de-Meia

Gastos com programas serão inseridos no arcabouço fiscal. Pé-de-Meia passará para orçamento do Ministério da Educação, e Vale Gás, ao Ministério de Minas e Energia.

Educação em tempo integral

Até 20% do aporte da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) poderão ser empregados em ações para criação e manutenção de matrículas em tempo integral na educação básica pública.

Lei Aldir Blanc

Repasse anual de até R$ 3 bi aos entes continua, mas condicionado à execução dos recursos pelos no ano anterior.

Concursos públicos

Escalonamento de provimentos e concursos em 2025, com meta de pelo menos R$ 1 bilhão de economia.

Subsídios e subvenções

Autorização para ajuste orçamentário em cerca de R$ 18 bilhões em subsídios e subvenções. Atualmente, o Banco Central manda a conta de alguns subsídios, como o Proagro, ao governo, sem limitação orçamentária. Com a proposta, governo só poderá gastar em subsídios o que estiver autorizado no orçamento.

Fundo Constitucional do Distrito Federal

Correção de recursos do fundo pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), igual ao Fundo de Desenvolvimento Regional criado pela reforma tributária.

Desvinculação de Receitas da União (DRU)

Prorrogação até 2032. A DRU permite que governo possa gastar livremente até 30% das receitas.

Criação de despesa

Novas despesas devem observar a variação da despesa anualizada limitada ao crescimento permitido pelo arcabouço.

Dever de execução

Revoga dever de execução do orçamento.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Natal de Luz e Prêmios aquece o comércio de Natal com sorteios no RN

Natal de Luz e Prêmios aquece o comércio de Natal com sorteios

CDL Natal sorteará carro elétrico e caminhão de prêmios para estimular vendas no período natalino

Entre os dias 29 de novembro e 24 de dezembro, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal) realiza mais uma edição da campanha Natal de Luz e Prêmios. A iniciativa, lançada nesta quinta-feira (28.nov.2024) visa impulsionar o comércio e serviços no período natalino, oferecendo aos consumidores a chance de concorrer a prêmios valiosos.

A cada R$ 50 em compras nas lojas participantes, o consumidor ganha cupons para participar do sorteio. Quem usar maquinetas da Cielo triplica as chances, enquanto pagamentos com o cartão Elo garantem cinco cupons por R$ 50. Os prêmios incluem um carro elétrico, um caminhão de prêmios e 10 bicicletas.

Segundo José Lucena, presidente da CDL Natal, a campanha busca aquecer a economia local e incentivar as compras em lojas do comércio de rua, shoppings e supermercados, promovendo o espírito natalino. “Além de gerar oportunidades para lojistas e consumidores, movimentamos o comércio de forma estratégica”, destacou.

Os consumidores podem depositar seus cupons em diversos pontos da cidade, como shoppings, supermercados e lojas participantes, até 25 de dezembro. Após essa data, apenas na sede da CDL Natal. O sorteio será realizado no dia 30 de dezembro, às 10h, na sede da CDL.

A ação, que já é tradicional no calendário da cidade, reforça a importância do consumo consciente e fortalece o comércio local, oferecendo oportunidades para celebrar o Natal com grandes prêmios.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Governo e Congresso esperam votar corte de gastos ainda neste ano

Governo e Congresso esperam votar corte de gastos ainda neste ano

Ministro prevê economia de R$ 327 bilhões em cinco anos

As medidas de corte de gastos obrigatórios apresentadas pelo governo federal nesta semana devem ser votadas na Câmara dos Deputados e no Senado até o fim deste ano, segundo preveem o Executivo e as lideranças do Congresso Nacional.

Como restam apenas três semanas para o início do recesso parlamentar, a ideia é que o projeto de lei complementar (PLC) e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que tratam do corte de gastos sejam apreciados na Câmara nas próximas duas semanas e, no Senado, na última semana de trabalhos legislativos, entre 16 e 20 de dezembro.

Por outro lado, a reforma tributária da renda só deverá ser apreciada em 2025 com objetivo de começar a valer em 1º de janeiro de 2026. As medidas preveem a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil e a taxação extra de 10% para quem recebe acima de R$ 50 mil.

Em reunião com os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, nesta quarta-feira (28), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), comprometeu-se a votar os textos ainda neste ano.

“Nosso compromisso no Senado é que, tão logo a Câmara dos Deputados aprecie a PEC e o PLC, o Senado submeta diretamente ao plenário para que possa ser ratificado em revisão àquilo que a Câmara fizer em relação a esse pacote”, explicou Pacheco. Segundo o senador, por enquanto, não foram apresentadas pelas lideranças restrições ao pacote.

Em reunião com líderes da Câmara na noite desta quarta-feira (27), o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), também se comprometeu a analisar os projetos ainda neste ano, segundo confirmou a assessoria do parlamentar alagoano.

Fernando Haddad destacou que as lideranças receberam bem as medidas. “A reação dos líderes foi bastante favorável, um espírito de abertura muito grande para o diálogo. Então, saímos daqui com a esperança de que vamos construir um bom arranjo para o final do ano e para ter um orçamento com execução mais tranquila no ano que vem”, comentou.

O ministro Padilha, responsável pela articulação com o Congresso Nacional, informou que os textos dos projetos ainda não foram enviados, pois havia uma determinação de primeiro apresentar as ideias, avaliar a receptividade e, em seguida, enviar as matérias.

“O que eu ouvi é o compromisso dos líderes da Câmara, de todos os partidos, dos líderes do Senado, de todos os partidos, expresso aqui pelo presidente do Senado, todo esforço para concluirmos a votação até o final do ano, para que a gente possa construir a peça orçamentária do ano que vem”, destacou.

Além do pacote de corte de gastos, o Senado tem a regulamentação da reforma tributária do consumo para votar. Antes do fim do ano, a Câmara e o Senado devem analisar também os projetos de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária (LOA) de 2025. Isso sem contar uma série de projetos que estão na pauta das duas Casas, como os que tratam da ampliação da imunidade tributária para igrejas, da regulação da Inteligência Artificial e dos jogos de azar no Brasil.

Oposição

Enquanto isso, o líder da oposição no Senado, Marco Rogério (PL-RO), criticou o anúncio do governo por incluir, junto com o corte de gastos, medidas para isenção do Imposto de Renda. “Por que o mercado age de forma desconfiada, desconfortável, negativa? Porque o governo tira com a mão e dá com a outra. Então, é um governo que não tem compromisso com a agenda fiscal”, afirmou.

Questionado por jornalistas se a oposição ficará contra a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil, o líder da oposição disse que “é preciso estudar com profundidade todas as medidas, todas as propostas que estão sendo apresentadas”.

Sobre o corte de gastos, Marco Rogério indicou que ficará contra. “A oposição sempre defendeu a pauta do controle de gastos, sempre defendeu o equilíbrio fiscal. Não é agora que nós vamos mudar o nosso discurso, mas não vamos embarcar numa proposta que é um grande faz de conta, uma proposta que promete muito e não entrega quase nada”, completou.

Renda

Sobre a reforma da renda, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que será analisada separadamente do corte de gastos e que a ideia do governo é que seja uma mudança neutra, ou seja, a isenção dos que ganham menos terá que ser compensada pela taxação dos que ganham mais.

“A reforma, tanto do consumo quanto da renda, é neutra do ponto de vista fiscal. Ninguém está disposto a votar uma reforma que não seja neutra. Isso será observado na lei ordinária que regula a matéria da reforma da renda”, afirmou Haddad.

Entenda

Diante do aumento dos gastos obrigatórios, que ameaçam romper os limites impostos pelo arcabouço fiscal do governo, foi apresentada na noite desta quarta-feira, e detalhada hoje, uma série de medidas de contenção de despesas.

O pacote prevê redução de gasto com reajuste do salário mínimo, benefício de prestação continuada, emendas parlamentares e previdência de militares, entre outras despesas. Estima-se que a redução some R$ 327 bilhões em cinco anos.

Ao mesmo tempo, o governo anunciou a previsão de submeter ao Congresso Nacional, no próximo ano, uma proposta de reforma tributária da renda, com previsão de isentar do Imposto de Renda quem recebe até R$ 5 mil. Para compensar a perda de arrecadação, o governo propõe taxar 10% a mais quem recebe acima de R$ 50 mil por mês.

Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

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Ajustes no BPC visam diminuir judicialização, diz ministro Rui Costa

Ajustes no BPC visam diminuir judicialização, diz ministro Rui Costa

Beneficiários com deficiência passarão por perícia em 2025

O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, afirmou, nesta quinta-feira (28), que as medidas administrativas que endurecem o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) visam garantir o cumprimento da lei e, também, diminuir a judicialização do programa social. Segundo ele, dos 3 milhões de beneficiários com deficiência do BPC, 1 milhão não consta no sistema do Código Internacional de Doenças (CID), sendo que 75% dessas concessões ocorreram após decisão judicial.

“Se um programa, está na lei, que é para pessoa com deficiência. Se o programa é para deficientes, você precisa saber qual é a deficiência da pessoa”, disse, anunciando que, em 2025, os beneficiários do BPC passarão por perícia médica, “para garantir que quem tem direito continue recebendo e, eventualmente, quem foi incluído que não tem direito não receba”.

Atualmente, o programa atende mais de 6,02 milhões de cidadãos de baixa renda (com renda familiar per capita igual ou inferior a um quarto do salário mínimo), entre idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência. Os beneficiários recebem o pagamento de um salário mínimo.

As medidas de endurecimento para acesso ao BPC e ao Bolsa Família fazem parte do pacote de corte de gastos obrigatórios anunciado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na noite desta quarta-feira (27) e detalhado em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (28). O ministro Rui Costa e outros ministros da área econômica e da articulação política participaram da coletiva.

Cadastro Único

Desde 2016, para o recebimento do BPC, os beneficiários precisam estar inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e fazer atualização cadastral a cada dois anos. Rui Costa lembrou que mais de 500 mil pessoas não estavam cadastradas, a maioria incluídas no programa no governo passado.

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) vem notificando esses beneficiários, que têm prazo para o cadastramento. O último balanço apontou que mais de 300 mil pessoas precisam regularizar a situação junto ao CadÚnico para continuar recebendo o BPC.

O prazo é 45 a 90 dias, a depender do município de residência, contados a partir da data de notificação oficial ao beneficiário do BPC, que pode acontecer pela rede bancária ou por meio de outros canais. O cadastro deve ser feito na rede de assistência social do município de residência.

O Cadastro Único é um registro que permite identificar as famílias de baixa renda existentes no Brasil. Ele foi criado pelo governo federal, mas é operacionalizado e atualizado pelas prefeituras, por meio do Sistema Único da Assistência Social (Suas).

Especulações

Durante a coletiva, Rui Costa, defendeu a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de isentar do Imposto de Renda (IR), a partir de 2026, os contribuintes que recebem até R$ 5 mil mensais. Atualmente, não paga IR quem ganha até R$ 2.259,20 mensais.

A medida cumpre promessa de campanha do presidente Lula em 2022. “O povo brasileiro votou neste programa. E, portanto, ele foi legitimado pelas urnas”, disse Rui Costa, criticando as especulações do mercado financeiro.

“Está sendo cumprido o que foi dito na campanha eleitoral, o que foi dito na posse, não tem nenhuma surpresa. Os agentes econômicos e a sociedade não estão sendo tomados de surpresa. Se alguém criou uma expectativa que seria em janeiro, o anúncio, e não em dezembro, não foi o presidente Lula que criou essa expectativa”, acrescentou.

Ontem, as expectativas em relação ao pacote de corte de gastos provocaram um dia de nervosismo para o mercado financeiro. O dólar superou a barreira de R$ 5,90 e fechou na maior cotação do Plano Real. A Bolsa de Valores caiu mais de 1,5% e ficou abaixo dos 128 mil pontos.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Parceria entre RN Card e Dr. Hoje oferece telemedicina 24h para a população da Grande Natal

Parceria entre RN Card e Dr. Hoje oferece telemedicina 24h para a população da Grande Natal

Com valores da assinatura a partir de R$ 14,90 por mês e consultas a partir de R$ 50, os clientes têm acesso a consultas online e benefícios em saúde

A Dr. Hoje, em parceria com a RN Card, está oferecendo uma solução completa de telemedicina para a população da Grande Natal. Com valores da assinatura a partir de R$ 14,90 por mês e consultas a partir de R$ 50, os clientes dos cartões de bilhetagem eletrônica PASSE FÁCIL e ESTUDANTE podem contar com consultas médicas online 24 horas por dia, permitindo acesso rápido e descomplicado à saúde. O serviço é oferecido sem taxa de adesão, sem carência, sem limite de idade e com máxima praticidade.

Com foco em facilitar o acesso à saúde de qualidade, o Dr. Hoje oferece consultas online com clínicos gerais e pediatras a qualquer momento, sem limite de uso e sem complicações burocráticas. O diferencial do Dr. Hoje vai além, com um pacote de benefícios que inclui atendimentos com especialistas, psicoterapia online acessível, descontos em medicamentos, orientação nutricional gratuita e acesso a um plano odontológico com cobertura nacional.

O Dr. Hoje traz a proposta de transformar o acesso à saúde por meio da tecnologia, e com a RN Card, amplia o alcance deste serviço para um público que valoriza praticidade e eficiência. “Essa parceria com a Dr. Hoje reforça nosso compromisso em facilitar a vida dos nossos clientes, oferecendo um serviço essencial e acessível para todos,” afirma Gino Costa, diretor executivo da RN Card.

O serviço se destaca por sua proposta de ser ágil, acessível e descomplicado, ideal para atender às necessidades médicas da população de forma prática. Em apenas alguns cliques, os clientes podem acessar a plataforma e agendar uma consulta de acordo com a necessidade.

Para assinar o serviço e conhecer todos os planos disponíveis, acesse: www.drhoje.com/rn-card/ .

Foto: Edward Jenner/Pexels/Ilustração

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Black Friday no Pão de Açúcar Descontos imperdíveis em produtos selecionados

Black Friday no Pão de Açúcar: Descontos imperdíveis em produtos selecionados

Agora, na semana oficial da Black Friday, a rede oferece desconto de até 70% em vinhos, valendo nas lojas físicas nos dias 28 e 29/11

Uma das datas mais aguardadas para fazer compras, a Black Friday é uma oportunidade para garantir os produtos desejados com ofertas exclusivas. O Pão de Açúcar preparou uma seleção de descontos ao longo do mês de novembro em diversos itens com o “Esquenta Novembro”, com destaque para as categorias em que a rede é referência. Agora, na semana oficial da Black Friday, a rede oferece desconto de até 70% em vinhos, valendo nas lojas físicas nos dias 28 e 29/11.

Os descontos estarão disponíveis para clientes fidelizados no programa Pão de Açúcar Mais, para isso basta fazer o download do aplicativo gratuitamente pela App Store ou Google Play e realizar o cadastro. Ao longo do mês foram disponibilizadas promoções em produtos diversos, como itens de churrasco, cervejas especiais, destilados e vinhos, durante o “Esquenta Novembro” da rede.

Confira algumas ofertas exclusivas da Black Friday do Pão de Açúcar para lojas físicas do Rio Grande do Norte:

  • Vinhos Com Até 70% Off (exceto Mistral e Champagne);
  • Cerveja Heineken 330ml – R$5,69;
  • Todas Cápsulas De Café – Leve 4 Pague 2 (desconto aplicado no item de menor valor);
  • Queijos Holandeses Maasdam ou Gouda Kroon 100g – R$ 7,99 Cada;
  • Whisky Old Parr 12 Anos 1 Litro – R$ 109,99.

Fotos: Divulgação

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Haddad anuncia isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil

Haddad anuncia isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil

Medida será bancada por maior taxação de quem ganha mais de R$ 50 mil

O governo enviará, combinado ao pacote de corte de gastos obrigatórios, a proposta para isentar de Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil por mês, disse em pronunciamento nesta noite o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele esclareceu que a medida não terá impacto sobre as contas públicas porque será bancada com a taxação extra de quem ganha mais de R$ 50 mil mensais.

“É o Brasil justo, com menos imposto e mais dinheiro no bolso para investir no seu pequeno negócio, impulsionar o comércio no seu bairro e ajudar a sua cidade a crescer. A nova medida não trará impacto fiscal, ou seja, não aumentará os gastos do governo. Porque quem tem renda superior a R$ 50 mil por mês pagará um pouco mais. Tudo sem excessos e respeitando padrões internacionais consagrados”, disse o ministro em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e de televisão.

Segundo Haddad, a medida faz parte da segunda etapa da reforma tributária, que prevê a reforma do Imposto de Renda. No pronunciamento, o ministro lembrou da reforma tributária do consumo, promulgada no ano passado e em regulamentação pelo Congresso, que trará outros benefícios às classes baixa e média.

“Essa medida, combinada à histórica Reforma Tributária, fará com que grande parte do povo brasileiro não pague nem Imposto de Renda e nem imposto sobre produtos da cesta básica, inclusive a carne. Corrigindo grande parte da inaceitável injustiça tributária, que aprofundava a desigualdade social em nosso país”, acrescentou o ministro.

Foto: Ministério da Fazenda/Ilustração

Da Agência Brasil

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Caged registra criação de 132,7 mil postos de trabalho em outubro

Caged registra criação de 132,7 mil postos de trabalho em outubro

Mês teve recuo, mas saldo do ano passa de 2 milhões de vagas criadas

A criação de emprego formal caiu em outubro. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, 132.714 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

Em relação aos meses de outubro, o volume é o menor desde 2020, quando se iniciou a metodologia atual do Caged. A geração de empregos caiu 30,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em outubro de 2023, tinham sido criados 190.366 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.

Em entrevista coletiva, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse que os juros altos contribuíram para a desaceleração na abertura de vagas.

“Espero que a transição do Banco Central venha a ajudar isso no tempo. Creio que o Banco Central não foi colaborativo nesse período de analisar completamente os indicadores macroeconômicos e ajudar nas decisões para a gente não perder o ritmo de crescimento. Houve uma desaceleração [na criação de empregos]”, disse o ministro.

Saldo acumulado

Nos dez primeiros meses do ano, foram abertas 2.117.473 vagas. Esse resultado é 18,6% mais alto que no mesmo período do ano passado. A comparação considera os dados com ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.

O resultado acumulado é o maior desde 2022, quando tinham sido criados 2.341.665 postos de trabalho de janeiro a outubro. A mudança da metodologia do Caged não torna possível a comparação com anos anteriores a 2020.

Setores

Na divisão por ramos de atividade, três dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em outubro. A estatística foi liderada pelos serviços, com a abertura de 71.217 postos, seguidos pelo comércio, com 44.297 postos a mais. Em terceiro lugar, vem pela indústria (de transformação, de extração e de outros tipos), com a criação de 23.729 postos de trabalho.

O nível de emprego diminuiu na construção civil, com o fechamento de 767 postos. Com a pressão pelo fim da safra de vários produtos, a agropecuária eliminou 5.757 vagas no mês passado.

Destaques

Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com a abertura de 41.646 postos formais. A categoria de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais abriu 10.698 vagas.

Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 23.800 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou o segmento de eletricidade e gás, que abriu 124 vagas.

As estatísticas do Caged apresentadas a partir 2020 não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.

Regiões

Todas as cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em outubro. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 65.458 postos a mais, seguido pelo Sul, com 34.372 postos. Em seguida, vem o Nordeste, com 18.345 postos. O Norte abriu 7.349 postos de trabalho, e o Centro-Oeste criou 4.457 vagas formais no mês passado, tendo o menor desempenho por causa do fim da safra.

Na divisão por unidades da Federação, 24 das 27 registraram saldo positivo. Os destaques na criação de empregos foram São Paulo (+47.255 postos); Rio Grande do Sul (+14.115), em recuperação após as fortes enchentes que atingiram o estado; e Rio de Janeiro (+10.731). Os três estados que fecharam vagas foram Bahia (-579 postos), Mato Grosso (-172) e Goiás (-45).

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Lojistas estão mais confiantes com vendas de fim de ano

Lojistas estão mais confiantes com vendas de fim de ano

Supermercados, farmácias e lojas lideram as contratações

Lojistas estão confiantes em relação às vendas neste fim de ano, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para ela, o otimismo em relação aos próximos meses está motivando comerciantes a investirem mais na contratação de funcionários temporários.

O cenário é medido pelo Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). Em novembro, ele alcançou 113,5 pontos, o que representa um aumento de 1,4% em relação a outubro e um avanço de 2,9% na comparação com novembro de 2023.

Após cinco meses de queda, o Icec teve um aumento em outubro de 0,1%. Em novembro, registrou-se a segunda alta consecutiva do índice.

“Final de ano sempre é um momento de perspectiva elevada para esse empresário, em razão da Black Friday e o Natal, datas muito intensas de venda no varejo brasileiro”, diz o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares.

Os indicadores mostram que o aumento da confiança entre os empresários do comércio em novembro foi impulsionado especialmente por supermercados, farmácias e cosméticos, que apresentaram crescimento de 2,3%. Setores como vestuário, tecidos e calçados também acusaram avanço (1,2%), impulsionado pela alta demanda de fim de ano.

O segmento de bens duráveis foi o único a apresentar queda (-0,3%), segundo a CNC, por conta da vulnerabilidade desses produtos de maior valor em relação às taxas de juros elevadas no país.

Contratações temporárias

Em relação à contratação de funcionários temporários, esse item alcançou 131,3 pontos, o maior nível desde dezembro de 2022. Supermercados, farmácias e lojas de cosméticos lideram as contratações para o fim de ano. Por outro lado, o segmento de bens duráveis deve reduzir as contratações nos próximos meses.

Ainda segundo a CNC, o destaque positivo do mês foi o aumento da confiança nas expectativas econômicas, que cresceu 4,4% em relação ao mês anterior, atingindo 134,4 pontos, o maior nível desde outubro de 2023.

Para a CNC, mesmo em um cenário econômico desafiador, com pressões inflacionárias e altas taxas de juros, o comércio demonstra sinais de recuperação.

O Icec é um indicador mensal apurado entre os tomadores de decisão das empresas de varejo para detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente seis mil empresas de todas as capitais do país. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas de curto prazo e as intenções de investimento dos negócios do comércio.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Nelson Wilians é uma das grandes atrações do Fórum Negócios Experience, em Natal

Nelson Wilians é uma das grandes atrações do Fórum Negócios Experience, em Natal

O advogado Nelson Wilians será um dos principais palestrantes do Fórum Negócios Experience, um dos maiores eventos corporativos e de empreendedorismo da América Latina

Conhecido como o “Rock In Rio do Empreendedorismo” devido à sua proposta inovadora e experiência única de festival empreendedor, o evento reúne pessoas de todo o Brasil e conta com a presença dos maiores especialistas do mercado.

Wilians é uma das maiores referências da advocacia brasileira. Começou do zero e fundou o Nelson Wilians Advogados (NWADV), que hoje está presente em todas as capitais do Brasil e nas principais cidades do interior, além de ter representações na Ásia, Europa e América Latina.

Em menos de 30 anos, ele transformou seu escritório em um ícone da advocacia moderna, sendo o maior da América Latina em número de advogados e em serviços full service.

Foi o primeiro advogado a estampar a capa da Forbes no mundo.

Presidente do Nelson Wilians Advogados e do NW Group, Wilians é também autor do best-seller Loucura, não. Coragem! e um fenômeno digital, com mais de 3 milhões de seguidores nas redes sociais, onde compartilha sua visão inovadora sobre empreendedorismo jurídico.

Com o objetivo de inspirar a nova geração de advogados, Wilians percorre o Brasil ministrando palestras para estudantes e jovens profissionais, incentivando-os a transformar desafios em oportunidades.

Loucura, não. Coragem!

Após a palestra, Nelson Wilians dará continuidade ao evento com uma sessão de autógrafos de seu livro, aproveitando para responder a perguntas rápidas sobre o processo de criação.

Publicado pela Literare Books International, o livro — que em poucas semanas se tornou best-seller — aborda os desafios enfrentados pelos jovens profissionais, oferecendo orientações práticas extraídas da trajetória de Wilians e dos obstáculos que superou ao longo de sua carreira.

O prefácio do livro, assinado por Nizan Guanaes, um dos nomes mais influentes da publicidade brasileira, evidencia a relevância do conteúdo para jovens profissionais que buscam se destacar em um cenário altamente competitivo.

Fotos: Divulgação

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Crescimento do turismo e infraestrutura fortaleceu mercado imobiliário no Nordeste em 2024

Crescimento do turismo e infraestrutura fortaleceu mercado imobiliário no Nordeste em 2024

Infraestrutura na região nordestina evoluiu nos últimos anos e potencializa o mercado imobiliário

A região nordeste do Brasil é uma das principais do país no que diz respeito ao turismo. Apesar de alguns pontos no solo brasileiro se destacarem de forma expansiva nos últimos anos, esse trecho é uma joia rara nas mãos das construtoras e imobiliárias para atrair novos moradores e investimentos.

Conforme citamos acima, o mercado imobiliário tem trabalhado de forma interessante no Nordeste. Nos últimos tempos, existem muitos interessados em adquirir residências ou até mesmo consultar o aluguel de apto em Natal, Recife, Salvador, João Pessoa e outras capitais da região.

De olho nessa possibilidade de investimento, o governo local explora da melhor forma seus horizontes e acredita na força da economia e infraestrutura para aumentar seus lucros e dar mais conforto à população.

Infraestrutura

O termo é muito usado para definir ótimos locais de moradia e no Nordeste não é diferente. Conhecida por ser uma região mais carente no Brasil, as últimas décadas foram mais sofridas para a população.

De olho no cenário melancólico, o entendimento foi reagir da melhor forma possível e repassar o dinheiro para atrair não só investidores, mas como potencializar a qualidade de vida dos moradores.

Sendo assim, diversos empregos foram gerados e a economia nordestina começou a dar resultado. Além disso, a chegada de novas empresas e serviços aumentaram a quantidade de comércios e facilidades para os moradores lidarem com a rotina de forma mais tranquila.

Turismo

Por ser uma região de forte calor e paisagens incríveis, é claro que o Nordeste aposta grande parte da sua economia no turismo. A quantidade de visitantes que a região recebe anualmente é expressiva e ajuda a fomentar a economia.

Além das praias, que chamam a atenção devido às belezas naturais, outros setores também se destacam. Um deles é a gastronomia. Por lá, cada estado tem a sua cultura e entrega ao visitante delícias que são servidas na mesa e ajudam a aumentar a procura para conhecer os pratos e chefs que demonstram qualidade.

Um outro momento do Nordeste que é muito valorizado no Brasil são as festas em determinadas épocas do Ano. No caso de duas capitais: Salvador e Recife, ambos são procurados com muita intensidade no início do ano por causa dos carnavais. Se a capital baiana se destaca pelos trios elétricos, a cidade pernambucana entrega aos visitantes as ladeiras de Olinda e seus bonecos gigantescos.

Por outro lado, alguns municípios ganham brilho no meio do ano com as tradicionais festas juninas, que acontecem com grande entusiasmo no solo cearense e paraibano.

Em resumo, o Nordeste brasileiro é uma região que não para de crescer e, entrega ao seu visitante e, consequentemente investidor, um ótimo ponto para usufruir de uma das maiores belezas naturais que o país pode entregar. Ou seja, comprar imóveis ou até mesmo alugar uma residência na região é sinônimo que a sua qualidade de vida irá aumentar de forma contundente e dar mais tranquilidade para seus moradores.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Fórum Negócios 2024: Transformação e Evolução no Maior Festival de Empreendedorismo do Brasil

Fórum Negócios 2024: Transformação e Evolução no Maior Festival de Empreendedorismo do Brasil

Para Jean Valério, idealizador e CEO do Fórum, o evento não é apenas uma oportunidade de aprendizado, mas um ponto de virada

Nos dias 28 e 29 de novembro, o Centro de Convenções de Natal será palco da maior edição do Fórum Negócios, o maior festival de empreendedorismo do Brasil. Com uma expectativa de público superior a 6 mil pessoas, o evento reunirá 32 palestrantes renomados, mais de 22 horas de conteúdo imersivo e uma Área Expo com mais de 100 expositores.

Com o tema “A chave para o sucesso” o Fórum Negócios 2024 vai além do aprendizado técnico. É uma oportunidade de transformar carreiras e negócios, abrindo portas para novas conexões, insights disruptivos e ferramentas práticas capazes de alavancar resultados em até cinco vezes. Idealizado pelos jornalistas Jean Valério e Jeanny Damas, o evento promove um ambiente dinâmico e inspirador, com infraestrutura completa, incluindo praça de alimentação diversificada, lounges para networking e recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras. “A transformação começa dentro de cada um de nós. Aqui, entregamos o que há de melhor em conhecimento, mas também promovemos um ambiente para troca de ideias e conexões que mudam vidas”, destaca a diretora geral do FN, Jeanny Damas.

Os participantes poderão assistir a palestras de grandes nomes como Luiza Trajano, Paulo Muzy, Eike Batista, Walter Longo, Carlos Busch, Rosely Boschini, Thiago Reis, Marcos Rossi, Leonardo Castelo, Dema Oliveira, André Alves, Alexandre Taleb, Fernando Godoy, Gustavo Favaron, Luciano Almeida, Thiago Lajus, Richard Albanesi, Arthur Rufino, Carina Previato, Claudio Santos, Eduardo Frezarin, Erick Loureiro, Fabiane Mainone, Giovani Begossi, Miguel Setas, Dr. Paulo Duarte, Ricardo Bellino, Rafael Medeiros, Walkyria Fernandes, Theo Braga, Nelson Wilians e Leandro Borracheiro. Os temas abordados incluem vendas e escalabilidade, pessoas e processos, gestão, estratégia e finanças, IA e tecnologia, inteligência emocional, networking, marketing, posicionamento, liderança e cultura, oferecendo insights práticos e ferramentas para empreendedores e profissionais de alta performance.

Já a Área Expo 2024 será um ponto de encontro para negócios e inovação, reunindo expositores de todo o Brasil. O destaque será o lançamento do 5G da Brisa Net em Natal, com uma palestra exclusiva do CEO José Roberto Nogueira no palco principal do FN, que abordará os impactos da conectividade para o desenvolvimento da capital potiguar.

Para Jean Valério, idealizador e CEO do Fórum, o evento não é apenas uma oportunidade de aprendizado, mas um ponto de virada. “O Fórum é sobre quebrar barreiras. Queremos que cada participante saia daqui com uma nova visão do seu negócio e do seu potencial. Nossa missão é oferecer não só as ferramentas, mas também a inspiração necessária para alcançar novos patamares de sucesso”, afirma.

Patrocinado por grandes marcas, incluindo a Brisa Net como oferecedora oficial do evento, o Fórum conta com o apoio de empresas como Banco do Nordeste, Unimed, Emprotur, Arena das Dunas, Rede Mais, UNP, Prontoclínica Paulo Gurgel, Vitafor, SEBRAE, Cazabella, Expert Tur, Diamond Spa, Três Corações, WRL Bonés, NextHub, Pop Calçados, Ecocil, Scopo, Inovanet, Luzanni, O Boticário, Lion Brazil, Equaliv, Potigás, Locainfo, Itech Solar, Destaque Brindes Personalizados, AGN RN, Serhs Natal Grand Hotel & Resort, Acerta Contabilidade, Wisecont, Click Massa, Acqua Coco, Sem Sinal, Cacau Show, Monte Santo Semi Joias, Divepe Automóveis, Caern, AWJ Semi Joias, Potencialize Resultados, Seturn, Sesc/RN, Senac/RN, Infinita Imagem, Sankhya, Radiocon e Ademicon Natal.

De acordo com a organização do evento que já reuniu mais de 50 mil participantes em suas 8 edições já realizadas, a programação deve atingir o público de profissionais em busca de evolução na carreira ou empresários que desejam levar sua empresa ao próximo nível. O Fórum Negócios 2024 é o espaço ideal para transformar sonhos em realidade.

Serviço:

Data: 28 e 29 de novembro de 2024. Das 9 às 22h
Local: Centro de Convenções de Natal/RN
Ingressos e informações: www.forumnegocios.com.br

“A transformação começa agora. Amanhã, o futuro do seu negócio pode ser completamente reescrito.”

Fotos: Divulgação

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Pittsburg entra na Black Friday com ofertas imperdíveis nos dias 28 e 29 de novembro

Pittsburg entra na Black Friday com ofertas imperdíveis nos dias 28 e 29 de novembro

Com promoções exclusivas em todas as lojas da rede, os clientes poderão desfrutar de combos irresistíveis que unem qualidade, variedade e preços especiais

Neste fim de semana, dias 28 e 29 de novembro, o Pittsburg, rede de fast food queridinha dos potiguares, promete ser parada obrigatória para quem busca aproveitar a Black Friday com muito sabor e economia. Com promoções exclusivas em todas as lojas da rede, os clientes poderão desfrutar de combos irresistíveis que unem qualidade, variedade e preços especiais.

A campanha Black Friday traz ofertas de dar água na boca: 2 sanduíches pelo preço de 1, com opções como o Pitts Salada por R$21,00, o Pitts Chicken por R$22,90 e o clássico Pittsburg por R$26,00. Para acompanhar, a batata média ganha um upgrade e vira Big gratuitamente. E não para por aí: os deliciosos nuggets estarão com 50% de desconto, saindo por apenas R$8,90.

Essas ofertas especiais são válidas exclusivamente nos dias 28 e 29 de novembro, garantindo dois dias de promoções imperdíveis para celebrar a Black Friday com muita indulgência e sabor.

Não perca a oportunidade de aproveitar essas condições únicas no Pittsburg, que há 40 anos é sinônimo de qualidade e tradição no Rio Grande do Norte. Promoção válida em todas as lojas Pittsburg. Siga nas redes sociais para mais informações: @pittsburgbr.

Foto: Divulgação

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Nove em cada dez brasileiros pretendem comprar algo na Black Friday

Nove em cada dez brasileiros pretendem comprar algo na Black Friday

Roupas e Calçados lideram intenção de compras deste ano, diz pesquisa

A Black Friday de 2024 será nesta sexta-feira (29) e, desde o início do mês, o varejo brasileiro tem antecipado anúncios de produtos e serviços em promoção para atrair a atenção dos consumidores e alavancar as vendas.

Na edição deste ano, 89% dos brasileiros pretendem comprar algo. Desses, 85% querem comprar algum item para si mesmos e 65% vão aproveitar a data para presentear.

Os dados de intenção de compras são da pesquisa do Instituto Locomotiva e da QuestionPro. As instituições levantaram informações sobre essa que é considerada uma das principais datas do calendário comercial brasileiro, que ocorre anualmente na última sexta-feira do mês de novembro.

A pesquisa nacional realizou 1.185 entrevistas digitais auto preenchidas em formulários online, por homens e mulheres, com 18 anos ou mais. O período de entrevistas foi de 4 a 13 de novembro e a margem de erro do levantamento é de 2,8% para mais ou para menos.

De acordo com o instituto responsável pela pesquisa, o estudo oferece um mapa aos varejistas. Primeiro, porque mostra o que os consumidores querem, por qual meio, se canais físicos e/ou digitais, informações que orientam o lojista a equilibrar investimentos entre as plataformas virtuais e lojas reais.

Fenômeno de consumo

O levantamento do Instituto Locomotiva e QuestionPro apurou que 62% planejam aproveitar as promoções para antecipar as compras de Natal. O presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, avalia que a estratégia é positiva. “Isso demonstra que os brasileiros preferem evitar a correria e, claro, buscam economizar a deixar para a última hora e acabar gastando mais”.

Após anos, a Black Friday se consolida como um marco no calendário de consumo dos brasileiros, diz o Locomotiva.

“Desde sua chegada ao Brasil, a data deixou de ser apenas uma oportunidade para compras de eletrônicos e se tornou uma espécie de Natal antecipado”.

De acordo com a pesquisa, 78% dos brasileiros acreditam que a Black Friday é uma grande oportunidade para que as pessoas consigam comprar coisas que, em geral, não podem adquirir. O instituto projeta que a opinião dos entrevistados corresponde, proporcionalmente, a 126 milhões de brasileiros.

Por outro lado, dois em cada três consumidores (66%) aproveitam descontos dessa data originária dos Estados Unidos para comprar de marcas que normalmente compram. O restante, 34%, aproveitam a Black Friday para comprar de marcas que não compram normalmente sem os descontos desta época.

Apesar de 61% dos entrevistados conhecerem e já terem comprado na Black Friday; 34% sabem o que é este evento, mas nunca compraram nada. E há ainda 5% que desconhecem este período de consumo aquecido, no Brasil.

Categorias

Entre as categorias de produtos que os brasileiros planejam comprar nessa Black Friday, peças de roupas lideram a lista de desejos, com 72% da preferência entre os consumidores – e lideram também entre quem irá comprar presentes na data (57%). No ranking de intenções de compras seguem os calçados (66%), produtos de beleza e perfumaria (65%), decoração e artigos para casa (50%). E mais, celulares e smartphones são foco de interesse de 51% dos consumidores; eletrônicos (49%); eletrodomésticos (46%); artigos infantis (45%); móveis (43%); livros (42%) e artigos de pet shop (40%).

Renato Meirelles explica que roupas e calçados são categorias essenciais e de fácil acesso. “Esses itens combinam desejo de consumo com praticidade, e as promoções tornam possível renovar o guarda-roupa sem pesar no bolso. Além disso, são produtos que agradam tanto a quem compra para uso próprio, quanto a quem aproveita a data para presentear”.

Perfil

A pesquisa ainda conseguiu traçar o perfil dos consumidores à procura de grandes descontos.

Neste ano, os homens são os que mais planejam gastar na data, com 90% das intenções de compra.

Entre eles, a maioria prevê comprar roupas e sapatos novos (68% e 66% respectivamente), e 55% querem levar algum eletrônico novo para casa.

Embora as compras para presentear sejam menos frequentes entre os homens, em comparação às mulheres, 62% pretendem comprar algum item para dar de presente. “As roupas lideram as intenções, com 24%, seguidas por calçados (18%) e eletrônicos (15%)”, afirmou Meirelles.

Entre as mulheres, 88% pretendem comprar algum item nesta Black Friday. As categorias de produtos mais desejadas por elas refletem uma forte intenção de consumo tanto para uso próprio quanto para presentear. Roupas lideram como desejo de compra (76%), seguidas por produtos de beleza e perfumaria (75%) e calçados (66%). Além disso, sete em cada dez mulheres pretendem presentear alguém, especialmente em categorias como roupas (28%) e produtos de beleza (24%).

Onde adquirem os produtos

O comércio eletrônico impulsiona a Black Friday no país. Em relação aos canais de compra, 30% dos consumidores pretendem comprar exclusivamente em lojas online. Já 31% dividem suas compras igualmente entre o ambiente físico e o digital. Se comparada a preferência entre o e-commerce e as lojas físicas, 24% optam pelo meio virtual. Em último, está a escolha que prioriza as lojas físicas, com 8%, seja exclusivamente (8%) ou de forma predominante.

Fatores de influência

Preço, facilidade de pagamento, entrega rápida, variedade de produtos. São vários os fatores que influenciam os consumidores na escolha de lojas online durante a Black Friday, entre quem pretende comprar algum item na edição deste ano.

Os descontos e promoções aparecem como o principal critério para consumidor decidir comprar, com 23%. O preço e custo do frete também são importantes na hora da compra (20%) e a reputação da loja (16%) são outros fatores apontados como relevantes na escolha de lojas online durante a Black Friday.

Como fatores secundários que influenciam as escolhas aparecem a entrega rápida, com 10%; opções de pagamento (Pix, cartão, boleto, etc.), para 9% dos entrevistados. A variedade de produtos (8%); e a facilidade de navegação pelo site ou aplicativo (6%) também foram citadas.

Tipo de promoção preferida

Quando considerados somente descontos e promoções, os consumidores estão de olho nas vantagens entendidas como imperdíveis.

O Instituto Locomotiva indica a preferência por descontos diretos (48%) e estratégias como cashback (31%), que é o termo em inglês que significa dinheiro de volta, ou seja, o programa devolve uma parte do valor gasto em uma compra em futuro crédito para uma nova compra.

Promoções como “leve 3 e pague 2” também despertam alto interesse em 38% das pessoas.

O presidente do Instituto Locomotiva exemplifica o que provoca interesse pela recompensa. “Um e-commerce de roupas oferece 30% de desconto direto no preço das peças, e ainda acrescenta créditos para compras futuras. Isso atrai consumidores e fideliza para o próximo ano.”

Black fraude

O documento divulgado confirma que um em cada quatro entrevistados acredita que os descontos da Black Friday são iguais aos das demais promoções.

Para 22%, as lojas que se dizem na Black Friday não oferecem descontos de verdade.

Quando se trata de golpe ou fraude relacionado à Black Friday, 58% afirmam nunca terem enfrentado problemas desse tipo, nem conhecerem alguém que os tenha enfrentado.

Na outra ponta, 42% já foram pessoalmente vítima de golpes na data, ou conhecem quem já passou por fraudes na temporada de consumo, distribuídos desta forma: 16% dos entrevistados na pesquisa relatam terem sido as vítimas; 20% conhecem alguém que passou por essa situação, e 6% afirmam tanto terem sido vítimas quanto conhecerem alguém que também foi. “Esse dado reforça a necessidade de os lojistas garantirem segurança nas transações e comunicarem isso de forma clara, criando confiança no consumidor”, conclui o presidente da instituição de pesquisas Renato Meirelles.

Por isso, os consumidores devem ficar atentos para evitar cair em golpes. Vale lembrar que as compras realizadas neste período não deixam de seguir as normas do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

No caso de se sentir lesado, o consumidor deve procurar órgãos públicos de proteção dos direitos do consumidor, como a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que criou uma cartilha com dicas para não cair em golpes na Black Friday; o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de sua cidade; associações de consumidores; uma delegacia de polícia ou até entrar com uma ação judicial contra a empresa.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Secretário do RN afirma que pagamento do 13º salário no RN depende de recursos federais

Secretário do RN afirma que pagamento do 13º salário depende de recursos federais

Governo estadual condiciona anúncio do calendário à liberação de verbas extraordinárias e defende aumento do ICMS para equilibrar as finanças públicas

O secretário de Administração do Rio Grande do Norte, Pedro Lopes, anunciou nesta terça-feira (26.nov.2024) que o pagamento do 13º salário dos servidores estaduais está atrelado à chegada de recursos federais extraordinários. De acordo com o titular da pasta, as verbas são esperadas para o mês de dezembro, e o calendário só será divulgado após a confirmação dos depósitos.

A situação reflete os desafios enfrentados pelo governo em cumprir suas obrigações financeiras. No meio do ano, foi possível antecipar 40% do 13º salário de 2024 apenas para cerca de 22 mil servidores das secretarias e órgãos que possuem orçamento próprio, como Educação, Detran e Ipern. Os demais servidores aguardam definição para receber seus direitos.

Pedro Lopes utilizou as redes sociais para defender o aumento da alíquota modal do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 18% para 20%. Ele argumentou que a redução do imposto no passado comprometeu a arrecadação estadual, dificultando o cumprimento de obrigações com pessoal, fornecedores e investimentos. “No RN, com modal de 18%, não conseguimos sequer manter os compromissos básicos. Investimentos só são possíveis com recursos federais ou empréstimos”, pontuou.

A Assembleia Legislativa iniciou os debates sobre o projeto de lei que propõe a elevação do ICMS. De acordo com a mensagem do Executivo, a alíquota modal representa 32,35% da receita total do Estado. No entanto, a proposta enfrenta resistência de setores empresariais, que defendem um diálogo mais amplo, com realização de audiências públicas, para avaliar os impactos do aumento tributário sobre o comércio e o consumidor final.

A discussão sobre o ICMS não é novidade no estado. No ano passado, o tema foi amplamente debatido em audiências públicas, e representantes do setor produtivo questionaram a efetividade da medida para gerar equilíbrio fiscal. O governo, por outro lado, argumenta que a retomada da alíquota em 20% é crucial para assegurar o cumprimento das obrigações financeiras e manter serviços públicos essenciais.

Foto: Sandro Menezes/Governo do RN/Ilustração

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CEO do Carrefour promete retratação pública sobre boicote à carne brasileira

CEO do Carrefour promete retratação pública sobre boicote à carne brasileira

Boicote à carne brasileira impulsiona desabastecimento e força CEO global do Carrefour a prometer retratação pública

O CEO global do Carrefour, Alexandre Bompard, deverá se retratar publicamente após sua declaração polêmica sobre o fim da compra de carne do Mercosul por lojas francesas da rede. O comunicado, divulgado na última quarta-feira (20.nov.2024), alegava que a carne sul-americana não cumpria normas exigidas na França, o que gerou uma onda de boicotes por parte de produtores brasileiros.

A declaração foi recebida como um ataque direto ao agronegócio nacional, desencadeando a suspensão do fornecimento por 23 frigoríficos, incluindo grandes nomes como JBS e Marfrig. A medida já afeta o abastecimento de mais de 150 lojas do Carrefour no Brasil, além de gerar reações políticas, como o apoio público do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

Em nota, o Carrefour Brasil lamentou os impactos do boicote e reforçou sua parceria com o agronegócio nacional, mas destacou que não participou das decisões tomadas pela matriz francesa. “Infelizmente, a suspensão do fornecimento impacta nossos clientes e prejudica a confiança construída ao longo dos anos”, afirmou a empresa.

A situação ganhou novos contornos com a intervenção do embaixador francês no Brasil, Emmanuel Lenain, que tentou amenizar os atritos. Representantes da embaixada informaram ao Ministério da Agricultura que Alexandre Bompard já está preparando uma carta de retratação pública.

Enquanto isso, consumidores brasileiros relatam escassez de produtos nas prateleiras de diversas unidades da rede. Dados oficiais indicam que, apesar da relevância política, a França é um mercado pequeno para a carne brasileira, representando apenas 0,02% das exportações do setor até outubro deste ano. A China, por outro lado, continua sendo o maior comprador, absorvendo quase 50% da carne bovina exportada pelo Brasil.

O episódio evidencia as tensões entre o Mercosul e a União Europeia nas negociações de acordos comerciais, com a agricultura no centro dos debates. A crise também levanta questionamentos sobre a independência das filiais internacionais do Carrefour frente às decisões de sua matriz francesa.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Programa de acesso à água segura no Norte e Nordeste do Brasil recebe cerca de R$ 9 milhões em investimentos

Programa de acesso à água segura no Norte e Nordeste do Brasil recebe cerca de R$ 9 milhões em investimentos

Água+ Acesso visa apoiar comunidades quilombolas, ribeirinhas e indígenas com acesso à água potável

A escassez de água e a falta de acesso à água segura continuam sendo desafios persistentes no país, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, onde as populações rurais e ribeirinhas enfrentam o problema intensamente. Nesse cenário, e como medida para apoiar regiões severamente impactadas por secas históricas em 2023 e 2024, a Coca-Cola Brasil reforça seu compromisso com o desenvolvimento socioeconômico das comunidades onde atua. Com um investimento de cerca de R$ 9 milhões, a parceria estratégica com a Cáritas Brasileira Regional Nordeste 2 (Cáritas NE2), a startup SDW for All, a Fundação Amazônia Sustentável (FAS), o Projeto Saúde & Alegria e a Água Camelo ajudará a impulsionar iniciativas para expandir o acesso à água segura, por meio do programa Água+ Acesso nessas duas regiões.

Segundo Rodrigo Brito, Diretor de Sustentabilidade para o Brasil e Cone Sul da The Coca-Cola Company, o programa vem implementando diversas soluções com tecnologias sociais desde 2017 para viabilizar e expandir sistemas de acesso, tratamento e distribuição de água em 10 estados. Até 2025, segundo os parceiros, a iniciativa continuará a aumentar os investimentos e o impacto nos estados da Bahia, Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte na região Nordeste, e nos estados do Amazonas e Pará na região Norte, com o objetivo de beneficiar milhares de pessoas.

Para a Coca-Cola Brasil, segundo Brito, alcançar os resultados desejados requer sinergia entre os setores público e privado, bem como a participação de instituições locais — que têm um profundo entendimento da realidade e das demandas de suas comunidades. “Os resultados alcançados por nossos aliados e parceiros locais, que atuam diretamente nos territórios, têm sido significativos e crescentes. Essa colaboração é essencial para fazer a diferença e atuar como um facilitador eficaz, gerando um impacto ainda maior no país”, enfatiza.

No Nordeste, a Coca-Cola Brasil e a Solar Coca-Cola, em parceria com a Cáritas NE2 e a startup SDW for All, está investindo R$ 3,2 milhões para levar tecnologia e sistemas de distribuição de água a áreas de difícil acesso, beneficiando milhares de pessoas em 60 localidades. Dentro dessa estratégia, a iniciativa “Água+ Acesso: Escolas com Água” ganha destaque, promovendo a autonomia de escolas no acesso à água potável, práticas de alimentação e cuidado ambiental. O projeto, que será ampliado, teve início em 2022 com um piloto em escolas na Paraíba e Pernambuco. Com o reforço das parcerias e novos investimentos, a iniciativa expande seu alcance, fortalecendo o compromisso com o desenvolvimento sustentável na região.

“Na Solar Coca-Cola, somos apaixonados por transformar a vida das pessoas, promovendo o crescimento sustentável das comunidades com as quais trabalhamos. Juntos com a comunidade local, trabalhamos pela construção de um mundo melhor, pautados por uma agenda onde sustentabilidade e crescimento responsável geram um impacto positivo e transformam a vida de nossos clientes. O projeto de acesso à água para as comunidades, especialmente para as escolas no Nordeste, é um exemplo dessa transformação”, destaca Fernanda Raizama, diretora Regional da Solar Coca-Cola.

Um dos primeiros municípios a receber a nova vertente do “Água+ Acesso: Escolas com Água” é Ipecaetá, na Bahia, onde está prevista a instalação de um Aquatorre conectado à tubulação da Escola Municipal Aprígio Santana. A escola atualmente é abastecida por caminhões-pipa e terá um sistema de abastecimento misto com a Embasa no futuro. Segundo Letícia Nunes, Co-CEO da SDW for All, o Aquatorre possui uma estrutura coletiva para armazenar, filtrar e distribuir água segura, ideal para locais sem reservatórios de água ou bebedouros.

“O programa Água+ Acesso não só proporciona acesso à água de qualidade, mas também promove a sustentabilidade das comunidades, capacitando-as a gerenciar seus próprios recursos hídricos a longo prazo. Para a SDW, essa sustentabilidade é construída com tecnologias de fácil manutenção e treinamento contínuo da comunidade, garantindo que operem e preservem os sistemas de forma autônoma. Um exemplo é o Aquatorre, adequada para locais com infraestrutura limitada, pois não requer eletricidade, fornecendo água tanto para alunos e funcionários quanto para a comunidade local”, destaca Letícia.

Na Bahia, outros seis municípios serão contemplados — Ruy Barbosa, Macajuba, Lajedinho, Simões Filho, Vitória da Conquista e Conceição do Almeida — expandindo o alcance e o impacto da iniciativa.

O programa também chegará à Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte e Pernambuco, onde a Coca-Cola Brasil, em parceria com a Cáritas NE2, implementará tecnologias sociais de acesso à água em 30 escolas, beneficiando milhares de pessoas na comunidade escolar. As ações incluem a instalação de cisternas com capacidade de 52.000 litros para armazenamento de água da chuva e sistemas de reuso da água (bioágua).

Para Neilda Pereira da Silva, Secretária Executiva Regional da Cáritas NE2, a parceria vai além do acesso à água, envolvendo a produção de alimentos e um conjunto de ações que conectam diretamente as comunidades, em especial as escolas. “O projeto tem como objetivo garantir o acesso à água, tendo a participação da comunidade escolar em todas as etapas de execução do projeto. A iniciativa vai promover uma reflexão sobre a gestão dos recursos hídricos, a garantia de direitos e a importância de uma educação contextualizada envolvendo pais, alunos, gestores das escolas durante todo o processo de implantação e manejo das tecnologias, ampliando conhecimentos fundamentais para incorporar essas ações no Projeto Político Pedagógico das escolas participantes”, reforça.

Acesso à Água na Amazônia

No Amazonas e no Pará, a Coca-Cola Brasil estabeleceu uma parceria estratégica com a Fundação Amazônia Sustentável (FAS), o Projeto Saúde & Alegria e a Água Camelo para implementar e expandir sistemas de acesso, tratamento e distribuição de água em 10 estados. Com um investimento de R$ 5,6 milhões, essa iniciativa beneficiará cerca de 40 comunidades ribeirinhas.

SOBRE A COCA-COLA BRASIL

O Sistema Coca-Cola Brasil opera em cinco grupos de bebidas — colas, sabores, hidratação, nutrição e emergentes — com uma linha de mais de 100 produtos e 22 marcas, incluindo sabores regulares e versões sem açúcar ou com baixo teor calórico. Composto por seis grupos de fabricantes franqueados, o Instituto Coca-Cola Brasil, além da marca Leão Alimentos e Bebidas. O Sistema emprega diretamente mais de 57 mil funcionários. A empresa está investindo em inovação para expandir seu portfólio e ajudar a reduzir o desperdício de embalagens. A Coca-Cola Brasil trabalha para oferecer, cada vez mais, opções com menos açúcar adicionado e para incentivar iniciativas que melhorem o desenvolvimento econômico e social das comunidades onde atua.

Fotos: Divulgação

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Atacarejo amplia estratégias na Black Friday com ofertas de fraldas, alimentos e bebidas

Atacarejo amplia estratégias na Black Friday com ofertas de fraldas, alimentos e bebidas

Ofertas já estão válidas para as 297 lojas do Assaí Atacadista distribuídas em todo o Brasil

O Assaí amplia a Black Friday deste ano ao expandir suas ofertas para além dos alimentos e apostar em categorias como fraldas, pneus, eletroportáteis, bebidas, limpeza e perfumaria. As promoções já estão disponíveis nas 297 lojas da rede em todo o Brasil desde segunda-feira, 25 de novembro, seguindo o folheto de ofertas de cada região. Na sexta-feira, 29 de novembro, os(as) clientes encontrarão uma nova rodada de descontos, com preços ainda mais baixos, marcando a maior virada de preços do ano.

Com a proximidade das festas de fim de ano, a campanha oferece a oportunidade ideal para economizar enquanto se prepara para os momentos de celebração.

Além disso, clientes Assaí têm duas vantagens únicas nessa Black Friday: a primeira é que, para a data, também encontrarão oportunidades exclusivas no app Meu Assaí e facilidades de pagamento com descontos customizados. Junto a isso, as compras seguem participando da campanha de Aniversário Assaí 50 anos, que está sorteando mais de R$ 20 milhões em prêmios, junto de uma viagem exclusiva com acompanhante no Navio Assaí.

Confira algumas ofertas nas lojas do Rio Grande do Norte de 25/11 a 28/11:

Fraldas – “Black Fralda”

Os(as) clientes encontram marcas líderes como Pampers e Huggies, com preços atrativos para abastecer o estoque e garantir o cuidado com os pequenos.

● Fralda descartável tripla proteção hiper Huggies (pacote por tamanhos): R$ 68,90 cada
● Fralda descartável hiper Cremer (pacote por tamanhos) – R$ 39,90 cada
● Fralda descartável pants Pampers (pacote por tamanhos) – R$ 64,99 cada
● Fralda descartável roupinha supreme care mega Huggies (pacote por tamanhos) – R$ 39,70 cada
Bebidas

A “Black Assaí” abrange bebidas alcoólicas e não alcoólicas, com ofertas especiais para momentos de celebração.

● Leite longa vida integral Betânia (TP 1L) – R$ 5,19 cada
● Bebida láctea Whey Protein 15G Italac Sabores (TP 250ml) – R$ 5,75 cada
● Chopp Heineken (barril 5L) – R$ 89,90 cada
● Vinho Chileno Chilano (Garrafa 750ml) – R$ 22,80 cada
● Rum branco carta branca Montilla (1L) – R$ 24,80 cada
● Whisky escocês Red Label Johnnie Walker (1L) – R$ 89,90 cada

Alimentos

E sem esquecer do carro-chefe, o Assaí conta com ofertas na categoria de alimentos que vão deixar qualquer um com água na boca. Com uma variedade de produtos, os(as) clientes podem aproveitar a seleção de produtos com preços baixos, garantindo qualidade e economia em cada compra.

● Arroz parboilizado tipo 1 Catarinão (1Kg): R$ 4,99 cada;
● Feijão carioca tipo 2 Belo Grão ou Clebom (1Kg): R$ 4,59 cada;
● Macarrão espaguete Vitaflor (400g): R$ 1,89 cada;
● Flocão de milho Fortemilho (400g): R$ 0,95 cada;
● Filé de peito de frango congelado Seara (1Kg): R$18,98 cada.

Facilidades de pagamento e entrega

Para maior conveniência, o Assaí aceita diversas formas de pagamento, incluindo Pix, cartões de crédito e débito, Vale-Alimentação e Auxílio Brasil. Compras feitas com o cartão Passaí têm parcelamento em até 3x sem juros em qualquer categoria.

O app Meu Assaí oferece descontos personalizados e promoções exclusivas por região. Pelo aplicativo, os(as) clientes podem receber suas compras em casa via iFood, Rappi e Uber (Cornershop). O app também apresenta informações sobre horários das lojas e acesso ao programa de cashback da rede.

50 anos do Assaí – R$ 20 milhões em prêmios

Os dias 29 e 30 de novembro marcam os últimos dias da campanha de 50 anos do Assaí, que está sorteando mais de R$ 20 milhões em prêmios. Entre os destaques:

  • Prêmio final de R$ 5 milhões, o maior já pago no setor de atacarejo;
  • 1.500 cabines no Navio Assaí (com acompanhante), para uma viagem exclusiva de Santos (SP) a Ilha Grande (RJ), em fevereiro de 2025;
  • 50 mil prêmios instantâneos de R$ 100 diretamente no caixa.

Para participar, os(as) clientes devem cadastrar o CPF ou CNPJ no site www.aniversarioassai.com.br, pelo WhatsApp (11) 5694-4554 ou nos totens das lojas. A cada R$ 100 acumulados em compras, é gerado um número da sorte para concorrer.

Sobre o Assaí Atacadista

O Assaí Atacadista é uma Corporation (empresa sem um único controlador) que opera no setor de atacarejo há 50 anos e a rede alimentar com a maior presença nos lares brasileiros (NielsenIQ Homescan). É uma das maiores varejistas nacionais, tendo registrado faturamento de R$ 72,8 bilhões em 2023. Nascido em São Paulo (SP), atende comerciantes e consumidores(as) que buscam maior economia seja comprando a varejo ou a atacado.

As ações do Assaí são as únicas de uma empresa somente de atacarejo negociadas tanto na B3 (ASAI3) quanto na NYSE (ASAI). Atualmente, tem mais de 290 lojas em todas as regiões do país (24 Estados + DF) e mais de 84 mil colaboradores(as), sendo eleita uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil pela Great Place to Work (GPTW). Reconhecida pelo seu forte trabalho social, conta com o Instituto Assaí, que, desde 2022, atua com ações de impacto social nas frentes de apoio ao empreendedorismo, incentivo ao esporte e segurança alimentar. O Assaí é a melhor empresa de Atacado e Varejo do Melhores e Maiores 2024 da Exame e a marca mais lembrada do varejo físico e digital, segundo o Branding Brasil. A Cia é ainda o único varejista alimentar no top 10 da carteira IDIVERSA B3, que reconhece as empresas de capital aberto com os melhores indicadores em diversidade racial e de gênero.

Foto: Divulgação

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Black Friday 2024 deve movimentar R$ 920 milhões na economia do RN

Black Friday 2024 deve movimentar R$ 920 milhões na economia do RN

Levantamento aponta grande adesão de consumidores de Natal e Mossoró; eletrodomésticos e roupas lideram as intenções de compra

A Black Friday 2024, que acontecerá no dia 29 de novembro, deve impulsionar significativamente o comércio no Rio Grande do Norte. Segundo pesquisa do Instituto Fecomércio RN (IFC) divulgada nesta segunda-feira (25.nov.2024), a data tem potencial de movimentar R$ 920 milhões na economia local, com destaque para as cidades de Natal e Mossoró, que devem registrar grande volume de vendas.

Em Natal, 61% dos consumidores planejam aproveitar as promoções, enquanto em Mossoró o índice é de 51,6%. Na capital, eletrodomésticos são os itens mais desejados, seguidos por roupas e eletrônicos. O gasto médio dos natalenses deve ser de R$ 725,66, com a maioria optando pelo parcelamento no cartão de crédito.

Mossoró apresenta um perfil de consumo um pouco diferente, com roupas e acessórios liderando as intenções de compra, seguidos por eletrodomésticos e cosméticos. O ticket médio no município está estimado em R$ 537,55. A maioria dos consumidores mossoroenses também deve optar pelo pagamento parcelado.

A pesquisa revela que boa parte dos consumidores pretende utilizar a data para antecipar as compras de Natal. Em Natal, 57,9% dos entrevistados têm esse objetivo, enquanto em Mossoró o índice é de 32,3%. Esses dados reforçam a importância da Black Friday como estratégia para otimizar o orçamento familiar.

O levantamento, realizado em outubro, entrevistou 1.101 consumidores, sendo 600 em Natal e 501 em Mossoró, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 4 pontos percentuais. O estudo destaca ainda que a maior parte dos consumidores pertence ao público feminino, tem ensino superior completo e renda familiar acima de 10 salários mínimos.

Para os lojistas, a Black Friday é uma oportunidade única para alavancar vendas e garantir um desempenho positivo antes do Natal. Já para os consumidores, a data representa a chance de economizar em produtos desejados, equilibrando as finanças no final do ano.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

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Setor produtivo do RN questiona aumento do ICMS e cobra debate público

Setor produtivo do RN questiona aumento do ICMS e cobra debate público

Proposta do Governo do RN eleva alíquota de 18% para 20%; empresários pedem audiência pública e criticam falta de medidas para redução de despesas públicas

A proposta de aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Rio Grande do Norte, enviada pelo Governo Estadual à Assembleia Legislativa (ALRN), tem gerado forte oposição entre as principais entidades representativas do setor produtivo. A medida, que eleva a alíquota de 18% para 20%, está prevista para ser votada no dia 11 de dezembro, mas enfrenta questionamentos sobre seu impacto na economia e na população.

De acordo com publicação da Tribuna do Norte desta terça-feira (26.nov.2024), lideranças como Marcelo Queiroz, presidente da Fecomércio RN, e José Vieira, da Faern, defendem a realização de uma nova audiência pública, argumentando que o tema precisa de maior debate, semelhante ao realizado em 2023.

No início de novembro, as principais entidades empresariais, como Fecomércio RN, FIERN, Faern e CDL Natal, emitiram uma nota conjunta se posicionando contra o aumento do ICMS. O documento alerta que a elevação da carga tributária prejudicará principalmente os mais pobres, que já enfrentam dificuldades com a atual situação econômica. Além disso, as entidades apontam a ausência de um plano claro de redução das despesas públicas como um agravante para a crise fiscal.

O Governo do RN, por sua vez, defende a proposta como uma medida necessária para recompor as receitas estaduais diante da Reforma Tributária. Segundo o Executivo, o projeto busca garantir a saúde fiscal do estado, especialmente após a redução da alíquota modal do ICMS para 18%, aprovada em 2022 de forma temporária. A expectativa é arrecadar R$ 948 milhões em 2025 caso o pacote seja aprovado.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa do RN vai analisar aumento do ICMS

Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa do RN vai analisar aumento do ICMS

Deputados estaduais se posicionam contra e a favor da medida que pode elevar a alíquota modal de 18% para 20%

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) inicia nesta quarta-feira (27.nov.2024) as discussões sobre o projeto do Governo Estadual que propõe elevar a alíquota modal do ICMS de 18% para 20%. A medida, enviada pela governadora Fátima Bezerra (PT), enfrenta resistência de deputados da oposição, que alegam que o aumento tributário afetará negativamente o poder aquisitivo da população e não resolverá os problemas de gestão pública.

O deputado Luiz Eduardo (Solidariedade), relator da Lei Orçamentária Anual (LOA), já declarou voto contrário à proposta. “Não é justo que a população, já tão sacrificada, arque com os custos de um governo que não reduz suas despesas. Eu voto contra qualquer aumento de impostos”, afirmou. Deputados como Gustavo Carvalho (PSDB) e Cristiane Dantas (Solidariedade) reforçaram a crítica, defendendo cortes no orçamento do governo como alternativa.

Por outro lado, a base governista argumenta que a elevação do ICMS é crucial para garantir o equilíbrio financeiro do estado. Isolda Dantas (PT), relatora da proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), destacou que a medida já foi amplamente debatida em 2023 e é essencial para evitar um colapso nas finanças públicas. “Itens da cesta básica continuarão com alíquotas reduzidas, e o aumento é uma medida responsável para garantir a saúde fiscal do estado”, afirmou.

O projeto será discutido em uma reunião conjunta entre as Comissões de Finanças e Administração no dia 4 de dezembro, quando os parlamentares analisarão a viabilidade da medida. Nos bastidores, comenta-se que o presidente da ALRN, Ezequiel Ferreira (PSDB), só se posicionará em caso de empate, enquanto outros deputados permanecem indecisos.

Com arrecadação prevista de R$ 7,46 bilhões em 2025, o ICMS é a principal fonte de receita do estado, representando mais de 32% da arrecadação total. O governo destaca que 25% desse montante será repassado aos municípios, o que reforça a relevância da proposta para a manutenção dos serviços públicos.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Pacote de corte de gastos está pronto para ser anunciado

Pacote de corte de gastos está pronto para ser anunciado

Segundo Haddad, data depende de conversa entre Lula, Pacheco e Lira

Após um mês de discussões dentro do governo, o pacote de corte de gastos está pronto para ser anunciado, disse nesta segunda-feira (25) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, a data exata depende de uma conversa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco.

“[O anúncio do pacote] está dependendo agora de o Palácio do Planalto entrar em contato com o Senado e a Câmara. Tem que ver se os presidentes estão aí, estão disponíveis, mas enfim, nós já estamos preparados. Está tudo redigido já. A Casa Civil manda a remessa [da redação final dos textos] para mandar com certeza [ao Congresso] essa semana. Agora, o dia, a hora, vão depender mais do Congresso do que de nós”, disse Haddad ao sair do ministério.

Apesar de a previdência dos militares, ponto que entrará no pacote, ser definida por lei ordinária, o ministro ressaltou que o governo enviará uma proposta de emenda à Constituição (PEC) e um projeto de lei complementar ao Congresso. “A ideia é mandar o menor número de propostas possível”, justificou.

Embora não preveja o envio de projetos de lei, o pacote aproveitará textos em tramitação no Congresso. As mudanças no Vale Gás entrarão como substitutivo no projeto de lei que tramita no Congresso desde agosto. A limitação dos supersalários constará do projeto de lei complementar.

Em relação à PEC, Haddad disse que o governo pode pegar carona e incluir o pacote de corte de gastos na proposta que estende a Desvinculação das Receitas da União (DRU), mecanismo que desvincula até 30% dos gastos carimbados para qualquer finalidade. Isso porque a DRU perde validade no fim do ano e precisa ser aprovada ainda em 2024.

“A intenção é aprovar até o fim do ano pelo seguinte: há pelo menos uma PEC, mas talvez mais uma que deve ser votada esse ano. Por exemplo, a aprovação da DRU. Talvez nós aproveitemos essa PEC para, dependendo do julgamento dos congressistas, incluir, se concordarem, aquilo que foi matéria constitucional [do pacote de corte de gastos]”, acrescentou Haddad.

Haddad e o futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, se reuniram com Lula pela manhã e à tarde no Palácio do Planalto. Segundo Haddad, os ministros responsáveis pelas pastas afetadas pelo pacote também estiveram presentes e concordaram com as medidas. Por volta das 16h, Haddad chegou ao ministério da Fazenda acompanhado de Galípolo, que deixou o prédio pela garagem após cerca de 40 minutos.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Mercado financeiro reduz para 4,63% expectativa de inflação para 2024

Mercado financeiro reduz para 4,63% expectativa de inflação para 2024

Boletim Focus projeta PIB de 3,17% ao final do ano

As expectativas do mercado financeiro relacionadas à inflação estão mais otimistas do que há uma semana. De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (25), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – deve fechar o ano em 4,63%. Na semana passada, o mercado projetava uma inflação de 4,64% em 2024. Há quatro semanas, era esperada uma inflação de 4,55%.

Divulgado semanalmente pelo Banco Central, o Boletim Focus projeta um IPCA de 4,34% em 2025; e de 3,78% em 2026.

A estimativa para 2024 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua e, assim, o CMN não precisará mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Selic e dólar

Para cumprir a meta de inflação, o Banco Central adota como principal instrumento a taxa básica de juros (Selic), definida, pelo Comitê de Política Monetária (Copom), em 11,25%. O boletim mantém há 8 semanas a expectativa de que a Selic chegue a 11,75% ao final do ano.

Entre os fatores considerados pelo Copom para a definição da Selicestá a alta do dólar, que vem sendo observada nas últimas semanas; e o contexto internacional, que também registra alta inflacionária.

Diante desse cenário, o mercado projeta, pela sexta semana consecutiva, uma tendência de alta da moeda norte-americana. A expectativa é de que o dólar feche 2024 cotado a R$5,70. Há uma semana a previsão era de que, ao final de 2024, o dólar estaria cotado a R$ 5,60. Há quatro semanas, a expectativa do mercado financeiro estava em R$ 5,45.

Para os anos subsequentes (2025 e 2026), o mercado projeta cotações de R$ 5,55 e R$ 5,50, respectivamente.

PIB

Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país), o mercado se mostra mais otimista do que há uma semana, com uma expectativa de crescimento que passou de 3,10%, observada na semana passada, par 3,17%, segundo o boletim divulgado hoje. Há quatro semanas o mercado projetava um crescimento menor, de 3,08%.

Já as estimativas de crescimento para 2025 e 2026 estão, respectivamente, em 1,95% e 2%.

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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Governo do RN inicia pagamento de novembro

Governo do RN inicia pagamento de novembro

Cerca de 57 mil servidores recebem nesta segunda-feira (25); mudança no calendário busca isonomia nos pagamentos estaduais a partir de dezembro

O Governo do Rio Grande do Norte iniciou, nesta segunda-feira (25.nov.2024), a liberação da primeira parte do pagamento referente ao mês de novembro para os servidores públicos estaduais. Esta etapa contempla os trabalhadores que recebem até R$ 4 mil brutos, além de todos os servidores da Segurança Pública, que terão os vencimentos depositados integralmente ao longo do dia.

A medida injeta mais de R$ 193 milhões na economia potiguar, contribuindo para o fôlego econômico do estado neste final de ano. No entanto, servidores que utilizam a portabilidade bancária devem estar atentos ao prazo de transferência entre instituições financeiras, o que pode gerar um pequeno atraso no recebimento.

Para os demais servidores, que possuem salários superiores a R$ 4 mil ou estão vinculados a órgãos com arrecadação própria, o pagamento está previsto para o final de novembro. A folha total do mês soma mais de R$ 839 milhões, representando um esforço significativo para a gestão estadual em cumprir os compromissos financeiros.

Mudanças no calendário a partir de dezembro

Em comunicado, o governo estadual anunciou uma mudança importante no calendário de pagamentos para 2024. A partir de dezembro deste ano, todos os servidores públicos do RN receberão seus vencimentos de forma integral até o final de cada mês. A medida, segundo a administração estadual, busca garantir isonomia e previsibilidade financeira para os trabalhadores.

Esse novo formato atende a uma reivindicação histórica dos servidores, que apontavam a diferença nos prazos de pagamento como fonte de insatisfação e desequilíbrio financeiro. Com a mudança, o governo espera aprimorar o relacionamento com os trabalhadores e fortalecer a gestão fiscal no estado.

Foto: Sandro Menezes/Assecom-RN

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Pé-de-Meia: pagamento a estudantes começa nesta segunda

Pé-de-Meia: pagamento a estudantes começa nesta segunda

Parcela será depositada de forma escalonada até 2 de dezembro

O pagamento do benefício do programa Pé-de-Meia tem início nesta segunda-feira (25) e segue até a próxima segunda (2), para alunos de ensino médio da rede pública. A parcela será destinada a estudantes do ensino médio da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e a 3,7 milhões de alunos do ensino médio regular, dos quais 1 milhão foi incluído no programa em agosto.

O Pé-de-Meia funciona como uma poupança e tem o objetivo de evitar a evasão escolar, com a promoção da permanência dos estudantes nas escolas e a conclusão dessa última etapa do ensino básico.

Depósitos

Para se manter no Pé-de-Meia, o estudante deve ter frequência mínima de 80% nas aulas do ensino médio. Caso a frequência diminua em algum mês, o aluno não receberá o benefício referente ao período.

A Caixa Econômica Federal (CEF) é responsável pela abertura das contas em nome dos estudantes matriculados no ensino médio público e pelos pagamentos de todas parcelas do programa, com recursos do Ministério da Educação (MEC). Os depósitos podem ser consultados pelos beneficiários por meio do aplicativo Jornada do Estudante, do Ministério da Educação.

O valor é depositado em conta poupança Caixa Tem. Os valores podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem, de acordo com o mês de nascimento do estudante, de forma escalonada, a partir desta segunda-feira.

Calendário de pagamento por mês de nascimento:

janeiro e fevereiro: 25 de novembro;
março e abril: 26 de novembro;
maio e junho: 27 de novembro;
julho e agosto: 28 de novembro;
setembro e outubro: 29 de novembro;
novembro e dezembro: 2 de dezembro.

As informações relativas ao pagamento do benefício podem ser consultadas no aplicativo Caixa Tem, disponível para smartphones.

Jovens e adultos

Em agosto, teve início o pagamento para os estudantes do ensino médio da Educação de Jovens e Adultos (EJA) incluídos no Pé-de-Meia, que cumprem os critérios estabelecidos pelo governo federal.

No caso da EJA, ao comprovar matrícula, o estudante recebe o incentivo de R$ 200, e incentivo mensal de R$ 225 pela frequência escolar. Ambos estão disponíveis para saque.

Pelas regras, os beneficiários devem ter idade entre 19 e 24 anos, e ser integrante de famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) até 15 de junho de 2024, com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 706 per capita).

Para os estudantes, a parcela relativa ao incentivo-frequência será paga em quatro vezes por semestre cursado. O incentivo-conclusão será acumulado em até três parcelas, condicionadas à aprovação parcial para a certificação de conclusão do ensino médio ao final de cada semestre ou ano letivo. Os jovens que ingressaram no programa a partir de setembro não receberão retroativamente as parcelas pagas pelo Pé-de-Meia.

Quem tem direito

O MEC explica que o Pé-de-Meia é destinado a estudantes do ensino médio do curso regular e da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para participar do Pé-de-Meia o aluno deve ser integrante de uma família inscrita no CadÚnico e ter renda mensal por pessoa de até meio salário mínimo.

O estudante pode consultar as regras do programa, além do calendário, histórico e status de pagamentos de parcelas (rejeitados ou aprovados) por meio do aplicativo Jornada do Estudante, que traz as informações escolares desde o ensino fundamental até a pós-graduação de cada aluno.

Pé-de-Meia

O programa de incentivo financeiro-educacional tem o objetivo de democratizar o acesso e reduzir a desigualdade social entre os jovens, além de promover a inclusão educacional e estimular a mobilidade social.

O governo federal calcula que com a expansão do programa – anunciada no início de agosto – vai elevar o número de beneficiários para quase 4 milhões de estudantes.

Ao comprovar matrícula e frequência, o estudante recebe o pagamento de incentivo mensal de R$ 200, que pode ser sacado em qualquer momento. O aluno também recebe depósitos de R$ 1 mil ao fim de cada ano letivo concluído com aprovação, que ficará como uma poupança e poderá ser sacados após a formatura no ensino médio.

Se somadas todas as parcelas de incentivo, os depósitos anuais e o adicional de R$ 200 pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os valores chegam a R$ 9,2 mil por aluno.

A adesão dos estudantes ocorre por meio de termo de compromisso assinado por redes de ensino federais, estaduais, distrital e municipais que oferecem o ensino médio e informam os dados dos estudantes ao Ministério da Educação (MEC), por meio de sistema informatizado.

Foto: Luís Fortes/MEC

Da Agência Brasil

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Cartilha dá dicas para não cair em golpes na Black Friday

Cartilha dá dicas para não cair em golpes na Black Friday

Evento comercial deste ano ocorre em 29 de novembro

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, preparou um guia com orientações e direitos assegurados pelo Código de Defesa do Consumidor para orientar os brasileiros a aproveitarem as promoções da Black Friday de forma mais segura e consciente. O evento comercial deste ano ocorre em 29 de novembro.

Acesse aqui o Guia de Defesa do Consumidor para a Black Friday.

“[O guia] surge em um contexto de crescimento das compras online no Brasil e do aumento das reclamações durante grandes eventos de promoção, como ofertas falsas, preços inflacionados antes dos descontos e problemas na entrega de produtos”, explicou a Senacon.

Na edição de 2023, as plataformas de proteção ao consumidor receberam mais de 7 mil queixas de cidadãos frustrados com falsas promessas de descontos e de vantagens. O objetivo agora é oferecer as ferramentas necessárias para identificar promoções reais e evitar práticas abusivas.

A Senacon informou ainda que vai monitorar o mercado e atuar em parceria com órgãos de defesa do consumidor para coibir irregularidades e aplicar sanções a empresas que desrespeitarem os direitos dos consumidores.

A secretaria também incentiva o uso da plataforma Consumidor.gov.br para a resolução direta de conflitos entre consumidores e empresas cadastradas. “Mais de 80% das reclamações registradas no portal têm desfecho positivo”, diz o texto.

Principais dicas

O guia destaca pontos que os consumidores devem observar antes, durante e depois da compra:

  • Pesquisa prévia de preços: para evitar armadilhas, a Senacon recomenda monitorar os preços com antecedência. Ferramentas de comparação online podem ser grandes aliadas.
  • Desconfie de ofertas muito abaixo do mercado: produtos com preços extremamente reduzidos podem esconder armadilhas, como golpes em sites fraudulentos.
  • Verifique a reputação do vendedor: antes de comprar, o consumidor deve consultar a reputação da loja em sites de reclamações e verificar se o CNPJ do fornecedor está ativo. Pela plataforma RedeSim é possível consultar o CNPJ das empresas.
  • Leia a descrição completa do produto: a ausência de informações claras pode configurar uma violação ao Código de Defesa do Consumidor, que garante o direito à informação adequada sobre características, riscos e restrições do produto.
  • Direito de arrependimento: para compras feitas fora do estabelecimento físico, como pela internet ou por telefone, o consumidor tem até sete dias úteis para desistir, sem precisar de justificativa.
  • Garantia contra práticas abusivas: o Código de Defesa do Consumidor protege de publicidade enganosa e cláusulas abusivas em contratos, como cobranças indevidas ou falta de suporte técnico após a venda.
  • Cuidado com fretes e prazos de entrega: o guia alerta que o fornecedor é obrigado a informar, com clareza, os custos de frete e os prazos de entrega antes da finalização da compra.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Primeira parcela do décimo terceiro deve ser paga até esta sexta

Primeira parcela do décimo terceiro deve ser paga até esta sexta

Segundo Dieese, salário extra injetará R$ 321,4 bilhões na economia

Um dos principais benefícios trabalhistas do país, o décimo terceiro salário tem a primeira parcela paga até esta sexta-feira (29). A partir de 1º de dezembro, o empregado com carteira assinada começará a receber a segunda parcela, que deve ser paga até 20 de dezembro.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário extra injetará R$ 321,4 bilhões na economia neste ano. Em média, cada trabalhador deverá receber R$ 3.096,78.

Essas datas valem apenas para os trabalhadores na ativa. Como nos últimos anos, o décimo terceiro dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi antecipado. A primeira parcela foi paga entre 24 de abril a 8 de maio. A segunda foi depositada de 24 de maio a 7 de junho.

Quem tem direito

Segundo a Lei 4.090 de 1962, que criou a gratificação natalina, têm direito ao décimo terceiro aposentados, pensionistas e quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 15 dias. Dessa forma, o mês em que o empregado tiver trabalhado 15 dias ou mais será contado como mês inteiro, com pagamento integral da gratificação correspondente àquele mês.

Trabalhadores em licença maternidade e afastados por doença ou por acidente também recebem o benefício. No caso de demissão sem justa causa, o décimo terceiro deve ser calculado proporcionalmente ao período trabalhado e pago junto com a rescisão. No entanto, o trabalhador perde o benefício se for dispensado com justa causa.

Cálculo proporcional

O décimo terceiro salário só será pago integralmente a quem trabalha há pelo menos um ano na mesma empresa. Quem trabalhou menos tempo receberá proporcionalmente. O cálculo é feito da seguinte forma: a cada mês em que trabalha pelo menos 15 dias, o empregado tem direito a 1/12 (um doze avos) do salário total de dezembro. Dessa forma, o cálculo do décimo terceiro considera como um mês inteiro o prazo de 15 dias trabalhados.

A regra que beneficia o trabalhador o prejudica no caso de excesso de faltas sem justificativa. O mês inteiro será descontado do décimo terceiro se o empregado deixar de trabalhar mais de 15 dias no mês e não justificar a ausência.

Tributação

O trabalhador deve estar atento quanto à tributação do décimo terceiro. Sobre o ele, incide tributação de Imposto de Renda, INSS e, no caso do patrão, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. No entanto, os tributos só são cobrados no pagamento da segunda parcela.

A primeira metade do salário é paga integralmente, sem descontos. A tributação do décimo terceiro é informada num campo especial na declaração anual do Imposto de Renda Pessoa Física.

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

Da Agência Brasil

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Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 55 milhões

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 55 milhões

Números sorteados foram 01-31-38-40-45-60

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.799 da Mega-Sena, sorteado nesse sábado (23) à noite em São Paulo e, com isso, o prêmio vai a R$ 55 milhões no próximo concurso na terça-feira (25). Os números sorteados foram 01-31-38-40-45-60.

Cinquenta e três apostadores fizeram a quina e vão receber, cada um, R$ 71.315,77. Os 3.737 acertadores da quadra terão o prêmio individual de R$ 1.444,90.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

Para a aposta pela internet é necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

A aposta simples, com apenas seis dezenas, custa R$ 5.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/Arquivo

Da Agência Brasil

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Governo precisa de R$ 42,3 bilhões para zerar déficit primário em 2024

Governo precisa de R$ 42,3 bilhões para zerar déficit primário em 2024

Relatório da Instituição Fiscal Independente alerta para necessidade de medidas emergenciais no último bimestre do ano.

O governo federal enfrenta um desafio fiscal significativo: reunir R$ 42,3 bilhões nos últimos dois meses do ano para atingir a meta de déficit primário zero em 2024. Essa estimativa foi divulgada pela Instituição Fiscal Independente (IFI), vinculada ao Senado, no Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) de novembro.

Caso opte por alcançar o limite inferior da meta, com margem de tolerância de 0,25% do PIB, o esforço necessário seria de R$ 13,6 bilhões, o que exige maior eficácia em medidas previstas no orçamento, como a compensação da desoneração da folha e a retomada do voto de qualidade no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

Estratégias para alcançar a meta

A IFI sugere que a continuidade da limitação de execução das emendas parlamentares e o “empoçamento” de recursos em ministérios podem facilitar o alcance da meta. Historicamente, despesas discricionárias são realizadas com maior intensidade no último bimestre, mas a cautela adotada em períodos anteriores pode gerar uma “sobra” nos limites de pagamento.

Embora a arrecadação tenha surpreendido positivamente em outubro, analistas alertam para a desaceleração econômica no último bimestre, o que pode limitar a receita.

A complexidade do cenário reflete os desafios fiscais do governo, que busca equilibrar contas em um contexto de crescentes pressões orçamentárias e incertezas econômicas.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

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Petrobras estuda criar empresa para voltar a ser grande em etanol

Petrobras estuda criar empresa para voltar a ser grande em etanol

Companhia já sondou parceiros para joint venture

A Petrobras faz sondagens com produtores de cana-de-açúcar e de milho para criar uma joint venture e fincar novamente os pés na produção de etanol. A nova empresa seria uma forma de a companhia estatal compensar o declínio na venda de gasolina previsto para as próximas décadas.

O anúncio foi feito pela direção da empresa, nesta sexta-feira (22), durante apresentação do plano de negócios para os próximos cinco anos.

De acordo com o diretor executivo de Transição Energética e Sustentabilidade, Mauricio Tolmasquim, a Petrobras entende que a gasolina apresenta tendência de perder participação entre os combustíveis da frota leve, como carros de passeio.

“A gasolina vai perder mercado ao longo do tempo. Até 2040, vai crescer o etanol. A gente quer continuar grande. Vamos fazer isso entrando no nosso produto competidor, o etanol. A gente vai perder o mercado de gasolina e ficar no etanol”, afirmou Tolmasquim.

O plano de negócios 2025-2029 reserva US$ 2,2 bilhões – equivalente a mais de R$ 12,5 bilhões – para investimentos na produção do combustível originado do milho ou do bagaço da cana.

Tolmasquim explicou que estudos ainda estão sendo conduzidos, mas que a Petrobras está com pressa para retomar protagonismo na produção de etanol. Por isso, avalia uma parceria empresarial – joint venture no jargão corporativo – para criar uma empresa.

“A nossa ambição é grande. Estamos partindo para ser realmente um dos líderes na questão do etanol. Vamos fazer parcerias. Seria um caminho longo para percorrer se fôssemos partir do zero”, disse o diretor.

“A ideia é já começar grande. Isso pode ser implantado muito rapidamente”, completou Tolmasquim.

Cálculos

Cálculos preliminares apontam capacidade de produção de 2 bilhões de litros de etanol por ano. “Uma possibilidade, não tem estudo, não tem meta, mas, vamos dizer, poderia eventualmente chegar isso”, afirmou o diretor.

A revelação da companhia significa uma guinada. A Petrobras está fora do mercado de etanol por decisão do plano de negócios 2017-2021, o que levou a empresa a se desfazer de parcerias com produtores.

A presidente da estatal, Magda Chambriard, ressaltou que o etanol é o principal competidor da gasolina.

“Hoje, o nosso principal produto competidor da gasolina, em um país que tem frota flex. Somos o único país do mundo que tem frota de veículos leves flex, ou seja, etanol”.

“É bastante rentável, atrativo economicamente”, completou Tolmasquim.

Transição energética

Durante a apresentação do plano de negócios – o primeiro da gestão Chambriard – e do plano estratégico para 2050, a direção da Petrobras fez questão de defender que os investimentos em transição energética para economia de baixo carbono (menos uso de combustíveis poluentes, como derivados do petróleo) não destroem valor da companhia, ou seja, todos são rentáveis.

O discurso é uma forma de mostrar aos investidores e à sociedade que a Petrobras não busca desenvolver combustíveis limpos – como etanol, biodiesel e energia eólica – apenas pelo interesse ambiental, mas também para garantir retorno dos investimentos. Segundo Magda Chambriard, o plano de negócios está dentro de uma lógica empresarial de custos competitivos e projetos rentáveis.

“Eu vou garantir que todos os nossos projetos serão feitos de forma muito responsável e zelando pela sua rentabilidade. Nós não vamos destruir valor, nós vamos construir valor, mantendo foco em petróleo e gás”, declarou.

O plano de negócios é um planejamento quinquenal atualizado todos os anos. O documento divulgado na noite de quinta-feira (21) estima US$ 111 bilhões em investimentos (equivalente a R$ 644 bilhões), 9% acima do plano anunciado no ano passado.

A maior parte é destinada a exploração e produção de petróleo, US$ 77 bilhões. Já a parcela reservada para negócios relacionados à transição energética subiu 42%, saindo de US$ 11,5 bilhões e chegando a US$ 16,3 bilhões, o que passa a representar 15% do total de investimentos que a Petrobras deve fazer de 2025 a 2029.

“Crescimento que demonstra compromisso com a jornada rumo ao futuro de baixo carbono”, disse a presidente da Petrobras. “Nos colocamos com um pleito de sermos os líderes nessa transição energética justa, segura e inclusiva”.

Menos fósseis

A companhia detalhou que responde hoje por 31% da oferta primária de energia do Brasil. São 4,3 exajoules (EJ) extraídos basicamente de derivados de petróleo, o óleo e o gás. Joule é uma unidade de medida para o consumo de energia.

Para 2050, a Petrobras estima que a geração primária de toda energia do país deve crescer 60%, e mesmo assim, a Petrobras será responsável por 31% do total. Ou seja, vai acompanhar a expansão da demanda brasileira.

No entanto, os derivados de petróleo devem perder espaço, e as fontes renováveis representarão de 8% a 11% da energia gerada pela estatal.

Novos poços

De acordo com as previsões da companhia, o pico de produção de petróleo será no fim da década atual, quando atingir a produção total de 3,2 milhões de barris equivalentes de óleo e gás por dia (boed), em 2029.

Para mitigar esse declínio que se seguirá, a Petrobras mantém frentes de exploração de petróleo em regiões como os litorais do Sudeste e do Sul e na Margem Equatorial, que ainda precisa de licença do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A estima é perfurar 51 poços entre 2025 e 2029.

Para a presidente da companhia, não há contradição entre exploração e produção de petróleo e a transição energética para economia de baixo carbono, ou seja, com menos gases poluentes, como os derivados da queima de combustíveis fósseis, exemplo do óleo e do gás.

Magda Chambriard deu como exemplo o processo de produção de petróleo do pré-sal, que tem metade da pegada de carbono da média mundial, e o diesel R5, que produzido com 5% de óleo mineral.

“É perfeitamente possível conciliar exploração, produção e refino [de petróleo] com liderança em transição energética. Nossa produção de energia vai crescer mais limpa, mantendo a relevância da Petrobras no país e mantendo a atenção que a sociedade brasileira merece”, disse Magda, enfatizando que o esforço não é coisa do futuro. “É um esforço do presente”.

A companhia espera alcançar a neutralidade na produção de combustíveis em 2050, isto é, conseguiria compensar todo o carbono emitido durante a exploração e produção de petróleo.

A Petrobras informou ainda que o plano de negócios deve criar 315 mil empregos diretos e indiretos em cinco anos e, no mesmo período, resultar no pagamento de US$ 253,7 bilhões (mais de R$ 1,4 trilhão) em tributos federais, estaduais e municipais.

“Isso significa que para cada real investido, nós vamos ter mais do dobro em impostos”, destacou a dirigente da Petrobras.

Foto: Andre Borges/Agência Brasília

Da Agência Brasil

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Minha Casa Minha Vida beneficia cidades com até 50 mil pessoas

Minha Casa Minha Vida beneficia cidades com até 50 mil pessoas

Investimento será de R$ 4,85 bilhões, informa Ministério das Cidades

O governo divulgou hoje (22) as propostas selecionadas para a construção de moradias em áreas urbanas pelo Minha Casa Minha Vida (MCMV), em cidades de até 50 mil habitantes. A lista com as propostas selecionadas foi publicada pelo Ministério das Cidades, no Diário Oficial da União.

Trata-se da primeira seleção do MCMV com recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social com este perfil (FNHIS sub-50). Serão 37.295 unidades habitacionais, em 1.164 cidades, de 26 estados.

A expectativa é que cerca de 150 mil pessoas sejam beneficiadas com “moradia digna para famílias de baixa renda, residentes nos pequenos municípios brasileiros”, informou o ministério. O investimento, segundo a pasta, será de R$ 4,85 bilhões.

“O foco são municípios com população inferior ou igual a 50 mil habitantes. As moradias atendem famílias com renda bruta mensal na Faixa Urbano 1 do MCMV, correspondente a até R$ 2.850, admitindo-se o atendimento de renda enquadrada na Faixa Urbano 2 (até R$ 4.700)”, detalhou o ministério.

Entre os critérios adotados para a seleção dos projetos está o de priorizar propostas que melhor atendam à demanda habitacional e observem “requisitos técnicos de desenvolvimento urbano, econômico, social e cultural, sustentabilidade, redução de vulnerabilidades e prevenção de riscos de desastres e à elevação dos padrões de habitabilidade, de segurança socioambiental e de qualidade de vida da população que será beneficiada”.

Com a divulgação das propostas selecionadas, estados e municípios terão de incluir, até 10 de dezembro, a proposta selecionada na plataforma Transferegov, programa nº 5600020240048, de forma a viabilizar a contratação pela Caixa Econômica Federal até o final do ano.

Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

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Startup de Natal é a grande vencedora do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios etapa Nacional 2024

Startup de Natal é a grande vencedora do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios etapa Nacional 2024

A premiação, que ocorreu no dia 21 de novembro durante o Delas Summit em Florianópolis, Santa Catarina

Luana Wandecy, representante da Blindog, é a grande vencedora do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2024 na categoria Ciência e Tecnologia nas etapas estadual, regional e nacional. A premiação, que ocorreu no dia 21 de novembro durante o Delas Summit em Florianópolis, Santa Catarina, reconheceu a liderança e inovação de mulheres empreendedoras no Brasil, destacando as iniciativas mais transformadoras no setor de tecnologia.

Luana, que havia conquistado o prêmio na fase regional, representou a região Nordeste na final nacional, destacando-se com a tecnologia Blindog entre outras iniciativas de todo o país. A Blindog, startup de tecnologia especializada em soluções para cães cegos, foi reconhecida por sua abordagem inovadora e impacto social. A empresa desenvolve dispositivos que aumentam a autonomia e o conforto dos animais com deficiência visual, proporcionando maior segurança e independência.

O Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, criado em 2004, tem como objetivo destacar mulheres empreendedoras que se destacam pela visão estratégica e capacidade de inovar. Ao longo de duas décadas, o prêmio reconheceu mais de 200 mulheres, e, pela primeira vez, incluiu a categoria Ciência e Tecnologia, na qual Luana se destacou.

A seleção das vencedoras ocorre em três etapas: estadual, regional e nacional. Na fase estadual, as finalistas de cada categoria foram escolhidas, com as melhores avançando para as etapas seguintes. Luana Wandecy, com sua visão voltada para o bem-estar animal, consolidou sua liderança no mercado de pet tech, tornando-se a grande vencedora na etapa nacional.

Após a vitória, Luana expressou o significado da premiação: “Este prêmio não é apenas uma conquista pessoal, mas uma celebração do poder transformador da tecnologia e da inovação. Ele representa o trabalho de todas as mulheres que, assim como eu, acreditam no impacto positivo que a tecnologia pode ter na vida das pessoas e dos animais. Acredito que a inovação deve ser usada para criar soluções reais para problemas do cotidiano, e essa vitória reforça a importância de seguir com propósito. Espero que minha trajetória inspire outras mulheres a perseguirem seus projetos e a buscarem sempre transformar suas ideias em algo significativo.”

Com sua vitória, Luana reafirma o potencial das mulheres no empreendedorismo tecnológico, inspirando novas gerações de líderes no setor.

Foto: Divulgação

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Ministro da Agricultura apoia produtores de carne contra o Carrefour

Ministro da Agricultura apoia produtores de carne contra o Carrefour

Grupo francês anunciou veto à carne do Mercosul

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Carlos Fávaro, declarou apoio ao movimento de associações de produtores de proteína animal e entidades brasileiras do agronegócio que sugerem boicote em repúdio à decisão da rede varejista Carrefour, na França, de suspender a venda de carne oriunda dos países do Mercosul nas lojas do país europeu.

O Mercosul é o bloco econômico formado por Argentina, Brasil, Bolívia, Paraguai e Uruguai. O anúncio do veto foi feito na quarta-feira (20) pelo CEO mundial da companhia, Alexandre Bompard, em carta a Arnaud Rousseau, presidente da Federação Nacional dos Sindicatos dos Operadores Agrícolas da França, e divulgada nas redes sociais.

No mesmo dia, o Mapa publicou nota em que rechaçou a decisão do Carrefour e reafirmou a qualidade da carne produzida no Brasil. Em seguida, entidades do setor, incluindo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), também divulgaram uma nota de repúdio e sugeriram a possibilidade de boicotar totalmente a oferta de carne ao Grupo Carrefour no Brasil. Isso porque o próprio Carrefour havia divulgado nota informando que o veto da companhia só se aplicaria às lojas da França, por causa da crise vivida pelos produtores rurais do país, mas não valeria para as unidades do Brasil e Argentina, bem como outros países onde a rede opera na forma de franquia.

“Nos surpreende a presidência local [do Carrefour], aqui no Brasil, dizer ‘nós vamos continuar comprando porque sabemos que tem boa procedência, quem não quer comprar é a matriz, a França’. Ora, se não serve para os franceses, não vai servir para os brasileiros. Então, que não se forneça carne nem para o mercado desta marca aqui no Brasil. O Brasil tem que ter muita responsabilidade e garantia da qualidade dos nossos produtos. Eu quero crer que eles vão repensar do que estão falando da produção brasileira”, disse Fávaro, em referência à posição das entidades brasileiras.

“Eu achei uma atitude louvável da indústria brasileira dizer assim ‘então, não vou fornecer também [ao Carrefour]’. E tem o meu apoio essa atitude, que mostra soberania e o respeito à legislação brasileira”, acrescentou.

A declaração foi dada a jornalistas durante evento de comemoração de 10 anos da fundação da Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), na noite desta quinta-feira (21), em Brasília.

Polêmica

No fim de outubro, uma outra polêmica envolveu a empresa francesa Danone, após um diretor declarar que o grupo não compraria mais soja do Brasil devido a questões relacionadas à sustentabilidade, veto que foi posteriormente desmentido pela multinacional. Para o ministro da Agricultura, as duas atitudes sinalizam uma ação orquestrada contra o agronegócio brasileiro, considerado um dos mais competitivos do planeta.

“Eu custo a acreditar que está acontecendo uma ação orquestrada por parte das empresas francesas. Custo a acreditar que é orquestrada, mas também sou uma pessoa que não acredita em coincidências. Eu acredito em providência divina, acredito no trabalho. Ao ver, há 15 dias atrás, a Danone com uma ação mais ou menos como essa, agora o Carrefour lançando um movimento desse. Veja, primeiro que o Brasil não se nega a discutir sustentabilidade com ninguém em nenhum lugar do mundo. É um governo, um país, que tem compromisso com respeito ao meio ambiente, com a rastreabilidade, com a boa sanidade, com todos os princípios desse tipo. Agora, de forma alguma, ser atacado na nossa soberania, isso é irretocável”, disse Carlos Fávaro.

Na avaliação do próprio ministério, o veto do Carrefour à carne do Mercosul é uma forma de dificultar o avanço do acordo de livre comércio entre o bloco sul-americano e a União Europeia, tema que foi debatido durante a Cúpula do G20, esta semana, e que se arrasta há mais duas décadas e meia. O próprio presidente da França, Emmanuel Macron, voltou a dizer, durante a cúpula, que “em seu estado atual, não é um tratado aceitável”. Com alegações sobre o cumprimento de regras ambientais, a posição francesa vocaliza interesses dos produtores agrícolas do país, que temem perda de mercado com a entrada em vigor do acordo, que abriria espaço para a venda de produtos nos mercados internos dos países de ambos os blocos.

Foto: EBC/Agência Brasil Oficial/Ilustração

Da Agência Brasil

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Prazo para incluir nome na lista de credores da 123 Milhas vai até terça

Prazo para incluir nome na lista de credores da 123 Milhas vai até terça

Medida para quem tem valor a receber ou corrigir valor a ser devolvido

Consumidores lesados pela 123Milhas têm até a próxima terça-feira (26) para solicitar a inclusão na lista de quem tem valores a receber ou corrigir o valor a ser devolvido. Para isso, devem acessar o site da Administradora Judicial e verificar se seus dados foram devidamente incluídos na Lista de Credores e se os valores dos créditos estão corretos.

O edital publicado pela Justiça de Minas Gerais, responsável pelo processo, informa que todos os pedidos de ressarcimento devem, obrigatoriamente, ser feitos no site indicado pela Justiça.

A Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) explica que, a partir da consulta, podem surgir três casos diferentes, com procedimentos exclusivos para cada um. A explicação sobre como proceder em cada caso, pode ser vista na cartilha elaborada pela DPMG.

A cartilha também mostra o caminho para os consumidores, que ainda não foram inseridos na lista, realizem pedidos para que seus nomes e seus respectivos valores sejam incluídos na recuperação judicial e no plano de pagamento. Todos esses procedimentos podem ser realizados pelos próprios consumidores pela internet.

A orientação da DPMG é a de que o consumidor não deixe a habilitação de créditos ou a apresentação de divergências quanto aos seus dados pessoais e valores a receber, ou mesmo a leitura da cartilha, para a última hora, já que existem prazos previstos em lei para que os documentos ser reunidos e apresentados.

Procon-SP

A assessora técnica do Procon-SP, Patrícia Dias, disse que a expectativa do órgão é a de que todos os prejudicados que fizerem a habilitação como credores no processo de recuperação judicial da empresa sejam ressarcidos. “É fato que a empresa tem patrimônio que a própria Justiça já separou. Este momento da recuperação é a identificação de todos os credores para depois fazer o balanço para saber qual o patrimônio e o montante da dívida”, explicou.

Ela alerta os consumidores que, mesmo que tenham procurado os órgãos de defesa do consumidor municipais ou estaduais, é fundamental também registrar seus dados e enviar a documentação pertinente no site mencionado, para que conste expressamente na Recuperação Judicial, e seja considerado credor da 123Milhas.

Crise

A crise na companhia começou em 18 de agosto de 2023, quando a 123milhas suspendeu a emissão de passagens e pacotes da linha Promo, mais barata por não ter datas definidas de ida e volta, e propôs ressarcir seus clientes por meio de vouchers (comprovantes de pagamento antecipado de serviços).

A empresa foi fundada em 2016, em Belo Horizonte, pelos irmãos Ramiro e Augusto Madureira. Cinco anos depois, em 2021, já era o maior anunciante do país, com investimento de R$ 2,37 bilhões na compra de espaço publicitário.

No dia 29 de agosto do ano passado, a 123milhas protocolou no Tribunal de Justiça de Minas Gerais um pedido de recuperação judicial. No documento, a empresa dizia que o objetivo da medida era assegurar o cumprimento dos compromissos assumidos com clientes, ex-colaboradores e fornecedores.

No dia 31, o pedido de recuperação judicial foi aceito pela 1ª Vara Empresarial de Belo Horizonte. Com dívidas de R$ 2,3 bilhões, a plataforma de turismo solicitou a suspensão, por 180 dias, das ações de credores e consumidores que foram à Justiça após a interrupção de serviços.

Em janeiro de 2024, a juíza Cláudia Helena Barbosa, da 1ª Vara Empresarial de Belo Horizonte determinou a suspensão da recuperação judicial da empresa 123Milhas. Segundo a juíza, a recuperação judicial da empresa ficaria suspensa até a nomeação de novos administradores judiciais. Além disso, a 123milhas também teria que detalhar as reais condições da Lance Hotéis e da MaxMilhas, que também foram incluídas na recuperação judicial em outubro do ano passado.

A recuperação judicial da 123Milhas já havia sido suspensa em setembro, processo que foi retomado mais uma vez em dezembro. Na época, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão do Ministério da Justiça, questionou a agência de viagens on-line sobre os motivos que a levaram a cancelar pacotes e passagens.

Foto: Juca Varella/Agência Brasil

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Governo bloqueia R$ 6 bilhões do Orçamento de 2024

Governo bloqueia R$ 6 bilhões do Orçamento de 2024

Volume de recursos congelados subiu de R$ 13,3 bi para R$ 19,3 bi

A elevação dos gastos com a Previdência Social fez o governo bloquear mais de R$ 6 bilhões do Orçamento de 2024, anunciaram na noite desta sexta-feira (22) os ministérios do Planejamento e Orçamento e da Fazenda. O volume de recursos congelados subiu de R$ 13,3 bilhões para R$ 19,3 bilhões.

Os números constam da nova edição do Relatório Bimestral de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento enviado hoje ao Congresso Nacional.

O valor foi superior aos cerca de R$ 5 bilhões anunciados na quinta-feira (21) pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Segundo o relatório, a verba contingenciada permanece zerada. Dessa forma, o total bloqueado está em R$ 19,3 bilhões.

Tanto o contingenciamento como o bloqueio representam cortes temporários de gastos. O novo arcabouço fiscal, no entanto, estabeleceu motivações diferentes. O bloqueio ocorre quando os gastos do governo crescem mais que o limite de 70% do crescimento da receita acima da inflação. O contingenciamento ocorre quando há falta de receitas que comprometem o cumprimento da meta de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública).

Em relação ao bloqueio, os principais aumentos de despesas que justificaram a elevação de R$ 6 bilhões foram as altas de R$ 7,7 bilhões nas estimativas de gastos com a Previdência Social e de R$ 612,1 milhões nos gastos com o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Essas elevações foram parcialmente compensadas pela previsão de queda de R$ 1,9 bilhão nas estimativas de gastos com pessoal, por causa da revisão das despesas com abono pecuniário, e de R$ 2,6 bilhões com subsídios e subvenções.

Déficit primário

Em relação ao déficit primário, o relatório reduziu, de R$ 68,8 bilhões para R$ 65,3 bilhões, a previsão de resultado negativo nas contas públicas. A redução decorre porque a estimativa para as despesas fora do novo arcabouço fiscal caiu de R$ 40,5 bilhões para R$ 36,6 bilhões, diminuição de R$ 3,9 bilhões.

As despesas fora do arcabouço fiscal são os créditos extraordinários para a reconstrução do Rio Grande do Sul, que caiu de R$ 38,6 bilhões para R$ 33,6 bilhões. Em contrapartida, os créditos extraordinários para o combate a incêndios florestais e o enfrentamento às mudanças climáticas subiram de R$ 514 milhões para R$ 1,45 bilhão, após decisão do Supremo Tribunal Federal que autorizou a exclusão desses gastos da meta de resultado primário.

O déficit primário representa a diferença entre as receitas e os gastos do governo sem os juros da dívida pública. O arcabouço fiscal estabelece meta de déficit zero para este ano, desconsiderando as exceções dos créditos extraordinários e do pagamento de precatórios, com margem de tolerância de até R$ 28,76 bilhões para mais ou para menos.

A nova versão do relatório aumentou, de R$ 28,35 bilhões para R$ 28,74 bilhões, a estimativa de déficit primário considerada no arcabouço fiscal. Como a diferença, de R$ 388,5 milhões, não supera a margem de tolerância, não houve contingenciamento.

Esse aumento de R$ 388,5 bilhões decorre da diminuição de R$ 3,75 bilhões na receita líquida (receita do governo descontada o repasse aos estados e municípios). Em troca, a estimativa de despesas primárias caiu R$ 7,28 bilhões, considerando tanto os R$ 6 bilhões bloqueados como a diminuição da estimativa de R$ 1,17 bilhão em gastos discricionários (não obrigatórios) por causa de recursos que não conseguirão ser gastos até o fim do ano.

Apesar da diminuição na estimativa de receitas, o ministro Fernando Haddad disse que a arrecadação está cumprindo as expectativas em 2024 porque a previsão de déficit primário está dentro da margem de tolerância. “Nós estamos desde o começo do ano reafirmando, contra todos os prognósticos, [que] não vai haver alteração de meta do resultado primário. Nós estamos já no último mês do ano, praticamente, convencidos de que temos condições de cumprir a meta estabelecida no ano passado”, disse na quinta-feira (21).

Corte de gastos

O bloqueio desta sexta-feira não tem a ver com o pacote de corte de gastos a ser anunciado pelo governo na próxima semana . O congelamento de recursos abrange o Orçamento de 2024, enquanto as medidas de revisão de gastos obrigatórios pretende economizar recursos para 2025 e 2026.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

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Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado em R$ 18 milhões

Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado em R$ 18 milhões

Sorteio será realizado às 20h, horário de Brasília, em São Paulo

As seis dezenas do concurso 2.799 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio está acumulado em R$ 18 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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IBGE aponta que taxa de desemprego recua em 7 estados no terceiro trimestre

IBGE aponta que taxa de desemprego recua em 7 estados no terceiro trimestre

Maior queda foi observada na Bahia, com recuo de 1,4 ponto percentual

A taxa de desocupação, também chamada de taxa de desemprego, caiu em sete unidades da federação no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior. Nas outras 20, a taxa manteve-se estável, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A maior queda foi observada na Bahia, onde a taxa recuou 1,4 ponto percentual, passando de 11,1% no segundo trimestre para 9,7% no terceiro trimestre. Os outros seis locais com queda foram Rondônia (-1,2 ponto percentual, ao passar de 3,3% para 2,1%), Rio de Janeiro (-1,1 ponto percentual, ao passar de 9,6% para 8,5%), Mato Grosso (-1 ponto percentual, ao passar de 3,3% para 2,3%), Pernambuco (-1 ponto percentual, ao passar de 11,5% para 10,5%), Rio Grande do Sul (-0,8 ponto percentual, ao passar de 5,9% para 5,1%) e Santa Catarina (-0,4 ponto percentual, ao passar de 3,2% para 2,8%).

Apesar da queda, Pernambuco continua sendo o estado com maior taxa de desemprego. Rondônia apresentou a menor taxa. A taxa de desemprego nacional, divulgada no fim de outubro, recuou para 6,4% no terceiro trimestre, inferior ao observado no segundo trimestre deste ano (6,9%) e no terceiro trimestre de 2023 (7,7%).

Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, a taxa de desemprego recuou em 13 unidades da federação, com destaque para o Amapá (com queda de 4,3 pontos percentuais, ao passar de 12,6% para 8,3%), Bahia (-3,6 pontos percentuais, ao passar de 13,3% para 9,7%) e Pernambuco (-2,7 pontos percentuais, ao passar de 13,2% para 10,5%).

As outras 14 unidades da federação apresentaram estabilidade da taxa na comparação com o terceiro trimestre de 2023.

A taxa de informalidade do mercado de trabalho, ou seja, o percentual de trabalhadores informais em relação ao total de pessoas ocupadas, subiu apenas em dois estados, na comparação com o segundo trimestre deste ano: Bahia (2,3 pontos percentuais, atingindo 51,7%) e Mato Grosso (1,7 ponto percentuais, alcançando 35,3%). Nas demais unidades da federação, manteve-se estável.

Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, também houve alta em apenas dois locais: Roraima (3,6 pontos percentuais, atingindo 47,8%) e Rio Grande do Sul (1,4 ponto percentual, chegando a 32,9%). Nenhuma unidade da federação apresentou alta.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

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Promoções de Black Friday antecipam compras de supermercado para festividades de fim de ano

Promoções de Black Friday antecipam compras de supermercado para festividades de fim de ano

Os descontos são uma boa oportunidade para planejar os comes e bebes de Natal e Réveillon; Favorito Supermercados preparou ofertas que vão até 60% de desconto

O mês de novembro é marcado pelas promoções da Black Friday, ação que tem como data a última sexta-feira de novembro, oportunidade principalmente para quem busca se antecipar e economizar para as festividades de fim de ano. Segundo levantamento feito pela empresa de tecnologia Dito, em parceria com a Opinion Box, as compras de supermercado terão um aumento de 19% até o final da Black, enquanto as de alimentos e bebidas podem chegar até 14% nesse período.

E, seguindo essa linha, o Favorito está com diversas promoções de esquenta ao longo do mês. Já no dia 29, dia oficial da Black Friday, 24 horas de promoção estarão disponíveis para compras pelo aplicativo, assim como o programa de cashback, criado durante a campanha de aniversário de 16 anos da marca. Ao se cadastrar no aplicativo do Favorito, o cliente pode resgatar R$10 a cada R$100 em compras todas as terças-feiras.

Além disso, diversos produtos das lojas terão descontos especiais, como vinhos e destilados, que estão entre os produtos mais procurados nesse período. “Durante a Black Friday o estoque das lojas triplicam em novembro, principalmente no setor de bebidas. Nesse período, a adega oferecerá 60% de desconto na segunda garrafa de vinho, os destilados terão 40% a menos, e as cervejas 25%”, explica André Alves, gerente comercial do Favorito.

As vendas durante a Black Friday representam um percentual expressivo da receita mensal da marca, como pontua o gerente. “Durante a última semana de novembro, que é o ponto alto da promoção, temos uma expectativa que represente de 30 a 35% do faturamento total mensal do grupo. Estamos com uma estimativa de crescimento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Isso significa que conseguiremos oferecer preços baixos em produtos de qualidade, seguindo com mais uma temporada de descontos ao longo do mês de novembro”, finaliza.

Foto: Pexels

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Liga DOOH faz lançamento oficial para o mercado

Liga DOOH faz lançamento oficial para o mercado

Empresa visa o incremento digital da Mídia Out of Home (OOH) para negócios de todos os tamanhos na região Nordeste

Na próxima quarta-feira (27), às 18h, o mercado de mídia será apresentado oficialmente a uma nova protagonista: a Liga DOOH. A empresa com sede em Natal e atuação em toda a região Nordeste, será lançada oficialmente em um evento exclusivo no Salão Bossa Nova da Casa de Apostas Arena das Dunas. O evento pretende reunir empresários, agências de publicidade, planejadores de mídia e grandes anunciantes de todo o Nordeste para conhecer a empresa, que nasce com o compromisso de transformar o segmento de mídia Out of Home (OOH).

Com uma parceria exclusiva com a The LED, maior empresa de painéis de LED do Brasil, a Liga DOOH chega ao mercado com um investimento de mais de R$20 milhões. A negociação permitirá a instalação de 2.000 m² de painéis de LED de última geração nas principais capitais e cidades estratégicas do Nordeste até o final de 2025.

A ocasião contará com a participação de Richard Albanesi, CEO da The LED, que apresentará uma visão sobre o novo cenário da mídia no Brasil e as inovações que estão transformando o mercado. A Liga DOOH também apresentará sua nova diretoria: a empresária Sanzya Costa se une a Marcelo Vasconcelos na liderança da empresa, fortalecendo a atuação estratégica e comercial no Nordeste. Juntos, comandarão uma operação focada em oferecer as melhores soluções de mídia para anunciantes e agências, com um portfólio robusto e tecnologia de ponta.

“A chegada da Liga DOOH ao mercado representa uma revolução no segmento de mídia exterior no Nordeste, com soluções criativas e inovadoras que potencializam o impacto das campanhas publicitárias”, aponta Sanzya Costa, que assume o cargo de diretora comercial e de marketing. “Além de oferecer exclusividade na comercialização de grandes projetos, a empresa promete criar novas oportunidades de negócios e atrair grandes marcas para a região”, acrescenta Marcelo Vasconcelos, diretor de expansão da Liga DOOH.

Sobre a Liga DOOH

A Liga DOOH é uma empresa nordestina especializada em Mídia Out of Home (OOH) que tem como missão facilitar a comunicação entre empresas, agências de publicidade e anunciantes, simplificando o acesso a espaços publicitários e ampliando o impacto em todas as regiões. Com escritórios em São Paulo, Brasília, Recife e Natal, atende a uma ampla gama de anunciantes, proporcionando soluções personalizadas.

Foto: Divulgação

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Orçamento terá bloqueio em torno de R$ 5 bilhões

Orçamento terá bloqueio em torno de R$ 5 bilhões

Planejamento anunciará novos cortes nesta sexta-feira

O Orçamento Geral da União de 2024 terá um novo bloqueio em torno de R$ 5 bilhões, disse nesta quinta-feira (21), em Brasília, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (foto). Segundo ele, o número foi passado pela Casa Civil na reunião da Junta de Execução Orçamentária (JEO) no fim desta tarde.

“Talvez [o bloqueio] seja um pouquinho menos, um pouquinho mais que isso, mas na casa dos R$ 5 bilhões. É bloqueio porque a receita está correspondendo às expectativas nossas e o ponto de vista do cumprimento de meta, conforme a LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias]”, disse o ministro ao deixar o Ministério da Fazenda no início desta noite.

Haddad reiterou que a arrecadação está dentro das previsões e negou que haja mudança na meta de resultado primário de déficit zero com margem de tolerância de até R$ 28,75 bilhões para mais ou para menos.

“Nós estamos desde o começo do ano reafirmando, contra todos os prognósticos, [que] não vai haver alteração de meta do resultado primário. Nós estamos já no último mês do ano, praticamente, convencidos de que temos condições de cumprir a meta estabelecida no ano passado”, acrescentou o ministro.

Nesta sexta-feira (22), o Ministério do Planejamento e Orçamento divulgará o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, que orienta a execução do Orçamento. A última edição do documento tinha descongelado R$ 1,7 bilhão do Orçamento de 2024.

O aumento na estimativa de arrecadação fez o governo reduzir para R$ 28,3 bilhões a estimativa de déficit primário em 2024. O valor é R$ 400 milhões inferior ao limite mínimo da margem de tolerância para o cumprimento da meta.

Marco fiscal

No entanto, o atual marco fiscal exclui da meta os R$ 38,6 bilhões em créditos extraordinários para reconstruir o Rio Grande do Sul e os R$ 514 milhões para o combate a incêndios florestais anunciados em setembro, assim como outras despesas excepcionais. Sem os gastos fora do arcabouço fiscal, o governo encerraria o ano com déficit primário de R$ 68,8 bilhões.

Tanto o contingenciamento como o bloqueio representam cortes temporários de gastos. O novo arcabouço fiscal, no entanto, estabeleceu motivações diferentes.

O bloqueio ocorre quando os gastos do governo se expandem mais que o limite de 70% do crescimento da receita acima da inflação. O contingenciamento ocorre quando há falta de receitas que comprometem o cumprimento da meta de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública).

Foto: Marcelo Justo/ Ministério da Fazenda

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Petrobras prevê investimento de US$ 111 bilhões entre 2025 e 2029

Petrobras prevê investimento de US$ 111 bilhões entre 2025 e 2029

Empresa aprovou Plano de Negócios para o período

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nessa quinta-feira (21) o Plano de Negócios 2025-2029 (PN 2025-29). A previsão é que haja investimentos de US$ 111 bilhões no período, sendo US$ 98 bilhões na Carteira de Projetos em Implantação e US$ 13 bilhões na Carteira de Projetos em Avaliação.

Do valor total de US$ 111 bilhões, a previsão é de que US$ 77 bilhões sejam investidos em exploração e produção, US$ 20 bilhões em refino, transporte e comercialização, US$ 11 bilhões em gás e energias de baixo carbono e US$ 3 bilhões na parte corporativa.

Segundo a companhia, este ano o plano foi dividido em duas partes: o PE 2050, que propõe refletir sobre o futuro do planeta e como a empresa quer ser reconhecida em 2050 e o PN 2025-29, com metas de curto e médio prazo.

O planejamento da Petrobras estima que o fornecimento de energia nesse período passe de 4,3 exajoules (EJ) em 2022 para 6,8 EJ em 2050, o que manteria a companhia como responsável por 31% da oferta primária de energia do Brasil. A Petrobras também tem o objetivo de neutralizar suas emissões operacionais até 2050.

A estatal declara que “concentrará esforços no aproveitamento dessas oportunidades do mercado de óleo e gás, com foco em reposição de reservas, na produção crescente com menor pegada de carbono e na ampliação da oferta de produtos mais sustentáveis e de maior qualidade no seu portfólio”.

Segmentação

No segmento de Exploração e Produção (E&P), cerca de 60% devem ser destinados aos ativos do pré-sal. Segundo a companhia, há projetos grandes de revitalização (REVITs) para aumentar os fatores de recuperação em campos maduros, especialmente na Bacia de Campos.

No segmento de Refino, Transporte, Comercialização, Petroquímica e Fertilizantes (RTC), a nova previsão de investimentos corresponde a um aumento de 17% em relação ao plano anterior. O objetivo é aumentar a capacidade do parque da Petrobras, ampliar a oferta de produtos de alta qualidade, como Diesel S10 e lubrificantes, e de combustíveis de baixo carbono. Estima-se um aumento na capacidade de destilação de 1.813 mil barris por dia (bpd) para 2.105 mil bpd.

Os projetos de Gás Natural e Energia (G&E) preveem o desenvolvimento de duas usinas termelétricas (UTEs) no Complexo de Energia Boaventura em Itaboraí (RJ), sendo a implementação desses projetos condicionada ao sucesso em leilões futuros de reserva de capacidade de energia.

Há indicativo de investimentos de US$ 16,3 bilhões em transição energética, que levam em conta as iniciativas de baixo carbono. Elas englobam projetos em Energias de Baixo Carbono, para descarbonização das operações e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) que permeia todos os segmentos. Esse volume corresponde a um aumento de 42% em relação ao plano anterior.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Esquenta novembro: Pão de Açúcar tem seleção de cervejas especiais com 50% de desconto

Esquenta novembro: Pão de Açúcar tem seleção de cervejas especiais com 50% de desconto

A promoção acontece nas lojas físicas da rede

Nos dias 22 a 24/11, os apreciadores de cervejas especiais poderão aproveitar o Esquenta Novembro do Pão de Açúcar: a rede contará com uma seleção de cervejas especiais com descontos de 50% off. A promoção acontece nas lojas físicas da rede. Os descontos são válidos para os clientes cadastrados no programa de fidelidade Pão de Açúcar Mais – basta fazer o download do aplicativo gratuitamente pela App Store ou Google Play e realizar o cadastro.

O Pão de Açúcar aposta em ofertas ao longo do mês de novembro, disponíveis nas lojas físicas e pelo e-commerce da rede (www.paodeacucar.com). Os usuários do aplicativo Pão de Açúcar Mais ainda poderão consultar as ofertas e realizar suas compras também pelo app, contando com descontos personalizados.

Confira algumas das ofertas em cervejas especiais válidas para o estado do RN:

Cerveja Baden Baden Ipa lata sleek 350ml
De R$ 5,98 POR R$ 2,99

Cerveja Patagonia Weisse lata 350ml
De R$ 5,90 POR R$ 2,95

Cerveja Patagonia Amber Lager long neck 355ml
De R$ 6,90 POR R$ 3,45

Cerveja Blue Moon lata sleek 350ml
De R$ 8,98 POR R$ 4,49

Cerveja Baden Baden IPA garrafa 600ml
De R$ 14,98 POR R$ 7,49

Cerveja brasileira Colorado Appia garrafa 600ml
De R$ 14,38 POR R$ 7,19

Fotos: Divulgação

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Arrecadação federal em outubro fecha com maior resultado em 30 anos

Arrecadação federal em outubro fecha com maior resultado em 30 anos

Arrecadação foi de 247,92 bilhões

A arrecadação federal total cresceu 9,77% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou nesta quinta-feira (21) a Receita Federal. No mês, a arrecadação foi de R$ 247,92 bilhões, enquanto em outubro do ano passado somou R$ 225,9 bilhões, descontada a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). É o maior resultado já registrado para meses de outubro desde o início da série histórica, em 1995, ou seja, em 30 anos.

No período acumulado de janeiro a outubro, a arrecadação alcançou R$ 2,217 trilhões, representando um acréscimo de 9,69%, descontado o IPCA. Em relação às Receitas Administradas pela Receita Federal, o valor arrecadado, no mês de outubro, foi de R$ 225,23 bilhões, representando um acréscimo real de 9,93%. No período acumulado de janeiro a outubro, a arrecadação alcançou R$ 2,1 trilhões, registrando acréscimo real de 9,70%.

De acordo com a Receita, o resultado da arrecadação pode ser explicado, principalmente, “pelo comportamento das variáveis macroeconômicas, pelo retorno da tributação do PIS/Cofins sobre combustíveis, pela tributação dos fundos exclusivos e pela atualização de bens e direitos no exterior”.

Sem considerar os pagamentos atípicos, haveria um crescimento real de 7,40% na arrecadação do período acumulado e de 8,87% na arrecadação do mês de outubro.

Em relação ao PIS/Pasep e a Cofins houve uma arrecadação conjunta de R$ 47,19 bilhões, representando crescimento real de 20,25%.

Segundo o órgão, esse desempenho é explicado pela combinação dos aumentos reais de 3,89% no volume de vendas e de 4,02% no volume de serviços de setembro de 2023 a setembro deste ano, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia a Estatística (IBGE), e pelo acréscimo da arrecadação relativa ao setor de combustíveis, pelo aumento no volume de importações e pelo desempenho positivo das atividades financeiras.

No período de janeiro a outubro, o PIS/Pasep e a Cofins apresentaram um crescimento real de 19,39%, totalizando uma arrecadação de R$ 444,7 bilhões. Esse resultado decorre, principalmente, do aumento real de 3,95% no volume de vendas e de 2,5% no volume de serviços entre dezembro de 2023 e setembro deste ano, em relação ao período compreendido entre dezembro de 2022 e setembro de 2023.

Também influenciou no resultado, o aumento no volume de importações e de alterações na legislação, com destaque para a retomada da tributação sobre os combustíveis, cuja base se encontrava desonerada no ano anterior, e para a exclusão do ICMS da base de cálculo dos créditos dessas contribuições.

Os dados mostram que o Imposto sobre Importação e o Imposto sobre Produtos Industrializados Vinculado à Importação apresentaram uma arrecadação conjunta de R$ 11,12 bilhões, representando crescimento real de 58,12%.

O aumento expressivo é resultado dos aumentos reais de 22,21% no valor em dólar sobre o volume das importações, de 11,04% na taxa média de câmbio, de 30,35% na alíquota média efetiva do Imposto sobre Importação e de 8,23% na alíquota média efetiva do IPI-Vinculado.

De janeiro a outubro, a arrecadação conjunta dos tributos foi de R$ 87,5 bilhões, representando crescimento real de 28,97%. Esse resultado também decorreu dos aumentos reais de 9,40% no valor em dólar sobre o volume das importações, de 5,41% na taxa média de câmbio, de 20,06% na alíquota média efetiva do Imposto sobre Importação e de 8,84% na alíquota média efetiva do IPI-Vinculado.

Já no que diz respeito à Receita Previdenciária, outubro apresentou uma arrecadação de R$ 54.2 bilhões, o que representa um crescimento real de 6,25%.

“Esse resultado se deve ao crescimento real de 6,86% da massa salarial, de 9,79% na arrecadação do Simples Nacional Previdenciário e de 10,86% no montante das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária, no comparativo de outubro deste ano em relação ao mesmo mês do ano anterior”, disse a Receita.

No período de janeiro a outubro, a Receita Previdenciária totalizou uma arrecadação de R$ 539.6 bilhões, com crescimento real de 5,77%. O resultado se deve ao crescimento real de 7,20% da massa salarial e de 12,77% no montante das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária, no período de janeiro a outubro de 2024, em relação ao mesmo período do ano anterior.

A arrecadação do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF) apresentou, no período de janeiro a outubro, um aumento real de 16,85%, em função da atualização de bens e direitos no exterior, que somou R$ 7,7 bilhões. No período, a Receita arrecadou R$ 62,16 bilhões.

Em outubro, a Receita informou que a arrecadação do IRPF foi de R$ 4,9 bilhões, crescimento de 6,71%, resultante, principalmente, do aumento real de 6,93% na arrecadação relativa às quotas-declaração e de 17,46% na arrecadação proveniente do carnê-leão.

O Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) apresentaram, em outubro, um crescimento de 4,29%, somando uma arrecadação conjunta de R$ 57,349 bilhões.

O desempenho pode ser explicado pelos acréscimos reais de 9,15% na arrecadação do balanço trimestral, de 8,8% no lucro presumido e de 22,06% na arrecadação do item Lançamento de ofício, depósitos e acréscimos legais.

No período de janeiro a outubro, a arrecadação do IRPJ foi de R$ 284,3 bilhões e da CSLL foi de R$ 151,5 bilhões, o que representa aumentos de 0,49% e de 3,42%, respectivamente.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Haddad afirma que pacote de corte de gastos será anunciado até a terça-feira (26)

Haddad afirma que pacote de corte de gastos será anunciado até a terça-feira (26)

Segundo ministro, reunião final com Lula será na segunda-feira

O pacote de corte de gastos obrigatórios será anunciado até terça-feira (26), disse nesta quinta-feira (21) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Na segunda-feira (25) pela manhã, disse o ministro, a equipe econômica repassará ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a minuta dos atos, que envolvem o envio ao Congresso de pelo menos uma proposta de emenda à Constituição e de um projeto de lei complementar.

A reunião final com Lula, informou Haddad, está marcada para as 10h de segunda, no Palácio do Planalto. De acordo com o ministro, apenas detalhes dos textos a serem enviados serão definidos, e Lula fechou a agenda da manhã de segunda-feira para dedicar-se exclusivamente ao assunto.

“Nós vamos bater com ele [Lula] a redação de um ou outro detalhe, inclusive o acordo que foi feito com [o Ministério da Defesa], que ele soube só informalmente por mim hoje. Nós vamos bater com ele a redação e, ao fim da reunião de segunda-feira, nós estaremos prontos para divulgar. Aí faremos isso na própria segunda ou na terça. É uma decisão que a comunicação [do governo] vai tomar, mas os atos já estão limitados”, declarou Haddad.

O ministro da Fazenda reiterou que a equipe econômica adiantou algumas medidas aos presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e para os líderes dos partidos da base aliada. Sem informar números sobre o impacto das medidas, Haddad afirmou que o pacote é suficiente para garantir o cumprimento do arcabouço fiscal.

“O arcabouço fiscal é uma regra que é excelente para nós mirarmos o equilíbrio orçamentário e trabalhar nossa trajetória da dívida [púbica], retomada em algum momento da queda de juros, em algum momento do futuro próximo, para que nós tenhamos tranquilidade de continuar crescendo com a inflação dentro da meta, mirando o centro, que é isso que nós queremos. Então, até terça-feira, a gente tem uma definição”, destacou o ministro.

Sobre o corte de gastos na previdência dos militares, Haddad disse que a economia será de um pouco mais de R$ 2 bilhões por ano. “É difícil fazer o cálculo porque os dados não ficam disponíveis para o Planejamento e para o MGI [Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos] conforme a folha de servidores. Mas o impacto é um pouco superior a isso, mas essa é a ordem de grandeza”, comentou.

Nesta tarde, Haddad se reuniria com Lula para fechar o pacote, mas o encontro foi adiado para segunda-feira porque uma reunião do presidente com a indústria do varejo se estendeu além do previsto. Por volta das 18h, Haddad reuniu-se com os ministros da Junta de Execução Orçamentária (JEO) para definir o tamanho do bloqueio de gastos a ser anunciado nesta sexta-feira (22).

A JEO é composta pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e pelos ministros da Casa Civil, Rui Costa; do Planejamento e Orçamento (Simone Tebet); e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

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LIDE RN promove jantar-debate com foco em liderança e gestão pública

LIDE RN promove jantar-debate com foco em liderança e gestão pública

O destaque da noite foi a participação de Tadeu Barros, diretor-presidente do CLP (Centro de Liderança Pública), que compartilhou insights sobre práticas modernas e eficientes de gestão pública

Na noite desta terça-feira (19), o LIDE RN realizou um jantar-debate no Hotel Majestic, reunindo empresários e gestores públicos em torno do tema “Novos Gestores – Liderança e Gestão Pública para o Brasil do Futuro”. O evento, que ocorre em um momento estratégico de transição no comando de algumas prefeituras, teve como objetivo discutir ações e estratégias para aprimorar a gestão pública no Rio Grande do Norte.

O destaque da noite foi a participação de Tadeu Barros, diretor-presidente do CLP (Centro de Liderança Pública), que compartilhou insights sobre práticas modernas e eficientes de gestão pública. O CLP, reconhecido por seu trabalho suprapartidário, atua há 12 anos no desenvolvimento de líderes públicos e na promoção de um Estado mais eficiente e democrático. A organização é responsável pelo Ranking de Competitividade dos Estados e Municípios, que avalia e classifica a eficiência da gestão pública em diversas áreas.

Durante o evento, prefeitos e lideranças municipais foram homenageados, reforçando a parceria entre o LIDE RN e gestores públicos comprometidos com o desenvolvimento regional. Entre os homenageados estavam: Álvaro Dias (Natal), Emídio Jr. (Macaíba), Jaime Calado (São Gonçalo do Amarante), Jussara Sales (Extremoz), Luciano Santos (FEMURN), Renan Mendonça (Upanema), Tiago Almeida (Parelhas), Marianna Almeida (Pau dos Ferros), Joana Guerra, secretária de Concessões e Parcerias Público-Privadas e futura vice-prefeita.

O presidente do LIDE RN destacou que a neutralidade política do grupo é essencial para fomentar debates e construir pontes entre os setores público e privado. O evento também reafirmou o compromisso do LIDE RN em levar pautas empresariais ao poder público, como os avanços em parcerias público-privadas (PPPs), fundamentais para o desenvolvimento sustentável do estado.

“Nossa missão é promover o diálogo e unir forças entre empresários e gestores públicos para criar soluções que impactem positivamente o RN e o Brasil. É com essa troca de experiências que construiremos um futuro mais eficiente e justo para a gestão pública”, ressaltou Jean Valério, presidente do LIDE RN.

O jantar-debate reafirma o papel do LIDE RN como agente integrador e catalisador de mudanças, alinhado às melhores práticas de governança e liderança para o desenvolvimento regional.

Fotos: Magnus Nascimento e Divulgação

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Fazenda aumenta para 3,3% estimativa para o PIB este ano

Fazenda aumenta para 3,3% estimativa para o PIB este ano

Previsão oficial de inflação passou para 4,4%, ainda na meta

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda aumentou de 3,2% para 3,3% a estimativa de crescimento da economia brasileira neste ano, de acordo com o Boletim Macrofiscal, divulgado nesta segunda-feira (18) pela pasta. Em relação à inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a previsão avançou de 4,25% para 4,40%.

Em relação ao desempenho da economia, houve ligeiro aumento na expectativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) no terceiro trimestre, que levou à revisão na estimativa de crescimento para o ano. Para o terceiro trimestre, a projeção de crescimento subiu de 0,6% para 0,7%, “ainda implicando em desaceleração moderada do ritmo de atividade na margem”.

“A mudança na projeção reflete pequenas revisões nas estimativas de crescimento para o setor agropecuário e de serviços. Na margem, a perspectiva é de desaceleração no ritmo de crescimento, principalmente em função da forte expansão observada no segundo trimestre”, explicou a SPE.

No segundo trimestre, o resultado do PIB, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou acima do esperado, com alta de 1,4%, levando a uma revisão maior para a expansão da economia no último boletim, de setembro, com carregamento estatístico (impacto positivo do resultado de um trimestre para os seguintes) de 2,5% na atual projeção.

Para 2025, a estimativa de crescimento ficou em 2,5%. A SPE atribui o menor crescimento no próximo ano à perspectiva de um novo ciclo de aumentos na taxa Selic, os juros básicos da economia, definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

Por sua vez, as expectativas para a safra de grãos e para a produção extrativa em 2025 melhoraram significativamente, “compensando o efeito negativo da política monetária mais contracionista sobre a atividade”.

Setores

Para os próximos dois trimestres, a SPE projeta aumento da atividade em ritmo inferior ao observado nos dois primeiros trimestres. A previsão de crescimento dos setores produtivos quase não se alterou nesta edição do Boletim Macrofiscal.

Para a agropecuária, a variação esperada para o PIB continua negativa, mas a expectativa de retração, que era de 1,9%, melhorou para 1,7%. Segundo o documento, o novo número já incorpora revisões para cima nas expectativas para a colheita de algodão e para os produtos da pecuária no ano, que mais que compensaram os efeitos negativos resultantes da revisão para baixo na produção esperada de laranja, trigo, café e cana-de-açúcar.

Para a indústria, a expectativa de crescimento se manteve em 3,5%, guiada pelo “bom desempenho” projetado para as indústrias da transformação e construção, em contrapartida à desaceleração projetada para a indústria extrativa e para a produção e distribuição de eletricidade e gás.

“O bom desempenho projetado para a indústria de transformação reflete a expansão nas concessões de crédito às empresas e as menores taxas de juros comparativamente a 2023, além das políticas de estímulo ao investimento como o novo PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] e a depreciação acelerada. Para o crescimento da construção, se destaca a expansão do programa Minha Casa, Minha Vida, além do aumento da massa de rendimentos real e do crescimento das vagas de trabalho formais”, explicou a SPE.

A projeção para a expansão dos serviços subiu ligeiramente, passando de 3,3% para 3,4%. De acordo com a secretaria, após a divulgação do PIB do segundo trimestre, o carregamento estatístico para o crescimento do setor de serviços avançou para 3%.

“A expectativa é que esse setor continue em expansão até o final do ano, guiado pelo mercado de trabalho aquecido e pelas melhores condições de crédito para as famílias comparativamente ao ano anterior. No entanto, deve haver desaceleração do ritmo de crescimento dos serviços na margem nos próximos dois semestres, refletindo tanto a forte base de comparação como a redução de estímulos vindos do aumento real do salário mínimo e do pagamento de precatórios”, diz o boletim.

Inflação

A previsão da SPE para o IPCA passou de 4,25% para 4,4%, ficando próxima do teto da meta de inflação para o ano. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.

Segundo a SPE, contribuíram para o aumento das estimativas a aceleração dos preços de itens mais voláteis, mais afetados pelo câmbio e pelo clima, como alimentos. Porém, até o final do ano, deverá haver desaceleração nos preços monitorados, repercutindo, principalmente, mudanças esperadas nas bandeiras tarifárias de energia elétrica. Após dois meses no nível vermelho, a bandeira tarifária para novembro será amarela.

“A partir de novembro, a inflação acumulada em 12 meses deve voltar a cair. Esse cenário considera bandeira verde para as tarifas de energia elétrica em dezembro e pode ser afetado pela ocorrência de novos eventos climáticos”, explica o boletim.

Em relação aos demais índices de inflação, a SPE também revisou as estimativas. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado para estabelecer o valor do salário mínimo e corrigir aposentadorias, deverá encerrar este ano com variação de 4,4%, um pouco mais alto que os 4,1% divulgados no boletim anterior, em setembro.

Já a projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que inclui o setor atacadista, o custo da construção civil e o consumidor final, acelerou de 3,8% para 6,4% este ano. Por refletir os preços no atacado, o IGP-DI é mais suscetível às variações do dólar.

Segundo a SPE, o processo de desinflação deverá continuar nos próximos anos, com desaceleração dos preços livres e monitorados. Para 2025, a estimativa de inflação pelo IPCA avançou de 3,3% para 3,6%, “a fim de incorporar maiores efeitos inerciais, o aumento esperado para a inflação de proteínas animais, reverberando as perspectivas para o ciclo de abate de bovinos, e os impactos da depreciação cambial mais recente”.

As projeções para o INPC e IGP-Di para 2025 estão em 3,4% e 4%, respectivamente.

Os números do Boletim Macrofiscal são usados no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, que será divulgado no próximo dia 22. Publicado a cada dois meses, o relatório traz previsões para a execução do Orçamento com base no desempenho das receitas e da previsão de gastos do governo, com o PIB e a inflação entrando em alguns cálculos. Com base no cumprimento da meta de déficit primário e do limite de gastos do novo arcabouço fiscal, o governo bloqueia ou libera alguns gastos não obrigatórios.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Ministério denuncia canais online por incentivo a apostas enganosas

Ministério denuncia canais online por incentivo a apostas enganosas

Sites recebiam dinheiro de apostadores e não pagavam prêmio prometido

O Ministério do Esporte identificou uma rede de 53 contas e 25 canais na plataforma YouTube que incentivam apostas esportivas online com promessas de ganhos rápidos e facilitados, “sem alertar para os riscos envolvidos”. A pasta solicitou ao Ministério da Justiça e Segurança Pública que aprofunde as investigações e, se necessário, acione a Polícia Federal para combater as práticas, “dada a gravidade do prejuízo à economia popular”.

A pesquisa foi conduzida pela recém-criada Secretaria Nacional de Apostas Esportivas e de Desenvolvimento Econômico do Esporte. A investigação também aponta para a possível existência de uma estrutura de mercado paralelo, que envolve influenciadores digitais, anunciantes e desenvolvedores, todos beneficiados economicamente.

A secretaria apurou que os sites divulgados recebem o dinheiro dos apostadores, mas não pagam os prêmios prometidos. Em seguida, desativam os sites e desaparecem com o dinheiro investido pela população.

De acordo com pasta, os vídeos no YouTube atraem audiências que ultrapassam 100 mil espectadores por transmissão. “Influenciadores digitais desempenham um papel central nessa prática, promovendo o jogo e conferindo uma aparência de legitimidade ao esquema”, explica o ministério em comunicado.

Para o Ministério do Esporte, a regulamentação das apostas esportivas pode garantir a transparência e a segurança da população. Em declaração recente, o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pode acabar com o mercado das plataformas digitais de apostas esportivas, as chamadas bets, se a regulação não for suficiente para assegurar a saúde mental e financeira da população.

Até o fim do ano, o Ministério da Fazenda deve concluir a análise definitiva dos primeiros pedidos de autorização de empresas para verificar quais cumprem as leis e as regras de apostas esportivas e de jogos online. As empresas terão de pagar R$ 30 milhões à União para funcionar a partir de 1º de janeiro de 2025. Nessa data é que começará a operar o mercado regulado de apostas no Brasil.

O governo já editou dez portarias para regulamentar as operações das bets, que tratam, entre outras questões, sobre o que é o jogo justo, certificação, questões financeiras, uso obrigatório do sistema financeiro, proibição de cartão de crédito, proteção do apostador em relação a menores, pessoas dependentes, questão de publicidade e a questão dos procedimentos.

As plataformas terão de seguir todas as regras de combate à fraude, à lavagem de dinheiro e à publicidade abusiva.

Até o momento, 100 empresas com mais de 200 bets estão aptas a operar no Brasil até dezembro, de acordo com informação da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda. Já as listas dos estados têm 26 empresas autorizadas a operar regionalmente por se adequarem à legislação.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Posto fiscal Caraú amplia arrecadação e combate à sonegação no RN

Posto fiscal Caraú amplia arrecadação e combate à sonegação no RN

Com tecnologias avançadas, unidade recupera mais de R$ 81 milhões e moderniza fiscalização de mercadorias na divisa com a Paraíba

A reestruturação do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) Caraú, localizado na divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba, tem se mostrado um marco na modernização da fiscalização estadual. Inaugurado em 2023, o posto fiscal tem desempenhado um papel fundamental no combate à sonegação fiscal e na otimização da arrecadação estadual.

Com um investimento de R$ 30 milhões, o NIF Caraú foi equipado com tecnologia de ponta e uma equipe especializada para realizar a fiscalização de forma mais eficiente. Os resultados não demoraram a aparecer: em menos de um ano de operação, o núcleo quadruplicou o volume de apreensões e aumentou em cerca de 300% o valor das cargas autuadas.

Tecnologia a serviço da fiscalização

Um dos principais diferenciais do NIF Caraú é a utilização de um sistema de inteligência artificial chamado SMART, que auxilia os auditores na análise das informações das cargas e na identificação de possíveis irregularidades. Essa tecnologia permite uma fiscalização mais rápida e precisa, reduzindo o tempo de espera dos caminhoneiros e otimizando o trabalho dos fiscais.

Impacto na arrecadação

A intensificação da fiscalização resultou em um aumento significativo da arrecadação de ICMS. No período posterior à reinauguração do posto, a receita estadual proveniente da fiscalização de mercadorias em trânsito cresceu mais de sete vezes em comparação com o período anterior.

Infraestrutura moderna

O NIF Caraú possui uma infraestrutura moderna e robusta, com controle eletrônico de veículos de carga, áreas de fiscalização, alojamentos e apoio aos caminhoneiros. Essa estrutura permite um trabalho integrado entre auditores fiscais da SEFAZ-RN e equipes das forças de segurança, garantindo maior eficiência nas operações.

Resultados e benefícios

Além de aumentar a arrecadação, o NIF Caraú contribui para a criação de um ambiente de negócios mais justo e competitivo, combatendo a sonegação fiscal e incentivando a regularização das empresas. A recuperação de receitas provenientes da regularização de pendências fiscais demonstra a importância do posto como um instrumento de combate à evasão fiscal.

Fotos: Divulgação/Sefaz

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Assembleia Legislativa do RN define calendário de votação para LOA e aumento do ICMS

Assembleia Legislativa do RN define calendário de votação para LOA e aumento do ICMS

Projeto de Lei Orçamentária inclui alterações no ICMS e prioriza eficiência nos gastos públicos.

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (AL-RN) está prestes a aprovar o orçamento estadual para o ano de 2025, com previsão de receita e despesa de R$ 23 bilhões. A votação do projeto de lei 420/2024 está marcada para o dia 18 de dezembro, conforme anunciado pelo presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB).

Um dos pontos mais polêmicos da proposta orçamentária é o aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 18% para 20%. O governo do Estado, liderado por Fátima Bezerra (PT), já havia enviado um projeto de lei à Assembleia propondo essa alteração, mas a proposta foi rejeitada no ano passado.

O relator da Comissão de Finanças e Fiscalização (CFF), deputado Luiz Eduardo (Solidariedade), informou que o projeto do governo será novamente analisado pelos deputados. Uma reunião conjunta da CFF com a Comissão de Administração será realizada no dia 4 de dezembro para discutir o assunto e outros projetos do governo.

Outras mudanças no orçamento

Além do aumento do ICMS, o projeto de lei do orçamento prevê outras mudanças, como a revisão do Plano Plurianual (PPA). No entanto, o relator Luiz Eduardo informou que algumas propostas do governo serão suprimidas, como a revisão do PPA.

O governo também propôs a extensão do benefício da isenção do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para carros usados por 15 anos, mas a Assembleia decidiu manter o prazo atual de 10 anos. A cobrança de imposto para carros elétricos também foi reduzida de 3% para 1,5%.

Calendário da votação

O calendário da votação do projeto de lei do orçamento já foi definido. No dia 11 de dezembro, o relator Luiz Eduardo apresentará o relatório final e a votação ocorrerá no dia 18 de dezembro. Os deputados estaduais terão até o dia 6 de dezembro para apresentar suas emendas.

Previsão de gastos

De acordo com o projeto de lei, as despesas de capital do Estado para 2025 somarão R$ 2.046.164.000,00, enquanto as despesas correntes totalizarão R$ 20.749.963.000,00. A maior parte das despesas correntes será destinada ao pagamento de pessoal e encargos sociais.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Black Friday no Atacarejo: Veja produtos que você encontra no Assaí para economizar

Black Friday no Atacarejo: Veja produtos que você encontra no Assaí para economizar

O Assaí Atacadista dá início ao seu “Esquenta Black Friday”, com ofertas em alimentos, bebidas, pneus, limpeza, entre outras categorias. As promoções estão disponíveis nas lojas da rede no Rio Grande do Norte e incluem descontos exclusivos pelo app Meu Assaí

A Black Friday é uma das datas mais aguardadas pelos clientes brasileiros(as), e o Assaí Atacadista está preparado para oferecer economia e comodidade nesta época do ano. A partir desta segunda-feira, 18/11, e até o fim da semana (22/11), a rede realiza o seu “Esquenta Black Friday” com preços ainda mais baixos e imperdíveis em diversas categorias, como eletro, perfumaria, alimentos básicos, bebidas e pneus, produtos de limpeza e autocuidado, entre outros.

Nesse período, os(as) clientes também encontram oportunidades exclusivas no app Meu Assaí e facilidades de pagamento com descontos customizados. A ação antecede os preparativos para o grande dia da Black Friday (29/11), e já trazem mais opções para os(as) clientes seguirem economizando.
Categorias para economizar no atacarejo

Para a Black Friday deste ano, o Assaí aposta em preços baixos e diversidade de sortimento para os(as) seus(as) clientes durante a temporada.

Confira as principais ofertas disponíveis no Assaí Atacadista para todas as lojas do Rio Grande do Norte de 18/11 a 22/11:

ALIMENTOS E BEBIDAS

Cerveja Heineken Lata 350 ml – R$ 4,79
Refrigerante Original Guaraná Antarctica (1L) – R$4,29
Acém, Peito ou Paleta Bovina resfriada Friboi (1kg) – R$ 31,50
Coxa com Sobrecoxa de Frango congelada Bom Todo (1kg) – R$ 9,98
Feijão Carioca Tipo 1 Turquesa (1kg) – R$ 6,39 cada
Mistura Láctea Condensado Mococa (395g) – R$ 3,25
Arroz Parboilizado Tipo 1 Catarinão (1kg) – R$ 5,19
Iogurte Líquido Nestlé Sabores Garrafa (1,25 Kg) – R$ 12,99

ELETROPORTÁTEIS

Fritadeira Elétrica Gourmet Black Philco 4 litros – R$ 289,00 cada

PNEUS

Pneu Aro 13 175/75 85T West Lake – R$ 279,00 a unidade

LIMPEZA

Lava-roupas líquido Tixan Ypê Fragrâncias (3L) – R$ 20,90
Amaciante de Roupas Magic Sonho (3L) – R$ 11,90
Água Sanitária Dragão (1L) – R$1,99/1 Litro
Limpador Multiuso Becker Fragrâncias (500ml) – R$ 2,59
Papel Higiênico Folha Dupla Max Pure – Pacote leve 16, pague 15 – R$ 16,90

Assaí 50 anos

O público ainda pode aproveitar o “Esquenta Black Friday” para participar da celebração de 50 anos do atacadista. Com vigência até o dia 30 novembro, a campanha está dando mais de R$ 20 milhões em prêmios, incluindo um único ganhador de R$ 5 milhões – o maior já pago por uma empresa do setor de atacarejo, além do sorteio de 1500 cabines (cada uma com direito a acompanhante, totalizando 3 mil clientes), para uma viagem no Navio Assaí (MSC Seaview) – fechado exclusivamente para a marca. A viagem acontecerá em fevereiro de 2025, com rota entre Santos, no litoral paulista, e Ilha Grande (RJ). Além disso, o público também está concorrendo a 50 mil prêmios instantâneos de R$ 100 diretamente no caixa.

Para concorrer, basta cadastrar-se pelo site www.aniversarioassai.com.br, pelo WhatsApp (11) 5694-4554 ou nos totens disponíveis nas lojas. Após o cadastro, é necessário informar o CPF ou CNPJ no caixa. A cada R$ 100 em compras (acumulados) em qualquer loja Assaí Atacadista no Brasil, os(as) clientes recebem um número da sorte para participar de todos os sorteios, como os prêmios instantâneos de R$ 100 diretamente no caixa, a viagem para o Navio Assaí e o grande prêmio final de R$ 5 milhões.

Facilidades de pagamento

Reforçando o compromisso de oferecer conveniência aos seus clientes, o Assaí disponibiliza facilidades de pagamento exclusivas durante o “Esquenta Black Friday”. A rede aceita Pix, todas as bandeiras de cartões de crédito e débito, Vale-Alimentação e Auxílio Brasil. Além disso, oferece parcelamento em até 3x sem juros no Passaí (bandeira de crédito própria da Companhia) para qualquer categoria, assim como compras em 4x para eletroportáteis e 10x para pneus, colchões e televisores.

Os clientes também podem aproveitar as ofertas por meio do app Meu Assaí, que disponibiliza descontos exclusivos e promoções personalizadas para os(as) usuários(as), de acordo com cada região. Quem optar pelo aplicativo pode fazer suas compras e receber direto em casa via iFood, Rappi e Uber (Cornershop), além de informações sobre horários de funcionamento da unidade mais próxima e acesso ao programa de cashback do Assaí.

Sobre o Assaí Atacadista

O Assaí Atacadista é uma corporation (empresa sem um único controlador) que opera no setor de atacarejo há 50 anos e a rede alimentar com a maior presença nos lares brasileiros (NielsenIQ Homescan). É uma das maiores varejistas nacionais, tendo registrado faturamento de R$ 72,8 bilhões em 2023. Nascido em São Paulo (SP), atende comerciantes e consumidores(as) que buscam maior economia para compras unitárias ou em grandes volumes. As ações do Assaí são as únicas de uma empresa somente de atacarejo negociadas tanto na B3 (ASAI3) quanto na NYSE (ASAI).

Atualmente, tem mais de 290 lojas em todas as regiões do país (24 Estados + DF) e mais de 80 mil colaboradores(as), sendo reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil pela Great Place to Work (GPTW). Reconhecida pelo seu forte trabalho social, conta com o Instituto Assaí, que, desde 2022, atua com ações de impacto social nas frentes de apoio ao empreendedorismo, incentivo ao esporte e segurança alimentar. Ao longo do segundo trimestre de 2024, foi reconhecida em 1º lugar na categoria Varejo – Supermercados, Proximidade, Atacarejo e Cash & Carry – da 25ª edição do Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente, além de ser a 22ª marca brasileira mais valiosa e a 1ª do segmento de varejo alimentar segundo o Ranking Interbrand de Marcas Brasileiras Mais Valiosas. A Companhia é também a única varejista alimentar no top 10 da carteira IDIVERSA B3, que reconhece as empresas de capital aberto com os melhores indicadores em diversidade racial e de gênero.

Para contatar a equipe de assessoria de imprensa do Assaí, obter press releases ou imagens oficiais da marca, acesse: www.assai.com.br/imprensa

Fotos: Divulgação

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Tasty Turbo e bebida de 500 ml por apenas R$ 29,90 na Méqui Friday

Tasty Turbo e bebida de 500 ml por apenas R$ 29,90 na Méqui Friday

McDonald’s terá promoções ao longo de todo o mês de novembro no app

A Méqui Friday está na sua terceira semana, e o McDonald’s traz novas oportunidades para os clientes aproveitarem alguns dos seus produtos favoritos com preços especiais no app. As promoções seguem durante o mês de novembro e prometem surpreender com ainda mais vantagens para quem é fã da marca.

Entre os dias 18 e 24 de novembro, os consumidores poderão aproveitar ofertas exclusivas e benefícios no programa de fidelidade Meu Méqui, com descontos que vão de sanduíches clássicos a opções para o café da manhã.

Confira as ofertas imperdíveis da semana:

  • 18/nov: McOferta Média Big Mac por R$ 24,90
  • 19/nov: McOferta Média Cheddar McMelt por R$ 24,90
  • 20/nov: McOferta Média McChicken Crispy Deluxe por R$ 30,90
  • 21/nov: McOferta Média Quarterão por R$ 24,90
  • 22 a 24/nov: Combo com 2 sanduíches (Big Mac, Cheddar McMelt ou Quarterão) + Refri Refill por R$ 33,90

Outras ofertas válidas de 18 a 24 de novembro:

  • Tasty Turbo + Bebida 500ml por R$ 29,90
  • 2 McOfertas Médias Big Mac por R$ 53,90
  • McShake Ovomaltine + Extra Ovomaltine por R$ 11,90 (em parceria com Ovomaltine)
  • Queijo Quente + Café Premium 200ml por R$ 7,90
  • Pão de Queijo Cheddar + Café Premium 100ml por R$ 5,00

Ofertas no Programa de Fidelidade Meu Méqui de 18/11 a 01/12:

  • Cheeseburger: 50% OFF por 6.000 pontos
  • McFlurry Ovomaltine: 50% OFF por 20.000 pontos
  • Casquinha: 50% OFF por 3.000 pontos

Todas as ofertas estão disponíveis para resgate no aplicativo do Méqui, e os participantes do programa de fidelidade acumulam pontos a cada compra identificada, podendo trocá-los por produtos no futuro. O regulamento e a lista de restaurantes participantes estão disponíveis no app.

Para saber mais e acompanhar todas as novidades da Méqui Friday, acesse o site e siga as redes sociais da marca.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.350 restaurantes, entre unidades próprias e de seus franqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 30/06/2024). A empresa também utiliza sua plataforma ESG, Receita do Futuro, para impactar positivamente as comunidades onde está presente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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McDia Feliz 2024 arrecada R$ 26,2 milhões e destina R$ 1,5 milhão ao Rio Grande do Sul

McDia Feliz 2024 arrecada R$ 26,2 milhões e destina R$ 1,5 milhão ao Rio Grande do Sul

Valor será investido em projetos em prol da cura do câncer infantojuvenil e da educação de estudantes de escolas públicas, além de apoiar a reconstrução do RS

O McDia Feliz, maior campanha de impacto social do McDonald’s, celebra a arrecadação de R$26,2 milhões na edição deste ano que, pela primeira vez, está ampliando seu impacto para além da educação e saúde de crianças e jovens do Brasil, e destinará R$1,5 milhão ao Fundo Aberto, gerido pelo Instituto Ronald McDonald, que tem como objetivo oferecer apoio às famílias afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul.

Desde 2018, parte do valor arrecadado é revertido para os projetos do Instituto Ayrton Senna, que tem como missão criar oportunidades para que estudantes e educadores brasileiros alcancem todo o seu potencial. Em 2024, o instituto celebra 30 anos e, ao longo desse período, já realizou mais de 36 milhões de atendimentos a estudantes em todo o país e acelerou de 3 a 10 vezes os resultados educacionais em mais de mil municípios. Com a arrecadação do McDia Feliz deste ano, o Instituto investirá em 7 projetos de educação, sendo um deles o programa Diálogos Socioemocionais, que visa desenvolver as competências socioemocionais dos estudantes e incentivar sua formação plena.

Outra parte da arrecadação é destinada ao Instituto Ronald McDonald, que também celebra uma data importante em 2024. O instituto comemora 25 anos de impacto positivo no país, promovendo saúde e bem-estar para famílias antes, durante e após o tratamento oncológico, contribuindo com o aumento das chances de cura do câncer infantojuvenil no Brasil. Nesses anos, o instituto já beneficiou diretamente mais de 3,3 milhões de crianças e adolescentes e capacitou mais de 40 mil profissionais e estudantes da área de saúde e sensibilizou profissionais da educação básica em diagnóstico precoce, já que quanto mais cedo o câncer é identificado, maiores são as chances de cura. Com o valor do McDia Feliz 2024, o instituto apoiará 80 projetos de 49 instituições que atuam com oncologia pediátrica de Norte a Sul do país.

Em maio deste ano, a Arcos Dorados, operadora da marca McDonald’s em 20 países da América Latina e Caribe, criou um Fundo Aberto para a arrecadação de recursos em prol da recuperação e reconstrução dos sonhos das famílias do Rio Grande do Sul. Como parte do compromisso da companhia e do sistema McDonald’s, além do R$1 milhão doado no lançamento do fundo, R$1,5 milhão da arrecadação do McDia Feliz 2024 também será destinado à iniciativa, que tem como prioridade as seguintes frentes:

  • Segurança Alimentar: suporte básico de alimentos para famílias.
  • Água Potável: garantir acesso a água potável nas moradias reestabelecidas ou novas moradias.
  • Saúde: acesso e navegação de pacientes no SUS, controle de novas doenças e suporte ao reestabelecimento da saúde física e mental.
  • Resgate Cidadania: acesso a direitos, documentos e empoderamento das famílias.

Graças a mobilização, solidariedade e engajamento de clientes, colaboradores, voluntários, parceiros e fornecedores, a campanha do McDia Feliz soma mais de R$425 milhões destinados à saúde e educação de crianças e jovens e mais de 11 milhões de vidas transformadas ao longo desses 36 anos de compromisso com a sociedade.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.350 restaurantes, entre unidades próprias e de seus franqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 30/06/2024). A empresa também utiliza sua plataforma ESG, Receita do Futuro, para impactar positivamente as comunidades onde está presente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site.

Sobre o Instituto Ayrton Senna

O Instituto Ayrton Senna acelera a qualidade da educação pública no Brasil. Desde 1994, inspirados pelo legado do tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna, o Instituto aplica conhecimentos para levar programas educacionais inovadores para escolas públicas, impactando cada vez mais crianças e jovens do Brasil. Por meio de suas propostas, oferece formação de educadores, materiais didáticos e ferramentas de gestão e avaliação para redes de ensino em todo o país. Também se dedica à pesquisa e inovação em educação e promove mobilização social a favor da causa. Em 30 anos de história, já realizou mais de 36 milhões de atendimentos a crianças e jovens em 3 mil municípios brasileiros. Para saber mais, acesse o site https://institutoayrtonsenna.org.br/

Sobre o Instituto Ronald McDonald

Organização sem fins lucrativos, o Instituto Ronald McDonald há 25 anos atua para promover a saúde e bem-estar de crianças e adolescentes, aumentando as chances de cura do câncer infantojuvenil. Para atingir esse objetivo, o Instituto Ronald McDonald trabalha promovendo programas ligados à capacitação de profissionais e estudantes de saúde ao diagnóstico precoce, estruturação de hospitais especializados, a hospedagem para famílias que residem longe dos hospitais, e projetos que visem a disseminação de conhecimento sobre a causa. A ONG faz parte do sistema beneficente global Ronald McDonald House Charities (RMHC), presente em mais de 60 países, coordenando os programas globais: Casa Ronald McDonald, voltado para a hospedagem, transporte e alimentação dos pacientes; e o Programa Espaço da Família Ronald McDonald, que torna menos desgastante o dia a dia das famílias durante o tratamento. No Brasil, há ainda outros dois programas locais: Atenção Integral e Diagnóstico Precoce, com ações específicas de combate ao câncer infantojuvenil. O Instituto conta com o apoio de diversas empresas e pessoas físicas para desenvolver e manter seus programas. Saiba mais sobre os programas e as instituições beneficiadas em www.institutoronald.org.br.

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13º salário: Especialista orienta como aproveitar o benefício

13º salário: Especialista orienta como aproveitar o benefício

De acordo com o diretor da Rui Cadete, a renda extra é uma chance para reorganizar as finanças e garantir um início de ano mais tranquilo e estável financeiramente

A contagem regressiva para o 13º salário dos trabalhadores com carteira assinada já começou. Instituído pela Lei 4.090/62, o benefício corresponde ao valor de um salário mensal e é pago em duas parcelas, sendo a primeira até 30 de novembro e a segunda até 20 de dezembro. Mas com ele, surge a dúvida: o que fazer com esse dinheiro extra? Pagar dívidas, comprar os presentes de Natal, guardar ou investir?

Segundo o diretor da Rui Cadete, Daniel Carvalho, cada caso precisa ser analisado individualmente, mas o momento é oportuno para realizar um diagnóstico financeiro. “O ideal é priorizar a quitação de débitos com taxas de juros mais elevadas, como o cheque especial e o cartão de crédito, que podem ser grandes vilões para quem busca melhorar a saúde financeira”, orienta o especialista.

Para trabalhadores que conseguiram manter as finanças em ordem, Daniel recomenda destinar parte do 13º salário para os compromissos de início de ano. “Janeiro costuma ser um mês de gastos, como IPTU, IPVA e despesas escolares. Então, planejar com antecedência pode evitar que essas despesas resultem em novas dívidas ou parcelamentos, frequentemente com juros elevados. Por isso, a dica é reservar parte do 13º para essas obrigações”, alerta.

As festividades de fim de ano, por sua vez, exigem moderação. Embora muitas pessoas aproveitem o 13º para compras de Natal, confraternizações e viagens, o diretor da Rui Cadete orienta que esses gastos devem ser controlados. “Uma sugestão é estabelecer um limite para presentes e comemorações, evitando dívidas que comprometam a estabilidade financeira nos meses seguintes”, destaca.

Já para aqueles que têm finanças organizadas e sem dívidas, o especialista sugere que a criação de uma reserva de emergência é uma excelente alternativa. “Esse fundo serve como segurança para situações inesperadas, como problemas de saúde ou despesas com reparos, e evita o uso de crédito em momentos de urgência,” explica. Segundo ele, a reserva financeira oferece tranquilidade e é um dos melhores investimentos para quem busca estabilidade.

Finalmente, para quem deseja investir, aplicações em títulos de renda fixa, como Tesouro Direto, LCI e LCA, são recomendadas para quem procura opções de investimento com menor risco e boa liquidez. “É uma forma de fazer o dinheiro render, sem abrir mão de ter acesso ao dinheiro quando precisar. Resumindo, o 13º salário é uma chance para reorganizar as finanças e garantir um início de ano mais tranquilo e estável financeiramente”, finaliza Daniel Carvalho.

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