Economia

Eduardo Bolsonaro critica governador de SP em ajuda ao tarifaço: “subserviência servil”

Eduardo Bolsonaro critica governador de SP em ajuda ao tarifaço: “subserviência servil”

Deputado licenciado reage a postura de Tarcísio de Freitas sobre negociação com EUA para reduzir tarifa de 50%

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por sua postura em relação ao tarifaço anunciado pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. A crítica foi publicada por Eduardo em sua conta na rede social X (antigo Twitter), onde ele afirmou que para Tarcísio “subserviência servil às elites é sinônimo de defender os interesses nacionais”.

A manifestação de Eduardo Bolsonaro ocorreu após o governador paulista se reunir com empresários do setor industrial para tratar da tarifa de 50% sobre produtos brasileiros anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, Eduardo Bolsonaro havia declarado que a iniciativa de Tarcísio em buscar negociação com o governo norte-americano era um desrespeito pessoal. O deputado licenciado defende que uma anistia aos réus do 8 de janeiro seria a solução para que Trump reconsiderasse a imposição da tarifa.

No mesmo posicionamento publicado em rede social, Eduardo Bolsonaro afirmou que o governador deveria focar em combater o que chama de “regime de exceção”, o qual, segundo ele, prejudicaria a economia brasileira e as liberdades individuais.

A reunião de Tarcísio de Freitas com empresários ocorreu nesta terça-feira (15), no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. O encontro teve como objetivo discutir os impactos da tarifa de 50% anunciada pelos Estados Unidos e buscar estratégias para reduzir os prejuízos para a indústria paulista.

O tarifaço anunciado por Donald Trump deve entrar em vigor a partir de 1º de agosto, com alíquota única de 50% sobre produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano.

Além das reuniões com o setor industrial, o governo federal também iniciou encontros com representantes do agronegócio e empresas com relação comercial com os Estados Unidos para discutir os efeitos da nova tarifa e articular eventuais respostas.

A posição de Eduardo Bolsonaro gerou repercussão por ocorrer em meio às negociações entre o governo estadual, o setor produtivo e autoridades federais para encontrar alternativas diante da sobretaxa.

O deputado licenciado está nos Estados Unidos desde março, quando pediu licença do mandato na Câmara Federal alegando risco de prisão no Brasil. Ele tem defendido publicamente que as dificuldades diplomáticas e comerciais atuais estão vinculadas ao cenário político interno.

A crítica ao governador Tarcísio de Freitas se soma a um contexto em que aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentam diferentes estratégias e discursos para tentar influenciar a política comercial e diplomática com os Estados Unidos, especialmente diante das decisões do governo de Donald Trump.

As discussões sobre o tarifaço seguem envolvendo o governo federal, lideranças estaduais e representantes do setor produtivo brasileiro, que tentam avaliar os impactos econômicos e buscar soluções diplomáticas ou comerciais para amenizar os efeitos da medida.

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados / Bruno Spada/Câmara dos Deputados

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Governo federal discute com indústria e agronegócio a taxação de 50% dos EUA

Governo federal discute com indústria e agronegócio a taxação de 50% dos EUA

Reuniões com empresários buscam estratégias para responder à tarifa anunciada por Donald Trump

O governo federal iniciou nesta terça-feira (15.jul.2025) reuniões com representantes dos setores industrial e do agronegócio para discutir a resposta à taxação de 50% sobre produtos brasileiros anunciada pelos Estados Unidos. As conversas fazem parte da estratégia para definir medidas diante da elevação tarifária que deverá entrar em vigor a partir de 1º de agosto.

As reuniões ocorrem em dois turnos: pela manhã, com empresários do setor industrial, e à tarde, com representantes do agronegócio.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, abriu o encontro da manhã ressaltando que o governo brasileiro busca negociar com os Estados Unidos de forma tranquila, sem interferir em outros poderes da República.

Alckmin classificou a medida norte-americana como inadequada e destacou a importância da participação dos empresários no processo de construção de uma estratégia conjunta.

Segundo o vice-presidente, existe uma relação de reciprocidade comercial entre os dois países, especialmente em setores como o siderúrgico. Alckmin reforçou que a nova taxação encarece o comércio bilateral e impacta negativamente a economia dos dois lados.

O governo federal também planeja dialogar com empresas norte-americanas que compram e vendem para o Brasil, buscando sensibilizá-las sobre os efeitos da tarifa.

As reuniões fazem parte das atividades do recém-criado Comitê Interministerial de Negociação e Contramedidas Econômicas e Comerciais. Este comitê reúne os ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Fazenda, Relações Exteriores e Casa Civil, além de outras pastas convidadas para os debates.

Na segunda-feira (14.jul), Alckmin destacou que o governo brasileiro já vinha mantendo diálogo com representantes dos Estados Unidos antes mesmo do anúncio das novas tarifas. Em 16 de maio, foi enviada uma proposta de negociação em caráter confidencial, que não recebeu resposta formal.

Até o momento do anúncio oficial da tarifa por parte de Donald Trump, representantes dos dois países ainda realizavam reuniões técnicas para tratar do tema.

A medida anunciada pelos Estados Unidos estabelece uma tarifa única de 50% para todas as exportações brasileiras, representando um impacto direto para diversos setores produtivos.

O governo brasileiro avalia alternativas caso a tarifa seja mantida. Uma das estratégias envolve o uso da Lei de Reciprocidade Econômica, aprovada neste ano pelo Congresso Nacional. A regulamentação dessa lei foi publicada nesta terça-feira (15), criando mecanismos para a adoção de contramedidas comerciais em caso de barreiras unilaterais.

A expectativa do governo é coletar sugestões e estudos do setor privado para embasar decisões futuras. As conversas com empresários devem ajudar a mapear os principais impactos econômicos e definir eventuais respostas diplomáticas ou comerciais que possam ser adotadas para minimizar os efeitos do tarifaço.

Foto: Cadu Gomes/VPR

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Comitê federal e governo de SP articulam respostas à tarifa de 50% dos EUA

Comitê federal e governo de SP articulam respostas à tarifa de 50% dos EUA

Reuniões nesta terça (15) buscam estratégias para enfrentar sobretaxa anunciada por Donald Trump

O comitê interministerial criado pelo Palácio do Planalto para analisar a tarifa de 50% anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre produtos brasileiros inicia nesta terça-feira (15.jul.2025) uma série de reuniões com representantes dos setores produtivos.

Na mesma data, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também realizará um encontro com empresários da indústria para discutir os efeitos da medida.

A reunião do governo paulista está prevista para as 9h30, no Palácio dos Bandeirantes, com a presença de cerca de 15 representantes da indústria e do encarregado de Negócios da Embaixada dos Estados Unidos, Gabriel Escobar.

Atuação do governo de SP

Essa será a segunda ação do governo de São Paulo para tratar da crise causada pela tarifa. Na última sexta-feira (11.jul), Tarcísio declarou ter ido a Brasília para discutir o impacto da sobretaxa sobre a indústria e o agronegócio brasileiros.

Na ocasião, o governador atribuiu a situação ao governo federal. Em publicação na rede X (antigo Twitter), Tarcísio escreveu: “Lula colocou sua ideologia acima da economia, e esse é o resultado?”.

Estratégia federal

Em Brasília, o governo federal também reunirá representantes dos setores produtivos para ouvir estudos e impressões sobre a tarifa imposta pelos Estados Unidos. O objetivo é embasar a estratégia de negociação com o governo norte-americano.

Fontes ouvidas pela reportagem indicaram que o Planalto não trabalha, neste momento, com pedidos de prorrogação do prazo para negociação nem com a ideia de redução imediata da tarifa de 50% para 30%. O foco das reuniões é o trabalho do comitê interministerial e a escuta dos diferentes setores da economia.

O vice-presidente Geraldo Alckmin será o responsável por liderar as reuniões do comitê. A presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não está garantida em todos os encontros, mas não foi descartada.

Decreto de reciprocidade econômica

A Casa Civil prepara o decreto que regulamentará a lei da reciprocidade econômica. A expectativa é de que o texto seja publicado no Diário Oficial da União até esta terça-feira (15), com possibilidade de divulgação em edição extra.

Debate sobre o IOF

O governo também enfrentará nesta terça-feira (15.jul) uma audiência de conciliação no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

O ministro Alexandre de Moraes convocou o encontro para tentar resolver o impasse entre o Executivo e o Congresso Nacional sobre a validade do decreto que elevou a alíquota.

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, declarou que o governo não apresentará um texto alternativo ao decreto do IOF. Segundo ele, o Executivo defende o conteúdo original e aguarda manifestação do STF.

“O governo pediu que o STF se manifeste. Então, não tem proposta alternativa”, afirmou Costa.

Expectativa no Congresso

O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), disse que o governo está confiante na constitucionalidade do decreto. Segundo ele, a lei 8.894, que trata do IOF, prevê o uso do imposto como instrumento de política fiscal e monetária.

Ainda segundo o deputado, há possibilidade de ajustes pontuais para facilitar o entendimento com o Congresso. Em caso de acordo, o texto final do decreto refletirá o consenso entre os Poderes.

Foto: Ricardo Stuckert/PR / Pablo Jacob/Governo do Estado de SP

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Lula assina decreto que regulamenta Lei da Reciprocidade Comercial

Lula assina decreto que regulamenta Lei da Reciprocidade Comercial

Norma permite ao Brasil adotar contramedidas contra barreiras unilaterais de outros países

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta segunda-feira (14.jul.2025) o decreto que regulamenta a Lei da Reciprocidade Comercial. A informação foi confirmada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, em declaração à imprensa após evento no Palácio do Planalto.

O texto do decreto será publicado em edição regular do Diário Oficial da União (DOU). A norma autoriza o governo federal a adotar medidas comerciais contra países que imponham barreiras unilaterais aos produtos brasileiros no mercado internacional.

Segundo Rui Costa, o decreto não cita países específicos, mas estabelece os mecanismos para execução da lei. “A denominação ‘reciprocidade’ pode responder de um formato também rápido, se outro país fizer medidas semelhantes a essa que foi anunciada pelos Estados Unidos”, explicou o ministro.

Contexto da tarifa dos EUA

A medida foi anunciada dias após o governo norte-americano divulgar a intenção de impor tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras para os Estados Unidos a partir de 1º de agosto. O anúncio foi feito pelo presidente Donald Trump na semana passada.

A Lei da Reciprocidade Comercial, aprovada em março pelo Congresso Nacional e sancionada em abril, foi formulada como resposta à escalada de barreiras comerciais promovida por Trump contra diversos países.

No caso brasileiro, as tarifas dos EUA começaram em 10% sobre todos os produtos exportados, com exceção de aço e alumínio, que têm sobretaxa de 25%. Esses setores são relevantes, já que o Brasil figura entre os três maiores exportadores desses metais para os Estados Unidos.

Detalhes da nova lei

A lei estabelece parâmetros para respostas do Brasil a medidas, políticas ou práticas unilaterais de outros países ou blocos econômicos que afetem a competitividade internacional brasileira.

A norma se aplica a barreiras comerciais que interfiram nas escolhas soberanas do país.

No Artigo 3º do texto, o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex) está autorizado a “adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços”, prevendo também a tentativa de negociação entre as partes antes de qualquer ação.

Comitê de emergência

Para discutir como o Brasil responderá à tarifa de 50% dos EUA, o governo federal criou um comitê interministerial com a participação de representantes dos setores empresariais da indústria e do agronegócio.

As primeiras reuniões do comitê ocorrerão nesta terça-feira (15) e serão coordenadas pelo vice-presidente Geraldo Alckmin.

A instalação do grupo tem como objetivo articular a posição brasileira frente às barreiras comerciais e ouvir sugestões do setor produtivo para embasar a tomada de decisões do governo.

A expectativa é que o comitê formule estratégias de negociação e eventuais contramedidas dentro do que a nova lei e o decreto assinado permitem.

Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Governo Lula articula reuniões com indústria e agronegócio para enfrentar tarifa de 50% dos EUA

Governo Lula articula reuniões com indústria e agronegócio para enfrentar tarifa de 50% dos EUA

Comitê interministerial coordena estratégia para negociar redução de tarifas anunciadas por Trump

Um comitê interministerial criado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia nesta terça-feira (15.jul.2025) as primeiras reuniões com representantes da indústria e do agronegócio para definir estratégias frente à tarifa de 50% anunciada pelos Estados Unidos para produtos brasileiros.

O grupo de trabalho é coordenado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, também titular do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Participam ainda a Casa Civil, o Ministério das Relações Exteriores e o Ministério da Fazenda.

Em coletiva no Palácio do Planalto nesta segunda-feira (14.jul), Alckmin detalhou o cronograma inicial das conversas.

A primeira reunião ocorre às 10h na sede do MDIC, em Brasília, com setores industriais mais expostos ao comércio com os EUA, como empresas de aviação, aço, alumínio, celulose, máquinas, calçados e autopeças. Entidades setoriais e algumas empresas confirmaram participação. O Ministério de Portos e Aeroportos também deve acompanhar o encontro.

Na parte da tarde, às 14h, ocorre reunião com representantes do agronegócio. Setores como suco de laranja, carnes, frutas, mel, couro e pescado estarão presentes. Além dos ministérios integrantes do comitê, participarão o Ministério da Agricultura, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Ministério da Pesca.

Alckmin explicou que o objetivo é ouvir as demandas dos setores e articular estratégias de negociação. Ele defendeu também o diálogo com empresas e entidades norte-americanas, considerando a integração produtiva entre os dois países.

“Essa é a primeira conversa, mas vamos dar continuidade a esse trabalho. Vamos marcar também com entidades e empresas americanas, porque tem uma integração de cadeia”, disse o vice-presidente.

Segundo ele, o Brasil importa carvão siderúrgico dos EUA para produzir aço semiplano, que é reexportado para o mercado norte-americano em forma de motores e outros produtos.

Alckmin revelou ainda que, antes do anúncio das tarifas por Donald Trump, o governo brasileiro havia encaminhado em 16 de maio uma proposta de negociação comercial aos EUA, sem resposta até agora.

“No dia 16 de maio foi encaminhada, em caráter confidencial, uma proposta de negociação para os Estados Unidos e não foi respondida ainda”, informou.

Em reuniões anteriores, o vice-presidente discutiu o tema com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, e com Michael Grier, representante do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR).

Alckmin também disse que o governo brasileiro não solicitou redução imediata da alíquota ou prorrogação de prazos, afirmando que o objetivo agora é envolver o setor privado na mobilização junto aos parceiros americanos.

“O que nós estamos fazendo é ouvindo os setores mais envolvidos, para o setor privado também participar e se mobilizar com seus congêneres e parceiros nos Estados Unidos”, declarou.

O comitê interministerial pretende usar as reuniões para alinhar argumentos e fortalecer a posição brasileira nas conversas diplomáticas. Representantes do governo defendem que as tarifas anunciadas são “inadequadas” e podem prejudicar cadeias produtivas integradas nos dois países.

As próximas etapas das negociações incluem novos encontros com empresas brasileiras, além de articulações com a Câmara de Comércio Brasil-EUA (Amcham) e com autoridades norte-americanas.

O governo federal pretende manter diálogo permanente com o setor privado para mapear impactos, construir estratégias e reforçar a necessidade de reversão das tarifas.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Jose Cruz/Agência Brasil / Ricardo Stuckert/PR

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Em expansão, Loucos por Coxinha celebra 10 anos do primeiro quiosque no Midway Mall

Em expansão, Loucos por Coxinha celebra 10 anos do primeiro quiosque no Midway Mall

Empresa potiguar se tornou referência no setor de franchising e hoje conta com 125 operações ativas em 12 estados brasileiros; previsão é de 15 novas lojas até o fim do ano

O ano era 2015 quando a Loucos por Coxinha inaugurou um dos primeiros quiosques, no shopping Midway Mall. Hoje, uma década depois, essa se tornou a unidade que mais atende clientes em todo RN e tem a melhor performance de vendas da rede. Assim, nesta quinta-feira (17), a marca celebra com convidados e clientes o sucesso que foi o pontapé inicial para a sua ascensão no setor de franchising brasileiro.

“Esse primeiro quiosque surgiu dois anos após o início de tudo, quando saímos apenas das unidades móveis no Alecrim e partimos para um novo formato, mas sem mudar a essência que se mantém até hoje, de oferecer produtos de qualidade, com preço acessível e sabor inigualável”, relembra Pablo Farias, um dos fundadores. “Foi dessa forma que, a partir dessa loja, que é um símbolo do quanto o público ama Loucos por Coxinha, que percebemos que conquistamos de vez o coração natalense e vimos que poderíamos ir além”, declara.

Atualmente, a rede especializada em mini salgados é um exemplo positivo que ilustra bem o oceano azul em que se encontra o mercado brasileiro de franquias. Segundo informações da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor obteve um faturamento de R$273,08 bilhões em 2024, o que representa um aumento de 13,5% em relação a 2023. A estimativa da instituição é que o setor crescerá entre 8% e 10% no valor faturado este ano, enquanto o número de operações deve subir 2%.

Dentro deste cenário, a Loucos Por Coxinha também atingiu resultados animadores. Até janeiro deste ano, a companhia faturou R$ 85,3 milhões, igualando-se ao valor total alcançado no ano passado, quando obteve crescimento de 24% em relação a 2023; o que impulsiona a previsão de alcançar R$ 100 milhões até dezembro, com apoio dos mais de 50 franqueados.

Franqueado que faz parte da história

Responsável pela unidade e um dos primeiros a aderir ao mundo Loucos por Coxinha, Emanuel Rosado, o “Leleu”, também faz parte dessa história. Quando começou sua jornada no empreendedorismo, o empresário não imaginava o quanto sua vida iria mudar e hoje celebra, além dos próprios avanços, o impacto positivo que causou na vida de terceiros graças à geração de empregos.

“Nesses 10 anos, já tivemos aqui mais de 50 colaboradores, então são 50 famílias impactadas com o nosso trabalho, e dentre eles, temos pessoas que estão por todo esse tempo com a marca. Isso não tem preço. Assim como saber que já atendemos mais de 1 milhão de pessoas ao longo desse tempo. Eu, que sou Analista de Sistemas de formação, hoje empreendo na Loucos por Coxinha e em outras marcas também. Por isso, eu posso dizer que o quiosque mudou minha vida e da minha família”, celebra.

Hoje, a marca emprega mais de 180 colaboradores diretamente através da indústria de 60 mil metros quadrados em Macaíba, e mais de 800 pessoas indiretamente, nas 125 franquias. Até o fim do ano, a previsão é inaugurar mais 15 unidades, consolidando a chegada da marca no Sudeste, com foco na capital e região metropolitana de São Paulo.

Sobre o Loucos por Coxinha

Nascida no Rio Grande do Norte, em 2014, a Loucos por Coxinha é uma rede de franquias que se destaca no mercado brasileiro com um conceito de fast-food especializado em mini coxinhas, churros e kibes de alta qualidade. A marca adota quatro modelos de negócio testados e aprovados – carrinho, container, pocket em galerias/universidades e quiosques em shopping – que estão em plena expansão.

Com sua excelência na cadeia de produção, logística e gestão da rede, e com foco em proporcionar uma experiência única aos clientes, a Loucos por Coxinha atrai franqueados em diversas regiões do Brasil, consolidando sua presença no mercado, chegando a 12 estados e 58 cidades, com mais de 120 unidades espalhadas por todo Brasil.

Fotos: Divulgação

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Setor pesqueiro do RN teme impacto de tarifa dos EUA sobre exportação de atum

Setor pesqueiro do RN teme impacto de tarifa dos EUA sobre exportação de atum

Anúncio de taxação de 50% pode inviabilizar atividade, que depende majoritariamente do mercado norte-americano

O setor pesqueiro do Rio Grande do Norte demonstra preocupação com o anúncio de taxação de 50% sobre os produtos brasileiros comercializados com os Estados Unidos. Caso a medida seja efetivada, produtores afirmam que a continuidade da pesca de atum se tornará economicamente inviável, com possibilidade de paralisação total da frota.

Os Estados Unidos são o principal destino do atum fresco pescado pelos barcos potiguares, absorvendo cerca de 80% da produção local. Esse comércio representa aproximadamente US$ 50 milhões por ano, equivalentes a cerca de 4 mil toneladas do pescado, o que corresponde a mais de R$ 278 milhões na cotação atual. O setor não possui um “plano B” para escoar a produção em caso de confirmação da tarifa adicional.

A possível taxação eleva os custos de exportação a um patamar que, segundo os produtores, inviabiliza a operação comercial. Diante do cenário, representantes do setor pretendem discutir estratégias e alternativas em reuniões com entidades como a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Atualmente, os barcos pesqueiros potiguares já se encontram no mar para a produção deste mês. Como o início da cobrança está previsto apenas para agosto, a safra atual não deve sofrer impacto imediato da nova tarifa. No entanto, a preocupação se concentra nas remessas futuras e na manutenção da atividade pesqueira a partir do segundo semestre.

A dificuldade se soma a outro obstáculo enfrentado desde 2018: a barreira sanitária imposta pela União Europeia, que impede a exportação de pescado e produtos da aquicultura brasileira para o mercado europeu. Com essa restrição, o setor pesqueiro do Rio Grande do Norte se tornou ainda mais dependente das vendas para os Estados Unidos.

Sem acesso ao mercado europeu, não há alternativas consolidadas para escoar a produção em larga escala, aumentando a vulnerabilidade econômica dos produtores potiguares. Em caso de confirmação da nova tarifa, há risco de paralisação das atividades, o que pode afetar empregos diretos e indiretos gerados pela pesca de atum no estado.

O setor pressiona o Governo Federal para que atue diplomaticamente visando reverter a decisão dos Estados Unidos. A expectativa é que haja negociações bilaterais que evitem a implementação da tarifa ou, ao menos, mitiguem seus efeitos sobre a economia local.

Além disso, os produtores defendem que o governo brasileiro também negocie o fim da restrição europeia. A reabertura do mercado europeu seria uma alternativa para reduzir a dependência das exportações para os Estados Unidos e diversificar os destinos do pescado potiguar.

O comércio internacional de atum fresco é considerado estratégico para a economia do Rio Grande do Norte, movimentando milhões de dólares e empregando trabalhadores em diferentes etapas da cadeia produtiva, desde a pesca em alto-mar até o processamento e a logística para exportação.

Diante desse contexto, o setor aguarda definições sobre as negociações diplomáticas e a evolução do cenário internacional. Enquanto isso, mantém a programação para concluir a produção e as vendas referentes a julho, antes do prazo previsto para o início da cobrança da tarifa adicional.

Foto: Allan Phablo (SECOM/PMM) / Wilson Moreno (Secom/PMM) / Raul Pereira / Secom/PMM

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Governo brasileiro busca reverter tarifas impostas por Trump sobre exportações para os EUA

Governo brasileiro busca reverter tarifas impostas por Trump sobre exportações para os EUA

Alckmin afirma que Brasil recorrerá à OMC contra taxa de 50% anunciada pelos Estados Unidos

O governo federal anunciou que vai atuar para tentar reverter a imposição de tarifas comerciais de 50% sobre produtos exportados do Brasil para os Estados Unidos. A medida foi anunciada pelo presidente Donald Trump na última quarta-feira (9.jul.2025) e comunicada formalmente por meio de carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As novas tarifas estão previstas para entrar em vigor em 1º de agosto.

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou neste domingo (13.jul) que o governo recorrerá à Organização Mundial do Comércio (OMC) para questionar a medida. Alckmin destacou que a decisão dos Estados Unidos prejudica tanto os exportadores brasileiros quanto os consumidores norte-americanos.

O governo também estuda a aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica, sancionada em abril. Essa lei estabelece critérios para a suspensão de concessões comerciais, investimentos e obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual em resposta a medidas unilaterais que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira. Segundo Alckmin, a aplicação dessa legislação está sendo avaliada para definir eventuais contramedidas.

Em declarações, Alckmin mencionou que o Brasil possui uma balança comercial superavitária com os Estados Unidos tanto no comércio de bens quanto de serviços. Ressaltou ainda que os dois países possuem uma relação histórica de mais de 200 anos e defendeu previsibilidade e estabilidade no comércio internacional.

No documento enviado a Lula, Trump justificou a nova tarifa de 50% com críticas ao governo brasileiro. O presidente dos EUA mencionou o ex-presidente Jair Bolsonaro, réu no Supremo Tribunal Federal por tentativa de golpe de Estado, e citou ordens judiciais brasileiras contra apoiadores do ex-presidente que residem nos Estados Unidos. Trump também alegou supostos ataques do Brasil contra eleições livres e restrições à liberdade de expressão.

Trump classificou como “caça às bruxas” o processo contra Bolsonaro no STF e escreveu que a forma como o Brasil tem tratado o ex-presidente é, segundo ele, injustificável. As declarações foram incluídas na carta diplomática enviada ao governo brasileiro para formalizar a decisão sobre as tarifas.

Além do tema das tarifas, Alckmin comentou no mesmo evento sobre o decreto que zera o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros sustentáveis. O decreto foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na quinta-feira (10.jul) e integra o Programa Nacional de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), lançado no ano passado.

A medida prevê que veículos compactos fabricados no Brasil com alta eficiência ambiental terão alíquota zero de IPI. Para ter direito ao benefício, o veículo precisa emitir menos de 83 gramas de dióxido de carbono por quilômetro rodado, conter mais de 80% de materiais recicláveis, ser produzido no Brasil (incluindo etapas como soldagem, pintura, fabricação do motor e montagem) e se enquadrar na categoria de carro compacto.

Segundo Alckmin, a política do IPI zero pode reduzir o preço final dos veículos de entrada em até R$ 12 mil. O objetivo é tornar os veículos mais acessíveis para a população, além de estimular a produção nacional de modelos com menor impacto ambiental.

Foto: Cadu Gomes/VPR

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Tarifa de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros gera reações do Brasil e críticas da China

Tarifa de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros gera reações do Brasil e críticas da China

Medida anunciada por Donald Trump provoca resposta do governo Lula e críticas do governo chinês ao protecionismo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta semana a imposição de uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras ao mercado norte-americano, com previsão de início em 1º de agosto. A medida foi formalizada em uma carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na qual Trump mencionou o ex-presidente Jair Bolsonaro, réu no Supremo Tribunal Federal (STF) em processo por tentativa de golpe de Estado.

A decisão repercutiu no Brasil. O presidente Lula declarou que o país vai acionar a Organização Mundial do Comércio (OMC) para contestar a elevação unilateral das tarifas. O governo federal pretende apresentar uma reclamação formal ao órgão internacional para tentar reverter a medida. Lula também afirmou que o Brasil responderá com base na Lei de Reciprocidade Econômica.

O Ministério das Relações Exteriores da China criticou a decisão norte-americana. Em declaração oficial, o governo chinês defendeu os princípios de igualdade soberana e de não interferência em assuntos internos, previstos na Carta das Nações Unidas e considerados normas fundamentais nas relações internacionais. A China afirmou que tarifas comerciais não devem ser usadas como instrumento de coerção ou intimidação.

Em pronunciamento, a chancelaria chinesa também reiterou posição já manifestada no início da semana, quando os Estados Unidos começaram a enviar cartas aos parceiros comerciais com as ameaças de aumento de tarifas. Para o governo chinês, não há vencedores em guerras comerciais ou tarifárias, e o protecionismo prejudica todos os envolvidos.

Durante entrevista na Casa Branca, Donald Trump declarou que poderia conversar com o presidente Lula sobre o tema, mas não imediatamente. Ele também comentou a relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro, classificando-o como alguém duro em negociações, e questionou a forma como o Brasil conduz o processo contra Bolsonaro no STF.

Na mesma ocasião, Trump abordou tensões comerciais com o Canadá. Ele afirmou que as tarifas de 35% aplicadas ao país vizinho foram “razoavelmente bem recebidas” e relatou ter recebido uma ligação de autoridades canadenses após o anúncio. Trump indicou ainda que avalia eventuais exceções tarifárias para parceiros, sem detalhar critérios ou países específicos, e orientou outros governos a “continuarem trabalhando duro” para chegar a acordos comerciais com os Estados Unidos.

O anúncio das tarifas sobre produtos brasileiros foi acompanhado de justificativas que incluem referências à situação política interna do Brasil e às investigações sobre a tentativa de golpe atribuída ao ex-presidente Bolsonaro. A carta enviada por Trump ao governo brasileiro incluiu críticas ao Supremo Tribunal Federal.

No plano interno norte-americano, o presidente dos Estados Unidos voltou a criticar o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. Trump afirmou que as taxas de juros deveriam ser três pontos percentuais menores do que as praticadas atualmente. Questionado sobre a possibilidade de demitir Powell, Trump respondeu que não pretende fazê-lo.

O governo brasileiro, por sua vez, enfatizou que a decisão norte-americana de elevar tarifas unilateralmente será tratada por canais diplomáticos e jurídicos. A expectativa é que a disputa tenha desdobramentos nas próximas reuniões da OMC, onde o Brasil pretende apresentar sua reclamação formal.

As reações internacionais também indicam potencial impacto para o comércio exterior brasileiro, em especial para setores dependentes das exportações ao mercado norte-americano. Ao mesmo tempo, a China, principal parceiro comercial do Brasil, reforçou suas críticas ao protecionismo norte-americano, reiterando que tais práticas impactam negativamente o comércio global.

Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Trump anuncia tarifas de 30% sobre importações do México e da União Europeia

Trump anuncia tarifas de 30% sobre importações do México e da União Europeia

Medida deve entrar em vigor em agosto e busca pressionar parceiros a produzirem nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (12.jul.2025) a imposição de tarifas de 30% sobre as importações do México e da União Europeia, com início previsto para 1º de agosto. A decisão foi comunicada em cartas enviadas às autoridades dos respectivos parceiros comerciais.

As tarifas anunciadas serão aplicadas de forma separada de outras tarifas setoriais já existentes. De acordo com Trump, qualquer produto que for redirecionado para evitar a tarifa maior também estará sujeito à tarifa mais elevada. O objetivo da medida, segundo o governo norte-americano, é conter práticas que considera desleais no comércio internacional.

Na carta enviada à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, Trump afirmou que a relação comercial entre os Estados Unidos e o bloco europeu não é recíproca e resulta em déficit comercial para o lado norte-americano. O presidente dos Estados Unidos indicou que a imposição da tarifa de 30% poderá ser evitada caso a União Europeia ou empresas sediadas em seus países-membros decidam construir fábricas ou produzir seus bens em território norte-americano.

Trump afirmou ainda que, para viabilizar essa mudança, se comprometeria a trabalhar para garantir todas as aprovações necessárias em um prazo de semanas. No entanto, advertiu que, caso o bloco europeu adote medidas de retaliação com o aumento de tarifas sobre produtos norte-americanos, os Estados Unidos irão somar esse valor escolhido pela União Europeia aos 30% originalmente previstos.

Na comunicação dirigida à presidente do México, Claudia Sheinbaum, Trump condicionou eventuais ajustes na tarifa ao combate aos cartéis e ao fluxo de fentanil para os Estados Unidos. Ele declarou que o México ainda não conseguiu conter a ação dos cartéis e o tráfico de fentanil, substância considerada um problema grave de saúde pública em território norte-americano.

De acordo com o comunicado, caso o governo mexicano obtenha êxito no combate a essas organizações criminosas e na redução do envio de fentanil aos Estados Unidos, haverá a possibilidade de revisão da tarifa anunciada. Trump indicou que essas tarifas poderão ser modificadas tanto para cima quanto para baixo, dependendo do resultado dessas ações.

As novas tarifas representam mais uma etapa na estratégia do governo norte-americano de pressionar parceiros comerciais a revisarem práticas comerciais e a instalarem fábricas em solo norte-americano. Trump já havia anunciado tarifas de 50% sobre exportações brasileiras em comunicado anterior, além de tarifas setoriais de 35% direcionadas ao Canadá, buscando rever déficits comerciais e aumentar a produção industrial interna.

Com o anúncio das tarifas de 30% para México e União Europeia, os Estados Unidos buscam desestimular a importação de produtos considerados concorrência para a indústria local e incentivar a instalação de unidades produtivas no país. O governo norte-americano tem defendido a estratégia como forma de gerar empregos e reduzir dependência de cadeias produtivas internacionais.

As cartas enviadas às autoridades mexicana e europeia contêm propostas de negociação, indicando que as tarifas podem ser revistas mediante mudanças nas condições comerciais ou ações específicas dos governos parceiros. Trump declarou que pretende continuar dialogando para chegar a acordos, mas destacou que espera contrapartidas concretas para qualquer flexibilização das tarifas anunciadas.

A medida deve impactar setores industriais e agrícolas que exportam para os Estados Unidos a partir do México e da União Europeia. A reação oficial dos governos europeu e mexicano ainda não havia sido divulgada até o momento do anúncio feito pela Casa Branca.

Foto: Casa Branca por Andrea Hanks / Daniel Torok/White House

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Montadoras pedem credenciamento de modelos para programa Carro Sustentável com IPI zero

Montadoras pedem credenciamento de modelos para programa Carro Sustentável com IPI zero

General Motors, Renault, Volkswagen, Hyundai e Stellantis solicitam inclusão de cinco modelos no benefício fiscal

As montadoras General Motors (Chevrolet), Renault, Volkswagen, Hyundai e Stellantis (Fiat) enviaram ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), nesta sexta-feira (11.jul.2025), pedidos de credenciamento de cinco modelos de veículos de entrada para o programa Carro Sustentável. A iniciativa garante isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis mais econômicos, sustentáveis e fabricados no Brasil.

Para ter direito ao IPI zero, o carro precisa atender a quatro requisitos principais: emitir menos de 83 gramas de gás carbônico (CO₂) por quilômetro, conter mais de 80% de materiais recicláveis, ser produzido no Brasil (incluindo etapas como soldagem, pintura, fabricação do motor e montagem) e se enquadrar na categoria de carro compacto (veículo de entrada das marcas).

Os modelos indicados pelas montadoras para o credenciamento incluem diferentes versões de seus veículos compactos de entrada: Chevrolet Onix, Renault Kwid, Volkswagen Polo, Hyundai HB20, Fiat Argo e Fiat Mobi. Esses automóveis foram apresentados como aptos a cumprir as exigências técnicas do programa.

O lançamento da iniciativa ocorreu em cerimônia no Palácio do Planalto, com a participação do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. Estiveram presentes também ministros, parlamentares e representantes do setor automotivo.

O decreto que formalizou o benefício foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O texto redefine a tabela do IPI como um sistema de soma zero em relação ao total de carros vendidos no Brasil e terá validade até dezembro de 2026. A mudança antecipa os efeitos da reforma tributária, conforme informações do Palácio do Planalto.

IPI Verde e regras para alíquotas

Além do benefício do IPI zero para modelos de entrada que atendam aos critérios do programa Carro Sustentável, o decreto instituiu o chamado IPI Verde. Para veículos de passeio, a alíquota base é de 6,3%; para comerciais leves, 3,9%. Essa taxa pode ser ajustada para mais ou para menos, de acordo com fatores como eficiência energética, tecnologia de propulsão, potência, segurança e índice de reciclabilidade.

O governo federal detalhou que veículos com melhores indicadores nesses quesitos poderão ter descontos (bônus) sobre a alíquota padrão, enquanto modelos com desempenho inferior em sustentabilidade poderão sofrer acréscimos.

Por exemplo, um carro de passeio híbrido-flex pode ter a alíquota reduzida em 1,5 ponto percentual. Se atender também ao critério de eficiência do programa Mover, o desconto soma mais um ponto. Cumprindo o nível 1 de reciclabilidade, perde outro ponto, podendo reduzir o IPI de 6,3% para 2,8%.

Impacto previsto para o mercado automotivo

O governo estima que 60% dos veículos vendidos no Brasil possam ter redução na alíquota do IPI, sem impacto fiscal no total arrecadado, devido à estrutura de soma zero.

O programa Carro Sustentável, com isenção de IPI para modelos de entrada fabricados no Brasil, integra o Programa Nacional de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), lançado no ano passado. O Mover busca estimular a descarbonização da frota brasileira por meio de incentivos fiscais e diretrizes para redução de emissões.

Entre 2024 e 2028, o programa prevê R$ 19,3 bilhões em créditos financeiros. A estimativa do setor automotivo — que envolve fabricantes, indústrias de autopeças e concessionárias — é de investimentos de até R$ 190 bilhões no período, mobilizando a cadeia produtiva para atender às novas exigências ambientais e tecnológicas.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração / Rovena Rosa/Agência Brasil

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Assembleia Legislativa aprova LDO 2026 com orçamento estimado em R$ 23,5 bilhões

Assembleia Legislativa aprova LDO 2026 com orçamento estimado em R$ 23,5 bilhões

Deputados mantêm emendas sobre transparência, emendas impositivas e orçamento participativo

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) aprovou nesta quinta-feira (10.jul.2025), o Projeto de Lei nº 233/2025, que estabelece as Diretrizes para a Elaboração e Execução da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2026. O valor total do orçamento previsto é de R$ 23,5 bilhões, incluindo os recursos do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), e destina-se a áreas prioritárias como saúde, educação, segurança pública e infraestrutura.

Durante a tramitação, o projeto recebeu 15 emendas, das quais cinco geraram maior debate entre os parlamentares. Uma das emendas mais discutidas previa a redução do limite para transposição, remanejamento e transferência de recursos entre órgãos do Executivo, de 15% para 10%. A proposta foi rejeitada em plenário.

Foi aprovada a emenda que determina o pagamento escalonado de emendas parlamentares individuais: 50% até junho e 50% até novembro. A medida foi incorporada ao texto da LDO como forma de garantir a execução do orçamento participativo estabelecido pela Assembleia Legislativa.

Outro ponto de debate foi a manutenção do artigo que destina 0,5% da receita corrente líquida ao Orçamento Participativo. A supressão desse artigo foi proposta em uma das emendas, mas a sugestão foi rejeitada. Assim, o percentual permanece previsto no projeto aprovado, mantendo a destinação para ações indicadas pela população por meio de audiências públicas.

Duas emendas adicionais também foram mantidas: a de número 12, que assegura o acesso direto do Legislativo aos sistemas de gestão orçamentária do Executivo, respeitando o sigilo legal; e a de número 14, que obriga o envio, pelo Tribunal de Contas do Estado, de dados consolidados sobre a efetividade dos programas auditados, como subsídio para decisões parlamentares.

A emenda nº 15, que propunha submeter remanejamentos em publicidade institucional à autorização legislativa específica, foi rejeitada pelos deputados.

Com a aprovação em plenário, o projeto segue agora para a sanção do Poder Executivo. A partir disso, o governo estadual será responsável por executar o orçamento de 2026 conforme as diretrizes estabelecidas pela LDO.

O que é a LDO?

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é o instrumento legal que orienta a elaboração do orçamento anual do Estado. Ela estabelece metas fiscais, prioridades de investimentos, regras de execução orçamentária e prazos para execução de emendas parlamentares. A LDO também reforça a transparência e a fiscalização do uso dos recursos público

Fotos: João Gilberto/ALRN

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Taxação dos EUA deve atingir atum, sal, petróleo e fruticultura no RN

Taxação dos EUA deve atingir atum, sal, petróleo e fruticultura no RN

Nova tarifa de 50% anunciada por Trump impacta exportações potiguares e preocupa setores produtivos

A decisão do governo dos Estados Unidos de impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros deve impactar de forma relevante a economia do Rio Grande do Norte. Entre os itens exportados que podem ser mais afetados estão atum e pescados em geral, sal, petróleo e frutas como melão e melancia.

A medida, anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi comunicada na quarta-feira (9.jul.2025) e gerou reações no dia seguinte (10.jul) de representantes do setor produtivo e do Governo do Estado. A preocupação central está nos efeitos sobre investimentos, empregos e na viabilidade econômica das exportações potiguares para o mercado americano.

Dados do Observatório Mais RN, da Federação das Indústrias do Estado (Fiern), indicam que as exportações potiguares para os Estados Unidos somaram US$ 67,1 milhões no primeiro semestre deste ano. Esse valor representa um aumento de 120% em relação ao mesmo período de 2024, quando as vendas somaram US$ 30,5 milhões.

Entre os setores mais impactados está o petróleo, responsável por 45% do PIB industrial do Rio Grande do Norte. As vendas para o mercado americano cresceram de US$ 4 milhões no primeiro semestre de 2024 para US$ 24 milhões no mesmo período deste ano. A expectativa é que a nova tarifa reduza a competitividade desse produto.

O setor pesqueiro também se mostra vulnerável à taxação. As exportações de atum e meca, que têm o mercado americano como destino quase exclusivo, correm o risco de se tornarem inviáveis. Para contornar o cenário, empresas do setor tentam antecipar embarques antes da aplicação da nova tarifa, prevista para agosto.

Na fruticultura, as vendas de melão e melancia para os Estados Unidos representam cerca de 5% do volume exportado para a Europa. Embora o impacto seja avaliado como menor em relação ao total da produção, existe cautela no planejamento da próxima safra, com expectativa de redução de 3% na área plantada.

A indústria salineira também sente os efeitos do anúncio. Estima-se que 25% da produção de sal do Rio Grande do Norte seja destinada ao mercado norte-americano, com saída pelo Porto Ilha de Areia Branca. Caso a tarifa seja mantida, existe o risco de inviabilizar a continuidade das exportações para os Estados Unidos, o que significaria uma perda estimada de 500 mil toneladas por ano.

A cadeia de petróleo, gás e energia também pode ser impactada indiretamente pela decisão. Apesar dos Estados Unidos não serem um grande comprador do óleo potiguar, o setor depende de insumos e produtos adquiridos no mercado americano, o que pode encarecer custos e dificultar operações.

Do ponto de vista macroeconômico, há projeção de que a medida pressione a cotação do dólar. Um cenário de aumento do câmbio pode ter efeitos sobre o preço de combustíveis e alimentos, além de afetar a inflação. Para o Rio Grande do Norte, o reflexo negativo pode se dar também na geração de empregos e na redução de investimentos, caso empresas diminuam a produção diante das restrições de mercado.

Entidades representativas dos setores produtivos no estado têm solicitado que o governo federal atue de forma diplomática para evitar a imposição definitiva da tarifa. Entre as preocupações apontadas está a possibilidade de contratos de exportação em negociação serem suspensos ou cancelados, o que pode gerar prejuízos significativos.

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico do RN afirmou que acompanha o cenário desde março, quando ocorreu o anúncio das primeiras elevações tarifárias. Diante da previsão de entrada em vigor do aumento de 50% a partir de agosto, a pasta defende um acompanhamento mais rigoroso e uma atuação articulada com o governo federal e setores produtivos para preservar a competitividade das exportações potiguares.

Entre as estratégias sugeridas estão o mapeamento de barreiras tarifárias e não tarifárias, a capacitação técnica de exportadores locais sobre exigências sanitárias e padrões internacionais, o incentivo a acordos comerciais bilaterais e o reposicionamento de produtos nas cadeias globais de valor, com foco em diferenciação e sustentabilidade.

A Secretaria de Fazenda do Estado também avalia que setores como o de pescado e o de sal marinho, que dependem fortemente do mercado americano, podem sofrer impacto direto na geração de empregos caso as exportações sejam inviabilizadas.

De janeiro a março deste ano, o Rio Grande do Norte exportou US$ 26,2 milhões para os Estados Unidos e importou US$ 9,8 milhões, resultando em um superávit de US$ 16,4 milhões na balança comercial bilateral. A expectativa agora é que medidas diplomáticas sejam intensificadas para evitar perdas mais expressivas para a economia estadual.

Foto: Arquivo/Assecom-RN / Carmem Félix/Assecom-RN/Ilustração / Raiane Miranda/Assecom-RN/Ilustração

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Governadores divergem sobre tarifa de Trump e governo federal adia resposta

Governadores divergem sobre tarifa de Trump e governo federal adia resposta

Estados apresentam reações diferentes à taxação de 50% para produtos brasileiros, enquanto governo monitora impactos e busca calibrar estratégia

O anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a aplicação de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros gerou reações distintas entre governadores de diferentes estados do Brasil. Chefes de executivos estaduais aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro atribuíram ao governo federal a responsabilidade pela decisão norte-americana. Já governadores alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva defenderam a soberania nacional frente à medida.

Entre os críticos do governo federal, destacam-se os governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo), Romeu Zema (Minas Gerais) e Ronaldo Caiado (Goiás). Eles responsabilizam a postura diplomática adotada pelo presidente Lula pelas tensões com os Estados Unidos, sugerindo que críticas anteriores do governo brasileiro ao presidente Trump teriam motivado a reação tarifária.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, adotou uma postura distinta ao longo do dia, inicialmente criticando o governo federal, mas depois classificando a medida americana como injusta. Já o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, defendeu a necessidade de preservar a independência e a soberania do Brasil, atribuindo à decisão dos Estados Unidos o caráter de pressão internacional.

No Rio Grande do Norte, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) declarou acompanhar os desdobramentos desde o anúncio inicial das primeiras elevações tarifárias em março. Com a previsão de que a nova tarifa passe a valer em agosto, o governo potiguar prevê um monitoramento mais rigoroso dos impactos e busca manter articulação com o Governo Federal e o setor produtivo para minimizar prejuízos à competitividade das exportações estaduais.

Segundo a Sedec, o volume exportado pelo Rio Grande do Norte para os Estados Unidos nos seis primeiros meses deste ano já se equipara ao total exportado durante todo o ano de 2024. A pasta considera relevante fortalecer políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável e à competitividade dos produtos potiguares no mercado externo.

Entre as ações recomendadas estão o mapeamento preciso de barreiras tarifárias e não tarifárias nos EUA, investimentos em capacitação técnica de exportadores para atender exigências sanitárias e padrões internacionais, fomento a acordos comerciais bilaterais, incentivo ao reposicionamento de produtos nas cadeias globais com foco em diferenciação e sustentabilidade, e apoio à busca de novos mercados na Ásia e América Latina.

O governo federal, por sua vez, optou por adiar uma resposta econômica e comercial imediata à tarifa anunciada por Trump, indicando que deverá usar o período até 1° de agosto — quando a medida passará a valer — para calibrar uma estratégia. A intenção é evitar um posicionamento precipitado que amplie tensões diplomáticas ou impacte negativamente a economia brasileira.

O Palácio do Planalto indicou que pretende dialogar com o setor privado para avaliar eventuais contramedidas. A Lei de Reciprocidade Econômica, aprovada em abril pelo Congresso Nacional, prevê a possibilidade de adoção de tarifas equivalentes, além de medidas não tarifárias como restrições a importações ou suspensões de obrigações relacionadas a direitos de propriedade intelectual. Mesmo assim, a aplicação imediata dessas medidas foi descartada.

Na esfera legislativa, os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado Federal, Davi Alcolumbre, manifestaram que o Congresso acompanhará os desdobramentos do caso. Eles lembraram a aprovação da Lei de Reciprocidade Econômica como instrumento para proteger a economia nacional e ressaltaram a necessidade de diálogo diplomático e comercial para resguardar empregos e o setor produtivo brasileiro.

Enquanto isso, o governo federal mantém a posição de aguardar o início da aplicação da tarifa para formular uma resposta que leve em consideração as implicações econômicas e políticas. A expectativa é utilizar o prazo até agosto para avaliar cenários e preparar medidas que busquem mitigar os impactos sem ampliar o grau de conflito comercial com os Estados Unidos.

Foto: Daniel Torok/White House / Ricardo Stuckert/PR

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Brasil anuncia reação a tarifa dos EUA e planeja contestação na OMC

Brasil anuncia reação a tarifa dos EUA e planeja contestação na OMC

Governo federal avalia Lei de Reciprocidade e busca articulação internacional após anúncio de tarifa de 50% para exportações brasileiras

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (10.jul.2025) medidas para responder à decisão dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. A reação envolve recurso à Organização Mundial do Comércio (OMC), articulação com outros países afetados e a possibilidade de aplicar a Lei de Reciprocidade Comercial.

Em entrevista à Record TV, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo fará uma reclamação formal à OMC para tentar reverter a tarifa. Caso as negociações não avancem, o Brasil pretende adotar retaliações proporcionais.

“Não tenha dúvida que, primeiro, nós vamos tentar negociar. Mas, se não tiver negociação, a Lei da Reciprocidade será colocada em prática. Se ele vai cobrar 50% de nós, nós vamos cobrar 50% dele”, declarou Lula.

O presidente também informou que pretende articular com outros países que foram alvo das novas tarifas dos Estados Unidos para fortalecer o pleito na OMC. A lei brasileira citada por Lula, sancionada em abril, permite suspender concessões comerciais, investimentos e obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual em resposta a medidas unilaterais que prejudiquem a competitividade internacional brasileira.

Para analisar o impacto no comércio e definir estratégias, o governo federal criará um comitê com empresários que exportam para os Estados Unidos. Segundo Lula, o objetivo é apoiar o setor e buscar novos mercados para os produtos brasileiros.

“Vamos ter que proteger o setor produtivo e procurar outros parceiros para comprar nossos produtos. O comércio do Brasil com os EUA representa 1,7% do PIB. Obviamente queremos vender, mas precisamos ter alternativas”, disse o presidente.

Na entrevista, Lula criticou o ex-presidente Donald Trump pela forma como comunicou a decisão, afirmando que o Brasil preza pelo diálogo direto em suas relações diplomáticas. Segundo Lula, o comunicado de Trump chegou de forma não oficial, publicado em site antes mesmo de ser encaminhado formalmente.

“O Brasil é um país que não tem contencioso de ninguém. Aqui, tudo se resolve numa conversa”, afirmou, destacando os 201 anos de relações diplomáticas com os EUA.

Lula também rebateu a acusação de desequilíbrio comercial, dizendo que os EUA têm superávits comerciais com o Brasil há mais de 15 anos. Ele afirmou que o Judiciário brasileiro é autônomo e não acatará exigências externas, em referência à demanda de Trump para que o ex-presidente Jair Bolsonaro não seja julgado por tentativa de golpe de Estado.

O presidente também responsabilizou Bolsonaro pela situação, ao afirmar que o ex-presidente estaria apoiando a medida de Trump. Lula citou o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho de Jair Bolsonaro, que está morando nos Estados Unidos.

Em pronunciamento no Palácio do Planalto, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, classificou a imposição da tarifa como um erro de avaliação por parte de Donald Trump.

Segundo Alckmin, os EUA mantêm superávit comercial com o Brasil. Em 2023, o saldo positivo para os americanos foi de US$ 7 bilhões em bens e de US$ 18 bilhões em serviços. Ele também destacou que, dos dez produtos mais exportados pelos EUA para o Brasil, oito têm tarifa de importação zerada.

“Segundo os próprios dados estadunidenses, são US$ 7 bilhões de superávit em bens e US$ 18 bilhões em serviços. E dos 10 produtos que eles mais exportam para o Brasil, oito são ex-tarifário, ou seja, o imposto é zero”, afirmou Alckmin.

O vice-presidente também mencionou que vinha mantendo diálogo direto com o governo norte-americano, por meio de conversas com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick.

Alckmin criticou o que chamou de atuação da família Bolsonaro nos bastidores para influenciar a decisão americana. Ele citou episódios anteriores, como a condução da pandemia e os ataques ao meio ambiente, além da tentativa de golpe em janeiro de 2023.

“Agora a gente vê que esse clã, mesmo fora do governo, continua trabalhando contra o interesse brasileiro e contra o povo brasileiro”, declarou Alckmin.

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil / Tomaz Silva/Agência Brasil

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Reforma Tributária Este é o momento de revisar contratos e modelos de negócio, orienta contador

Reforma Tributária: “Este é o momento de revisar contratos e modelos de negócio”, orienta contador

Especialista alerta que a nova lógica tributária exige planejamento antecipado e reavaliação das estratégias empresariais para evitar prejuízos

Com a aproximação da fase de transição da Reforma Tributária, prevista para começar em 2026, empresas precisam revisar contratos e repensar modelos de negócio. Isso porque as mudanças nas regras de tributação sobre o consumo, com a criação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), devem provocar ajustes estruturais nas relações comerciais e operacionais.

De acordo com Gustavo Vieira, contador e diretor da Rui Cadete, quem não se preparar “desde já” corre o risco de enfrentar perdas financeiras, insegurança jurídica e queda na competitividade. “A reforma não trata apenas de novas alíquotas ou regras fiscais. Ela muda a lógica de como os negócios operam no Brasil. Por isso, este é o momento de revisar contratos e modelos de negócio, antecipando cenários e redesenhando estratégias”, afirma.

O especialista explica que a cobrança “por fora” (com destaque separado no preço) dos tributos exige que os contratos passem a adotar cláusulas de preço líquido, que excluem os impostos do valor-base. A medida, segundo Gustavo, é necessária para garantir o aproveitamento de créditos tributários e evitar distorções. “O uso da cláusula de preço líquido é uma das principais recomendações nesta nova lógica tributária”, destaca o diretor da Rui Cadete.

Para ele, é essencial que os instrumentos contratuais prevejam como eventuais variações de carga tributária serão tratadas entre as partes. “Empresas que mantêm contratos de médio e longo prazos precisarão atualizar seus documentos para contemplar os impactos da reforma. Muitas decisões que antes se apoiavam em incentivos fiscais, por exemplo, precisarão ser reavaliadas com base nos novos parâmetros legais e operacionais”, explica Gustavo.

Empresas optantes pelo Simples Nacional, conforme pontua o contador, tendem a enfrentar maiores dificuldades. Isso porque, além de precisarem decidir se vão aderir à nova sistemática de forma unificada ou separada, poderão perder competitividade caso não consigam se adequar às exigências dos contratantes.

“A gente percebe que, mais do que revisar contratos, as empresas estão sendo desafiadas a redesenhar estratégias. É uma mudança de lógica, que envolve desde a cadeia de suprimentos até a precificação final dos produtos e serviços. Quem sair na frente, se adaptando ao novo modelo, terá vantagem competitiva. Já quem deixar para depois pode enfrentar riscos jurídicos e prejuízos comerciais”, alerta o diretor da Rui Cadete.

Foto: Divulgação

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EUA anunciam tarifa de 50% sobre produtos do Brasil e governo Lula prepara resposta com Lei de Reciprocidade

EUA anunciam tarifa de 50% sobre produtos do Brasil e governo Lula prepara resposta com Lei de Reciprocidade

Donald Trump justifica medida citando STF e Bolsonaro; Planalto convoca reunião de emergência e estuda sobretaxar produtos americanos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (9.jul.2025) que aplicará uma tarifa de 50% sobre todos os produtos importados do Brasil. A nova alíquota passa a valer a partir de 1º de agosto. A medida foi comunicada em uma carta endereçada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), publicada na rede social Truth Social.

Na mensagem, Trump atribuiu a decisão a uma relação comercial considerada “injusta” e criticou a postura do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo Trump, a forma como o Brasil tem tratado Bolsonaro seria uma “desgraça internacional” e uma “caça às bruxas” que deveria acabar “imediatamente”.

Além das críticas à política interna brasileira, Trump relacionou a tarifa à atuação do STF sobre plataformas digitais americanas. Em um trecho, acusou o Supremo de emitir “centenas de ordens de censura secretas e ilegais” contra redes sociais dos EUA, ameaçando-as com multas e expulsão do mercado brasileiro. Ele afirmou que tais ações configurariam ataques contra eleições livres e a liberdade de expressão dos americanos.

Em justificativa adicional, Trump mencionou desequilíbrios comerciais e classificou a relação entre os países como “muito injusta”, apontando barreiras tarifárias e não tarifárias por parte do Brasil. Ele indicou que a tarifa de 50% ainda seria “muito menor do que o necessário” para garantir condições de concorrência equitativas, sugerindo que os EUA deveriam até mesmo se afastar de sua relação comercial de longa data com o Brasil.

Trump também informou ter determinado ao representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, a abertura de uma investigação contra o Brasil com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. Essa seção permite aos EUA investigar práticas comerciais consideradas desleais, funcionando como instrumento de pressão internacional para defesa de interesses comerciais americanos.

Na carta, Trump também advertiu que, caso o Brasil busque retaliar com elevação de tarifas de importação, os EUA elevariam suas tarifas em igual magnitude. Ainda indicou que poderia ajustar para cima ou para baixo a alíquota de 50%, dependendo de eventuais mudanças na relação comercial entre os dois países.

Reação do governo Lula

Em resposta ao anúncio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma reunião de emergência no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (9.jul). Participaram o ministro da Fazenda, Fernando Haddad; o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin; e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

O governo brasileiro estuda aplicar o princípio da reciprocidade para reagir à medida. A ideia é anunciar uma elevação tarifária equivalente sobre produtos americanos exportados ao Brasil, embora o percentual ainda esteja em discussão no Palácio do Planalto.

Lula também se manifestou nas redes sociais na noite desta quarta-feira (9). Ele afirmou que o Brasil dará uma resposta por meio da Lei de Reciprocidade Econômica, aprovada neste ano pelo Congresso Nacional. Segundo o presidente, “o Brasil é um país soberano com instituições independentes que não aceitará ser tutelado por ninguém”.

Na mesma postagem, Lula rebateu informações sobre um suposto déficit comercial norte-americano na relação com o Brasil, citando dados do próprio governo dos EUA que indicariam um superávit de aproximadamente US$ 410 bilhões ao longo dos últimos 15 anos.

A Lei de Reciprocidade Econômica prevê medidas de retaliação a ações unilaterais que prejudiquem a competitividade internacional brasileira. Entre as ações previstas estão a suspensão de acordos comerciais, de investimentos e de obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual.

Avaliações internas no governo brasileiro

Fontes do governo federal classificaram a medida anunciada por Trump como resultado de uma “politização” das tarifas comerciais. Diplomatas brasileiros notaram que trechos da carta enviada a Lula pareciam ter sido copiados de comunicados destinados a outros países, especialmente nas partes que mencionam déficits comerciais inexistentes na balança entre Brasil e EUA.

O governo brasileiro indicou ainda que não havia expectativa de tarifas adicionais, uma vez que diplomatas do Itamaraty e técnicos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços vinham mantendo conversas com autoridades americanas. A reunião mais recente ocorreu virtualmente na sexta-feira anterior ao anúncio.

Segundo integrantes do Planalto, Trump teria abandonado o processo de negociação técnica ao adotar um viés político explícito em sua comunicação. A carta de Trump faz menção também a ações judiciais no Brasil contra Jair Bolsonaro e contra plataformas digitais por disseminação de desinformação.

Em reação política interna, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, vinculou o aumento tarifário à relação de Trump com Bolsonaro. Em sua conta na rede social X, ele escreveu: “O inelegível Jair Bolsonaro pediu e Donald Trump atendeu: 50% de tarifas para os produtos brasileiros entrarem nos EUA”.

Impacto no comércio e no câmbio

A tarifa de 50% anunciada por Trump é a mais alta entre uma série de tarifas adicionais que o governo norte-americano divulgou nesta semana para diversos parceiros comerciais. Países como Argélia, Brunei, Iraque, Líbia, Moldávia, Sri Lanka e Filipinas foram alvos de tarifas de até 30%.

A relação comercial entre Brasil e Estados Unidos é marcada por significativo intercâmbio de bens industrializados. Em 2024, o Brasil exportou cerca de US$ 40 bilhões para os EUA e comprou valor ligeiramente superior em bens americanos, gerando uma corrente de comércio de aproximadamente US$ 81 bilhões no ano passado.

Segundo a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), cerca de 70% das exportações brasileiras para os EUA envolvem 51 itens industriais, como aviões, máquinas e produtos químicos. Em contraste, a pauta exportadora brasileira para outros parceiros como China ou União Europeia é menos diversificada.

O anúncio da tarifa provocou impacto imediato no mercado cambial. O dólar futuro para agosto subiu mais de 1,7%, sendo negociado por volta de R$ 5,542 às 17h45 de quarta-feira (9). Na máxima do dia, chegou a R$ 5,604. O pregão encerrou com alta de 1,05%, cotado a R$ 5,503 antes da divulgação oficial da carta de Trump a Lula.

Foto: Daniel Torok/White House / Fernando Frazão/Agência Brasil

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Tarifa de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros acende alerta no RN: governo, Fazenda e FIERN reagem

Tarifa de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros acende alerta no RN: governo, Fazenda e FIERN reagem

Secretaria de Desenvolvimento, Secretaria da Fazenda e FIERN analisam impactos na economia potiguar e articulam estratégias diante da medida anunciada por Donald Trump

A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de aplicar uma tarifa de 50% sobre todos os produtos importados do Brasil a partir de 1º de agosto gerou reação imediata no Rio Grande do Norte. O governo estadual, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e da Secretaria da Fazenda, e a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN) avaliaram os impactos da medida e anunciaram estratégias para mitigar os riscos à economia potiguar.

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico do RN informou que monitora desde março as implicações dos aumentos tarifários já anunciados anteriormente e que, com a nova alíquota de 50% confirmada para o próximo mês, reforçou o acompanhamento das negociações. Em nota oficial, a Sedec afirmou que o momento exige articulação com o Governo Federal e os setores produtivos para preservar a competitividade das exportações potiguares.

De acordo com a Sedec, somente nos seis primeiros meses de 2025 o volume exportado para os Estados Unidos já se iguala ao montante exportado ao país durante todo o ano de 2024. Em 2024, o estado exportou US$ 67,1 milhões para os EUA. A pauta de exportação é diversificada, incluindo produtos de origem animal impróprios para alimentação humana, caramelos e confeitos, albacoras-bandolim frescos, outros açúcares de cana, sal marinho a granel, querosenes de aviação, granitos, atuns frescos, mangas frescas e castanha de caju fresca ou seca.

As importações potiguares dos Estados Unidos em 2024 totalizaram US$ 76,2 milhões, com destaque para óleo diesel, outras gasolinas, coque de petróleo, copolímeros, trigo, medicamentos, caldeiras e polímeros. Entre janeiro e março de 2025, o Rio Grande do Norte já havia exportado US$ 26,2 milhões para os EUA e importado US$ 9,8 milhões, gerando um superávit de US$ 16,4 milhões na balança comercial bilateral.

A Sedec listou uma série de ações para enfrentar o cenário: mapear barreiras tarifárias e não tarifárias nos EUA; investir em capacitação técnica dos exportadores sobre exigências sanitárias e padrões internacionais; fomentar acordos comerciais e protocolos fitossanitários bilaterais; incentivar o reposicionamento de produtos nas cadeias globais com foco em diferenciação e sustentabilidade; e apoiar a busca por novos mercados-alvo, especialmente na Ásia e América Latina.

Em nota, a Secretaria destacou que “há firme convicção de que as iniciativas adotadas pela Presidência da República em defesa da soberania brasileira e preservação da competitividade dos produtos nacionais no mercado externo — com assessoramento e respaldo dos Ministérios da Fazenda; do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; e das Relações Exteriores — assegurarão a continuidade do crescimento e da prosperidade”.

Secretaria da Fazenda alerta para impacto nos setores-chave

O secretário da Fazenda do Rio Grande do Norte, Carlos Eduardo Xavier, também se posicionou sobre o anúncio de Donald Trump, classificando a proposta como uma ameaça direta para a economia potiguar. Segundo ele, a tarifação pode impactar até 70% da produção destinada ao mercado externo, com efeitos diretos sobre setores como frutas, granito, pescado e, principalmente, sal marinho.

“A proposta pode ter um impacto devastador em setores-chave do estado, como o de frutas, granito, pescado e, principalmente, o de sal marinho, ameaçando milhares de empregos e a estabilidade de importantes cadeias produtivas”, declarou Xavier. Ele ressaltou a dependência crítica de alguns segmentos do mercado norte-americano e alertou que a tarifa tornaria os produtos potiguares menos competitivos, podendo levar à paralisação de contratos.

Diante do cenário, o secretário fez um apelo à união da classe política do estado e defendeu mobilização da bancada federal para proteger empregos e a economia local. “Essa medida precisa ser combatida com firmeza pelo estado brasileiro, defendendo a soberania nacional”, afirmou.

O alerta foi feito em um contexto de bom desempenho das exportações potiguares. Entre janeiro e maio de 2025, o Rio Grande do Norte exportou US$ 67,138 milhões, valor superior ao registrado durante todo o ano de 2024. Desse total, os derivados de petróleo representaram US$ 23,9 milhões. Outros produtos de destaque na pauta de exportações incluem sal, frutas como melões e melancias, além de óleos combustíveis. No mesmo período, as importações potiguares dos Estados Unidos somaram US$ 26,7 milhões.

FIERN aponta risco para competitividade e empregos

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN) também se manifestou por meio do presidente Roberto Serquiz, que avaliou o impacto do chamado “tarifaço de Trump” na economia potiguar. Segundo ele, a tarifa de 50% compromete severamente a competitividade da produção industrial do estado.

“O Rio Grande do Norte depende fortemente dos seus ativos naturais. Petróleo, fruticultura, mineração, pesca e sal são setores que serão diretamente impactados por essa nova tarifa”, destacou Serquiz. Ele lembrou que grande parte das exportações potiguares tem como destino os Estados Unidos, e produtos como atum, peixes costeiros e sal poderão perder competitividade frente a concorrentes de outros países, que negociaram tarifas de apenas 10%.

Dados divulgados pela FIERN mostram que, de janeiro a junho de 2025, o estado exportou US$ 67 milhões, um crescimento de 123% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram exportados US$ 30 milhões. Para o presidente da FIERN, o impacto pode ser especialmente forte no setor salineiro, que depende quase exclusivamente do mercado norte-americano.

“O sal, por exemplo, é praticamente 100% viabilizado pelas exportações para os EUA. Se tivermos uma tarifa de 50%, enquanto os concorrentes operam com 10%, ficamos fora do jogo”, explicou Serquiz. Segundo ele, 95% da produção nacional de sal está concentrada no RN, com exportações médias mensais entre um e dois navios. A medida, segundo o dirigente, pode comprometer a presença do Brasil e do Rio Grande do Norte no mercado internacional.

Além de prejudicar a competitividade, a tarifa pode desencadear um efeito em cadeia sobre o setor produtivo local. Serquiz destacou que um ambiente de vulnerabilidade como esse afeta diretamente a empregabilidade e o preço final dos produtos, podendo levar produtores a reduzir atividades por precaução e impactar a arrecadação estadual.

Outro ponto de atenção é o calendário da fruticultura. A principal safra tem início em agosto, coincidentemente o mês em que a tarifa entra em vigor. Serquiz alertou que a perda de competitividade poderá forçar produtores a reduzir plantio ou colheita, afetando todo o ciclo econômico do setor.

Articulação nacional

Para enfrentar os desafios, a FIERN informou que iniciou articulação com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e outras federações estaduais para discutir estratégias e pressionar por uma solução diplomática. Reuniões já começaram para buscar alinhamento entre lideranças industriais. “Precisamos de uma atuação técnica e racional para buscar uma reversão dessa tarifa antes de sua aplicação”, afirmou Serquiz.

A FIERN também sinalizou que manterá o governo estadual informado sobre os riscos para a economia potiguar. A federação espera sensibilizar tanto o governo brasileiro quanto o norte-americano para reconsiderar a medida. Serquiz observou que, apesar da urgência, ainda é cedo para estimar o impacto exato, dado que a tarifa está em fase de anúncio e existem possibilidades de negociação até a sua entrada em vigor.

Foto: Sandro Menezes/Governo do RN/Ilustração / Canindé Soares via Governo do RN

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Brava Energia reduz preço da gasolina na refinaria de Guamaré pela terceira semana seguida

Brava Energia reduz preço da gasolina na refinaria de Guamaré pela terceira semana seguida

Valor do litro cai para R$ 2,820 após nova redução de cinco centavos

A Brava Energia reduziu novamente o preço da gasolina vendida às distribuidoras na refinaria Clara Camarão, em Guamaré, no Rio Grande do Norte. A nova redução foi aplicada nesta quinta-feira (10.jul.2025), marcando a terceira semana consecutiva de queda no valor do combustível.

Nesta semana, o litro da Gasolina A passou de R$ 2,872 para R$ 2,820, com uma redução de cinco centavos. O novo preço é o menor registrado desde 20 de dezembro de 2023, quando o valor era de R$ 2,765 por litro na refinaria potiguar.

A sequência de reduções começou há duas semanas, com uma queda de três centavos, seguida por uma redução de dez centavos na semana passada. Mesmo com os cortes sucessivos, o preço praticado pela Brava Energia ainda permanece acima do valor cobrado pela Petrobras no terminal de Cabedelo, na Paraíba. No terminal paraibano, o litro da gasolina custa atualmente R$ 2,739.

Além da gasolina, a Brava Energia também divulgou o valor do Óleo Diesel A S500. Segundo a empresa, não houve alteração no preço do diesel, que permanece em R$ 3,221 por litro na refinaria Clara Camarão, o mesmo valor da semana anterior.

Os ajustes de preços são aplicados nas vendas para distribuidoras e podem ou não se refletir diretamente nos preços finais pagos pelos consumidores nos postos de combustíveis. O preço final ao consumidor depende de fatores como impostos, margens de distribuição e revenda, além de custos logísticos.

A refinaria Clara Camarão é responsável pelo abastecimento de combustíveis em parte do Nordeste, com relevância para o mercado potiguar e estados vizinhos. A movimentação de preços na refinaria impacta o planejamento das distribuidoras e pode influenciar o mercado regional.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Procon Natal aponta aumento nos preços de combustíveis em julho

Procon Natal aponta aumento nos preços de combustíveis em julho

Levantamento mostra reajustes em gasolina, diesel, etanol e GNV na capital potiguar

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal) divulgou nesta segunda-feira (7.jul.2025) os resultados de uma pesquisa que identificou aumento nos preços de todos os tipos de combustíveis em Natal, comparando o mês de julho com junho.

Segundo o levantamento, a gasolina comum apresentou reajuste médio de 3,05%, passando de R$ 5,92 para R$ 6,10. A gasolina aditivada teve aumento de 2,61%, com preço médio passando de R$ 5,99 para R$ 6,15. Já o diesel comum subiu 2,61%, de R$ 5,95 para R$ 6,05, enquanto o diesel S-10 teve alta de 1,74%, passando de R$ 6,00 para R$ 6,09. O etanol também subiu 1,50%, com o preço médio indo de R$ 4,91 para R$ 4,98. O maior reajuste foi registrado no gás natural veicular (GNV), com aumento de 6,30%, de R$ 4,83 para R$ 5,13.

A pesquisa do Procon também detalhou a proporção de postos que elevaram os preços. Segundo os dados, 83% dos estabelecimentos pesquisados aumentaram o preço da gasolina comum. Para o etanol, 70% dos postos elevaram os valores, enquanto 54% reajustaram o preço do diesel S-10. Uma parcela menor manteve os valores praticados em junho.

O levantamento indicou ainda diferenças de preços por região. As regiões Sul e Leste de Natal apresentaram os menores preços médios para a gasolina comum, com R$ 6,07. As regiões Oeste e Norte registraram média de R$ 6,16. Houve variações de até R$ 0,62 no preço da gasolina comum entre os postos da cidade. Para o etanol, as diferenças chegaram a R$ 0,72; no diesel S-10, até R$ 1,00; e no GNV, até R$ 0,24.

A análise regional também mostrou que, mesmo sendo a área com preço médio mais baixo, a região Sul registrou o maior aumento médio no período, com acréscimo de R$ 0,24 por litro em relação ao mês anterior. Por outro lado, a região Norte, que teve um dos preços mais altos, apresentou redução de R$ 0,03 no valor médio.

O Procon Natal explicou que fatores como a entressafra da cana-de-açúcar e o aumento de tributos impactaram principalmente os preços do etanol e do GNV. No caso do gás natural veicular, o preço base de R$ 2,7928 por metro cúbico recebe acréscimos de tributos como ICMS (20%) e PIS/COFINS (9,25%).

Em razão dessas variações, o órgão recomenda aos motoristas que façam pesquisas de preço antes de abastecerem. A pesquisa identificou diferença de até R$ 1,00 no litro do diesel S-10 e de R$ 0,62 na gasolina comum entre os postos da capital potiguar.

Principais reajustes identificados pela pesquisa:

  • Gasolina comum: +3,05%, passando de R$ 5,92 para R$ 6,10
  • Gasolina aditivada: +2,61%, preço médio de R$ 6,15
  • Diesel comum: +2,61%, chegando a R$ 6,05
  • Diesel S-10: +1,74%, subindo para R$ 6,09
  • Etanol: +1,50%, com o litro a R$ 4,98
  • GNV: +6,30%, custando R$ 5,13

O Procon Natal informou que continuará realizando o monitoramento dos preços de combustíveis e divulgando os resultados para orientar os consumidores sobre o mercado na capital.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração / Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Mais de 341 mil pessoas no RN podem se beneficiar da Tarifa Social de Energia Elétrica; saiba quem tem direito

Mais de 341 mil pessoas no RN podem se beneficiar da Tarifa Social de Energia Elétrica; saiba quem tem direito

Estado tem mais de 341 mil famílias aptas que ainda não estão cadastradas no programa

A Medida Provisória Nº 1.300/2025, que altera regras do setor elétrico, não modifica o número de famílias aptas à Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) no Rio Grande do Norte. O estado possui 341.396 famílias com direito ao benefício, mas que ainda não estão cadastradas junto à distribuidora Neoenergia Cosern.

As novas regras para a Tarifa Social entraram em vigor em 5 de julho. Segundo as estimativas, cerca de 384 mil famílias no RN já estão contempladas e devem ter redução média na conta de luz, passando de aproximadamente R$ 68 para R$ 48, considerando o valor específico da tarifa sem impostos ou contribuições.

A principal mudança beneficia famílias com menor consumo de energia, oferecendo isenção no pagamento de até 80 kWh mensais. Antes da alteração, clientes nessa faixa pagavam cerca de R$ 27,10. Com a nova norma, o faturamento até o limite de 80 kWh é totalmente gratuito. Caso o consumo ultrapasse o limite, o valor excedente passa a ser cobrado integralmente. Na regra anterior, os descontos eram escalonados e chegavam a 65% para consumos de até 220 kWh.

Para famílias que consomem mais que 80 kWh por mês, a cobrança será integral sobre o consumo excedente. Por exemplo, um cliente que utilize 100 kWh pagará apenas pelo consumo de 20 kWh.

Outra mudança relevante prevista na MP é o Desconto Social de Energia Elétrica (DSEE), que começa em 2026. Ele prevê isenção da cobrança da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para famílias com renda per capita entre meio e um salário-mínimo e consumo mensal de até 120 kWh. A estimativa é que cerca de 71 mil clientes da Neoenergia Cosern sejam beneficiados com esse novo desconto.

A fatura de energia elétrica é composta por tarifa definida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), impostos federais e estaduais, além da Contribuição de Iluminação Pública (CIP) estabelecida por municípios. A gratuidade ou isenção federal não impede a cobrança desses itens locais mesmo para consumos até 80 kWh.

Para ter acesso à TSEE, é necessário atender aos critérios de renda familiar e inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). A atualização do cadastro pode ser feita no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) mais próximo.

Pessoas que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) devem procurar uma agência da Previdência Social para manter o cadastro atualizado. Cada família tem direito ao benefício em apenas uma unidade consumidora, e quando o titular da conta é também o detentor do Número de Identificação Social (NIS) ou do Número do Benefício (NB), o cadastro é feito automaticamente pela distribuidora.

Em casos em que a titularidade da conta está em nome de terceiros, como ocorre em imóveis alugados ou cedidos, o cliente precisa procurar os canais de atendimento da Neoenergia Cosern para fazer o registro. O processo é descrito como simples e pode ser realizado por WhatsApp, lojas físicas ou agência virtual para titulares.

Não há prazo limite para solicitação do benefício. O consumidor pode requerer a qualquer tempo, desde que apresente a documentação exigida e se enquadre nos requisitos.

Entre os critérios para ter direito à TSEE estão:

  • Famílias de baixa renda inscritas no CadÚnico com renda mensal por pessoa menor ou igual a meio salário-mínimo nacional;
  • Famílias com até três salários-mínimos mensais que tenham integrante com doença que exija uso continuado de equipamentos elétricos vitais;
  • Idosos ou pessoas com deficiência que recebam o BPC.

Canais de atendimento para cadastro incluem:

  • WhatsApp Neoenergia Cosern: (84) 3215-6001
  • Lojas de Atendimento (consultar endereço no site)
  • Agência Virtual (exclusiva para titulares da conta)

Foto: Divulgação / Neoenergia Cosern / Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Rio Grande do Norte se destaca na geração de empregos formais na construção civil

Rio Grande do Norte se destaca na geração de empregos formais na construção civil

Estado ocupa a 4ª colocação no Nordeste e especialistas apontam momento estratégico para destravar obras e acelerar investimentos

O mercado de trabalho formal no Rio Grande do Norte vive um momento de crescimento expressivo, especialmente no setor da construção civil. De acordo com os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), referentes a maio de 2025, o estado alcançou a 4ª posição no ranking nordestino de geração de vagas com carteira assinada na área, ficando atrás apenas da Bahia, Pernambuco e Ceará.

Somente nos cinco primeiros meses do ano, o estado registrou um saldo positivo de 2.626 novos empregos formais na construção civil, com destaque para Natal e Mossoró. Segundo Werton Oliveira, economista e fundador da Ekonomy Consultoria Econômica, esse desempenho é reflexo direto do aumento no volume de investimentos tanto em empreendimentos imobiliários privados quanto em obras públicas de infraestrutura. Ele ressalta ainda que parte desse avanço vem da retomada de projetos que estavam paralisados desde a crise provocada pela pandemia.

“Apesar de Natal concentrar a maior parcela desse crescimento, com quase 45% dos empregos gerados no setor (1.172 vagas), a cidade de Mossoró também obteve um bom desempenho, alcançando 21% de representatividade no saldo total de vagas, com 541 novos postos de trabalho”, detalha o economista.

O empresário e investidor Gabriel Shallon avalia que os números confirmam a força do setor. “Esse avanço no setor da construção civil confirma o que já percebemos na prática: o mercado imobiliário está mais vivo, seguro e estratégico do que nunca. Enquanto outros mercados oscilam, o setor imobiliário, quando bem estruturado, entrega recorrência, proteção e alta rentabilidade. É a hora certa de transformar capital em patrimônio, e patrimônio em liberdade financeira”, afirma.

O cenário também exige atenção técnica, jurídica e estratégica. Para o advogado Félix Barbalho, especialista em inteligência imobiliária e blindagem patrimonial, este é um momento-chave para destravar obras paralisadas por pendências legais ou documentais. Ele observa que há diversos imóveis e empreendimentos aguardando regularização para voltarem a gerar valor real. “Estamos vivendo um momento decisivo no mercado imobiliário do Rio Grande do Norte. O avanço consistente da construção civil, especialmente em Natal, acende um alerta estratégico para incorporadoras, construtoras e investidores: é hora de retomar com inteligência os empreendimentos que estão travados”, pontua.

Félix destaca ainda que quem age com visão e estrutura jurídica tende a se posicionar à frente no processo de valorização do setor. “Empreendimentos que estavam estagnados estão sendo transformados em ativos viáveis e valorizados. A regularização não é mais uma opção: é o passo necessário para destravar o patrimônio e transformar incertezas em crescimento sólido. O mercado está pronto. O momento exige estratégia, excelência e atuação técnica de alto nível”, conclui.

Com dados sólidos, especialistas atentos e um cenário de retomada, o Rio Grande do Norte se consolida como um dos principais polos da construção civil no Nordeste — com oportunidades reais para quem deseja investir, crescer ou reativar projetos que estavam parados.

Foto: Divulgação

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Sodiê Doces aposta em frutas frescas e sabores marcantes para renovar o cardápio

Sodiê Doces aposta em frutas frescas e sabores marcantes para renovar o cardápio

Três novos sabores da Linha do Momento já estão disponíveis nas mais de 400 lojas da rede

A Sodiê Doces acaba de ampliar sua Linha do Momento com três criações que prometem encantar os apaixonados por sobremesas, o Surpresa de Uva, o Limão Siciliano II e o Limão Siciliano com Frutas Vermelhas. O trio une ingredientes nobres, frutas frescas e texturas envolventes, reforçando a proposta da linha de oferecer novidades com preços especiais, sem abrir mão da tradição artesanal da rede.

O #175 Surpresa de Uva é feito com massa branca, recheios cremosos de leite condensado e uvas verdes inteiras, além de uma segunda camada com creme gelado da mesma fruta. A cobertura leva marshmallow, leite em pó Ninho® e uvas frescas, criando um contraste suave e refrescante.

Já o #176 Limão Siciliano II aposta no azedinho sofisticado do limão importado da Europa. O recheio duplo traz brigadeiro e ganache do cítrico, envoltos em mousse branca, crocante e raspas do próprio limão. O resultado é um equilíbrio entre doçura e acidez, perfeito para quem busca um sabor mais ousado.

Fechando a nova trinca, o #177 Limão Siciliano com Frutas Vermelhas mistura o cítrico com o toque marcante de frutas como morango, framboesa e amora em forma de geleia. O bolo tem recheios de ganache de limão siciliano com geleia de frutas vermelhas e mousse branca com geleia artesanal, cobertos por marshmallow, geleia de frutas vermelhas, morango, raspas de limão e cereja decorativa, uma combinação visualmente vibrante e rica em sabor.

“Acreditamos que cada pessoa tem um sabor que remete a um momento especial. Ampliar a linha com novas receitas é uma forma de agradar diferentes gostos e paladares para que todos possam viver essa experiência no dia a dia”, afirma Fábio Araújo, General Manager da Sodiê Doces.

Além das novidades, o cardápio da Sodiê reúne mais de 100 sabores de bolos, salgados, doces, linha zero açúcar, bebidas e kits para festas. Todas as opções e endereços das lojas estão disponíveis em www.sodie.com.br.

Em Natal, as lojas estão localizadas na Avenida Engenheiro Roberto Freire, 721, Capim Macio (funcionamento: segunda a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, 12h às 20h) e na Av. Ayrton Senna, 1995, Nova Parnamirim, Container 5, Shopping Cidade Verde (funcionamento: todos os dias: 10h às 21h30). Os pedidos podem ser feitos e retirados nas lojas ou no aplicativo Sodiê Doces Oficial, disponível nos dispositivos IOS e Android e via delivery por Whatsapp (Capim Macio 84 9423-5680 | Nova Parnamirim 84 99854-6040 e/ou iFood. Mais informações: (84) 3346-0020 2020-0592 @sodiedocesnatal.

Sodiê Doces

A Sodiê Doces, maior franquia de bolo do país, eleita como a Franquia do Ano/2024, possui atualmente 400 lojas abertas no Brasil e duas unidades na cidade de Orlando, nos EUA. Em seu cardápio há mais de 80 variedades de sabores, uma linha Zero Açúcar, bolos caseiros e a versão vegana. Os bolos são elaborados à base de pão de ló, matéria-prima de primeira qualidade e frutas frescas. Também fazem parte do cardápio os docinhos (tradicionais, finos, belgas e bombom), balas de coco, sua linha exclusiva de salgados (cuja sede fica em Boituva – SP), carta de bebidas quentes e geladas e, agora, sua linha de chocolates Premium. A rede fechou 2024 com faturamento de 740 milhões de reais, registrando crescimento de 15% em comparação a 2023, e com 53 novas unidades.

Site: www.sodiedoces.com.br
Fanpage: www.facebook.com/sodiedocesoficial

Fotos: Divulgação

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Luto Pet especialista destaca importância da nova proposta de lei aprovada em Natal

Luto Pet: especialista destaca importância da nova proposta de lei aprovada em Natal

Projeto aprovado garante folga a servidores municipais em caso de morte de cães ou gatos e reforça a legitimidade do sofrimento emocional pela perda de um animal

A Câmara Municipal de Natal aprovou, recentemente, um projeto de lei que autoriza servidores públicos do Município a se ausentar do trabalho em caso de falecimento de seus animais de estimação – cães ou gatos. O texto, que agora segue para sanção do prefeito, tem repercutido positivamente e lança luz sobre um tema ainda pouco discutido, mas de profunda relevância emocional: o luto pet.

Para a psicóloga Anna Cláudia Abdon, especialista em luto e integrante da equipe multidisciplinar da Empresa Vila, esse reconhecimento é um passo importante para a saúde mental da população. “Animais de estimação fazem parte da família. A dor sentida com a perda de um pet pode ser tão intensa quanto a perda de um ente querido. Validar esse sofrimento é uma forma de acolher emocionalmente essas pessoas e de permitir que vivenciem o luto com dignidade”, destaca a profissional.

“O luto é sempre sobre o vínculo. E quando esse vínculo é profundo, como costuma ser entre humanos e seus animais, ele merece atenção, apoio e rituais de despedida”, complementa Anna Cláudia.

De acordo com o autor da proposta, vereador Robson Carvalho, “a proposição se coaduna com uma série de ações da sociedade, assim como do campo legislativo, na perspectiva de reconhecer os animais de estimação como sujeitos afetivos”. A fala reflete o crescente movimento social que reconhece os laços emocionais entre humanos e pets e a necessidade de políticas públicas que acolham esse tipo de relação.

Alta na demanda por rituais e serviços voltados ao luto pet

O crescimento desse debate no campo legislativo reflete uma tendência que também vem se manifestando no comportamento social. Cada vez mais pessoas têm buscado formas de homenagear e se despedir de seus pets de maneira respeitosa e personalizada, o que tem impulsionado o surgimento e fortalecimento de serviços voltados para este fim, como o Vila Pet, da Empresa Vila, referência em serviços funerários no RN.

Segundo Bruno Gondim, gestor de marketing da companhia, esse movimento acompanha uma mudança de percepção social sobre os animais. “Nos últimos anos, notamos um aumento expressivo na busca por serviços voltados à despedida dos pets. Isso mostra o quanto os vínculos afetivos com os animais estão sendo reconhecidos e valorizados. O luto pet deixou de ser um tabu e passou a ser entendido como uma vivência legítima, que merece espaço e cuidado”, finaliza.

Sobre a Empresa Vila

Com uma história de 76 anos marcada pelo bem servir, a Empresa Vila acolhe milhares de famílias potiguares e paraibanas em um dos momentos mais delicados da vida, que é a perda de um ente querido. A Empresa Vila possui unidades no Rio Grande do Norte e Paraíba, como a Sempre de Assistência Familiar, Crematório e Central de Velórios São José, Cemitério e Crematório Sempre Zona Norte, Vila Pet em Natal-RN, Cemitério Sempre Caicó, e Cemitério Sempre Mossoró.

Sinônimo de tradição, credibilidade, inovação, respeito aos clientes, parceiros e colaboradores, oferece serviços reconhecidos em âmbito nacional e internacional. Recentemente, a marca recebeu o Pursuit of Excellence Award 2024, prêmio internacional em reconhecimento à sua excelência na prestação de serviços. Além disso, em âmbito nacional, a Empresa Vila ganhou duas categorias do Prêmio Qualidade e Excelência ACEMBRA/SINCEP 2024.

Fotos: Divulgação

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Lula diz que Brics ignorou ameaça de tarifa de Trump em cúpula no Rio

Lula diz que Brics ignorou ameaça de tarifa de Trump em cúpula no Rio

Presidente afirma que bloco não discutiu proposta de taxação anunciada em rede social

A ameaça feita pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 10% a países que se alinharem ao Brics não foi tema de debate durante a reunião de cúpula do bloco realizada no Rio de Janeiro. A afirmação foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta segunda-feira (7.jul.2025), após o encerramento do encontro.

O evento reuniu líderes dos 11 países-membros do Brics e representantes de dez nações parceiras. Segundo Lula, a questão não foi discutida oficialmente durante as reuniões realizadas no Rio.

O presidente brasileiro declarou que o encontro ocorreu sem menção ao tema e que o assunto não gerou discussões entre os participantes. Ele afirmou que os países participantes do Brics mantêm posição de respeito à soberania nacional e que cada governo tem o direito de tomar decisões de forma independente.

Sobre a possibilidade de imposição de tarifas por parte dos Estados Unidos, Lula disse que existe a chamada lei da reciprocidade, que permitiria aos outros países adotar medidas equivalentes. O presidente ressaltou que considera importante o respeito mútuo entre as nações e defendeu que cada país preserve sua autonomia para decidir sobre alinhamentos e acordos internacionais.

A reunião de cúpula do Brics contou com a presença de chefes de Estado e representantes dos países-membros. Além do Brasil, o grupo é formado por África do Sul, China, Rússia, Índia, Egito, Etiópia, Irã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Argentina. Durante o encontro, também participaram delegações de nações convidadas, que discutiram pautas de cooperação econômica e política internacional.

Lula destacou ainda o significado do conceito de soberania para os participantes do bloco, reforçando que cada país é responsável por suas decisões e políticas internas. O presidente brasileiro ressaltou que os países do Brics buscam cooperação com base no respeito mútuo, sem interferências externas.

O presidente também comentou declarações de Donald Trump sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em uma postagem em rede social, Trump sugeriu que Bolsonaro estaria sofrendo perseguição política e deveria ser deixado em paz. Lula respondeu dizendo que o Brasil tem suas próprias leis, regras e soberania para lidar com questões internas.

O encontro no Rio de Janeiro marcou a reunião de líderes dos países do Brics e buscou fortalecer alianças estratégicas entre os membros do bloco. As discussões incluíram temas como comércio internacional, investimento em infraestrutura, ampliação de mercados e mecanismos de financiamento conjunto.

O governo brasileiro buscou posicionar o país como articulador de diálogos entre os membros e parceiros do bloco, com o objetivo de estimular maior integração econômica e política entre países em desenvolvimento. A cúpula também discutiu estratégias para ampliar a influência do Brics em fóruns internacionais e em negociações multilaterais.

As conversas entre líderes ocorreram em sessões fechadas e eventos paralelos durante o encontro no Rio de Janeiro. A organização da cúpula mobilizou equipes diplomáticas e técnicas dos países participantes para alinhar propostas de cooperação.

Segundo o governo brasileiro, a agenda de encontros diplomáticos continuará nos próximos meses, com o objetivo de consolidar projetos e iniciativas acordados durante a cúpula do Brics no Rio.

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil / Ricardo Stuckert/PR

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Trump anuncia tarifa adicional de 10% a países alinhados ao Brics

Trump anuncia tarifa adicional de 10% a países alinhados ao Brics

Ex-presidente dos EUA fez a declaração em rede social e não detalhou políticas consideradas antiamericanas

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (6.jul.2025) que pretende impor uma tarifa adicional de 10% a qualquer país que se alinhe às “políticas antiamericanas” do Brics. A declaração foi publicada na rede social Truth Social.

Na publicação, Trump escreveu:

“Qualquer país que se alinhar às políticas antiamericanas dos BRICS pagará uma tarifa ADICIONAL de 10%. Não haverá exceções a esta política. Obrigado pela atenção!”

Trump não explicou quais seriam as “políticas antiamericanas” citadas nem detalhou como o governo americano definiria o alinhamento de outros países com o Brics em caso de eventual retorno dele ao poder.

A declaração ocorre no momento em que o Brics realiza sua cúpula anual no Brasil. O evento começou neste domingo (6) no Rio de Janeiro, com o Brasil na presidência do grupo.

Sobre o Brics

O Brics é um grupo de países que mantém cooperação financeira e institucional, atualmente com onze membros oficiais e outras nações parceiras. O bloco teve origem em 2009, inicialmente formado por Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC). A sigla ganhou o “S” em 2011, com a entrada oficial da África do Sul (South Africa).

Em agosto de 2023, durante a Declaração de Johanesburgo, foi acordada uma nova expansão do grupo. Entre 2024 e 2025, seis novos países foram admitidos como membros.

Membros oficiais atuais do Brics:

  • Brasil
  • Rússia
  • Índia
  • China
  • África do Sul
  • Arábia Saudita
  • Egito
  • Emirados Árabes Unidos
  • Etiópia
  • Indonésia
  • Irã

A Declaração de Johanesburgo também contemplava um convite à Argentina, que recusou a adesão.

Dados sobre o Brics

De acordo com dados do Banco Mundial, os países membros do Brics somam um Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente US$ 24,7 trilhões. Em relação ao comércio internacional, o bloco responde por cerca de 24% das trocas mundiais, conforme estatísticas da COMEVIX (Balança Comercial e Estatísticas de Comércio Exterior).

Em dimensão territorial e populacional, o Brics reúne 48,5% da população mundial, incluindo os dois países mais populosos do planeta: Índia e China.

O nome “BRIC” foi cunhado em 2001 pelo economista Jim O’Neill, à época economista-chefe do Goldman Sachs. Em relatório intitulado “Building Better Global Economic BRICs”, ele identificou Brasil, Rússia, Índia e China como países emergentes com potencial para alto crescimento econômico.

Desde então, o grupo ampliou seus membros e consolidou fóruns de cooperação econômica, comercial e diplomática. As reuniões anuais buscam discutir estratégias conjuntas, investimentos e alternativas para o sistema financeiro internacional.

O evento deste ano no Rio de Janeiro marca o início de uma nova rodada de negociações entre os países membros e parceiros, no contexto das recentes ampliações e da busca por fortalecer alianças no comércio global.

Foto: Abe McNatt / Molly Riley / Ricardo Stuckert/PR

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Brics avança em sistema próprio de pagamentos e revisa acordo de reservas

Brics avança em sistema próprio de pagamentos e revisa acordo de reservas

Ministros e presidentes de Bancos Centrais discutem interoperabilidade de sistemas e inclusão de novas moedas no ARC

Os ministros de Finanças e presidentes de Bancos Centrais dos países do Brics divulgaram comunicado informando avanços nas discussões para criar um sistema próprio de pagamento que dispense a conversão para o dólar. O documento oficial destaca progresso na identificação de possíveis caminhos para a “interoperabilidade” entre os sistemas de pagamentos dos membros do grupo.

De acordo com o comunicado, houve avanços no reconhecimento de formas de estimular transações em moedas locais e de reduzir custos operacionais. Apesar disso, não foram detalhados os resultados alcançados. As negociações terão continuidade no segundo semestre, antes da transição da presidência do Brics para a Índia, marcada para 1º de janeiro de 2026.

“Seguindo a instrução de nossos líderes na Declaração de Kazan para continuar a discussão sobre a Iniciativa de Pagamentos Transfronteiriços do Brics, reconhecemos o progresso alcançado pela Força-Tarefa de Pagamentos na identificação de possíveis caminhos para apoiar a continuidade das discussões sobre um maior potencial de interoperabilidade dos sistemas de pagamentos do Brics”, diz o comunicado.

O documento também cita o relatório “Sistema de Pagamentos Transfronteiriços do Brics”, elaborado pelo Banco Central do Brasil. O material lista preferências dos países do bloco para viabilizar pagamentos rápidos, de baixo custo, acessíveis, eficientes, transparentes e seguros. Segundo o comunicado, um sistema alternativo de pagamentos pode “sustentar maiores fluxos de comércio e investimento” entre os membros do Brics.

Revisão do Acordo de Reservas Contingentes

Outro ponto abordado na reunião foi a revisão do Acordo de Reservas Contingentes (ARC), criado em 2014 para oferecer ajuda financeira mútua entre os países membros em caso de dificuldades no balanço de pagamentos. O objetivo é incluir novas moedas no mecanismo.

As novas regras do ARC ainda serão debatidas internamente por cada país do Brics. Além disso, está prevista uma reunião no segundo semestre para tratar da adesão dos novos membros ao acordo.

“Aguardamos essas alterações como base para discussões que visem aumentar a flexibilidade e a eficácia do mecanismo do ARC, por meio da incorporação de moedas de pagamento elegíveis e da melhoria da gestão de riscos”, destacou o comunicado.

Linha de garantia multilateral

Em relação à transição ecológica, o comunicado informou que os países do Brics iniciaram discussões para desenvolver uma linha de garantia multilateral. Esses ativos cobrem eventuais inadimplências, reduzem riscos das operações e melhoram o crédito de países do Sul Global.

A linha de garantia será desenvolvida pelo Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), conhecido como Banco dos Brics, sem necessidade de aportes adicionais de capital dos países membros. Está prevista uma iniciativa piloto para 2025, com o objetivo de relatar o progresso na Cúpula do Brics em 2026, na Índia.

Na agenda climática, o grupo ressaltou que um financiamento previsível, equitativo, acessível e economicamente viável é essencial para garantir transições justas. Os representantes defenderam maior envolvimento do setor privado e solicitaram que instituições financeiras internacionais ampliem o apoio à adaptação climática.

“Apelamos às instituições financeiras internacionais para que ampliem o apoio à adaptação e criem um ambiente propício que incentive uma maior participação do setor privado nos esforços de mitigação”, afirmaram os ministros e presidentes de Bancos Centrais.

Participação do Brics na economia global

O Brics é formado por 11 membros permanentes: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia. Também participam como parceiros Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Tailândia, Cuba, Uganda, Malásia, Nigéria, Vietnã e Uzbequistão.

Juntos, os 11 países do Brics representam 39% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, 48,5% da população global e 23% do comércio internacional. Em 2024, os países do Brics responderam por 36% das exportações brasileiras e por 34% das importações do Brasil.

Sob a presidência do Brasil, a 17ª Reunião de Cúpula do Brics será realizada no Rio de Janeiro nos dias 6 e 7 de julho.

Fotos: Ricardo Stuckert / PR

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Rio Grande do Norte registra superávit de US$ 210,8 milhões no comércio exterior no 1º semestre

Rio Grande do Norte registra superávit de US$ 210,8 milhões no comércio exterior no 1º semestre

Exportações de óleo combustível e frutas lideram pauta comercial do estado, com destaque para destinos como Panamá e Estados Unidos

O Rio Grande do Norte fechou o primeiro semestre de 2025 com superávit de US$ 210,8 milhões na balança comercial, conforme dados do Boletim Semestral da Balança Comercial do RN nº 09/2025, divulgado na sexta-feira (4.jul.2025) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (Sedec).

O estado acumulou US$ 667,2 milhões em transações comerciais no período, sendo US$ 439 milhões em exportações e US$ 228,2 milhões em importações. O desempenho positivo reflete o peso das cadeias produtivas locais e sua competitividade nos mercados internacionais.

Entre os produtos mais exportados no semestre, o óleo combustível liderou com um volume financeiro de US$ 212,0 milhões, consolidando o setor energético como principal vetor das exportações do RN. Na sequência, a fruticultura irrigada também manteve relevância, com destaque para melões frescos (US$ 54,1 milhões), melancias frescas (US$ 28,2 milhões) e mamões papaias frescos (US$ 11,8 milhões). Outros óleos combustíveis completam o ranking dos principais itens, com US$ 23,7 milhões.

Os principais destinos das exportações potiguares foram o Panamá, com US$ 184,8 milhões, seguido por Estados Unidos, Países Baixos, Espanha e Reino Unido. A diversificação geográfica reforça a consolidação de parcerias com mercados na América, Europa e Caribe.

No caso das importações, o estado apresentou compras significativas de outras gasolinas (exceto para aviação), que movimentaram US$ 32,6 milhões. Em seguida aparecem trigos e misturas de trigo com centeio (US$ 27,3 milhões), células fotovoltaicas (US$ 22,4 milhões), óleo diesel (US$ 17,4 milhões) e conversores elétricos estáticos (US$ 8,7 milhões). Esses insumos atendem às demandas dos setores industriais, energéticos e de abastecimento.

Os principais países de origem das importações foram a China (US$ 70 milhões), Rússia, Estados Unidos, Argentina e Uruguai. Essa distribuição demonstra o posicionamento do Rio Grande do Norte em corredores estratégicos do comércio global, incluindo mercados asiáticos, europeus e sul-americanos.

A Sedec destacou no boletim que os resultados positivos são fruto da competitividade e diversificação da economia potiguar. Em declaração oficial, o secretário da pasta, Alan Silveira, ressaltou o ritmo consistente das exportações: “O trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte de incentivo à nossa balança comercial, e principalmente, às exportações, seguem em ritmo forte e reafirmam o dinamismo da nossa economia”.

A equipe técnica da Sedec, responsável pela elaboração do boletim, também apontou fatores que sustentaram o resultado do semestre. Em nota, os analistas destacaram a capacidade do Rio Grande do Norte de manter-se competitivo, diversificado e bem posicionado nas redes internacionais de comércio como elemento essencial para o superávit.

O Boletim Semestral da Balança Comercial é uma publicação periódica que reúne dados consolidados sobre as operações de exportação e importação do estado, com objetivo de subsidiar políticas públicas, atrair investimentos e orientar estratégias de desenvolvimento econômico.

As autoridades estaduais afirmaram que os esforços para ampliar mercados e fortalecer cadeias produtivas locais devem continuar no segundo semestre de 2025, buscando manter o superávit e expandir parcerias internacionais.

Foto: Sandro Menezes/Governo do RN / Arquivo/Assecom-RN

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Shopping Alameda Rio Branco vai ocupar prédio da antiga Lojas Americanas em Natal

Shopping Alameda Rio Branco vai ocupar prédio da antiga Lojas Americanas em Natal

Novo centro comercial na Cidade Alta terá mais de 20 lojas na fase inicial e inscrições já estão abertas

A Associação Viva o Centro (Avicen) anunciou a criação do Shopping Alameda Rio Branco, que será instalado no prédio onde funcionou a primeira unidade das Lojas Americanas em Natal, na Cidade Alta. O novo empreendimento faz parte de um projeto de revitalização da região central da cidade.

As inscrições para lojistas interessados em integrar o novo centro comercial já estão abertas. Os dados estão disponíveis no perfil oficial da Avicen no Instagram.

De acordo com o presidente da associação, Rodrigo Vasconcelos, a previsão é que o shopping inicie as atividades entre o final de 2025 e o início de 2026. Inicialmente, somente o térreo do prédio será ocupado, com cerca de 20 lojas funcionando nessa primeira etapa.

A proposta do shopping é reunir estabelecimentos de segmentos variados, como moda, acessórios, alimentação, tecnologia e serviços. Vasconcelos destacou a localização estratégica e o fluxo constante de pessoas como fatores positivos para atrair empreendedores.

A Avicen também negocia com órgãos públicos para que ocupem os demais andares do prédio, que possui quatro pavimentos. O objetivo é estimular a circulação contínua de pessoas no local, favorecendo o comércio instalado. A estrutura do shopping deve incluir praça de alimentação com funcionamento de segunda a sábado.

O prédio das antigas Lojas Americanas está fechado desde setembro de 2023. O projeto do shopping surgiu após dois anos de articulações com o grupo proprietário do imóvel, com sede em São Paulo. Segundo Rodrigo Vasconcelos, a proposta foi bem recebida pelos proprietários, que sugeriram o modelo de shopping, ainda inexistente na Cidade Alta.

Em abril de 2024, as tratativas sofreram um atraso devido a preocupações com a segurança pública na região. Após reuniões com autoridades locais, a situação foi avaliada, e os estudos de viabilidade do empreendimento foram retomados.

O lançamento oficial do Shopping Alameda Rio Branco deverá ocorrer em breve, com a apresentação do projeto completo e divulgação das primeiras lojas confirmadas.

Criada em 2018, a Associação Viva o Centro reúne comerciantes e moradores da Cidade Alta com o objetivo de desenvolver ações para preservação e valorização da área. A entidade também acompanha o andamento de obras de reurbanização, como as da Rua João Pessoa.

Para a Avicen, a revitalização da Cidade Alta passa pela reocupação comercial e habitacional da região. O Shopping Alameda Rio Branco é uma das iniciativas que integram esse esforço, buscando estimular o uso do espaço urbano e fomentar a economia local.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Mega-Sena acumula e apostas terão novo preço a partir desta semana

Mega-Sena acumula e apostas terão novo preço a partir desta semana

Prêmio vai a R$ 28 milhões e valor mínimo da aposta sobe para R$ 6 a partir de quarta-feira

O concurso 2.884 da Mega-Sena foi realizado no sábado (5.jul.2025) e terminou sem vencedores na faixa principal. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas sorteadas, que foram: 05 – 31 – 34 – 37 – 52 – 56. Com o resultado, o prêmio acumulou e está estimado em R$ 28 milhões para o próximo sorteio.

Para os acertadores da quina, 87 apostas terão direito ao valor individual de R$ 26.769,73. Já a quadra teve 3.427 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 970,84.

As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) da terça-feira (8.jul), em qualquer casa lotérica credenciada ou por meio da internet, no site ou aplicativo das Loterias Caixa. A aposta simples da Mega-Sena, atualmente com seis dezenas, custa R$ 5.

Entretanto, a Caixa Econômica Federal confirmou que haverá reajuste no preço das apostas das loterias federais, incluindo a Mega-Sena. A partir de quarta-feira (9.jul), o preço mínimo de uma aposta simples passará a ser R$ 6.

O aumento não se limita à Mega-Sena. Também sofrerão reajuste os valores das apostas das modalidades Dupla Sena, Quina, Lotofácil, Loteca e Super Sete. A instituição informou que o ajuste tem como objetivo manter a sustentabilidade das modalidades, ampliar os valores das premiações e fortalecer os repasses sociais que beneficiam diversos projetos em todo o país.

Confira os novos valores dos jogos:

Em comunicado oficial, a Caixa detalhou que o aumento visa garantir o equilíbrio econômico das loterias federais. Segundo o banco, parte significativa da arrecadação com as apostas é destinada a áreas como saúde, segurança, cultura, esporte e seguridade social.

De acordo com a Caixa, o reajuste é necessário para atender ao crescimento da demanda e assegurar que os recursos sejam distribuídos para as finalidades sociais definidas por lei. Em nota, o banco declarou: “A atualização tem como objetivo manter a sustentabilidade das modalidades, ampliar os valores das premiações e aumentar os repasses sociais que beneficiam milhões de brasileiros”.

As apostas para a Mega-Sena podem ser feitas presencialmente em lotéricas credenciadas ou online. Para apostas pela internet, o apostador deve ter 18 anos ou mais e possuir cadastro no site da Caixa. Há opções de jogo simples e apostas múltiplas, permitindo ao apostador escolher mais de seis números por bilhete, o que eleva o preço da aposta e aumenta as chances de ganho.

A Mega-Sena é uma das principais loterias do país, com sorteios regulares às quartas-feiras e aos sábados. Em concursos com prêmio acumulado, o valor atrai apostadores de todo o Brasil, gerando alta demanda nos canais de venda.

Segundo dados da Caixa, o reajuste a partir do dia 9 de julho é a primeira atualização no preço da aposta mínima da Mega-Sena desde 2019. A instituição esclareceu que a medida segue práticas de revisão periódica, considerando fatores como inflação acumulada e necessidade de manutenção dos repasses sociais.

Para o concurso 2.885, que terá apostas encerradas na terça-feira, ainda será mantido o valor antigo de R$ 5 por aposta simples. A partir de quarta-feira (9), o novo preço passa a valer em todo o território nacional, nas lotéricas físicas e nas apostas online.

Fotos: André Tambucci/Fotos Públicas / Wilson Dias/Agência Brasil

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Primeiro workshop do ELI marca início da construção do Ecossistema Local de Inovação da Construção Civil no RN

Primeiro workshop do ELI marca início da construção do Ecossistema Local de Inovação da Construção Civil no RN

Iniciativa reúne empresas, academia, instituições públicas e financeiras para planejar, de forma colaborativa, o futuro do setor com foco em inovação

Nesta quinta-feira (3), teve início uma jornada inédita para o setor da construção civil no Rio Grande do Norte: o primeiro workshop do Ecossistema Local de Inovação (ELI) da Construção Civil. Promovido pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-RN) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RN), o encontro marca oficialmente o começo da articulação para criar um ambiente colaborativo que reúna empresas, universidades, órgãos públicos e o setor financeiro em torno da inovação e do desenvolvimento sustentável.

O ELI é uma metodologia desenvolvida pelo Sebrae que já obteve resultados expressivos em outros estados, como no setor da construção civil em Londrina (PR). O objetivo é potencializar a capacidade de inovação do segmento por meio da escuta ativa de seus atores, identificação de gargalos, construção de um plano de ação, implementação de soluções e criação de uma governança colaborativa.

Segundo João Bosco Freire, consultor responsável pela condução do workshop, o primeiro encontro foi essencial para construir as bases do projeto. “Há uma semana, nós trabalhamos com um grupo que forma a cadeia da construção civil, mostrando para eles que hoje existe uma metodologia chamada Ecossistema Local de Inovação, o ELI, que agora será o ELI Construção Civil, onde vamos trabalhar exatamente as necessidades que esse ecossistema tem para serem desenvolvidas com a participação de uma série de atores”, explica.

De acordo com o consultor, o objetivo principal começou a ser traçado hoje: “Nosso foco é iniciar a construção de um plano de ação e da constituição de uma governança. Mas hoje mesmo trabalhamos o mapeamento histórico, o mapeamento de recursos, de atividades e de atores. Esses atores compõem um segmento muito grande da sociedade, mas todos têm relação com a cadeia da construção civil. Por exemplo, quem constrói precisa de financiamento — então os bancos fazem parte. Precisa de ferramentas e conhecimento tecnológico — aí entram as universidades, as startups, as incubadoras. Todo esse pessoal convidado esteve aqui, e juntos iniciamos essa construção.”

Para Sílvio Bezerra, CEO da construtora Ecocil, o momento é essencial para que o setor consiga antecipar desafios e criar alternativas para o futuro. “É muito interessante a gente discutir a criação desse ecossistema para a construção civil, porque assim conseguimos enxergar os caminhos e alternativas para buscar um futuro melhor para o setor no nosso estado. Hoje mesmo falamos sobre questões como o uso de energias renováveis — muitas vezes os projetos param porque não há como escoar a produção de energia. Também fizemos um exercício de relembrar o passado: como tudo começou, desde a construção do Forte, passando pela Segunda Guerra com o aeroporto, até as oportunidades que foram surgindo ao longo do tempo. Acredito que o trabalho que vai nascer aqui vai nos dar condições de visualizar o que está por vir, evitando que a gente perca espaço para outros estados que já estão mais adiantados, como o Ceará. Eles já têm algo assim estruturado — mas nunca é tarde para recuperar o tempo perdido. Quero dar minha contribuição, por menor que seja, porque acredito que, somando esforços, vamos ter um resultado muito mais consistente”, avalia.

Marcelo Toscano, diretor de Operações do Sebrae/RN, acredita que esses encontros é de suma importância para o desenvolvimento do setor. “Este workshop é apenas o ponto de partida, teremos cinco encontros até outubro, cada um aprofundando etapas essenciais do processo. E, mais do que isso, nossa expectativa é que essa rede continue ativa mesmo depois do lançamento oficial, como um espaço permanente de diálogo, articulação e inovação para que o setor cresça cada vez mais no Rio Grande do Norte”, destaca

Sérgio Azevedo, presidente do Sinduscon/RN, também reforçou a presença dos atores convidados a participar da iniciativa. “Este primeiro workshop é um passo importante para começarmos a olhar juntos para os desafios da construção civil no Rio Grande do Norte. A inovação tecnológica pode ser uma ponte para atrair a nova geração e preparar o setor para desafios atuais. O ELI vai além das construtoras: hoje já reunimos empresas, universidades, entidades de classe, e o poder público para construir uma rede colaborativa que gere soluções reais para o nosso setor. Esse trabalho conjunto é o que vai fortalecer a nossa cadeia produtiva nos próximos anos”, finalizou.

A expectativa é que, após os workshops e definição da governança, o Ecossistema Local de Inovação da Construção Civil seja oficialmente lançado até novembro deste ano, consolidando-se como um marco para a competitividade e o desenvolvimento sustentável do setor no Rio Grande do Norte.

Foto: Divulgação

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Assaí está com mais de 40 vagas abertas no Rio Grande do Norte

Assaí está com mais de 40 vagas abertas no Rio Grande do Norte

Entre as principais oportunidades oferecidas estão vagas para o cargo de Operador(a) de loja e Operador(a) de caixa

O Assaí está com cerca de 40 vagas abertas para atuar nas lojas no estado do Rio Grande do Norte. Todas as posições de trabalho são elegíveis a pessoas com deficiência e abrangem diferentes áreas operacionais.

Entre as principais oportunidades oferecidas estão vagas para o cargo de Operador(a) de loja e Operador(a) de caixa. Os(as) interessados(as) devem se inscrever diretamente no banco de talentos da região, pelo link: https://assai.gupy.io. Para o cadastro, é necessário ter em mãos CPF, número de telefone, mais de 18 anos, ensino médio completo e contar com um endereço de e-mail atualizado.

O processo seletivo será realizado com etapas presenciais e online. A empresa oferece remuneração e pacote de benefícios compatíveis com o mercado e possui, também, um plano estruturado de carreira, com investimentos constantes em capacitação e no desenvolvimento profissional de seus(suas) colaboradores(as) em todo o país.

O Assaí está presente no Rio Grande do Norte desde 2014 e conta com 5 lojas nas cidades de: Natal, São Gonçalo do Amante, Parnamirim e Mossoró. Ao todo, o Atacadista gera cerca de 2.500 empregos entre diretos e indiretos. Na região Nordeste, são 82 lojas, distribuídas em todos os estados.

Sobre o Assaí Atacadista

O Assaí Atacadista é uma Corporation (empresa sem um único controlador), que opera no setor de atacarejo há 50 anos e a rede alimentar com a maior presença nos lares brasileiros (NielsenIQ Homescan). É ainda a melhor empresa de atacado e varejo do Brasil (Melhores e Maiores 2024 da Exame) e a marca mais lembrada do varejo físico e digital (Branding Brasil). Fundado em São Paulo (SP), o Assaí atende comerciantes e consumidores(as) que buscam maior economia na compra a varejo ou a atacado, liderando a proposta de inovação no formato. Atualmente, tem mais de 300 lojas em todas as regiões do país (24 Estados + DF) e mais de 87 mil colaboradores(as), sendo reconhecida pela GPTW como a melhor empresa de varejo alimentar para se trabalhar (companhias com mais de 10 mil colaboradores). As ações do Assaí são as únicas de uma empresa de atacarejo negociadas na B3 (ASAI3). Forte geradora de caixa, cresce ano após ano e, em 2024, registrou faturamento de R$ 80,6 bilhões. Reconhecida pelo seu forte trabalho social, conta com o Instituto Assaí que, desde 2022, atua com ações de impacto social nas frentes de apoio ao empreendedorismo, incentivo ao esporte e segurança alimentar.

Foto: Divulgação

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Temporada de promoção: lojas do Natal Shopping tem descontos de até 60%

Temporada de promoção: lojas do Natal Shopping tem descontos de até 60%

Época impulsiona o varejo de moda e oferece condições especiais para os consumidores renovarem o guarda-roupa na troca de estação

A temporada de ofertas está oficialmente aberta no Natal Shopping com a chegada da virada da estação, o que promete movimentar o varejo local com descontos de até 60% em produtos selecionados. A ação reúne grandes marcas do segmento de vestuário feminino, masculino e infantil, além de calçados e acessórios, criando um cenário atrativo para quem busca renovar o estilo com oportunidades vantajosas.

A iniciativa inclui descontos progressivos, promoções exclusivas e condições especiais em lojas como SouQ, Farm, Animale, Osklen, Brooksfield, Aramis, Richards, entre outras. Os destaques incluem:

  • Até 30% de desconto na Viggo e La Femme
  • Até 40% off em calçados masculinos na Democrata
  • Descontos de até 50% em marcas como Ana Capri, Intimissimi, Tip Top, Carmen Steffens, Lofty Style, Shoulder, Sonho dos Pés, Arezzo, Hope e Rio Center
  • Até 60% off na Loungerie, UZA Shoes, Hering e até 70% na Aramis

Para o superintendente do Natal Shopping, Felipe Furtado, o período é estratégico tanto para lojistas quanto para o público. “As promoções do meio do ano são uma oportunidade para girar estoque e dar espaço para as novas coleções. E para os clientes, é a chance ideal de encontrar produtos de qualidade por preços reduzidos. Essa movimentação aquece o setor e reforça o Natal Shopping como destino de compras vantajoso”, avalia.

Foto: Divulgação

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STF suspende decretos sobre IOF e agenda audiência entre governo e Congresso

STF suspende decretos sobre IOF e agenda audiência entre governo e Congresso

Alexandre de Moraes determina suspensão de efeitos dos decretos e convoca audiência de conciliação para 15 de julho

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta sexta-feira (4.jul.2025) os efeitos de decretos editados pela Presidência da República e pelo Congresso Nacional relacionados ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A decisão atinge os decretos presidenciais nº 12.466/2025, 12.467/2025 e 12.499/2025, além do Decreto Legislativo nº 176/2025.

A medida cautelar foi concedida ad referendum do plenário da Corte. O ministro determinou ainda a realização de uma audiência de conciliação entre representantes do governo federal e do Congresso Nacional, marcada para o dia 15 de julho, na sala de audiências do STF, em Brasília.

Participação de órgãos jurídicos

Conforme a decisão, a audiência também deverá contar com representantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Advocacia-Geral da União (AGU). Alexandre de Moraes determinou a comunicação imediata da decisão ao presidente da República e ao presidente do Congresso Nacional, com solicitação de envio de informações no prazo de cinco dias.

Segundo o ministro, após a realização da audiência de conciliação, será avaliada a necessidade de manutenção da liminar concedida.

Fundamentação

Na decisão, Moraes destacou a importância da harmonia entre os Poderes e afirmou que o embate entre os decretos do Executivo e do Legislativo contraria o artigo 2º da Constituição Federal. O dispositivo constitucional estabelece que os Poderes da União devem ser independentes e harmônicos entre si.

O ministro apontou que há argumentos suficientes para justificar a suspensão imediata dos decretos, em razão de sucessivas medidas antagônicas entre o Executivo e o Legislativo, que, segundo ele, violam o princípio da harmonia entre os Poderes no Estado Democrático de Direito.

Entenda o caso

Em maio de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou decretos que aumentavam as alíquotas do IOF em operações de crédito, seguros e câmbio. As medidas integravam o pacote econômico do Ministério da Fazenda para ampliar a arrecadação e cumprir metas estabelecidas no novo arcabouço fiscal.

Posteriormente, o governo reverteu parte do aumento, substituindo os decretos por uma medida provisória que alterava outros tributos. Em junho, o presidente da Câmara, Hugo Motta, pautou a votação que resultou na derrubada dos decretos presidenciais. O Senado também rejeitou os textos em votação simbólica.

Ação no STF

No dia 1º de julho, a Advocacia-Geral da União protocolou uma Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) no STF, a pedido do presidente Lula. O objetivo é validar os decretos que foram rejeitados pelo Legislativo. A ação foi baseada em parecer técnico e jurídico produzido pela AGU na semana anterior.

Alexandre de Moraes foi designado relator da ADC, uma vez que já atuava como relator de duas outras ações relacionadas ao tema, protocoladas por partidos políticos. Não há data definida para o julgamento final do caso.

Foto: Ton Molina/STF / Nelson Jr./SCO/STF / Rosinei Coutinho/SCO/STF

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INSS inicia pagamento de ressarcimento para 2,1 milhões de aposentados e pensionistas

INSS inicia pagamento de ressarcimento para 2,1 milhões de aposentados e pensionistas

Pagamentos começam no dia 24 para vítimas de descontos associativos irregulares

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, informou nesta quinta-feira (3.jul.2025) que 2,1 milhões de aposentados e pensionistas já estão aptos a receber o ressarcimento por descontos irregulares de mensalidades associativas nos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Em entrevista ao programa A Voz do Brasil, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Wolney Queiroz comentou a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que homologou o acordo para viabilizar os pagamentos, previstos para começar no dia 24 deste mês.

De acordo com o ministro, o objetivo do acordo foi dar celeridade ao processo de devolução dos valores e evitar novos questionamentos judiciais. Ele explicou que o governo federal deverá editar uma medida provisória para garantir os pagamentos.

Pela decisão do STF, os recursos destinados ao ressarcimento não serão contabilizados na meta fiscal do arcabouço. Segundo Wolney Queiroz, isso permite ao governo classificar os valores como despesa extraordinária.

“Esses gastos têm que ser considerados extraordinários para que não sejam computados dentro do teto de gastos estabelecido pelo governo. Com essa concordância do STF, o governo poderá editar uma medida provisória e o Congresso pode aprová-la para viabilizar o pagamento”, afirmou.

O ministro destacou o entendimento entre governo e Judiciário: “É um dia de festa para nós, comemorar o retorno desses recursos para o bolso dos aposentados. Uma vitória do governo e do presidente Lula, que me delegou pessoalmente essa tarefa de fazer com que nenhum aposentado e nenhum pensionista fique no prejuízo”.

Detalhes do acordo

O acordo homologado pelo STF foi construído em conciliação aberta por Dias Toffoli e contou com a participação da Advocacia-Geral da União (AGU), do INSS, do Ministério da Previdência Social, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Defensoria Pública da União (DPU) e do Ministério Público Federal (MPF).

Segundo o governo federal, a medida provisória necessária para viabilizar os repasses será editada ainda neste mês.

Com a homologação, os pagamentos começarão em 24 de julho e ocorrerão a cada 15 dias, em lotes de 1,5 milhão de beneficiários. Os valores devolvidos serão corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação.

Procedimentos para adesão

Para ter direito ao ressarcimento, quem foi lesado pelas associações envolvidas deverá contestar o desconto de forma administrativa, entrando em contato com o INSS por seus canais de atendimento. A adesão será voluntária.

Quem já ajuizou ação judicial contra o INSS terá que desistir do processo para aderir ao acordo e receber os valores. O INSS se compromete a pagar 5% de honorários advocatícios nas ações individuais protocoladas antes de 23 de abril de 2025.

Pagamentos em etapas

A programação prevê pagamentos quinzenais para alcançar todos os beneficiários. Os primeiros lotes começam a ser quitados no dia 24 de julho, contemplando 1,5 milhão de pessoas por etapa.

O governo federal afirma que o planejamento logístico busca atender ao grande volume de beneficiários e garantir o fluxo de pagamentos de forma organizada, dentro do calendário estabelecido.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil / Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Ataque hacker desvia R$ 400 milhões de contas de bancos no Banco Central

Ataque hacker desvia R$ 400 milhões de contas de bancos no Banco Central

Software afirma que sistema foi invadido com uso de credenciais reais e sem vazamento de dados de clientes

A empresa C&M Software confirmou nesta quinta-feira (3.jul.2025) que um ataque hacker provocou o desvio de aproximadamente R$ 400 milhões de contas que instituições financeiras mantinham no Banco Central (BC). Segundo a empresa, o ataque não envolveu vazamento de dados de clientes ou bancos, e foi realizado por meio de simulação de transações com uso de credenciais válidas.

A invasão ocorreu na noite de terça-feira (1º.jul) e foi divulgada publicamente apenas na quarta-feira (2.jul). Os criminosos utilizaram logins de instituições financeiras para movimentar recursos das contas reservas mantidas no BC, em cumprimento de obrigações legais. Os valores foram transferidos via Pix para corretoras de criptomoedas.

A C&M explicou que o ataque ocorreu através de uma simulação fraudulenta de integração, que usou credenciais reais de um cliente para acessar os serviços como se fosse uma instituição financeira regular. A companhia afirmou que não houve tentativa de invasão aos sistemas internos da empresa.

A empresa informou que vai revisar a política de acessos externos e de APIs, ampliando os padrões de homologação exigidos dos clientes. Também contratou uma auditoria independente para avaliar e reforçar os controles de segurança.

A principal hipótese considerada para a invasão é a não ativação de todas as etapas de segurança oferecidas pela C&M. Segundo a empresa, os clientes têm autonomia para configurar os controles de acesso e podem optar por eliminar determinadas camadas de proteção.

A C&M reforçou que monitora os acessos técnicos, mas que a responsabilidade pelo uso das credenciais é das instituições financeiras. O sistema utilizado, denominado Corner, permite controle por canal, horário e fatores múltiplos de autenticação.

Na manhã desta quinta-feira, o Banco Central autorizou o restabelecimento parcial das operações Pix da C&M, sob regime de produção controlada. As operações estão autorizadas em dias úteis, das 6h30 às 18h30, mediante anuência expressa da instituição participante e fortalecimento do monitoramento de fraudes e limites transacionais.

A empresa não divulgou quanto já foi recuperado, mas informou que parte dos valores foi devolvida através do Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado para ressarcir fraudes no Pix. A C&M também comunicou que está colaborando com a Polícia Federal, o Banco Central e a Polícia Civil de São Paulo.

Segundo a C&M, a infraestrutura do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) funciona em módulos separados e não foi afetada em outras operações. A empresa afirma que não possui contas próprias transnacionais nem movimenta recursos financeiros, atuando apenas como provedora de tecnologia homologada pelo BC.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Bolsa de valores bate recorde e dólar fecha no menor valor em um ano

Bolsa de valores bate recorde e dólar fecha no menor valor em um ano

Ibovespa se aproxima de 141 mil pontos e dólar encerra dia cotado a R$ 5,40

A bolsa de valores brasileira fechou em nível recorde nesta quinta-feira (3.jul.2025), impulsionada por altas nas ações de bancos e pela valorização das commodities. O índice Ibovespa encerrou o dia aos 140.928 pontos, com alta de 1,35%.

Na semana, o Ibovespa acumula alta de 2,97% e, no acumulado de 2025, registra ganho de 17,16%.

No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou cotado a R$ 5,405, com queda de R$ 0,016 (-0,29%). A moeda norte-americana alcançou o menor valor desde 24 de junho, quando fechou a R$ 5,39. A divisa acumula queda de 1,42% na semana e 12,53% no ano.

Durante o dia, o dólar chegou a subir para R$ 5,44, mas recuou após a abertura dos mercados dos Estados Unidos, encerrando na mínima do dia.

A alta do Ibovespa e a queda do dólar foram influenciadas por fatores externos. Nos Estados Unidos, a divulgação de dados do mercado de trabalho acima do esperado reduziu as chances de corte de juros pelo Federal Reserve ainda neste mês. Mesmo assim, a expectativa de acordos comerciais entre os EUA e outros países manteve o otimismo dos investidores.

Países emergentes como o Brasil foram beneficiados pela valorização das commodities, impulsionada por dados positivos da economia chinesa, maior consumidora global de matérias-primas.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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Evento prestigiado de Transição Energética da Península Ibérica e da América Latina teve início nesta quinta-feira em Natal

Evento prestigiado de Transição Energética da Península Ibérica e da América Latina teve início nesta quinta-feira em Natal

EVEx Brasil 2025 – Natal Energy Experience reúne, até amanhã, alguns dos principais players e stakeholders do setor

A transição energética tem sido um tema estratégico nos países da Península Ibérica e da América Latina, que vêm adotando medidas para acelerar a descarbonização e ampliar o uso de fontes renováveis. E, é em torno deste cenário que, até esta sexta-feira (04), Natal se transforma no epicentro para discussões sobre o assunto com a realização do EVEx Brasil 2025 – Natal Energy Experience, no SERHS Natal Grand Hotel & Resort. Com o tema “Transição Energética e Ação Climática: sinergias ibero-americanas rumo à COP30”, a abertura oficial ocorreu na manhã desta quinta-feira (03), com a presença de lideranças e autoridades nacionais e internacionais.

O Brasil reforça sua posição de destaque no cenário mundial de energia renovável, com 89% de sua oferta de eletricidade a partir de fontes renováveis, como hidrelétricas, eólicas e solar (significativamente maior que a média global). O dado é do Balanço Energético Nacional (BEN) 2024, divulgado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) em parceria com o Ministério de Minas e Energia (MME).

Em sua fala durante a abertura do evento, a Governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, citou o protagonismo do RN nesta posição que o país se encontra. “Quando falamos desta expansão, não podemos deixar de lembrar a eficiência e a potência energética do nosso Estado. E, para tanto, o governo do RN tem trabalhado para criar um ambiente propício ao desenvolvimento do setor, com foco em segurança jurídica e incentivos fiscais. Recentemente estive na Dinamarca, objetivando atrair investimentos e ampliar a cooperação na área, além disso temos também o desenvolvimento do Porto-Indústria Verde, voltado para impulsionar o setor eólico offshore e captar novos investimentos”.

E acrescentou: “uma agenda como essa que é o Evex Brasil, evento de caráter inovador, é importante não só para o RN, mas para todos os lugares e empresas, aqui representados, que podem debater, juntos, sobre os passos dados e os próximos, rumo a esta transição. Que possamos avançar com os pés no chão, lembrando que esta transição não pode desrespeitar o planeta, seus ecossistemas e a humanidade”, declarou a Governadora, Fátima Bezerra.

Participaram do painel de Abertura, Alexandre Ramos, Presidente do CCEE; Teresa Ponce de Leão, presidente LNEG; Wander Azevedo, Diretor da EMBPar; José Marcelo Costa, Procurador do RN; José Aldemir Freire, diretor de planejamento do Banco do Nordeste; Zeca Melo, superintendente SEBRAE-RN e, a moderadora Maria João Rolim, Sócia do Rolim Goulart Cardoso Advogados.

O painel inicial foi uma prévia, um debate resumido em torno de toda a programação do Evex Brasil 2025 – Natal Energy Experience que traz, para a edição, assuntos como: Curtailment, Armazenamento de Energia e Data Centers; Segurança de Mercado; Gás Natural; Segurança Energética, Diversificação da Matriz e Transição Climática; Reforma e Modernização do Setor Elétrico Brasileiro; Integração Energética e Resiliência Climática; Mercado Livre de Energia; Descarbonização, Eletromobilidade e Eficiência Energética; Apagão Ibérico 2025; Hidrogênio Verde; Eólicas Offshore e Combustíveis do Futuro.

Ainda durante as falas das autoridades convidadas, o diretor de Planejamento do Banco do Nordeste, José Aldemir Freire, expôs os esforços e o reconhecimento sobre a região na produção energética. “Nós estamos envolvidos em projetos de hidrogênio verde, que podem impulsionar ainda mais a produção de energia renovável no RN. Não só reconhecemos o potencial do Nordeste como também incentivamos, pois não podemos deixar de lembrar que não existe transição energética brasileira sem a força do Nordeste”, comentou José Aldemir Freire, do Banco do Nordeste.

O superintendente do SEBRAE-RN, Zeca Melo, trouxe a importância da instituição para este cenário da transição energética. “Atuamos como parceiro estratégico para empreendedores interessados em adotar práticas sustentáveis e acelerar a transição energética. Oferecemos suporte essencial para impulsionar negócios alinhados a um futuro mais verde. Atuamos ativamente nesse processo, desenvolvendo ações que estimulam pequenos empreendedores a investir em fontes de energia renovável, melhorar a eficiência energética e incorporar práticas sustentáveis em suas atividades. Além disso, apostamos na capacitação, orientação e no fortalecimento de redes de colaboração entre diferentes agentes do setor”.

O evento em Natal faz parte da sexta edição do EVEx – Energy Virtual Experience, reconhecido como o principal hub internacional que conecta os países da Península Ibérica e da América Latina na área da transição energética. A agenda do EVEx para 2025 também inclui: EVEx Lisboa 2025 – Lisbon Energy Experience: dias 07 e 08 de outubro, no LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia, em Portugal e o EVEx COP30 – Energy Virtual Experience: de 03 a 05 de novembro, em formato 100% online, impulsionando a agenda energética para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30).

Reforçando o compromisso do EVEx em promover um diálogo global e multifacetado sobre descarbonização e ação climática, o evento contará com renomados especialistas e autoridades de Portugal, entre eles: Nelson Lage, Presidente da ADENE – Agência para a Energia; Teresa Ponce de Leão, Presidente do LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia; Filipe Matias Santos, Diretor Jurídico da ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos; Fernando Alves Pinto, Vogal Executivo do Conselho de Administração da ENSE – Entidade Nacional para o Setor Energético de Portugal; Luís Barroso, CEO da Mobi.E, entidade gestora da rede de mobilidade elétrica de Portugal.

Para mais informações, acesse https://evex.energy/brasil ou siga no @evexenergy

Fotos: Divulgação

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Supermercadistas do RN recebem nova edição do ABRAS em Ação com foco em inovação no varejo

Supermercadistas do RN recebem nova edição do ABRAS em Ação com foco em inovação no varejo

A edição de 2025 promete aprofundar temas como jornada comercial, inteligência artificial na prática e eficiência em jogo

Pelo terceiro ano consecutivo, Natal recebe o ABRAS em Ação nas Estaduais – Rio Grande do Norte, promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) em parceria com a Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (ASSURN). O encontro acontecerá no dia 17 de julho de 2025, das 8h às 18h, no Holiday Inn Natal e trará uma programação exclusiva com grandes nomes, como Alberto Kastro (Escola de Leads), Alexandre Ribeiro (R-Dias), Fernando Luiz (especialista em varejo) e Marcio Milan (ABRAS).

Com o objetivo de fortalecer o setor supermercadista potiguar, o evento gratuito é voltado exclusivamente para empresários, gestores e profissionais do segmento, e oferece palestras, cases e estratégias para impulsionar a performance dos negócios. “Levaremos para Natal um pouco sobre as pautas institucionais que ABRAS está discutindo em Brasília, com um material completo para ser compartilhado depois dentro de cada empresa com suas equipes”, comentou Marcio Milan, vice-presidente de Relações Institucionais da ABRAS.

A edição de 2025 promete aprofundar temas como jornada comercial, inteligência artificial na prática e eficiência em jogo, além de oferecer momentos de networking entre os participantes. “O ABRAS em Ação tem se consolidado como um dos principais espaços de formação e atualização para os supermercadistas do estado. Acreditamos na força do setor e na importância de oferecer conteúdos relevantes e estratégicos para o nosso crescimento coletivo”, destaca Gilvan Mikelyson, presidente da ASSURN.

O ABRAS em Ação nas Estaduais é um trabalho itinerante levado para cada estado a fim de fortalecer o setor local. Celso Furtado, vice-presidente de Vendas e Marketing da ABRAS, comenta que a importância deste conteúdo “é compartilhar todo este conhecimento a fim de melhorar a execução e elevar a eficiência operacional do setor”.

O evento conta com patrocínio da Bluesoft, Toledo do Brasil e DMCard, e apoio de empresas como EMS, São Braz e OXE Transporte e Logística.

As vagas são limitadas e as inscrições já estão abertas por meio do link: https://eventos.inteegra.com.br/in/res/8xiMOmC

Serviço:
Evento: ABRAS em Ação – ASSURN 2025
Data: 17 de julho de 2025
Horário: 8h às 18h
Local: Holiday Inn Natal – Av. Senador Salgado Filho, 1906, Natal/RN
Inscrições gratuitas: https://eventos.inteegra.com.br/in/res/8xiMOmC

Foto: Divulgação

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Preço dos combustíveis na refinaria Clara Camarão tem nova redução no RN

Preço dos combustíveis na refinaria Clara Camarão tem nova redução no RN

Gasolina e diesel vendidos para distribuidoras em Guamaré ficam mais baratos pela segunda semana

A refinaria Clara Camarão, localizada em Guamaré, reduziu novamente o preço dos combustíveis vendidos às distribuidoras nesta quinta-feira (3.jul.2025). É a segunda semana consecutiva com queda no valor da gasolina e do óleo diesel.

O preço do litro da Gasolina A passou de R$ 2,972 para R$ 2,872, uma redução de dez centavos. Apesar da diminuição, o combustível continua mais caro do que no terminal da Petrobras em Cabedelo, na Paraíba, onde o litro custa R$ 2,739.

Em relação ao Óleo Diesel A, a queda foi de sete centavos, saindo de R$ 3,291 para R$ 3,221 na refinaria potiguar. No terminal da Petrobras em Cabedelo, o litro é comercializado a R$ 3,076 para as distribuidoras.

As reduções ocorrem em sequência, conforme estratégia adotada pela Brava Energia, empresa responsável pela administração da refinaria Clara Camarão, para manter a competitividade no mercado regional.

Os novos preços valem para abastecimento direto às distribuidoras, sem impacto imediato previsto para os valores nas bombas de postos de combustíveis, que dependem de outros fatores como transporte e margem de revenda.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Lula defende judicialização após Congresso derrubar aumento do IOF e diz que decisão de Motta foi 'absurda'

Lula defende judicialização após Congresso derrubar aumento do IOF e diz que decisão de Motta foi ‘absurda’

Presidente critica decisão legislativa e cita descumprimento de acordo sobre medida tributária

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quarta-feira (2.jul.2025) a judicialização da questão envolvendo o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), após o Congresso Nacional derrubar os decretos presidenciais que elevavam as alíquotas para algumas operações. O governo federal considera que houve descumprimento de um acordo previamente firmado entre integrantes do Executivo e parlamentares para viabilizar a medida.

O Congresso Nacional aprovou na semana passada um projeto de decreto legislativo que anulou o aumento das alíquotas do IOF definido por meio de ato presidencial. O governo afirma que o decreto não configurava um aumento de impostos generalizado, mas um ajuste tributário com o objetivo de direcionar maior arrecadação de determinados setores, evitando cortes em áreas como educação e saúde.

Segundo informações do governo, a medida foi apresentada como forma de corrigir distorções tributárias e distribuir o peso da arrecadação de forma mais equilibrada, atingindo segmentos com maior capacidade contributiva. A justificativa oficial destaca que o ajuste seria necessário para evitar reduções de investimentos em políticas públicas.

O Executivo aponta que havia entendimento prévio com lideranças parlamentares para a manutenção da medida, incluindo tratativas realizadas em reuniões com ministros e deputados. No entanto, o Congresso acabou aprovando o projeto de decreto legislativo que derrubou os decretos presidenciais.

O governo federal informou que a Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade do projeto de decreto legislativo aprovado pelo Congresso. A ação busca garantir a validade dos atos presidenciais que instituíram o aumento das alíquotas do IOF.

A AGU argumenta que o Congresso não teria competência para sustar decretos presidenciais com conteúdo normativo específico sobre tributação, alegando violação ao princípio da separação dos poderes. O objetivo da ação é manter os efeitos do ato presidencial, assegurando a arrecadação prevista.

Apesar da controvérsia, o governo sinaliza que não há rompimento com o Congresso Nacional. O Executivo reconhece as atribuições constitucionais do Legislativo e pretende retomar o diálogo político para resolver o impasse. Após participar de compromissos internacionais, como a Cúpula dos Brics no Rio de Janeiro e a reunião do Mercosul na Argentina, o presidente Lula deve se reunir com os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal para discutir o tema.

O governo avalia que a judicialização é um instrumento legítimo para resolver conflitos de interpretação constitucional, especialmente em temas que envolvem arrecadação federal. A expectativa é que o STF se pronuncie sobre os limites de atuação do Congresso em relação a atos normativos do Executivo que regulamentam a cobrança de tributos.

O embate sobre o IOF ocorre em um contexto de busca por equilíbrio fiscal. A equipe econômica busca manter o compromisso de zerar o déficit primário, o que depende da arrecadação de tributos e da contenção de despesas. O ajuste no IOF foi uma das medidas apresentadas para viabilizar o cumprimento das metas fiscais, sem necessidade de cortes em áreas prioritárias.

A derrubada dos decretos presidenciais que aumentavam as alíquotas do IOF gerou impacto nas projeções de arrecadação federal. A equipe econômica trabalha para recompor as receitas e manter a viabilidade do planejamento orçamentário. O tema deve continuar em negociação política entre o Executivo e o Legislativo, paralelamente ao andamento da ação no STF.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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McFlurry e McColosso Laka Oreo chegam ao McDonald's

McFlurry e McColosso Laka Oreo chegam ao McDonald’s

Parceria traz sobremesas amadas do Méqui e um chocolate clássico da Mondelez, com campanha multiplataforma com destaque no CapCut, TikTok e Instagram

A partir desta terça-feira, 1° de julho, o match perfeito entre a cremosidade do chocolate branco Laka e a crocância irresistível de Oreo chegam ao Méqui. McDonald’s e Mondelez se unem para trazer duas novidades aos fãs de sobremesas da rede: o McFlurry e o McColosso Laka Oreo. Spoiler? Vai ser difícil escolher só um.

“Nossa plataforma de sobremesas está sempre evoluindo e a nossa intenção é seguir surpreendendo. Por isso, apostamos em parcerias que conectam a marca a diferentes universos e conversam diretamente com o nosso público, como é o caso dessa colaboração com a Mondelez, que traz o Laka Oreo para dois produtos queridos e deliciosos do Méqui. Uma combinação de experiência e sabor irresistível. E para contar essa história, apostamos em uma campanha com alto potencial de engajamento, que ativa o público no digital e fortalece a conexão com os nossos consumidores”, explica Ilca Sierra, Diretora de Marketing do McDonald’s no Brasil.

Além da invasão de sabor nos quiosques e restaurantes da rede, a campanha também ganha vida nas redes sociais. Os clientes poderão se divertir com um template exclusivo no CapCut, o app queridinho para edição de vídeos com efeito, que domina o TikTok e o Reels do Instagram.

O filme da campanha, criado pela GALERIA.ag, aposta em uma locução envolvente e cheia de appetite appeal, traduzindo as sensações de quem provar as novas sobremesas. Apresentando dois clássicos do Méqui, McFlurry e McColosso, agora com um chocolate branco cremoso com pedaços crocantes de Oreo, a campanha convida a audiência a nem pensar duas vezes: bateu a vontade? É só correr pro quiosque mais próximo!

Para deixar tudo ainda mais gostoso, nas redes sociais, a campanha ganha vida com um squad de criadores que tem tudo a ver com o universo de Méqui, liderado por Leticia Ribeiro, Jonas, Gabriel Bernardo e Jessie Shen – mostrando de um jeito bem autêntico como é se jogar nas novas sobremesas. A timeline vai ficar impossível de resistir, com muito conteúdo, interação e aquela vontade imediata de pedir um McFlurry ou McColosso Laka Oreo.

As novidades chegam aos restaurantes a partir de 1º de julho e podem ser pedidas pelo balcão, quiosques, Drive-Thru e app do Méqui por meio do Peça e Retire

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.400 restaurantes, entre unidades próprias e de seus franqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2025). A empresa também está comprometida com o desenvolvimento das comunidades em que opera com a oferta de oportunidades de primeiro emprego formal aos jovens e com o impacto ambiental positivo por meio de sua Receita do Futuro. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO).

Foto: Divulgação

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Rede Pão de Açúcar oferece variedade de produtos para facilitar a rotina nas férias de julho

Rede Pão de Açúcar oferece variedade de produtos para facilitar a rotina nas férias de julho

Lanches práticos, receitas especiais e snacks para passeios ajudam a tornar o mês mais leve e saboroso

As férias escolares de julho estão chegando, e com elas surge a oportunidade de desacelerar a rotina e curtir mais tempo com a família. Para tornar esses dias ainda mais especiais – seja em casa, em viagens ou nos passeios de fim de semana –, a rede Pão de Açúcar preparou uma seleção especial de lanches, snacks e ingredientes para quem deseja unir praticidade, sabor e afeto na cozinha.

Pensando nisso, os supermercados se tornam grandes aliados das famílias, oferecendo praticidade e variedade para transformar os lanches em experiências compartilhadas e deliciosas. Uma das sugestões é envolver as crianças no preparo de receitas simples, como sanduíches criativos, wraps coloridos com vegetais e frios, muffins caseiros e saladas de frutas.

Para quem vai viajar ou passear, os supermercados oferecem ainda uma linha completa de snacks prontos para consumo: chips de vegetais, mix de castanhas, frutas desidratadas, biscoitos integrais e bebidas práticas, como sucos naturais e achocolatados. São opções que atendem a todos os gostos e faixas etárias, facilitando o dia a dia de quem deseja aproveitar ao máximo o tempo livre.

Nas lojas físicas, no e-commerce e nos aplicativos das redes, os clientes encontram ofertas especiais, kits promocionais e produtos frescos para todos os tipos de lanche.

Encontre todos os ingredientes para os lanches das férias nas lojas do Pão de Açúcar e pelo e-commerce das redes por meio do aplicativo Pão de Açúcar Mais e site www.paodeacucar.com.

Foto: Divulgação

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Mercado de trabalho no RN fecha maio com saldo positivo de 2.220 empregos formais

Mercado de trabalho no RN fecha maio com saldo positivo de 2.220 empregos formais

Indústria lidera geração de vagas em maio de 2025, enquanto serviços registram saldo negativo no Rio Grande do Norte

O mercado de trabalho formal no Rio Grande do Norte fechou o mês de maio de 2025 com saldo positivo de 2.220 empregos com carteira assinada. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta segunda-feira (30.jun.2025). O saldo resulta de 23.696 admissões e 21.476 demissões no estado durante o mês.

Entre os setores, a indústria foi o principal destaque em maio, com saldo de 2.974 vagas criadas. Esse resultado representa recuperação significativa em relação ao mesmo mês de 2024, quando foram criados 566 postos formais no setor. A construção civil, tradicionalmente relevante para o mercado de trabalho potiguar, registrou saldo positivo mais modesto, de 65 empregos, número inferior aos 695 postos criados em maio do ano anterior.

O setor agropecuário no estado teve saldo positivo de 356 vagas em maio de 2025, desempenho superior ao do mesmo período em 2024, quando foram registrados 42 novos postos. Já o comércio também apresentou avanço, encerrando o mês com saldo positivo de 349 empregos formais, frente aos 64 registrados no mesmo mês do ano anterior.

Por outro lado, os serviços foram o setor com maior impacto negativo no resultado geral do estado. Em maio, o segmento apresentou saldo negativo de 1.524 vagas, com 10.275 desligamentos frente a 8.751 admissões. Em contraste, no mesmo mês de 2024, os serviços haviam criado 1.521 empregos formais, o que mostra uma reversão no desempenho do setor, impactando diretamente o resultado agregado do estado.

Apesar do saldo positivo registrado em maio de 2025, o resultado geral foi inferior ao mesmo período de 2024. No ano passado, o saldo foi de 2.888 vagas, resultado de 20.026 contratações e 17.138 desligamentos.

No acumulado de janeiro a maio de 2025, o Rio Grande do Norte soma saldo positivo de 5.356 empregos formais, considerando 110.193 admissões e 104.837 demissões. Na análise setorial dos cinco primeiros meses do ano, os serviços ainda aparecem como o principal gerador de empregos, mesmo com o resultado negativo de maio. O setor soma 3.931 vagas no período. A construção civil criou 2.626 vagas, seguida pela indústria com 2.243 postos e pelo comércio com saldo de 596 empregos.

A agropecuária, no acumulado de janeiro a maio, apresenta saldo negativo de 4.040 vagas formais. Foram registradas 3.373 admissões contra 7.413 desligamentos no período, o pior resultado entre todos os setores analisados no estado.

O comportamento do mercado de trabalho potiguar tem mostrado variações mês a mês em 2025. Em abril, o estado teve saldo positivo de 2.692 vagas, com destaque para o setor de serviços, responsável por 2.462 empregos. Em março, o saldo foi negativo em 1.885 vagas, influenciado por cortes na agropecuária (-2.112), reflexo do encerramento do período de safra de frutas. Fevereiro registrou saldo positivo de 2.628 empregos, enquanto janeiro apresentou saldo mais modesto, de 299 vagas.

Em nível nacional, o mercado formal de trabalho manteve trajetória positiva em maio, com criação de 148.992 vagas com carteira assinada. Foram contabilizadas 2.256.225 admissões e 2.107.233 demissões no país. No acumulado do ano de 2025 até maio, o saldo nacional chega a 1.051.244 novos postos formais, enquanto nos últimos 12 meses o saldo alcança 1.628.644 vagas.

No Brasil, o setor de serviços liderou a geração de empregos em maio, com saldo de 70.139 vagas. O comércio criou 23.258 postos, seguido pela indústria com 21.569 vagas. A agropecuária gerou 17.348 empregos, enquanto a construção civil teve saldo positivo de 16.678 postos no mês.

Entre os estados brasileiros, São Paulo foi o maior gerador de empregos formais em maio de 2025, com saldo positivo de 33.313 vagas. Minas Gerais registrou 20.287 novos postos e o Rio de Janeiro somou 13.642 vagas criadas. O Acre apresentou o maior crescimento relativo, com variação de 1,24%. O Rio Grande do Sul foi o único estado com saldo negativo no mês, registrando -115 vagas de emprego.

No Rio Grande do Norte, os saldos setoriais em maio de 2025 foram os seguintes: indústria com 2.974 empregos, agropecuária com 356, comércio com 349, construção civil com 65 e serviços com -1.524 vagas.

Os dados são do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego.

Foto: José Paulo Lacerda/CNI / Divulgação/CNI / Divulgação/Assecom-RN/Ilustração

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EVEx Brasil 2025 transforma RN em centro ibero-americano da transição energética

EVEx Brasil 2025 transforma RN em centro ibero-americano da transição energética

Entre os participantes confirmados estão renomadas autoridades e especialistas de Portugal

A capital potiguar se prepara para sediar, nos dias 03 e 04 de julho, próxima quinta e sexta-feira, um dos principais encontros sobre transição energética da região ibero-americana: o EVEx Brasil 2025 – Natal Energy Experience. O evento acontecerá no SERHS Natal Grand Hotel & Resort e promete reunir grandes nomes do setor para discutir caminhos rumo a um futuro mais sustentável, com foco especial no Nordeste brasileiro.

Em sua segunda edição consecutiva em Natal, o EVEx se consolida como um importante polo de intercâmbio de conhecimento e oportunidades entre os mercados ibérico e latino-americano. Este ano, o evento traz o tema “Transição Energética e Ação Climática: sinergias ibero-americanas rumo à COP30”, promovendo uma experiência única de diálogo e cooperação internacional.

Entre os participantes confirmados estão renomadas autoridades e especialistas de Portugal, como:

• Nelson Lage, Presidente da ADENE – Agência para a Energia
• Teresa Ponce de Leão, Presidente do LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia
• Filipe Matias Santos, Diretor Jurídico da ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos
• Fernando Alves Pinto, Vogal Executivo da ENSE – Entidade Nacional para o Setor Energético
• Luís Barroso, CEO da Mobi.E, entidade gestora da rede de mobilidade elétrica de Portugal

O presidente do EVEx Brasil, Caio Cavalcanti, destaca o compromisso do evento com soluções reais e colaborativas para acelerar a descarbonização.

“O EVEX está de volta a Natal pela segunda vez consecutiva, e a expectativa é grande: queremos reunir ainda mais especialistas, autoridades e líderes dos mercados ibéricos e latino-americanos, com um foco especial nos setores de energia do Brasil e de Portugal. Serão dois dias intensos, onde mergulharemos nos cenários mais desafiadores da transição energética, já de olho na COP30, que, pela primeira vez, acontecerá no Brasil, em Belém do Pará”, afirma Caio Cavalcanti, presidente do Evex Brasil.

A programação abordará temas como hidrogênio verde, eólicas offshore, o papel do gás natural e eletromobilidade, alinhando discussões com a agenda da COP30 e o fortalecimento de uma economia de baixo carbono.

Com mais de 25 entidades apoiadoras, incluindo governos e grandes empresas, o EVEx Brasil 2025 reforça a importância da cooperação internacional e regional na luta contra as mudanças climáticas.

O evento integra a série internacional EVEx – Energy Virtual Experience, reconhecida como o principal hub de conexão entre os países da Península Ibérica e da América Latina no tema da transição energética. A agenda de 2025 também inclui:

• EVEx Lisboa 2025 – Lisbon Energy Experience (07 e 08 de outubro, em Portugal)
• EVEx COP30 – Energy Virtual Experience (03 a 05 de novembro, 100% online)

O público-alvo inclui profissionais, estudantes e todos os interessados em energias renováveis e sustentabilidade. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site da Sympla.
Link para inscrições: sympla.com.br/evento/evex-brasil-2025-natal-energy-experience

Foto: Divulgação

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Receita Federal paga segundo lote de restituição do Imposto de Renda 2025

Receita Federal paga segundo lote de restituição do Imposto de Renda 2025

Mais de 6,5 milhões de contribuintes receberão R$ 11 bilhões, maior valor da história

A Receita Federal libera nesta segunda-feira (30.jun.2025) o pagamento do segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física de 2025. De acordo com o órgão, este é o maior lote da história tanto em número de contribuintes quanto em valor total pago.

Serão contemplados 6.545.322 contribuintes, com o valor total de R$ 11 bilhões. Além das declarações do exercício de 2025, o lote inclui restituições residuais de anos anteriores.

Segundo a Receita Federal, todos os pagamentos deste lote serão destinados a contribuintes com prioridade no reembolso.

Distribuição das restituições

As restituições deste segundo lote foram organizadas da seguinte forma:

  • 4.764.634 contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber via Pix;
  • 1.044.585 contribuintes com idade entre 60 e 79 anos;
  • 496.650 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
  • 148.090 contribuintes com idade acima de 80 anos;
  • 91.363 contribuintes com deficiência física ou mental ou com doença grave.

A Receita Federal informou que neste lote não haverá pagamentos para contribuintes sem prioridade.

Uma mudança implementada neste ano garante prioridade a quem utilizou conjuntamente a declaração pré-preenchida e o Pix para o recebimento.

Consulta ao pagamento

Desde o dia 23 de junho, os contribuintes podem consultar se estão incluídos no lote. O serviço está disponível no site da Receita Federal.

Para consultar, é necessário acessar a página “Meu Imposto de Renda” e clicar em “Consultar a Restituição”. O serviço também está acessível no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

Formas de pagamento

Os valores serão depositados na conta bancária informada na declaração ou na chave Pix do tipo CPF indicada pelo contribuinte.

Caso o valor não seja creditado na conta informada, por exemplo, se ela tiver sido desativada, os recursos ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.

O contribuinte poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome utilizando o Portal BB ou por meio da Central de Relacionamento do Banco do Brasil, pelos seguintes telefones:

  • 4004-0001 (capitais)
  • 0800-729-0001 (demais localidades)
  • 0800-729-0088 (exclusivo para deficientes auditivos)

Pendências e malha fina

Para os contribuintes que não estão neste lote, a Receita orienta a consulta ao extrato da declaração no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC).

Caso identifiquem pendências, é possível enviar uma declaração retificadora e aguardar os lotes seguintes.

O e-CAC permite o acompanhamento da situação da declaração e a verificação de eventuais pendências ou retenções em malha fiscal.

Resgate de valores não creditados

Se o contribuinte não resgatar o valor em até um ano após a disponibilização no Banco do Brasil, será necessário solicitar o resgate por meio do Portal e-CAC.

Nesse caso, o procedimento é feito acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicando em “Meu Imposto de Renda” e selecionando o campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.

Calendário de restituições

O segundo lote é o segundo de um total de cinco previstos para o exercício de 2025. As datas seguintes atenderão aos contribuintes não contemplados nos primeiros lotes ou aqueles que regularizarem pendências via declaração retificadora.

A Receita Federal não divulgou o valor ou o número de contribuintes estimados para os próximos lotes até o fechamento desta matéria.

O cronograma de pagamento completo está disponível no portal oficial da Receita Federal.

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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UFRN enfrenta corte de 11% no orçamento previsto para 2025

UFRN enfrenta corte de 11% no orçamento previsto para 2025

Queda acompanha retração em universidades federais, segundo levantamento nacional

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) está entre as instituições de ensino superior com cortes relevantes no orçamento previsto para 2025. Segundo levantamento da Gazeta do Povo com base nos programas orçamentários federais voltados à manutenção do ensino superior, a estimativa para a UFRN é de redução de 11% em relação ao ano anterior.

O levantamento mostra que, após aumento expressivo em 2023, estimulado pela chamada “PEC da Transição”, os recursos federais destinados às universidades voltaram a apresentar retração. Em 2024, o orçamento atualizado sofreu uma queda real de 7,6%. Para 2025, a previsão inicial é de novo recuo, calculado em 4,9% em termos gerais, com variações entre as instituições.

Queda após recomposição de 2023

Em 2023, a ampliação orçamentária foi resultado de articulações políticas que incluíram a aprovação da Emenda Constitucional que flexibilizou regras fiscais para viabilizar despesas adicionais. Porém, a recomposição não foi mantida de forma integral no ciclo seguinte.

Para 2024, o orçamento atualizado já apresentou retração real, e a perspectiva para 2025 confirma a tendência de redução nos repasses. A análise mostra que mesmo com valores nominais maiores previstos no papel, as universidades costumam executar efetivamente cerca de 70% do orçamento aprovado.

Impacto na execução e despesas pendentes

Os dados apontam que aproximadamente R$ 3 bilhões deixam de ser pagos anualmente às universidades federais. Esses valores incluem despesas liquidadas, mas não pagas no exercício, acumulando compromissos financeiros que são quitados em exercícios seguintes.

Entre 2021 e 2025, o levantamento identificou um aumento de R$ 166 milhões em “Despesas de Exercícios Anteriores”, categoria que reúne pagamentos feitos com atraso. Esse quadro pressiona o caixa das instituições e afeta a programação financeira anual.

Destino dos recursos

Os recursos orçamentários destinados às universidades federais são divididos em despesas correntes e despesas de capital.

Despesas Correntes: abrangem manutenção cotidiana, como pagamento de diárias, compra de materiais, serviços de TI e auxílios a estudantes.
Despesas de Capital: voltadas para investimentos em infraestrutura, obras e aquisição de equipamentos.

Os cortes orçamentários afetam ambas as categorias, limitando a capacidade das universidades de manter serviços básicos e realizar novos investimentos.

Panorama nacional dos cortes

Além da UFRN, outras universidades federais apresentam projeções de redução mais acentuadas. Entre os destaques estão a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), com queda de 39%, e a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), com redução de 31%.

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que tinha o maior orçamento entre as federais em 2021, também enfrentou sucessivas quedas nos anos seguintes.

Em sentido oposto, a Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar), no Piauí, teve o maior aumento percentual recente, registrado em 95%.

Medidas de recomposição parcial

Em maio, após reunião com reitores, o governo federal anunciou medidas para recomposição parcial do orçamento das universidades federais.

Entre os anúncios, estão o desbloqueio de R$ 300 milhões e a previsão de mais R$ 400 milhões adicionais, por meio de remanejamento no Ministério da Educação (MEC). Essas ações foram apresentadas como forma de mitigar os efeitos dos cortes para o exercício de 2024.

Situação da UFRN

Apesar das medidas anunciadas em âmbito federal, a previsão para 2025 indica que a UFRN permanece no centro das atenções em razão da estimativa de corte de 11% em seu orçamento.

A redução pode impactar diretamente a capacidade operacional da universidade nos próximos meses, afetando atividades ligadas à manutenção, investimentos em infraestrutura e serviços voltados à comunidade acadêmica.

O cenário segue acompanhado por gestores e reitores de universidades federais em todo o país, diante do desafio de garantir a execução de programas e atividades com menor disponibilidade de recursos.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Crise entre governo e Congresso se intensifica após derrubada do aumento do IOF

Crise entre governo e Congresso se intensifica após derrubada do aumento do IOF

Divisões internas e articulações políticas marcam reação do Planalto ao revés no Legislativo

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta tensão política após a derrubada, pelo Congresso, do projeto que previa aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A votação ocorreu na noite de quarta-feira (25.jun.2025) e gerou reações no Planalto, que avalia estratégias para contestar a decisão e administrar as divisões internas.

Divergência sobre reação no STF

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, defendem que a Advocacia-Geral da União (AGU) ingresse com ação no Supremo Tribunal Federal (STF), alegando inconstitucionalidade no projeto de decreto legislativo aprovado.

Por outro lado, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, é contra a judicialização, argumentando que isso poderia ser visto como uma declaração de conflito direto com o Congresso e resultar em novas derrotas legislativas para o governo.

Articulação no Congresso

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), foi o articulador para levar o projeto ao plenário. Ele acertou a estratégia com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que anunciou a votação nas redes sociais na noite de terça-feira (24.jun), pegando o Planalto de surpresa.

A movimentação ocorre em meio a um embate entre Alcolumbre e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Alcolumbre defende a saída de Silveira do cargo, mas Lula resiste a demiti-lo.

Tensão entre Haddad e líderes da Câmara

O episódio também elevou o tom entre Haddad e líderes da Câmara. Hugo Motta expressou descontentamento com o ministro da Fazenda em reuniões reservadas e interpretou como provocação um elogio feito por Haddad ao deputado Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara.

Haddad tentou minimizar o mal-estar e chegou a telefonar para Motta, sem sucesso.

Questão da energia elétrica

A crise inclui debate sobre aumento na conta de luz. A elevação de custos está ligada à inclusão de dispositivos estranhos à proposta original — os chamados “jabutis” — em um projeto sobre eólicas offshore.

A Frente Nacional de Consumidores de Energia estima um impacto de R$ 197 bilhões até 2050 e alta de 3,5% nas tarifas. Lula vetou os dispositivos, mas o Congresso os reinseriu, com apoio de parte da base aliada.

Para mitigar o aumento, o governo decidiu enviar uma Medida Provisória ao Congresso. Alcolumbre atribui essa medida a uma articulação entre Silveira e Rui Costa.

Disputa por agências reguladoras

Outro ponto de atrito é a distribuição de cargos em agências reguladoras. A disputa envolve indicações para diretorias da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Emendas parlamentares

A relação entre o Planalto e o Congresso também está abalada pela liberação das emendas parlamentares. Deputados e senadores afirmam que o governo tem represado o pagamento desses recursos.

Gleisi Hoffmann nega retenções deliberadas e divulgou dados para mostrar que a execução orçamentária está mais adiantada que em anos anteriores.

Na sexta-feira (27jun), o ministro do STF Flávio Dino conduziu audiência pública sobre emendas impositivas. Alcolumbre e Motta enviaram representantes em vez de comparecerem pessoalmente. Dino relata uma ação direta de inconstitucionalidade sobre o tema.

Impacto fiscal

Haddad alertou que, sem os R$ 10 bilhões previstos com o aumento do IOF, será necessário fazer novos contingenciamentos, incluindo bloqueio de emendas.

O líder do MDB na Câmara, Isnaldo Bulhões (AL), declarou que o problema não é o contingenciamento em si, mas a postura reativa do governo.

Movimentos para 2026

Em meio à crise, Lula e ministros divulgaram nas redes sociais uma campanha defendendo a tentativa frustrada de aumento do IOF como instrumento de justiça tributária.

Partidos do Centrão — PP, Republicanos e União Brasil — buscam construir uma candidatura de oposição para 2026. Com Jair Bolsonaro inelegível, Tarcísio de Freitas é um dos nomes cogitados.

Reações de líderes partidários

Para o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), o revés imposto ao governo foi resultado de um conjunto de fatores e da aproximação do calendário eleitoral.

O Senado também aprovou na quarta-feira (25) o aumento do número de deputados federais de 513 para 531, decisão que terá impacto nas assembleias legislativas estaduais.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil / Paulo Pinto/Agência Brasil / Jose Cruz/Agência Brasil / Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Governo do RN e Prefeitura de Natal antecipam pagamento dos servidores neste sábado (28)

Governo do RN e Prefeitura de Natal antecipam pagamento dos servidores neste sábado (28)

Medida injeta mais de R$ 700 milhões na economia potiguar no fim de semana de São João

O Governo do Rio Grande do Norte inicia neste sábado (28.jun.2025) o pagamento da folha salarial de junho com a antecipação dos vencimentos para aproximadamente 60% do funcionalismo estadual. Os depósitos estarão disponíveis nas contas dos servidores da ativa, além dos aposentados da Segurança Pública e da Administração Indireta, nas primeiras horas do dia.

A antecipação ocorre dois dias antes do previsto no calendário oficial, que marcava o pagamento para segunda-feira (30.jun). O cronograma estabelece ainda que os vencimentos dos servidores aposentados da administração direta e dos pensionistas serão creditados ao longo do dia 30 de junho. Dessa forma, todos os cerca de 110 mil servidores estaduais — ativos, aposentados e pensionistas — terão os salários quitados ainda dentro do mês trabalhado.

Com o pagamento da folha de junho, o Governo do Estado injetará R$ 627 milhões na economia potiguar. O valor bruto da folha é de R$ 924 milhões. Em junho, também está sendo pago o percentual restante de 1,27% do reajuste salarial do magistério, garantindo o cumprimento integral do piso nacional da categoria.

O contracheque dos servidores estaduais já está disponível para consulta no portal da Secretaria de Estado da Administração (www.sead.rn.gov.br). A Secretaria orienta que servidores com portabilidade bancária acompanhem os prazos de repasse definidos junto às instituições financeiras escolhidas.

A antecipação do pagamento ocorre em um período de grande movimentação econômica no estado, com destaque para o encerramento dos festejos juninos em várias cidades, que costumam impulsionar o comércio, os serviços e o turismo.

Prefeitura de Natal antecipa salários no encerramento do São João

A Prefeitura do Natal também confirmou a antecipação do pagamento dos salários dos servidores municipais para este sábado (28). A medida coincide com o final de semana de encerramento do São João de Natal, evento que movimenta milhares de pessoas em polos distribuídos por todas as regiões da cidade.

Com a antecipação, serão destinados R$ 87,5 milhões para a folha de pagamento municipal. A liberação dos recursos antes do fim do mês tem impacto direto no comércio, nos serviços e nas celebrações juninas, segundo a gestão municipal.

O prefeito Paulinho Freire ressaltou o compromisso da Prefeitura com o pagamento dentro do mês trabalhado, especialmente em datas de maior movimento. “Estamos encerrando o São João com uma das maiores festas já realizadas pela Prefeitura, com polos em todas as regiões da cidade. Antecipar esse pagamento é uma forma de valorizar os servidores e, ao mesmo tempo, aquecer a economia em um momento em que milhares de pessoas estão circulando, comprando, e prestigiando o evento”, declarou.

O secretário municipal de Administração, Brenno Queiroga, também destacou os efeitos positivos da medida. “A liberação da folha antes do final do mês, e em um fim de semana festivo como esse, ajuda a impulsionar diversos setores da economia. É o resultado de uma gestão financeira equilibrada e comprometida com o servidor e com o desenvolvimento da cidade”, afirmou.

A antecipação da folha municipal se soma ao calendário de atrações do São João de Natal, que prevê eventos em diferentes bairros com apresentações musicais e programação cultural. A estimativa é de que o evento tenha recebido dezenas de milhares de pessoas em toda a cidade, ampliando o consumo em bares, restaurantes, comércio ambulante e serviços relacionados ao turismo.

Ao todo, somados os pagamentos estadual e municipal, mais de R$ 700 milhões serão liberados para o funcionalismo público potiguar neste fim de semana, com impacto direto na economia local durante o encerramento das festividades juninas.

Foto: Assecom/RN

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Conta de luz seguirá com bandeira vermelha patamar 1 em julho

Conta de luz seguirá com bandeira vermelha patamar 1 em julho

Aneel mantém cobrança adicional de R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que a bandeira tarifária para o mês de julho permanecerá vermelha patamar 1, mesma sinalização aplicada em junho. Com essa definição, as contas de energia elétrica seguirão com a cobrança adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A decisão da Aneel foi comunicada por meio de nota oficial. Segundo a agência reguladora, o motivo para a manutenção da bandeira vermelha patamar 1 é o cenário de chuvas abaixo da média em diversas regiões do país. Esse fator influencia diretamente a capacidade de geração das usinas hidrelétricas, que são a principal fonte de energia elétrica no Brasil.

A Aneel explicou que, com o nível reduzido de chuvas, a geração de energia por hidrelétricas se torna mais limitada, o que obriga o Sistema Interligado Nacional (SIN) a acionar usinas termelétricas, que possuem custos mais elevados de operação. “Esse quadro tende a elevar os custos de geração de energia, devido à necessidade de acionamento de fontes mais onerosas para geração, como as usinas termelétricas”, destacou a Agência em nota.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015. Seu objetivo é sinalizar aos consumidores, de forma clara, as variações nos custos variáveis de geração de energia elétrica. As bandeiras são definidas de acordo com as condições de geração no Sistema Interligado Nacional, refletindo o custo de produzir a energia que chega às residências, comércios e indústrias em todo o país.

As bandeiras tarifárias são divididas em cores e patamares, que indicam o valor do acréscimo aplicado a cada 100 kWh consumidos. Quando a bandeira é verde, não há nenhum acréscimo na conta de luz. Já as bandeiras amarela e vermelha indicam custos adicionais por conta de condições menos favoráveis para geração.

No caso da bandeira vermelha patamar 1, o valor do adicional é de R$ 4,46 para cada 100 kWh. A Aneel reforçou que o uso da bandeira vermelha busca cobrir os custos extras associados ao acionamento de termelétricas, que são necessárias quando a geração hidrelétrica não atende à demanda do sistema.

Em nota oficial, a Aneel também fez um alerta para a importância da economia no uso da energia elétrica em períodos com bandeira tarifária mais alta. “Com o acionamento da bandeira vermelha patamar 1, a Aneel reforça a importância da conscientização e do uso responsável da energia elétrica. A economia de energia também contribui para a preservação dos recursos naturais e para a sustentabilidade do setor elétrico como um todo”, informou a agência.

A metodologia das bandeiras tarifárias foi instituída para dar maior previsibilidade e transparência ao consumidor sobre as condições de geração de energia e os custos que impactam diretamente na conta de luz. Por meio das sinalizações mensais, o consumidor consegue ter informações sobre o momento do setor elétrico e pode se planejar para reduzir o consumo em momentos mais críticos.

Segundo a Aneel, o monitoramento constante das condições hidrológicas e do despacho de termelétricas é o que determina a definição mensal das bandeiras. Caso as chuvas retornem em volume suficiente para elevar o nível dos reservatórios das hidrelétricas, poderá haver alteração na cor ou no patamar da bandeira nos meses seguintes.

Para o mês de julho, porém, a agência confirmou que não houve melhora suficiente no cenário para permitir a redução de custos de geração. Por isso, as distribuidoras de energia elétrica em todo o país seguirão aplicando o adicional da bandeira vermelha patamar 1 nas contas de luz dos consumidores residenciais e empresariais.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil / Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Com mais de 8 mil colaboradores LGBTQIA+, Arcos Dorados mostra que inclusão é parte da cultura corporativa

Com mais de 8 mil colaboradores LGBTQIA+, Arcos Dorados mostra que inclusão é parte da cultura corporativa

Empresa reforça seu compromisso com um ambiente seguro, respeitoso e iniciativas pioneiras para pessoas LGBTQIA+ no Brasil

Em celebração ao Mês do Orgulho LGBTQIA+, a Arcos Dorados — empresa responsável pela operação do McDonald’s no Brasil e em 19 países da América Latina e Caribe — reafirma seu compromisso com a promoção da diversidade, da inclusão e do respeito no ambiente de trabalho.

A companhia, que conta com mais de 8 mil colaboradores declarados LGBTQIA+ (21% de seu quadro de funcionários, sete pontos percentuais a mais do que a média brasileira, conforme dados da Pesquisa Ipsos 2024), investe continuamente em iniciativas que impulsionam a inclusão e geram um ambiente de trabalho cada vez mais seguro e respeitoso para todas as pessoas. Ainda, são mais de 900 pessoas trans e, em relação ao total de posições de liderança da companhia, 15% são ocupadas por pessoas da comunidade LGBTQIA+.

A Arcos Dorados tem a inclusão como um de seus princípios e está comprometida em oferecer uma experiência positiva, livre de discriminação e violência. Segundo um levantamento da Travessia — consultoria especializada em Diversidade, Equidade e Inclusão, 53% dos profissionais entrevistados disseram conhecer alguém que já sofreu preconceito no ambiente de trabalho, e 24% relataram ter vivido essa discriminação diretamente, por conta de sua identidade, expressão de gênero ou orientação sexual.

Por outro lado, como reflexo de suas ações de equidade e inclusão, em pesquisa realizada internamente com seus colaboradores, no Brasil, 94,5% dos funcionários afirmam se sentir tratados com respeito e 93% dos respondentes percebem ações concretas da Arcos Dorados para promover uma cultura diversa e inclusiva. “Temos o compromisso de promover a escuta ativa e oferecer um espaço de confiança para que nossas pessoas se sintam confortáveis para se expressar. Os dados dessa pesquisa reforçam que nossos esforços estão sendo vivenciados dentro da companhia, assim seguimos comprometidos e priorizando essa agenda”, afirma Fábio Sant’Anna, Diretor de Gente, Diversidade e Inclusão na Arcos Dorados.

O valor de ser quem é

A Arcos Dorados adota a filosofia da Cooltura de Serviço, que orienta comportamentos com base nos princípios e valores da companhia. Integrada à rotina dos colaboradores, essa filosofia incentiva que as pessoas sejam quem realmente são, com liberdade para se expressar — desde como se comunicam ao visual que desejam.

Para Leandro Corrêa, Gerente de Gente, Diversidade & Inclusão, vivenciar essa filosofia na empresa foi fundamental para ele se desenvolver profissionalmente. “Minha trajetória na Arcos Dorados começou aos 16 anos de idade — trabalhei como Atendente em minha cidade natal e fiquei 10 anos atuando em restaurantes, vivendo a interação de clientes com a nossa marca. Quando cheguei aqui, ainda não me entendia como um homem gay e contar com o acolhimento no meu local de trabalho fez toda a diferença para que eu pudesse encontrar a minha própria verdade, ser eu mesmo e seguir evoluindo na profissão”, completa.

O compromisso com a inclusão se materializa por meio de iniciativas que fortalecem a escuta, o respeito, a conscientização e a valorização das individualidades. Um exemplo disso é o Comitê de Diversidade e Inclusão, criado em 2018, com o objetivo de promover diálogos e ações para as frentes de Gênero, Raça, Gerações e Pessoas com Deficiência, além do pilar de Diversidade Sexual, que conta com iniciativas como:

Rede Orgulho Arcos: grupo de trabalho formado por colaboradores de diversas áreas.
Guia de Diversidade Sexual: guia com diretrizes para o combate à discriminação e a promoção de um ambiente de trabalho mais inclusivo.
Uniformes: código de vestimenta que neutraliza os estereótipos de gênero.
Nome social: independentemente do registro civil, seja nos restaurantes ou nos escritórios, as pessoas são identificadas pelo seu nome social em todos seus documentos internos.
Benefícios extensivos: todos os benefícios são extensivos aos cônjuges de mesmo gênero.
McAmigo: apoio psicológico, jurídico e de assistência para lidar com questões do dia a dia, e no momento de transição de gênero, para retificação da documentação, acesso a serviços de saúde e acompanhamento especializado no processo.
PPR: a política atual de PPR, firmada em 2023, prevê isenção de desconto em casos de afastamentos necessários para hormonização e cirurgias de redesignação sexual.

“Tive lideranças LGBTQIA+ que me inspiraram, me mostrando que era possível ocupar qualquer espaço. Aos 21 anos, conheci meu marido, e desde então ele fez parte da minha vida pessoal e profissional. Sempre fomos respeitados, em cada evento, conquista e até mudança de cidade. Nunca nos faltou acolhimento. Poder viver minha verdade com tranquilidade e ainda ser reconhecido por isso é algo que carrego com profunda gratidão. Hoje, trabalho diretamente com a agenda de Diversidade e Inclusão, represento a companhia no Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ e me sinto honrado em ser, agora, uma referência para outras pessoas da comunidade. Sei que ainda há caminhos a trilhar, mas também sei que aqui há gente disposta a caminhar junto. E isso faz toda a diferença”, conclui Leandro.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.400 restaurantes, entre unidades próprias e de seus franqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2025). A empresa também está comprometida com o desenvolvimento das comunidades em que opera com a oferta de oportunidades de primeiro emprego formal aos jovens e com o impacto ambiental positivo por meio de sua Receita do Futuro. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia, por favor, visite o nosso site: www.arcosdorados.com

Foto: Divulgação

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Favorito inaugura maior loja do grupo e anuncia novos investimentos

Favorito inaugura maior loja do grupo e anuncia novos investimentos

Localizado na Avenida Ayrton Senna, o empreendimento marca o plano de expansão do grupo, que agora conta com seis lojas espalhadas em Natal e Macaíba

A diretoria do Grupo Favorito – Venício Gama, Sandra Gama e Vinícius Gama – cortou a faixa de inauguração do novo Favorito Atacado na noite da última terça-feira (24) em evento para convidados. No dia seguinte, quarta-feira (25), a loja foi aberta ao público, que foi conferir as ofertas.

Localizado na Avenida Ayrton Senna, o empreendimento marca o plano de expansão do grupo, que agora conta com seis lojas espalhadas em Natal e Macaíba. Na ocasião, o presidente do grupo, Venício Gama, anunciou que a empresa adquiriu recentemente um terreno no bairro de Petrópolis, onde faz planos de abrir mais uma unidade do Favorito.

O novo Atacado Favorito ocupa uma área de 16 mil m² – se destacando como a maior loja do grupo. Vai gerar mais de 200 novos empregos diretos e leva para os clientes os diferenciais da marca, como o atendimento de excelência e a qualidade dos produtos, com destaque para o setor de hortifruti.

Conta com um mix de 14 lojas que incluem os serviços de petshop e farmácia, uma academia de ponta, a Smartfit, e a cafeteria de marca própria, que tem a parceria da marca São Braz. Tudo isso para que o cliente, além das compras de casa e abastecimento dos pequenos negócios, encontre outras soluções que necessita em um só lugar.

A aposta do Favorito no segmento segue uma tendência nacional: 50% das vendas de alimentos no Brasil já vêm desse formato, e desde 2014, o atacarejo tem crescido em dois dígitos e duas vezes mais rápido que o autosserviço. O grupo já conta com um atacarejo na zona norte de Natal e outro em Macaíba.

Foto: Divulgação

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Mais da metade dos brasileiros prefere trabalho por conta própria do que CLT

Mais da metade dos brasileiros prefere trabalho por conta própria do que CLT

Pesquisa do Datafolha indica que 59% dos brasileiros preferem ser autônomos a ter um emprego formal; especialista comenta riscos de empreender sem planejamento

59% dos brasileiros preferem trabalhar por conta própria a ter emprego formal. É o que aponta uma pesquisa divulgada pelo Datafolha. De acordo com o Instituto, a tendência é mais forte entre jovens e pessoas com maior renda, e revela uma mudança no perfil do trabalhador brasileiro. O levantamento foi feito entre os dias 10 e 11 de junho com 2.026 pessoas ouvidas em 136 municípios de todo o país.

Os dados demonstram que 39% dos entrevistados se sentem mais confortáveis com o emprego formal, enquanto 31% se dizem dispostos a trabalhar sem registro se ganharem mais. Já na faixa etária de 16 a 24 anos, a preferência pelo trabalho por conta própria é mais acentuada. 68% dos jovens disseram que preferem ser autônomos, enquanto apenas 28% disseram preferir um vínculo empregatício com carteira assinada.

Segundo o contador Daniel Carvalho, diretor da Rui Cadete, os dados evidenciam uma transição de percepção geracional sobre estabilidade, mas acendem o alerta. “Empreender é um passo importante, mas que demanda muito mais do que uma boa ideia ou vontade de ser independente. O trabalhador que opta por atuar como autônomo precisa entender que está assumindo responsabilidades tributárias, financeiras e legais”, explica.

Já entre os entrevistados com mais de 60 anos, 50% afirmaram preferir trabalhar por conta própria, contra 45% que ainda valorizam o modelo CLT. Outra mudança apontada pelo Datafolha é a queda no número de pessoas que priorizam o emprego formal, ainda que isso signifique ganhar menos. Em 2022, 77% dos entrevistados preferiam a segurança da carteira assinada mesmo com remuneração inferior; agora são 67%.

“O que vemos no dia a dia é que, em meio aos salários baixos e a falta de oportunidades, muita gente ainda opta pelo empreendedorismo, mesmo desconhecendo os passos necessários para formalizar sua atividade, organizar receitas e despesas e manter a regularidade fiscal. Muitas vezes, só procuram uma assessoria profissional, como a de um contador, quando enfrentam problemas com a Receita Federal ou quando precisam de crédito”, destaca Daniel.

Iniciativas como o Microempreendedor Individual (MEI) e o Simples Nacional podem facilitar o processo de formalização, mas, de acordo com o diretor da Rui Cadete, mesmo estes precisam de orientação especializada. “Ser MEI ou optante pelo Simples não significa estar totalmente isento de obrigações. Há limites de faturamento, regras específicas e a necessidade de manter organização financeira. Quem ignora essas questões pode acabar tendo problemas”, encerra.

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Preço do etanol sobe no RN e estado registra a segunda maior média do Nordeste

Preço do etanol sobe no RN e estado registra a segunda maior média do Nordeste

Levantamento da ANP mostra aumento de 5,27% no valor do etanol; gasolina e diesel também registram alta no estado

O preço médio do etanol subiu no Rio Grande do Norte entre os dias 15 e 21 de junho, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O litro do combustível foi comercializado a R$ 5,19 em média, o segundo maior valor registrado no Nordeste, ficando atrás apenas do estado do Ceará, onde o valor médio chegou a R$ 5,28.

Na comparação com o período anterior, entre os dias 8 e 14 de junho, quando o preço médio era de R$ 4,93, o aumento registrado no RN foi de 5,27%. Enquanto isso, outros estados da região, como Alagoas, Bahia, Maranhão, Pernambuco e Sergipe, apresentaram redução no preço do etanol.

Em âmbito nacional, o levantamento da ANP apontou queda nos preços do etanol em 16 estados e no Distrito Federal. Em três estados da Região Norte — Amapá, Amazonas e Roraima — os preços se mantiveram estáveis. Além do Rio Grande do Norte, também houve alta no etanol nos estados do Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Piauí e Rondônia.

Gasolina e diesel também registram aumento no RN

O aumento de preços também foi observado na gasolina comum. A ANP identificou que o preço médio do litro do combustível no Rio Grande do Norte subiu de R$ 6,16 para R$ 6,38 na semana analisada, o que representa um aumento de 3,57%. Com esse valor, o estado passou a registrar a sexta gasolina mais cara da região Nordeste.

O óleo diesel também seguiu a mesma tendência. O preço médio no estado subiu de R$ 5,95 para R$ 6,07 por litro, conforme os dados mais recentes divulgados pela ANP.

Governo federal aprova aumento da mistura de etanol e biodiesel

No mesmo período em que os preços dos combustíveis aumentaram, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou, em reunião realizada na quarta-feira (25), o aumento da mistura obrigatória de etanol na gasolina, que passará de 27% para 30%. A nova composição, conhecida como E30, entrará em vigor a partir de 1º de agosto.

Além disso, a mistura obrigatória de biodiesel no diesel também será elevada de 14% para 15%, passando a adotar o padrão B15.

A reunião foi conduzida no Ministério de Minas e Energia (MME) com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia) e de outros integrantes do colegiado. Segundo o governo, a medida tem como objetivo aumentar a autossuficiência energética do país e reduzir a dependência de combustíveis fósseis, além de buscar a redução dos preços nas bombas.

De acordo com o governo federal, a implementação das novas misturas poderá gerar mais de R$ 10 bilhões em investimentos e criar cerca de 50 mil postos de trabalho. Também é estimada uma possível redução de até R$ 0,20 no preço final da gasolina ao consumidor.

O diretor da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio), Erasmo Battistella, afirmou que a mudança atende ao cronograma da lei do “combustível do futuro”, que prevê o aumento gradual da mistura de biodiesel até 20%. Ele declarou que a expectativa do setor é que os próximos marcos regulatórios sejam definidos em conjunto com o governo.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração / Pedro França/Agência Senado / Edilson Rodrigues/Agência Senado

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Câmara e Senado derrubam decretos do governo sobre IOF; PDL segue para sanção presidencial

Câmara e Senado derrubam decretos do governo sobre IOF; PDL segue para sanção presidencial

Com 383 votos na Câmara e aprovação simbólica no Senado, Congresso susta efeitos dos decretos do governo Lula sobre reajuste do IOF

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25.jun.2025), por 383 votos a 98, o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que suspende os efeitos de três decretos editados pelo governo federal relacionados ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O texto foi analisado em regime de urgência e, após a votação na Câmara, foi aprovado de forma simbólica pelo Senado Federal, seguindo agora para sanção presidencial.

A medida representa a principal derrota legislativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no atual mandato. O projeto susta os decretos que tratavam do aumento das alíquotas do IOF e da revisão de parte do reajuste anterior. A aprovação do PDL foi conduzida pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e contou com apoio de partidos da base e da oposição.

Efeitos fiscais e articulação

Quando foi publicado, o conjunto de decretos alterando o IOF provocou reações negativas no Congresso, principalmente pela ausência de articulação prévia. Deputados e senadores demonstraram insatisfação com o aumento de carga tributária por meio de medida provisória e decretos, o que contribuiu para a rápida tramitação do PDL.

O relator do projeto, deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO), argumentou em seu parecer que a cobrança de tributos representa uma intervenção no patrimônio dos cidadãos. Ele também afirmou que o governo federal não estaria atuando de forma efetiva para conter os gastos públicos e revisar benefícios fiscais, optando por aumentar impostos para alcançar metas fiscais.

Segundo o parlamentar, os decretos buscaram compensar déficits orçamentários, mas sem abordar temas como supersalários e isenções fiscais mantidas em outros setores.

Tramitação no Congresso

A inclusão do PDL na pauta de votação ocorreu durante uma semana de quórum reduzido devido ao período pós-festas de São João. A decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta, de pautar o texto em sessão semipresencial surpreendeu líderes partidários. O relator do projeto foi definido apenas no dia da votação, o que também gerou críticas entre aliados do governo.

Durante a votação, o líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), apresentou questões de ordem e tentou adiar a análise do texto, mas os pedidos foram rejeitados. Uma tentativa de adiamento por uma sessão foi derrotada por 354 votos contra 99. O líder afirmou que a derrubada dos decretos implica em um contingenciamento de aproximadamente R$ 12 bilhões, afetando áreas como programas sociais.

No Senado, a aprovação ocorreu por votação simbólica. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), também apoiou a iniciativa, reforçando o recado do Congresso ao governo federal quanto à insatisfação com medidas unilaterais de aumento de tributos.

Reações do governo

Antes da votação, integrantes do governo já cogitavam a possibilidade de judicialização do caso. No entanto, parte da base aliada avalia que acionar o Judiciário pode agravar a crise política e ampliar o distanciamento entre os Poderes. A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou em publicação nas redes sociais que o projeto não tem base jurídica para sustar os efeitos dos decretos.

Na votação da Câmara, partidos como PT, PV, PCdoB, PSOL e Rede orientaram voto contrário ao PDL. O líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), liberou a bancada. Já partidos como União Brasil, PP, PSD e PDT, que possuem ministérios na Esplanada, votaram favoravelmente ao projeto.

Com a aprovação nas duas Casas, o texto segue agora para a sanção presidencial. Caso sancionado, os efeitos dos decretos que alteraram o IOF serão anulados.

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados / Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados / Ricardo Stuckert/PR

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JMT Service celebra 20 anos com presença sólida no RN e expansão nos setores público e privado

JMT Service celebra 20 anos com presença sólida no RN e expansão nos setores público e privado

Empresa potiguar chega a duas décadas com um portfólio de serviços sólido e trajetória de crescimento com foco em qualidade, capacitação e compromisso social

Neste mês de junho, a empresa potiguar JMT Service, especializada em terceirização de mão de obra, celebra duas décadas de atuação, consolidando-se como referência no segmento no Rio Grande do Norte. Fundada com a missão de oferecer soluções completas nas áreas de limpeza, higienização e conservação predial, ao longo destes 20 anos construiu um portfólio robusto, presença estratégica em diferentes regiões e uma atuação sólida nos setores público e privado.

Genuinamente potiguar, a JMT tem atuação em 12 estados brasileiros, e segue investindo em inovação e ampliando sua atuação sem perder a essência local que impulsionou seu crescimento. Sua trajetória foi construída com base nos princípios bíblicos, no profissionalismo, responsabilidade social e excelência operacional. Hoje, atende órgãos públicos nas áreas de infraestrutura, saúde, educação e administração, além de prestar serviços a escolas, hospitais, shoppings, clínicas, supermercados, bancos, indústrias e condomínios.

Para Jonas Alves, diretor da JMT Service, o segredo do sucesso está no comprometimento com as pessoas. “Nosso crescimento ao longo desses 20 anos é resultado direto da dedicação de nossa equipe, da confiança dos clientes e do investimento contínuo em capacitação e estrutura. Temos orgulho de ser uma empresa potiguar que contribui para a economia local e oferece oportunidades de emprego e desenvolvimento profissional para tantas pessoas. E isso nos motiva a seguir com ainda mais responsabilidade e excelência na prestação dos nossos serviços”, destaca o gestor.

O leque de serviços oferecidos pela empresa é extenso e abrange áreas essenciais para o funcionamento de instituições e empresas. Além da prestação de serviços, a JMT investe continuamente em capacitação. Seus treinamentos envolvem temas como higienização hospitalar, uso correto de EPIs e EPCs, combate a incêndio, segurança no trabalho em altura e noções de trânsito. Esse compromisso com a formação profissional é um dos pilares da empresa, que preza pelo bem-estar e pelo crescimento de seus colaboradores, clientes e da sociedade como um todo.

“Sempre apostamos na capacitação como pilar estratégico, investir nas pessoas é o que garante a excelência dos serviços que entregamos. Esse compromisso nos permitiu crescer com responsabilidade, oferecer preços competitivos e expandir nossas operações para outras cidades e estados do país, sempre com o foco em gerar emprego, oportunidades e contribuir para o desenvolvimento local, afinal se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que edificam”, finaliza Jonas Alves.

Fotos: Divulgação

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Governo Lula libera R$ 407 milhões em emendas parlamentares em três dias

Governo Lula libera R$ 407 milhões em emendas parlamentares em três dias

Valores pagos entre 21 e 23 de junho superam em 77 vezes total liberado até o dia 20

O governo federal liberou R$ 407,1 milhões em emendas parlamentares entre os dias 21 e 23 de junho, conforme atualização divulgada nesta terça-feira (24) pelo Siop (Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento). O valor é 77 vezes maior do que o montante pago até o dia 20 do mesmo mês, que era de R$ 5,3 milhões.

A movimentação dos recursos começou no dia 12 de junho, quando apenas R$ 0,9 milhão havia sido pago. Até o dia 23, o valor total pago subiu para R$ 408,3 milhões. No mesmo período, o montante empenhado aumentou de R$ 93,1 milhões para R$ 897,7 milhões, representando um crescimento de R$ 804,6 milhões.

Apesar do volume liberado nos últimos dias, o total de pagamentos ainda corresponde a menos de 1% dos R$ 50 bilhões em emendas previstos no orçamento para o ano de 2025.

Partidos com maior volume de recursos

Os cinco partidos que mais receberam recursos em emendas parlamentares até o momento são:

  • União Brasil – R$ 59,7 milhões
  • PSD – R$ 55,5 milhões
  • PL – R$ 47,7 milhões
  • MDB – R$ 42,1 milhões
  • PP – R$ 39,3 milhões

A liberação intensificada de recursos tem sido interpretada como uma tentativa do governo de assegurar apoio ao decreto do ministro Fernando Haddad (Fazenda), que trata da elevação da alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A movimentação foi antecipada pelo portal Poder360.

A expectativa é que a segunda metade de 2025 registre aceleração nos pagamentos das emendas, como parte da estratégia do Executivo para fortalecer a base de apoio no Congresso.

Diferença entre empenho e pagamento

No processo de execução orçamentária, o empenho é a primeira etapa. É o momento em que o governo reserva uma parte do orçamento para o projeto ou ação indicada por um parlamentar. A etapa garante que os recursos serão direcionados futuramente, permitindo que o serviço possa ser contratado.

Após o empenho, vem a fase de liquidação, em que se verifica se o serviço foi executado de acordo com o contrato. Somente depois disso ocorre o pagamento, quando os valores são efetivamente liberados para quem realizou a atividade prevista na emenda.

Portanto, embora R$ 897,7 milhões tenham sido empenhados até o momento, apenas R$ 408,3 milhões foram pagos.

Projeções para o segundo semestre

Com o volume de pagamentos ainda distante do total autorizado no orçamento, a projeção é de que o governo federal intensifique as liberações de emendas parlamentares nos próximos meses. A estratégia é considerada importante para a articulação política de projetos de interesse do Executivo.

A movimentação do Siop será acompanhada com atenção por parlamentares e órgãos de controle, especialmente em votações de temas sensíveis para o governo federal.

Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República / Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil / Antônio Cruz/ Agência Brasil

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Haddad critica alta da Selic e defende cautela na política monetária

Haddad critica alta da Selic e defende cautela na política monetária

Ministro atribui decisão ao antigo comando do Banco Central e fala sobre controle de gastos e estímulo ao crédito

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (24) que está preocupado com o atual patamar da taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, e a classificou como restritiva diante das projeções de inflação.

Haddad apontou que a decisão de elevar os juros foi uma medida herdada da gestão anterior do Banco Central. Segundo ele, a elevação de 0,25 ponto percentual decidida na última semana pelo Copom (Comitê de Política Monetária) foi contratada ainda na reunião de dezembro de 2023, quando Roberto Campos Neto ainda ocupava a presidência da autarquia.

“Essa alta, sendo muito honesto, quem é do ramo sabe que falo a verdade, foi contratada na última reunião da qual participou o Roberto Campos, em dezembro. É como se tivesse estabelecido uma contratação futura da taxa. Não dá para dar cavalo de pau em política monetária, vai perder credibilidade. Tem que ter muita cautela”, declarou o ministro em entrevista à Record News.

Mudanças no Banco Central e trajetória da Selic

A presidência do Banco Central passou a ser ocupada por Gabriel Galípolo, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2024. Desde então, foram realizadas quatro reuniões do Copom, em janeiro, março, maio e junho. Em todas, houve elevação da taxa básica de juros, que acumulou uma alta de 2,75 pontos percentuais, saindo de 12,25% para 15% ao ano.

De acordo com a ata da última reunião, divulgada nesta terça-feira, o Copom avaliou a necessidade de manter os juros elevados por um período mais longo para conter a atividade econômica e controlar a inflação.

Gastos públicos e medidas de arrecadação

Durante a entrevista, Haddad também defendeu o congelamento do debate sobre aumento de gastos públicos. Segundo ele, é necessário buscar a sustentabilidade das contas públicas, limitando a expansão de despesas, salvo em situações emergenciais.

“Quanto mais poupança nós fizermos, o Brasil tem a chance de entrar num ciclo virtuoso, crescer mais e por um longo período”, disse o ministro.

No campo fiscal, o governo federal tem adotado medidas arrecadatórias. Recentemente, foi publicada uma medida provisória (MP) que visa elevar a arrecadação de impostos para compensar a redução do aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

A MP inclui:

  • Aumento da taxação sobre apostas esportivas;
  • Mudanças na tributação de instituições financeiras.

Também foi publicado um novo decreto para recalibrar a elevação do IOF.

Desconfiança do mercado e articulação no Congresso

Apesar das medidas adotadas pelo governo, parte do mercado financeiro continua demonstrando resistência e desconfiança quanto ao compromisso com as metas fiscais. A crítica principal recai sobre a ausência de cortes mais profundos no lado das despesas.

Haddad reconheceu que há desafios na articulação com o Congresso, mas demonstrou expectativa de avanço.

“Briga, discute, diverge, mas aí vamos pelo país e baixa um espírito de responsabilidade geral para nós avançarmos um pouco mais”, afirmou.

Déficit primário e crédito imobiliário

Relatório divulgado nesta terça-feira pela Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado aponta que o governo federal deverá encerrar 2025 com um déficit primário de R$ 83,1 bilhões, dentro da meta estabelecida no arcabouço fiscal.

O ministro também confirmou que o governo estuda novas formas de alavancar o crédito imobiliário no Brasil. Segundo ele, há espaço para crescimento no setor.

“O Brasil tem o crédito imobiliário na casa de 10% do PIB. Tem país como o Chile que é 30%. Tem países como a Austrália que é mais de 100% do PIB”, comparou.

Haddad informou que o governo estuda instrumentos com garantia para reduzir os juros e impulsionar o setor da construção civil, com foco no desenvolvimento econômico.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

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RN institui loteria estadual com expectativa de arrecadar R$ 25 milhões por ano

RN institui loteria estadual com expectativa de arrecadar R$ 25 milhões por ano

Nova lei sancionada pela governadora Fátima Bezerra regulamenta serviço e cria fundo estadual com foco em saúde, segurança e habitação

O Rio Grande do Norte oficializou nesta terça-feira (24.jun.2025) a regulamentação de sua loteria estadual, por meio da Lei nº 12.217/2025, sancionada pela governadora Fátima Bezerra após aprovação simbólica da Assembleia Legislativa do Estado. A medida também institui o Fundo Estadual da Loteria, que será responsável pela destinação dos recursos arrecadados.

Segundo o Governo do RN, a nova política fiscal tem como objetivo gerar receita sem aumento de impostos. A Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) estima que a loteria poderá arrecadar cerca de R$ 25 milhões por ano, com a aplicação dos recursos voltada prioritariamente para saúde, segurança e habitação.

“Essa loteria será conduzida com muita seriedade, garantindo toda integridade e o funcionamento do serviço”, afirmou a governadora.

Atualização da legislação e origem do serviço

Embora o serviço de loteria conste na legislação estadual desde 2002 (Lei nº 8.118/2002), ele nunca chegou a ser operacionalizado. A nova norma revoga a legislação anterior e atualiza os dispositivos legais, permitindo a viabilização da loteria como fonte de financiamento de políticas públicas.

O texto aprovado prevê que os recursos arrecadados sejam destinados principalmente a três áreas:

  • Saúde pública,
  • Segurança pública,
  • Habitação.

Além disso, a lei autoriza o uso complementar dos recursos em outras áreas como ciência e tecnologia.

Próximos passos: regulamentação e credenciamento

O Governo do Estado agora aguarda a regulamentação da lei, o que deve ocorrer em até 60 dias. Após essa etapa, será iniciado o processo de credenciamento das empresas que irão explorar o serviço.

De acordo com o secretário da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, o modelo adotado permitirá que o serviço seja explorado diretamente pelo Estado, mas também abre possibilidade para exploração por terceiros por meio de concessão, permissão, autorização ou outras modalidades de contratação pública.

“Foi criada uma estrutura dentro da própria Sefaz para conduzir esse processo e garantir maior lisura na arrecadação e na gestão dos recursos”, explicou Xavier.

Modalidades de jogo ainda serão definidas

A forma de exploração da loteria e os jogos que serão ofertados ao público ainda serão definidos na fase de regulamentação. O governo estuda modelos utilizados em outros estados que já implementaram serviços semelhantes, como Paraíba e Paraná, para adequar a loteria potiguar a um modelo sustentável.

“O Governo do Estado caminha nesse sentido de ter uma loteria estadual, mas também pensando nesse processo com responsabilidade, para que ele seja uma nova fonte de divertimento, e não algo que tenha impacto social negativo nas pessoas”, completou Xavier.

A expectativa do governo é concluir todas as etapas necessárias até o fim deste ano, para que a loteria estadual do Rio Grande do Norte possa começar a operar ainda em 2025.

Foto: Sandro Menezes/Governo do RN / Carmem Félix/Governo do RN

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Futuro do Trabalho: a aposta do McDonald's na Geração Z

Futuro do Trabalho: a aposta do McDonald’s na Geração Z

Com 62% de colaboradores com menos de 24 anos, empresa reforça compromisso com emprego jovem e protagonismo da GenZ para transformar a sociedade

Formada por nascidos entre 1997 e 2012, a Geração Z já representa uma força significativa no mercado de trabalho. Essa geração, moldada por eventos históricos recentes e profundamente conectada à tecnologia, traz uma nova perspectiva para as relações pessoais e profissionais. Como consequência, tem impulsionado mudanças na cultura organizacional, nos processos de recrutamento e na gestão. As empresas, por sua vez, precisam adaptar seus ambientes para atender às expectativas desses jovens — como diversidade, inclusão e sustentabilidade.

Por acreditar na força empreendedora da juventude, a Arcos Dorados, empresa responsável pela operação do McDonald’s no Brasil, abre, anualmente, cerca de 5 mil vagas para jovens talentos, consolidando-se como uma das maiores empregadoras do país. “Acreditamos no futuro do trabalho e apostamos em treinamento e desenvolvimento, oferecendo não só um emprego, como a chance de crescimento com propósito”, afirma Fábio Sant’Anna, Diretor de Gente, Diversidade e Inclusão na empresa.

Segundo uma pesquisa global realizada em 2024 pela Deloitte, 86% dos jovens da Geração Z acreditam que ter um propósito claro no trabalho é fundamental para que se sintam realizados profissionalmente. Além disso, 44% afirmaram não aceitar vagas em uma empresa com valores éticos em desacordo com os seus. Os dados reforçam que essa geração prioriza trabalhar em ambientes que estejam alinhados com suas convicções e que ofereçam mais do que apenas estabilidade financeira.

Atualmente, cerca de 62% do quadro de colaboradores da Arcos Dorados é composto por jovens entre 18 e 24 anos. Para muitos, trata-se do primeiro emprego formal e, por consequência, uma oportunidade de desenvolvimento profissional, uma vez que todos os colaboradores da companhia têm acesso a trilhas de capacitação abrangendo habilidades comportamentais, contribuindo para o crescimento profissional e pessoal. “Temos muito orgulho em dizer que 88% dos nossos gerentes de restaurantes iniciaram a carreira conosco, como atendentes. Isso reforça o nosso objetivo de oferecer oportunidades reais de crescimento, por meio de um ambiente respeitoso e seguro psicologicamente, que impulsiona cada colaborador a atingir seu máximo potencial”, de acordo com Fábio.

Mais do que abrir as portas ao mercado de trabalho, a Arcos Dorados fomenta o protagonismo da juventude e acredita nela como motor de transformação social. Ao investir na capacitação e no desenvolvimento da GenZ, a empresa reafirma seu compromisso com valores como equidade, inclusão, diversidade. “Jovens que antes enfrentavam barreiras de acesso ao mercado formal hoje encontram na companhia um espaço para aprender, evoluir e até mesmo liderar”, finaliza o executivo. Ao apostar na força jovem no trabalho, esta jornada vai além do negócio: é uma escolha estratégica que mostra como é possível unir resultados sustentáveis a um propósito maior — o de formar uma nova geração de profissionais conscientes, preparados e empoderados para construir um futuro mais justo e plural.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.400 restaurantes, entre unidades próprias e de seus franqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2025). A empresa também está comprometida com o desenvolvimento das comunidades em que opera com a oferta de oportunidades de primeiro emprego formal aos jovens e com o impacto ambiental positivo por meio de sua Receita do Futuro. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com

Foto: Divulgação

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Entenda a preocupação mundial com possível fechamento de Ormuz

Entenda a preocupação mundial com possível fechamento de Ormuz

Pelo estreito passam 20% da produção de petróleo e gás

O Parlamento iraniano aprovou neste domingo (22) o fechamento do Estreito de Ormuz como retaliação aos ataques norte-americanos às usinas nucleares do país.

A decisão ainda precisa ser validada pelo conselho nacional de segurança iraniano e pelo próprio líder supremo, aiatolá Ali Khamenei. A medida envolveria o uso de força militar para impedir o tráfego marítimo na região.

Apenas a possibilidade de que isso ocorra já causou grande preocupação mundial, uma vez que 20% da produção de petróleo e gás passam pelo estreito. O transporte de outros produtos também depende de Ormuz.

Entre eles, plásticos, fertilizantes, produtos químicos, automóveis, maquinários e eletrônico. Caso a decisão do parlamento iraniano se mantenha, a tendência é de aumento generalizado de preços desses produtos.

A China seria um dos países mais impactados. Por isso, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, se manifestou em defesa da estabilidade na região.

“O Golfo Pérsico e as águas circundantes são canais vitais para o comércio internacional e o transporte de energia. Manter a segurança e a estabilidade na região atende aos interesses comuns da comunidade internacional”, disse Jiakun, de acordo com informações da Reuters.

“A China apela a todas as partes para que intensifiquem os esforços para aliviar as tensões e evitar que a instabilidade regional afete ainda mais o desenvolvimento econômico global.”

A chefe da política externa da União Europeia, Kaja Kallas, também se pronunciou sobre os riscos de fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã.

“As preocupações com retaliações e com a escalada desta guerra são enormes, especialmente o fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã, que seria algo extremamente perigoso e não seria bom para ninguém”, afirmou Kallas, segundo a Reuters.

Foto: Jevgenijs Slihto/Visualhunt.com / Mariana Heinz/Visualhunt.com

Da Agência Brasil

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Membros da APER visitam maior usina de energia solar do mundo em Dubai

Membros da APER visitam maior usina de energia solar do mundo em Dubai

Em Dubai, a agenda incluiu três visitas técnicas cruciais, focadas em sustentabilidade e inovação

A Associação Potiguar de Energias Renováveis (APER), por meio de sua comitiva, participou da Missão Sebrae SNEC 2025, um evento estratégico que levou a delegação a Xangai, na China, de 9 a 14 de junho, para a maior feira global do setor de energias renováveis. A jornada de conhecimento e inovação se estendeu posteriormente a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde a equipe teve a oportunidade de visitar a maior usina solar do mundo.

A comitiva da APER foi composta pelo presidente Williman Oliveira, o vice-presidente Kaio César Medeiros, e o diretor de Relações Institucionais, Cássio Maia. A missão também contou com a presença do superintendente do Sebrae/RN, Zeca Melo, da consultora Lorena Roosevelt, e de Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).

Em Dubai, a agenda incluiu três visitas técnicas cruciais, focadas em sustentabilidade e inovação. “Visitamos uma grande usina solar, o museu do futuro e uma grande estrutura sustentável de um dos maiores shoppings do mundo que fica em Dubai”, revelou Williman Oliveira, presidente da APER.

Detalhando as visitas, Oliveira destacou: “Primeiro, visitamos um dos maiores shoppings do mundo, o Dubai Mall, onde pudemos entender como são aplicadas as práticas de sustentabilidade, como o aproveitamento da água e a eficiência energética. Todo o consumo e geração de energia do shopping é monitorado em tempo real por uma sala de controle altamente tecnológica, gerenciada pela ENOVA, empresa responsável por toda a plataforma energética do local.”

Em seguida, a comitiva explorou o Museu do Amanhã. “Fomos ao incrível Museu do Amanhã — uma obra futurista, ambiciosa e simplesmente fantástica. Nada que os árabes sonhem parece estar fora do alcance. Eles realmente acreditam e fazem isso! O museu é uma verdadeira viagem ao futuro, onde a imaginação e a inovação caminharam juntas de forma espetacular”, comentou o presidente da APER, impressionado com a visão de futuro de Dubai.

Para encerrar a missão, o ponto alto foi a visita ao Centro de Inovação da DEWA, localizado no maior parque solar do mundo. “E para fechar com chave de ouro, visitamos o Centro de Inovação da DEWA, localizado no maior parque solar do mundo, com impressionantes 3,2 gigawatts de potência instalada”, enfatizou Williman Oliveira. Ele ainda ressaltou a importância do empreendimento: “Esse parque já é responsável por 23% da energia consumida em Dubai, e a meta é que, até 2025, toda a cidade seja abastecida por fontes renováveis. Uma experiência única e inspiradora!”

A participação da APER nesta missão reforça o compromisso da associação em buscar as melhores práticas e inovações globais para o desenvolvimento do setor de energias renováveis no Rio Grande do Norte.

Foto: Divulgação

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Rogério Marinho critica silêncio do governo Lula após alta da Selic para 15%

Rogério Marinho critica silêncio do governo Lula após alta da Selic para 15%

Senador atribui responsabilidade ao presidente do BC, Gabriel Galípolo, e cobra posicionamento de aliados do governo

O aumento da taxa básica de juros (Selic) de 14,75% para 15%, anunciado na quarta-feira (18.jun.2025) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, provocou reação do líder da oposição no Congresso Nacional, senador Rogério Marinho (PL-RN).

Em publicação nas redes sociais, o parlamentar criticou o silêncio do governo federal diante da decisão e destacou que o atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “O nome do presidente do Banco Central é Galípolo, repita comigo, Galípolo, indicado por Lula. Hoje os juros que são cobrados, estratosféricos, foram definidos por Galípolo e pela maioria dos indicados do presidente Lula”, escreveu Marinho.

O senador também cobrou manifestações do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), e da ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Marinho comparou a atual gestão do BC à de Roberto Campos Neto, que presidiu a instituição entre 2019 e janeiro de 2025. Segundo ele, Campos era responsabilizado pelo governo por manter os juros elevados, mas a atual política fiscal “absolutamente irresponsável” seria a responsável por impedir a queda da taxa. “Isso inibe o investimento no Brasil. Isso gera insegurança para quem é empreendedor ou quem financia o governo brasileiro através da compra dos títulos de dívida pública”, afirmou.

O parlamentar também relacionou o aumento dos juros ao comportamento do câmbio. “Isso gera problema na nossa questão do câmbio”, afirmou, ao criticar declaração recente de Lula de que “brasileiro não come dólar”. Para Marinho, essa afirmação ignora a importância da moeda para a compra de insumos essenciais em setores como o alimentício e industrial.

Críticas também partiram da Câmara

O deputado federal General Girão (PL-RN) também criticou a alta da Selic e a ausência de manifestação do governo federal. Ele relembrou que, em 2006, último ano do primeiro mandato de Lula, os juros também estavam no patamar atual. “O PT não tem mais Roberto Campos para culpar, e mesmo assim o governo segue perdendo a guerra para a inflação”, afirmou.

Na visão do parlamentar, a política econômica da atual gestão é ineficaz. “Quem paga a conta é o povo”, declarou.

Em contrapartida, a deputada federal Natália Bonavides (PT-RN), integrante da base governista, também se posicionou contra a decisão do Copom. Em publicação nas redes sociais, ela classificou o aumento como “absurdo e inaceitável” e defendeu mudanças na política monetária. “É urgente uma guinada nessa política que só beneficia quem especula, e não quem produz. O presidente do BC precisa mudar de postura diante das pressões do capital financeiro, não há nenhuma teoria econômica que justifique isso como razoável”, disse.

Campos Neto comenta decisão

O ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, também comentou o reajuste da taxa para 15%. “Eu poderia falar: ‘Viu? Me criticaram tanto e agora a taxa está maior’. Mas minha honestidade intelectual não me deixa embarcar nessa. Eu teria feito a mesma coisa”, afirmou.

Campos Neto justificou que a decisão do Copom está relacionada à necessidade de reforçar a credibilidade diante de expectativas desancoradas. Durante sua gestão, que se estendeu de 2019 a janeiro de 2025, a Selic passou de 2% para 13,75%, em um dos ciclos mais longos de elevação de juros no país.

Justificativa do Copom

Em nota oficial, o Copom apontou que o cenário internacional permanece adverso, com incertezas geradas principalmente pelas políticas fiscal e comercial dos Estados Unidos. A autoridade monetária também citou a volatilidade de ativos globais e os efeitos nas condições financeiras, o que exige cautela por parte de países emergentes em meio à tensão geopolítica global.

Foto: Roque de Sá/Agência Senado / Lula Marques/Agência Brasil

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Com 16 mil m², Grupo Favorito inaugura maior loja em Nova Parnamirim e gera 200 novos empregos

Com 16 mil m², Grupo Favorito inaugura maior loja em Nova Parnamirim e gera 200 novos empregos

Operação reúne mix de 14 lojas, serviços de petshop, academia e cafeteria; investimento de player genuinamente potiguar segue tendência nacional de consumo em crescimento

Com atendimento de excelência e a qualidade dos produtos já conhecidos pelos potiguares, o Grupo Favorito inaugura nesta quarta-feira (25) sua primeira unidade de atacarejo na zona sul de Natal. A loja está localizada na Avenida Ayrton Senna, em Nova Parnamirim, e chega como a maior do grupo – com 16 mil m² de área – e 200 novos empregos gerados. A nova operação é pioneira no segmento na região gerida por uma marca local, e reforça o plano de expansão da rede Favorito, que já atua em Natal, Macaíba e Parnamirim.

O novo Atacado Favorito terá um conceito inovador, como destaca o diretor comercial do grupo Favorito, Vinícius Gama. “Levamos para o atacado o DNA do Favorito em experiência e produto, mas vamos além, com um mix de 14 lojas que incluem os serviços de petshop e farmácia, uma academia de ponta, a Smartfit, e a cafeteria de marca própria, que conta com a parceria da marca São Braz. Tudo isso para que o cliente, além das compras de casa e abastecimento dos pequenos negócios, encontre outras soluções que necessita em um só lugar”, pontua.

Com a inauguração da sexta loja, a rede Favorito passa a gerar ao todo mais de 950 empregos diretos. Para os próximos anos estão previstas outras inaugurações em Macaíba e na zona norte de Natal.

Modelo de negócio em ascensão

De acordo com a Associação Brasileira dos Atacarejos (Abaas), o modelo de negócio foi o que mais cresceu em comparação com os outros formatos de varejo alimentar no último ano, com um aumento de 12,9%. O dado é resultado de pesquisa da NielsenIQ realizada em 2024, que também revela que esse formato de compras já conquistou espaço em 74% dos lares brasileiros.

No Brasil, o atacarejo surgiu em 1972 com objetivo de oferecer preços mais baixos em produtos de maior consumo e volume, como bebidas, alimentos e artigos de limpeza, devido à estrutura que permite a compra em grandes quantidades (como fardos, pacotes e caixas). Entretanto, hoje, mais de 39% do crescimento do canal ocorre via perecíveis frescos, como itens de açougue, padaria, frios, etc. – seguido de produtos básicos e grãos (21,6%) e bebidas (12,4%), o que aproxima ainda mais o consumidor.

Neste cenário, a aposta do grupo Favorito no segmento segue uma tendência nacional que ainda tem espaço para crescer, conforme aponta o presidente da Abaas, Virgílio Villefort: “Para que isso aconteça, no entanto, é preciso que o Atacarejo se mantenha competitivo, levando em conta nosso maior diferencial: o preço. Nesse sentido, a criatividade é essencial, mas fortalecer a parceria com a indústria certamente é um caminho que pode colaborar para que o consumo se mantenha”, opina.

Foto: Divulgação

MATÉRIA ALTERADA ÀS 14h45 DE 23/06/2025 PARA CORREÇÃO DE INFORMAÇÕES

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Mercado imobiliário de Natal cresce 4,23% em 2025 e impulsiona lançamento estratégico da Mirantes

Mercado imobiliário de Natal cresce 4,23% em 2025 e impulsiona lançamento estratégico da Mirantes

Com alta valorização e crescimento na locação por temporada, capital potiguar atrai investidores e impulsiona empreendimentos inteligentes como o Vista Ponta Negra.

Natal entrou definitivamente no radar dos grandes investidores imobiliários em 2025. Segundo o Índice FipeZAP de Venda Residencial, a capital potiguar acumulou valorização de 4,23% entre janeiro e maio deste ano, posicionando-se entre os mercados mais promissores do país. Mesmo com Fortaleza à frente por uma margem estreita (4,35%), os dados consolidam Natal como destaque regional e nacional. No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento foi ainda mais expressivo: 7,82%, superando indicadores como o IPCA (5,42%) e o IGP-M (7,02%).

Esse aquecimento do setor é impulsionado não apenas pelas condições econômicas favoráveis, mas também pelas mudanças urbanísticas recentes, como o novo Plano Diretor de Natal e os investimentos previstos para a orla urbana da cidade. A engorda da praia e a revitalização da Avenida Erivan França, já anunciadas pela Prefeitura, prometem valorizar ainda mais áreas como Ponta Negra, um dos cartões-postais da capital.

É justamente nesse contexto que a Mirantes Empreendimentos apresenta o Vista Ponta Negra, um projeto contemporâneo e inovador, desenhado com foco tanto na valorização patrimonial quanto no desempenho em locação por temporada. O empreendimento oferece infraestrutura moderna, vista para o mar e diferenciais como automação, áreas comuns funcionais e localização estratégica — atributos cada vez mais valorizados por quem busca rentabilidade no setor.

De acordo com dados da CarpeDiem Homes (com base na plataforma Airbtics), os aluguéis por temporada em Ponta Negra cresceram em média 29% nos últimos 12 meses, enquanto a taxa de ocupação aumentou 19% no mesmo período. Hoje, a ocupação média anual na região gira em torno de 57%, um número expressivo para o mercado brasileiro. “Produtos pensados em locação de temporada podem ter números ainda melhores do que produtos simplesmente anunciados em prédios tradicionais”, explica Samuel Gondim, CEO e fundador da CarpeDiem Homes.

Com olhar apurado para as tendências de mercado e sensibilidade ao potencial urbano de Natal, a Mirantes entrega com o Vista Ponta Negra um produto que vai além da estética ou localização: é uma resposta estratégica a um mercado em transformação. A empresa reforça, assim, sua missão de criar empreendimentos que acompanham as mudanças da cidade, oferecendo soluções que combinam qualidade de vida, inovação e oportunidades de investimento sólidas.

Foto: Divulgação

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INSS deve devolver em parcela única os descontos indevidos a aposentados e pensionistas

INSS deve devolver em parcela única os descontos indevidos a aposentados e pensionistas

Mais de 3,2 milhões de beneficiários contestaram valores cobrados por entidades associativas; ressarcimento depende de autorização do STF

O advogado-geral da União, Jorge Messias, informou nesta quarta-feira (18.jun.2025) que os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que sofreram descontos indevidos terão os valores devolvidos em parcela única até o fim de 2025. A medida depende de autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) para liberação de crédito extraordinário fora do teto de gastos.

A informação foi divulgada durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais, que contou também com a participação do presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior. O governo aguarda um posicionamento final do STF para apresentar o calendário de pagamentos.

Segundo Jorge Messias, a intenção é que o pagamento seja realizado de maneira simplificada e sem distinção entre grupos prioritários. O ressarcimento abrange beneficiários que contestaram descontos aplicados por entidades associativas, que somam mais de 3,2 milhões de casos até agora.

Pedido ao STF

Na semana anterior, a Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou ação no STF solicitando autorização para abertura de crédito extraordinário. A proposta busca garantir os pagamentos sem que os valores entrem nas regras fiscais de 2025 e 2026. A ação está sob relatoria do ministro Dias Toffoli.

Toffoli convocou uma audiência de conciliação para o dia 24 de junho com representantes da União, do INSS, da Defensoria Pública da União e do Ministério Público Federal. O ministro já deferiu um dos pedidos da AGU, suspendendo o prazo de prescrição para contestação entre março de 2020 e março de 2025.

Contestação e números

Gilberto Waller Júnior informou que, até o momento, 3,2 milhões de aposentados e pensionistas contestaram os descontos. A estimativa inicial da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União era de até 4,1 milhões de beneficiários impactados.

Dos que realizaram consulta, apenas 89 mil reconheceram os descontos como legítimos. As contestações envolvem 43 entidades associativas. Cerca de 75% das consultas foram realizadas por meio da plataforma Meu INSS, via celular ou computador. Também estão disponíveis os canais 135 e agências dos Correios.

Casos envolvendo falecidos

O presidente do INSS esclareceu que, nos casos em que o beneficiário faleceu nos últimos cinco anos, o ressarcimento só poderá ser feito por meio de ação judicial. Isso ocorre porque não é possível identificar herdeiros e fazer a conferência pelas plataformas eletrônicas ou telefone.

Em relação aos descontos anteriores a março de 2020, Waller afirmou que não há possibilidade de recuperação por via administrativa devido à prescrição legal. Ele ressaltou que os primeiros registros de descontos em folha datam do início dos anos 1990.

Recuperação de valores e investigações

As fraudes nos descontos indevidos são alvo da Operação Sem Desconto, conduzida pela Polícia Federal. A investigação aponta que cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados indevidamente de beneficiários entre 2019 e 2024.

Até o momento, a Justiça Federal já determinou o bloqueio de R$ 119 milhões em bens de empresas e investigados. No mês anterior, a AGU solicitou o bloqueio de R$ 2,5 bilhões contra 12 entidades e 60 dirigentes.

Jorge Messias afirmou que a AGU continuará atuando para recuperar os valores. Segundo ele, o modelo de ressarcimento proposto pela via administrativa, com correção monetária, será mais eficiente e seguro.

O grupo especial da AGU continua atuando para garantir a reparação dos valores descontados de forma indevida de aposentados e pensionistas do INSS.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil / Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Mais de 1,3 milhão de potiguares poderão receber energia gratuita com nova Tarifa Social

Mais de 1,3 milhão de potiguares poderão receber energia gratuita com nova Tarifa Social

Benefício será concedido a partir de julho para famílias com consumo mensal de até 80 kWh, conforme nova medida provisória do Governo Federal

A partir do dia 5 de julho, mais de 1,35 milhão de moradores do Rio Grande do Norte — cerca de 39,2% da população do estado — poderão ser beneficiados pelas novas regras da Tarifa Social de Energia Elétrica, conforme estabelece a Medida Provisória nº 1.300/2025, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 20 de maio.

A medida garante isenção total da tarifa de energia elétrica para famílias de baixa renda que consumirem até 80 quilowatts-hora (kWh) por mês. Acima desse limite, o valor pago será referente apenas à diferença excedente.

No estado, segundo levantamento do Governo Federal, 386,4 mil unidades consumidoras atendem aos critérios da nova regra, o que coloca o Rio Grande do Norte entre os estados com maior número de beneficiários na região Nordeste. A medida busca ampliar a justiça tarifária e promover economia às famílias vulneráveis.

Benefício no contexto nacional e regional

Em todo o país, a nova Tarifa Social pode alcançar 17,39 milhões de famílias, o que representa mais de 60 milhões de brasileiros. A região Nordeste lidera com o maior número de beneficiários: 7,75 milhões de famílias, representando cerca de 27,1 milhões de pessoas.

Na sequência, estão as regiões:

  • Sudeste: 5,69 milhões de famílias (19,9 milhões de pessoas);
  • Norte: 1,65 milhão (5,78 milhões de pessoas);
  • Sul: 1,26 milhão (4,42 milhões de pessoas);
  • Centro-Oeste: 1,03 milhão (3,61 milhões de pessoas).

Entre os estados, São Paulo lidera com 2,41 milhões de famílias beneficiadas, seguido por Bahia (1,76 milhão), Rio de Janeiro (1,68 milhão) e Ceará (1,54 milhão).

Quem pode receber o benefício

Para ter acesso à Tarifa Social de Energia Elétrica, o responsável pela unidade consumidora precisa atender a pelo menos um dos seguintes critérios:

  • Estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico) para Programas Sociais do Governo Federal, com renda familiar mensal per capita de até meio salário-mínimo;
  • Ser idoso com 65 anos ou mais ou pessoa com deficiência que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC), conforme os artigos 20 e 21 da Lei nº 8.742/1993;
  • Estar inscrito no CadÚnico com renda mensal de até três salários-mínimos, e possuir na família pessoa com deficiência ou doença que requeira o uso contínuo de equipamentos que consomem energia elétrica para tratamento médico.

Como funciona a adesão

De acordo com o Governo Federal, não é necessário solicitar a inclusão no benefício. A concessão da tarifa social ocorrerá automaticamente, desde que os dados estejam atualizados nos sistemas de programas sociais. O nome do responsável pelo contrato de energia precisa constar nos cadastros elegíveis, como o CadÚnico ou o sistema do BPC.

As distribuidoras de energia elétrica farão o cruzamento de informações para aplicar o desconto na conta dos consumidores que se enquadrarem nos critérios. No Rio Grande do Norte, a Neoenergia Cosern é responsável pela distribuição.

Gratuidade até 80 kWh e pagamento do excedente

Com a nova regra, famílias que consumirem até 80 kWh/mês não pagarão nada pela energia. Caso o consumo ultrapasse esse limite, a cobrança incidirá apenas sobre o que exceder. O valor do desconto varia conforme a faixa de consumo, conforme regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

A mudança tem como objetivo ampliar o acesso à energia elétrica para famílias em situação de vulnerabilidade e reforçar políticas públicas de combate à pobreza energética.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil / Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Copom eleva juros básicos da economia para 15% ao ano

Copom eleva juros básicos da economia para 15% ao ano

Taxa Selic está no maior nível desde julho de 2006

Apesar do recuo recente da inflação, as incertezas em relação à economia fizeram o Banco Central (BC) elevar os juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 15% ao ano.

Embora houvesse divisões, a decisão surpreendeu parte do mercado financeiro, que esperava a manutenção em 14,75% ao ano.

Em comunicado, o Copom informou que deverá manter os juros em 15% ao ano nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais altas, caso a inflação suba.

“Em se confirmando o cenário esperado, o Comitê antecipa uma interrupção no ciclo de alta de juros para examinar os impactos acumulados do ajuste já realizado, ainda por serem observados, e então avaliar se o nível corrente da taxa de juros, considerando a sua manutenção por período bastante prolongado, é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta”, destacou o texto.

“O comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em prosseguir no ciclo de ajuste caso julgue apropriado”, acrescentou o BC.

Essa foi a sétima elevação seguida dos juros básicos. A Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Esse deve ser o último aperto monetário, antes da interrupção no ciclo de alta, no segundo semestre.

De setembro do ano passado a maio deste ano, a Selic foi elevada seis vezes. Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto, três de 1 ponto percentual e uma de 0,5 ponto.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, que mede a inflação oficial, recuou para 0,26%, mesmo com a pressão de alguns alimentos e da conta de energia. Com o resultado, o indicador acumula alta de 5,32% em 12 meses, acima do teto da meta contínua de inflação.

Pelo novo sistema de meta contínua em vigor desde janeiro, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.

No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em junho de 2025, a inflação desde julho de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em julho, o procedimento se repete, com apuração a partir de agosto de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.

No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou para 5,1% a previsão do IPCA para 2025, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de junho.

As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 5,25%, quase 1 ponto acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 5,5%.

O comunicado do Copom trouxe as expectativas atualizadas do Banco Central sobre a inflação. A autoridade monetária prevê que o IPCA acumulado em 12 meses chegará a 4,9% em 2025 (acima do teto da meta) e 3,6% no fim de 2026. Isso porque o Banco Central trabalha com o que chama de “horizonte ampliado”, considerando o cenário para a inflação em até 18 meses.

O Banco Central aumentou levemente as estimativas de inflação deste ano e manteve a do próximo. Na reunião anterior, de novembro, o Copom previa IPCA de 4,8% em 2025 e de 3,6% em 12 meses no fim do segundo trimestre de 2026.

Crédito mais caro

O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Inflação, o Banco Central reduziu para 1,9% a projeção de crescimento para a economia em 2025.

O mercado projeta crescimento melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2,2% do PIB em 2025.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Foto: Marcello Casal JR./Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Copom decide nesta quarta (18) se mantém ou eleva taxa Selic

Copom decide nesta quarta (18) se mantém ou eleva taxa Selic

Com Selic em 14,75% ao ano, mercado financeiro está dividido sobre manutenção ou nova alta

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (18.jun.2025), se interrompe o ciclo de elevação da taxa Selic ou promove mais um ajuste. A taxa básica de juros da economia está atualmente em 14,75% ao ano, o maior patamar desde agosto de 2006.

A reunião ocorre em meio à desaceleração da inflação, embora itens como a energia elétrica ainda apresentem pressões. A decisão será divulgada ao final do dia e pode marcar o encerramento do ciclo de altas iniciado em setembro do ano passado.

Desde então, a Selic passou de 10,5% ao ano para os atuais 14,75%, após uma sequência de seis aumentos: uma alta de 0,25 ponto percentual, uma de 0,5, três de 1 ponto e uma de 0,5.

Expectativas do mercado

Analistas consultados pelo boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central, indicam a manutenção da Selic em 14,75% ao ano até o fim de 2025, com previsão de queda apenas a partir de 2026. No entanto, parte do mercado ainda aposta em uma elevação para 15%.

Na ata da última reunião, realizada em maio, o Copom afirmou que sinais de desaceleração da economia começavam a aparecer, reflexo dos efeitos acumulados da alta dos juros. O comitê também indicou que os canais de transmissão da política monetária ainda precisavam ser observados antes de novas decisões.

Inflação e metas

A recente queda na inflação tem influenciado as expectativas em torno da decisão. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,26% em maio, acumulando 5,32% em 12 meses. A estimativa de inflação para 2025 caiu para 5,25%, segundo o Focus, abaixo dos 5,5% previstos quatro semanas antes.

Apesar da redução, a projeção continua acima do teto da meta contínua de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual (entre 1,5% e 4,5%).

Entenda a Selic

A Selic é utilizada nas negociações de títulos públicos federais no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros do país. É o principal instrumento do Banco Central para conter a inflação.

Quando o Copom aumenta a Selic, busca desestimular o consumo e reduzir a pressão inflacionária. Taxas mais altas encarecem o crédito e favorecem a poupança. Em contrapartida, a economia pode desacelerar. Ao reduzir a Selic, o objetivo é incentivar o consumo e a produção, estimulando a atividade econômica.

No entanto, além da Selic, os bancos consideram fatores como inadimplência, despesas administrativas e margem de lucro para definir os juros ao consumidor.

Meta contínua de inflação

Desde janeiro de 2025, o país adota o modelo de meta contínua de inflação. A meta é apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. O objetivo é garantir mais previsibilidade e acompanhamento constante da política monetária.

A meta para o IPCA em 2025 é de 3%, com tolerância entre 1,5% e 4,5%. No Relatório de Inflação divulgado em março, o BC manteve a projeção de 5,1% para o IPCA até o fim de 2025. A nova atualização do relatório está prevista para o fim de junho.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil / Lula Marques/Agência Brasil / Antônio Cruz/Agência Brasil

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Comércio de Natal terá funcionamento alterado no feriado de Corpus Christi

Comércio de Natal terá funcionamento alterado no feriado de Corpus Christi

Shoppings funcionam em horários especiais e bancos não abrem na quinta-feira (20)

O feriado de Corpus Christi, celebrado na próxima quinta-feira (20 de junho), provocará alterações no funcionamento do comércio, supermercados, bancos e centros comerciais de Natal. De acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal), o comércio de rua estará fechado, enquanto os shoppings funcionarão em horários especiais.

Confira abaixo o que abre e o que fecha durante o feriado:

Comércio de rua

Alecrim: Lojas fechadas
Centro da Cidade: Lojas fechadas
Zona Norte: Lojas fechadas

Shoppings

Midway Mall

  • Alimentação e lazer: das 11h às 22h
  • Demais lojas: das 12h às 21h
  • Cinemark: aberto conforme programação
  • Supermercado: das 7h às 22h

Natal Shopping

  • Alimentação: das 11h às 22h
  • Quiosques de alimentação: das 13h às 21h
  • Lojas âncoras e megalojas: das 12h às 21h
  • Alpendre: das 14h às 23h
  • Academia: das 8h às 18h
  • Cinema: conforme programação

Praia Shopping

  • Praça de alimentação: das 11h às 21h
  • Demais lojas: das 14h às 20h
  • Cinema: conforme programação

Shopping Cidade Jardim

  • Lojas e quiosques: das 14h às 20h
  • Alimentação: a partir das 12h

Shopping Via Direta

  • Lojas, boxes e quiosques: das 14h às 20h (facultativo)
  • Praça de alimentação: das 12h às 20h (facultativo)

Shopping Cidade Verde

  • Lojas: das 15h às 20h
  • Praça de alimentação: das 12h às 21h
  • Clínicas: fechadas

Partage Norte Shopping Natal

  • Alimentação e lazer: das 11h às 22h
  • Lojas âncoras e megalojas: das 13h às 21h
  • Lojas satélites e quiosques: das 15h às 21h (facultativo a partir das 11h)
  • Lotérica: fechada
  • Supermercado: das 7h às 22h
  • Cinema: conforme sessões

Shopping 10

  • Totalmente fechado

Supermercados

  • Funcionamento geral: das 7h às 22h

Bancos

  • Agências bancárias: fechadas

A CDL Natal recomenda que os consumidores se programem com antecedência para evitar contratempos durante o feriado.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Leilão da ANP inclui 17 blocos para exploração na Bacia Potiguar

Leilão da ANP inclui 17 blocos para exploração na Bacia Potiguar

Blocos no RN e CE integram oferta do 5º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão nesta terça-feira (17)

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realiza nesta terça-feira (17.jun.2025), a partir das 10h, a sessão pública do 5º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão (OPC). O evento coloca em oferta 16 setores com blocos exploratórios em cinco bacias sedimentares brasileiras.

Entre os setores em destaque está o SPOT-AP1 (mar), que compreende 17 blocos localizados na Bacia Potiguar, abrangendo áreas nos estados do Rio Grande do Norte e do Ceará. Essa bacia integra a chamada Margem Equatorial, região que se estende do litoral potiguar até o Amapá e tem se consolidado como uma nova fronteira exploratória para o setor de petróleo e gás do país.

Além da Bacia Potiguar, também serão ofertados blocos nas bacias de Parecis (em terra), Foz do Amazonas (mar), Santos (mar) e Pelotas (mar). O objetivo da ANP com a Oferta Permanente de Concessão é estimular a exploração de petróleo e gás natural em áreas com potencial geológico, mas que ainda não despertaram interesse em rodadas regulares anteriores.

Potencial da Margem Equatorial

A Margem Equatorial possui mais de 2,2 mil quilômetros de extensão ao longo da costa norte brasileira. Considerada promissora para exploração em águas profundas e ultraprofundas, a região tem recebido atenção por parte de empresas do setor energético e já foi citada como possível “novo pré-sal” em virtude de seu potencial geológico.

Histórico recente no RN

Em 2023, a Petrobras concluiu a venda de todos os seus ativos em terra no Rio Grande do Norte, incluindo a refinaria Clara Camarão. Após essa saída, a empresa retomou suas operações no estado com a reabertura de sua sede em Natal.

Com o novo leilão da ANP, o estado volta a figurar no mapa de interesse do setor de petróleo e gás, especialmente em sua faixa marítima.

Foto: Alexandre de Gusmão/Divulgação/SBM

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Owl Digital lança complexo empresarial em Pipa, novo espaço para impulsionar negócios no litoral do RN

Owl Digital lança complexo empresarial em Pipa, novo espaço para impulsionar negócios no litoral do RN

Espaço contará com um gerente dedicado, que realizará atendimentos presenciais e visitas às empresas da região

O Owl Digital convida a comunidade para o lançamento do Escritório Pipa, um novo complexo empresarial que chega para fortalecer o comércio e o turismo da região. O evento acontece no dia 17 de junho, a partir das 16h, na Rua Jabuti, 90 – Pipa/RN.

A nova unidade integra um ambiente colaborativo que reunirá empresas como Lux Pipa Imóveis, Melo & Araújo Advogados e Extreme Contabilidade, oferecendo soluções completas para empreendedores locais em um só lugar. O Owl Digital fará parte do complexo com atendimento especializado em serviços financeiros digitais, voltados principalmente para empresas do setor comercial e turístico.

O espaço contará com um gerente dedicado, que realizará atendimentos presenciais e visitas às empresas da região, garantindo suporte personalizado e próximo às reais necessidades dos negócios.

“Queremos facilitar o acesso a serviços financeiros estratégicos para os negócios de Pipa, trazendo mais praticidade e soluções sob medida para o comércio e o turismo local”, afirma Anacelly de Paula, CEO do Owl Digital.

Com essa novidade, o Owl Digital reforça seu compromisso com o desenvolvimento regional, a inclusão financeira e a valorização de parcerias locais.

Venha nos conhecer, fazer conexões e descobrir como o Owl e nossos parceiros podem impulsionar o seu negócio!

Foto: Divulgação

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Resultados da construção civil em Natal e região metropolitana no primeiro trimestre de 2025 são divulgados

Resultados da construção civil em Natal e região metropolitana no primeiro trimestre de 2025 são divulgados

Pesquisa feita pela Brain – Inteligência Estratégica atualiza dados sobre o setor imobiliário no primeiro trimestre de 2025

A mais recente edição do Censo Imobiliário, realizada pela Brain – Inteligência Estratégica, encomendada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon/RN) em parceria com Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RN), foi apresentada à diretoria e aos associados do Sinduscon-RN. O estudo destaca um cenário de ajustes e oportunidades, especialmente nos segmentos de padrão econômico e médio padrão.

Além de Parnamirim, desta vez a pesquisa abrangeu mais cidades da região metropolitana, como São Gonçalo do Amarante, Macaíba e Extremoz, trazendo um panorama da região e de suas potencialidades no setor da construção civil.

Para Marcelo Toscano, diretor de Operações do Sebrae/RN, a decisão de ampliar o estudo para além da capital foi motivada, principalmente, pelo fato de boa parte dos projetos do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) estar concentrada justamente nesses municípios. Com isso, a pesquisa passa a ter uma leitura mais fiel da dinâmica habitacional da Grande Natal.

“Ao oferecer informações mais abrangentes e atualizadas, contribuímos diretamente para que os empreendedores possam tomar decisões com mais segurança, identificar oportunidades reais de negócio e planejar empreendimentos de forma mais eficiente e conectada com as demandas da população”, pontua Toscano.

Natal e região metropolitana

Com base nos dados apresentados, embora Natal registre uma redução nos indicadores neste trimestre, essa desaceleração é atribuída principalmente ao fato de que os últimos períodos já haviam mostrado um crescimento muito sólido. Essa referência elevada serve como um ponto de maturação para o setor, sinalizando um ajuste que pode refletir maior estabilidade ao longo dos próximos meses. Já com relação a região metropolitana, se identifica um crescimento impressionante de mais de 200% nas unidades lançadas, evidenciando uma descentralização do desenvolvimento imobiliário.

Na capital potiguar, o padrão médio continua sendo o principal motor do mercado, enquanto o MCMV tem maior presença nos municípios do entorno, como Parnamirim e Macaíba. Esse movimento destaca o avanço da urbanização e a crescente demanda por moradias com preços acessíveis fora do núcleo urbano central.

Nordeste

Mesmo com uma leve retração de 11,4% nas unidades lançadas nas capitais do Nordeste, em comparação com o mesmo período de 2024, o número de unidades vendidas teve um crescimento expressivo de 25,3%. O resultado indica uma recuperação do poder de compra da população, impulsionada por um mercado de trabalho mais aquecido e por condições de crédito mais favoráveis.

O programa “Minha Casa, Minha Vida” manteve seu ritmo de crescimento na região, tanto em lançamentos quanto em vendas. Juntamente com o segmento Standard (com imóveis de até R$ 700 mil), o MCMV respondeu por 57% das vendas no trimestre — um indicativo claro da forte demanda por moradias com valores mais acessíveis.

Em relação aos preços, Natal segue como uma das capitais com menor valor médio por metro quadrado privativo no Nordeste, ocupando a terceira posição nesse ranking com o valor de R$ 8238,00 m², ficando atrás apenas de Aracaju (R$ 6438,00 m²) e Teresina (R$ 6616,00 m²).

Perspectivas

Com os indicadores de vendas em alta e o fortalecimento dos segmentos econômico e de médio padrão, as perspectivas para os próximos trimestres permanecem positivas. O desafio continua sendo equilibrar o ritmo dos lançamentos com a velocidade de vendas e a absorção do estoque disponível, garantindo a manutenção da atratividade para investidores e compradores.

A pesquisa reforça a relevância de políticas de estímulo ao crédito, programas habitacionais e um planejamento urbano regional eficiente como pilares para sustentar essa nova fase de crescimento do mercado imobiliário no Nordeste.

Segundo Sérgio Azevedo, presidente do Sinduscon/RN, a pesquisa oferece dados essenciais para apoiar os associados na tomada de decisões estratégicas. “Com informações qualificadas e atualizadas, conseguimos orientar melhor nossos associados, ajudando-os a identificar oportunidades e superar desafios, além de estimular o crescimento equilibrado e sustentável do setor, contribuindo diretamente para a geração de emprego e renda.”

Fotos: Divulgação

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Pix automático entra em vigor e permite pagamentos recorrentes sem boleto ou cartão

Pix automático entra em vigor e permite pagamentos recorrentes sem boleto ou cartão

Ferramenta substitui débito automático e facilita cobranças para empresas e prestadores de serviços

A partir desta segunda-feira (16.jun.2025), entra em vigor o Pix automático, nova funcionalidade criada pelo Banco Central (BC) para permitir a realização de pagamentos periódicos a empresas e prestadores de serviços. A ferramenta funciona como uma extensão do Pix tradicional e tem como objetivo substituir boletos bancários e o débito automático.

Com o Pix automático, o cliente autoriza uma única vez a cobrança, que passa a ocorrer automaticamente na conta do pagador nas datas estabelecidas. A funcionalidade já estava disponível desde o fim de maio para correntistas do Banco do Brasil e passa a ser oferecida por outras instituições financeiras a partir desta semana.

Segundo o BC, o novo sistema deve beneficiar até 60 milhões de brasileiros que não utilizam cartão de crédito, além de facilitar o processo de cobrança para microempreendedores individuais (MEIs) e empresas que ainda enfrentam restrições no sistema de débito automático tradicional.

Como funciona o Pix automático

O processo de adesão ao Pix automático começa com o envio de um pedido de autorização pela empresa ao cliente. Em seguida, o usuário acessa o aplicativo da instituição financeira, localiza a opção “Pix automático”, lê e aceita os termos da cobrança.

Durante a configuração, o cliente define:

  • Periodicidade da cobrança;
  • Valor fixo ou variável;
  • Limite máximo por transação.

A partir da data acordada, os débitos são realizados automaticamente, inclusive aos finais de semana e feriados. O usuário pode cancelar a autorização, ajustar os valores e a frequência a qualquer momento.

Cobranças permitidas com o Pix automático

A ferramenta se aplica a pagadores pessoa física e empresas ou prestadores de serviços como recebedores. O pagamento recorrente entre pessoas físicas, como mesadas ou salários domésticos, continuará sendo feito por meio do Pix agendado recorrente, obrigatório desde outubro de 2024.

  • Exemplos de contas que poderão ser pagas com Pix automático:
  • Contas de consumo (água, luz, telefone);
  • Mensalidades escolares e de academias;
  • Assinaturas digitais (streaming, música, jornais);
  • Clubes de assinatura;
  • Outros serviços com cobrança periódica.

Empresas que anteriormente utilizavam o Pix agendado recorrente poderão migrar para o Pix automático, que dispensa a necessidade de digitar manualmente chaves Pix e valores, reduzindo erros e aumentando a segurança nas transações.

Requisitos para adesão por empresas

Para utilizar o Pix automático como recebedor, a empresa precisa estar em funcionamento há pelo menos seis meses. O Banco Central definiu uma série de critérios de segurança para adesão ao sistema por parte das empresas, que deverão passar por análise dos bancos ou instituições de pagamento.

Entre os critérios exigidos:

  • Data de inscrição no CNPJ e situação cadastral dos sócios e administradores;
  • Compatibilidade entre o serviço oferecido e a atividade econômica declarada;
  • Análise de faturamento, número de funcionários e capital social;
  • Tempo de abertura da conta bancária e uso anterior de mecanismos de cobrança;
  • Frequência de transações com o participante financeiro.

Essas exigências têm como objetivo evitar fraudes, como o envio de propostas falsas de cobrança por empresas recém-criadas ou sem histórico confiável.

Benefícios para empresas e consumidores

O Pix automático elimina a necessidade de convênios bancários individuais para que empresas ofereçam cobrança automática, algo que antes era limitado a grandes companhias. Com a nova ferramenta, basta que a empresa solicite adesão ao banco onde possui conta.

Para o consumidor, a nova modalidade representa mais um meio de pagamento digital com flexibilidade de ajustes e possibilidade de cancelamento a qualquer momento.

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil / Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

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CBTU emite alerta de paralisação total de trens urbanos por falta de orçamento a partir de julho

CBTU emite alerta de paralisação total de trens urbanos por falta de orçamento a partir de julho

Ofício enviado ao Ministério das Cidades aponta que sistemas em Natal, Recife, João Pessoa e Maceió podem parar totalmente até agosto de 2025

A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) alertou oficialmente o Ministério das Cidades sobre o risco iminente de paralisação total dos sistemas ferroviários operados pela estatal, incluindo o sistema de transporte de passageiros da capital do Rio Grande do Norte, Natal. O colapso das operações poderá começar a ocorrer a partir de julho de 2025 e, caso não haja recomposição orçamentária, a interrupção completa está prevista para o fim de agosto do mesmo ano.

O alerta foi formalizado em ofício enviado em 28 de abril pelo diretor-presidente da CBTU, José Marques, e foi revelado por meio de reportagem publicada pelo Jornal do Commercio. Segundo o documento, os recursos orçamentários previstos para 2025 são insuficientes até mesmo para manter o funcionamento mínimo das operações nas capitais onde a companhia atua: Natal (RN), Recife (PE), João Pessoa (PB) e Maceió (AL).

Em 2024, a CBTU teve à disposição R$ 216 milhões para custeio das operações. No entanto, para o exercício de 2025, a previsão caiu para R$ 165 milhões. De acordo com os cálculos apresentados no ofício, o valor necessário para assegurar a continuidade plena dos serviços seria de ao menos R$ 260 milhões.

A diminuição do orçamento, segundo o documento, compromete não apenas a operação dos trens, mas também a segurança dos passageiros, a manutenção da infraestrutura ferroviária e a proteção do patrimônio público. O ofício aponta que, mesmo com a suspensão dos serviços, algumas despesas, como segurança patrimonial e monitoramento dos sistemas, continuarão sendo obrigatórias.

O impacto previsto pela companhia com uma eventual paralisação total inclui:

  • Insegurança no tráfego e nas estações;
  • Risco de depredação das estruturas e equipamentos;
  • Dificuldade técnica e financeira para retomada das operações no futuro.

A CBTU solicita no documento que o Ministério das Cidades avalie a possibilidade de recomposição do orçamento e destaca a relevância social do transporte ferroviário nas capitais atendidas. O diretor-presidente José Marques afirmou, no ofício, que “apela à sensibilidade desse Ministério das Cidades acerca do impacto e relevância das operações da CBTU para a mobilidade urbana e para os usuários de baixa renda que dependem diariamente do transporte sobre trilhos”.

O sistema da CBTU é responsável por transportar milhares de passageiros diariamente em regiões metropolitanas do Nordeste. As linhas operadas pela estatal são consideradas alternativas de baixo custo para a população e cumprem papel estratégico no deslocamento urbano nas cidades atendidas.

Até o momento, o Ministério das Cidades não se manifestou publicamente sobre o conteúdo do ofício ou sobre a possibilidade de recomposição orçamentária para o próximo ano.

Foto: Divulgação/CBTU Natal/Ilustração

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Refinaria Clara Camarão reduz preço da gasolina e do diesel pela segunda semana seguida

Refinaria Clara Camarão reduz preço da gasolina e do diesel pela segunda semana seguida

Gasolina é vendida a R$ 2,877 na refinaria potiguar, mas ainda custa mais que no terminal da Petrobras na Paraíba

A refinaria Clara Camarão, localizada no Rio Grande do Norte e operada pela empresa Brava Energia, anunciou nesta quinta-feira (12.jun.2025) a segunda redução seguida no preço dos combustíveis comercializados às distribuidoras. O novo valor do litro da gasolina passou a ser R$ 2,877, após uma redução de nove centavos em comparação à semana anterior, quando o preço estava em R$ 2,967.

Os reajustes nos valores dos combustíveis na refinaria potiguar são divulgados periodicamente, geralmente às quintas-feiras. A medida acompanha as oscilações do mercado de combustíveis, mas ainda assim, o valor da gasolina segue acima do praticado por outras refinarias do país.

No terminal da Petrobras localizado em Cabedelo, na Paraíba, por exemplo, o litro da gasolina está sendo comercializado a R$ 2,739. A diferença representa uma economia de R$ 0,138 por litro para os distribuidores que compram diretamente do terminal paraibano, quando comparado ao preço na refinaria potiguar.

Além da gasolina, o óleo diesel S500 também teve uma redução de preço na refinaria Clara Camarão. O litro do combustível, que custava R$ 3,361 na semana anterior, passou a ser vendido por R$ 3,261, representando uma queda de dez centavos.

Entretanto, assim como ocorre com a gasolina, o preço do diesel na refinaria do Rio Grande do Norte ainda é superior ao valor comercializado no terminal da Petrobras em Cabedelo. Lá, o litro do diesel S500 é vendido a R$ 3,076 às distribuidoras, o que representa uma diferença de R$ 0,185 por litro em relação ao novo preço da refinaria potiguar.

A Brava Energia, responsável pela administração da refinaria Clara Camarão, assumiu o controle da planta após a venda da unidade pela Petrobras, como parte do plano de desinvestimento da estatal. Desde então, os preços praticados pela refinaria potiguar são definidos pela própria empresa, e não mais alinhados diretamente à política da Petrobras.

Os impactos dessas variações de preço na refinaria podem influenciar o valor final dos combustíveis nos postos de abastecimento da região, embora o preço ao consumidor dependa de outros fatores como impostos, margem de lucro das distribuidoras e postos, além de custos logísticos.

A redução nos valores da gasolina e do óleo diesel ocorre em um contexto de atenção ao mercado nacional de combustíveis, com os consumidores acompanhando de perto a variação de preços tanto nas refinarias quanto nos postos. A diferença de preços entre refinarias operadas por empresas diferentes também tem gerado debates sobre competitividade e políticas de precificação.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Presidente da Câmara critica aumento de impostos e cobra corte de gastos do governo federal

Presidente da Câmara critica aumento de impostos e cobra corte de gastos do governo federal

Hugo Motta diz que Congresso não aceitará nova carga tributária sem contrapartidas fiscais e defende reforma administrativa

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quarta-feira (11.jun.2025) que não está no cargo para “servir a projeto político de ninguém”, em referência ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita durante o evento Brasília Summit, organizado pelo Lide.

As críticas de Motta foram direcionadas às propostas apresentadas pelo Ministério da Fazenda para compensar a revogação parcial do decreto que havia elevado o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Segundo o parlamentar, medidas que aumentem impostos sem contrapartidas em cortes de despesas públicas não terão apoio do Congresso Nacional nem do setor produtivo.

Entre as propostas do governo federal está a tributação de investimentos que atualmente são isentos, como a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) e a Letra de Crédito Imobiliário (LCI).

Reação do Congresso e do empresariado

Hugo Motta declarou que as propostas da equipe econômica, que envolvem exclusivamente aumentos de impostos, sem qualquer debate sobre redução de gastos, terão recepção negativa não apenas no Legislativo, mas também entre empresários e investidores.

Segundo o deputado, não é aceitável impor nova carga tributária ao setor produtivo sem que o governo dê sinais de responsabilidade fiscal, como a implementação de uma reforma administrativa e a racionalização de despesas públicas.

Medidas fiscais e impacto na arrecadação

A Medida Provisória que traz o novo pacote de aumento de impostos foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (11). O governo havia anunciado em maio a intenção de elevar o IOF, com expectativa de arrecadar cerca de R$ 19 bilhões em 2025. No entanto, após pressões políticas e econômicas, a equipe econômica decidiu rever parte das medidas, o que reduziu a projeção de receita extra para R$ 6 bilhões em 2025 e R$ 12 bilhões em 2026.

Mesmo após os recuos, as alternativas apresentadas pelo governo têm se limitado a novas formas de tributação, sem sinalização sobre cortes de despesas ou mudanças estruturais na administração pública.

Agenda fiscal e responsabilidade

Hugo Motta defende que o Executivo federal assuma a liderança de uma agenda de mudança fiscal, com foco em responsabilidade nas contas públicas. Em sua avaliação, a adoção de medidas estruturantes pode contribuir para a melhoria do ambiente econômico, com impactos positivos na taxa de juros, controle da inflação e estabilidade cambial.

Durante discurso no 3º Simpósio Liberdade Econômica, o presidente da Câmara afirmou que a discussão sobre o IOF obrigou o governo a enfrentar temas que vinha evitando, como a reforma administrativa e a revisão do gasto público.

Para Motta, o Brasil precisa avançar em reformas que garantam sustentabilidade fiscal. Ele reiterou que é possível manter políticas sociais e investimentos públicos, desde que essas ações estejam amparadas por um planejamento responsável do ponto de vista orçamentário.

Declarações sobre justiça social

Ainda segundo o parlamentar, não há possibilidade de alcançar justiça social sem equilíbrio nas contas públicas. A posição do presidente da Câmara se alinha a uma visão de que o fortalecimento da economia e o atendimento às camadas mais vulneráveis da população exigem responsabilidade na gestão dos recursos públicos.

A cobrança de Motta por reformas estruturais e ajustes fiscais ocorre em um momento de pressão crescente sobre o governo federal, que precisa encontrar alternativas para cumprir metas de resultado primário sem comprometer a atividade econômica.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil / Lula Marques/Agência Brasil

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Preço da gasolina sobe em Natal e ultrapassa R$ 6,50, mesmo sem reajustes

Preço da gasolina sobe em Natal e ultrapassa R$ 6,50, mesmo sem reajustes

Valor médio subiu R$ 0,69 em relação à última semana, mesmo sem reajuste anunciado por distribuidoras

O preço da gasolina apresentou aumento significativo em Natal nos últimos dias. O litro do combustível chegou a ser vendido por até R$ 6,59 em postos localizados na Zona Sul da capital potiguar, segundo levantamento realizado entre os dias 7 e 10 de junho.

De acordo com a pesquisa anterior da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina na capital era de R$ 5,90 na semana passada. A diferença representa um aumento de R$ 0,69 por litro em poucos dias, impactando diretamente o orçamento dos motoristas.

Sem reajuste oficial das distribuidoras

Segundo representantes do setor, não houve reajuste oficial das distribuidoras de combustíveis no período em que foi registrado o aumento nos postos. A justificativa apontada por representantes do segmento é a dinâmica do mercado, com oscilações baseadas na margem de repasse dos postos.

Nos últimos meses, diversos estabelecimentos teriam praticado valores inferiores aos repassados pelas distribuidoras, como estratégia de competitividade. Com a pressão nos custos operacionais, o setor teria reajustado os preços para equilibrar as margens de lucro.

Livre mercado e fiscalização do Procon

O Procon Natal confirmou que acompanha a evolução dos preços praticados nos postos de combustíveis. Apesar disso, o órgão destaca que, devido à natureza do livre mercado, não é possível impor controle ou tabelamento sobre os valores cobrados pelas empresas.

A orientação do Procon é que os consumidores façam pesquisas antes de abastecer. Aplicativos como o Nota Potiguar possibilitam comparar os preços em tempo real em diversos pontos da cidade. Através da plataforma, é possível encontrar estabelecimentos com preços que variam de R$ 5,77 até R$ 6,95, de acordo com dados atualizados nesta semana.

Histórico recente dos preços

Nos primeiros meses de 2025, o preço da gasolina vinha apresentando leve tendência de queda em Natal, influenciado por fatores como redução na demanda, políticas de distribuição e flutuações do mercado internacional. No entanto, com o novo aumento, os valores voltam ao patamar observado no segundo semestre de 2024.

O cenário afeta não apenas os motoristas particulares, mas também o setor de transporte por aplicativo e empresas de logística urbana. A variação no preço do combustível pode impactar o valor de corridas e fretes, gerando reflexos em outras cadeias produtivas.

Expectativas para os próximos dias

Não há, até o momento, previsão de novos reajustes por parte das distribuidoras. A ANP deve divulgar novo boletim semanal de preços nos próximos dias, o que permitirá uma análise mais precisa da variação em relação ao restante do estado e de outras capitais do Nordeste.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Confusão entre Haddad e deputados da oposição encerra audiência sobre IOF e fim de isenção de IR

Confusão entre Haddad e deputados da oposição encerra audiência sobre IOF e fim de isenção de IR

Sessão na Câmara sobre medidas fiscais termina em tumulto após trocas de acusações entre o ministro da Fazenda e parlamentares do PL

A audiência pública realizada nesta quarta-feira (11.jun.2025) na Câmara dos Deputados com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, terminou em confusão e foi encerrada antes do previsto. O encontro, que discutia medidas para compensar o aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e o fim das isenções de Imposto de Renda (IR) sobre investimentos privados, foi interrompido após trocas de acusações entre Haddad e deputados da oposição.

A audiência foi realizada de forma conjunta pelas Comissões de Finanças e Tributação e de Fiscalização Financeira. Desde a primeira rodada de perguntas, parlamentares do PL, como Nikolas Ferreira (MG) e Carlos Jordy (RJ), fizeram críticas ao governo e às políticas fiscais conduzidas pelo ministro.

Durante a segunda rodada de perguntas, os deputados mencionaram o que consideraram como “gastança” do governo e alegaram que as propostas do Executivo não seriam suficientes para cobrir o déficit nas contas públicas. Após fazerem suas colocações, ambos deixaram a audiência antes da resposta do ministro.

Ao iniciar sua fala, Fernando Haddad criticou a ausência dos parlamentares que o questionaram. “Agora aparecem dois deputados, fazem as perguntas e correm do debate. Nikolas sumiu, só veio aqui para aparecer. Pessoas falaram: ‘agora tenha maturidade’. E correm daqui, não querem ouvir explicação. Querem manter o próprio argumento sem chance para o diálogo”, afirmou. Em seguida, qualificou a atitude como “molecagem” e disse que isso não contribui para a democracia.

Retorno ao plenário e tumulto

Na terceira rodada de perguntas, Carlos Jordy retornou ao plenário e exigiu direito de resposta. Em tom agressivo, rebateu o ministro da Fazenda: “Eu estava em outra comissão. O ministro nos chamou de moleque. Moleque é você, ministro, por ter aceitado um cargo dessa magnitude com apenas dois meses de faculdade de economia. Moleque é você por ter causado o maior déficit da história. Governo Lula é pior do que uma pandemia”.

Nikolas Ferreira também tentou obter direito de resposta por meio de questão de ordem, mas foi impedido pelo deputado Rogério Correia (PT-MG), que presidia a audiência. A recusa gerou bate-boca entre Nikolas, Jordy, Correia e o deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP), que aguardava para fazer perguntas.

Após várias tentativas de restabelecer a ordem, Correia encerrou a audiência antes do início da terceira rodada de perguntas.

Discussões sobre medidas fiscais

Durante os momentos de fala, Fernando Haddad explicou que as medidas do governo para compensar a arrecadação com a elevação do IOF incluem o fim da isenção de IR sobre Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), Fundos Imobiliários e Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro). A mudança está prevista para ocorrer a partir de 2026, com alíquota de 5%.

O ministro afirmou que a medida busca corrigir distorções e não representa aumento de tributos. “Isso não é aumento de tributo. É correção de distorção. São R$ 41 bilhões de renúncia fiscal nos títulos isentos. É mais do que todo o orçamento do seguro-desemprego. É o tamanho do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento]”, afirmou.

Haddad também declarou que os benefícios fiscais não favorecem diretamente o produtor rural ou o setor da construção civil. Segundo ele, entre 60% e 70% da vantagem gerada pela isenção de IR fica com o sistema bancário ou o detentor do título.

Contas públicas e críticas à gestão anterior

Haddad rebateu as críticas da oposição sobre a situação fiscal do governo. Ele destacou que o superávit de R$ 54,1 bilhões obtido em 2022, no último ano da gestão de Jair Bolsonaro, foi viabilizado com o adiamento do pagamento de precatórios, a privatização da Eletrobras por valor abaixo do mercado e o repasse recorde de dividendos da Petrobras.

O ministro apontou ainda que o resultado daquele ano foi impactado negativamente pela perda de R$ 30 bilhões com a redução do ICMS sobre combustíveis. Os estados foram compensados pela atual gestão em 2023.

De acordo com Haddad, a arrecadação da União continua estável e, apesar de revisões nas renúncias fiscais, a carga tributária não aumentou. “A receita líquida federal em 2024 foi de 18,4% do PIB. Em 2022, também foi de 18,4%”, disse.

Foco em camadas mais ricas da população

O ministro afirmou que as medidas de compensação fiscal afetam principalmente a população de maior renda. Segundo ele, apenas 0,8% da população será diretamente atingida pelas mudanças. “Estamos falando de mais crescimento, menos taxa de juros, mais emprego e mais igualdade. Isso permitirá maior espaço para investimento”, declarou.

Haddad ainda reiterou a disposição do governo em dialogar com o Congresso Nacional, como ocorreu durante a tramitação da reforma tributária. “Temos que saber o que o Congresso está disposto a enfrentar. Demos suporte e o Congresso avançou”, completou.

Foto: Lula Marques/Agência Brasil

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Haddad confirma IR de 17,5% sobre rendimentos de aplicações

Haddad confirma IR de 17,5% sobre rendimentos de aplicações

Ministro classificou como prudentes falas de Hugo Motta sobre pacote

As medidas de compensação ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incluirão uma alíquota única de 17,5% de Imposto de Renda sobre os rendimentos de aplicações, confirmou nesta terça-feira (10) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

“A média da tributação das aplicações financeiras já é 17,5%. Então, nós estamos fixando uma alíquota para todas as aplicações financeiras no mesmo patamar. Hoje ela vai de 15% [para aplicações de até dois anos] a 22,5% [para aplicações de longo prazo]”, disse Haddad, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O ministro também citou na reunião uma alta de 15% para 20% no Imposto de Renda sobre os Juros sobre Capital Próprio (JCP). Embora a medida tenha sido rejeitada em 2023 pelo Congresso, Haddad disse que o tema foi incluído no pacote por sugestão de parlamentares.

Por cerca de duas horas, Haddad explicou a Lula as propostas acertadas com líderes partidários na reunião de domingo (8). Segundo o ministro, os textos das propostas foram encaminhados à Casa Civil antes do envio ao Congresso Nacional.

Segundo Haddad, o governo também pretende enviar um projeto de lei complementar para reduzir em 10% as isenções fiscais num segundo momento. O modelo do corte, explicou o ministro, ainda será definido pelo Congresso. Em relação às medidas de contenção de despesas, o ministro disse que elas serão discutidas por uma comissão de líderes partidários, com participação de integrantes da equipe econômica.

Prudência

Sobre a declaração do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), de que o Congresso Nacional não se compromete a aprovar o pacote para compensar a alta do IOF, Haddad disse ver como prudente a avaliação do parlamentar.

“Uma fala de prudência, lá não estavam os 513 parlamentares. Como é que ele pode tomar uma decisão de aprovar ou não sem ouvir as bancadas?”, questionou Haddad. “Entendo que o Congresso Nacional queira primeiro ouvir e depois, ao longo da tramitação da medida provisória, fazer as suas ponderações”, acrescentou.

Ao fim da reunião de domingo, que durou cinco horas, Haddad, Motta e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), anunciaram uma medida provisória com a elevação de receitas que permitam compensar parcialmente a elevação do IOF. O debate sobre cortes estruturais de despesas, no entanto, ficou para um segundo momento diante da falta de consenso entre o governo e os líderes partidários.

As propostas acertadas com o Congresso são as seguintes:

  • Aumento da taxação do faturamento das bets (empresas de apostas esportivas) de 12% para 18%;
  • Elevação de 9% para 15% as alíquotas da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) sobre fintechs e corretoras.
  • Fim de isenção de Imposto de Renda sobre títulos como Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito Agrícola (LCA), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), que passarão a pagar 5%.

O ministro evitou dar estimativas de quanto o governo pretende arrecadar com as medidas. Disse apenas que os cálculos ainda estão sendo fechados.

Contenção de gastos

Em relação às medidas de contenção de despesas, o ministro da Fazenda disse que o Congresso se reunirá com a área econômica para “enfrentar” esse debate. Segundo o ministro, será formada uma comissão de líderes para discutir os gastos primários.

“[Pretendemos] fazer um inventário do que já foi proposto, do que é politicamente viável, do que as pessoas estão querendo enfrentar, dos debates que os deputados e senadores querem enfrentar e vamos dar o suporte técnico para uma melhor conformação da medida possível”, declarou.

Na reunião com os parlamentares no domingo, o ministro levou uma apresentação que mencionava uma explosão de gastos nos últimos anos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), do Benefício de Prestação Continuada (BPC), das emendas parlamentares, do BPC (Benefício de Prestação Continuada) e das transferências para estados e municípios.

Foto: Washington Costa/MF

Da Agência Brasil

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Datas comemorativas impulsionam o varejo e aquecem o comércio com expectativa de alta no Dia dos Namorados

Datas comemorativas impulsionam o varejo e aquecem o comércio com expectativa de alta no Dia dos Namorados

Crescimento das vendas no Dia das Mães e promoções estratégicas indicam otimismo para o setor no mês de junho

O calendário do varejo mal teve uma pausa entre as campanhas e já segue em ritmo acelerado. Após um desempenho expressivo no Dia das Mães, o comércio nacional já se prepara para uma das datas mais importantes do primeiro semestre: o Dia dos Namorados. Impulsionadas pelo apelo emocional de presentear como forma de demonstrar afeto, as vendas para o período devem manter o otimismo do setor em alta.

Levantamentos da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) apontam que o comércio em shoppings cresceu, em média, 7,5% durante o Dia das Mães em 2025. Em Natal, o Praia Shopping foi além e registrou um crescimento de 39% nas vendas em comparação com o mesmo período do ano passado — reflexo de uma movimentação mais intensa dos consumidores e da adesão às promoções sazonais.

E é com esse impulso que o shopping lançou a campanha “Um doce presente de namoro”, válida de 2 a 12 de junho, ou enquanto durar o estoque. Os consumidores que realizarem compras a partir de R$ 299 poderão trocar as notas fiscais por um brinde exclusivo da Cacau Show. A troca deve ser feita no stand da promoção, instalado no mall, onde também está disponível o regulamento completo.

Para Danielle Leal, gerente geral do Praia Shopping, datas comemorativas como o Dia dos Namorados têm papel estratégico no calendário varejista e emocional no comportamento do consumidor. “Essa é uma época em que os brasileiros gostam de surpreender, presentear e demonstrar carinho. Nossas lojas estão preparadas com opções para todos os estilos de casais, além de promoções e vantagens exclusivas”, explica.

Projeções positivas para o varejo

O Dia dos Namorados é tradicionalmente um dos períodos com maior movimentação nos segmentos de vestuário, perfumaria, calçados, eletrônicos, joias e gastronomia. Em muitas redes, a data representa o terceiro maior volume de vendas do ano, ficando atrás apenas do Natal e do Dia das Mães.

Com um calendário ainda recheado de oportunidades — como as férias escolares e o Dia dos Pais —, lojistas e empreendedores apostam em campanhas de incentivo ao consumo, brindes, descontos progressivos e ações promocionais para manter o consumidor engajado.

Além de fortalecer o relacionamento com o cliente, estratégias como as adotadas pelo Praia Shopping contribuem para impulsionar o faturamento e gerar impacto positivo na economia local, ampliando empregos temporários e fortalecendo o setor de serviços.

Serviço:
Campanha “Um doce presente de namoro” – Praia Shopping
De 02 a 12 de junho de 2025 (ou enquanto durar o estoque)
Brinde exclusivo da Cacau Show para compras a partir de R$ 299
Trocas no stand localizado no mall
Regulamento disponível no local

Fotos: Divulgação

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Desconto para quitar IPVA de veículos com finais de placas 9 e 0 termina hoje (10)

Desconto para quitar IPVA de veículos com finais de placas 9 e 0 termina hoje (10)

Último dia para garantir desconto de até 15% no valor total. Dedução vale para usuários do app Nota Potiguar com pagamento em cota única

Os proprietários de veículos no Rio Grande do Norte com placas de final 9 e 0 precisam ficar atentos ao calendário do IPVA 2025. O prazo final para o pagamento em cota única com desconto se encerra nesta terça-feira (10.jun.2025). De acordo com a Secretaria de Fazenda (SEFAZ-RN), esta é a última oportunidade para garantir o abatimento e regularizar a situação do imposto.

Desconto de até 15% e opções de pagamento do IPVA RN

Para quem optar pelo pagamento em cota única, há um desconto direto de 5% sobre o valor total do imposto. Esse benefício busca incentivar a quitação à vista, proporcionando uma economia aos contribuintes.

Além do desconto de 5% na cota única, os usuários cadastrados no aplicativo Nota Potiguar podem acumular um abatimento adicional de até 10%. Esse percentual extra é concedido com base nos pontos gerados por meio das notas fiscais com CPF emitidas ao longo do ano anterior. Somando-se os dois benefícios (cota única e Nota Potiguar), o valor final do IPVA 2025 pode ser reduzido em até 15%, desde que todas as condições e prazos da campanha Nota Potiguar tenham sido devidamente cumpridos.

Para os contribuintes que preferem o parcelamento, a opção continua disponível. O IPVA 2025 pode ser dividido em até sete vezes, sem a aplicação do desconto, desde que o valor total do tributo ultrapasse R$100. É importante destacar que, após o vencimento do prazo da cota única com desconto, as guias de pagamento serão automaticamente atualizadas. Essa atualização incluirá os encargos legais, como juros e multa por atraso, o que eleva o valor a ser pago e anula qualquer possibilidade de desconto.

Emissão das guias e canais de atendimento

A emissão das guias de pagamento do IPVA 2025 é um processo acessível aos contribuintes. O principal canal para obter o documento é o site oficial do Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran-RN). Para acessar a guia, o proprietário do veículo precisa informar o número do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) e a placa do automóvel. O endereço eletrônico para a emissão é https://portal.detran.rn.gov.br.

Para os usuários que possuem direito aos descontos complementares por meio da Campanha Nota Potiguar, a emissão da guia pode ser feita diretamente pelo aplicativo da campanha. Este aplicativo integra os benefícios acumulados e gera a guia já com o valor final ajustado, facilitando o processo para quem utiliza o programa de incentivo fiscal.

A regularização do IPVA é uma etapa importante para os proprietários de veículos, pois o não pagamento pode acarretar em restrições no licenciamento do automóvel. A falta de licenciamento pode gerar multas, apreensão do veículo e pontos na carteira de motorista. Por isso, a Sefaz-RN e o Detran-RN reforçam a necessidade de que os contribuintes fiquem atentos aos prazos e aproveitem os descontos oferecidos para evitar problemas futuros e manter a documentação do veículo em dia. O prazo final da terça-feira, 10 de junho, representa a última chance para os veículos com placas final 9 e 0 garantirem a economia no imposto.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Pix bate recorde com quase 280 milhões de transações em um dia

Pix bate recorde com quase 280 milhões de transações em um dia

Recorde anterior havia sido registrado no fim de dezembro

Sistema de transferências instantâneas do Banco Central (BC), o Pix bateu novo recorde na última sexta-feira (6). Pela primeira vez, a modalidade aproximou-se da marca de 280 milhões de transações em 24 horas.

Somente na última sexta-feira (6), foram feitas 276,7 milhões de transferências via Pix para usuários finais. O recorde diário anterior tinha sido registrado em 20 de dezembro de 2024, dia do pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário, com 252,1 milhões de movimentações.

Em valores, foram movimentados R$ 135,6 bilhões na última sexta-feira. O montante é o quarto maior da história para um dia. O recorde em valores também foi registrado em 20 de dezembro, quando foram movimentados R$ 162,9 bilhões.

“Os números são mais uma demonstração da importância do Pix como infraestrutura digital pública, para a promoção da inclusão financeira, da inovação e da concorrência na prestação de serviços de pagamentos no Brasil”, informou o BC em comunicado.

Criado em novembro de 2020, o Pix acumulou, no fim de maio, 175,47 milhões de usuários, conforme as estatísticas mensais mais recentes. Desse total, 159,92 milhões eram pessoas físicas; e 15,56 milhões, pessoas jurídicas.

Em abril, segundo os dados consolidados mais recentes, o sistema superou a marca de R$ 2,677 trilhões movimentados.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo / Bruno Peres/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Natal Shopping celebra o amor com presente especial e programação romântica no Dia dos Namorados

Natal Shopping celebra o amor com presente especial e programação romântica no Dia dos Namorados

Campanha “Desde que seja com você” acontece até 12 de junho e presenteia clientes com vinho e experiência de personalização de taças

Em clima de romance, o Natal Shopping convida os casais a celebrarem o Dia dos Namorados com experiências especiais e um presente à altura da data. Até o dia 12 de junho, os clientes que realizarem compras a partir de R$400 poderão trocar suas notas fiscais por uma garrafa de vinho tinto da vinícola Miolo, um dos rótulos mais renomados do país.

A campanha “Desde que seja com você” busca destacar que o que torna os momentos especiais não é o lugar ou o dia, mas a companhia. Para tornar a data ainda mais memorável, o shopping também preparou ações que reforçam a experiência afetiva. Clientes cadastrados no programa de relacionamento Mais NAT poderão participar de oficinas exclusivas de pintura de taças, criando peças personalizadas para brindar a dois.

“Nosso objetivo é sempre proporcionar mais do que compras: queremos oferecer momentos que fiquem na memória dos nossos clientes. No Dia dos Namorados, reforçamos isso com ações que celebram o amor em todas as suas formas, com experiências sensoriais, presentes pensados com carinho e um ambiente preparado para receber com afeto”, destaca Diana Petta, gerente de marketing do Natal Shopping.

De acordo com levantamento do Instituto Fecomércio RN (IFC), o Dia dos Namorados deste ano deve trazer um resultado melhor que 2024 para o comércio. A data deve movimentar cerca de R$ 431,2 milhões no estado — um crescimento de 11,7% em relação ao ano passado.

Na capital, o ticket médio das compras subiu para R$ 167,09, maior valor desde 2019, o que representa um crescimento de 6%, em relação ao ano passado. Os itens mais procurados são vestuário (38,6%), perfumes (23,1%) e calçados (12,8%). Ainda de acordo com a pesquisa, mais de 70% dos entrevistados deve comprar um único presente, embora haja tendência de aumento nas compras múltiplas.

Jantar dos namorados

Ainda de acordo com a pesquisa do IFC, é esperada uma movimentação estimada de R$ 60,6 milhões em Natal nas celebrações da data mais romântica do ano, um salto de 19,3% frente ao ano anterior.

Na noite de 12 de junho, o Alpendre – espaço de lazer e gastronomia a céu aberto do Natal Shopping – recebe a banda Café, com repertório recheado de clássicos românticos, em um show gratuito e cheio de clima apaixonado. O evento acontece a partir das 19h, reforçando o ambiente aconchegante e convidativo do local, que conta com os restaurantes Calígula, Jabá e a inauguração do Ô Bar na data para receber os clientes.

Foto: Divulgação

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Preço médio da gasolina no RN cai para R$ 6,07 após redução da Petrobras

Preço médio da gasolina no RN cai para R$ 6,07 após redução da Petrobras

Levantamento da ANP mostra variações de até R$ 1 entre postos em quatro cidades potiguares

O preço médio da gasolina no Rio Grande do Norte ficou em R$ 6,07 na semana encerrada no último sábado (7.jun.2025), segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O valor representa uma redução de R$ 0,05 em relação à semana anterior.

A queda ocorre após a Petrobras anunciar, na terça-feira (3.jun), uma redução de R$ 0,17 no preço da gasolina A repassado às distribuidoras. Com o reajuste, o litro passou a ser vendido a R$ 2,85, em média.

No caso do estado potiguar, a redução foi acompanhada pela refinaria Clara Camarão, localizada em Guamaré e administrada pela Brava Energia. Na última quinta-feira (5.jun), o preço do combustível na refinaria caiu de R$ 3,01 para R$ 2,96.

Levantamento estadual

A pesquisa da ANP monitorou os preços em 52 postos de combustíveis distribuídos em quatro cidades do estado: Natal, Mossoró, Caicó e Parnamirim. A maior variação de preços foi registrada entre R$ 5,75 e R$ 6,79.

Em Natal, o preço médio da gasolina ficou em R$ 5,90. O menor preço verificado na capital foi de R$ 5,75, e o maior, de R$ 6,15. A amostragem envolveu 18 postos de combustíveis.

Monitoramento semanal

O levantamento de preços da ANP é divulgado semanalmente e inclui dados sobre gasolina comum e aditivada, etanol, diesel, Gás Natural Veicular (GNV) e Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).

A redução recente está alinhada à política da Petrobras de ajustes conforme a dinâmica do mercado internacional e à taxa de câmbio, podendo impactar diretamente os preços praticados nos postos.

A ANP também monitora a atuação das distribuidoras e revendedoras, avaliando a aplicação dos reajustes e o repasse ao consumidor final.

Perspectiva para o consumidor

Com a redução na refinaria e nos postos, a expectativa é que os preços continuem oscilando nos próximos dias, dependendo da margem praticada por cada estabelecimento. A pesquisa da ANP serve como base para que consumidores possam comparar valores e escolher os locais com melhor custo-benefício.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Evento exclusivo do LIDE RN marca o lançamento da Lapela | Trajes Masculinos com presença do consultor Alexandre Taleb

Evento exclusivo do LIDE RN marca o lançamento da Lapela | Trajes Masculinos com presença do consultor Alexandre Taleb

Com a imagem pessoal em alta, a elegância e o estilo ganham vitrine com novo conceito de moda masculina no RN

A forma como nos vestimos comunica quem somos, influência percepções e pode abrir portas no mundo dos negócios. Em um mercado cada vez mais atento à imagem profissional, falar sobre estilo e elegância masculina deixou de ser vaidade e se tornou um diferencial estratégico. É nesse contexto que o Rio Grande do Norte recebe uma novidade no segmento de moda masculina: a chegada da Lapela | Trajes Masculinos, que inaugura sua nova loja com um evento exclusivo promovido pelo LIDE RN, nesta segunda, 09 de junho, às 18h.

Para marcar o lançamento oficial da marca no estado, o encontro contará com a presença especial de Alexandre Taleb, a maior autoridade em moda e imagem masculina do Brasil. Consultor de imagem, professor, escritor, palestrante e apresentador, Taleb é conhecido nacionalmente por seu trabalho com executivos, empresários e personalidades, e virá especialmente a Natal para compartilhar insights valiosos sobre estilo, comportamento e os impactos da boa apresentação pessoal no ambiente corporativo.

“Estilo não é sobre seguir tendências. É sobre expressar sua identidade com autenticidade e bom gosto. A imagem que você projeta pode ser decisiva em uma reunião, em uma negociação ou até mesmo na construção de autoridade”, antecipa Taleb, que promete uma noite de conteúdo prático, troca de experiências e muita sofisticação.

Lapela chega como referência no segmento de moda masculina no RN

A nova loja da Lapela representa um marco no varejo potiguar ao trazer uma proposta focada em trajes masculinos elegantes, modernos e sob medida — algo ainda pouco explorado no estado. Com curadoria de peças voltadas para o público executivo, festas e eventos sociais, a marca nasce com o propósito de ser referência em alfaiataria contemporânea, unindo tradição e inovação no vestir bem.

A chegada da Lapela também reforça o movimento de valorização da moda masculina como ferramenta de posicionamento e autoconfiança. E, segundo o LIDE RN, entidade que reúne líderes empresariais do estado, o encontro de lançamento será um momento ideal para alinhar conteúdo, networking e estilo.

“O LIDE sempre promove conexões que elevam o nível da nossa rede de líderes. Com a Lapela, encontramos uma proposta inovadora e com propósito claro: transformar a forma como os homens se veem e se apresentam”, destaca Jean Valério, presidente do LIDE RN.

Serviço
Lançamento nova loja – Lapela | Trajes Masculinos
Data: 09 de junho de 2025 (segunda-feira)
Horário: 18h
Convidado especial: Alexandre Taleb
Evento exclusivo para convidados – LIDE RN

Foto: Divulgação

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PetroReconcavo adquire ativos de gás natural da Brava Energia no RN

PetroReconcavo adquire ativos de gás natural da Brava Energia no RN

Transação inclui unidades de processamento e gasoduto no RN e fortalece estratégia de verticalização da PetroReconcavo no setor de gás natural

A PetroReconcavo anunciou nesta quinta-feira (5.jun.2025), a aquisição de 50% dos ativos de midstream da Brava Energia no Rio Grande do Norte, com investimento total de US$ 65 milhões (cerca de R$ 340 milhões). A operação representa um avanço estratégico na verticalização da cadeia de valor do gás natural da companhia e amplia a infraestrutura do setor onshore no estado.

Os ativos adquiridos incluem duas Unidades de Processamento de Gás Natural (UPGN II e UPGN III), com capacidade combinada de 3 milhões de metros cúbicos por dia (MMm³/dia). Também fazem parte da operação os sistemas auxiliares de recebimento, compressão e armazenamento de líquidos, além de um gasoduto que conecta a produção da PetroReconcavo e dos campos da Brava Energia às unidades de processamento.

Detalhamento da transação

O valor da aquisição será pago em quatro etapas, de acordo com o cronograma acordado entre as empresas:

  • 10% pagos na data do anúncio;
  • 25% condicionados à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE);
  • 50% no fechamento definitivo da transação, após cumprimento das condições precedentes;
  • 15% a serem quitados de forma parcelada, conforme a evolução da transferência imobiliária dos ativos.

Após o encerramento da transação, será implementado um acordo de operação conjunta (Joint Operating Agreement – JOA). A Brava Energia permanecerá como operadora dos ativos, enquanto um comitê operacional com representantes de ambas as empresas será responsável por definir diretrizes de orçamento, custos e eficiência operacional.

Fornecimento de gás e contrato comercial

Além da aquisição dos ativos, PetroReconcavo e Brava Energia firmaram contrato de fornecimento de gás natural. O acordo prevê o fornecimento de gás rico pela PetroReconcavo à Brava por um período de seis anos, com as seguintes etapas:

  • 75 mil metros cúbicos diários (Mm³/dia) a partir de 1º de julho de 2025;
  • 150 Mm³/dia entre 2026 e 2030;
  • 75 Mm³/dia no primeiro semestre de 2031.

O gás rico fornecido possui alta concentração de hidrocarbonetos superiores ao metano e será processado nas UPGNs adquiridas.

Estratégia de expansão e verticalização

A aquisição marca o segundo movimento relevante da PetroReconcavo no processo de verticalização do segmento de gás natural. Em 2024, a companhia inaugurou a UTG São Roque, na Bahia, com capacidade de 400 mil metros cúbicos por dia. A unidade atende campos como Mata de São João, Remanso, Jacuípe e Riacho São Pedro e recebeu investimentos de R$ 23 milhões.

Com essas iniciativas, a PetroReconcavo busca consolidar sua posição no mercado de gás natural, aumentando a integração entre produção, processamento e transporte. O alinhamento dos ativos adquiridos à malha de escoamento e transporte é apontado como fator de aumento da resiliência operacional e redução de custos.

Crescimento da participação do gás natural no portfólio

Desde a promulgação da Nova Lei do Gás, em 2022, a participação do gás natural na produção total da PetroReconcavo cresceu significativamente. Em dois anos, o percentual subiu de menos de 10% para mais de 40%, indicando a importância estratégica do combustível na matriz energética da companhia.

Com a nova estrutura, a PetroReconcavo reforça sua capacidade de processar integralmente os volumes previstos de produção, além de criar condições para absorver demanda adicional e contribuir com o desenvolvimento do mercado de gás natural no Brasil.

Foto: Divulgação

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Crosby inaugura nova unidade no Natal Shopping e projeta alcançar a marca de 150 lojas esse ano

Crosby inaugura nova unidade no Natal Shopping e projeta alcançar a marca de 150 lojas esse ano

A empresa potiguar já conta com 120 filiais espalhadas pelo Brasil, oferecendo variedade e conforto nas peças

Com sua história de empreendedorismo e inovação, a marca que nasceu em uma garagem simples, hoje mostra que é referência com produtos de qualidade. Na próxima terça-feira, 10 de junho, a partir das 18h, a Crosby, marca de moda masculina, inaugura sua nova unidade no Natal Shopping. O evento de lançamento vai contar com a presença de convidados e profissionais da imprensa, que vão ter a oportunidade de conhecer a nova loja, instalada no piso superior do shopping.

A história da Crosby é um exemplo de superação e empreendedorismo. Fundada em 2015 pelos irmãos Crosby Fábio e Felipe Azevedo, a marca conta hoje com 120 unidades espalhadas pelo país, sendo considerada a maior marca de roupas do Norte e Nordeste. Só no ano passado, o sucesso da marca refletiu em novos negócios. Por mês, quatro novas franquias eram abertas, consolidando a potência da marca. A expectativa dos empresários é ampliar os negócios ainda mais, fortalecendo a marca com 150 lojas instaladas em todo o Brasil, até o final do ano.

A Crosby se destaca por sua abordagem inovadora, trazendo ao mercado peças tecnológicas como as bermudas “tech” e camisetas “ultra block”, resistentes a líquidos e sujeiras, características que são resultado do investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento. Uma empresa com proposta inovadora e variedade nas peças. Com uma estrutura moderna, processos otimizados e uma estratégia omnichannel que integra lojas físicas ao digital, garantindo qualidade superior, atendimento ágil e uma experiência única para os clientes.

No catálogo de produtos, os nossos clientes encontram uma variedade de camisas, bermudas, calçados e bonés. Destaque especial para as nossas camisetas com tecido Pima, peças elaboradas a partir do Algodão de mesmo nome, que oferece mais resistência e um toque mais suave no vestir. Atualmente é considerado o melhor algodão do mundo, e tem seus fios produzidos no Peru e nos Estados Unidos.

A empresa se preocupa em oferecer variedade aos homens, contando também com peças femininas e infantis, proporcionando uma maior experiência para toda a família. Na nova unidade instalada no Natal Shopping, o público vai encontrar além diversas opções de produtos, mas também uma estrutura moderna e com garantia de ótimo atendimento.

Serviço:
Inauguração – Crosby Natal Shopping
Local: Natal Shopping – Piso L2 *Próximo a Escada Rolante do Cinema
Data: 10.06.2025 – 18h
Instagram : @crosbynatalshopping

Fotos: Divulgação

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Moda infantil potiguar ganha destaque com talentos que representam as novas tendências do setor

Moda infantil potiguar ganha destaque com talentos que representam as novas tendências do setor

Com apenas 08 anos, Lívia Borges encarna as principais tendências da moda infantil, impulsionando o mercado potiguar com talento, carisma e representatividade nas passarelas locais e nacionais

Com o mercado nacional de moda infantil movimentando mais de R$ 50 bilhões por ano, o Rio Grande do Norte tem se afirmado como um importante polo regional, acompanhando o crescimento acelerado do setor com foco em conforto, sustentabilidade e estilo. Nesse contexto, crianças talentosas, como a potiguar Lívia Borges, de apenas 8 anos, vêm chamando atenção ao representarem nas passarelas um novo perfil de moda infantil: seguro, autêntico e conectado com as demandas contemporâneas das famílias.

No último domingo (1), Lívia encantou ao desfilar na Natal Fashion Kids, evento que reforça a força da moda infantil local ao apresentar coleções que valorizam tecidos orgânicos, estampas lúdicas e modelagens funcionais, alinhadas ao conforto indispensável para o universo infantil. Representando a loja Piuí Pop e integrando o casting da Elenco Mosh Brasil, agência reconhecida nacionalmente, a jovem modelo vem consolidando seu espaço e demonstrando o potencial potiguar para competir em nível nacional.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), o segmento infantil cresceu 8% nos últimos dois anos, impulsionado pelo aumento do poder de compra das famílias e pela preferência por produtos que combinam apelo sustentável e design funcional. No RN, eventos como a Natal Fashion Week e a Natal Fashion Kids são fundamentais para ampliar a visibilidade das marcas locais e fortalecer o mercado.

Mais do que exibir peças nas passarelas, esses jovens talentos representam um movimento de representatividade e diversidade que redefine os padrões da moda infantil, aproximando-a da realidade das famílias potiguares e brasileiras.

A trajetória da Lívia Borges reflete esse novo momento da moda infantil no RN, que alia inovação, cultura local e sustentabilidade, projetando o Estado como referência e celeiro de futuros talentos no segmento.

Foto: Divulgação

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Pix Automático: nova ferramenta do Banco Central permite agendamento de contas e serviços recorrentes

Pix Automático: nova ferramenta do Banco Central permite agendamento de contas e serviços recorrentes

Nova modalidade do Pix possibilita o débito automático de contas como luz, escola e academias, com autorização única e sem uso de cartão de crédito

O Banco Central (BC) lançou, nesta terça-feira (4.jun.2025), em São Paulo, a funcionalidade Pix Automático, que possibilita o agendamento de pagamentos recorrentes como contas de luz, mensalidades escolares, academias e serviços de assinatura. A novidade foi apresentada durante o evento Conexão Pix, promovido na capital paulista.

De acordo com o BC, o Pix Automático permitirá que consumidores realizem pagamentos periódicos com apenas uma autorização inicial. A operação será automática, sem a necessidade de repetir o procedimento a cada vencimento. A ferramenta será gratuita para o pagador e tem o objetivo de ampliar a inclusão financeira, sobretudo entre as pessoas que não utilizam cartão de crédito.

Durante o lançamento, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, destacou a importância do Pix para o sistema financeiro nacional. “O Pix é o dinheiro que anda na velocidade do nosso tempo”, afirmou. Galípolo também reforçou o caráter coletivo da tecnologia, criada e desenvolvida em parceria entre o setor público e a sociedade.

Como vai funcionar o Pix Automático

O funcionamento do Pix Automático envolve quatro etapas principais. Primeiro, o pagador deverá autorizar a operação, definindo regras como valor máximo e periodicidade. Em seguida, a empresa que presta o serviço enviará a cobrança ao banco do cliente com antecedência. O banco então agendará o pagamento e notificará o cliente, permitindo que ele confira os valores antes da execução. A cobrança só será debitada automaticamente na data estipulada, caso todas as condições estejam de acordo com o consentimento inicial.

Segundo o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, Renato Gomes, a nova funcionalidade sintetiza comodidade, facilidade e controle. “O consumidor vai realizar seus pagamentos recorrentes de forma automática, sem preocupação. O consentimento será dado uma vez e o serviço ficará disponível por tempo indeterminado. E o controle permanece nas mãos do pagador, que será notificado antes da execução de cada transação.”

Primeira instituição a adotar a nova modalidade

O Banco do Brasil foi a primeira instituição financeira a implementar o Pix Automático, ainda no final de maio de 2025. A previsão do Banco Central é de que os demais bancos comecem a disponibilizar a ferramenta a partir de 16 de junho, inicialmente para transações em que pessoas físicas sejam pagadoras e empresas sejam recebedoras.

A adesão por parte de grandes empresas, como escolas, operadoras de energia elétrica, academias e serviços digitais, é esperada ainda no segundo semestre de 2025. Essas instituições poderão reduzir custos com meios tradicionais de cobrança, como boletos e maquininhas de cartão, além de ter mais previsibilidade e segurança nos recebimentos.

Potencial de impacto e inclusão financeira

Com mais de 60 milhões de brasileiros sem acesso ao cartão de crédito, o Pix Automático surge como uma alternativa para democratizar o acesso a serviços recorrentes. Ao permitir que pessoas físicas façam pagamentos periódicos com saldo em conta, a funcionalidade amplia o alcance de modelos de cobrança que antes dependiam exclusivamente de meios tradicionais, como débito em conta corrente ou cartão.

O Pix, criado pelo BC em 2020, já movimentou mais de R$ 26 trilhões em transações em 2024, consolidando-se como o principal meio de pagamento digital do país. Com a nova modalidade automática, a expectativa do Banco Central é ampliar ainda mais seu alcance e versatilidade.

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil / Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

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Grupo Favorito abre primeira loja de atacarejo na zona sul de Natal

Grupo Favorito abre primeira loja de atacarejo na zona sul de Natal

Marca é pioneira como player local a inaugurar unidade especializada no segmento na região e leva um novo conceito para os clientes de Nova Parnamirim

O grupo Favorito Supermercados está nos últimos preparativos para inaugurar sua primeira loja de atacarejo na zona sul de Natal, na Avenida Ayrton Senna. Será também a pioneira no segmento – localizada na região de Nova Parnamirim – gerido por uma marca local, cuja abertura oficial está prevista para o final de junho.

O novo Atacado Favorito ocupa uma área de 16 mil m² – se destacando como a maior loja do grupo. Vai gerar mais de 200 novos empregos diretos e pretende levar para os clientes os diferenciais da marca, como o atendimento de excelência e a qualidade dos produtos, com destaque para o setor de hortifruti. O grupo já conta com um atacarejo na zona norte de Natal e outro em Macaíba.

A nova loja terá um conceito inovador, como destaca o diretor comercial do grupo Favorito, Vinícius Gama. “Levamos para o atacado o DNA do Favorito em experiência e produto, mas vamos além, com um mix de 14 lojas que incluem os serviços de petshop e farmácia, uma academia de ponta, a Smartfit, e a cafeteria de marca própria, que conta com a parceria da marca São Braz. Tudo isso para que o cliente, além das compras de casa e abastecimento dos pequenos negócios, encontre outras soluções que necessita em um só lugar”, pontua.

A aposta do Favorito no segmento segue uma tendência nacional: 50% das vendas de alimentos no Brasil já vêm desse formato, e desde 2014, o atacarejo tem crescido em dois dígitos e duas vezes mais rápido que o autosserviço.

O atacarejo une atacado e varejo em um só lugar, com o objetivo de oferecer preços mais baixos em produtos de maior consumo e volume, como bebidas, alimentos e artigos de limpeza, com uma estrutura que permite a compra em grandes quantidades (como fardos, pacotes e caixas).

A compra em atacarejo, portanto, faz parte do comportamento de 43 milhões de lares brasileiros. Em 2024, 75% das famílias fizeram compras em lojas do segmento, o que comprova o sucesso desse modelo de varejo. Os números fazem parte de um recente estudo da Nielsen.

A abertura do Atacado Favorito na zona sul da capital faz parte do plano de expansão do grupo, que começou a ser colocado em prática no final do ano passado com a renovação da loja de Parnamirim. Para os próximos anos estão previstas outras inaugurações em Macaíba e na zona norte de Natal.

O Favorito Supermercados atua em Natal e nas cidades metropolitanas de Macaíba e Parnamirim. A rede inaugura agora a sexta loja, passando a gerar ao todo mais de 950 empregos diretos.

Foto: Divulgação

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Assembleia Legislativa aprova criação da Loteria Estadual no RN com previsão de arrecadação de R$ 25 milhões

Assembleia Legislativa aprova criação da Loteria Estadual no RN com previsão de arrecadação de R$ 25 milhões

Projeto do Governo do Estado prevê uso dos recursos em saúde, segurança e habitação; administração será da Sefaz

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou nesta terça-feira (3.jun.2025) o projeto de lei que cria oficialmente a Loteria Estadual do RN. A proposta foi enviada pelo Governo do Estado em abril e agora segue para sanção da governadora Fátima Bezerra (PT).

O projeto prevê uma arrecadação anual de até R$ 25 milhões. Esses recursos deverão ser aplicados prioritariamente em áreas como segurança pública, saúde e habitação, conforme especificado no texto aprovado.

Além da criação da loteria, a proposta institui também o Fundo Estadual da Loteria, que centralizará os valores arrecadados. A administração será de responsabilidade da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz).

Loteria estadual segue decisões do STF

A iniciativa tem como base decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), que em 2020 reconheceu que a União não possui exclusividade na exploração de serviços lotéricos. Desde então, estados e o Distrito Federal passaram a ter autonomia para regulamentar e operar seus próprios sistemas de loteria.

A tramitação do projeto ocorreu em regime de urgência, sendo aprovada pela maioria dos deputados estaduais presentes.

Debate e emendas durante votação

A votação provocou debate entre os parlamentares. Dois deputados votaram contra: José Dias (PL) e Adjuto Dias (MDB). Já o deputado Coronel Azevedo (PL) apresentou duas emendas ao texto original.

A primeira propõe autorizar municípios a criarem suas próprias loterias. A segunda trata da atualização das porcentagens de repasse dos recursos arrecadados, em alinhamento com normas federais sobre o tema.

O líder do governo na Assembleia, deputado Francisco do PT, defendeu a criação da loteria como uma alternativa viável para ampliar a capacidade de investimento do Estado em políticas públicas.

Modalidades e estrutura da loteria estadual

A Loteria Estadual do RN poderá operar com diversas modalidades de jogos, nos moldes das loterias já existentes em nível federal. Entre elas:

  • Concursos de prognósticos numéricos (como a Mega-Sena);
  • Concursos de prognósticos específicos e esportivos;
  • Jogos de raspadinhas físicas ou digitais (loteria instantânea).

A operação será regulamentada por planos lotéricos aprovados pela Receita Estadual, e deverá incluir medidas de segurança para garantir a integridade do sistema e combater fraudes.

Previsão de investimento inicial

O projeto prevê a abertura de um crédito especial no valor de R$ 3 milhões para instalação da loteria. Este montante deve viabilizar a implantação da estrutura técnica e tecnológica necessária para o funcionamento do sistema.

Os prêmios não resgatados no prazo de 90 dias após a realização dos sorteios serão revertidos ao Fundo Estadual da Loteria, reforçando o orçamento destinado às áreas prioritárias definidas pelo governo.

A expectativa da gestão estadual é de que, após a sanção da governadora, a Loteria Estadual comece a operar ainda em 2025, com a regulamentação e contratação de operadores via processo licitatório ou convênios.

Foto: João Gilberto/ALRN

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Justiça bloqueia R$ 119 milhões de investigados por fraude contra INSS

Justiça bloqueia R$ 119 milhões de investigados por fraude contra INSS

Desvios foram apurados pela Operação Sem Desconto, da PF

A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta terça-feira (3) que a Justiça Federal em Brasília proferiu novas decisões que determinaram o bloqueio de R$ 119 milhões em bens de empresas e investigados envolvidos nas fraudes em descontos irregulares nos benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Os bloqueios foram determinados pela juíza federal Luciana Raquel Tolentino de Moura, da 7ª Vara Federal do Distrito Federal, e ocorreram em cinco ações protocoladas pela AGU.

Em cada processo, foram bloqueados R$ 23,8 milhões em bens móveis, imóveis e ativos financeiros de oito empresas e nove pessoas físicas. Os sigilos bancário e fiscal também foram quebrados por determinação judicial.

De acordo com a AGU, há indícios de que as empresas são suspeitas de atuarem como firmas de fechada para praticar os desvios ilegais contra os aposentados. Em troca de autorização para a realização dos descontos, as empresas pagaram propina para agentes públicos.

No mês passado, a AGU pediu o bloqueio de R$ 2,5 bilhões contra 12 entidades associativas e 60 dirigentes. Por determinação da juíza, o caso foi fatiado em 15 ações para facilitar a análise dos pedidos.

As fraudes são investigadas na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que investiga um esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas. Estima-se que cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024.

As ações judiciais fazem parte do trabalho do grupo especial montado pela AGU para buscar a recuperação do dinheiro descontado irregularmente dos aposentados.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil / Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Prato Cheio: Rede oferece alimentos a R$ 10 em lojas do RN, Paraíba e Pernambuco

Prato Cheio: Rede oferece alimentos a R$ 10 em lojas do RN, Paraíba e Pernambuco

Iniciativa do Assaí Atacadista oferece alimentos a preços populares para famílias da região

Com apenas R$ 10, é possível ir ao mercado em Natal, João Pessoa, ou Recife e sair de lá com sacola cheia e uma refeição completa para a família inteira. Nela, poderá constar um pacote de feijão, de arroz (ou macarrão), flocos de milho (flocão), jerimum ou alface e pertences de frango, podendo ser para canja ou miúdos, que compõe uma combinação de itens essenciais e nutritivos. Essa é a proposta da ação “Prato Cheio”, promovida pela rede Assaí Atacadista em lojas selecionadas do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.

A iniciativa, que contribui para o combate à insegurança alimentar, reforça o compromisso da rede com o acesso democrático à alimentação de qualidade e a preços mais baratos, além de destacar o diferencial competitivo do seu modelo de negócio do atacarejo – em média, comprar em uma loja do Assaí é 10% mais barato, no valor total, do que em varejistas tradicionais.

Para participar, não é necessária nenhuma exigência prévia: basta ir entre quinta-feira e domingo em uma das lojas participantes (confira a relação abaixo) e fazer as compras. A composição dos itens pode variar conforme a disponibilidade da semana, mas sempre preserva o valor nutricional das refeições. Por exemplo, o arroz pode ser substituído por macarrão, ou o jerimum por outra hortaliça, mantendo o equilíbrio alimentar da proposta.

A ação contempla tanto a venda no varejo (produtos unitários) quanto no atacado (grandes volumes), atendendo desde famílias em busca de economia até pequenos comerciantes de bairro que abastecem seus estoques no Assaí. Realizada há pouco mais de um ano em unidades desses três estados, a iniciativa se consolidou como uma resposta concreta à insegurança alimentar, ao mesmo tempo em que fortalece o posicionamento comercial da rede como opção de preços mais competitivos que o mercado tradicional e variedade.

“Acreditamos que todos(as) devem ter acesso a uma alimentação digna. Com a ação Prato Cheio, conseguimos oferecer itens essenciais por um valor simbólico, ajudando milhares de famílias a levarem comida para a mesa. É também uma forma de reforçar o nosso papel como atacarejo de confiança, que entrega economia real tanto para o consumidor final quanto para os(as) empreendedores(as) locais”, afirma João Miguel Gouveia, diretor Regional do Assaí.

O “Prato Cheio” faz parte da estratégia do Assaí de promover iniciativas de impacto social positivo nos territórios onde está presente, com iniciativas que impactam diretamente a vida das pessoas, além de reforçar o compromisso da rede com a segurança alimentar.

Serviço | Prato Cheio

Datas: De quinta-feira a domingo

▪ Lojas Rio Grande do Norte:
Assaí São Gonçalo do Amarante: Avenida Bacharel Tomaz Landim, s/n Jardim Lola, Natal

▪ Lojas Paraíba:
Assaí João Pessoa: Rua Motorista Aldovandro Amâncio Pereira, n 51, Ernesto Geisel, João Pessoa

▪ Lojas Pernambuco
Assaí Imbiribeira: Av. Mal. Mascarenhas de Morais, 2056 – Imbiribeira, Recife
Assaí Olinda: Av. Pres. Kennedy, 2800 – Peixinhos, Olinda
Assaí Jaboatão: Av. Gen. Barreto de Menezes, 434, Prazeres, Jaboatão dos Guararapes
Assaí Camaragibe: Av. Dr. Belmino Correia, 681, Centro, Camaragibe
Assaí Paulista: BR-101, 5.800, Artur Lundgren II, Paulista
Assaí Serra Talhada: Av. Waldemar Ignácio de Oliveira, S/N, Alto Bom Jesus, Serra Talhada
Assaí Caruaru Petrópolis: Av. João de Barros, Quadra 13 – Petrópolis, Caruaru
Assaí Cabo de Santo Agostinho: Rodovia PE 60, 2520, Garapu, Cabo de Santo Agostinho

Fotos: Divulgação

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Após sucesso do fim de semana, Bazar Elos anuncia dia extra de saldão com peças por R$ 15 nesta quinta (5)

Após sucesso do fim de semana, Bazar Elos anuncia dia extra de saldão com peças por R$ 15 nesta quinta (5)

A renda arrecadada será totalmente revertida para os projetos da ONG Elos – Arquitetura Social

Após lotar o espaço no Natal Shopping durante o fim de semana e conquistar a adesão de centenas de pessoas, o Bazar Elos realiza nesta quinta-feira, 5 de junho, um dia extra de saldão. A loja reabrirá com todas as peças remanescentes sendo vendidas por valor único de R$ 15,00.

A ação será realizada no mesmo local, no segundo piso do Natal Shopping, próximo à Anacapri e à escada rolante. Roupas, calçados e acessórios novos e seminovos estarão disponíveis para quem quer aproveitar bons achados e ainda contribuir com uma causa social.

A renda arrecadada será totalmente revertida para os projetos da ONG Elos – Arquitetura Social, que atua na humanização de espaços em instituições filantrópicas do Rio Grande do Norte, como o Hospital Infantil Varela Santiago, Instituto Juvino Barreto, Lar Celeste Auta de Souza e Centro Comunitário Acauã.

“É uma oportunidade para quem não conseguiu vir no fim de semana ou quer voltar e aproveitar ainda mais. Tudo será vendido por R$ 15,00, e cada compra continua sendo um gesto de solidariedade e transformação”, destaca a arquiteta Mara Lorena, fundadora da ONG.

Serviço – Saldão Bazar Elos

Local: Natal Shopping – 2º piso (onde funcionava a Lugano, próximo à Anacapri e à escada rolante)
Data: Quinta-feira, 5 de junho de 2025
Horário: Das 10h às 22h
Peças por R$ 15
Informações: @elossocial

Foto: Divulgação

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Novo concurso INSS 2025 terá 300 vagas para analista de nível superior

Novo concurso INSS 2025 terá 300 vagas para analista de nível superior

Portaria publicada no Diário Oficial da União autoriza seleção para o cargo de Analista do Seguro Social; edital deve sair em até seis meses

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi autorizado pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) a realizar um novo concurso público com 300 vagas para o cargo de Analista do Seguro Social. A autorização foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira (3.jun.2025) e estabelece o prazo de até seis meses para publicação do edital.

As vagas são destinadas exclusivamente a candidatos com nível superior. Segundo a portaria, o descumprimento do prazo resultará na perda da autorização e do orçamento reservado para a realização do certame. O INSS será o responsável pela organização do concurso, incluindo contratação da banca, elaboração do edital e condução de todas as etapas.

O cargo de Analista do Seguro Social integra o Plano de Cargos e Carreiras do órgão e é voltado para atividades técnicas e administrativas de alta complexidade. A função exige formação superior em áreas específicas que serão detalhadas no edital, assim como os critérios de avaliação, conteúdo programático, políticas de cotas e cronograma.

De acordo com a legislação, a aplicação das provas deverá ocorrer no mínimo dois meses após a publicação do edital, garantindo tempo adequado para a preparação dos candidatos. A banca organizadora ainda será definida e poderá ser contratada por meio de licitação ou dispensa, conforme os trâmites legais.

A nomeação dos aprovados dependerá da homologação do resultado final e da declaração formal de adequação orçamentária e financeira por parte do gestor responsável. A expectativa é que os nomeados comecem a ser chamados ainda em 2026, conforme disponibilidade orçamentária e necessidade do INSS.

Nos últimos anos, o Instituto tem enfrentado déficit de servidores, o que tem impactado diretamente na capacidade de atendimento à população. O novo concurso visa minimizar esses impactos e reforçar o quadro técnico da instituição.

O último concurso para Analista do Seguro Social ocorreu em 2015, quando foram ofertadas 150 vagas. A remuneração atual do cargo gira em torno de R$ 8 mil, incluindo benefícios. No entanto, os valores podem variar de acordo com a lotação e as gratificações de desempenho.

O anúncio do novo concurso INSS 2025 já movimenta candidatos em todo o país, especialmente aqueles que aguardavam uma nova seleção para o nível superior. Cursinhos preparatórios devem lançar novas turmas nas próximas semanas com foco específico no conteúdo exigido para a função.

Candidatos interessados devem acompanhar as publicações oficiais do INSS e do Diário Oficial da União para atualizações sobre o edital, cronograma e orientações de inscrição.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil / Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

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Fraude com falso investimento faz vítimas perderem milhões em golpe operado a partir do RN

Fraude com falso investimento faz vítimas perderem milhões em golpe operado a partir do RN

Polícia Civil do RS prendeu três suspeitos em Natal; vítimas depositaram valores entre R$ 1,5 milhão e R$ 4 milhões

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga um golpe de falso investimento que causou prejuízos milionários a moradores do estado. Três suspeitos foram presos no fim de maio em Natal, capital do Rio Grande do Norte, onde, segundo as investigações, o esquema era operado. As identidades dos presos não foram divulgadas.

A investigação teve início após vítimas procurarem a polícia relatando perdas significativas em uma plataforma digital de investimentos. Em um dos casos, um morador de Porto Alegre depositou cerca de R$ 1,8 milhão acreditando que obteria um lucro estimado em R$ 5 milhões. Em outro, o prejuízo chegou a R$ 4 milhões. Também foram registrados casos com perdas de R$ 1,5 milhão, R$ 1,8 milhão e R$ 2,5 milhões.

De acordo com a polícia, o grupo criminoso atuava por meio de uma estrutura aparentemente profissional. Os suspeitos criaram uma plataforma falsa, com site e aplicativo para celular, simulando ser uma corretora internacional de investimentos. O golpe incluía contratos em inglês, atendimento personalizado e contato constante via WhatsApp, conferindo aparência de legitimidade.

A atuação do grupo envolvia a criação de empresas de fachada e contas bancárias em nome de terceiros, utilizadas para movimentar o dinheiro das vítimas. As promessas incluíam lucros acima da média de mercado, com a orientação de manter os valores aplicados por mais tempo para maximizar os rendimentos.

Conforme avançavam nas negociações, os suspeitos ofereciam supostas oportunidades de investimentos ainda mais lucrativos dentro da própria plataforma. Quando as vítimas tentavam sacar os valores, passavam a enfrentar dificuldades para obter retorno ou sequer conseguiam contato com os representantes da empresa. A ausência de um canal direto de saque e a dependência de intermediários reforçavam a ilusão da operação legítima.

Segundo as investigações, o braço operacional do esquema estava sediado em Natal, de onde os suspeitos mantinham contato com as vítimas em diferentes regiões do país. As evidências indicam que o golpe não se restringia ao Rio Grande do Sul, atingindo pessoas em outros estados.

No dia 22 de maio, a Polícia Civil cumpriu 12 ordens judiciais em Natal, entre mandados de prisão, busca e apreensão, e indisponibilidade de bens dos investigados. Três pessoas foram presas na operação. A polícia também busca identificar possíveis conexões entre os investigados e outros casos semelhantes registrados em diferentes localidades.

As autoridades seguem recebendo denúncias de vítimas de fraudes associadas a plataformas de investimentos falsas. A apuração aponta que o número de lesados pode ser maior que o inicialmente registrado. As investigações continuam para identificar novos integrantes da organização criminosa e outras ramificações do esquema.

A Polícia Civil do RS não descarta a possibilidade de realizar novas fases da operação, diante do volume de denúncias que continua a ser registrado. O caso segue sob apuração da Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes de Lavagem de Dinheiro e Organização Criminosa (DRACO) do Rio Grande do Sul.

Foto: Manuella Brandolff/Especial Palácio Piratini / Gustavo Mansur/ Palácio Piratini

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RN ocupa vice-liderança em ranking de lentidão para se abrir uma empresa

RN ocupa vice-liderança em ranking de lentidão para se abrir uma empresa

Potiguares levaram, em média, 1 dia e 6 horas para abrir uma empresa entre janeiro e abril deste ano; contador explica possíveis causas e dá dicas para contornar burocracia

O Rio Grande do Norte é o segundo estado mais lento do Brasil para abertura de empresas, com tempo médio de 1 dia e 6 horas para a conclusão do processo. Os dados constam no Mapa de Empresas, relatório divulgado pelo governo federal, e são referentes ao primeiro quadrimestre de 2025. O tempo representa um aumento de 87,5% em relação ao mesmo período do ano passado e coloca o estado atrás apenas de São Paulo no ranking nacional.

Ainda segundo o levantamento, apesar do desempenho negativo na lentidão do processo, o estado registrou um saldo positivo no número de empresas abertas neste início de 2025. Entre janeiro e abril, 19.680 empresas foram abertas no RN, enquanto 10.790 encerraram suas atividades, resultando em um saldo de 8.890 novos negócios. Atualmente, o estado conta com 266.535 empresas ativas.

Para especialistas, a lentidão no processo de abertura é reflexo de entraves estruturais que vão além do desejo de empreender. “A demora pode estar relacionada à falta de integração entre os sistemas dos órgãos públicos, à morosidade em processos internos e à variação no cumprimento de etapas burocráticas, como registro, licenciamento e alvarás”, avalia o contador Gustavo Vieira, diretor da Rui Cadete.

Ainda assim, segundo ele, o saldo positivo de empresas abertas reforça a vocação empreendedora dos potiguares, mesmo diante dos desafios. Além disso, de acordo com o Mapa de Empresas, o RN é o 12º estado com maior número de empresas no Inova Simples, um regime especial simplificado para a formalização de empreendedores que almejam inovar, independente do ramo ou atividade econômica.

Desde a implementação do sistema até o final do primeiro quadrimestre de 2025, foram abertas 225 empresas inscritas no Inova Simples no RN, das quais 50 foram fechadas no período, resultando em um saldo de 175 empresas ativas. Nessa categoria estão incluídas, por exemplo, as startups e outras iniciativas empresariais que se autodeclaram como empresas de inovação, seja de caráter disruptivo ou incremental.

“Os números mostram que há espaço para crescer, e o potiguar já provou que não falta criatividade, resiliência e vontade de inovar. Mesmo diante dos entraves, o empreendedorismo segue pulsando no estado”, afirma Gustavo. Para ele, a combinação entre políticas públicas mais eficientes, integração entre as esferas governamentais e o apoio de uma assessoria contábil experiente pode transformar burocracia em oportunidade.

“Com planejamento, orientação técnica e conhecimento das etapas legais, é possível acelerar processos, reduzir riscos e abrir um negócio com mais segurança e inteligência. Empreender no RN pode — e deve — ser um caminho viável para quem sonha em transformar ideias em negócios sustentáveis”, encerra o diretor da Rui Cadete.

Foto: Divulgação

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Petrobras reduz preço da gasolina A para distribuidoras em 5,6%

Petrobras reduz preço da gasolina A para distribuidoras em 5,6%

Com nova queda, parcela da estatal no preço da gasolina C ao consumidor será de R$ 2,08 por litro

A Petrobras anunciou que vai reduzir o preço médio da gasolina A vendida às distribuidoras a partir desta terça-feira (3.jun.2025). Segundo comunicado da estatal, o valor passará de R$ 3,02 para R$ 2,85 por litro, representando uma queda de R$ 0,17 por litro, ou 5,6%.

A gasolina A é o produto fornecido diretamente pela Petrobras às distribuidoras, que posteriormente fazem a mistura com etanol anidro para formar a gasolina C — tipo comercializado nos postos de combustíveis em todo o país.

Com a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A, a empresa calcula que a sua participação no preço final da gasolina C repassada ao consumidor será reduzida para R$ 2,08 por litro. Isso representa uma queda de R$ 0,12 por litro.

Em nota oficial divulgada nesta segunda-feira (2), no Rio de Janeiro, a Petrobras explicou que a política de preços da companhia segue critérios de mercado, levando em conta fatores como custos de produção, concorrência e o valor do petróleo no mercado internacional.

Histórico de reajustes

Desde dezembro de 2022, a Petrobras já acumulou uma redução de R$ 0,22 por litro no valor da gasolina A vendida às distribuidoras. Isso equivale a uma queda de 7,3% no período. Ao considerar a inflação acumulada nesse intervalo, a estatal calcula que o impacto real da redução chega a R$ 0,60 por litro, o que representa um recuo de 17,5% em termos reais.

A estatal afirma que essa estratégia de ajuste nos preços busca preservar a competitividade da empresa no mercado interno sem repassar imediatamente as oscilações do mercado internacional para o consumidor final.

Composição de preços

A Petrobras reforça que o preço cobrado nas refinarias não corresponde ao valor final pago pelos motoristas nos postos. O preço da gasolina C ao consumidor inclui, além da parcela da Petrobras, os custos da mistura com etanol anidro, margens de distribuição e revenda, e a carga tributária, composta por impostos como ICMS, Cide, PIS/Pasep e Cofins.

A companhia também destaca que o valor cobrado nas bombas pode variar entre estados e postos, devido às diferentes alíquotas de ICMS aplicadas pelas unidades federativas e às margens praticadas pelos revendedores.

Transparência ao consumidor

Para promover a transparência e facilitar o acompanhamento dos preços dos combustíveis, a Petrobras mantém uma seção dedicada em seu site institucional. Nela, os consumidores podem acessar informações detalhadas sobre a formação e composição dos preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha.

A empresa afirma que esse esforço visa ampliar a compreensão da população sobre a política de preços praticada pela estatal e os fatores que influenciam o valor final dos combustíveis no país.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Imposto de Renda 2025: RN registra mais de 440 mil declarações entregues no prazo

Imposto de Renda 2025: RN registra mais de 440 mil declarações entregues no prazo

Contribuintes que perderam o prazo estão sujeitos a multa e restrições no CPF

O prazo para envio da declaração do Imposto de Renda 2025 encerrou-se às 23h59 da última sexta-feira, 30 de maio. No Rio Grande do Norte, 440.434 contribuintes enviaram suas declarações à Receita Federal dentro do prazo estipulado. O número, no entanto, ficou abaixo da expectativa do Fisco, que previa 469.194 declarações no estado. A diferença representa um déficit de 28.760 envios.

Contribuintes que estavam obrigados a declarar, mas não o fizeram até o fim do prazo, estão sujeitos a penalidades. A multa por atraso tem valor mínimo de R$ 165,74 e pode chegar até 20% do valor do imposto devido. Além disso, a Receita Federal aplica juros sobre o valor da multa, o que torna mais oneroso o atraso quanto maior for o tempo de regularização.

A contagem para a aplicação da multa começa no primeiro dia útil seguinte ao fim do prazo, ou seja, em 1º de junho. A cobrança deixa de aumentar no momento em que o contribuinte realiza a entrega da declaração, com o pagamento da multa sendo feito por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) emitido no ato da regularização.

Além da penalidade financeira, os contribuintes que não entregarem a declaração podem enfrentar outras consequências. O Cadastro de Pessoa Física (CPF) pode ser classificado como “pendente de regularização” ou “omisso na entrega da declaração”. Com isso, o cidadão pode ter restrições em diversas situações, como:

  • Dificuldade na obtenção de financiamentos e empréstimos bancários;
  • Impedimentos para participação em programas sociais do governo federal;
  • Restrições para emissão de passaporte;
  • Limitações para inscrição em concursos públicos e matrículas em instituições de ensino.

Para quem perdeu o prazo, a orientação é realizar a entrega da declaração o quanto antes, minimizando o impacto dos juros e da multa. O procedimento é o mesmo, e o sistema da Receita Federal emite automaticamente o Darf correspondente à penalidade.

Segundo informações da Receita Federal, o contribuinte que regularizar sua situação e pagar a multa não terá mais pendências junto ao órgão. O status do CPF será normalizado após o processamento da declaração e a quitação da Darf correspondente.

Aqueles que ainda tiverem dúvidas sobre a obrigatoriedade ou sobre como proceder na entrega fora do prazo podem consultar as informações atualizadas no site da Receita Federal (www.gov.br/receitafederal). É possível ainda contar com auxílio de profissionais da área contábil para garantir o correto envio dos dados e evitar novos problemas no futuro.

Em 2025, a obrigatoriedade de declarar o Imposto de Renda incluiu contribuintes com rendimentos tributáveis acima de R$ 30.639,90 ao longo de 2024, entre outros critérios. Também precisaram declarar pessoas com bens superiores a R$ 800 mil, investidores na bolsa de valores, entre outros casos previstos pela legislação.

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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