greve

Greve em hospitais universitários do RN afeta consultas e cirurgia

Greve em hospitais universitários do RN afeta consultas e cirurgia

Consultas e exames são afetados por greve em hospitais universitários

A greve de servidores vinculados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) já provoca impactos no atendimento em hospitais universitários do Rio Grande do Norte. A paralisação foi iniciada na última segunda-feira (30) e afeta consultas, exames e cirurgias eletivas, que passaram a funcionar de forma parcial.

No estado, o movimento atinge unidades como o Hospital Universitário Onofre Lopes, a Maternidade Escola Januário Cicco e o Hospital Universitário Ana Bezerra. Apesar da paralisação, os trabalhadores mantêm equipes mínimas para assegurar o funcionamento de serviços considerados essenciais, como unidades de terapia intensiva.

A greve tem caráter nacional e foi aprovada em assembleias realizadas em mais de 45 hospitais da rede administrada pela Ebserh. Entre as principais reivindicações apresentadas pela categoria estão o reajuste salarial e a reposição de perdas acumuladas, estimadas em cerca de 25%, além de melhorias em benefícios, como o vale-alimentação.

Com a redução das atividades, pacientes já enfrentam alterações no atendimento. Consultas e exames estão sendo remarcados, em alguns casos com previsão de realização em prazos mais longos. Usuários do Sistema Único de Saúde relatam dificuldades para dar continuidade a tratamentos, especialmente aqueles que dependem exclusivamente da rede pública.

De acordo com representantes do movimento, a paralisação ocorre após um período de dois anos de negociações sem avanços. A categoria informou que rejeitou proposta apresentada com base na inflação e mantém a reivindicação por medidas que contemplem as demandas apresentadas.

Enquanto a greve segue em andamento, não há previsão para a retomada integral dos atendimentos nas unidades afetadas.

Foto: Cícero Oliveira/AgecomUFRN

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Técnicos da UFRN aprovam greve para a próxima segunda-feira (23)

Técnicos da UFRN aprovam greve para a próxima segunda-feira (23)

Funcionários decidem paralisação por descumprimento de acordo com governo

Os técnicos-administrativos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) decidiram, em assembleia realizada nesta quinta-feira (19), pela deflagração de greve da categoria. A paralisação terá início na próxima segunda-feira (23), conforme deliberação dos servidores.

A assembleia geral ocorreu no auditório da Biblioteca Central Zila Mamede (BCZM), no campus central da universidade, em Natal. Do total de votantes, 68 técnicos (53,5%) votaram favoráveis à greve. Foram 53 votos contrários (41,7%) e sete abstenções (4,8%).

Por que os técnicos da UFRN decidiram paralisar as atividades

De acordo com o Sindicato Estadual dos Trabalhadores em Educação do Ensino Superior do RN (Sintest-RN), a categoria está em estado de greve há quase um ano. A decisão pela paralisação ocorre após o que o sindicato classifica como descumprimento de 17 pontos do acordo firmado com o Governo Federal.

O centro do debate na assembleia foi o não cumprimento integral do acordo, com ênfase em dois pontos principais:

  • A exclusão dos servidores aposentados do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC)
  • A ausência de avanços em pautas estruturais, como a implementação da jornada de 30 horas para todos os técnicos
  • O impasse em torno do RSC e a exclusão dos aposentados

Durante a assembleia, dirigentes sindicais e representantes da base apontaram que, embora o RSC seja considerado uma das maiores conquistas recentes da carreira, a regulamentação deixou de fora os aposentados. A justificativa do governo para a exclusão teria sido de ordem orçamentária.

Entre os defensores da greve, a avaliação predominante é de que a exclusão dos aposentados fere o princípio da paridade e aprofunda desigualdades dentro da própria categoria.

Outro ponto destacado é que aproximadamente 60% dos servidores ativos não poderão requerer o RSC nos moldes atuais. Entre os que terão direito ao benefício, há preocupação de que parte significativa não alcance a pontuação mínima exigida para concessão.

Os argumentos a favor e contra a paralisação na UFRN

Parte da direção sindical e da base avaliaram que uma greve imediata poderia atrasar a implementação do RSC. O temor é que a comissão responsável pela análise dos processos tenha o andamento dos trabalhos impactado pela paralisação. Também foi alertado sobre o cenário político nacional e os riscos de desgaste da categoria perante a sociedade.

Já os defensores da paralisação afirmaram que o governo “vem apostando no esvaziamento da mobilização” e que a ausência de pressão compromete a efetivação de direitos. Eles ressaltaram que o movimento não se limita ao RSC, mas busca garantir o cumprimento integral dos 17 itens pendentes do acordo.

Entre as pautas não cumpridas está a implementação das 30 horas para todos os técnicos, protocolada em 2026 por entidades nacionais como o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (FONASEFE) e o Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas do Estado (FONACATE).

A greve dos técnicos da UFRN está marcada para iniciar na segunda-feira (23), com paralisação das atividades administrativas na universidade.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Servidores administrativos da saúde do RN entram em greve por tempo indeterminado

Servidores administrativos da saúde do RN entram em greve por tempo indeterminado

Categoria cobra melhorias salariais, jornada reduzida e implementação de benefícios

Servidores administrativos da saúde do RN entram em greve por tempo indeterminado

Os servidores administrativos da saúde estadual do Rio Grande do Norte iniciaram, nesta segunda-feira (20), uma greve por tempo indeterminado. A paralisação foi aprovada por unanimidade em assembleia realizada no dia 15 de outubro e reflete o impasse nas negociações entre a categoria e o Governo do Estado, liderado pela governadora Fátima Bezerra (PT).

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde/RN), os servidores reivindicam melhorias nas condições de trabalho e na remuneração. Entre os principais pontos da pauta estão a redução da jornada de trabalho para 108 horas mensais (equivalente a 30 horas semanais) e 144 horas mensais (equivalente a 40 horas semanais), conforme os diferentes vínculos funcionais.

A categoria também exige o pagamento de horas extras previstas no Artigo 30 da Lei nº 694/2022, que trata do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) dos servidores da saúde. Outra reivindicação é a implementação do vale-alimentação, benefício que ainda não foi concedido aos trabalhadores administrativos da rede estadual.

Além disso, os servidores cobram o reajuste das gratificações destinadas a coordenadores e chefias, que estão congeladas há mais de 20 anos. Em nota divulgada pelo sindicato, a categoria defende que essas gratificações sejam calculadas com base em 20% do vencimento básico, como forma de valorização das funções de liderança exercidas nas unidades de saúde.

O Sindsaúde/RN aponta que os trabalhadores enfrentam baixa remuneração, negação de direitos básicos e sobrecarga de trabalho. Esses fatores, segundo a entidade, têm impactado diretamente a qualidade de vida dos servidores e o desempenho das atividades nas unidades de saúde pública do estado.

Servidores administrativos da saúde do RN entram em greve
Servidores administrativos da saúde do RN entram em greve

A greve ocorre em meio a um cenário de pressão por melhorias na gestão da saúde estadual, especialmente no que diz respeito à valorização dos profissionais que atuam na área administrativa. A categoria afirma que tem buscado diálogo com o governo, mas que não houve avanços concretos nas propostas apresentadas até o momento.

Durante o período de paralisação, os serviços administrativos nas unidades de saúde podem ser afetados, incluindo setores como recepção, agendamento, regulação, apoio técnico e gestão interna. O sindicato informou que manterá equipes mínimas para garantir o funcionamento de serviços essenciais, conforme determina a legislação vigente.

A mobilização dos servidores inclui atos públicos, assembleias permanentes e visitas às unidades de saúde para conscientização da população e dos demais profissionais sobre as reivindicações. A categoria também pretende intensificar a pressão junto à Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e à Governadoria.

O Governo do Estado ainda não se pronunciou oficialmente sobre a greve. A expectativa é que novas rodadas de negociação sejam realizadas nos próximos dias para buscar uma solução que atenda às demandas dos servidores e minimize os impactos à população.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Falta de tomógrafos e insumos afeta atendimentos no Hospital Walfredo Gurgel

Falta de tomógrafos e insumos afeta atendimentos no Hospital Walfredo Gurgel

Unidade enfrenta colapso com suspensão de exames e greve de terceirizados

Falta de tomógrafos e insumos afeta atendimentos no Hospital Walfredo Gurgel

O Hospital Walfredo Gurgel, principal unidade de urgência e trauma do estado do Rio Grande do Norte, enfrenta dificuldades operacionais que afetam diretamente os atendimentos. A unidade está com os tomógrafos quebrados, o que levou à suspensão dos exames de imagem. Além disso, há relatos de falta de insumos básicos, como luvas, gazes estéreis e antibióticos, comprometendo procedimentos essenciais.

A Secretaria de Saúde Pública do RN (Sesap) informou que a empresa responsável pela manutenção dos equipamentos foi acionada e que os exames devem ser retomados até o dia 18 de setembro. Enquanto isso, pacientes estão sendo transferidos para outras unidades, como o Hospital Deoclécio Marques de Lucena, em Parnamirim.

Impacto nos atendimentos

A ausência de tomógrafos tem dificultado o diagnóstico de casos graves, como acidentes vasculares cerebrais e traumas. Profissionais da saúde relatam situações de improviso, como a realização de procedimentos com materiais inadequados devido à falta de insumos específicos.

No setor de queimados, a escassez de recursos também é evidente. A infraestrutura da unidade apresenta limitações que afetam todos os setores, com pacientes sendo atendidos em corredores e procedimentos realizados em condições precárias.

falta de tomógrafos
falta de tomógrafos

Greve de terceirizados

Além dos problemas estruturais, trabalhadores terceirizados do hospital iniciaram uma greve nesta quarta-feira (17). A paralisação atinge setores fundamentais, como transporte de pacientes, alimentação e lavanderia hospitalar. Os profissionais denunciam três meses de salários atrasados e afirmam que estão há oito meses sem receber vale-alimentação.

Durante o protesto, os trabalhadores cobraram respostas da Sesap e das empresas contratadas, mas não houve definição sobre prazos para regularização dos pagamentos. A greve compromete ainda mais o funcionamento da unidade, que já opera sob pressão.

Situação crítica

A rotina no Hospital Walfredo Gurgel é marcada por sobrecarga e escassez de recursos. A falta de alimentos para funcionários e acompanhantes também foi apontada como um fator que compromete o bem-estar no ambiente hospitalar. Há relatos de profissionais que iniciam o turno já cientes da ausência de insumos e alimentação.

A precarização da estrutura hospitalar tem gerado indignação entre sindicatos, profissionais da saúde e pacientes. A unidade, reconhecida por sua importância no atendimento de urgência, enfrenta limitações que dificultam a prestação de serviços adequados.

Perspectivas

A situação no Hospital Walfredo Gurgel evidencia a necessidade de investimentos urgentes na saúde pública do estado. A retomada dos exames de imagem depende da manutenção dos tomógrafos, enquanto a greve dos terceirizados exige solução imediata para evitar o agravamento da crise.

A Sesap acompanha o caso e deve apresentar medidas para restabelecer o funcionamento pleno da unidade. A expectativa é que os serviços sejam normalizados nos próximos dias, mas os desafios estruturais e operacionais permanecem como pontos críticos a serem enfrentados.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Empresas aceitam reajuste e greve dos rodoviários intermunicipais no RN é cancelada

Empresas aceitam reajuste e greve dos rodoviários intermunicipais no RN é cancelada

Categoria havia aprovado proposta em assembleia; transporte segue operando normalmente após acordo entre Sintro e Setrans

O início da greve dos trabalhadores do transporte intermunicipal do Rio Grande do Norte foi cancelado após os empresários do setor aceitarem a proposta de reajuste salarial e de benefícios aprovada previamente pela categoria em assembleia.

A confirmação foi feita pelo secretário-geral do Sindicato dos Rodoviários do Estado (Sintro/RN), Arnaldo Dias, após a segunda rodada de negociação com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do RN (Setrans), realizada na noite de quarta-feira (16.jul.2025).

Segundo o Sintro, a reunião que selou o acordo contou com a mediação do Ministério do Trabalho. “Fizemos um acordo, a greve está encerrada e o transporte roda normalmente amanhã. Foi um acordo que a categoria tinha aprovado em assembleia, mas os empresários ainda não estavam aceitando. Mas, na audiência de hoje, eles cederam e aceitaram a proposta”, informou Arnaldo Dias.

O edital de greve havia sido publicado no sábado (12), com previsão de paralisação a partir de terça-feira (15.jul). No entanto, a pedido do Ministério do Trabalho, a categoria suspendeu temporariamente o movimento para viabilizar uma nova rodada de negociação, o que ocorreu na quarta-feira.

A convenção coletiva acordada entre as partes tem validade de 24 meses. O documento estabelece os seguintes direitos e reajustes para motoristas e manobreiros:

Reajuste salarial

  • A partir de 01/06/2025: salário passa para R$ 2.583,37 (+5,53%)
  • Em abril de 2026: novo reajuste de 0,67%, elevando o salário para R$ 2.600,00

Vale-refeição

  • Em 2025: reajuste de 13,6%, passando para R$ 500,00
  • Em 01/05/2026: novo valor de R$ 550,00

Plano de saúde

  • Aumento de 15,5% em janeiro de 2026
  • Reajuste de até 10% em janeiro de 2027

Outros benefícios

  • Abono de até três dias no vale-refeição mediante apresentação de atestado pela Hapvida
  • Empresas arcarão com custos de renovação da CNH e exame toxicológico para motoristas e manobreiros efetivos

Pagamento de retroativos

  • Folha de julho: R$ 2.583,37 + R$ 67,68 = R$ 2.651,05
  • Folha de agosto: R$ 2.583,37 + R$ 67,68 = R$ 2.651,05

Com a formalização do acordo, o transporte intermunicipal no estado segue funcionando normalmente nesta quinta-feira (17), sem alterações nos horários e itinerários das linhas.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Servidores da UFRN e Ufersa fazem paralisação de 48h por cumprimento de acordo com o governo

Servidores da UFRN e Ufersa fazem paralisação de 48h por cumprimento de acordo com o governo

Mobilização ocorre em defesa do serviço público e valorização da categoria; nova rodada de negociação será em Brasília

Servidores técnico-administrativos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) iniciaram, nesta quinta-feira (22.mai.2025), uma paralisação de 48 horas. A mobilização busca pressionar o Governo Federal a cumprir integralmente o acordo firmado ao final da greve da categoria, encerrada em 2024.

Segundo o Sindicato Estadual dos Trabalhadores em Educação do Ensino Superior do RN (SINTEST-RN), o movimento tem como pautas principais a defesa do serviço público e a valorização dos servidores. Entre os pontos reivindicados estão:

  • Implementação da jornada de 30 horas semanais sem redução salarial (atualmente de 40 horas);
  • Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC);
  • Reposicionamento dos servidores aposentados;
  • Racionalização dos cargos vagos, suspensos e a vagar.

A paralisação foi aprovada em Assembleia Geral. Na UFRN, participaram mais de 100 servidores. Na Ufersa, o apoio à mobilização contou com 120 participantes.

Durante os dois dias de paralisação, foram organizadas atividades em Natal e Mossoró. Na capital, os servidores da UFRN realizaram um ato público na Reitoria, com concentração iniciada às 9h. Já em Mossoró, os servidores da Ufersa promoveram uma campanha de doação de sangue no Hemocentro, como parte da mobilização.

A paralisação faz parte de um calendário nacional de lutas da categoria, coordenado por entidades sindicais da educação federal. Uma nova rodada de negociação está marcada para esta sexta-feira (23), no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, em Brasília. A reunião contará com representantes do governo e de entidades que representam os trabalhadores do setor.

Os servidores técnico-administrativos afirmam que o acordo firmado após a greve de 2024 previa a discussão e implementação de medidas que até o momento não foram efetivadas. A categoria reivindica avanços que garantam melhores condições de trabalho, reconhecimento profissional e recomposição de quadros nas universidades federais.

As universidades mantêm o funcionamento parcial dos serviços durante o período de paralisação. Apenas atividades consideradas essenciais estão sendo mantidas, conforme acordado pelas direções sindicais.

A mobilização é acompanhada por representantes locais do SINTEST-RN e por dirigentes nacionais das federações que representam os servidores da educação federal.

Foto: Divulgação/SINTEST/RN /Redes Sociais/Reprodução

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Demissão de condutores pode paralisar atendimento do SAMU Natal e transporte sanitário

Demissão de condutores pode paralisar atendimento do SAMU Natal e transporte sanitário

Sindicato denuncia demissão em massa e ameaça paralisação dos serviços de emergência e acessibilidade

Os serviços de emergência prestados pelo SAMU Natal, pelo Transporte Sanitário e pelo Programa de Acessibilidade Especial Porta a Porta (PRAE) estão sob risco de paralisação nos próximos dias. O motivo é a demissão em massa de 36 condutores de ambulância, promovida pela empresa JMT/Clarear, contratada pela Prefeitura do Natal.

A decisão da empresa gerou mobilização do Sindicato dos Condutores de Ambulância do Rio Grande do Norte (Sindconam-RN), que classificou as demissões como arbitrárias e afirmou que elas ocorreram após a entidade ter ajuizado ações em defesa de melhores condições de trabalho e do cumprimento da legislação trabalhista.

O sindicato divulgou uma nota oficial em que repudia “qualquer ato de perseguição, assédio institucional ou retaliação política contra trabalhadores e suas representações legítimas”. Ainda de acordo com o Sindconam-RN, os profissionais desligados têm vasta experiência em serviços de urgência e emergência, incluindo o período crítico da pandemia da covid-19.

A possibilidade de paralisação dos serviços já está sendo debatida entre os trabalhadores. Caso a situação não seja revertida até sexta-feira (23.mai), uma greve pode ser iniciada, afetando diretamente o atendimento de urgência na capital potiguar.

A categoria também discute a convocação de uma assembleia geral para deliberar sobre a greve. O sindicato alega que não houve qualquer diálogo prévio com a empresa contratante e que os cortes foram realizados de forma abrupta, comprometendo a continuidade dos serviços.

A Prefeitura do Natal ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso, e até o momento não houve confirmação de reposição da equipe de condutores para garantir o funcionamento dos serviços essenciais.

A paralisação poderá impactar tanto o atendimento do SAMU Natal quanto o serviço de transporte sanitário e o PRAE, programa voltado à mobilidade de pessoas com deficiência.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Professores do RN encerram greve de 34 dias após acordo com governo; aulas retornam nesta terça (1°)

Professores do RN encerram greve de 34 dias após acordo com governo; aulas retornam nesta terça (1°)

Reajuste salarial de 6,27%, gratificações para diretores e direitos para temporários estão entre as conquistas da categoria

Professores da rede estadual do Rio Grande do Norte decidiram, nesta segunda-feira (31.mar.2025), encerrar a greve que durou 34 dias. A paralisação, iniciada em 25 de fevereiro, foi finalizada após a categoria aceitar a proposta do governo em assembleia. As aulas devem ser retomadas nesta terça-feira (1º.abr), conforme confirmado pela Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e do Lazer (SEEC) e pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte-RN).

Retomada das aulas e reposição de dias parados

A secretária de Educação, Socorro Batista, afirmou que a expectativa é que as atividades escolares voltem à normalidade a partir desta terça. “Esperamos que tudo se regularize na rede estadual, com a retomada das aprendizagens suspensas durante o movimento”, disse.

Sobre os dias sem aulas, a SEEC informou que elaborará um calendário de reposição para garantir o cumprimento do ano letivo.

Detalhes do acordo salarial

A proposta aceita pelos professores inclui um reajuste de 6,27% referente ao piso nacional do magistério em 2025, com implementação escalonada:

5% em abril e 1,27% em junho para profissionais que já recebem acima do piso;
6,27% em abril, com efeitos retroativos a janeiro, para quem está abaixo do piso.

Além disso, o governo garantiu:

  • Reajuste nas gratificações de diretores e gestores, congeladas desde 2015, a partir de janeiro de 2026;
  • Pagamento do 13º salário e terço de férias para professores temporários, com decreto a ser publicado nesta terça. O Sinte-RN afirmou que o benefício será pago até 10 de julho.

Quatro das cinco pautas atendidas

Bruno Vital, diretor do Sinte-RN, destacou que quatro das cinco principais reivindicações foram contempladas no acordo:

  1. Reajuste do piso salarial;
  2. Avanço no plano de carreira dos funcionários;
  3. Encaminhamento da Lei do Porte das Escolas à Assembleia Legislativa até maio;
  4. Direitos assegurados para professores temporários.

A única pendência é a discussão sobre escolas de tempo integral, que seguirá em negociação.

Próximos passos

O governo se comprometeu a enviar em 15 dias a minuta do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração ao Sinte-RN para análise. Após ajustes, o texto será encaminhado à Assembleia Legislativa para virar lei.

O sindicato também afirmou que buscará judicialmente os retroativos de 2023 e 2024 assim que a Lei do Piso de 2025 for aprovada e publicada.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Governo do RN propõe reajuste salarial para professores após decisão do STF

Governo do RN propõe reajuste salarial para professores após decisão do STF

Sindicato aguarda posicionamento sobre pagamento retroativo do piso salarial; assembleia deve discutir proposta nesta sexta-feira

Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que derrubou uma liminar do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), o Governo do RN apresentou uma nova proposta de reajuste salarial para os professores da rede estadual. A negociação entre o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RN (Sinte-RN) e a Secretaria Estadual de Educação ocorreu nesta segunda-feira (17.mar.2025), com foco na implantação do piso salarial de 2025.

A categoria iniciou uma greve por tempo indeterminado no dia 26 de fevereiro, reivindicando o reajuste salarial de 2024. A proposta inicial do Executivo inclui um aumento de 4% em abril e 2,27% em dezembro, mas o texto ainda pode sofrer alterações até o final da semana.

O Sinte-RN aguarda para a próxima sexta-feira (21.mar) um posicionamento do Governo do Estado sobre o pagamento retroativo do piso salarial, suspenso desde agosto de 2023 devido a uma liminar do TJRN. A decisão do STF, que derrubou a liminar na semana passada, reacendeu as expectativas dos professores sobre o retorno dos pagamentos.

Ainda há 17 parcelas em aberto desde 2023, e a assembleia da categoria, marcada para sexta-feira à tarde, discutirá a proposta do governo e o planejamento para o retorno dos pagamentos retroativos.

Com a derrubada da liminar, o Estado do RN terá que realizar o pagamento integral do retroativo de 2023 e 2024 do Piso Salarial Nacional do Magistério, tanto para ativos quanto para aposentados. A liminar do TJRN foi resultado de um pedido do Ministério Público do RN (MPRN), que argumentou que o Estado ultrapassou o limite prudencial de gastos com pessoal e não tinha previsão orçamentária para o reajuste.

O MPRN ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) para questionar a conformidade das Leis Complementares Estaduais do Piso do Magistério (de 2012 a 2020 e de 2022 a 2023) com a Constituição Federal. Além disso, solicitou ao TJRN a inclusão da Lei do Piso 2024 no processo.

Foto: Lenilton Lima

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Greve dos professores do RN entra na terceira semana sem avanços nas negociações

Greve dos professores do RN entra na terceira semana sem avanços nas negociações

Categoria reivindica pagamento integral do reajuste salarial de 6,27% e mantém pressão sobre o governo estadual

A greve dos professores da rede estadual do Rio Grande do Norte, iniciada em 25 de fevereiro, ganhou novo capítulo nesta terça-feira (11.mar.2025) com um ato público em frente à Governadoria, no Centro Administrativo do Estado, localizado no bairro Lagoa Nova, na Zona Sul de Natal. O movimento, organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte-RN), mobilizou a categoria e chamou a atenção da comunidade local.

Apesar da pressão exercida pelos grevistas, não houve avanços significativos nas negociações. Uma audiência entre o Sinte-RN e o Secretário-Adjunto do Gabinete Civil, Ivanilson de Souza Maia, foi realizada, mas o governo não apresentou uma nova proposta para atender às reivindicações dos professores.

A principal demanda da categoria é o pagamento integral do reajuste de 6,27% do Piso Salarial Nacional do Magistério, tanto para os profissionais ativos quanto para os aposentados. O impasse já dura três semanas, e os professores seguem firmes na luta por melhores condições salariais.

Ivanilson de Souza informou ao sindicato que aguarda uma possível reunião entre a governadora Fátima Bezerra, que está em Brasília, e o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro é responsável por julgar a Reclamação Constitucional apresentada pelo Sinte-RN, que busca garantir o cumprimento do reajuste salarial.

Enquanto isso, o Sinte-RN continua mobilizando a categoria e a comunidade. A próxima assembleia geral está marcada para o dia 17 de março, quando os professores decidirão os próximos passos da greve. Além disso, nos dias 12 e 13 de março, os educadores farão visitas às escolas para dialogar com pais, alunos e funcionários sobre a importância da luta por melhores salários.

No dia 14 de março, estão previstas reuniões com professores temporários, que também são afetados pela falta de reajuste. O sindicato ainda realiza um levantamento do quadro de greve nas escolas estaduais, avaliando o impacto da paralisação no calendário escolar.

Outra ação programada é a participação dos professores em uma caravana no dia 19 de março, que acompanhará a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Jucurutu, cidade do interior do estado. A expectativa é que a presença dos grevistas no evento chame a atenção do governo federal para a situação dos educadores potiguares.

A greve dos professores do Rio Grande do Norte reflete um cenário de insatisfação generalizada entre os profissionais da educação, que enfrentam dificuldades para garantir seus direitos básicos. Enquanto as negociações não avançam, a categoria mantém a mobilização e busca o apoio da sociedade para pressionar o governo estadual a atender suas reivindicações.

Foto: Reprodução

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Funcionários do Banco do Brasil e da Caixa no RN iniciam greve por tempo indeterminado

Funcionários do Banco do Brasil e da Caixa no RN iniciam greve por tempo indeterminado

Categoria rejeita proposta de reajuste salarial e decide paralisar atividades na próxima segunda-feira (9)

Os funcionários das agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal no Rio Grande do Norte entrarão em greve por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira (9.set.2024). A decisão foi tomada após a categoria rejeitar, por unanimidade, a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que previa um reajuste de 4,64% nos salários e demais benefícios.

O Sindicato dos Bancários do Rio Grande do Norte destacou que a proposta foi considerada insuficiente, especialmente o aumento real de 0,7% para 2024 e 0,6% para 2025. Em outros estados, as assembleias ainda estão sendo realizadas, mas a paralisação já está confirmada no RN.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Servidores do INSS entram em greve por tempo indeterminado

Servidores do INSS entram em greve por tempo indeterminado

Reunião de negociação ocorre hoje no Ministério da Gestão

Os servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) entraram em greve nesta terça-feira (16) por tempo indeterminado. Entre as reivindicações da categoria estão recomposição de perdas salariais, valorização profissional e melhores condições de trabalho.

A paralisação foi aprovada em plenária nacional realizada no sábado (13), convocada pela Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps). A entidade já havia notificado o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos sobre a possibilidade de paralisação. A pasta agendou uma nova rodada de negociação também nesta terça-feira.

No documento, a Fenasps informa que “após análise das propostas apresentadas pelo governo, entenderam que a negociação teve poucos avanços”. O texto diz ainda que, o governo, “em vez de apresentar proposta nova que fortaleça a carreira do Seguro Social, piora com o alongamento da carreira de 17 para 20 níveis e pela criação de gratificação de atividade”. A proposta, segundo a entidade, está muito aquém das perdas salariais da categoria, que superam os 53% no último período.

A pauta da Fenasps inclui a recomposição das perdas salariais; reestruturação das carreiras; cumprimento do acordo de greve de 2022; reconhecimento da carreira do Seguro Social como típica de Estado; nível superior para ingresso de Técnico do Seguro Social; incorporação de gratificações; jornada de trabalho de 30 horas para todos e cumprimento das jornadas de trabalho previstas em lei; revogação de normas que determinam o fim do teletrabalho e estabelecimento de programa de gestão de desempenho; condições de trabalho e direitos do trabalho para todos, independente da modalidade de trabalho; fim do assédio moral institucional; e reestruturação dos serviços previdenciários.

A entidade informa que no dia 31 deste mês encerra o prazo para o INSS se adequar à Instrução Normativa 24 (IN24), que transforma os atuais programas de gestão, em programas de Gestão e Desempenho, o que significa uma piora na pressão para cumprimento de metas e a possibilidade de desconto de salário no caso das metas não serem atingidas, bem como a abertura de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra os servidores.

O INSS tem 19 mil servidores ativos no quadro. A maioria, 15 mil, formada por técnicos responsáveis pela maioria dos serviços da instituição, além de 4 mil analistas. Ao todo, 50% dos servidores ainda estão no trabalho remoto.

Proposta

O Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos informou que apresentou uma proposta à categoria que prevê ganho acumulado de 24,8% entre 2023 e 2026 para os servidores ativos e inativos. De acordo com a pasta, esse ganho cobre as perdas inflacionárias do governo atual e parte das perdas de gestões anteriores.

A atual proposta também prevê alongamento da carreira de 17 padrões para 20 padrões; manutenção da remuneração de ingresso do nível superior e nível intermediário com valorização do vencimento básico e criação de gratificação de atividade em substituição à Gratificação de Atividade Executiva (GAE).

“O governo tem realizado um grande esforço para atender as reivindicações de reestruturação das carreiras de todos os servidores federais, respeitando os limites orçamentários”, diz a nota do ministério.

Serviços

O INSS informou que mais de 100 serviços do órgão podem ser realizados pela plataforma Meu INSS, disponível para download em celulares com conexão com a internet e para acesso via computador. A Central de Atendimento 135 também funciona de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h.

Os segurados que necessitarem de algum serviço do INSS, como requerimento, cumprir exigência, solicitar auxílio-doença, por exemplo, podem usar esses meios.

Ainda assim, a paralisação pode afetar os processos de concessão de benefícios como aposentadoria, pensões, Benefício de Prestação Continuada (BPC), atendimento presencial e análise de recursos e revisões. A mobilização não atinge a perícia médica.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Servidores do Ibama no RN anunciam greve por reajuste salarial e melhoria nas condições de trabalho

Servidores do Ibama no RN anunciam greve por reajuste salarial e melhoria nas condições de trabalho

Paralisação começa dia 3 e busca reestruturação das carreiras e melhores condições de trabalho

Os servidores públicos federais do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Rio Grande do Norte anunciaram que entrarão em greve a partir da próxima quarta-feira (3.jul.2024). A decisão visa reivindicar reajuste salarial, melhorias nas condições de trabalho e a reestruturação das carreiras da categoria.

A Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente do Estado (Ascema/RN) comunicou que a greve será conjunta com os servidores do Instituto Chico Mendes, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e do Ibama de outros 20 estados e do Distrito Federal. Durante a paralisação, atividades consideradas essenciais serão mantidas.

De acordo com a Ascema/RN, a greve foi decidida em uma assembleia realizada no último dia 28 de junho, representando o último recurso após várias tentativas de negociação. “Essa decisão pela greve é o último recurso dos servidores públicos após as inúmeras tratativas de reajuste salarial, melhoria nas condições de trabalho e reestruturação das carreiras dos servidores”, afirmou a entidade em nota.

Um ofício conjunto foi encaminhado à Ministra de Meio Ambiente, Marina Silva, pela Condesef e Fenadsef, destacando que um dos fatores para a greve foi a negativa do Ministério da Gestão e Inovação (MGI) em discutir a contraproposta dos servidores. O documento foi enviado no dia 9 de maio, e após diversas assembleias, a decisão final foi pela paralisação.

Para garantir a proteção ambiental, a categoria definiu que algumas atividades essenciais serão mantidas durante a greve. Entre essas atividades estão o atendimento a emergências ambientais, a manutenção de 10% dos servidores para questões de licenciamento ambiental e o atendimento integral a operações de resgate de fauna.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Ufersa e UFRN encerram greve com retorno de atividades nesta segunda (1°)

Ufersa e UFRN encerram greve com retorno de atividades nesta segunda (1°)

Após 59 dias de paralisação, docentes e servidores das universidades decidem por fim da greve em assembleias unificadas

Em um movimento de unificação nacional, docentes da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) e servidores técnicos administrativos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) decidiram pelo fim da greve em assembleias realizadas na sexta-feira (28.jun.2024). A decisão, que encerra um período de 59 dias de paralisação para os docentes da UFRN e 37 dias para os da Ufersa, marca um novo capítulo para as universidades e abre caminho para a retomada das atividades presenciais.

Na Ufersa, a decisão foi tomada em assembleia realizada nos quatro campi da instituição, com a maioria dos professores votando pelo fim da paralisação. O presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Adufersa), Thiago Arruda, confirmou o retorno das atividades já na segunda-feira (01º de julho).

Embora o retorno das atividades administrativas esteja definido, a retomada das aulas ainda depende da deliberação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe). O Consepe será responsável por analisar e definir o novo calendário acadêmico, buscando minimizar os impactos da greve no semestre letivo.

A Adufersa emitirá um comunicado oficial à Reitoria da Ufersa informando o encerramento da greve. A partir daí, a universidade se organizará para o retorno gradual das aulas, com a definição do novo calendário e a implementação das medidas necessárias para garantir a segurança e o bem-estar da comunidade acadêmica.

UFRN encerra greve com retorno das atividades

Na UFRN, a decisão pelo fim da greve foi tomada pelos servidores técnicos administrativos, seguindo a decisão nacional do Sindicato Nacional dos Servidores Federais em Educação (Sindsep-Nacional). O retorno das atividades administrativas também ocorreu na segunda-feira (01º de julho).

Normalização das atividades

Com o fim da greve em ambas as universidades, espera-se a normalização gradual das atividades administrativas e, posteriormente, das atividades letivas. As universidades trabalharão para recuperar o tempo perdido e minimizar os impactos da paralisação no andamento do semestre letivo.

Foto: Prefeitura de Mossoró/Arquivo/Ilustração

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UFRN atualiza calendário acadêmico 2024-2025

UFRN atualiza calendário acadêmico 2024-2025

Ajuste visa cumprir carga horária afetada pela greve dos docentes

Os Conselhos de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) e de Administração (Consad) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) aprovaram, por unanimidade, na última quinta-feira (27.jun.2024) a retificação do Calendário Universitário para o período de 2024 a 2025. A atualização do documento foi realizada com o objetivo de garantir o cumprimento da carga horária dos componentes curriculares que foram interrompidos devido à greve dos docentes.

O período letivo 2024.1, que inicialmente estava previsto para finalizar em 6 de julho, agora se estenderá até 31 de agosto de 2024, com um recesso entre 2 e 13 de setembro de 2024. Já o período 2024.2 ocorrerá de 16 de setembro de 2024 a 1° de fevereiro de 2025, seguido de um recesso de 3 de fevereiro de 2025 a 7 de março de 2025. O ano letivo de 2025 começará em 17 de março e terminará em 20 de dezembro de 2025.

Além das datas de aula, o calendário também foi ajustado para incluir novos prazos e datas para outros serviços, atividades e eventos da instituição. Com isso, todo o funcionamento da Universidade será adaptado às novas datas.

Calendário Universitário 2024-2025 (Retificado)

  • 2024.1: 26/02/24 a 31/08/2024, com recesso de 02/09/24 a 13/09/24
  • 2024.2: 16/09/24 a 01/02/25, recesso de 03/02/25 a 07/03/25
  • 2025.1: 17/03/25 a 26/07/25, com recesso de 28/07/25 a 08/08/25
  • 2025.2: 11/08/25 a 20/12/25

A construção do novo calendário foi comunicada oficialmente à UFRN pelo Adurn-Sindicato, na sexta-feira, 21 de junho, sobre o fim da greve dos docentes. Em seguida, discussões com a comunidade universitária e uma análise técnica da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) resultaram na proposta aprovada pelos Conselhos.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Professores da UFRN devem decidem pelo fim da greve em plebiscito

Professores da UFRN devem decidir pelo fim da greve em plebiscito

Decisão é aguardada após deliberação em assembleia; categoria ainda busca melhorias salariais apesar de avanços em benefícios

Os professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) estão prestes a encerrar a greve iniciada em abril deste ano. A decisão depende do resultado do plebiscito que acontece até às 17h desta quinta-feira (20.jun.2024). Segundo o presidente do Adurn – Sindicato, Oswaldo Negrão, em entrevista a uma rádio de Natal, a expectativa é que a votação acompanhe a tendência observada na última assembleia realizada no dia 17 de junho, na qual a maioria dos docentes manifestou o desejo de encerrar a paralisação.

Embora os professores não tenham obtido o reajuste salarial para 2024, a correção do auxílio alimentação foi um ponto positivo que ajudou a aliviar as tensões. A greve foi motivada por uma série de fatores, incluindo a suspensão das negociações com o Governo Temer e a ausência de reajustes durante a gestão de Jair Bolsonaro. No primeiro ano do governo Lula, apesar de um reajuste de 9%, as perdas salariais acumuladas nos últimos anos não foram completamente compensadas.

O estopim para a greve foi a proposta do governo federal de 0% de reajuste para 2024, apresentada em dezembro de 2023. Isso levou à deflagração de greves em várias universidades do país. Na última rodada de negociações, foi proposta uma nova oferta de 9% de reajuste para janeiro de 2025 e 3,5% para 2026. Essa proposta inclui também aumentos nos degraus da carreira docente, que passarão de 4% para 5% em 2025 e 6% em 2026.

Apesar de divergências internas, espera-se que a categoria concorde com a proposta apresentada. Das 11 entidades que compõem o Proifes-Federação, sete apoiaram o acordo e quatro foram contra, incluindo o Adurn-Sindicato. No entanto, o posicionamento da Federação deve influenciar a aceitação da proposta pelos docentes.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Ministro da Educação afirma que não havia motivo para greve nas universidades

Ministro da Educação afirma que não havia motivo para greve nas universidades

Camilo Santana espera que instituições retomem atividades nesta semana

O ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou nesta segunda-feira (17) que o governo tem dialogado com todas as categorias e que não havia motivo para a greve deflagrada por servidores e professores das universidades federais. Segundo o ministro, a expectativa é de que as instituições retomem as atividades nesta semana.

“Acho que não havia motivo. Greve a gente entra quando não há diálogo, quando se chega ao limite da negociação. Vamos lembrar que o governo passado não deu um reajuste. E, no primeiro ano do presidente Lula, ele deu 9% para todos os servidores, mais que o dobro da inflação. A ideia inicial do governo federal era dar 4,5% por ano durante os quatro anos, mas resolveu antecipar os 4,5% de 2024 para 2023, considerando esses anos todos sem reajuste”, disse Santana em entrevista à Agência Brasil.

Segundo o comando nacional da greve dos professores universitários, ligado ao Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), a paralisação da categoria, iniciada em abril, ocorre em 64 universidades. Nova proposta apresentada pelos ministérios da Educação (MEC) e da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos está sendo analisada. O Andes solicitou que os docentes façam assembleias locais até sexta-feira (21).

A categoria tem manifestado descontentamento com o reajuste zero anunciado para este ano, mas em nota divulgada em seu site, o Andes avalia que a pressão do movimento grevista levou o governo a retomar as negociações e sinalizar alguns avanços.

A última proposta apresentada aos professores envolve recomposição parcial do orçamento das universidades e institutos federais, implementação de reajuste de benefícios e aumentos salariais de 9% em janeiro de 2025 e de 3,5% em maio de 2026. O MEC também se comprometeu a revogar a Portaria 983/2020, que elevou a carga horária mínima semanal dos docentes.

“Tenho ponderado para os sindicatos que acho que está num momento de encerrar. A greve tem prejudicado os alunos, tem prejudicado o país e as universidades. Os sindicatos levaram as propostas para as suas bases, e a gente espera que até o final da semana a gente possa retomar as atividades”, afirmou Camilo Santana.

Os servidores técnico-administrativos também estão realizando assembleias ao longo desta semana.

A greve da categoria atinge 68 universidades. Segundo a Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos do Ensino Superior (Fasubra), a mobilização ocorre devido à redução dos investimentos das universidades, à falta de reestruturação do plano de carreira e à corrosão salarial, diante do congelamento imposto durante os governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro e do reajuste zero anunciado pelo atual governo para 2024. Eles agora avaliam a última proposta recebida, que envolve, entre outras coisas, um aumento de 9% em 2025 e de 5% em 2026.

Para o ministro, o governo está atendendo às demandas das categorias. “As negociações feitas nas últimas semanas são vitórias, não só do ponto de vista remuneratório, mas também do ponto de vista de mudanças em algumas carreiras, em alguns decretos, em dispositivos normativos etc.”, disse Santana. Ele lembrou que já foram concedidos aos servidores técnico-administrativos reajustes nos auxílios-saúde e creche, bem como no vale-alimentação.

“Com os 9% do ano passado e os aumentos propostos para 2025 e 2026, fica consolidada uma variação entre 23% e 43% para os professores e entre 24,5% e 46% para os servidores técnico-administrativos. A informação que eu tenho do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos é que nunca antes havia sido feita uma proposta com ganho tão real para os servidores das universidades”, acrescentou.

Enem

O ministro atendeu à Agência Brasil por telefone, enquanto participava de um encontro da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em Paris. No evento, foram discutidos temas envolvendo a implementação das metas de educação previstas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), conforme a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). Camilo discutiu a questão do financiamento e defendeu a ampliação dos investimentos no Brasil, focando sobretudo na educação básica.

Ele também fez um balanço positivo das inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), encerradas na sexta-feira (14). Foram 5.055.699 inscritos, mantendo a tendência de crescimento da participação dos estudantes. “Conseguimos reverter a tendência de queda a partir do ano passado. Em 2023, foram cerca de 400 mil jovens inscritos a mais do que 2022”, disse o ministro, ao ressaltar que o governo trabalho para que futuramente todos os jovens do terceiro ano se inscrevam no Enem. Santana destacou a desigualdade existente no país: “tem estado tem que 30% dos alunos do terceiro ano inscritos e tem estado que tem 90%.”

Considerando os impactos da tragédia climática que afetou o Rio Grande do Sul desde o fim de abril, as inscrições para os estudantes do estado foram estendidas até a próxima sexta-feira (21). Segundo Camilo Santana, o MEC tem mobilizado recursos e esforços para ajudar na recuperação das escolas, e a extensão do prazo foi um pedido do governo estadual atendido pela pasta.

O ministro enfatizou que as inscrições de estudantes gaúchos no Enem registram crescimento. “Cerca de 70% dos jovens do Rio Grande do Sul que cursam o terceiro ano se inscreveram no Enem no ano passado. Este ano já estamos com cerca de 85%.”

Foto: Luis Fortes/MEC

Da Agência Brasil

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Assembleia dos docentes da UFRN decide realizar plebiscito sobre a greve

Assembleia dos docentes da UFRN decide realizar plebiscito sobre a greve

Categoria Docente Avalia Cenário e Participa Ativamente de Decisões Cruciais

Em uma assembleia marcada pela ampla participação dos docentes sindicalizados ao ADURN-Sindicato, a categoria decidiu, na tarde desta segunda-feira (17.jun.2024), pelo encaminhamento de um novo plebiscito sobre a greve dos professores e pela não continuidade da discussão sobre a desfiliação da entidade ao PROIFES-Federação. A atividade ocorreu de forma híbrida, com presença no auditório da reitoria e participação remota via Zoom.

O presidente do ADURN-Sindicato, Oswaldo Negrão, destacou a importância do debate e do respeito às divergências. “Vivemos um momento estratégico. A Assembleia é um espaço para confronto de ideias e posicionamentos políticos e ideológicos. É fundamental prezar pelo respeito e pelo debate qualificado”, afirmou Negrão, em referência às ameaças recebidas pela direção da entidade nas redes sociais nos últimos dias. Ele alertou sobre o perigo de tratar opositores como inimigos, prejudicando o debate qualificado e o Estado Democrático de Direito.

A discussão sobre a permanência do ADURN-Sindicato no PROIFES-Federação durou mais de quatro horas, com manifestações favoráveis e contrárias. A votação seguinte resultou em 344 votos pela não continuidade da discussão sobre a desfiliação, mantendo assim a entidade filiada à federação, enquanto 241 votaram pela continuidade e 16 docentes se abstiveram.

Na segunda parte da assembleia, foi debatida a continuidade ou não da greve geral por tempo indeterminado da categoria. Os docentes decidiram pela realização de um plebiscito com a seguinte pergunta: “Você concorda com o encerramento da greve geral por tempo indeterminado da categoria docente da UFRN?”. A consulta ocorrerá das 8h de quarta-feira (19) às 17h de quinta-feira (20), no site do ADURN-Sindicato.

Oswaldo Negrão ressaltou a importância da participação de todos nos debates. “Os professores e professoras da UFRN demonstraram a força de mobilização da categoria. Tivemos intervenções qualificadas no debate de duas discussões importantes para o Movimento Docente. Foi um momento histórico”, afirmou o dirigente.

Além dos debates sobre a greve e a filiação ao PROIFES-Federação, a assembleia também abordou outras pautas relevantes, como a atualização das estratégias de negociação com o governo e a necessidade de fortalecer a unidade da categoria diante dos desafios impostos pela conjuntura atual. A direção do sindicato reafirmou seu compromisso com a defesa dos direitos dos docentes e com a busca por melhorias nas condições de trabalho e na qualidade da educação oferecida pela UFRN.

Foto: Adurn-Sindicato

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Servidores do Ibama no RN e em mais 14 estados entram em greve

Servidores do Ibama no RN e em mais 14 estados entram em greve

Greve começará em 24 de junho em nove estados e se estenderá para outros seis em 1º de julho

Servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) decidiram entrar em greve em 15 estados, incluindo o Rio Grande do Norte, nos próximos dias. A principal reivindicação é a reformulação das carreiras, que segundo os servidores, necessita de mudanças urgentes para tornar a carreira mais atrativa.

A greve começará em 24 de junho nos estados do Rio Grande do Norte, Acre, Espírito Santo, Goiás, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Tocantins. Nos demais estados, a paralisação iniciará em 1º de julho. Durante a greve, atividades de campo serão interrompidas, mantendo apenas as funções burocráticas essenciais.

Binho Zavaski, presidente da Associação Nacional dos Servidores Carreira de Especialista em Meio Ambiente (Ascema), explicou que as duas datas refletem a maioria das assembleias para a continuidade e escalada do movimento de greve geral na área ambiental.

Os servidores argumentam que as mudanças na carreira são necessárias para garantir melhores condições de trabalho e atrair novos profissionais, fortalecendo a atuação do Ibama na proteção do meio ambiente. A paralisação visa pressionar o governo federal a atender às demandas dos servidores.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Servidores técnico-administrativos da UFRN rejeitam proposta do Governo e mantêm greve

Servidores técnico-administrativos da UFRN rejeitam proposta do Governo e mantêm greve

Movimento paredista iniciado em março continua após rejeição de nova proposta apresentada pelo governo federal

Em greve desde 11 de março, os servidores técnico-administrativos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) se reuniram nesta quarta-feira (12.jun.2024) e decidiram rejeitar a nova proposta do governo federal, mantendo o movimento paredista.

A proposta foi discutida durante a 6ª reunião da Mesa Específica e Temporária de Negociação do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), realizada na terça-feira (11.jun) em Brasília, com representações sindicais dos servidores técnico-administrativos em educação (TAEs).

Segundo o Sindicato Estadual dos Trabalhadores em Educação do Ensino Superior do Rio Grande do Norte (Sintest/RN), o movimento ganhou força ao longo dos três meses de greve, aumentando a pressão sobre o governo. Na assembleia geral da categoria, realizada na manhã desta quarta, foi aprovada uma nota de apoio à desfiliação do PROIFES pelo Adurn-Sindicato, convocando os docentes a participarem da assembleia de desfiliação marcada para segunda-feira (17.jun).

A nova proposta do governo inclui aumento dos steps por etapas, progressão por mérito, criação de um grupo de trabalho no MEC para discutir saberes e competências (RSC), reajustes gerais e reestruturação salarial, com percentuais e prazos específicos para cada categoria. Contudo, os servidores consideraram a proposta insuficiente e decidiram pela continuidade da greve.

Foto: Divulgação/SINTEST-RN

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Acordo entre motoristas e empresários evita greve de ônibus em Natal

Acordo entre motoristas e empresários evita greve de ônibus em Natal

Proposta resultou em um reajuste de 4,23% nos salários dos motoristas e um aumento de 10% no vale-alimentação

Motoristas de ônibus e empresários de Natal chegaram a um acordo nesta quinta-feira (6.jun.2024), evitando assim a greve dos trabalhadores do transporte público. A reunião, realizada na superintendência do Ministério do Trabalho no Rio Grande do Norte, resultou em um reajuste de 4,23% nos salários dos motoristas e um aumento de 10% no vale-alimentação.

Além dos aumentos, as empresas se comprometeram a pagar integralmente o plano de saúde, a renovação da CNH e o exame toxicológico dos trabalhadores. A proposta foi inicialmente sugerida na última segunda-feira (3.jun) pelo superintendente do Ministério do Trabalho, Cláudio Gabriel, após um impasse entre motoristas e empresários.

A decisão de aceitar o reajuste foi confirmada pelos motoristas em assembleia realizada no Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários (Sintro) na terça-feira (4.jun), e posteriormente, pelos empresários do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município de Natal (Seturn) na quinta-feira.

Em paralelo, o Seturn solicitou à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) o cálculo de uma nova tarifa para o transporte público, que incorpore o reajuste salarial dos motoristas e cobradores. Augusto Maranhão Valle, consultor técnico do Seturn, afirmou que o aumento dos custos operacionais deve ser refletido na tarifa de transporte, e a STTU está encarregada de avaliar esse impacto.

O acordo marca um importante avanço nas negociações trabalhistas em Natal, garantindo a continuidade do serviço de transporte público sem interrupções e melhorando as condições de trabalho dos motoristas.

Foto: Matheus Felipe/Arquivo/Ilustração

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Motoristas de ônibus de Natal aceitam proposta e greve é suspensa temporariamente

Motoristas de ônibus de Natal aceitam proposta e greve é suspensa temporariamente

Categoria aguarda decisão dos empresários sobre acordo de reajuste salarial e benefícios

Os motoristas de ônibus de Natal decidiram aceitar a proposta apresentada pelo superintendente do Ministério do Trabalho no Rio Grande do Norte, Cláudio Gabriel, adiando temporariamente a greve da categoria. A decisão agora depende dos empresários, que se reunirão na próxima quinta-feira (6.jun.2024) para deliberar sobre o acordo.

A proposta, que visa evitar a paralisação, inclui um aumento real de 1% no salário, além de reajustes de 10% no vale-alimentação e 15,5% no plano de saúde. A categoria já havia decidido pela greve, mas suspendeu a paralisação até a reunião de quinta-feira.

Augusto Maranhão Valle, consultor jurídico do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município de Natal (Seturn), destacou que o principal entrave não é o reajuste salarial, mas sim os aumentos nos benefícios. Os impactos financeiros serão avaliados na próxima reunião.

Recentemente, o Seturn solicitou à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) o cálculo de uma nova tarifa de transporte público, levando em consideração os reajustes propostos. Segundo Valle, os ajustes salariais impactam diretamente nos custos operacionais, necessitando uma revisão da tarifa para equilibrar as finanças do setor.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Nova reunião entre motoristas e empresários é marcada e greve é suspensa em Natal

Nova reunião entre motoristas e empresários é marcada e greve é suspensa em Natal

Motoristas de ônibus de Natal avaliam contraproposta do Seturn

Durante uma nova rodada de negociações nesta segunda-feira (3.jun.2024), os motoristas de ônibus de Natal receberam uma contraproposta do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município do Natal (Seturn). De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários do Rio Grande do Norte (Sintro/RN), a nova proposta inclui um ganho de 1% acima da inflação, que será discutida em uma Assembleia Geral nesta terça-feira (4.jun).

O Sintro também participará de uma reunião na Delegacia Regional do Trabalho (DRT), no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), nesta quinta-feira (6.jun). Até essa última reunião, a greve ainda não foi declarada.

Apesar da greve inicialmente prevista para começar nesta segunda-feira, ela foi adiada devido à nova reunião solicitada pelos empresários de ônibus. Segundo Gilvan Santos, diretor executivo do Sintro/RN, os ônibus estão circulando normalmente. Ele ressaltou que o edital de greve já foi publicado e, embora a greve não tenha começado, ela pode ser iniciada a qualquer momento, com um prazo de 72 horas a partir da publicação do edital.

O documento foi publicado na sexta-feira (31.mai), quando os motoristas anunciaram a greve por tempo indeterminado devido ao não avanço nas negociações da data-base 2024/2025.

Foto: Matheus Felipe/Ilustração

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Protesto de servidores da UFRN causa congestionamento na BR-101

Protesto de servidores da UFRN causa congestionamento na BR-101

O trânsito foi liberado pouco antes das 8h e o grupo iniciou uma passeata pelo campus universitário

Servidores em greve da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) realizaram uma manifestação nas margens da BR-101, em frente ao campus da instituição, no bairro Candelária, Zona Sul de Natal, nesta segunda-feira (3.jun.2024). Por volta das 7h30, os manifestantes bloquearam a passagem de veículos na marginal da rodovia, causando um grande congestionamento na região. O trânsito foi liberado pouco antes das 8h e o grupo iniciou uma passeata pelo campus universitário.

Os técnicos-administrativos estão em greve há mais de 80 dias, desde 14 de março. Os professores aderiram à paralisação no dia 22 de abril. O movimento reivindica reajuste salarial para 2024 e os próximos anos, além da reestruturação das carreiras e recomposição do orçamento das instituições federais.

Mesmo após um acordo assinado pelo governo com a Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (Proifes-Federação) na última segunda-feira (27.mai), os professores da UFRN, parte da federação, não aceitaram o acordo e mantiveram a greve. A proposta também foi rejeitada pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) e pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe).

Foto: Reprodução

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Andes defende continuidade da greve, mas em ações na justiça, tenta impedir o direito aos professores

Andes defende continuidade da greve, mas em ações na justiça, tenta impedir o direito aos professores

Até agora já são 13 processos idênticos espalhados por todo o país, na tentativa de fazer uma espécie de roleta russa no Poder Judiciário

A assessoria jurídica da Federação dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior (PROIFES-Federação) está atuando fortemente para contrapor recurso a todas as ações impetradas pelos sindicatos vinculados ao Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) em diversos estados.

Tudo está sendo monitorado pelo escritório Munemassa Advogados, que está recorrendo em todas as ações. Até agora já são 13 processos idênticos espalhados por todo o país, deixando clara a tática do Andes: fazer uma espécie de roleta russa no Poder Judiciário.

O Andes, em suas ações, requer que o Judiciário impeça os professores de deflagrarem greve, o que atenta ao direito de mobilização. “Tal direito é assegurado pela Constituição Federal como um ganho inalienável dos trabalhadores. Portanto, é inaceitável que uma entidade sindical pretenda impedir os servidores – sejam eles filiados a qualquer sindicato – de exercer o seu direito”, pondera a advogada Andréia Munemassa.

Ocorre que os professores das instituições de Ensino Superior estão há cerca de 50 dias em greve em todo o País. Já houve cinco rodadas de negociação entre o Governo e as entidades que representam a categoria. Semana passada, a PROIFES-Federação assinou o acordo com o Governo, com as seguintes condições:

a) Docentes em início de carreira (doutores em regime de 40h, dedicação exclusiva, como é o caso da maioria), passam dos atuais R$10.4815 para R$13.753,95 em 2026, com aumento nominal 31,22%.

b) Docentes no meio de carreira (adjuntos 4/DIII 4 – idem), passam dos atuais R$14.468,15 para R$16.877,23 em 2026, com aumento nominal de 16,65%.

c) Docentes no final de carreira (titulares – idem), passam dos atuais R$ 22.377,71 para R$26.326,78, com aumento nominal de 17,65%.

Das ações ajuizadas pelo Andes, três já tiveram liminar negada e, em outras três, o pedido de conexão pela PROIFES foi atendido, evitando que existam decisões contraditórias e, para tal, o primeiro processo ajuizado decidirá a situação. Sobre o pedido de suspensão do acordo, a assessoria jurídica da Federação já entrou com agravo, e a decisão será analisada pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

A PROIFES-Federação segue atenta às tentativas de cerceamento aos direitos dos professores federais protagonizadas pelo Andes e reforça que segue firme com o seu propósito de exercer com transparência e legalidade sua representação perante sua base.

Foto: Divulgação

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Motoristas de ônibus de Natal iniciam greve por tempo indeterminado

Motoristas de ônibus de Natal iniciam greve por tempo indeterminado

Sindicato reivindica aumento salarial e melhoria nos benefícios

A partir da próxima segunda-feira (3.jjun.2024), os motoristas de ônibus de Natal entrarão em greve por tempo indeterminado. A decisão foi confirmada pelo Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários do RN (Sintro) na sexta-feira (31.mai), após várias rodadas de negociação infrutíferas com as empresas de transporte público.

O anúncio da greve foi formalizado em um edital publicado nas redes sociais do sindicato. De acordo com o Sintro, será mantida uma frota de emergência de 30%, conforme estipula a Lei da Greve. Entre as principais reivindicações dos trabalhadores estão um aumento salarial acima da inflação de pelo menos 5%, vale-alimentação no valor de R$ 600, plano de saúde pago integralmente pelas empresas e a renovação das carteiras de habilitação custeada pelos empregadores. Além disso, os motoristas exigem a manutenção de todas as cláusulas já estabelecidas na convenção coletiva.

A decisão de paralisar os serviços surgiu após a falta de progresso nas negociações com as empresas de transporte público que operam na capital potiguar. As tentativas de acordo não avançaram, levando a categoria a optar pela greve como último recurso.

O Sintro também ressaltou a importância de informar a população sobre a greve e as razões por trás dela. “A greve é uma medida extrema, mas necessária diante da intransigência das empresas em atender nossas justas reivindicações”, declarou Antonio Júnior da Silva, presidente do Sintro/RN.

Foto: Matheus Felipe/Ilustração

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Professores da UFRN decidem continuar greve em novo plebiscito

Professores da UFRN decidem continuar greve em novo plebiscito

Maioria dos professores vota pela continuidade do movimento grevista

Os docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) decidiram, após um novo plebiscito realizado pelo ADURN-Sindicato, manter a greve por tempo indeterminado. A votação ocorreu nos dias 29, 30 e 31 de maio e contou com a participação de 1.826 professores.

A consulta revelou que 56,95% dos docentes votaram pela continuidade da greve, enquanto 40,58% optaram pelo retorno às atividades e 2,46% preferiram se abster. Este resultado reforça a decisão anterior da categoria, que busca melhores condições de trabalho e reajustes salariais.

O presidente do ADURN-Sindicato, Oswaldo Negrão, destacou a importância do plebiscito como um instrumento democrático. “Mais uma vez, o plebiscito demonstra sua importância como meio de referendar a vontade da maioria”, afirmou.

Na próxima segunda-feira (3.jun.2024), o Conselho de Representantes do ADURN-Sindicato e o comando de greve se reunirão para planejar os próximos passos da mobilização. A continuidade da greve implica em um impacto significativo nas atividades acadêmicas e administrativas da universidade, mas os docentes estão determinados a lutar por suas reivindicações.

A greve dos professores da UFRN é parte de um movimento maior que ocorre em diversas instituições de ensino superior no país, refletindo a insatisfação da categoria com as condições atuais de trabalho e os baixos salários. A adesão dos docentes à greve indica um apoio significativo às demandas apresentadas pelo sindicato.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Motoristas de ônibus de Natal discutem indicativo de greve em assembleia

Motoristas de ônibus de Natal discutem indicativo de greve em assembleia

Reunião será decisiva para o futuro das negociações entre rodoviários e empresários

Os motoristas de ônibus do sistema de transporte público de Natal vão se reunir em uma assembleia geral nesta terça-feira (28.mai.2024) para discutir um possível indicativo de greve. Organizada pelo Sindicato dos Rodoviários do Rio Grande do Norte (Sintro-RN), a reunião ocorre devido à falta de progresso nas negociações com os empresários do setor sobre as reivindicações da categoria.

Os trabalhadores rodoviários exigem um aumento salarial de pelo menos 5%, acima da inflação, além de um vale-alimentação de R$ 600, plano de saúde integralmente pago pelas empresas e a renovação da carteira de habilitação dos motoristas também custeada pelos empregadores. Além disso, eles querem a manutenção de todas as cláusulas já estabelecidas na convenção coletiva.

A assembleia geral será realizada em dois turnos, às 10h e às 16h, na sede do Sintro, localizada no bairro do Alecrim. Segundo Júnior Rodoviário, presidente do sindicato, a última reunião com a classe empresarial, realizada na última sexta-feira (24.mai), não trouxe nenhum avanço significativo. “Se não houver progresso, teremos que tomar atitudes mais drásticas e enfrentar os empresários”, afirmou Júnior.

Carlos Silvestre, assessor do sindicato, ressaltou que a pauta de reivindicações foi protocolada no dia 30 de março. “Até o momento, em respeito à sociedade, não fizemos nenhuma mobilização de rua, paralisação ou greve. No entanto, a partir de agora, a dinâmica dessa negociação pode mudar”, declarou Carlos.

A possível greve preocupa tanto os trabalhadores quanto a população, que depende do transporte público para suas atividades diárias. Uma paralisação pode causar grandes transtornos na rotina da cidade, afetando milhares de pessoas que utilizam os ônibus diariamente.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Greve da Polícia Civil do RN termina após acordo com o governo

Greve da Polícia Civil do RN termina após acordo com o governo

Policiais aceitam reajuste salarial e voltam ao trabalho nesta sexta-feira

Após três dias de paralisação, os policiais civis do Rio Grande do Norte decidiram encerrar a greve iniciada na terça-feira (23.abr.2024). A decisão foi tomada após uma nova rodada de negociação com o governo do estado, que resultou em um acordo para reajuste salarial.

Com o fim da greve, as delegacias do RN voltam a funcionar no expediente normal a partir desta sexta-feira (26.abr). As delegacias de Plantão das zonas Sul e Norte, que estavam fechadas durante a paralisação, também reabrem suas portas ainda hoje.

Acordo prevê reajuste salarial médio de 7% para policiais

O acordo fechado entre o governo e os policiais civis prevê um reajuste salarial médio de 7% para a categoria. O percentual de reajuste varia de acordo com a faixa salarial, sendo de 9% para os policiais mais antigos e de 6% para os que entraram nas novas turmas.

Auxílio-alimentação também foi incluído no acordo

Além do reajuste salarial, o acordo também contempla a implantação do auxílio-alimentação para os policiais civis. O valor do auxílio ainda não foi definido, mas será negociado posteriormente entre o governo e a categoria.

Greve foi considerada inconstitucional pelo STF

O direito de greve por parte da Polícia Civil ou de profissionais de qualquer carreira policial é inconstitucional, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2017. Apesar disso, os policiais civis do RN decidiram realizar a greve como forma de pressionar o governo a atender às suas reivindicações.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Justiça determina fim da paralisação da Polícia Civil no RN

Justiça determina fim da paralisação da Polícia Civil no RN

Desembargador determina restabelecimento dos serviços de polícia sob pena de multa diária.

O desembargador Dilermando Mota decidiu nesta quarta-feira (24.abr.2024) encerrar a greve da Polícia Civil no Rio Grande do Norte, ordenando o retorno integral das atividades policiais em todo o estado. A decisão estipula uma multa diária de R$ 5 mil ao Sindicato dos Policiais Civis do Rio Grande do Norte (SINPOL/RN) em caso de descumprimento.

Na fundamentação da decisão, o magistrado ressaltou a natureza essencial das atividades paralisadas, destacando que a falta de medidas cautelares neste momento poderia acarretar prejuízos irreparáveis à sociedade local, especialmente relacionados à segurança pública.

A determinação judicial também faz referência ao entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o direito de greve, reforçando que é vedado aos policiais civis e outros servidores públicos da área de segurança pública. Além disso, ressalta a obrigatoriedade de participação do Poder Público em mediações conduzidas pelos órgãos representativos das carreiras de segurança.

Paralisação

A greve teve início em 9 de abril, quando os servidores da Polícia Civil e da Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) anunciaram uma paralisação por tempo indeterminado em busca de valorização salarial. No dia 15 do mesmo mês, os servidores da Polícia Civil suspenderam as diárias operacionais e ameaçaram iniciar a greve caso suas demandas não fossem atendidas.

Na terça-feira (23.abr), os policiais civis efetivamente paralisaram suas atividades em todo o estado, após uma assembleia na noite anterior, que não resultou em acordo com o governo do RN.

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) moveu uma ação civil ordinária na terça-feira (23), exigindo o encerramento imediato da greve dos servidores da Polícia Civil e da Sesed, bem como a restauração urgente dos serviços de polícia judiciária em todo o estado. A ação, protocolada no Tribunal de Justiça, inclui a solicitação de multa diária ao Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança do Estado (Sinpol).

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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MPRN solicita fim imediato da paralisação da Polícia Civil

MPRN solicita fim imediato da paralisação da Polícia Civil

Órgão pede à Justiça intervenção urgente para restabelecer serviços e convocar candidatos aprovados

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) entrou com duas ações na Justiça nesta terça-feira (23.abr.2024) pedindo o fim imediato da paralisação da Polícia Civil no estado e a nomeação dos 155 candidatos aprovados no último concurso da corporação.

As medidas foram tomadas após a paralisação dos policiais civis, que afetou o funcionamento de todas as delegacias do estado. O MPRN protocolou as ações na Justiça, buscando restabelecer urgentemente os serviços de polícia judiciária em sua plenitude.

Além de solicitar o fim da greve, o Ministério Público requer que o governo do RN nomeie os candidatos aprovados no concurso mais recente da Polícia Civil, uma medida crucial para garantir a continuidade e a eficiência dos serviços de segurança pública.

O MPRN argumenta que a paralisação dos policiais civis compromete gravemente a ordem pública e a segurança da população, destacando a necessidade de prevalecer o interesse coletivo sobre demandas individuais.

Em consonância com sua posição, a Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) também pleiteia o desconto na remuneração dos policiais pelos dias de paralisação, após considerar o movimento ilegal e determinar seu encerramento.

Ademais, o MPRN solicita intervenção do governo estadual na questão e propõe sanções, incluindo multas diárias ao sindicato dos policiais civis em caso de descumprimento das determinações judiciais.

O MPRN ressalta a urgência da situação, enfatizando os danos causados à sociedade pela suspensão dos serviços prestados pelos policiais civis. A ação visa assegurar a manutenção da ordem pública e a paz social.

Em paralelo ao pedido de fim da paralisação, o Ministério Público cobra do Estado a nomeação dos 155 candidatos aprovados no último concurso da Polícia Civil, visando preencher o déficit de efetivo e fortalecer a instituição.

A ação destaca a necessidade de cumprir a legislação que estabelece o funcionamento da Polícia Civil com pelo menos 80% do efetivo previsto em lei, evidenciando a importância estratégica da medida para a segurança pública do RN.

O MPRN destaca que o planejamento orçamentário contempla recursos para a nomeação de candidatos aprovados, sendo fundamental para suprir a demanda por pessoal na Polícia Civil.

Diante do exposto, o Ministério Público reforça a importância da rápida apreciação da ação judicial, buscando garantir o restabelecimento dos serviços de segurança e o cumprimento das normativas legais.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Policiais civis do RN deflagram paralisação geral em todo o estado

Policiais civis do RN deflagram paralisação geral em todo o estado

Categoria decide parar atividades em assembleia após impasse nas negociações com o governo estadual

Policiais civis em todo o Rio Grande do Norte deram início a uma paralisação nesta terça-feira (23.abr.2024), após uma reunião sem sucesso com representantes do governo estadual. A decisão, tomada em assembleia na noite de segunda-feira (22.abr), abrange todas as delegacias do estado, incluindo as de plantão.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança do RN (Sinpol), Nilton Arruda, afirmou que a paralisação é total, incluindo até mesmo o cadastro de boletins de ocorrência online.

Com a paralisação em vigor, delegacias em várias regiões do estado permanecem fechadas ao público. A suspensão dos serviços tem impactado diretamente a população, que busca atendimento e se depara com delegacias fechadas.

A falta de posicionamento da Delegacia Geral de Polícia Civil sobre a paralisação tem gerado incertezas sobre os serviços afetados e as orientações para a população. Questões como o funcionamento dos flagrantes e atendimentos em locais de crimes como homicídios permanecem sem resposta.

A paralisação dos policiais civis ocorre após uma nova rodada de negociações fracassada com o governo estadual. O impasse gira em torno do reajuste salarial, sendo que a proposta do governo, de 5,3%, foi rejeitada pela categoria. Os policiais também demandam a nomeação dos concursados já formados e a resolução do Crédito Remuneratório Individual, um antigo adicional por tempo de serviço.

Além disso, a categoria busca respostas sobre como será conduzida a negociação após o início da paralisação, bem como se o governo vai buscar a suspensão da greve na Justiça. O presidente do Sinpol enfatizou que a mobilização é uma resposta à insuficiente valorização por parte do governo estadual, considerando as perdas inflacionárias acumuladas ao longo dos anos.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Professores da UFRN anunciam greve por tempo indeterminado

Professores da UFRN anunciam greve por tempo indeterminado

Mais de 20 universidades em todo o país estão em greve por reajuste salarial e melhores condições de trabalho; professores exigem reajuste salarial e reestruturação de carreiras

Os professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) entrarão em greve por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira (22.abr.2024), em conjunto com mais de 20 outras universidades federais do Brasil. A decisão foi tomada após um plebiscito, onde 62,52% dos docentes votaram a favor da paralisação.

A greve é resultado do impasse entre a categoria e o governo federal em relação à recomposição salarial e à reestruturação das carreiras do magistério superior e do ensino básico, técnico e tecnológico (EBTT). Os professores reivindicam um reajuste linear de 7,06% em 2024, 2025 e 2026, além da reestruturação das carreiras, que prevê reajustes de 9,39% em 2024, 6,82% em 2025 e 6,82% em 2026.

Demanda por reajuste e reestruturação das carreiras

Além do reajuste salarial, os professores também reivindicam a reestruturação das carreiras do magistério superior e do ensino básico, técnico e tecnológico (EBTT). A proposta de reestruturação, encaminhada pelo PROIFES-Federação, prevê reajustes de 9,39% em 2024, 6,82% em 2025 e 6,82% em 2026, totalizando 23,03%.

Negociações e mobilizações

O Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) destaca que, além da recomposição salarial, é imprescindível investir recursos públicos nas instituições federais de educação. O MEC (Ministério da Educação) da gestão Lula (PT) informou que está buscando alternativas para valorizar os servidores da educação. No ano passado, o governo federal concedeu um reajuste de 9% para todos os servidores.

Próximos passos

O Conselho de Representantes do ADURN-Sindicato se reunirá na quarta-feira (17) para planejar a greve. “O próximo passo é criar nosso comando de greve para notificar a reitoria sobre a decisão da categoria”, explicou o presidente do sindicato, Oswaldo Negrão.

Foto: Divulgação/ADURN

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Greve no IFRN suspende calendário acadêmico em 20 campi

Greve no IFRN suspende calendário acadêmico em 20 campi

20 campi do IFRN paralisam atividades em meio à greve dos servidores

Em decorrência da greve dos servidores do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), o Colégio de Dirigentes da instituição (Codir/IFRN) optou por suspender as atividades do calendário acadêmico em 20 de seus campi.

A medida foi tomada seguindo uma recomendação da Comissão Interna de Mediação Organizacional, composta por representantes da classe estudantil, da gestão sistêmica da Reitoria, das Direções-Gerais dos campi do IFRN e do Sindicato Nacional dos Servidores da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), seções sindicais Natal e Mossoró, em reunião realizada nesta segunda-feira (8.abr.2024).

Conforme comunicado divulgado pelo Instituto, a suspensão terá início em datas distintas, considerando a avaliação do contexto de cada campus. No primeiro dia de paralisação, iniciada ainda na segunda-feira (8), dez campi já foram afetados: Caicó, Ceará-Mirim, João Câmara, Lajes, Macau, Mossoró, Natal-Centro Histórico, Natal-Zona Norte, Nova Cruz e São Paulo do Potengi.

Na terça-feira (9.abr), mais sete unidades tiveram o calendário acadêmico suspenso: Canguaretama, Currais Novos, Jucurutu, Natal-Central, Parnamirim, Santa Cruz e São Gonçalo do Amarante. O campus Parelhas seguirá a suspensão a partir desta quarta-feira (10.abr), enquanto que nos campi de Ipanguaçu e Pau dos Ferros, a interrupção está prevista para começar na próxima segunda-feira (15.abr).

Atualmente, apenas duas unidades mantêm o calendário acadêmico em andamento. Nos campi de Apodi e Natal-Zona Leste, as atividades seguem normalmente, embora a possibilidade de uma paralisação futura esteja em discussão entre os servidores.

Em relação aos serviços essenciais, o IFRN garantiu que eles permanecerão em funcionamento. Uma preocupação levantada pelos estudantes é a situação dos alunos em vulnerabilidade social, que dependem dos programas de alimentação escolar oferecidos pela instituição. A diretora de Atividades Estudantis (Digae), Valéria Oliveira, afirmou que esse tema está sendo discutido em colaboração com profissionais nos campi, buscando identificar e resolver os casos de estudantes nessas condições.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Servidores da saúde do RN iniciam greve

Servidores da saúde do RN iniciam greve

Paralisação é resposta ao Governo Estadual, que propõe reajuste salarial smente em 2025

Os servidores estaduais da saúde do Rio Grande do Norte deram início a mais uma greve na manhã de quarta-feira (3.abr.2024), com um ato de mobilização dos trabalhadores do setor. A demanda principal da categoria envolve reivindicações por reajuste salarial e melhores condições de trabalho. A mobilização é liderada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde-RN), que delineará um cronograma de atividades durante a greve. Uma manifestação está agendada para a próxima terça-feira (9), no Centro Administrativo, com o intuito de pressionar o Governo do Estado por um acordo. O sindicato também alerta para possíveis reduções nos atendimentos das unidades de saúde pública.

Rosália Fernandes, uma das coordenadoras do Sindsaúde-RN, destaca que a paralisação é uma resposta direta ao Governo do Estado, que propôs recomposição salarial somente a partir de 2025. Segundo ela, a proposta inicial do governo envolve um reajuste zero em 2024, enquanto outras categorias já estão recebendo recomposições. O Governo, por meio da Secretaria de Estado da Administração (SEAD), confirmou a proposta de conceder recomposição somente no próximo ano aos trabalhadores da saúde.

O Estado, até o momento, não agendou uma nova rodada de negociação, ressaltando que os servidores permanecerão em greve por tempo indeterminado. Segundo Fernandes, o governo condiciona um possível aumento para 2025 ou 2026, baseado em 4,62% do IPCA, desde que a receita corrente líquida atinja 7,2%. A líder sindical critica essa condição, considerando-a inadequada.

A greve teve início com uma formação política, visando esclarecer os direitos e deveres dos trabalhadores em situação de greve. Fernandes destaca a importância dessa atividade diante da judicialização das últimas greves, que gerou medo e dúvidas entre os trabalhadores. Além disso, ela ressalta o papel da Justiça e do Governo, que, segundo ela, têm atacado e oprimido os trabalhadores.

A última greve dos servidores da saúde ocorreu em julho do ano anterior e durou cerca de três semanas, até ser suspensa por decisão judicial. Na pauta de reivindicações, estavam presentes a reposição de perdas salariais e melhorias nas condições de trabalho. As demandas continuam, abrangendo não apenas questões salariais, mas também o déficit de pessoal, a renovação de contratos temporários e a convocação do cadastro reserva, que vence em setembro.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Servidores da Saúde do RN rejeitam proposta salarial e convocam greve

Servidores da Saúde do RN rejeitam proposta salarial e convocam greve

Governo e sindicato divergem sobre recomposição salarial, levando a possível paralisação na saúde do RN

Em Assembleia Geral realizada na quarta-feira (20.mar.2024), o SindSaúde/RN decidiu por unanimidade rejeitar a proposta de recomposição salarial do Governo do Estado para 2025. Além disso, aprovou-se a deflagração de uma greve a partir do dia 3 de abril.

Segundo o sindicato, a proposta governamental de recomposição salarial apenas para 2025 foi considerada descabida, somada à falta de interesse político em discutir as demandas da categoria. O SindSaúde/RN afirmou que o governo chegou a solicitar que fossem indicados pontos prioritários para atendimento, pedido que foi negado pela assembleia.

Durante uma reunião em 15 de março, a Secretaria de Estado da Administração (SEAD) teria ameaçado retirar a categoria da Mesa de Negociação em caso de movimentação grevista, suspendendo assim o diálogo até o fim da greve.

Aposentadoria em foco

Na mesma Assembleia, foi destacada uma nova orientação para servidores da saúde que ingressaram no serviço público antes de 1988, devido a uma decisão recente do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O SindSaúde/RN passou a orientar que esses servidores deem entrada em suas aposentadorias até o dia 24 de abril. No caso de reversão da situação, os trabalhadores serão informados e poderão retirar os pedidos de aposentadoria.

Anteriormente, os sindicatos orientavam os servidores a não darem entrada nos pedidos de aposentadoria, porém, decisões judiciais mantiveram o posicionamento do TCE. Tanto o Supremo Tribunal Federal quanto o Tribunal de Justiça do RN emitiram decisões favoráveis ao acórdão do TCE, que estabelece um prazo para que servidores não concursados permaneçam nos regimes próprios de previdência, sem transferência para o INSS, seguindo jurisprudência do Supremo.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Greve dos professores do RN é encerrada

Greve dos professores do RN é encerrada

Os professores retomarão o trabalho nas salas de aula amanhã (13)

A greve dos professores da rede pública estadual de Educação no Rio Grande do Norte foi encerrada nesta quarta-feira (12.abr.2023) após acordo entre a categoria e o Governo do Estado.

A proposta aceita pelos sindicalistas inclui um reajuste salarial de 14,95% para aqueles que ganham abaixo do piso a partir de maio, e um reajuste parcelado de 7,21% em abril, 3,61% em agosto e 3,49% em dezembro para os que ganham acima do piso.

A proposta também prevê o pagamento dos retroativos em 14 parcelas, invadindo o ano de 2024. A decisão de encerrar a greve não foi unânime, com 272 votos favoráveis ao fim da greve em uma assembleia com aproximadamente 450 votantes.

Os professores retomarão o trabalho nas salas de aula amanhã (13.abr).

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Servidores estaduais da saúde entram em greve no RN

Alguns serviços continuarão funcionando com 30% ou até 40% da equipe de servidores

Os trabalhadores da Saúde do Rio Grande do Norte iniciaram uma greve por tempo indeterminado nesta terça-feira (11.abr.2023). De acordo com o sindicato que representa a categoria, a paralisação está afetando os atendimentos em hospitais estaduais, serviços de urgência e emergência e o Samu Metropolitano.

Durante a manhã desta terça-feira (11.abr), parte dos trabalhadores participou de um protesto em frente ao Hospital Walfredo Gurgel, a maior unidade de saúde do estado. Agentes de mobilidade de Natal foram ao local para acompanhar o impacto no trânsito.

Conforme o sindicato, alguns serviços continuarão funcionando com 30% ou até 40% da equipe de servidores, dependendo da unidade de saúde. Uma reunião com o governo foi marcada para o dia 27 de abril.

As principais reivindicações do sindicato fazem parte da campanha salarial de 2023. Segundo o Sindsaúde, os servidores querem o pagamento das perdas salariais para ativos e aposentados, no percentual de 21,87%, revisão da Lei de Produtividade e o cumprimento da data-base da categoria.

Outros pontos em pauta são o pagamento dos plantões eventuais (extras) dentro do mês trabalhado, implementação e pagamento do piso salarial da enfermagem e do piso salarial dos técnicos em radiologia, além de condições dignas de trabalho.

Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) informou que realizou uma reunião na última quarta-feira (5.abr) para tratar alguns pontos levantados pelo sindicato para o indicativo de greve. O governo pediu o adiamento da greve, pelo menos até que houvesse uma nova reunião.

“Na ocasião, foram apresentados dados, como os incrementos de ativos de 2019 até hoje, de mais de R$ 36 milhões, com aumento salarial através da implantação do Plano de Cargos e Salários, além do incentivo à qualificação constante para todos os servidores”, diz a nota.

Ainda de acordo com o governo, “foi demonstrada a queda da arrecadação do ICMS no Estado e foi solicitado o adiamento da greve, para que no próximo dia 27 de abril, em uma nova Mesa SUS extraordinária, a Sesap devolva a resposta de alguns pontos elencados pelo sindicato”.

Foto: Cedida

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Servidores estaduais de saúde aprovam indicativo de greve

A greve estadual da categoria deve está marcada para o dia 11 de abril

O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde-RN) aprovou, por unanimidade, a greve estadual da categoria a partir de 11 de abril. A decisão foi tomada em assembleia realizada nesta quarta-feira (29.mar.2023).

Os trabalhadores da saúde reivindicam a revisão da Lei de produtividade, o pagamento das perdas salariais, o cumprimento da data-base da categoria, o pagamento das perdas salarias para ativos e aposentados, o pagamento dos Plantões Eventuais dentro do mês trabalhado, a implementação e pagamento do Piso Salarial da Enfermagem e do Piso Salarial dos Técnicos em Radiologia.

Esta é a segunda categoria estadual a deflagrar greve este ano. Em 04 de março, os trabalhadores da educação aprovaram a paralisação das atividades para reclamar reajuste de 14,95% no piso dos profissionais.

O Sindsaúde também convocou uma assembleia geral com os servidores da rede municipal de saúde para sexta-feira (31.mar), às 8h30, em frente à Prefeitura do Natal. O indicativo de greve para a rede municipal de saúde deve ser aprovado pela categoria.

Os servidores da rede municipal de saúde reivindicam a atualização da data-base, o reajuste de vencimentos, a implantação e pagamento retroativo das gratificações, a implantação e retroativo do adicional por tempo de serviço, o fim do corte das gratificações, a retomada da mesa de negociação, o cumprimento do piso salarial dos técnicos de radiologia, a convocação do cadastro de reserva e a implantação do piso nacional da enfermagem.

Foto: Reprodução/Instagram Sindsaúde RN

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Professores da rede pública do RN recusam proposta do governo; greve é mantida

A reivindicação é pela implantação do reajuste de quase 15% no piso salarial da categoria

Durante assembleia na manhã desta quarta-feira (29.mar.2923) os professores da rede pública estadual de educação do Rio Grande do Norte decidiram recusar a proposta do governo. A reivindicação é pela implantação do reajuste de quase 15% no piso salarial da categoria. Com a decisão, a greve dos profissionais, que foi iniciada em 7 de março, será mantida por tempo indeterminado.

De acordo com o coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (Sinte), Bruno Vital, a categoria entendeu que a proposta apresentada pelo governo na terça-feira (28.mar) era igual às que já haviam sido apresentadas anteriormente. O sindicato informou que, segundo um levante feito antes dos ataques criminosos ocorridos entre os dias 14 e 24 de março, cerca de 60% da categoria já havia aderido à paralisação.

A proposta do governo apresentada na terça-feira (29.mar) previa que todos os educadores que estão abaixo do piso salarial teriam, de maneira imediata, a aplicação do reajuste de 14,95%, com efeito retroativo a janeiro de 2023. Já para os demais, a implantação seria de 7,21% em maio, 3,61% em novembro e 3,49% em dezembro, totalizando 14,95%. O pagamento do retroativo ocorreria em oito parcelas com início em maio de 2024.

Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o impacto do reajuste para as prefeituras do Rio Grande do Norte é de R$ 222 milhões. O reajuste gerou críticas principalmente dos municípios, que alegam não ter condições de arcar com o novo aumento.

Foto: Lenilton Lima/Divulgação Sinte RN

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Governo do RN espera contraproposta dos professores para negociar fim da greve

Professores da rede estadual de ensino buscam cumprimento do piso salarial do magistério

O Governo do Rio Grande do Norte está aguardando uma contraproposta dos professores para negociar o fim da greve que começou menos de um mês após o início do ano letivo. Os professores da rede estadual do Rio Grande do Norte iniciaram a greve com o objetivo de pressionar o governo a cumprir o piso salarial do magistério.

Mesmo com o compromisso do governo de pagar um reajuste parcelado de 14,95% ao longo de 2023, os professores decidiram pela greve. O governo apresentou três propostas para evitar a greve, mas todas foram rejeitadas. O fato de um acordo anterior ter sido aceito e não cumprido pelo Estado é o que preocupa os professores.

O calendário de atividades do movimento prevê uma reunião do comando de greve na terça-feira (7) e um ato público na quarta-feira (8). Uma nova assembleia será realizada em 15 de março para avaliar o movimento grevista e a formulação de uma contraproposta.

O secretário estadual de Planejamento e Finanças, Aldemir Freire, afirmou que a implementação do reajuste do Piso do Magistério, da forma como os professores querem, consumiria 92% do aumento de receita projetado para este ano no estado. Atualmente, o Rio Grande do Norte é o estado brasileiro que mais comprometeu suas receitas com o pagamento de funcionários em 2022, segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional.

Foto: Lenilson/Divulgação Sinte-RN

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Aeronautas rejeitam acordo e paralisações chegam ao quinto dia

Aeronautas rejeitam acordo e paralisações chegam ao quinto dia

10 cancelamentos e 83 atrasos de voos foram registrados nas primeiras horas da manhã deste quinto dia de greve

A antevéspera de Natal foi marcada por atrasos em pousos e decolagens em aeroportos brasileiros. Pelo quinto dia consecutivo, nesta sexta-feira (23), aeronautas mantiveram a paralisação entre 6h e 8h da manhã nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos, Viracopos, Galeão, Santos Dumont, Porto Alegre, Confins, Brasília e Fortaleza. Ontem (22), o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) recusou uma nova proposta de negociação salarial para encerrar a greve da categoria.

Em assembleia virtual – com 59.25% de votos contrários, 40.02% de votos favoráveis e 0.73% de abstenções – os trabalhadores da aviação regular rejeitaram a proposta apresentada pelas companhias aéreas que previa a reposição total da inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) – em salários fixos e variáveis – mais 1% de aumento real. Para o teto de recebimento, reajuste de 100% do INPC (5,97%), menos 2,74%.. O reajuste incidiria em diárias nacionais, piso salarial, seguro, multas por descumprimento da convenção coletiva e vale-alimentação.

Os aeronautas querem 5% de aumento salarial e ajuste de condições de trabalho, como do horário de folgas e regras que impeçam a mudança dos descansos pelas companhias aéreas – espera dos tripulantes entre um voo e outro de 3 horas durante o dia e duas horas no período da noite.

Em nota, o SNA destacou que a categoria está desde o final de setembro negociando e que todas as propostas enviadas pelo sindicato patronal não eram condizentes com a pauta de reivindicações apresentadas e, por isso, foram rejeitadas.

“O SNA continua aberto às negociações, aguardando que as empresas enviem uma nova proposta, minimamente aceitável. Se houver uma proposta, ela será colocada em votação e, caso seja aprovada, a greve termina, se não, a greve continua por tempo indeterminado”, informou sindicato.

Aéreas
Segundo o Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (SNEA), esta foi a terceira proposta negada pelo sindicato dos aeronautas. A primeira foi apresentada pelo SNEA ainda no âmbito da negociação sindical.

O SNEA enfatiza que iniciou as negociações desde os primeiros dias de outubro deste ano para preservar os direitos dos tripulantes, “estendendo a validade da CCT vigente até o fim das negociações, e garantir as viagens aéreas dos passageiros, especialmente durante a alta temporada. Além disso, após encerrada as negociações diretas entre sindicatos, no último fim de semana, as companhias aéreas acataram a primeira proposta de mediação elaborada pelo TST, que foi rejeitada pelo SNA”, informou a nota divulgada no site da SNEA.

Impacto
No quinto dia da greve, houve 10 cancelamentos e 83 atrasos nas primeiras horas da manhã em cinco aeroportos onde houve paralisação. No Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, três voos operaram com atraso e nenhum foi cancelado.

Das 6h até as 10h, dos 62 voos previstos para decolar do Aeroporto de Brasília, 16 partiram da capital com atraso. Não há cancelamento de voos. Dos 55 voos que pousaram em Brasília, 14 chegaram com atrasos. Como o Aeroporto de Brasília é um importante centro de conexão de voos, as chegadas atrasadas podem impactar as saídas de voos, informou a Inframerica, administradora do aeroporto.

Em Congonhas, a Infraero informou que foram 16 voos atrasados na partida, 9 voos atrasados na chegada, 5 voos cancelados na partida e 2 voos cancelados na chegada.

Já no Aeroporto de Santos Dumont, também administrado pela Infraero, foram 13 voos atrasados na partida, 10 voos atrasados na chegada, 2 voos cancelados na partida e um voo cancelado na chegada.

O RIOgaleão, Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro informou que não registrou nenhum atraso ou cancelamento de voo por causa da greve na manhã desta sexta-feira.

Já a Fraport-Brasil, que administra os aeroportos de Fortaleza e Porto Alegre, informou que nesta manhã não houve atrasos ou cancelamentos em Fortaleza. Em Porto Alegre foi registrado dois atrasos.

É recomendável que os passageiros cheguem com antecedência no terminal aéreo e verifiquem o status do voo no site do aeroporto ou com a companhia aérea.

Foto: Fernando Frazão (Agência Brasil)
Com informações da Agência Brasil

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PMs e Bombeiros Militares rejeitam proposta do Governo do Estado e seguem em mobilização

PMs e Bombeiros Militares rejeitam proposta do Governo do Estado e seguem em mobilização

Após reunião com a Secretaria de Segurança na tarde desta terça-feira (22.mar.2022), os policiais militares votaram para rejeitar a proposta feita pelo Governo do Estado e continuar a mobilização em frente à Governadoria pela isonomia dos subsídios entre todas as forças de segurança.

A decisão foi tomada em assembleia após um dia de protestos no Centro Administrativo para diminuir as distorções salariais entre a Polícia Militar, Civil e agentes penitenciários. Diante da negativa da categoria, está marcada nova reunião com a Controladoria do Estado e Secretaria de Administração para esta quarta-feira (23), às 14h, para analisar nova oferta de correção.

Segundo a subtenente Márcia Carvalho, presidente da Associação de Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBMRN), “a proposta oferecida pelo Governo não chega a ser considerável porque é um direito já conquistado pela categoria em 2019″. Na reunião, foi oferecido pelo Executivo estadual adiantar a última parcela do acordo feito há três anos, o que equivale a 4,58% dos 23% de reajuste indenizatório que seriam pagos em seis vezes até novembro de 2022.

Junto a isso, havia sido firmado que seriam concedidas correções no subsídio dos praças ao passo que aumentos fossem conquistados por outras forças de segurança – o que não foi cumprido e resultou em um distanciamento ainda maior entre os valores pagos. Em 2019, a diferença entre os subsídios era de R$851,00. Atualmente, o valor aumentou para R$1.463,59.

Em nota, o Governo do Estado destacou que “mantém o diálogo com os praças e oficiais da Polícia Militar do RN” e ressaltou que dará continuidade às negociações. “A proposta antecipa em sete meses o acordo firmado com a categoria, que era para ser aplicado em novembro deste ano. Os representantes das associações requisitaram um estudo técnico junto com o Governo para poder construir outras alternativas de propostas que atendam a expectativa de reposição salarial das categorias. O Governo concordou, confirmando a manutenção da mesa de negociação, e buscará conciliar essa nova etapa com a disponibilidade financeira ofertada”, informou.

Com informações do Portal Tropical
Foto: Divulgação

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Secretaria de Segurança do RN (Sesed/RN) monitora estradas contra greve dos caminhoneiros

Secretaria de Segurança do RN (Sesed/RN) monitora estradas contra greve dos caminhoneiros

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social do Rio Grande do Norte (Sesed/RN) está monitorando possíveis paralisações dos caminhoneiros nas estradas do estado. O movimento está marcado para iniciar hoje (01.nov.2021). A Sesed/RN instalou em seu Gabinete de Gestão Integrada (GGI), o Centro Integrado de Comando e Controle Estadual (CICCE).

O gabinete conta com representantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, e da própria Sesed/RN, além da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN).

Foto: Divulgação

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Líder dos caminhoneiros pede apoio de taxistas e motoristas de apps

Líder dos caminhoneiros pede apoio de taxistas e motoristas de apps

O presidente do CNTRC (Conselho do Transporte Rodoviário de Cargas) e líder dos caminhoneiros, Plínio Dias, afirmou que está reunindo-se com representantes dos taxistas, motoboys e motoristas de aplicativos em busca de apoio para a paralisação dos caminhoneiros, prevista para a segunda-feira (1º.nov.2021). A afirmação foi dada à imprensa no sábado (30.out.2021), e o protesto será contra o aumento no preço dos combustíveis.

O líder dos caminhoneiros afirma que a revisão do PPI (preço de paridade de importação) irá beneficiar não só a categoria, mas também toda a população. A reivindicação está presente na pauta dos caminhoneiros. “O apoio dos taxistas e dos motoboys é porque eles trabalham com gasolina. Tá na nossa pauta porque o fim do PPI vai baixar o combustível para eles também. Não só para eles. A gente tá pedindo apoio popular. A gente recebe o dinheiro em real e aí tem que pagar em dólar. Não fecha a conta nunca”, afirmou Plínio ao Poder360.

Foto: Marcelo Camargo/Ag Brasil

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Governo Federal obtém liminar para barrar greve dos caminhoneiros

Governo Federal obtém liminar para barrar greve dos caminhoneiros

O Governo Federal obteve limiares judiciais que proíbem eventuais bloqueios da greve dos caminhoneiros, marcada para a segunda-feira (1º.nov.2021). Os pedidos foram feitos pela AGU (Advocacia Geral da União), e se aplicam às rodovias federais de Santa Catarina, de partes do Paraná e das estradas federais que interligam a refinaria Alberto Pasqualini, em Canoas, no Rio Grande do Sul.

Também há liminar deferida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, solicitada pela CCR Nova Dutra, proibindo o estacionamento no acostamento da rodovia Presidente Dutra e o seu bloqueio pela categoria. Além disso, a Justiça Federal do Paraná proibiu, em outra decisão, o bloqueio dos trechos da rodovia BR-116 do Paraná e Santa Catarina sob a responsabilidade da concessionária Autopista Planalto Sul, autora do pedido.

As liminares solicitadas pela AGU têm como réus as entidades que organizam a greve dos caminhoneiros: CNTRC (Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas), Abrava (Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores) e CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística). Os pedidos judiciais das concessionárias de rodovias citam apenas “pessoas incertas e não conhecidas”.

Foto Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Servidores estaduais da Saúde entram em greve no RN

Servidores estaduais da Saúde entram em greve no RN

Os servidores da Saúde do Rio Grande do Norte entraram em greve por tempo indeterminado na manhã desta quarta quarta-feira (27.out.2021). As informações foram confirmadas pelo sindicato que representa a categoria. Até o momento, nem o sindicato nem a Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (Sesap-RN) informaram quais serviços foram afetados.

De acordo com o diretor do Sindsaúde, Breno Abbott, os dados serão levantados ao longo do dia, mas que atendimentos serão prejudicados em todo o estado. Segundo Breno, participam da greve todos os servidores da área da saúde, com exceção dos médicos. Profissionais da enfermagem, técnicos de enfermagem, psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais, técnicos de enfermagem, técnicos em radiologia, entre outros, inclusive os trabalhadores dos setores administrativos da Sesap, aderiram ao movimento grevista.

A principal pauta dos servidores da saúde é a atualização do plano de cargos, carreiras e salários. A categoria manter a greve mesmo após o governo ter marcado uma audiência entre a governadora e o sindicato para a quinta-feira (28.out.2021). Os servidores também cobram o pagamento por produtividade, “isonomia” na implantação do ponto eletrônico e que o ponto tenha impressão de comprovante e não seja no computador, como está sendo testado.

Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

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Motoristas de ônibus de Natal vão entrar em greve a partir de segunda-feira (11)

Motoristas de ônibus de Natal vão entrar em greve a partir de segunda-feira (11)

A próxima segunda-feira vai iniciar com a greve dos motoristas de ônibus de Natal. Motoristas e cobradores aprovaram o indicativo de greve, em assembleia geral realizada na quinta-feira (7), e deverão suspender os serviços por tempo indeterminado. A paralisação ocorre após fracasso nas negociações de reajuste salarial com os donos das empresas de ônibus. O edital da greve foi publicado na sexta-feira (8) pelo Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários do Rio Grande do Norte (Sintro).

Motoristas e cobradores querem o cumprimento das datas-bases salariais referentes aos anos de 2021 e 2020, que estava prevista para acontecer em maio passado, mas que, segundo o Sintro, ainda não foram implementadas até o momento pelas empresas de ônibus de Natal. Os rodoviários querem que o reajuste seja o equivalente à inflação acumulada (IPCA) para os últimos 12 meses, que é 9,68%, segundo dados de agosto do IBGE. O piso dos motoristas atualmente é de R$ 2,110.

Outra reivindicação dos motoristas de ônibus e Natal é sobre a recomposição do vale-alimentação. Segundo o Sintro, até março de 2020, as empresas pagavam o valor de R$ 315 aos trabalhadores. Porém, com a redução das linhas em circulação devido a pandemia do novo coronavírus, o valor foi reduzido para R$ 180.

Foto: Ilustração

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Com pautas que vão de vale-alimentação a fardamentos, militares estaduais vão às ruas nesta quarta-feira (15)

Com pautas que vão de vale-alimentação a uniformes, militares estaduais vão às ruas nesta quarta-feira (15)

Reivindicações dos militares estaduais do Rio Grande do Norte envolvem vale-alimentação, fardamentos, código de ética da categoria etc.

Em continuidade à série de mobilizações da categoria, os policiais e bombeiros militares do Rio Grande do Norte realizarão uma caminhada nesta quarta-feira (15), às 14h. O grupo sairá da Associação dos Cabos e Soldados PM-RN, localizada na Av. Jaguarari, 2552 – bairro Candelária, em direção à Governadoria, no Centro Administrativo do Estado.

A caminhada acontece após uma sucessão de atos públicos dos militares em prol de uma pauta de reivindicações. Segundo a subtenente Márcia Carvalho, presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBMRN) o objetivo é ter uma solução concreta para as demandas.

“Já vemos alguns avanços no diálogo com o Governo, mas ainda não concretizados. Nesta última sexta-feira, dia 10, o vice-governador, Antenor Roberto, se comprometeu a encaminhar o projeto de lei do Sistema de Proteção Social à Assembleia Legislativa. Contudo, aguardamos, mobilizados, que isto seja realizado”, pontua a subtenente.

As principais reivindicações são a regulamentação do Sistema de Proteção Social, a elaboração de um Código de Ética humanizado em substituição ao Regulamento Disciplinar da PMRN e a concessão dos vales-alimentação para todos os policiais do estado, no valor semelhante às demais forças de segurança do RN. Também é pedido a equiparação salarial, entrega de novos fardamentos e a manutenção das viaturas e instalações da corporação.

Entenda as principais reivindicações:

Sistema de Proteção Social: a Lei Federal n° 13.954 de 16 de dezembro de 2019 incluiu os policiais e bombeiros militares no regramento, transferindo à União a competência para legislar sobre inatividade e pensão dos militares estaduais. Dessa forma, o Estado precisa regulamentar a Lei no âmbito estadual.

Apesar de o Governo do Estado já ter colocado em prática o aumento da alíquota descontada dos militares e ainda incluído os policiais reformados e pensionistas neste desconto, o Executivo se nega a garantir os direitos estabelecidos nesta nova lei, como a integralidade e a paridade salarial às pensionistas.

Código de Ética: ele deve substituir o Regulamento Disciplinar da Polícia Militar (RDPM), elaborado ainda em 1982. O Código acaba com a prisão disciplinar e a detenção, cria a prestação de serviço e a suspensão. Contudo, há divergências entre Governo e Associações na elaboração do Código. Por exemplo, em relação aos dias de suspensão. As Associações propuseram o máximo de 10 dias de suspensão, enquanto o Governo propõe até 90 dias do militar sem prestar serviço e com dias descontados em salário.

Vales-alimentação: atualmente, policiais militares de 37 municípios recebem dois vales de R$ 15 cada para um período de 24h em serviço. Contudo, o valor pago aos agentes de outras categorias é de R$ 60 (três vales de R$ 20).

Fardamento: há dois anos os militares estaduais não recebem o uniforme. Foi comunicado que está em processo licitatório, mas sem perspectiva de data.

Foto: Divulgação

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Professores do Estado

91% dos professores do Estado decidem não retomar as aulas presenciais

Em assembleia geral realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte/RN) nesta sexta-feira (16), os professores do Estado decidiram que não irão retomar as atividades presenciais em sala de aula. A reunião contou com a presença de cerca de 500 professores. 91% votaram contra a retomada das aulas presenciais.

De acordo com a coordenadora-geral do Sinte, Fátima Cardoso, após a votação, a decisão será divulgada para os trabalhadores em reuniões com os diretórios do sindicato nas regiões do estado, além da publicação do posicionamento da categoria nas redes sociais, imprensa e outdoors. Os professores do Estado exigem que o ciclo completo de imunização para retornar às salas de aulas.

As aulas presenciais retornam no RN na próxima segunda-feira, dia 19. Na primeira semana, ocorrerá o planejamento do retorno, e só a partir do dia 26 os alunos começam a voltar, de forma gradual.

Foto: Reprodução

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Professores do RN

Professores do RN decidem que só voltam após vacinação completa

Em assembleia realizada ontem (6) no Sindicato dos Trabalhadores em Educação, os professores do RN deliberaram sobre o retorno às salas de aulas e às aulas presenciais. Com isso, os profissionais da educação decidiram que só voltam as salas de aula após as duas doses da vacina contra a Covid-19 e do intervalo seguro do período pós-vacinação. A determinação vale para as aulas na rede municipal de Natal e na rede estadual.

No caso de Natal, a categoria formalizou um indicativo de greve para o próximo dia 14 de julho, data em que as aulas estão marcadas para retornar. Os professores querem que a prefeitura pague a atualização do piso salarial de 12,84% referente ao ano de 2020.

Já em relação à rede estadual, que tem o retorno programado para o dia 19 de julho, os professores do RN querem que o ciclo vacinal seja completo para que ocorra o retorno às atividades.

Foto: SEEC/ASSECOM

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