Governo Federal

RN fica fora da renovação da frota de transporte do Novo PAC

RN fica fora da renovação da frota de transporte do Novo PAC

Estado perde R$ 10 bi em investimentos em transporte público por falta de projetos; apesar da verba federal, o Estado e os municípios de Natal, Mossoró e Parnamirim não apresentaram propostas para renovar a frota

O Rio Grande do Norte foi o único estado do Nordeste a não participar da chamada pública do Governo Federal para a renovação da frota de transporte público urbano no âmbito do Novo PAC Seleções. Para participar, estados, municípios com mais de 150 mil habitantes, consórcios públicos ou operadores privados do sistema de transporte deveriam enviar propostas ao Ministério das Cidades até novembro do ano passado.

O Governo Federal disponibilizou R$ 10 bilhões para investimentos em transporte coletivo para 61 municípios. No RN, Natal, Mossoró e Parnamirim foram considerados elegíveis. Segundo o jornal Tribuna do Norte, a Prefeitura do Natal justificou a ausência de propostas devido à saturação da capacidade de endividamento do município e destacou outras renovações de frota realizadas recentemente para diferentes segmentos.

Em Parnamirim, a secretaria de Mobilidade Urbana explicou que a ausência se deve à falta de um sistema de transporte licitado no período da chamada. A expectativa é que na próxima oportunidade, com as concessões contratadas, Parnamirim participe da renovação.

O Governo do Estado informou que não opera transporte coletivo urbano, diferentemente de outros estados como São Paulo ou Rio de Janeiro. O foco da chamada era a aquisição de ônibus elétricos e a modernização da frota com o uso de tecnologias de monitoramento. Já o município de Mossoró não se manifestou sobre a situação.

Foto: Matheus Felipe/Ilustração

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Governo Lula diz a professores que não vai aceitar novas contrapropostas

Governo Lula diz a professores que não vai aceitar novas contrapropostas

Sem margem para novas negociações, governo define reajustes salariais que variam de 13,3% a 31% entre 2025 e 2026

O governo Lula (PT) afirmou, nesta terça-feira (21.mai.2024), a apresentação da “proposta final” de reajuste salarial aos professores de universidades e institutos federais, deixando claro que não haverá espaço para novas contrapropostas da categoria. As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles.

A proposta do governo, apresentada na quarta-feira (15.mai), prevê reajuste salarial zero em 2024 e correções que variam de 13,3% a 31% entre os anos de 2025 e 2026. A oferta foi divulgada durante a 5ª reunião da Mesa Específica e Temporária da Educação, coordenada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), com a participação de representantes do Ministério da Educação (MEC) e dos docentes.

Na reunião, o secretário de Relações de Trabalho, Jose Lopez Feijóo, enfatizou que os reajustes propostos para o período de 2023 a 2026 superam a inflação projetada para os quatro anos do governo Lula, que é de 16,36%. “O reajuste proposto para os docentes, acumulado no período dos quatro anos do mandato do governo Lula, vai variar entre 23% e 43%,” detalhou Feijóo.

Em 2023, foi concedido um reajuste salarial linear de 9% para todo o funcionalismo público. A partir deste ano, o governo decidiu negociar os reajustes individualmente por categoria.

Assinatura na segunda-feira

O governo reforçou que a reunião marcada com os docentes para a próxima segunda-feira (27.mai) será destinada à assinatura do Termo de Acordo, encerrando o processo de negociação.

“Na reunião da mesa realizada em 15/5/2024, o governo apresentou sua proposta final e foi acordado com as entidades representativas dos servidores e servidoras, docentes das universidades federais, que a proposta seria submetida às assembleias da categoria e que o encontro do dia 27/5 seria convocado para assinatura do Termo de Acordo, não restando, portanto, margem para recepção de novas contrapropostas,” destaca a nota da Diretoria de Relações de Trabalho no Serviço Público.

A notícia foi recebida com insatisfação pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN). “O governo federal mostra sua intransigência quanto à pauta negocial dos trabalhadores da educação. Queremos continuar negociando, mas o governo federal nega essa possibilidade,” afirmou Gustavo Seferian, presidente do Andes.

Por outro lado, a Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (Proifes) considerou que, apesar de a proposta não atender totalmente os anseios da categoria, foi possível obter ganhos reais, dadas as dificuldades econômicas e políticas do país.

Entenda a proposta

Sem reajuste em 2024, a oferta do governo inclui aumentos que podem chegar a 17,6% para professores titulares e 31,2% para ingressantes. Além do indicador linear e das mudanças no início da carreira, o Ministério da Gestão propôs um aumento nos degraus (steps) da carreira.

Assim, a carreira começaria a partir dos atuais BII, do Magistério Superior, e DII 2, do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT). A alteração nos steps sugere a aplicação de um novo cálculo para adjunto 2 a 4 e associado 2 a 4 (MS); e para DIII 2 a 4 e DIV 2 a 4 (EBTT), aumentando os steps de 4% para 4,5% em 2025, e de 4,5% para 5% em 2026.

Foto: Angelo Miguel/MEC/Ilustração

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Professores da UFRN rejeitam proposta de reajuste salarial do Governo Federal

Professores da UFRN rejeitam proposta de reajuste salarial do Governo Federal

Categoria decide em assembleia pela continuação da greve; plebiscito decidirá resultado final

Em assembleia geral realizada nesta terça-feira (21.mai.2024), os professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) rejeitaram a proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo federal no dia 15 de maio. Segundo o Sindicato dos Docentes da UFRN (Adurn), a decisão final será tomada através de um plebiscito, que ocorrerá das 8h desta quarta-feira (22.mai) às 17h da quinta-feira (23.mai). A categoria está em greve desde o dia 22 de abril.

A assembleia, realizada de forma híbrida, contou com a participação de mais de 400 docentes. A votação resultou em 222 votos contrários à proposta do governo, 182 favoráveis e 10 abstenções. A proposta rejeitada previa um reajuste nominal de 0% para 2024, 9% para 2025 e 3,5% para 2026, além de ajustes nos steps, que foram considerados insuficientes pela categoria.

A greve, que começou em 22 de abril, faz parte de um movimento maior que envolve mais de 20 universidades em todo o Brasil. Os professores e servidores federais da educação exigem um reajuste salarial, que não foi atendido pelo governo. Na UFRN, esta é a primeira greve por tempo indeterminado desde 2003. A última paralisação significativa ocorreu em 2016, durante o governo Temer. Durante o governo Bolsonaro, houve apenas paralisações de um único dia.

Os professores da UFRN estão buscando um reajuste salarial linear de 7,06% ao ano, totalizando 22,8% até 2026, além da reestruturação das carreiras do Magistério Superior e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT). A proposta de reestruturação enviada pelo PROIFES-Federação sugere reajustes de 9,39% em 2024, 6,82% em 2025 e 6,82% em 2026, totalizando 23,03%.

Foto: Divulgação/Adurn

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Desvio na BR-304 em Lajes é liberado para tráfego após 50 dias de interdição

Desvio na BR-304 em Lajes é liberado para tráfego após 50 dias de interdição

Ponte sobre o rio Ponta da Serra caiu após enxurrada; desvio foi construído pelo Dnit

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) liberou para o tráfego o desvio construído na BR-304, no município de Lajes, na segunda-feira (20.mai.2024), após 50 dias de interdição. A interdição foi causada pela queda da ponte sobre o rio Ponta da Serra em 31 de março, devido a uma forte enxurrada.

A construção do desvio provisório enfrentou diversos atrasos devido às chuvas intensas na região. Inicialmente previsto para ser concluído em abril, o desvio só ficou pronto em maio, após várias revisões das datas de entrega. Durante o período de interdição, motoristas utilizaram um desvio improvisado dentro de fazendas locais, pagando R$ 20 por carro de passeio e R$ 30 por caminhonete para acessar o trecho interditado.

Apesar da liberação do desvio, a obra de reconstrução da ponte ainda não foi iniciada, deixando motoristas e moradores preocupados com a segurança e a viabilidade do tráfego no local. Vídeos mostram veículos passando em um único sentido no trecho, o que pode gerar congestionamentos e aumentar o risco de acidentes.

O Dnit não forneceu detalhes específicos sobre o funcionamento do desvio após sua liberação, mas destacou que continuará monitorando a situação e trabalhando para garantir a segurança dos usuários da rodovia. A reconstrução da ponte é uma prioridade, e o Dnit afirmou que está buscando acelerar os processos necessários para iniciar as obras o mais rápido possível.

Foto: Reprodução

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Rio Grande do Sul pode voltar a ter fortes temporais nesta semana

Rio Grande do Sul pode voltar a ter fortes temporais nesta semana

Diques estão sendo insuficientes para proteger cidades, diz ministro

O ministro extraordinário para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, alertou nesta sexta-feira (17) que o Rio Grande do Sul pode voltar a ser atingido por fortes temporais ao longo desta semana. Segundo ele, nas próximas terça, quarta e quinta-feira, pode chover entre 100 e 150 milímetros (mm), sobretudo na porção noroeste no estado e na região metropolitana de Porto Alegre.

“É muito provável que a gente volte a ter um outro pico de chuvas fortes na semana que vem”, disse Pimenta, durante entrevista coletiva.

O ministro lembrou que, após a cheia de 1941, praticamente todos os municípios da região metropolitana de Porto Alegre são protegidos por um sistema de diques e casas de bomba. “São municípios em que parte da sua área está praticamente no nível do mar, no nível do rio. Sem os diques e sem o muro em Porto Alegre, a probabilidade e a possibilidade de inundação seriam muito grandes.”

“Ao longo do tempo, esses diques e casas de bomba passaram a ser de responsabilidade dos municípios. O que ocorreu nessa enchente? Primeiro, a cota para a qual esses diques foram construídos foi a da enchente de 1941. Como tivemos, em algumas regiões, uma inundação superior a 70% a mais do que em 1941, tivemos algumas situações em que a água passou por cima do dique. Tivemos outras situações em que houve rompimentos de dique e tivemos também uma capacidade de resposta do sistema de bombas que foi insuficiente.”

“Não é nosso objetivo aqui e agora entrar na análise disso. O fato é que foi insuficiente”, destacou. “Essa água entrou por cima do dique ou rompeu os diques e, mesmo com o rio baixando, ela não vai embora porque o dique ficou como proteção contrária. Virou uma piscina. Temos grandes piscinas na região metropolitana, especialmente Canoas, São Leopoldo e Porto Alegre. São as três regiões que temos a maior quantidade de pessoas que não podem voltar para casa e sequer temos condições, enquanto poder público, de saber se essas áreas poderão ou não voltar a ser local de moradia enquanto a água não baixar.”

Para auxiliar na retirada da água empoçada no Rio Grande do Sul – sobretudo na capital Porto Alegre e em municípios da região metropolitana –, o governo federal negocia com os estados de São Paulo, do Ceará e de Alagoas o envio de bombas de água.

São, ao todo, 18 bombas a serem enviadas ao estado gaúcho pela Sabesp, companhia de abastecimento paulista, além de oito bombas do governo cearense e uma bomba utilizada na transposição do Rio São Francisco, em Alagoas. Pelo menos dois equipamentos, segundo o ministro, já chegaram ao Rio Grande do Sul. A expectativa é que outros quatro sejam entregues na tarde desta sexta-feira.

Foto: Mauricio Tonetto/Secom/Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Da Agência Brasil

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Bolsa Família chega a 501 mil de famílias no RN em maio

Bolsa Família chega a 501 mil de famílias no RN em maio

Valor médio recebido pelos beneficiários no estado é de R$ 673,37. Cronograma de pagamentos segue até o dia 31

Os 501 mil beneficiários do Bolsa Família nos 167 municípios do Rio Grande do Norte começaram a receber os repasses referentes ao mês de maio. Em 42 desses municípios, os pagamentos foram unificados devido às ações de enfrentamento a desastres naturais, agilizando o acesso ao benefício para as famílias necessitadas. O cronograma de pagamentos é escalonado de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS) e seguirá até o fim do mês.

O valor médio do benefício no estado é de R$ 673,37, resultando em um investimento total de mais de R$ 337,3 milhões pelo Governo Federal. Dentro do Novo Bolsa Família, 187 mil crianças de zero a seis anos estão sendo contempladas com o Benefício Primeira Infância, que adiciona R$ 150 por criança na composição familiar, elevando o investimento para atender este público a R$ 26,8 milhões.

Adicionalmente, 328 mil crianças e adolescentes de sete a 18 anos, 17 mil gestantes e 8,4 mil nutrizes recebem benefícios complementares de R$ 50, totalizando mais R$ 16,6 milhões em repasses. Natal é a cidade com o maior número de famílias contempladas, somando mais de 80 mil beneficiários, seguida por Mossoró, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante e Macaíba. A cidade de Pureza, com 9,3 mil habitantes, destaca-se pelo maior valor médio por família, registrado em R$ 704,67.

Em âmbito nacional, o Bolsa Família atende 20,8 milhões de beneficiários em todos os 5.570 municípios brasileiros. O valor médio de repasse é de R$ 682,32, com um investimento total de R$ 14,1 bilhões pelo Governo Federal. O Nordeste é a região com o maior número de contemplados em maio de 2024, com 9,4 milhões de beneficiários e um investimento de R$ 6,3 bilhões. Em seguida, estão o Sudeste (6,2 milhões de beneficiários, R$ 4,3 bilhões), o Norte (2,3 milhões de beneficiários, R$ 1,6 bilhão), o Sul (1,6 milhão de beneficiários, R$ 1 bilhão) e o Centro-Oeste (1,3 milhão de beneficiários, R$ 839 milhões).

Foto: Lyon Santos/MDS

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“Voo do Melhor Amigo” leva 20 toneladas de ração para pets resgatados no Rio Grande do Sul

“Voo do Melhor Amigo” leva 20 toneladas de ração para pets resgatados no Rio Grande do Sul

Itens como caixas de transporte, camas e bebedouros também foram enviados para os animais que estão em abrigos

Salvar a vida e cuidar dos animais que sofreram com as enchentes do Rio Grande do Sul é parte importante do trabalho do Governo Federal. Com o propósito de dar mais conforto e alimentação adequada aos pets, a Força Aérea Brasileira (FAB) realizou, na manhã deste sábado (18), o “Voo do Melhor Amigo”. Em uma força-tarefa, embarcaram para o estado gaúcho 20 toneladas de ração, além de itens essenciais, como caixas de transporte, camas e bebedouros. A aeronave KC-390 Millennium decolou às 11h32 da Base Aérea de Brasília para a Base Aérea de Canoas levando os suprimentos para os animais que estão em abrigos.

Em todo o Rio Grande do Sul, estima-se que cerca de 275 mil cães e gatos tenham sido impactados pela emergência. Até o momento, estima-se que foram resgatados mais de 12,2 mil animais.

Antes da decolagem, foi realizada uma ação com a presença de crianças e cães em um ato simbólico ao envio da ração aos animais atingidos pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Isabela Marra, de 7 anos, foi acompanhada da mãe, Rania Marra, e de seu cachorrinho, Théo. “Muito legal estar aqui hoje, na Base Aérea, porque vai sair um voo cheio de rações para os cachorros lá do Rio Grande do Sul, que estão precisando da nossa ajuda, o Voo do Melhor Amigo”, contou Isabela. “Queremos que os animais do Rio Grande do Sul tenham todo o conforto que o nosso Théo tem em casa”, completou Rania.
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“Muito legal estar aqui hoje, na Base Aérea, porque vai sair um voo cheio de rações para os cachorros lá do Rio Grande do Sul, que estão precisando da nossa ajuda, o Voo do Melhor Amigo”.

Priscila Maia também levou o filho Enrico, de 1 ano e 7 meses, para acompanhar a ação. “É importante trazer as crianças para a conscientização de ajudar o próximo e não esquecer dos animais que também precisam de alimento e de água”, comenta.

Voo do Melhor Amigo – Foto: Divulgação

O brigadeiro do ar Daniel Cavalcanti de Mendonça, chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, afirmou que as doações não param de chegar e que o envio dos donativos ao Rio Grande do Sul é constante. “Hoje é o voo alimentando o seu melhor amigo. Estamos levando de Brasília 20 toneladas de alimentos para os animais que também precisam”, disse.

A FAB atua desde o dia 30 de abril, na Operação Taquari 2, resgatando pessoas e transportando ajuda humanitária em apoio aos atingidos pelas enchentes no estado gaúcho. “O papel da Força Aérea é unir os anônimos que doam aos anônimos que recebem. E a gente tem procurado fazer isso em todas as nossas ações. Aqui recolhemos no nosso galpão de recebimento, processamos com extremo cuidado e máximo carinho”, afirmou Cavalcanti.

RECURSOS

Em resposta à situação de emergência, o Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), anunciou a liberação de recursos para ações de socorro e assistência que contemplem a aquisição de insumos para os animais. A Portaria nº 1.710/2024 estabelece critérios para a distribuição dos recursos, considerando a população de cada município.
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Municípios com até 50.000 habitantes podem receber até R$ 45 mil, enquanto aqueles com 50.001 a 100.000 habitantes terão acesso a até R$ 90 mil. Por fim, municípios com mais de 100.000 habitantes poderão receber até R$ 180 mil para aquisição de insumos destinados aos cuidados com animais de estimação.
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A primeira-dama, Janja da Silva, esteve presente na ação deste sábado e destacou a medida. “A gente conseguiu com que os prefeitos possam solicitar à Defesa Civil recursos para os abrigos onde estão os animais resgatados. A gente sabe a dificuldade que é manter esses abrigos porque eles são pequenos em sua maioria. Os prefeitos, a partir de segunda-feira, poderão solicitar à Defesa Civil uma ajuda emergencial para esses abrigos”, afirmou
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QUESTIONÁRIO

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) disponibilizou um questionário sobre as demandas relacionadas aos animais nos municípios afetados pelas chuvas. Até o momento, 132 municípios responderam ao questionário. Nessas regiões, foram registrados um total de 12.380 cães e 2.214 gatos desabrigados, acolhidos em locais temporários.
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As principais necessidades identificadas incluem o fornecimento de ração, vermífugos, antiparasitários para pulgas e carrapatos, caixas transportadoras, guias, coleiras, vacinas (como a puppy ou V10), medicamentos, microchips, além de materiais de higiene e limpeza. O Ministério da Defesa, o Ministério do Meio Ambiente, o Ibama, o ICMBio, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros e grupos voluntários de resgate continuam o trabalho de resgate aos animais.

DOAÇÕES

Com grande quantidade de água recebida por doações, o brigadeiro explicou que o foco da organização e das doações mudou, devido à necessidade de itens de higiene pessoal e alimentos não perecíveis. “A gente tem visto também a necessidade da parte de higiene pessoal. A gente pediu para que mudasse o foco, tirasse um pouco o foco da água e trouxesse mais para essa parte de higiene pessoal que está precisando bastante e alimentos não-perecíveis que as pessoas sempre precisam”, afirmou.

LOGÍSTICA

As doações são recebidas no centro de processamento, no hangar de distribuição, na Base Aérea de Brasília. O chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica conta que itens de maior necessidade são levados no modal aéreo, que é o mais rápido, em voo de duas horas, mas que existem outras maneiras de as cargas chegarem ao estado: através do modal rodoviário, em três dias, e do multimodal, que une os meios rodoviário, ferroviário e marítimo.
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Através do multimodal, saem cerca de seis contêineres por dia em direção ao Rio Grande do Sul, em uma parceria com o Ministério dos Portos e Aeroportos.
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“Aquilo que se necessita mais rápido: duas horas. Aquilo que nós podemos planejar: três dias. No rodoviário e o multimodal em sete dias. Então é um planejamento contínuo, numa mobilização que não vai cessar, no sentido de organizar para que isso chegue rapidamente. A força aérea vai sim, diuturnamente, não somente receber, mas também processar tudo e levar aos nossos irmãos”, explicou.

VOLUNTARIADO

Os aviões da FAB também transportam os voluntários para atuar diretamente no estado. Um desses voluntários, a médica veterinária Patrícia Silva, moradora do Distrito Federal, embarca neste domingo para auxiliar no cuidado aos animais. “Eu me candidatei para ir ajudar os colegas, que estão em grande quantidade, mas a dimensão da necessidade que tem lá demanda que a gente vá. Não tem como ficar com o coração tranquilo aqui vendo os colegas lá já esgotados. A gente está indo para dar apoio e ficar o tempo que for preciso”, contou Patrícia.

Foto: Cláudio Kbene/PR

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Devedores têm último fim de semana para aderir ao Desenrola Brasil

Devedores têm último fim de semana para aderir ao Desenrola Brasil

Etapa abrange dívidas entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022

Os devedores de até R$ 20 mil que ganhem até dois salários mínimos ou sejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) têm o último fim de semana para renegociarem os débitos no Desenrola Brasil. O prazo de adesão à Faixa 1 do programa especial acaba nesta segunda-feira (20).

Dados do Ministério da Fazenda apontam que, até a semana passada, 14,75 milhões de pessoas já haviam renegociado cerca de R$ 51,7 bilhões em dívidas.

Iniciada em outubro de 2023, a Faixa 1 engloba dívidas que tenham sido negativadas entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022 e não podem ultrapassar o valor atualizado de R$ 20 mil cada (valor de cada dívida antes dos descontos do Desenrola).

Por meio do programa, os inadimplentes têm acesso a descontos de, em média, 83% sobre o valor das dívidas. Em algumas situações, segundo o ministério, o abatimento pode ultrapassar 96% do valor devido. Os pagamentos podem ser feitos à vista ou parcelados, sem entrada e em até 60 meses.

Fake news

Na reta final do prazo para renegociação das dívidas, a pasta desmentiu duas fake news que circulam sobre o programa. Uma delas diz que, ao negociar as dívidas pelo Desenrola, o cidadão perde o benefício social. Outra, que a pessoa fica com o nome sujo nos sistemas do Banco Central.

“O Relatório de Empréstimos e Financiamentos do sistema Registrato do Banco Central não é um cadastro restritivo. Ele exibe o “extrato consolidado” das dívidas bancárias, empréstimos e financiamentos, tanto do que está em dia quanto do que está em atraso. Isso permite que o cidadão acompanhe, em um só lugar, todo o seu histórico financeiro e se previna contra golpes”, informa o ministério.

“Assim, as dívidas que forem negociadas no Desenrola para pagamento parcelado vão aparecer no extrato emitido pelo Banco Central, assim como outras dívidas bancárias, para que possam ser acompanhadas somente pelo cidadão. Os bancos não acessam os relatórios das pessoas; eles conseguem ver apenas as informações consolidadas, quando o cidadão autoriza esse acesso”, explica ainda o Ministério da Fazenda.

Entenda

Além de dívidas bancárias como cartão de crédito, também podem ser negociadas contas atrasadas de estabelecimentos de ensino, energia, água, telefonia e comércio varejista. A plataforma do Desenrola permite parcelar a renegociação inclusive com bancos nos quais a pessoa não tenha conta, permitindo escolher o que oferece a melhor taxa na opção de pagamento parcelado.

Para quem tem duas ou mais dívidas, mesmo que com diferentes credores, é possível juntar todos os débitos e fazer uma só negociação, pagando à vista em um único boleto ou Pix ou financiando o valor total no banco de preferência.

Para ter acesso ao Desenrola, é necessário ter uma conta Gov.br. Usuários de todos os tipos de contas – bronze, prata e ouro – podem visualizar as ofertas de negociação e parcelar o pagamento. Caso o cidadão opte por canais parceiros, não há necessidade de uso da conta Gov.br.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Saque-calamidade do FGTS está disponível em 72 cidades gaúchas

Saque-calamidade do FGTS está disponível em 72 cidades gaúchas

Valor máximo para retirada é de R$ 6.220 por conta do trabalhador

Os trabalhadores de 72 municípios do Rio Grande do Sul afetados pelas fortes chuvas que caíram no estado desde o fim de abril já podem fazer a solicitação de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na modalidade Calamidade. O número considera os 14 municípios habilitados a receberem o benefício, incluídos na lista atualizada nesta sexta-feira (17).

O saque-calamidade pode ser realizado pelos trabalhadores residentes em áreas afetadas por desastre natural indicadas pelas secretarias de defesa civil dos municípios. A liberação do saque será autorizada após o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MDR) reconhecer, por meio de portaria, o estado de calamidade pública ou situação de emergência daquela localidade.

Municípios habilitados

Qualquer cidadão com saldo na conta do FGTS poderá fazer o saque-calamidade no valor máximo de R$ 6.220 por conta. Inclusive quem já fez o saque nos últimos 12 meses pelo mesmo motivo.

A solicitação a este tipo de saque poderá ser realizada até 90 dias depois da publicação da portaria do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconhecendo a situação de emergência ou o estado de calamidade pública.

Os 14 novos municípios habitados pela Caixa que tiveram o estado de calamidade pública decretado, são:

Até 09/07/2024

· Uruguaiana

Até 03/08/2024

· Muçum

Até 12/08/2024

· Bom Princípio
· Canela
· Dois Lajeados
· Paraíso do Sul
· Porto Lucena
· Putinga
· Sapucaia do Sul
· São Gabriel
· São Vendelino
· Silveira Martins
· Três Coroas
· Vera Cruz

Em relação às últimas enchentes, os trabalhadores de 58 outros municípios já estão com período de saque válido. Agudo, Anta Gorda, Arroio do Meio, Arvorezinha, Bento Gonçalves, Bom Retiro do Sul, Cachoeirinha, Campo Bom, Candelária, Canoas, Capela de Santana, Carlos Barbosa, Caxias do Sul, Eldorado do Sul, Encantado, Esteio, Farroupilha, Faxinal do Soturno, Feliz, Forquetinha, Guaíba, Guaporé, Harmonia, Jaguari, Igrejinha, Lagoão, Lajeado, Maratá, Mata, Montenegro, Nova Esperança do Sul, Nova Palma, Nova Petrópolis, Nova Santa Rita, Passo do Sobrado, Paverama, Portão, Porto Alegre, Porto Xavier, Rio Pardo, Roca Sales, Rolante, Santa Cruz do Sul, Santa Tereza, Santiago, São Jerônimo, São José do Herval, São Leopoldo, São Marcos, São Sebastião do Caí, Sapiranga, Serafina Corrêa, Sinimbu, Sobradinho, Taquara, Taquari, Teutônia, Triunfo e Venâncio Aires.

A lista completa das cidades habilitadas e o prazo de cada uma delas para solicitar o saque pode ser conferido no site.

Como sacar

A Caixa Econômica Federal (CEF) informa que não há mais intervalo mínimo de 12 meses entre o último e o novo saque na modalidade Calamidade para os residentes nos municípios habilitados do Rio Grande do Sul neste mês de maio.

Para pedir a liberação do benefício, o trabalhador que tem direito deve acessar no aplicativo FGTS e fazer a solicitação com clique na opção “Solicitar meu saque 100% digital” ou, no menu inferior, “Saques” e selecionar “Solicitar saque”. Na seleção do motivo do saque, apontar “Calamidade pública” — Informar o nome do município e selecionar na lista disponível, depois digitar o CEP e número da residência e clicar em “Continua”.

Depois, é necessário encaminhar os seguintes documentos:

-Documento de identidade (— carteira de identidade, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou passaporte — com envio da frente e do verso do documento; foto do próprio rosto (selfie) segurando este mesmo documento de identificação aparecendo na foto)

-Comprovante de residência em nome do trabalhador (conta de luz, água, telefone, gás, fatura de internet e/ou TV, fatura de cartão de crédito, entre outros), emitido até 120 dias antes da decretação de calamidade;

-Certidão de Casamento ou Escritura Pública de União Estável, caso o comprovante de residência esteja em nome de cônjuge ou companheiro(a).

Em razão dos alagamentos, se não for possível apresentar comprovante de residência em nome do trabalhador, o cidadão deverá apresentar uma declaração do município atestando que o trabalhador é residente na área afetada. A dispensa do comprovante de residência foi oficializada nesta quinta-feira (16), pelo governo federal.

O cidadão deve selecionar a opção para creditar o valor em conta CAIXA, inclusive poupança, ou outro banco. Após o envio, a Caixa irá analisar sua solicitação e, caso esteja tudo certo, o valor será creditado em na conta.

Dúvidas

Mais informações sobre o saque-calamidade podem ser obtidas no site oficial do FGTS . Caso necessário, os telefones de contato com a Caixa são os números 4004 0104 (para ligações feitas a partir das capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 104 0 104 (nas demais regiões).

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Governo Federal anuncia benefício de R$ 5.100 para vítimas de enchentes no RS

Governo Federal anuncia benefício de R$ 5.100 para vítimas de enchentes no RS

Famílias atingidas pelas inundações terão direito ao auxílio anunciado pelo ministro Rui Costa durante visita do presidente Lula à região

O governo federal anunciou nesta quarta-feira (15.mai.2024) um auxílio financeiro de R$ 5.100, via Pix, destinado às famílias afetadas pelas recentes enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul. A medida, divulgada durante visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à São Leopoldo do Sul, visa amparar aqueles que perderam bens essenciais, como móveis, eletrodomésticos e outros objetos, em decorrência da catástrofe.

O anúncio feito pelo ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, ressalta que o benefício será concedido de maneira ágil e simplificada, através da Caixa Econômica Federal, facilitando a transferência direta para as contas dos beneficiários via Pix. Costa enfatizou que a Defesa Civil de cada município será responsável por atestar as áreas atingidas e as perdas sofridas pelas famílias, garantindo assim a distribuição justa do auxílio.

De acordo com o ministro, estima-se que cerca de 200 mil famílias sejam contempladas com o benefício, totalizando um investimento inicial de R$ 1,2 bilhão. O processo de solicitação será simplificado, baseado em autodeclaração, porém, as autoridades realizarão cruzamento de dados para confirmar a veracidade das informações prestadas e a elegibilidade dos beneficiários.

O anúncio integra um conjunto de medidas adotadas pelo governo para prestar assistência direta à população atingida pelo desastre ambiental sem precedentes no estado. Com 449 municípios afetados, as enchentes no Rio Grande do Sul já deixaram um rastro de destruição, contabilizando 149 mortes, 108 desaparecidos e mais de 800 feridos até a última atualização.

Foto: Ricardo Stuckert/PR/Ilustração

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Aeroporto de Porto Alegre está fechado por tempo indeterminado

Aeroporto de Porto Alegre está fechado por tempo indeterminado

Concessionária diz que ainda não se sabe alcance dos estragos

A concessionária do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, a Fraport Brasil–Porto Alegre, negou que as operações do terminal voltarão em setembro desde ano, conforme divulgado por alguns veículos de imprensa. As instalações do aeroporto e a pista de pouso foram inundadas desde o início deste mês, após as fortes chuvas que atingem o estado desde o fim de abril. O aeroporto continua alagado.

Em nota, a Fraport Brasil diz que segue válido até 30 de maio o documento com informação de restrições aeronáuticas chamado de NOTAM (sigla em inglês para Notice to Airman), ou Aviso para Aeronavegantes, emitido em 6 maio.

Apesar da data, a administradora informa ainda que as operações seguem suspensas por tempo indeterminado e não deu previsão de quando voltarão. “No momento, não temos uma estimativa dos danos causados pela enchente. Após as águas baixarem, teremos condições de avaliar em detalhes os impactos na infraestrutura aeroportuária.”

A Fraport Brasil ressaltou que tem trabalhado para viabilizar os voos comerciais para passageiros e cargas, em menor escala, a partir da Base Aérea de Canoas, administrada pela Força Aérea Brasileira (FAB). “Atualmente, a Fraport Brasil recebeu a autorização para operar cinco voos diários”, a partir da unidade militar, esclareceu o comunicado.

A orientação aos passageiros que adquiriram bilhetes aéreos com destino final no Rio Grande do Sul é para que entrem em contato com a companhia aérea. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determinou que não haverá custo para remarcação de voos com prazo de até um ano a partir da data original. O reembolso ou crédito por cancelamento de voos com destino final alterado deverá ser total, sem cobrança de taxas.

Companhias aéreas

Diante do fechamento do Aeroporto Salgado Filho, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou o compromisso de garantir a conectividade do estado com as demais regiões do país, observando a demanda, as condições operacionais e de segurança e a disponibilidade de frota.

No 7º Boletim da Abear sobre a situação no Rio Grande do Sul, a entidade garante que as companhias ampliaram, em um plano emergencial em conjunto com o governo federal, a oferta de voos e assentos para o Rio Grande do Sul, elevando de 7 mil para 17 mil por semana o total de assentos disponíveis em seis aeroportos localizados no interior do RS, além dos 3 mil ofertados para Santa Catarina.

Por fim, a Abear aguarda a adequação da infraestrutura da Base Aérea de Canoas para aumentar a oferta também nesta unidade militar.

Aeroportos regionais

Nesta quarta-feira (15), treze aeroportos regionais operam normalmente no interior do Rio Grande do Sul.

De acordo com boletim do governo estadual publicado nesta quarta-feira (15), sobre os serviços de infraestrutura do RS, os aeroportos que estão operando pousos e decolagens normalmente são os municípios de Canela, Capão da Canoa, Carazinho, Erechim, Passo Fundo, Rio Grande, Santo Ângelo, Torres, Bagé, Pelotas, Uruguaiana, Caxias do Sul e Santa Cruz do Sul.

Nas últimas semanas, a Base Aérea de Canoas, na região metropolitana da capital gaúcha, também tem recebido voos com doações às vítimas das chuvas e para o transporte de agentes públicos, como bombeiros, profissionais de saúde voluntários, servidores públicos e jornalistas que viajam ao estado.

Foto: Fraport/Divulgação

Da Agência Brasil

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Lula cria secretaria extraordinária para apoio à reconstrução do Rio Grande do Sul

Lula cria secretaria extraordinária para apoio à reconstrução do Rio Grande do Sul

Paulo Pimenta vai comandar o novo ministério, responsável por auxiliar o governo estadual e as prefeituras municipais na recuperação do estado atingido por chuvas e enchentes

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira, 15 de maio, uma Medida Provisória que cria, com nível ministerial, a Secretaria Extraordinária da Presidência da República para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul. O então ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, o gaúcho Paulo Pimenta, assinou o termo de posse como ministro para comandar as ações federais na recuperação do estado, fortemente atingido por chuvas e enchentes.

“Todos os ministérios do nosso governo estão mobilizados e, por isso, o presidente tomou essa decisão de constituir um ministério específico para articular, organizar as ações do Governo Federal, sem ter o caráter executivo, mas para facilitar o trabalho, apoiar o estado, apoiar as prefeituras municipais e apoiar a sociedade de uma forma geral, para que, o mais rapidamente possível, a gente possa alcançar o objetivo”, destacou o ministro Pimenta durante evento de anúncio de medidas federais em São Leopoldo (RS).

“Temos consciência da responsabilidade e do desafio que temos pela frente. É um fenômeno que ainda não está concluído. Estarei presente aqui no Rio Grande do Sul, acompanhando todas as ações do governo para facilitar e apoiar as iniciativas do estado e das prefeituras”, completou.

Na mesma cerimônia, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, anunciou que todas as famílias diretamente afetadas pela catástrofe climática no Rio Grande do Sul vão receber um repasse de R$ 5,1 mil do Governo Federal para repor equipamentos e outros bens perdidos pelos efeitos das fortes chuvas que atingiram o estado. A estimativa é de que cerca de 240 mil famílias sejam beneficiadas, a partir de um investimento de R$ 1,2 bilhão.

“Não faltará apoio do Governo Federal ao Rio Grande do Sul. Por isso que nós resolvemos vir ao Rio Grande do Sul para anunciar o que pode ser uma das maiores ações para responder a um desastre climático no Brasil, com Auxílio Reconstrução e construção e destinação de prédios públicos para moradias aos atingidos”, afirmou o presidente Lula.

AUXÍLIO HUMANITÁRIO

O ministro Pimenta lembrou que, desde o início das enchentes, o Governo Federal se mobilizou para apoiar os gaúchos de forma rápida, inclusive com uma medida inédita adotada pela Defesa Civil, que permite que os prefeitos solicitem auxílio humanitário com um simples ofício e possam, em menos de 24 horas, receber recursos. Até o momento, 75 municípios do Rio Grande Sul entraram com pedido via ofício e já receberam o auxílio humanitário imediato.

“Nós já pagamos mais de R$ 100 milhões em ajuda humanitária para que os municípios e os prefeitos tenham condições de garantir água, alimento, colchão, banheiro químico, pagar óleo diesel, tudo aquilo que for necessário, com apoio da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), com apoio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, com a distribuição das cestas básicas, com apoio às cozinhas solidárias, para que possamos garantir dignidade de mais de 80 mil pessoas que neste momento estão nos abrigos e mais de 500 mil pessoas fora de casa”, relatou.

Os municípios de até 50 mil habitantes podem receber R$ 200 mil, enquanto os de até 100 mil habitantes estão aptos a obter R$ 300 mil. Já os municípios de mais de 100 mil habitantes podem receber R$ 500 mil em menos de um dia.

ABRIGO

Mais cedo, o presidente Lula, a primeira-dama, Janja Lula da Silva, Pimenta e uma comitiva que contou com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Barroso, ministros e parlamentares, visitaram um abrigo no campus da Unisinos, em São Leopoldo, para acolher as famílias que tiveram que sair de casa devido às enchentes. “Com união e solidariedade vamos conseguir dar a volta por cima”, afirmou o ministro na rede social X.

Segundo o balanço publicado às 12h desta quarta pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul, o número de municípios afetados é de 449. São 76,5 mil pessoas em abrigos, 538 mil desalojados e 2,1 milhões de pessoas afetadas. O informe registra 149 mortes, 806 feridos e 108 desaparecidos. O número de pessoas resgatadas supera 76,5 mil, e o número de animais resgatados é de 11,4 mil.

OUTRAS AÇÕES

Desde o início da crise climática, no fim de abril, o Governo Federal deslocou para o Rio Grande do Sul uma grande força-tarefa que envolve mais de 25 mil profissionais. Entre as funções, o salvamento e resgate de pessoas e animais, a ajuda no restabelecimento de serviços e infraestruturas danificadas, o acolhimento de desabrigados e desalojados e a logística para levar mais de 2 mil toneladas de donativos via Correios e Força Aérea Brasileira em menos de dez dias.

Em 6 de maio, o Governo Federal inaugurou oficialmente um escritório de monitoramento em Porto Alegre, capital gaúcha. O espaço, com sede na Caixa Econômica Federal, foi criado para dar ainda mais agilidade na tomada de decisões, além de articulação das equipes federais com as esferas estadual e municipal no socorro às famílias e no processo de reconstrução.

No plano da recuperação econômica, o Governo Federal já fez três grandes anúncios. Primeiro, de mais de R$ 50 bilhões em antecipações de pagamento de programas sociais como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada, a prioridade para os gaúchos na restituição do Imposto de Renda e novos aportes no seguro-desemprego. O anúncio também incluiu linhas especiais de crédito para setores produtivos.

No último sábado, uma Medida Provisória no valor de R$ 12,2 bilhões abriu crédito para várias áreas do Governo Federal e garantiu a sequência dos trabalhos federais no estado. A MP também contempla medidas já anunciadas referentes a linhas de crédito (FGI, FGO, Pronampe e Pronaf/Pronamp), às medidas de apoio à segurança alimentar (Programa de Aquisição de Alimentos e cestas básicas), abrigamento e parcela extra do SUAS, parcelas extras do seguro desemprego, serviços para a saúde primária, especializada e vigilância epidemiológica, assistência farmacêutica e contratação temporária de profissionais e também para a importação de 100 mil toneladas de arroz.

Na segunda-feira, o Governo Federal anunciou a suspensão por três anos da dívida que o Rio Grande do Sul tem com a União, liberando R$ 11 bilhões para um fundo para a reconstrução do estado. Além disso, R$ 12 bilhões referentes a juros do estoque total da dívida serão perdoados. As medidas foram dispostas em projeto de lei complementar encaminhado ao Congresso Nacional pelo presidente Lula.

Foto: Ricardo Stuckert / PR

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Câmara aprova texto-base da suspensão da dívida do RS com a União

Câmara aprova texto-base da suspensão da dívida do RS com a União

Proposta foi enviada pelo governo federal e terá duração de três anos

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (14) o texto-base do projeto de lei complementar que suspende o pagamento da dívida do Rio Grande do Sul com a União em razão das enchentes que devastam o estado.

A proposta enviada pelo governo federal prevê a suspensão do pagamento da dívida do Rio Grande do Sul pelo período de 36 meses.

O estoque da dívida do estado com a União está em cerca de R$ 100 bilhões atualmente e, com a suspensão das parcelas, deixará de pagar R$ 11 bilhões nas parcelas. Com isso, o dinheiro poderá ser usado em ações para minimizar a tragédia e na reconstrução do estado.

A mudança na legislação irá beneficiar não somente o Rio Grande do Sul, mas qualquer ente federativo que decretar estado de calamidade pública em razão de eventos climáticos extremos.

Deputados federais votam agora destaques ao projeto.

Bancada gaúcha

A bancada de deputados federais do Rio Grande do Sul já apresentou 117 projetos com medidas de socorro ao estado, entre elas criação de auxílio emergencial para a população afetada, linha de crédito para a compra de móveis da chamada linha branca e auxílio a empresários do transporte público.

Foto: Mauricio Tonetto / Secom

Da Agência Brasil

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Feira Multicultural fortalece empreendedorismo feminino na Praça Cívica

Feira Multicultural fortalece empreendedorismo feminino na Praça Cívica

Programação conta com acessibilidade comunicacional através de audiodescrição e de intérpretes de Libras

Celebrando a força feminina, a III Feira Multicultural Aruandê – Pretas na Praça, ocorre neste domingo (19) na Praça Pedro Velho (Praça Cívica) das 14h às 21h. A programação conta com feira de economia criativa, oficina de braile, vivências e performances. O acesso é gratuito.

Criada para desenvolver o consumo cultural e a circulação de bens dando acessibilidade às pessoas com deficiência a eventos culturais; além de reconhecer e valorizar a diversidade cultural, étnica e regional da cultura potiguar; a III Feira Multicultural Aruandê teve edições anteriores realizadas na Praça Pe. João Maria, dentro da programação do Julho das Pretas.

Para Pretta Soul, rapper e empreendedora no Studio Aruandê, espaço de acolhimento, formação e valorização ancestral através das tranças, a Feira Multicultural Aruandê tem o objetivo de valorizar o protagonismo feminino no empreendedorismo. “A Feira Multicultural Aruandê tem como objetivo mostrar e valorizar empreendedoras de diversos segmentos, como culinária artesanal, crochê, roupas africanas e artigos religiosos. Ao apresentar esses talentos ao público potiguar, a feira busca fortalecer a independência financeira dessas mulheres.”

A programação da III Feira Multicultural Aruandê – Pretas na Praça conta com acessibilidade comunicacional através de audiodescrição e de intérpretes de Libras. A animação fica por conta da DJ Sister Mika Black e show com as cantoras Analuh Soares, Pretta Soul, Cida Lobo, Cleide Soares.

O projeto tem o patrocínio da Lei Paulo Gustavo em parceria com a Prefeitura Municipal de Natal e o Governo Federal através do Ministério da Cultura . Realização pelo Studio Aruandê, Pretta Soul e MV Produções – Projetos Criativos.

Veja a programação:

14h – ABERTURA DA PROGRAMAÇÃO

Criatividade e empreendedorismo feminino em 24 stands com temáticas e produtos criados/oferecidos por mulheres. A programação visa apoiar e promover o empreendedorismo com o objetivo de criar um cenário empresarial mais inclusivo e equitativo para mulheres.

14h – Discotecagem – Syster Mika Black

Momento para trazer à cena cultural potiguar o Sound System, com músicas em formato vinil aos moldes como era feito na década de 70 na Jamaica, resgatando a era dourada do reggae em um formato marcado por apresentações repletas de improvisos, criatividades e sonoridades diversificadas do universo da música jamaicana, tocando o melhor do Reggae Roots, Dancehall, Lovers Rock’s e Ragga.

15h- Debate Respeita Elas: Mulheres na cena artística Potyguar.

Debatedoras: Tatá Brasil e Rouxinol

Mediadora: Aisha Lemos

16h – Oficina de Braile – Professora Dilma Cléa (Instituto dos Cegos do RN) a

17h – Quando Oxum me Banha, Sou Amor – Vivência com Iyalê

18h – Performances Dança

Você vai encontrar seu Caminho – Nimba Khadija
Uma Gota – Lara Kuhn

19h – Encantos Negros: Show de Encerramento:

Com as cantoras Analuh Soares, Pretta Soul, Cida Lobo e Cleide Soares.

A proposta do show é celebrar a ancestralidade negra na música brasileira e difundir os trabalhos autorais realizados pelas artistas nas diversas cenas musicais da capital potiguar, homenageando vozes negras de diferentes gerações.

SERVIÇO

III Feira Multicultural Aruandê – Pretas na Praça

Dia da semana: domingo (19)
Horário: 14h às 21h
Local: Praça Pedro Velho (Praça Cívica), Petrópolis, Natal – RN, 59020-395
Informações: https://www.instagram.com/@studioaruande
Classificação indicativa: livre

Foto: Hallisson Foguete

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Correios do RN coletam mais de 40 toneladas de doações para vítimas das enchentes no RS

Correios do RN coletam mais de 40 toneladas de doações para vítimas das enchentes no RS

Mobilização em todo o estado garante ajuda imediata aos atingidos pela tragédia

Os Correios do Rio Grande do Norte, em parceria com diversas instituições e a comunidade em geral, coletaram mais de 40 toneladas de doações para as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. A campanha “Solidariedade Expressa”, iniciada há apenas três dias, já demonstra o poder da solidariedade e a força da mobilização social em momentos de crise.

A campanha recebeu doações de diversos itens essenciais, como água mineral, cestas básicas, ração para animais, fraldas descartáveis, material de limpeza e higiene pessoal, roupas, agasalhos e peças de cama e banho. A comunidade não hesitou em abrir seus corações e contribuir para ajudar aqueles que mais precisam.

O sucesso da campanha também é resultado da união de forças. O Corpo de Bombeiros do RN, em parceria com o SESC Mesa Brasil, doou 7 mil quilos de alimentos que seguiram para o RS. De Mossoró, partiu uma carga com mais de 30 containers, totalizando cerca de 15 toneladas de doações. A Ster Bom também se uniu à iniciativa, doando 18 mil litros de água mineral.

Logística a serviço da solidariedade

Os Correios colocaram à disposição toda a sua estrutura logística, terrestre e aérea, para garantir o transporte rápido e seguro das doações até o Rio Grande do Sul. A estatal segue mobilizada e trabalhando em conjunto com o governo federal para auxiliar as vítimas da tragédia.

Até o momento, mais de 1 mil toneladas de itens já foram entregues à Defesa Civil do RS.

Foto: Divulgação/Correios

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Associações dizem que estoque de arroz para o Brasil está garantido

Associações dizem que estoque de arroz para o Brasil está garantido

Rio Grande do Sul é responsável por 70% da produção do grão no país

Produtores de arroz e supermercados informam que não há risco de desabastecimento do grão no Brasil, apesar das enchentes no Rio Grande do Sul, estado responsável por 70% da produção nacional. A garantia é da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) e da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS).

Diante do risco de haver especulação – e aumento da procura pelo produto, por consumidores preocupados em estocar arroz, para o caso de uma eventual falta nos mercados – o governo federal publicou, no Diário Oficial da União desta sexta-feira (10), uma medida provisória que autoriza a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a importar até 1 milhão de toneladas de arroz beneficiado ou em casca, por meio de leilões públicos, para recompor os estoques públicos.

De acordo com a MP, os estoques terão, como destino preferencial, pequenos varejistas das regiões metropolitanas, “dispensada a utilização de leilões em bolsas de mercadorias ou licitação pública para venda direta”.

A expectativa é de que, na primeira etapa, sejam compradas 200 mil toneladas de arroz, que devem ser importados dos países vizinhos do Mercosul, como Argentina, Uruguai e Paraguai, e eventualmente da Bolívia.

Abastecimento garantido

Segundo a Federarroz, a colheita no RS abrange, até o momento, 83% do total da área prevista para a safra. A entidade acrescenta que o produto colhido apresenta “boa qualidade e produtividade, o que garante o abastecimento dos brasileiros”.

Presidente da entidade, Alexandre Velho disse que as áreas onde a colheita já foi feita apresentam boas médias de produtividade. “Já temos um bom volume de arroz e mesmo que a gente tenha dificuldades na colheita deste saldo que falta colher, certamente o Rio Grande do Sul tem plenas condições de colher uma safra bem acima dos sete milhões de toneladas”, disse.

“Embora tenhamos este grande problema com relação à colheita do que falta, nós temos plenas condições de afirmar que nós não temos problemas com relação ao abastecimento do mercado interno”, acrescentou.

Segundo ele, há um “problema momentâneo de logística”, principalmente na ligação com o interior do estado, mas a ligação com os grandes centros, por meio da BR-101, está normal. “Temos bastante arroz para deslocar para as regiões centrais do Brasil. Então não existe qualquer problema com relação ao abastecimento ou uma necessidade urgente de importação”, complementou.

Supermercados

Na mesma linha dos rizicultores, a Associação Brasileira de Supermercados informou estar normalizado o abastecimento no varejo, “com diversas marcas, preços e promoções para atender à demanda de consumo tanto nas lojas físicas quanto pelo e-commerce”.

A entidade, no entanto, recomenda, aos consumidores, que não façam estoques em casa para que todos tenham acesso contínuo ao produto.

Em caráter preventivo, a Abras manifestou apoio à abertura da importação anunciada pelo governo federal para completar o abastecimento da população brasileira.

Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília/Ilustração

Da Agência Brasil

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Justiça homologa acordo entre União e RS para adiar concurso unificado

Justiça homologa acordo entre União e RS para adiar concurso unificado

Adiamento foi anunciado na sexta-feira

A Justiça Federal do Distrito Federal homologou neste sábado (4) o acordo entre o governo federal e o estado do Rio Grande do Sul que resultou no adiamento da aplicação das provas do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), que seria realizado no domingo (5).

O adiamento foi anunciado na sexta-feira (3) pelo governo federal, após uma conciliação ser alcançada com o governo gaúcho e a Defensoria Pública da União (DPU), que havia aberto procedimento para apurar a situação causada pelas fortes chuvas que atingem o Rio Grande do Sul ao longo da semana.

O estado gaúcho contabiliza, até o momento, 57 mortes em decorrência dos temporais, bem como 74 pessoas feridas em ocorrências ligadas ao mau tempo. Centenas de bloqueios em estradas deixaram muitas comunidades isoladas e há falta de energia na capital, Porto Alegre.

Pelo acordo firmado junto à Advocacia-Geral da União (AGU), o estado do Rio Grande do Sul e a DPU se abstêm de tomar medidas administrativas e judiciais contra o adiamento do concurso, em troca da suspensão das provas pelo governo federal.

O CPNU é o concurso com o maior número de candidatos já realizado no país. Em todo o Brasil, serão 3.665 locais de aplicação e 75.730 salas. Ao todo, 2,144 milhões de candidatos inscritos no processo seletivo disputarão 6.640 vagas oferecidas por 21 órgãos públicos federais. No Rio Grande do Sul, são 86 mil candidatos inscritos para fazerem a prova em dez cidades gaúchas.

Até o momento, não foi divulgada nova data para a realização do certame. A Agência Brasil preparou material para tirar dúvidas sobre o adiamento do concurso.

Foto: Nguyen Dang Hoang Nhu/Unsplash

Da Agência Brasil

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Governador do Rio Grande do Sul alerta para "maior desastre da história" do estado

Governador do Rio Grande do Sul alerta para “maior desastre da história” do estado

Eduardo Leite pede ajuda e que população deixe áreas de risco

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, afirmou nesta quarta-feira (1º) que a destruição das chuvas que atingem o estado já prenunciam o “maior desastre da história” gaúcha em termos de prejuízo material. Segundo Leite, a situação é “pior” do que a registrada no ano passado, quando as inundações causaram mais de 50 mortes e grandes danos materiais.

“Infelizmente, este será o maior desastre que nosso estado já enfrentou. Infelizmente, será maior do que o que assistimos no ano passado”, declarou o governador durante a coletiva de imprensa concedida no início da noite, em Porto Alegre.

Segundo balanço da Defesa Civil estadual, os temporais já causaram dez óbitos e deixaram ao menos 11 pessoas feridas. Ao menos 21 pessoas estão desaparecidas. Cerca de 19,1 mil pessoas foram afetadas em todo o estado. Destas, 3.416 tiveram que deixar suas casas e buscar abrigo na casa de parentes, amigos ou em hospedagens. Outras 1.072 que não tinham para onde ir estão alojadas em abrigos públicos. Até o momento, 114 prefeituras já reportaram ao governo estadual que foram de alguma forma afetadas por alagamentos, transbordamento de rios, deslizamentos ou outras consequências da situação.

“Estamos vivendo um momento muito crítico no estado”, disse Leite antes de empregar termos como “guerra” e “caos” para classificar a situação. De acordo com o governador, deslizamentos de terras estão ocorrendo em boa parte do estado e barragens estão sendo monitoradas, embora, até o momento, não haja nenhuma evidência de risco de rompimento destas estruturas.

Áreas de risco

“Estamos tendo muita dificuldade de atuação nos resgates. Por isso, precisamos que a população se coloque o máximo possível em condições de segurança. As pessoas às vezes acham que a água não vai chegar nas suas casas, mas estamos alertando que [principalmente] onde ela já chegou no passado, deve voltar a chegar desta vez”, enfatizou o governador ao pedir que as pessoas deixem as áreas de risco e estejam atentas à possibilidade de deslizamentos e de transbordamento de rios.

Durante a coletiva, o governador apresentou uma relação preliminar das cidades que, até esta tarde, corriam risco de serem afetadas por enchentes: Agudo, Alegrete, Arroio do Meio., Bom Princípio, Bom Retiro do Sul, Cachoeira do Sul, Campo Bom, Candelária, Canudos do Vale, Cerro Branco, Colinas, Cruzeiro do Sul, Encantado, Estrela, Faxinal do Soturno, Feliz, Forquetinha, General Câmara, Harmonia, Igrejinha, Ivorá, Jaguari, Lajeado, Marques de Souza, Montenegro, Muçum, Nova Palma, Novo Cabrais, Novo Hamburgo, Paraíso do Sul.

“Pedimos às pessoas [que vivem em áreas de risco ou que identifiquem algum risco] se protejam deixando suas residências e indo para locais seguros, não expostos ao risco [de cheia] dos rios, e tomando cuidado com encostas que, por conta do encharcamento [do solo], tendem a sofrer deslizamentos”, alertou o governador.

Leite relatou a conversa de hoje com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que deve visitar o estado nesta quinta-feira (2). “Mais do que o apoio do governo federal e das Forças Armadas, pedi a efetiva participação e a liderança daqueles que têm treinamento para uma situação de caos e de guerra como a que estamos enfrentando no estado. [Estes] são problemas que exigem especial capacitação, treinamento e equipamentos para fazer os salvamentos. Por isso, tenho apelado ao governo federal para termos não só o apoio – que está sim sendo oferecido – mas também a liderança e coordenação efetiva deste processo, pois eu não tenho ascendência sobre as Forças Armadas para dar a articulação e organização necessárias”, mencionou Leite.

Segundo o Ministério da Defesa, desde ontem (30), 335 militares da Aeronáutica, Exército e Marinha estão mobilizados para apoiar a população gaúcha. Doze embarcações, cinco helicópteros e 43 viaturas, além de equipamentos para transporte de material e pessoal estão sendo empregados. Unidades da federação, como São Paulo e Santa Catarina, também ofereceram ajuda ao governo do Rio Grande do Sul.

Nas redes sociais, Lula divulgou a conversa com o governador, quando citou a ida ao estado e que oito helicópteros das Forças Armadas estão prontos para apoiar ações de resgate de famílias ilhadas, porém não conseguem decolar em razão do tempo no estado.

Concurso Unificado

Leite antecipou que pedirá ao governo federal alguma solução para evitar prejuízos aos gaúchos inscritos no Concurso Público Nacional Unificado, que será realizado no próximo domingo (5).

“Vamos recomendar ao governo federal que, de alguma forma, seja contornada esta situação. O concurso ficou completamente inviabilizado nestes próximos dias para a população gaúcha. Vamos solicitar que seja encaminhada algum tipo de solução para o Concurso Nacional Unificado, mas não tenho condições de avaliar qual, neste momento. O que tenho é a confiança de que haverá de ser dado algum tipo de solução para o governo federal para não punir a população gaúcha que vai ter restrições neste momento”.

O ministério, organizado do certame, informou nesta quarta-feira (1º) que está monitorando a situação no Rio Grande do Sul para a aplicação das provas e “qualquer alteração logística necessária nas cidades atingidas por chuvas será anunciada”.

Foto: Lauro Alves/Secom/Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Da Agência Brasil

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Espetáculo Seridoense "Ocasos Familiares" se apresenta em Natal pela primeira vez neste sábado (4)

Espetáculo Seridoense “Ocasos Familiares” se apresenta em Natal pela primeira vez neste sábado (4)

O evento é gratuito e conta com duas sessões no espaço Gira Dança: às 15h e 19h30

Após estreia de sucesso em Caicó no mês de abril, neste sábado (04), o grupo seridoense Jurema Coletivo de Dança apresenta o espetáculo “Ocasos Familiares”, pela primeira vez em Natal, no palco do espaço Gira Dança. Em duas sessões (15h e 19h30), o público vai viver a experiência de adentrar nas reflexões apresentadas sobre o cotidiano repetitivo e opressor que as mulheres são submetidas ainda na atualidade. O evento, realizado em parceria com a Associação Cultural Trapiá, é gratuito; os ingressos estão disponíveis no site Sympla.

Escrito e dirigido por Mauricio Motta, o espetáculo “Ocasos Familiares” propõe discutir aquilo que, muitas vezes, se esconde por trás do que observamos diariamente. “Os atos e rituais vivenciados no cotidiano, que acreditamos retratar uma constância e imutabilidade, estão cheios de sinais e detalhes que contam histórias de horror e violência. Apenas manter os ‘olhos abertos’ e não se calar diante da repressão, já pode representar a diferença entre um final feliz, ou não”, aponta Mauricio Motta.

Produzido em Caicó, “Ocasos Familiares” chega até a capital Potiguar regado de ansiedade e expectativas positivas. “Sair do Seridó, onde a criação em dança em uma linguagem mais contemporânea ainda é embrionária, e ir para um centro em que as discussões já estão em estágio avançado, é sempre desafiador. O importante para nós é poder discutir o trabalho com aqueles que produzem dança no RN, além de chegar no coração do público e produzir reflexões com os espectadores do nosso trabalho”, defende Mônica Bellotto, intérprete do Teatro coreográfico.

Para a produtora cultural Tatiane Fernandes, O Coletivo Jurema é uma das boas surpresas na produção de dança no nosso estado. “Entre os integrantes da produção, Mônica Belotto tem uma trajetória consistente como bailarina e coreógrafa, Maurício Motta é um dos principais nomes da dança e Jack estreia no teatro coreográfico depois de anos atuando como Mágico. Já a cenografia é de um mestre na área, Custódio Jacinto. A plateia pode preparar a respiração para uma obra artística de muita potência”, destaca a produtora local do espetáculo.

O espetáculo “Ocasos Familiares” é uma realização da Associação Cultural Trapiá e Jurema Coletivo de Dança, contemplado pelo Programa Funarte Retomada 2023 – Dança, Ministério da Cultura e Governo Federal; e conta com produção local de Mapa Realizações Culturais.

Conheça o Jurema Coletivo de Dança

O grupo caicoense Jurema Coletivo de Dança nasceu em 2021 com a intenção de pesquisar e montar espetáculos de dança contemporânea. Desde então, pretende desenvolver a linguagem da dança na região e mostrar que é possível manter um grupo de pesquisa estável no sertão do Rio Grande do Norte. Para além de dançar, a ideia é dialogar com a contemporaneidade e seus desafios, entre eles o feminicídio, as questões sociais e o papel da arte e da cultura na melhoria das condições humanas de existência, convivência e resistência.

Ficha Técnica – Ocasos familiares
Teatro coreográfico
Mônica Belotto, Capitão Jack e Mauricio Motta
Concepção e direção: Mauricio Motta
Cenário: Custódio Jacinto
Figurinos: Mônica Belotto
Iluminação: Adriano Nunes
Trilha sonora: Aglailson França

Serviço

Espetáculo Ocasos Familiares
Data: Sábado (04 de maio)
Hora: 15h e 19h30
Local: Espaço Gira Dança – R. Frei Miguelinho, 100 – Ribeira, Natal
Entrada: Gratuita. Os ingressos estão disponíveis no site Sympla: OCASOS FAMILIARES em Natal – Sympla

Foto: Divulgação

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Mais de 52 mil potiguares se preparam para o "Enem dos Concursos" no próximo domingo (5)

Mais de 52 mil potiguares se preparam para o “Enem dos Concursos” no próximo domingo (5)

Exame Nacional Unificado atrai multidões em busca de vagas na administração pública federal

O próximo domingo (5.abr.2024) marca o início do aguardado Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), apelidado de “Enem dos Concursos”. No Rio Grande do Norte, mais de 52 mil candidatos estão inscritos para disputar uma das 6.640 vagas disponíveis em 21 órgãos da administração pública federal.

As provas serão realizadas em dois turnos, manhã e tarde, em 93 locais de prova distribuídos pelas cidades de Natal, Parnamirim, Mossoró e Caicó. Ao todo, 1.503 salas foram disponibilizadas para receber os candidatos.

Vagas e seleção

O CPNU registrou um total de 2,65 milhões de inscritos em todo o país, o que significa que a concorrência pelas vagas é alta. No Rio Grande do Norte, os cargos mais concorridos são Técnico em Indigenismo (FUNAI) – Nível Médio, com 323.250 inscritos, e Agente Penitenciário Federal (MJSP) – Nível Superior, com 285.616 inscritos.

O exame será composto por questões objetivas e dissertativas, além da redação. Os resultados preliminares das provas objetivas e da redação serão divulgados em 3 de junho, enquanto os resultados finais estão previstos para 30 de julho. A partir de 5 de agosto, os candidatos aprovados serão convocados para a posse e os cursos de formação.

Orientações importantes

Os candidatos devem consultar o Cartão de Confirmação de Inscrição, disponível na Área do Candidato (cpnu.cesgranrio.org.br), para verificar o local de prova. O acesso à área requer login com os dados da conta gov.br.

A apresentação de um documento de identidade com foto é obrigatória, sendo proibidas cópias. Para facilitar a logística, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) autorizou o uso de documentos digitais como e-Título, CNH Digital e RG Digital.

Foto: Nguyen Dang Hoang Nhu/Unsplash/Ilustração

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Governador do RS pede apoio federal após nova onda de temporais

Governador do RS pede apoio federal após nova onda de temporais

Eduardo Leite e Lula conversam sobre envio de forças de resgate

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu nesta terça-feira (30) envio de ajuda do governo federal para o Rio Grande do Sul, que vive uma nova onda de chuvas e ocorrência de enchentes.

Em postagem nas redes sociais, Lula disse que falou com o governador por telefone e determinou aos ministérios da Integração e Desenvolvimento Regional, da Defesa e da Comunicação Social que atuem no estado. “[O] governo federal irá se somar aos esforços do governo estadual e prefeituras para atravessarmos e superarmos mais esse momento difícil, reflexos das mudanças climáticas que afetam o planeta”, escreveu.

Em uma série de postagens, também nas redes sociais, o governador Eduardo Leite fez um apelo pelo envio de ajuda, principalmente apoio aéreo. “Precisamos resgatar já centenas de pessoas em dezenas de municípios que estão em situação de emergência pelas chuvas intensas já ocorridas e que vão continuar nos próximos dias”, escreveu Leite. “Falei agora por telefone com o presidente Lula, que assegurou o apoio do governo federal. Tenho certeza [de] que poderemos contar com essa união de esforços para o resgate da população afetada, que é a nossa prioridade absoluta neste momento”, postou em seguida.

Os temporais que castigam o Rio Grande do Sul desde ontem (29) já causaram estragos em mais de 70 municípios. Autoridades já reportaram a morte de cinco pessoas e algumas dezenas estão feridas ou desaparecidas. O estado vem sofrendo com ciclos cada vez mais recorrentes de intempéries climáticas.

No segundo semestre do ano passado, enchentes provocadas por fortes chuvas fizeram transbordar o Rio Taquari, em uma das piores cheias em décadas e deixaram um rastro de destruição, perdas materiais e cerca de 50 mortes.

Foto: Mauricio Tonetto / Secom

Da Agência Brasil

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Votação do projeto que recria Dpvat fica para 7 de maio

Votação do projeto que recria Dpvat fica para 7 de maio

Pedido de vista coletivo adiou votação

Um pedido de vista coletivo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado adiou para a próxima terça-feira (7) a votação do projeto que cria o Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (Spvat), em substituição ao antigo Dpvat, que era pago pelos proprietários de veículos automotores e foi extinto em 2021.

Enviado pelo governo federal em caráter de urgência, o texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e tem sido usado como moeda de negociação entre Executivo e Legislativo para compensar o veto presidencial que retirou RS 5,6 bilhões em emendas parlamentares do orçamento deste ano.

A negociação prevê que R$ 3,6 bilhões da arrecadação do seguro obrigatório sejam usados para o pagamento de emendas para deputados (R$2,4 bi) e senadores (1,2 bi). O projeto recebeu uma emenda na Câmara que permite aumentar as despesas da União em R$ 15,7 bilhões neste ano.

O senador Jaques Wagner (PT-BA), relator do texto no Senado, disse que a antecipação dos recursos é necessária para atender à demanda do Congresso por emendas parlamentares.

“Nós, parlamentares, não abrimos mão dos R$ 11 bi e, achando pouco, botamos mais R$ 5,6 bi, que teve que raspar de mais lugar ainda porque a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) diz que você tem que mostrar da onde sai o dinheiro”, explicou. Por meio das emendas, os parlamentares indicam onde os recursos do orçamento público deverão ser investidos.

O projeto recebeu críticas da oposição, que argumentou que a medida recria impostos e sobrecarrega a população com o seguro obrigatório. O líder da oposição, senador Rogério Marinho (PL-RN), disse a medida é injusta.

“Mais uma vez, o governo recorre a aumentar impostos, a taxar a população e de forma regressiva, perversa, contra as pessoas mais pobres, na contramão do discurso de um governo que se diz socialmente justo”, afirmou.

O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), também lamentou a recriação do seguro. “É uma tristeza, porque recria um imposto desnecessário, inútil, mais uma maneira de tirar dinheiro da população”.

Coube à senadora Zenaide Maia (PSD-RN) fazer a defesa do seguro obrigatório. Para ela, a medida beneficia a população mais pobre que, vítima de um acidente de trânsito, não tem recursos para despesas médicas ou de reabilitação.

“As pessoas precisam [do seguro]. Como sou médica e trabalhei muito tempo no serviço público, posso dizer que eles sentem falta disso! As pessoas que são atropeladas, que morrem em trânsito”, destacou.

O relator Jacques Wagner também defendeu a necessidade do seguro obrigatório para as vítimas de acidentes de trânsito. Segundo ele, quem mais usa o serviço são os motociclistas acidentados.

“O Dpvat é uma política social. Não tem nada a ver com o imposto. Uma parte vai para o SUS [Sistema Único de Saúde] porque é o SUS que é sobrecarregado com os acidentes de moto ou de automóvel”, argumentou, lembrando que o SUS é beneficiado pela política.

Seguro obrigatório

Criado em 1974, o Dpvat é um seguro obrigatório destinado a indenizar vítimas de acidentes de trânsito ocorridos em todo o território nacional. A indenização é paga em casos de morte, invalidez permanente total ou parcial e para o reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada por danos físicos causados por acidentes com veículos automotores de via terrestre ou por suas cargas.

A cobrança foi extinta em 2021, quando a Caixa Econômica Federal assumiu a gestão dos recursos e pagamentos do Dpvat no lugar da Seguradora Líder, que era um consórcio de empresas privadas. Na ocasião, havia um excedente em torno de R$ 4,3 bilhões, que permitiu a manutenção dos pagamentos do seguro às vítimas de acidentes de trânsito, mesmo sem a cobrança aos motoristas.

Entretanto, o pagamento das indenizações foi suspenso em novembro do ano passado, por falta de saldo no fundo do Dpvat Com a aprovação do projeto, o seguro anual obrigatório voltará a ser cobrado de proprietários de veículos e continuará a ser operado pela Caixa Econômica Federal.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

Da Agência Brasil

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Reforma Tributária isenta 18 itens da cesta básica e mais de 380 medicamentos

Reforma Tributária isenta 18 itens da cesta básica e mais de 380 medicamentos

Se aprovada, proposta desonera alimentos como arroz, feijão, farinha, açúcar, e dispositivos médicos e de acessibilidade, como cateteres, sondas e cadeiras de rodas

Está em tramitação, no Congresso Nacional, o Projeto de Lei Complementar (PLP) que regulamenta a Emenda Constitucional (EC) 132, promulgada em dezembro do ano passado e que promove a Reforma Tributária do consumo. Apelidado pelo governo de Lei Geral do IBS, da CBS e do Imposto Seletivo, o texto tem 499 artigos e, entre outros pontos, prevê a desoneração integral dos novos impostos para 18 categorias de produtos da cesta básica nacional, além de isenções totais ou parciais para mais de 380 medicamentos e vacinas.

Se aprovado, itens como arroz, feijão, farinha, açúcar e café (confira lista completa abaixo) estarão isentos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) dos estados e municípios, bem como da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) do governo federal. “A desoneração desses produtos busca fazer com que a população que mais precisa, ou seja, aquela que possui menor renda, pague menos imposto naquilo que é essencial para sua subsistência”, explica o contador Daniel Carvalho, diretor da Rui Cadete.

Além da desoneração dos alimentos da cesta básica, o projeto também contempla isenções totais de impostos ou reduções de 60% sobre a alíquota para mais de 380 medicamentos e vacinas. Isto, segundo o governo, visa tornar mais acessíveis produtos fundamentais para a saúde, como as vacinas contra Covid-19, dengue, febre amarela e gripe, assim como dispositivos médicos de uso frequente, como cateteres, válvulas e sondas, além de equipamentos de acessibilidade, como cadeiras de rodas e aparelhos de audição.

“É importante destacar que, para o Estado, não se espera um impacto significativo na arrecadação, uma vez que a nova alíquota, trazida pela Reforma Tributária, será definida visando não ter mudança na arrecadação, compensando os produtos que terão isenção ou redução. Fato é que, quanto mais cedo essa regulamentação for finalizada, mais tempo as empresas terão para se adaptar, implementar novas estratégias e garantir uma transição suave para o novo regime tributário”, destaca Daniel.

Confira abaixo os itens incluídos na desoneração da cesta básica nacional:

  • Arroz;
  • Açúcar;
  • Leite fluido pasteurizado ou industrializado, na forma de ultrapasteurizado, leite em pó, integral, semidesnatado ou desnatado; e fórmulas infantis definidas por previsão legal específica;
  • Manteiga;
  • Margarina;
  • Feijões;
  • Raízes e tubérculos;
  • Cocos;
  • Café;
  • Óleo de soja;
  • Farinha de mandioca;
  • Farinha, grumos e sêmolas, de milho e grãos esmagados ou em flocos, de milho
  • Farinha de trigo;
  • Massas alimentícias;
  • Pão do tipo comum (contendo apenas farinha de cereais, fermento biológico, água e sal);
  • Ovos;
  • Produtos hortícolas (exceto Cogumelos e trufas);
  • Frutas frescas ou refrigeradas e frutas congeladas sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes.

Foto: Freepik

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RN terá mais 3.872 residências do Minha Casa Minha Vida

RN terá mais 3.872 residências do Minha Casa Minha Vida

Mais de 15 mil pessoas serão beneficiadas com a nova etapa do programa, que contempla áreas urbanas e rurais

O Governo do Rio Grande do Norte anunciou na sexta-feira (26.abr.2024) a retomada do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), com a construção de 3.872 casas em 62 municípios de todas as regiões do estado. As novas unidades habitacionais, divididas em 16 projetos urbanos e 49 rurais, serão destinadas a famílias de baixa renda, agricultores familiares, povos indígenas, quilombolas e outras comunidades tradicionais.

A solenidade de lançamento da nova etapa do MCMV aconteceu no auditório da Escola de Governo em Natal e contou com a presença da governadora Fátima Bezerra, do vice-governador Walter Alves, de prefeitos, secretários municipais, representantes da Caixa Econômica Federal e de diversos órgãos públicos e entidades da sociedade civil.

Em seu discurso, a governadora Fátima Bezerra destacou a importância do programa para garantir moradia digna à população mais necessitada do RN. “Depois de um longo período sem investimentos, hoje temos um dia de conquista e alegria por mais um passo na luta por moradia digna para quem mais precisa no RN”, afirmou. “O MCMV é a realização de sonhos, cumprimento de direitos por Governos e gestores públicos que têm sensibilidade, compromisso com o social, com o cumprimento dos direitos e da cidadania”, completou.

Ampliação do programa e atendimento a demandas antigas

Inicialmente, o número de unidades habitacionais previstas para o RN era de 933. No entanto, após articulações do governo estadual junto ao governo federal, o número foi ampliado para 3.872, beneficiando mais de 15 mil pessoas. Além disso, o programa foi aprimorado para atender às demandas específicas da população urbana e rural do estado.

O vice-governador Walter Alves ressaltou que a retomada do MCMV vai além da construção de casas. “O programa também vai fomentar a economia, promover o desenvolvimento, o bem estar social, a cidadania, emprego e renda para o povo do RN é do Brasil”, declarou.

Foto: Rodrigo de Oliveira / Agência Caixa de Notícias / Ilustração

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Câmara aprova programa para setor de eventos com teto de R$ 15 bilhões

Câmara aprova programa para setor de eventos com teto de R$ 15 bilhões

Renúncia fiscal do Perse foi acordada com Ministério da Fazenda

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (23) o projeto de lei que restringiu a R$ 15 bilhões a renúncia fiscal do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Serviços (Perse), de incentivo ao setor de eventos, até dezembro de 2026. A proposta reduziu ainda de 44 para 30 as atividades beneficiadas pelo programa. O texto segue para votação no Senado.

A aprovação ocorre após consenso firmado entre deputados federais e o governo federal.

Em entrevista à imprensa nessa segunda-feira (22), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que houve acordo sobre os pontos principais do projeto de lei do Perse: a limitação da renúncia fiscal em R$ 15 bilhões até 2026 e um pente-fino na habilitação das empresas a receberem o benefício. O Perse foi criado para socorrer empresas do setor de eventos afetadas pela pandemia de covid-19.

A versão original do projeto, de autoria dos deputados José Guimarães (PT-CE) e Odair Cunha (PT-MG), previa redução dos benefícios tributários, chegando à extinção a partir de 2027.

Os deputados federais aprovaram o substitutivo da deputada Renata Abreu (Pode-SP), que estabelece acompanhamento bimestral da Receita Federal da isenção fiscal dos cinco tributos listados no programa (IRPJ, CSLL, PIS e Cofins). Os relatórios devem apresentar os valores pagos pelas empresas beneficiadas.

Para a deputada, o acordo com o governo foi “necessário para não termos prejuízo ou insegurança jurídica”.

O líder do governo, José Guimarães, garantiu que o governo manterá os R$ 15 bilhões e informou que a redução no número de atividades beneficiadas foi solicitada pelos líderes da Câmara, e não pelo governo.

Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

Da Agência Brasil

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Haddad diz que não houve invasão externa em sistema do Tesouro

Haddad diz que não houve invasão externa em sistema do Tesouro

Segundo ele, alguém com acesso à ferramenta tentou desviar recursos

Não houve ataque externo na invasão ao Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), do Tesouro Nacional, disse nesta segunda-feira (22) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, alguém usou o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e a senha do Portal Gov.br de gestores de despesas para entrar no sistema e supostamente desviar recursos federais.

“Não foi um hacker que quebrou a segurança [do Siafi], não foi isso. Foi um problema de autenticação. É isso que a Polícia Federal está apurando e está rastreando para chegar aos responsáveis”, declarou o ministro antes de sair para reunião no Palácio do Planalto. “O sistema está preservado. Foi uma questão de autenticação. É alguém que tinha acesso.”

O ministro disse não saber sobre valores supostamente desviados e disse ter recebido a informação assim que a imprensa começou a divulgar o caso. “Não tenho informação sobre valores. Isso estava sendo mantido em sigilo inclusive dos ministros. Estava entre o Tesouro [Nacional] e acho que a Polícia Federal. Eu soube no mesmo momento em que vocês”, disse, reiterando que não houve ataque externo de hackers ao sistema.

Divulgada inicialmente pelo jornal Folha de S.Paulo, a invasão do Siafi ocorreu neste mês. Os criminosos supostamente conseguiram emitir ordens bancárias e desviar dinheiro público usando o login de terceiros no Portal Gov.br.

O caso está sendo investigado pela Polícia Federal. No fim desta tarde, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) informou ter entrado na investigação e estar acompanhando o caso “em colaboração com as autoridades competentes”.

Tesouro

Em nota emitida no início desta noite, o Tesouro Nacional confirmou a afirmação de Haddad de que o Siafi não foi invadido, mas que ocorreu uma utilização indevida de credenciais obtidas de modo irregular. Segundo o órgão, as tentativas de realizar operações na plataforma foram identificadas e não causaram prejuízos à integridade do sistema.

O órgão acrescentou que está tomando todas as medidas necessárias em resposta ao caso, incluindo ações adicionais para reforçar a segurança do sistema. “O Tesouro Nacional trabalha em colaboração com as autoridades competentes para a condução das investigações; e reitera seu compromisso com a transparência, a segurança dos sistemas governamentais e a preservação do adequado zelo das informações, até o término das apurações”, concluiu o comunicado.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Companhia Giradança apresenta espetáculo “Sem conservantes” em abril

Companhia Giradança apresenta espetáculo “Sem conservantes” em abril

A sessão, gratuita, acontece no dia 26. Os ingressos serão distribuídos através do Sympla, a partir das 14h desta sexta-feira (19)

Trabalhar fragmentos de memória revelados através de fotos, em uma relação de desapego, é o que move o espetáculo coreográfico “Sem conservantes”, da companhia potiguar Giradança, que tem apresentação gratuita neste mês de abril, dia 26, no Espaço Cultural Gira Dança, às 20h. Os ingressos serão distribuídos gratuitamente, através do Sympla, a partir das 14h desta sexta-feira (19). O público vai contar com intérprete de libras durante o espetáculo.

A dramaturgia foi desenvolvida pelos coreógrafos Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira, referência na cena artística da dança brasileira, e nasceu de fragmentos de memórias de seus corpos a partir de análise e pesquisa em fotos e vídeos de espetáculos anteriores. A coreografia ganha vida então nas “relações” destes materiais recolhidos pelos dois e metamorfoseados por eles e pelos bailarinos Marconi Araújo, Álvaro Dantas, Ana Vieira, Jânia Santos e Wilson Macário que colaboram em cena. Álvaro Dantas também assina a direção artística da peça.

“Refletimos sobre a conserva na dança, sobre como tornar vivo o que está conservado há muitos anos, como atualizar. Entre muitos processos, um deles foi o de registrar em nossos corpos da Giradança as fotografias dos espetáculos da companhia Ana e Ângelo e, assim, trouxemos à vida o que estava congelado no tempo”, define Álvaro Dantas.

A construção da linguagem para este espetáculo passa também pelo entendimento de como o outro bailarino se conecta com as suas memórias e seus processos individuais para a elaboração da coreografia.

O espetáculo Sem Conservantes foi criado em 2015 dentro das comemoração dos 10 anos da Giradança – companhia de dança contemporânea formada por bailarinos com e sem deficiência que usa uma linguagem voltada para o conceito do corpo como ferramenta de experiências, e que agora completa 19 anos. A peça já foi apresentada na Alemanha e nas cidades de São Paulo, Recife, Petrolina, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, Ponta Grossa, Curitiba, Paranaguá e Goiânia.

Além da apresentação para o grande público neste mês de abril, a companhia também vai realizar apresentação do “Sem Conservantes”, e mais uma vivência em dança, na Escola Estadual Peregrino Júnior, no conjunto Santa Catarina, em Natal, no dia 24. O espetáculo está na programação da Semana de Conscientização da Pessoa com Deficiência da escola. Para a apresentação no Peregrino Júnior, Sem Conservantes conta com patrocínio da Lei de incentivo à cultura, Banco Itaú, Ministério da Cultura e Governo Federal.

A breve temporada de Sem Conservantes faz parte do projeto do Giradança fomentado pelo Programa Funarte de Ações Continuadas 2023 com ações continuadas de pesquisa, produção e difusão dos trabalhos da companhia.

SERVIÇO:

Sem Conservantes

(Classificação Livre)
Dia: 26/04 (Sexta-feira)
Horário: 20h
Onde: Espaço Cultural Gira Dança (R. Frei Miguelinho, 100 – Ribeira, Natal)
Entrada gratuita – retirada no Sympla
Com Intérprete de libras

Foto: Brunno Martins

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3R realiza terceiro aumento consecutivo no preço da gasolina no RN

3R realiza terceiro aumento consecutivo no preço da gasolina no RN

Preço do litro passa de R$3,43 para R$3,48, acumulando aumento de R$0,23 em um mês

A 3R Petroleum, empresa que opera a Refinaria Clara Camarão em Guamaré, no Rio Grande do Norte, anunciou nesta quinta-feira (18.abr.2024) o terceiro aumento consecutivo no preço da Gasolina A. O novo valor, que passa de R$3,43 para R$3,48 o litro, representa um acréscimo de R$0,05 em relação ao preço praticado na semana passada.

Com o novo aumento, a Gasolina A na Refinaria Clara Camarão acumula um aumento de R$0,23 desde o dia 28 de março, quando o preço era de R$3,25 o litro.

Em comparação com o terminal da Petrobras mais próximo, em Cabedelo, na Paraíba, a Gasolina A da 3R Petroleum está R$0,78 mais cara. Na Petrobras, o litro da Gasolina é vendido por R$2,70 desde o dia 21 de outubro de 2023.

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

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RN é contemplado com mais de 3.800 moradias pelo Minha Casa, Minha Vida

RN é contemplado com mais de 3.800 moradias pelo Minha Casa, Minha Vida

Programa do governo federal anuncia investimento em habitação urbana e rural em diversos municípios potiguares

O governo federal anunciou a seleção de 65 municípios do Rio Grande do Norte para a construção de 3.872 novas residências dentro do programa Minha Casa, Minha Vida. A medida, divulgada na quarta-feira (10.abr.2024), pelo ministro das Cidades, Jader Filho, e pelo presidente Lula, abrange tanto áreas urbanas quanto rurais, visando atender às demandas habitacionais de diversas comunidades.

No estado potiguar, duas modalidades do programa foram contempladas: o Minha Casa, Minha Vida-Entidades, voltado para áreas urbanas, e o Minha Casa, Minha Vida-Rural, destinado a agricultores familiares e moradores de áreas rurais. O objetivo é proporcionar moradias dignas tanto para populações urbanas organizadas quanto para grupos específicos, como agricultores familiares, povos indígenas e comunidades tradicionais.

As 3.872 novas unidades habitacionais serão distribuídas entre os 65 municípios do Rio Grande do Norte, com 16 projetos urbanos e 49 projetos rurais. As entidades beneficiadas foram selecionadas com base em critérios específicos do programa, incluindo o cadastro ativo no Ministério das Cidades e na Caixa Econômica Federal.

O investimento total previsto em todo o Brasil para o programa Minha Casa, Minha Vida é de R$ 11,6 bilhões, com o potencial de beneficiar cerca de 440 mil pessoas. No Rio Grande do Norte, estima-se que aproximadamente 15,5 mil indivíduos serão contemplados com novas moradias.

O prazo de contratação das propostas selecionadas será de 180 dias, contados a partir da data de publicação da Portaria, podendo ser prorrogado pelo Ministério das Cidades. O programa Minha Casa, Minha Vida, dividido em suas modalidades Entidades e Rural, visa proporcionar moradia digna para famílias de baixa renda, tanto em áreas urbanas quanto rurais, contribuindo para a redução do déficit habitacional no país.

Foto: Rodrigo de Oliveira / Agência Caixa de Notícias

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Governadora e ministro visitam obras da Reta Tabajara

Governadora e ministro visitam obras da Reta Tabajara

Duplicação do trecho que integra a BR 304 está em fase final de conclusão

A governadora Fátima Bezerra (PT) recebeu neste sábado (6.abr.2024) o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, em uma visita às obras de duplicação da Reta Tabajara, trecho crucial no início da BR-304, entre Parnamirim e Macaíba, na Região Metropolitana de Natal.

As obras na Reta Tabajara foram iniciadas há uma década, porém, enfrentaram diversas paralisações ao longo do tempo. Fátima Bezerra destacou a importância da visita do ministro, ressaltando o compromisso do Governo Federal com o desenvolvimento do Rio Grande do Norte e do Nordeste como um todo.

O trecho entre Parnamirim e Macaíba, conhecido como Reta Tabajara, marca o início da BR-304 e teve a duplicação dos seus 289 quilômetros inserida no Novo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). O projeto está em fase de elaboração, com recursos já alocados na Lei Orçamentária Anual para 2024, totalizando R$ 74 milhões para o início das obras em duas frentes: Mossoró-Assu e Angicos em direção à Reta Tabajara. A expectativa é concluir o projeto até junho, com a licitação prevista para outubro deste ano.

O ministro Alexandre Padilha enfatizou a decisão do governo em acelerar as obras, incluindo a duplicação de toda a BR-304, além de outros projetos estratégicos para a região, como o hospital estadual da região metropolitana de Natal e o leilão para construção de novas linhas de transmissão de energia.

Secretário de Estado da Infraestrutura do RN, Gustavo Coelho ressaltou que a BR 304, na qual está incluída o trecho conhecido como Reta Tabajara, “é grande eixo de conexão logística do RN ao Ceará e à Paraíba”. O superintendente do Dnit, Getúlio Batista pontuou que no governo do presidente Lula foram entregues 14 quilômetros da Reta Tabajara e que restam apenas dois quilômetros que deverão ser concluídos nos próximos meses.

Além da governadora e do ministro, diversas autoridades participaram da visita às obras, incluindo o vice-governador Walter Alves, deputados federais e estaduais, prefeitos municipais e representantes de órgãos governamentais.

Foto: Sandro Menezes

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Saúde amplia vacinação contra a dengue para mais 154 municípios

Saúde amplia vacinação contra a dengue para mais 154 municípios

Até agora, 521 cidades tinham sido selecionadas

O Ministério da Saúde vai distribuir a vacina contra a dengue para mais 154 municípios brasileiros. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (27). Até então, 521 municípios haviam sido selecionados para receber as doses e iniciar a vacinação contra a doença na rede pública em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.

De acordo com a pasta, as seguintes regiões de saúde foram contempladas pela ampliação: Central (ES), Betim (MG), Uberaba (MG), Uberlândia/Araguari (MG), Recife, Apucarana (PR), Grande Florianópolis, Aquífero Guarani (SP), Região Metropolitana de Campinas (SP), São José do Rio Preto (SP) e São Paulo.

Dados do ministério indicam que, até o momento, 1.235.119 doses foram enviadas aos estados e municípios desde o início da vacinação contra a dengue. Dessas, 534.631 foram registradas como aplicadas, enquanto 700.488 ainda não foram registradas. De todos os 521 municípios que receberam a vacina, 13 não enviaram dados para o governo federal.

Além disso, 668 mil doses estão próximas do vencimento, previsto para 30 de abril. O diretor do Departamento de Emergência em Saúde Pública e do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública para Dengue e outras Arboviroses (COE-Dengue), Márcio Garcia, detalhou o esquema de ampliação de municípios contemplados.

“A gente sabe que tem um quantitativo dessas doses que não foi aplicado. Não podemos deixar essas doses vencerem, é preciso utilizá-las. Diante disso, o Ministério da Saúde trouxe uma solução: redistribuir, dentro das unidades federadas, ou seja, dentro dos estados, para municípios que ainda não foram contemplados.”

Segundo Garcia, a redistribuição para municípios dentro dos próprios estados será regulamentada por uma nota técnica publicada ainda hoje. Duas unidades federadas não têm municípios para remanejar as doses recebidas: o Distrito Federal, por uma característica local, e Mato Grosso do Sul, que foi contemplado em sua totalidade.

“A solução que encontramos foi concentrar as doses próximas do vencimento dessas duas unidades federadas e, para facilitar a logística, encaminhar tudo para um estado só. Escolhemos o Amapá, considerando o quantitativo de doses que teremos, a concentração da população na capital e o número de municípios que o estado tem, sem falar na própria situação epidemiológica, que justifica esse remanejamento.”

Nova remessa

Ainda segundo Garcia, o ministério recebeu nova remessa de doses contra a dengue – a primeira comprada, já que a anterior foi doada pelo fabricante. Ao todo, 930 mil doses serão distribuídas para os 521 municípios anteriormente selecionados e para os 154 agora contemplados com a ampliação.

“Enviaremos uma parte dessas doses para repor as que foram remanejadas em municípios inicialmente contemplados. Assim, garantiremos a continuidade da vacinação em locais com dose por vencer agora e que vão redistribuir. E também vamos garantir doses para aqueles municípios que estão vacinando bem. A ideia é que aquele município onde está acabando a dose receba mais para continuar a estratégia de vacinação”, explicou.

“Decidimos seguir a lista que foi pactuada com representações de estados e municípios. Seguimos a ordem e vamos garantir a distribuição de doses para contemplar essas regiões. A ideia é encaminhar doses novas, doses com prazo de validade adequado para esses locais e, com isso, contemplar mais 154 municípios na vacinação contra a dengue”, concluiu.

Foto: Andre Borges/Agência Brasília

Da Agência Brasil

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Mais de 55 mil alunos do RN são aprovados no programa Pé-de-Meia

Mais de 55 mil alunos do RN são aprovados no programa Pé-de-Meia

Governo Federal libera R$ 200 para estudantes de baixa renda

O programa Pé-de-Meia, lançado pelo Governo Federal para incentivar a permanência dos estudantes no ensino médio, já aprovou mais de 55 mil alunos da rede pública estadual do Rio Grande do Norte. O número representa quase metade dos 112 mil estudantes matriculados no ensino médio nas escolas públicas estaduais.

O programa oferece incentivos financeiros para estudantes de baixa renda matriculados no ensino médio da rede pública. Serão contemplados alunos dos 14 aos 24 anos de famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico).

Primeira parcela paga em março

Os alunos contemplados que fazem aniversário em janeiro e fevereiro receberam nesta terça-feira (26.mar.2024) a primeira parcela do benefício, no valor de R$ 200. O valor é referente ao bônus de matrícula e não é descontado do incentivo de frequência de R$ 1.800, que será pago em nove parcelas ao longo do ano.

Valores e regras do programa

O programa oferece os seguintes valores:

  • Incentivo para matrícula: R$ 200
  • Incentivo de frequência: R$ 1.800 (pago em nove parcelas)
  • Incentivo para conclusão do ano: R$ 1.000
  • Incentivo para o Enem: R$ 200

Para receber o benefício, os alunos precisam:

  • Ter frequência de pelo menos 80% das aulas
  • Passar de ano
  • Participar de exames de avaliação
  • Concluir o ensino médio
  • Estar presente nos dois dias de provas do Enem

Calendário de pagamento

  • Bônus de matrícula: 26 de março a 3 de abril
  • Incentivo de frequência: 8 parcelas de R$ 200 (ver tabela no texto)
  • Incentivo de conclusão: R$ 1.000 (24 de fevereiro a 3 de março de 2025)
  • Incentivo para o Enem: R$ 200 (23 de dezembro de 2024 a 3 de janeiro de 2025)

Foto: Dênio Simões/Agência Brasília/Ilustração

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Maioria dos deputados federais do RN são contra projeto de lei de Lula para aplicativos

Maioria dos deputados federais do RN são contra projeto de lei de Lula para aplicativos

Deputados e AMAPP estão em busca de um consenso sobre os direitos da categoria

A Associação dos Motoristas de Aplicativos (AMAPP) encontra-se em uma batalha legislativa, contando com o apoio de seis dos oito deputados federais do Rio Grande do Norte, contra a tramitação em regime de urgência do projeto de lei 12/2024, apelidado de “lei da contramão”.

Segundo o presidente da AMAPP, Evandro Henrique Roque, o curto prazo de discussão – inicialmente de 45 dias, agora reduzido para 30 – impossibilita uma análise aprofundada da proposta.

Evandro defende que os deputados se mobilizem o Governo Federal, através do Ministério do Trabalho, contra a urgência do projeto, permitindo um debate mais detalhado para uma regulamentação mais específica e favorável aos motoristas. Benes Leocádio (União), deputado federal, reconhece a importância da iniciativa do governo, mas aponta a necessidade de ajustes no texto.

Como membro da Frente Parlamentar em defesa dos motoristas de aplicativos, Leocádio propõe a retirada da urgência constitucional para permitir um debate mais amplo e aprimoramento do texto, visando uma regulamentação mais adequada à categoria.

Outro deputado federal, Paulinho Freire (União), expressa sua discordância com o projeto desde sua chegada à Câmara Federal, criticando a falta de inclusão da categoria dos motoristas de aplicativos nas discussões iniciais.

Sargento Gonçalves (PL) destaca que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 12/2024 traz prejuízos sérios para os motoristas, enfatizando a desconexão entre o projeto e os interesses da classe trabalhadora.

O deputado ressalta a insatisfação dos trabalhadores e critica a falta de interesse do governo em ouvir suas demandas, optando por prosseguir com o projeto em regime de urgência.

Gonçalves alerta para as consequências negativas da regulamentação proposta, que incluem possíveis aumentos de impostos repassados aos clientes, impactando diretamente na renda dos motoristas.

Seis deputados federais do RN são contra o projeto

Evandro destaca que a maioria dos deputados do Rio Grande do Norte, com exceção dos representantes do PT – Natália Bonavides e Mineiro – demonstra apoio à posição da AMAPP, reconhecendo a importância da regulamentação, desde que seja justa e adequada à realidade da profissão.

O presidente da associação questiona pontos específicos do projeto, como a fixação de remuneração mínima e critérios para cálculo de ganhos, defendendo uma abordagem mais flexível e condizente com a natureza do trabalho dos motoristas de aplicativos.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

ATUALIZADA ÀS 18:03 DE 20/03/2024 PARA CORREÇÃO DE INFORMAÇÕES.

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Lewandowski visita Mossoró para reforçar buscas por fugitivos do Presídio Federal

Lewandowski visita Mossoró para reforçar buscas por fugitivos do Presídio Federal

Ministro da Justiça visita Mossoró pela segunda vez para acompanhar as buscas pelos dois presos que fugiram da penitenciária de segurança máxima.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, estará em Mossoró nesta quarta-feira (13.mar.2024) para acompanhar de perto as buscas pelos dois presos que fugiram do presídio federal de segurança máxima da cidade. Essa é a segunda vez que Lewandowski visita Mossoró desde a fuga, que ocorreu no dia 14 de fevereiro.

A visita do ministro acontece um dia antes da fuga completar um mês. Caso os dois foragidos, Deibson Nascimento e Rogério Mendonça, não sejam recapturados até quinta-feira (14), a demora na operação e os custos envolvidos podem gerar críticas ao ministro e ao governo federal.

Expectativa de anúncio e reforço nas buscas

Há expectativa de que Lewandowski anuncie durante a visita a ampliação dos esforços de busca. A possibilidade foi mencionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em entrevista ao SBT nesta segunda-feira (11.mar).

O ministro se reunirá com os integrantes das forças policiais que lideram a procura pelos criminosos e fará uma visita ao local da operação. A previsão é que ele deixe Brasília por volta das 7h e retorne no mesmo dia.

Ainda não há confirmação de pronunciamento público do ministro após a reunião.

Um mês de buscas e constrangimento ao governo

A fuga de Deibson Nascimento e Rogério Mendonça completa um mês nesta quinta-feira. Foi a primeira vez que uma penitenciária federal de segurança máxima registrou uma fuga, o que causou constrangimento ao governo federal.

A Força Nacional foi mobilizada e atua em conjunto com a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal nas buscas pelos foragidos. Novos cães farejadores devem reforçar a operação esta semana.

Perfil dos foragidos

Deibson Cabral Nascimento:

Cumpria pena de 33 anos por assalto à mão armada.
Conhecido como “Tatu”.
Responde a processos por tráfico de drogas.

Rogério da Silva Mendonça:

Tem suástica tatuada na mão.
Condenado a cinco anos por tráfico.
Conhecido como “Martelo”.
Responde a processos por homicídio qualificado, roubo e violência doméstica.

Foto: Jamile Ferraris / MJSP

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Governo federal destina R$ 109 milhões para a saúde no RN

Governo federal destina R$ 109 milhões para a saúde no RN

Investimento milionário fortalecerá a saúde potiguar e reduzirá a fila de cirurgias.

Na última sexta-feira (14.jul.2023), a ministra da Saúde, Nísia Trindade Lima, anunciou a liberação de R$ 109 milhões para a saúde no Rio Grande do Norte. Segundo o Governo do Estado, os recursos serão essenciais para custear a atenção especializada, abrangendo procedimentos de média e alta complexidade, visando melhorar o acesso da população a serviços de saúde de qualidade e reduzir a mortalidade por doenças crônicas.

Do montante liberado, R$ 48,2 milhões serão destinados ao governo estadual, enquanto os municípios receberão R$ 61 milhões. O valor será utilizado para cobrir despesas com tratamentos como quimioterapia, radioterapia, hemodiálise, transplantes e cirurgias. Além disso, os recursos também serão alocados para exames, medicamentos e materiais hospitalares.

A governadora Fátima Bezerra (PT) comemorou a notícia por meio de suas redes sociais, destacando que a liberação dos recursos é uma vitória importante para o estado. Ela ressaltou que os R$ 61 milhões destinados à oncologia serão divididos entre os municípios de Mossoró e Natal, além da gestão estadual, e que esses investimentos “farão toda a diferença na vida do povo potiguar”, afirmou.

Segundo dados do Ministério da Saúde, o Rio Grande do Norte possui uma fila de cirurgias eletivas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com cerca de 27 mil procedimentos pendentes, até o mês de maio. A expectativa é que a liberação desses recursos contribua significativamente para a redução desse número, possibilitando um atendimento mais ágil e eficiente à população do estado.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Governo concede reajuste de 9% a servidores do Executivo

Governo concede reajuste de 9% a servidores do Executivo

Presidente Lula sancionou a lei em cerimônia no Palácio do Planalto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que reajusta em 9% os salários dos servidores públicos federais civis, incluindo aposentados e pensionistas. A cerimônia ocorreu nesta sexta-feira (28), no Palácio do Planalto, com a presença de representantes sindicais e da ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, que liderou a negociação com os trabalhadores.

“Esse reajuste é uma demonstração clara que o governo não vê os servidores como parasitas”, disse a ministra Esther Dweck, em referência a uma fala do então ministro da Economia, Paulo Guedes, que, em 2020, comparou os servidores públicos com parasitas ao defender uma reforma administrativa para cortar gastos com pessoal.

O acordo entre o governo federal e as entidades representativas foi assinado em março. Para garantir o pagamento dos reajustes, o Executivo enviou projeto de lei ao Congresso Nacional para alterar o Orçamento Geral da União de 2023. O texto ajustou a peça orçamentária sem alterar a dotação de R$ 11,2 bilhões que estava prevista na Lei Orçamentária Anual (LOA) para a reposição de perdas salariais.

O reajuste será concedido de forma linear a todas as categorias e começa a valer em 1° de maio, sendo pago no salário de 1° de junho.

Esse é o primeiro acordo para reajuste de servidores públicos desde 2016. Neste ano, a Mesa Permanente de Negociação entre servidores e governo federal foi reaberta com a participação de cerca de 100 entidades sindicais dos servidores públicos.

“Se tem uma coisa que a sociedade brasileira aprendeu no desgoverno que vivemos foi valorizar a democracia, o diálogo, a negociação. Foram anos sem sentar para conversar com sindicatos, governadores, lideranças. Um governo deve ser muito mais gente do que apenas o presidente”, disse Lula.

Concursos públicos

Segundo o presidente, será necessária a realização de concursos para repor pessoal em diversas carreiras. Ele citou, por exemplo, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que tinha 1,7 mil servidores e hoje conta com cerca de 700.

Lula defendeu que a prestação de serviços públicos, como em educação e saúde, por exemplo, não pode ser feita apenas por meios digitais. “Você não melhora a educação sem professor, sem funcionários técnicos. Você não melhora a saúde sem mais médicos, sem mais enfermeiros, você tem que contratar”, disse.

“Às vezes é uma incompreensão, eu não sei se por má-fé ou não, mas toda vez que falamos de concurso, algumas pessoas começam a dizer ‘começou a gastança’. Para melhorar qualquer serviço público, em qualquer país do mundo, você tem que contratar seres humanos”, ressaltou Lula.

“Não é porque nós estamos no mundo desenvolvido, do ponto de vista digital, que a gente vai prescindir do ser humano. A nossa relação é uma relação química e nós precisamos de gente atrás do balcão para cumprimentar, para sorrir, para ouvir, para dizer sim, para dizer não”, acrescentou o presidente.

A ministra Esther Dweck explicou que o orçamento prevê R$ 2 bilhões para a realização de concursos este ano. Alguns já foram autorizados e outros devem ser anunciados em breve, como para a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Segundo ela, serão priorizados os órgãos com maior déficit de pessoal.

Convenção da OIT

Outra ação do governo federal para valorização dos servidores será a regulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), promulgada em 2013. A norma trata das relações de trabalho na administração pública, como a negociação coletiva e garantias aos representantes de entidades de servidores.

Segundo a ministra Esther Dweck, um grupo de trabalho deve ser montado na próxima semana para se debruçar sobre o tema.

“Com isso, queremos deixar um legado que proteja os servidores mesmo que você tenha à frente do governo alguém que não tenha a sensibilidade e a preocupação do presidente Lula”, disse.

“Nós, servidores públicos, temos um compromisso gigantesco e essencial com a população brasileira. Somos nós que garantimos que as políticas públicas cheguem até a população e esse compromisso de valorização do servidor público é um compromisso, principalmente com a valorização, das políticas públicas”, completou.

Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

Da Agência Brasil

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Novo arcabouço fiscal é entregue ao Congresso com ajustes

Novo arcabouço fiscal é entregue ao Congresso com ajustes

Receitas extraordinárias deixarão de ser consideradas

Quase três semanas após ser apresentado, o novo arcabouço fiscal que substituirá o teto de gastos foi entregue nesta terça-feira (18) ao Congresso Nacional. A entrega ocorreu em evento fechado no Palácio do Planalto, com participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, do vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), e do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

O projeto de lei complementar terá ajustes, que esclarecem pontos não divulgados no fim de março. A principal mudança diz respeito às arrecadações extraordinárias, que não serão consideradas no cálculo do limite de crescimento real (acima da inflação) de 70% das receitas, limitado a um intervalo entre 0,6% e 2,5% acima da inflação.

A equipe econômica decidiu incluir a medida para evitar que receitas atípicas não corram o risco de se tornarem gastos permanentes. As receitas a serem excluídas do cálculo são as seguintes: privatizações, concessões, permissões, royalties (exploração de recursos naturais) e dividendos das estatais.

Exceções

Outra mudança diz respeito aos tipos de gastos que podem ficar de fora da nova regra fiscal. Inicialmente, o governo tinha anunciado a intenção de excluir do arcabouço apenas o piso da enfermagem e o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

Agora, também ficarão fora do limite de crescimento de gastos os acordos de precatórios (dívidas com sentença definitiva da Justiça) a serem pagos com desconto, os gastos relativos às eleições e os aumentos de capital da União a empresas estatais não financeiras e não dependentes do Tesouro Nacional.

O teto atual de gastos prevê a exclusão das estatais não dependentes do Tesouro e dos gastos eleitorais dos limites de despesas e dos gastos da Justiça Eleitoral. O projeto de lei complementar, no entanto, manterá dentro da regra fiscal os aportes a bancos oficiais. A mudança tem como objetivo reduzir o espaço para megacapitalizações em bancos públicos, como foi feito entre 2009 e 2015 com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Gastos com projetos socioambientais ou relativos às mudanças climáticas custeados com recursos de doações, bem como despesas com projetos custeados com recursos decorrentes de acordos judiciais ou extrajudiciais firmados em função de desastres ambientais também ficarão fora do marco fiscal, de acordo com integrantes do governo.

A mudança permite que o Fundo Amazônia fique fora do novo arcabouço. Despesas das instituições federais de ensino custeadas com receitas próprias, de doações ou de convênios também ficarão fora da norma. Os gastos ambientais e de doações a universidades federais já estavam fora do teto de gastos desde a Emenda Constitucional da Transição.

Investimentos

Em relação aos investimentos (obras públicas e compra de equipamentos), o governo incluiu uma trava. De 2025 a 2028, caso o governo economize mais que a banda superior da meta de superávit primário estabelecida pelo arcabouço, até R$ 25 bilhões poderão ser remanejados a investimentos. A proposta original apresentada no fim de março previa que toda a sobra poderia ser destinada a investimentos.

A mudança tem como objetivo, segundo o Ministério da Fazenda, acelerar a redução da dívida pública em momentos de elevado crescimento da economia. Esse valor de R$ 25 bilhões será corrigido ano a ano pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O piso de R$ 75 bilhões para investimentos, também corrigido anualmente pelo IPCA, está mantido.

Inflação

Em relação à proposta original, também houve mudança no período do índice de inflação que corrigirá o crescimento das despesas. Foi mantido o sistema vigente no atual teto de gastos, que considera o IPCA apurado de janeiro a junho e uma estimativa de julho a dezembro. Isso dará ao governo atual uma pequena vantagem em 2024, caso o IPCA caia até meados de 2023 e volte a subir antes do fim do ano.

Em relação ao crescimento das receitas, no entanto, o novo arcabouço considerará a inflação entre julho de dois anos antes e junho do ano anterior. Essa é a mesma regra que vigorou até 2021 no teto de gastos, que limitava o crescimento do gasto federal à inflação. O intervalo foi alterado com a Emenda Constitucional dos Precatórios.

O novo arcabouço fiscal limitará o crescimento real (acima da inflação) das despesas a 70% do crescimento real das receitas líquidas (descontadas as transferências para estados e municípios) no acumulado em 12 meses.

Parâmetros

Outra mudança no arcabouço diz respeito à inclusão dos parâmetros da nova regra fiscal em projeto de lei complementar, que necessita de aprovação por maioria absoluta no Congresso. Originalmente, a proposta era enviar as novas regras por projeto de lei complementar e os parâmetros por projeto de lei ordinária, que requer maioria simples no Congresso (metade mais um dos parlamentares presentes).

Para os próximos quatro anos, no entanto, os parâmetros também serão enviados por meio de projeto de lei complementar. A equipe econômica deu a possibilidade de que o próximo governo estabeleça os parâmetros por projeto de lei simples. Segundo o Ministério da Fazenda, a mudança teve como objetivo demonstrar maior rigor com o cumprimento do novo arcabouço e dificultar mudanças pelo Congresso.

Foto: Joádson Alves/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Em reunião com governadores e prefeitos, Lula discute segurança nas escolas

Em reunião com governadores e prefeitos, Lula discute segurança nas escolas

Encontro aconteceu no Palácio do Planalto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está liderando uma reunião na manhã desta terça-feira (18.abr.2023) com governadores e prefeitos para discutir políticas públicas que possam proteger o ambiente escolar. O encontro aconteceu no Palácio do Planalto e também contou com a presença de ministros, da presidente do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, e do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes.

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, abriu a reunião enfatizando que o objetivo principal é criar um fórum com a participação dos estados e dos três poderes para elaborar medidas para enfrentar a violência nas escolas. Ele disse que a ideia é estabelecer um “Conselho da República” para definir propostas sobre o assunto.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, ressaltou que o número de tragédias em escolas tem aumentado exponencialmente e que essas ações precisam ser combatidas. Ele agradeceu o apoio que o Poder Judiciário tem dado nas investigações.

Dino também mencionou o canal que o ministério estabeleceu para receber denúncias de ameaças à comunidade escolar. Segundo ele, já houve pelo menos 225 prisões de suspeitos de crimes em escolas. No total, a plataforma recebeu 7,4 mil denúncias.

O ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), chamou a atenção para a responsabilidade das redes sociais na divulgação de conteúdos de risco social.

Durante a reunião desta terça-feira, o ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou um conjunto de medidas para fortalecer a segurança nas escolas, incluindo o fortalecimento da infraestrutura e a ampliação das equipes responsáveis pelo cuidado da saúde mental dos alunos.

Uma das ideias do governo é criar um programa para construir “círculos de paz” nas escolas do país. A medida, que está sendo discutida com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), aplicaria os princípios da mediação de conflitos e da justiça restaurativa.

De acordo com Santana, o Ministério da Educação (MEC) antecipará a parcela dos recursos repassados aos estados e municípios pelo Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). A ideia é que o valor de R$ 1,097 bilhão possa ser usado pela rede de ensino para a proteção das escolas.

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Com informações do Metrópoles

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PF vai investigar atuação interestadual de grupos neonazistas

Determinação ocorre após ataque a creche em Blumenau

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flavio Dino, informou, nesta quinta-feira (6.abr.2023), que determinou a instauração de inquérito pela Polícia Federal (PF) para investigar a atuação interestadual de organismos nazistas. A medida foi anunciada em publicação nas redes sociais.

“Assinei agora determinação à Polícia Federal para que instaure inquérito policial sobre organismos nazistas e/ou neonazistas no Brasil, já que há indícios de atuação interestadual. Há possível configuração de crimes previstos na Lei 7.716/89”, anunciou o ministro.

A lei prevê punição para os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

A determinação ocorre após ataque a uma creche em Blumenau (SC), onde um homem invadiu a unidade, matou e feriu crianças. Na semana passada, uma escola em São Paulo também foi alvo de um atentado e uma professora foi morta.

No mês passado, o massacre na escola Raul Brasil, em Suzano (SP), completou quatro anos. O crime resultou na morte de sete pessoas e os autores, que eram ex-alunos da instituição de ensino, se suicidaram após a tragédia.

De acordo com as investigações, os autores do crime eram ativos em fóruns da internet, onde predominam os discursos de ódio misóginos, supremacismo branco, bullying e nazismo. Esses discursos continuam reverberando entre a juventude.

Um relatório com diagnóstico desse tipo de violência nas escolas e possíveis soluções foi elaborado na transição do governo Luiz Inácio Lula da Silva, em dezembro de 2022, intitulado “O extremismo de direita entre adolescentes e jovens no Brasil: ataques às escolas e alternativas para a ação governamental.”

O documento mostra que no Brasil – desde a primeira década dos anos 2000 – houve 16 ataques em escolas, dos quais quatro no segundo semestre do ano passado, com 35 mortos e 72 feridos.

Ontem (5.abr), o governo se comprometeu com ações de promoção à cultura de paz e não violência na sociedade e instituiu Grupo de Trabalho Interministerial para propor políticas de prevenção e enfrentamento da violência nas escolas. O ministro Flávio Dino também anunciou a liberação de R$ 150 milhões para ampliar as patrulhas escolares em todo o país.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Haddad discute com Campos Neto parcelamento de dívidas pelo Pix

Haddad discute com Campos Neto parcelamento de dívidas pelo Pix

Ministro diz que governo prepara 12 medidas para melhorar crédito

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pediu na última segunda-feira (3.abr.2023) ao presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, a possibilidade de parcelamento de dívidas no Pix, sistema de transferências instantâneas do BC. Segundo o ministro, a ferramenta ajudaria a baratear o crédito no país.

Falava ontem com Roberto Campos Neto sobre o parcelamento de débito pelo Pix. Pode ser uma grande inovação do nosso sistema bancário você parcelar usando essa ferramenta. Isso melhora as condições de competitividade e de crédito no país”, disse o ministro em evento virtual promovido por um banco de investimentos.

De acordo com Haddad, a proposta integra um pacote de estímulo ao crédito. O ministro voltou a informar que o governo prepara 12 medidas para melhorar as condições de crédito, das quais a metade teve aval do Banco Central.

Desenrola

O ministro também falou sobre o Programa Desenrola, que pretende renegociar até R$ 50 bilhões em dívidas de 37 milhões de pessoas físicas. Segundo Haddad, a medida provisória do programa está pronta e só espera a B3, a bolsa de valores brasileira, concluir o sistema que será usado pelo governo e pelos credores.

Em relação ao fundo que vai cobrir as negociações, já existem R$ 11 bilhões reservados no Orçamento. No mês passado, o ministro havia afirmado que o fundo, formado com recursos do Tesouro Nacional, teria cerca de R$ 10 bilhões, mas o valor foi recentemente aumentado para R$ 15 bilhões.

Esse fundo garantidor cobrirá eventuais calotes de pessoas que aderirem às renegociações. O Desenrola abrangerá todas as pessoas físicas negativadas, mas aquelas que ganham até dois salários mínimos (R$ 2.604) poderão renegociar em condições mais vantajosas, porque contarão com os aportes do Tesouro no fundo garantidor.

Metas de inflação

Haddad também disse ter debatido com Campos Neto nesta segunda-feira uma possível mudança no calendário de metas de inflação para os próximos anos. O ministro, no entanto, negou qualquer intenção de alterar a meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional em 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto para mais ou para menos.

[Nos próximos anos] será o momento de verificar se as metas foram bem calibradas. Se é o caso de manter, se é o caso de não adotar o calendário gregoriano, se é o caso fazer aquela meta contínua que a maioria dos países adota”, declarou Haddad. Segundo ele, apenas o Brasil e a Turquia fixam metas para o ano-calendário. Os demais países adotam o sistema de calendário contínuo, no qual o Banco Central atinge a meta pouco a pouco, por aproximação.

O ministro repetiu a intenção de buscar a harmonização das políticas monetária e fiscal. Segundo Haddad, o envio do novo arcabouço fiscal ao Congresso e a aprovação da reforma tributária poderão gerar um “choque de crescimento” em 2024, caso o Banco Central contribua com a redução dos juros.

Se a política monetária vier ao encontro dos resultados fiscais anunciados, com as bênçãos do Congresso e do Judiciário, vamos chegar ao fim do ano com um ambiente econômico favorável”, ressaltou o ministro.

O encontro entre Haddad e Campos Neto ocorreu no fim da tarde de segunda-feira, no prédio do Ministério da Fazenda. O presidente do BC entrou e saiu pela garagem, sem falar com a imprensa. Cerca de uma hora depois da reunião, Haddad disse que o encontro foi uma “reunião de rotina”, em que vários assuntos foram tratados.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Da Agência Brasil

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Haddad deve apresentar novo arcabouço fiscal ao Congresso na quarta-feira (5)

Haddad deve apresentar novo arcabouço fiscal ao Congresso na quarta-feira (5)

Proposta de impulsionar a arrecadação deverá ser enviada junto com o projeto de lei do novo arcabouço

O projeto de lei com o novo arcabouço fiscal poderá sair nesta quarta-feira (5.abr.2023), informou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, as equipes técnicas dos ministérios da Fazenda e do Planejamento estão trabalhando para concluir o texto ainda esta semana. Caso não seja possível, o projeto de lei será enviado ao Congresso Nacional na próxima segunda-feira (10.abr.2023).

De acordo com o ministro, as equipes estão trabalhando com o objetivo de enviar o quanto antes a matéria para o Congresso e que será entregue antes do 15, prazo máximo para o envio do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias. “Eu vou estar aqui, o Rui vai estar aqui, a Simone vai estar aqui. Se ficar pronto antes, mandamos quarta. Se não, pode ir na segunda-feira da semana que vem”, declarou Haddad nesta segunda-feira (3) ao chegar ao Ministério da Fazenda.

Segundo o ministro, a proposta de impulsionar a arrecadação entre R$ 100 bilhões e R$ 150 bilhões deverá ser enviada junto com o projeto de lei complementar do novo arcabouço. Haddad não adiantou detalhes, mas disse que um dos eixos consiste em tributar setores que não estão pagando imposto, como determinadas empresas de comércio eletrônico, que geram prejuízos de R$ 7 bilhões a R$ 8 bilhões por ano aos cofres públicos por meio do que classificou de contrabando disfarçado.

O ministro disse que o envio das duas propostas – arcabouço fiscal e reforço de receitas – ao Congresso Nacional facilitará a discussão de políticas que permitam a redução dos juros no médio prazo. “Penso que, encaminhando para o Congresso, isso já vai abrir um espaço de discussão importante. Com as medidas que vão se somar ao arcabouço, que é de recuperação da base fiscal do Orçamento Federal, isso vai dar condições para a gente prosseguir, harmonizando a política fiscal com a monetária”, acrescentou.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Correios reajustam o preço para envios de cartas

Correios reajustam o preço para envios de cartas

Novo valor entrou em vigor nesta segunda-feira (3)

Os Correios anunciaram um aumento de 5,49% no preço para o envio de cartas e telegramas, nacionais e internacionais, e outros serviços postais. A medida foi autorizada por uma portaria do Ministério das Comunicações e entra em vigor nesta segunda-feira (3.abr.2023), com a publicação no Diário Oficial da União.

O reajuste foi determinado com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre janeiro e dezembro de 2022, medida pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE), descontando o Fator de Produtividade.

Com o novo aumento, o envio de cartas e aerogramas nacionais passa a custar de R$ 2,45 a R$ 13,45, dependendo do peso, que pode ir até 500 gramas. Já o envio de telegramas nacionais terá preços que variam de R$ 10,29 a R$ 14,90, dependendo do meio utilizado – internet, telefone ou agência.

A portaria também incluiu um novo agrupamento de países para a precificação do envio de correspondências internacionais. O último reajuste nos preços dos Correios havia acontecido em maio de 2022.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Ministério da Justiça libera recursos e entrega veículos e equipamentos para a segurança do RN

Ministério da Justiça libera recursos e entrega veículos e equipamentos para a segurança do RN

Ações de combate à violência continuam em todo o Estado

O Ministério da Justiça e da Segurança Pública entregou nesta sexta-feira (31.mar.2023), 20 veículos, 220 fuzis, pistolas, armas não letais, munições, coletes e capacetes balísticos e 9 drones (sendo seis para a Polícia Militar e três para a Polícia Civil), além de recursos extraordinários para custeio. Os equipamentos e recursos foram repassados pelo Governo Federal e integram também o novo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci II).

O Rio Grande do Norte é o primeiro estado a receber equipamentos no Pronasci II, anunciou o ministro da Justiça e da Segurança Publica, Flávio Dino. Os equipamentos serão destinados ao Batalhão de Polícia de Choque, à inteligência, patrulhamento ostensivo, Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), Patrulha Maria da Penha e Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR). 

Trago o apoio do presidente, a liberação de R$ 35 milhões, equipamentos e veículos de múltiplo uso, apoio à execução da Lei Maria da Penha. O apoio federal também assegura o avanço das obras em curso na segurança pública e a integralidade dos R$ 100 milhões, já anunciado, até o final do ano. Confiamos na consolidação do quadro de controle que foi alcançado.”, afirmou o ministro Flávio Dino.

Fátima enfatizou o lançamento da nova fase do Pronasci e o fato de o RN ser o primeiro Estado a receber veículos do programa. “O Pronasci volta para combater desigualdades sociais. E destaco a decisão do programa vir com foco na defesa da mulher e combate ao feminicídio. Em nome do RN externo imensa gratidão pelo apoio, colaboração e solidariedade que o ministro Flávio Dino traz ao nosso Estado em nome Presidente Lula.”

O ministro da Justiça e da Segurança Pública e a governadora assinaram um decreto de emergência em segurança pública no RN. A medida é necessária para o repasse dos recursos extraordinários ao Estado.

O Pronasci foi criado em 2007, mas estava inativo desde 2011. O Pronasci II foi lançado nacionalmente no dia 15 deste mês, em Brasília, e tem como ação prioritária a doação de viaturas para as Patrulhas Maria da Penha e DEAMs de todos os estados e parceria com o Ministério das Mulheres para implementação de Casas da Mulher Brasileira. O programa tem cinco eixos prioritários: enfrentamento e prevenção de violência contra as mulheres; fomento às políticas de segurança pública com cidadania; fomento às políticas de cidadania; apoio às vítimas da criminalidade e combate ao racismo estrutural.

Foto: Elisa Elsie/Assecom RN

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Caixa Econômica Federal conclui hoje (31) o pagamento de março do novo Bolsa Família

Caixa Econômica Federal conclui hoje (31) o pagamento de março do novo Bolsa Família

Esta é a primeira parcela com o adicional de R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos

A Caixa Econômica Federal finaliza o pagamento da parcela de março do novo Bolsa Família. Nesta sexta-feira (31.mar.2023), receberam os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) terminando em 0.

Esta é a primeira parcela com o adicional de R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos. O valor mínimo garantido é de R$ 600, mas com o novo adicional, o valor médio do benefício sobe para R$ 669,93.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal chegará a 21,1 milhões de famílias, com um gasto de R$ 14 bilhões.

Com a revisão do cadastro, que eliminou principalmente famílias constituídas por uma única pessoa, 1,48 milhão de beneficiários foram excluídos do Bolsa Família e 694,2 mil famílias foram incluídas, das quais 335,7 mil têm crianças de até 6 anos.

Desde o início do ano, o programa social voltou a se chamar Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional de Transição, que permitiu a utilização de até R$ 145 bilhões fora do teto de gastos neste ano, dos quais R$ 70 bilhões estão destinados a custear o benefício.

O pagamento do adicional de R$ 150 começou somente neste mês, após o governo fazer uma verificação rigorosa no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), a fim de eliminar fraudes. Em junho, começará o pagamento do adicional de R$ 50 por gestante, por criança de 7 a 12 anos e por adolescente de 12 a 18 anos.

Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Lewandowski anuncia antecipação da sua aposentadoria do STF para 11 de abril

Ministro foi nomeado em 2006, durante o primeiro mandato do presidente Lula

Nesta quinta-feira (30.mar.2023), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, anunciou que decidiu antecipar sua aposentadoria para o dia 11 de abril. A declaração foi feita pelo ministro após a sessão do STF desta quinta, na qual fez sua última participação.

Ricardo Lewandowski foi nomeado em 2006, durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e seria obrigado a se aposentar compulsoriamente no dia 11 de maio, ao completar 75 anos – idade limite para permanência no cargo. O ministro afirmou que tomou a decisão por motivos pessoais.

Com a antecipação, Lula deverá indicar um novo ministro para o STF. Entre os cotados para substituir o ministro está o advogado Cristiano Zanin, que atuou como defensor de Lula nos processos da Operação Lava Jato.

Lewandowski informou que, na semana passada, comunicou ao presidente Lula sua decisão de antecipar a aposentadoria, mas não fez sugestões de substitutos. Não há prazo para Lula indicar um novo ministro.

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

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Dólar cai para R$ 5,09 após anúncio do novo arcabouço fiscal

Bolsa de valores subiu quase 2%

Nesta quinta-feira (30.mar.2023), os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e do Planejamento, Simone Tebet, divulgaram um novo arcabouço fiscal que recebeu uma reação positiva do mercado financeiro. O dólar caiu para o menor valor em quase dois meses e a bolsa de valores subiu quase 2%, fechando no maior patamar em 20 dias.

O dólar comercial fechou vendido a R$ 5,098, com queda de R$ 0,038 (-0,73%). A cotação chegou a cair para R$ 5,07 por volta das 9h30. Mais tarde, após o anúncio da proposta do governo, chegou a subir para R$ 5,15. No entanto, à medida que os detalhes passaram a ser divulgados, a cotação voltou a cair, até se firmar abaixo de R$ 5,10 perto do fechamento do dia. A moeda norte-americana está em queda pelo quinto dia consecutivo, atingindo o menor nível desde 2 de fevereiro.

O mercado de ações também reagiu positivamente ao anúncio do novo marco fiscal. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 103.713 pontos, com alta de 1,81%. O indicador, que acumula cinco altas, está no nível mais alto desde o último dia 9.

Além do anúncio do novo arcabouço fiscal, que propõe um limite de crescimento das despesas em 70% da variação das receitas acumuladas em 12 meses, o mercado também foi influenciado pelo exterior. O dólar caiu perante as principais moedas mundiais, após bancos com problemas financeiros terem sido comprados por outras instituições financeiras.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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Novo marco fiscal limita alta do gasto a 70% da variação da receita

Proposta combina meta de resultado primário com teto de gasto flexível

A nova regra fiscal que substituirá o teto de gastos limitará o crescimento da despesa a 70% da variação da receita dos 12 meses anteriores, informou há pouco o Ministério da Fazenda. O novo arcabouço combinará um limite de despesa mais flexível que o teto de gastos com uma meta de resultado primário (resultado das contas públicas sem os juros da dívida pública).

O projeto de lei complementar divulgado nesta quinta-feira (30) terá mecanismos de ajuste e alguma flexibilidade em caso de imprevistos na economia. As metas de resultado primário também obedecerão a uma banda, um intervalo.

Dentro dessa trilha de 70% da variação da receita, haverá um limite superior e um piso para a oscilação da despesa. Em momentos de maior crescimento da economia, a despesa não poderá crescer mais de 2,5% ao ano acima da inflação. Em momentos de contração econômica, o gasto não poderá crescer menos que 0,6% ao ano acima da inflação.

O novo arcabouço fiscal estabelece mecanismos para os próximos governos. Para impedir o descumprimento da rota de 70% de crescimento da receita, as novas regras trarão mecanismos de punição que desacelerará os gastos caso a trajetória de crescimento dos gastos não seja atendida.

Se o resultado primário ficar abaixo do limite mínimo da banda, o crescimento das despesas para o ano seguinte cai de 70% para 50% do crescimento da receita. Para não punir os investimentos (obras públicas e compra de equipamentos), o novo arcabouço prevê um piso para esse tipo de gasto e permite que, caso o superávit primário (economia do governo sem os juros da dívida pública) fique acima do teto da banda, o excedente será usado para obras públicas.

A equipe econômica esclareceu que o limite de 70% está baseado nas receitas passadas, não na estimativa de receitas futuras. Dessa forma, futuros governos ou o Congresso Nacional não poderão aumentar artificialmente as previsões de receitas para elevar as despesas.

Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o novo arcabouço traz regras claras, previsíveis e críveis, porque podem ser executadas. “Durante a campanha de 2022, repetimos à exaustão que a campanha pública precise ter credibilidade, previsibilidade e seriedade. Ter um horizonte para que as famílias, os investidores, os empresários e os trabalhadores organizem suas vidas a partir de regras claras. Regras exigentes, mas críveis”, declarou.

Haddad disse que o novo arcabouço permite mecanismos de autocorreção, que facilitará a vida dos gestores públicos. “A própria regra precisa de espaços de autocorreção. Por mais boa vontade que os gestores públicos tenham, eles próprios vão ficar numa situação difícil para corrigir rumo se não houver, com antecedência, um mecanismo de correção”, justificou.

Segundo Haddad, o governo pretende zerar o déficit primário em 2024, atingir um superávit de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 e de 1% do PIB em 2026. Como a equipe econômica prevê déficit primário de 1% do PIB para este ano, a proposta significaria um ajuste de 3 pontos percentuais do PIB até 2026.

Como haverá uma margem de tolerância de até 0,25 ponto percentual do PIB, o resultado primário poderá variar entre déficit de 0,75% do PIB e de 0,25% do PIB neste ano, déficit de 0,25% a superávit de 0,25% em 2024, superávit de 0,25% a 0,75% do PIB em 2025 e superávit de 0,75% a 1,25% do PIB em 2026.

Em relação ao endividamento do governo, o novo arcabouço fiscal prevê um pequeno crescimento da dívida pública bruta até 2025 e a estabilização em 2026, em 76,54% do PIB. Essas projeções, no entanto, ocorrem no cenário em que o resultado primário fique no centro dos limites previstos para as bandas. Caso o governo economize menos que o esperado, a dívida aumentará de 74,11% do PIB em 2023 para 77,34% em 2026.

Caso o Banco Central reduza os juros, ressaltou o Ministério da Fazenda, o endividamento poderá cair. Com uma eventual queda de 1 ponto percentual na taxa Selic (juros básicos da economia), a dívida pública bruta poderá passar de 75,07% do PIB em 2023 para 75,7% em 2024 e recuar para 75,04% do PIB em 2026. Com uma redução de 2 pontos, poderá cair de 75,03% do PIB neste ano para 73,58% em 2026.

Confira os principais pontos do novo marco fiscal:

• Limite de crescimento da despesa primária a 70% da variação da receita dos 12 meses anteriores
• Limite superior e inferior dentro dessa trilha de 70% do aumento de receita
• Mecanismo de ajuste para impedir o aumento dos gastos em momentos de crescimento econômico e a queda dos gastos em caso de baixo crescimento
• Aplicação de mecanismos de punição. Caso o resultado primário fique abaixo do limite mínimo da banda, o crescimento das despesas para o ano seguinte cai de 70% para 50% do crescimento da receita.
• Promessa de zerar déficit primário em 2024, com superávit de 0,5% do PIB em 2025 e 1% em 2026
• Meta de resultado primário terá banda de flutuação, com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do PIB para cada ano
• Excedente de superávit primário acima do teto da banda poderá ser usado para investimentos
• Promessa de que dívida pública bruta subirá levemente até 2026 e depois será estabilizada
• Exceções apenas para gastos instituídos pela Constituição, como o Fundeb e o piso nacional da enfermagem. Essas despesas não podem ser regulamentadas por lei complementar

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Prazo para recadastramento de armas é prorrogado até maio

Medida foi divulgada pelo governo federal nesta quarta-feira (29)

O governo federal publicou nesta quarta-feira (29.mar.2023) um decreto prorrogando o prazo de recadastramento de armas no Sistema Nacional de Armas (Sinarm) até 3 de maio. O prazo, que começou em 1º de fevereiro, tinha previsão de encerrar em 30 de março.

De acordo com nota técnica da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a prorrogação tem como objetivo garantir uma “melhor adequação da Polícia Federal no cumprimento da atividade de recadastramento atribuída ao órgão policial”, tendo em vista as dimensões continentais do país.

O Sinarm, que é da responsabilidade da Polícia Federal, é o sistema de registro de armas de uso permitido de civis e concentra dados de armas mantidas por empresas de segurança privada, policiais civis, guardas municipais e pessoas físicas com autorização de posse ou porte. Já o Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (Sigma), do Exército, registra as armas de uso restrito pertencentes a colecionadores, atiradores e caçadores (CAC’s).

Com o recadastramento, todas as armas de uso permitido e de uso restrito devem ser cadastradas no Sinarm, mesmo que já tenham sido registradas em outros sistemas.

Na terça-feira (28.mar), durante audiência pública na Câmara dos Deputados, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, afirmou que o processo tem sido tão bem sucedido que o número de armas recadastradas já é maior do que o de armas originalmente cadastradas nos sistemas oficiais.

No último balanço, divulgado na semana anterior, 81% das 762.365 armas de CACs registradas no Sigma haviam sido recadastradas na Polícia Federal. As mais de 613 mil armas recadastradas superaram a meta do governo, que era atingir 80% de recadastramentos realizados.

Os proprietários que não desejarem mais manter suas armas poderão entregá-las em um dos postos de coleta da Campanha do Desarmamento, autorizados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Outra mudança trazida pelo decreto diz respeito à composição do grupo de trabalho, que passará a contar com dois novos integrantes: uma representação da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados e uma representação da Comissão de Segurança Pública do Senado Federal.

Foto: José Cruz/ Agência Brasil

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Flávio Dino retorna ao RN para lançamento de projeto na próxima sexta-feira (31)

Esta será a segunda visita do ministro ao estado no mês de março

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, estará no Rio Grande do Norte nesta sexta-feira (31.mar.2023) para o lançamento do Programa Nacional de Segurança Pública com Segurança (Pronasci 2). Esta será a segunda visita do ministro ao estado no mês de março.

No dia 20 de janeiro, Dino veio ao estado para anunciar investimentos em segurança pública e acompanhar as ações de combate aos ataques a veículos e prédios públicos em diversos municípios do estado.

O evento em Natal será o primeiro compromisso de Flávio Dino após a audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, em Brasília, na última terça-feira (28.mar). A audiência foi marcada por embates do ministro com deputados e senadores de oposição que divulgaram notícias falsas associando a ida de Flávio Dino à Comunidade da Maré, no Rio de Janeiro, a um suposto envolvimento com grupos criminosos.

O Pronasci 2, que será lançado pelo ministro em Natal, tem como objetivo reforçar o enfrentamento à violência contra a mulher e a diminuição dos índices de feminicídio. Segundo o Ministério da Justiça, serão repassadas mais 230 viaturas para polícias militares e guardas militares de todas as Unidades da Federação, em um investimento de R$ 34 milhões.

Além disso, será anunciada a construção de mais 40 Casas da Mulher Brasileira, espaços que oferecerão assistência às vítimas de violência doméstica, projeto em parceria com o Ministério das Mulheres e com investimento de R$ 344 milhões.

Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

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Haddad afirma que reforma tributária terá regra de transição de 20 anos

O prazo teria como objetivo evitar perdas de recursos por parte das prefeituras

O Ministro da Economia, Fernando Haddad, afirmou na terça-feira (28.mar.2023) durante a Marcha em Defesa dos Municípios, que a reforma tributária terá uma regra de transição “suave” de 20 anos. Ele destacou que esse prazo tem como objetivo evitar que as prefeituras sofram perdas de recursos.

Haddad defendeu com urgência a aprovação da reforma tributária, ressaltando a quantidade de processos judiciais em torno de disputas envolvendo impostos no país. O Ministro pediu “um pouquinho de desprendimento” aos municípios, destacando a importância da união para aprovar a reforma tributária, o que mudaria o sistema e incentivaria o crescimento econômico.

Além da mudança no sistema tributário, Haddad citou a reforma no sistema de crédito e o novo marco fiscal como as principais medidas do governo na área econômica.

Também presente no evento, a Ministra do Planejamento, Simone Tebet, reiterou o argumento de Haddad de que a reforma tributária não retirará recursos dos municípios e poderá resultar em mais receitas, devido ao crescimento da economia. Ela ainda afirmou que os prefeitos não devem temer a unificação do Imposto sobre Serviços (ISS), atualmente administrado pelos municípios, com o Imposto sobre a Circulação sobre Mercadorias e Serviços (ICMS).

O Relator da reforma tributária, Deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), declarou que os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, estão comprometidos com o tema. Ele ressaltou que ambos têm a disposição de votar o assunto ainda este ano e garantiu que as discussões levam em conta os municípios.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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RN terá aumento do ICMS a partir do dia 1º de abril

Executivo estadual implementou o aumento na chamada alíquota modal do ICMS para 20%

O Governo do Rio Grande do Norte confirmou que haverá um aumento na alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a partir do dia 1º de abril. Em decreto publicado no Diário Oficial, o Executivo implementou o aumento na chamada alíquota modal do ICMS para 20% a partir do mês que vem. O novo valor será mantido até 31 de dezembro, quando a alíquota retornará ao patamar de 18%.

Segundo o governo, o aumento do imposto estava condicionado à não recomposição por parte do Governo Federal das frustrações de arrecadação decorrentes da redução no ICMS sobre os combustíveis. Embora o Governo Federal tenha anunciado a compensação, o acordo ainda não foi formalizado e, de acordo com o Governo do Estado, o valor de R$ 270 milhões previstos para os cofres estaduais está abaixo dos R$ 420 milhões perdidos no segundo semestre de 2022.

No decreto, o Governo do Estado também publicou o percentual de 7% na alíquota de oito produtos da cesta básica: arroz, feijão e fava; café torrado e moído; flocos e fubá de milho; óleo de soja e de algodão; margarina; pão francês; frango inteiro natural, congelado ou resfriado.

O Governo do Estado também prorrogou o prazo para recolhimento do ICMS relativo à diferença de alíquota das aquisições que realizar em outras unidades da federação, aos contribuintes optantes pelo Simples Nacional. O prazo anterior era 3 de abril e agora foi prorrogado para 3 de maio.

Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Governo federal avalia decretar emergência climática permanente em mais de mil cidades

Medida visa a adoção de ações contínuas para enfrentar os problemas decorrentes das mudanças climáticas

A ministra do Meio Ambiente e Mudanças do Clima, Marina Silva, informou neste domingo (26.mar.2023) que o governo federal está discutindo internamente a possibilidade de editar um decreto para reconhecer o estado de emergência climática em 1.038 municípios mapeados como mais vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas.

Durante sua visita às áreas afetadas por alagamentos em Manaus, a ministra afirmou que a medida seria permanente e visaria permitir a adoção de ações contínuas para enfrentar os problemas decorrentes das mudanças climáticas. Segundo Marina, a ciência já permite prever a continuidade de eventos climáticos extremos e, em alguns casos, a remoção de populações de áreas de risco deverá ser planejada e executada.

A decretação de estado de emergência permanente permitiria a realização de obras preventivas, como estudos de solo, drenagem e trabalhos de assistência social. De acordo com a ministra, esses seriam projetos de médio e longo prazo, além das ações emergenciais.

Para garantir a transparência nos gastos públicos, a ministra sugeriu a criação de uma estrutura permanente, com comitês, equipes de monitoramento e acadêmicos, para supervisionar a aplicação dos recursos públicos.

As declarações foram dadas ao lado do ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e do prefeito de Manaus, David Almeida, que agradeceu a visita e a ajuda do governo federal. A decretação de estado de emergência climática já havia sido adiantada por Marina Silva mais cedo, em Rio Branco, no Acre.

Foto: Clóvis Miranda/Semcom

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Presidente do Senado anuncia retorno de comissões mistas para analisar medidas provisórias

Presidente do Senado anuncia retorno de comissões mistas para analisar medidas provisórias

Comissões estavam suspensas desde a pandemia

O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco, anunciou em Plenário, nesta quinta-feira (23.mar.2023), que as comissões mistas voltarão a funcionar para análise prévia de medidas provisórias (MPs). As comissões haviam sido suspensas em março de 2020, devido à pandemia de covid-19.

Pacheco disse que sua decisão, como presidente do Congresso, será enviada por escrito aos senadores e deputados, declarando assim a prejudicialidade do ato conjunto, da Câmara e do Senado, que suspendeu o funcionamento das comissões mistas.

A decisão veio após a unanimidade dos líderes partidários manifestarem apoio ao retorno das comissões mistas, reforçando o pedido para que o rito de tramitação das matérias atenda ao que é determinado pela Constituição. Pacheco ressaltou que permitir a apreciação constitucional das MPs é uma obrigação de todos os parlamentares e que a decisão diminui o poder hoje concentrado nas Mesas das duas casas legislativas.

Ele lembrou que, desde o início de fevereiro, a Mesa do Senado decidiu pelo retorno do rito normal das MPs, com o funcionamento das comissões mistas, revogando o ato das duas Casas que permitia a exceção, em razão da pandemia de covid-19.

Pacheco explicou que todas as medidas provisórias encaminhadas pelo governo anterior e que ainda estão tramitando no Congresso Nacional serão analisadas sob as regras do rito excepcional. Já as MPs encaminhadas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverão tramitar de acordo com o rito normal, passando pela análise nas comissões mistas e que as indicações deverão ser feitas pelos líderes partidários de cada Casa.

Foto: Pedro França/Agência Senado

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Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 4 nesta quinta-feira (23)

Pagamento inclui o adicional de R$ 150 para as famílias com crianças de até seis anos

Nesta quinta-feira (23.mar.2023), a Caixa Econômica Federal realizará o pagamento da parcela do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) finalizado em 4. Pagamento inclui o adicional de R$ 150 para as famílias com crianças de até seis anos.

O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas com o novo adicional, o valor médio do benefício chegará a R$ 669,93. Em março, o programa de transferência de renda do governo federal contemplará 21,1 milhões de famílias, com um custo total de R$ 14 bilhões.

Com a revisão do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), muitas famílias foram excluídas do Bolsa Família, principalmente aquelas compostas por uma única pessoa. Entretanto, 694,2 mil novos beneficiários foram incluídos, dos quais 335,7 mil possuem crianças de até seis anos.

Desde o início do ano, o programa social voltou a ser chamado de Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, que permitiu a utilização de até R$ 145 bilhões fora do teto de gastos em 2021, dos quais R$ 70 bilhões foram destinados para o custeio do benefício.

O adicional de R$ 150 só começou a ser pago neste mês, após o governo realizar uma auditoria no CadÚnico para eliminar fraudes. Em junho, o pagamento do adicional de R$ 50 por gestante, criança de 7 a 12 anos e adolescente de 12 a 18 anos terá início.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Comitê de Política Monetária do BC inicia segunda reunião do ano para definir Selic

Comitê de Política Monetária do BC inicia segunda reunião do ano para definir Selic

Governo tem feito pressões para redução da taxa, mas Banco Central deve manter a Selic em 13,75% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) iniciou nesta terça-feira (21.mar.2023), em Brasília, a segunda reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. Mesmo com as pressões do governo federal para a redução da taxa, o órgão deve manter o aperto monetário com a Selic em 13,75% ao ano. A decisão será anunciada amanhã (22.mar.2023) ao fim do dia.

Em janeiro, após a primeira reunião do Copom, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que os juros altos atrapalham os investimentos e que não há justificativa para que a Selic esteja nesse patamar. Já o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu maior coordenação entre a política fiscal e a política monetária, a cargo do BC, para conter a inflação.

Embora a taxa básica tenha parado de subir em agosto do ano passado, está no nível mais alto desde o início de 2017. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, a taxa básica deverá ser mantida em 13,75% ao ano pela quinta vez seguida. No entanto, a expectativa do mercado financeiro é que a Selic encerre o ano em 12,75% ao ano.

Em declaração recente, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, defendeu a autonomia da instituição na definição da política monetária e disse que pensar em uma política monetária e fiscal de longo prazo é importante para ter um crescimento econômico sustentável. Campos avaliou positivamente o pacote de medidas já apresentadas pelo governo e tem boas expectativas em relação ao novo arcabouço fiscal que será apresentado pelo Ministério da Fazenda, em substituição ao teto de gastos, que limita as despesas do governo à inflação do ano anterior.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Beneficiários com NIS de final 2 recebem Bolsa Família nesta terça-feira (21)

Beneficiários com NIS de final 2 recebem Bolsa Família nesta terça-feira (21)

Essa é a primeira parcela com o adicional de R$ 150 a famílias com crianças de até seis anos

A Caixa Econômica Federal realiza nesta terça-feira (21.mar.2023) o pagamento da parcela do novo Bolsa Família para os beneficiários que possuem Número de Inscrição Social (NIS) de final 2. Esta é a primeira parcela que contará com o adicional de R$ 150 destinado às famílias com crianças de até seis anos.

Com o novo adicional, a média do auxílio aumenta para R$ 669,93. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, em março, o programa de transferência de renda do Governo Federal contemplará 21,1 milhões de famílias, totalizando um gasto de R$ 14 bilhões.

Com a revisão do cadastro, que principalmente excluiu famílias constituídas por uma única pessoa, 1,48 milhão de beneficiários foram excluídos do Bolsa Família e 694,2 mil famílias foram incluídas, sendo 335,7 mil delas com crianças de até seis anos.

Desde o início do ano, o programa social voltou a ser chamado de Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, que permitiu o gasto de até R$ 145 bilhões fora do teto de gastos neste ano, dos quais R$ 70 bilhões estão destinados a custear o benefício.

O pagamento do adicional de R$ 150 teve início neste mês, após o governo realizar uma auditoria no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) para combater fraudes. Em junho, começará o pagamento do adicional de R$ 50 por gestante, por criança de sete a 12 anos e por adolescente de 12 a 18 anos.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Governo relança Mais Médicos; brasileiros terão prioridade

Governo relança Mais Médicos; brasileiros terão prioridade

Programa abre 15 mil novas vagas e inclui outras áreas de saúde

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (20.mar.2023) a retomada do programa Mais Médicos, com a abertura de 15 mil novas vagas. Rebatizado de Mais Médicos para o Brasil, o programa, criado em 2013 e marcado pela contratação de médicos cubanos, passa a incluir outras áreas de saúde, como dentistas, enfermeiros e assistentes sociais, e promete priorizar profissionais brasileiros.

Do total de novas vagas para este ano, 5 mil serão abertas por meio de edital já neste mês de março. As outras 10 mil serão oferecidas em formato que prevê contrapartida de municípios, o que, de acordo com o governo federal, garante às prefeituras menor custo, maior agilidade na reposição do profissional e condições de permanência nessas localidades. O investimento é de R$ 712 milhões por parte da União apenas em 2023.

Durante cerimônia no Palácio do Planalto, a ministra da Saúde, Nísia Teixeira, destacou que o governo está empenhado em fortalecer o programa, classificado por ela como essencial para o Sistema Único de Saúde (SUS) e para a sociedade brasileira.

O Mais Médicos voltou para responder ao desafio de garantir a presença de médicos a cidadãos de municípios mais distantes dos grandes centros e que sofrem com a falta de acesso”.

Sem a atenção primária, não teremos resolutividade e não avançaremos na política que precisamos, nos cuidados de alta e média complexidade”, disse, ao citar evidências consolidadas de que o programa, em seu primeiro momento, consegue prover profissionais em áreas mais vulneráveis, diminuindo índices como o de mortalidade infantil.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o programa foi “um sucesso excepcional”. “Poucas vezes, o povo pobre recebeu o tratamento que teve depois que colocamos o Mais Médicos para funcionar”, disse. Durante a cerimônia, Lula lembrou as críticas relacionadas à chegada de médicos cubanos ao país na época e chegou a se desculpar com os profissionais.

A maioria das pessoas pobres deste país ainda morre sem ser atendida pelo tal do especialista, que podia ser a coisa mais comum, mas não é”, destacou. “Somente quem mora na periferia das grandes cidades, em cidades pequenas no interior, sabe o que é a ausência de um médico, uma pessoa começar com uma pequena dor de cabeça e vir a falecer porque não tinha ninguém para fazer uma consulta”.

A previsão é que, até dezembro, cerca de 28 mil profissionais sejam fixados no país, sobretudo em áreas de extrema pobreza. A estimativa é que 96 milhões de pessoas tenham garantia de atendimento médico na atenção primária, considerada porta de entrada do SUS. Esse primeiro atendimento, em unidades básicas de saúde, permite o acompanhamento, a prevenção e a redução de agravos na saúde.

Podem participar dos editais do programa Mais Médicos para o Brasil profissionais brasileiros e intercambistas, brasileiros formados no exterior ou estrangeiros, que continuarão atuando com registro do Ministério da Saúde. Médicos brasileiros formados no Brasil terão preferência na seleção.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Da Agência Brasil

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Flávio Dino chega ao RN e anuncia investimentos do Governo Federal para a segurança do RN

Flávio Dino chega ao RN e anuncia investimentos do Governo Federal para a segurança do RN

Segundo o ministro, não há limite para o apoio do Governo Federal ao RN até que a situação esteja completamente controlada

O Ministro da Justiça, Flávio Dino, desembarcou na Base Aérea de Natal por volta das 21h deste domingo (19.mar.2023) e foi recebido pela governadora Fátima Bezerra, além de outras autoridades políticas e da Segurança Pública. Durante a entrevista coletiva na Escola de Governo, o ministro garantiu apoio pleno do Governo Federal – uma determinação do presidente Lula – contra os ataques criminosos nos municípios do estado.

O ministro destacou a redução nos números de ocorrências, o que foi conseguido com forte presença das forças de segurança na garantia da segurança à população. Segundo ele, não há limite para o apoio do Governo Federal ao RN, até que a situação esteja completamente controlada.

Durante a coletiva, o ministro anunciou que o Governo Federal deve fazer o envio imediato de verbas já disponibilizadas pelo Ministério da Justiça para o incremento da estrutura de Segurança Pública do RN. O valor deve ser anunciado já nesta segunda-feira (20.mar.2023), após a primeira reunião com as autoridades estaduais.

Flávio Dino agradeceu o empenho de todos os policiais estaduais e federais, e lembrou que além de um enfrentamento na segurança urbana, o estado lida ainda com a guerra midiática das “fake news”, o que também será investigado.

O ministro ressaltou ainda que o pedido da medida da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), com eventual atuação das Forças Armadas, é uma decisão técnica, que não será vista de forma dogmática. E só seria solicitada pela governadora caso houvesse um colapso total das forças de segurança estaduais e federais, o que por enquanto não acontece, comprovado pelo número decrescente de ocorrências.

Foto: Elisa Elsie/Governo do RN

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Advocacia-Geral da União solicita condenação definitiva de 42 presos por atos golpistas

Advocacia-Geral da União solicita condenação definitiva de 42 presos por atos golpistas

Órgão também solicitou que os envolvidos sejam obrigados a reembolsar R$ 20,7 milhões aos cofres públicos

Nesta terça-feira (14.mar.2023), a Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou à Justiça Federal a condenação definitiva de mais 42 pessoas presas em flagrante ao participarem dos atos que culminaram na invasão e vandalização das sedes dos Três Poderes da República, ocorrida em 8 de janeiro.

A AGU também solicitou que os envolvidos sejam obrigados a reembolsar R$ 20,7 milhões aos cofres públicos. Os envolvidos já tiveram seus bens bloqueados por meio de medidas cautelares. Com isso, o total de indivíduos processados pela AGU chega a 178 pessoas físicas, três empresas e um sindicato.

Este valor solicitado pela AGU corresponde aos danos calculados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Palácio do Planalto, Senado Federal e Câmara dos Deputados. Entretanto, este valor ainda pode aumentar. Até o momento, a AGU moveu cinco ações na Justiça Federal contra os suspeitos envolvidos nos atos antidemocráticos.

Paralelamente, a Procuradoria-Geral da República (PGR) já denunciou 919 pessoas por incitação ao crime e associação criminosa. Outras 219 foram acusadas também de condutas mais graves, como dano qualificado e tentativa violenta de abolir o Estado Democrático de Direito.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Lula pede unidade de ministros nos anúncios do governo

Presidente instruiu ministros a não fazerem anúncios antes de passá-los pela Casa Civil

Em reunião realizada nesta quarta-feira (14.mar.2023) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva instruiu seus ministros a não anunciarem publicamente quaisquer projetos ou políticas públicas antes de passá-los pela Casa Civil, pasta ligada à Presidência, sob o comando do ministro Rui Costa. Para Lula, a unidade e a coesão do governo dependem da transformação das propostas de cada pasta em propostas governamentais.

Esta foi a segunda reunião ampliada do presidente com ministros, desta vez da área social, como Saúde, Mulheres e Previdência Social. Ainda nesta semana, o presidente deve reunir os ministros da área produtiva, como Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Indústria e Comércio.

Na semana passada, o presidente reuniu os ministros da área de infraestrutura para discutir o novo plano de investimentos do governo federal, que substituirá o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Além disso, o objetivo do encontro é que cada pasta apresente os planos para os primeiros 100 dias de governo, para 2023 e para os próximos anos.

Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Programa do Governo Federal vai emitir quase 12 milhões de passagens por ano a R$ 200

A previsão é que o “Voa, Brasil” comece a funcionar no segundo semestre deste ano

Com o objetivo de democratizar o acesso a passagens de avião, o Ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, anunciou neste último fim de semana que o Governo Federal lançará o programa Voa, Brasil. O programa deverá reduzir os preços das passagens aéreas no país, que terão custo estimado em R$ 200 por trecho voado.

Os servidores públicos nos três níveis de governo (municipal, estadual e federal) com salários de até R$ 6,8 mil, aposentados e pensionistas da Previdência Social e estudantes do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) serão beneficiados, segundo o programa.

França garante que a passagem não ficará mais cara para os demais passageiros, porque o custo de cada trecho é calculado considerando o número de assentos por quilômetro voado. O ministério planeja vender esses bilhetes mais baratos fora da alta temporada, em dois períodos: de fevereiro a junho e de agosto a novembro, quando tradicionalmente ocorre uma ociosidade média de 21% nos voos domésticos.

Os participantes poderão comprar até duas passagens por ano, com direito a um acompanhante em cada trecho. Os bilhetes deverão ser pagos em até 12 vezes com juros, no valor de até R$ 72 para cada prestação.

França esclareceu que o governo federal não vai entrar com subsídio, apenas com a organização. As vendas serão feitas nos sites das próprias companhias aéreas, que devem exibir a opção Voa, Brasil. Os interessados que se enquadrarem nos critérios para participar do programa poderão realizar a compra, que será intermediada pela Caixa Econômica e Banco do Brasil.

A previsão do ministro é que o Voa, Brasil comece a funcionar no segundo semestre deste ano.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Secretário afirma que RN deverá receber R$ 250 milhões para compensar perdas com ICMS

Anúncio do pagamento foi feito pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad

O Carlos Eduardo Xavier, Secretário de Tributação do Estado do Rio Grande do Norte (SET) e presidente do Conselho de Secretários de Fazenda (Consefaz), afirmou que o Rio Grande do Norte deverá receber R$ 250 milhões como compensação pelas perdas de arrecadação de ICMS. Nesta sexta-feira (10.mar.2023), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad divulgou o repasse de R$ 26,9 bilhões aos estados brasileiros.

O governo estadual havia aprovado uma lei que aumenta a alíquota do ICMS de 18% para 20%, a partir de 1º de abril deste ano para compensar perdas. A governadora Fátima Bezerra afirmou que a reoneração poderá ser suspensa caso haja compensação financeira pelo governo federal.

O acordo anunciado pelo ministro Fernando Haddad entre o governo federal e os estados foi de R$ 26,9 bilhões, valor inferior aos R$ 45 bilhões solicitados pelos estados, mas maior do que a última oferta do Executivo, de R$ 22 bilhões.

A principal reivindicação dos estados era a compensação pelas perdas de arrecadação com a redução das alíquotas, após a aprovação, em junho de 2022, do projeto de lei endossado pelo governo Jair Bolsonaro para diminuir o ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e telecomunicações.

Foto: Elisa Elsie/Assecom Governo do RN

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Mais de 190 acampamentos de garimpeiros na TI Yanomami são desmontados

Operação tem como objetivo retirar todos os não índios da reserva

Mais de 190 acampamentos de garimpeiros na Terra Indígena Yanomami foram desmontados por agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A ação faz parte da Operação Omawe, que teve início na primeira quinzena de fevereiro e tem como objetivo retirar todos os não índios da reserva de usufruto exclusivo da etnia Yanomami.

Cerca de 19 mil quilos de cassiterita extraídos de forma ilegal foram apreendidos na região. O maquinário pesado e outros instrumentos e produtos químicos foram destruídos para desestimular garimpeiros já identificados a retornarem aos acampamentos e recuperarem os itens apreendidos. Isso ocorre devido às dificuldades de acesso à área, o que dificulta a retirada dos itens apreendidos pela operação.

Com aproximadamente 9,6 milhões de hectares, a Terra Indígena Yanomami abrange parte dos estados de Roraima e Amazonas. A Operação Omawe é uma das ações implementadas pelo governo federal desde janeiro para solucionar a crise humanitária que se abateu sobre a região.

O Executivo federal enviou uma equipe de técnicos do Ministério da Saúde à região em janeiro, depois que denúncias indicaram que a atividade ilegal de garimpeiros estava destruindo a floresta, contaminando os rios que abastecem as comunidades locais e afetando as condições de sobrevivência das populações.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública também reforçou os efetivos da Polícia Federal (PF) e da Força Nacional de Segurança Pública para assegurar a integridade dos profissionais da saúde que estão atuando no local. Com o mesmo objetivo, a PRF destacou 85 agentes, várias viaturas e dois helicóteros.

Foto: Divulgação/Ibama

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Enem Digital é cancelado pelo Inep

Motivo seria a baixa adesão da realização da prova à distância

O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Manuel Palácios, anunciou hoje (08.mar.2023) que a autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC) não realizará mais a edição digital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Palácios justificou o cancelamento da prova a distância alegando que poucos estudantes optaram por realizá-la desde sua criação, em 2020. Segundo o presidente do Inep, considerando a baixa adesão, o custo da versão digital de uma das principais formas de acesso ao ensino superior no Brasil não se justifica.

As assessorias do Inep e do MEC confirmaram as informações divulgadas pelo jornal. De acordo com a reportagem, somente em 2022, o Enem Digital custou R$ 25,3 milhões aos cofres públicos. Isso significa que o valor por estudante foi de cerca de R$ 860, enquanto na edição impressa este custo foi de aproximadamente R$ 160.

As provas físicas do Enem deste ano estão previstas para serem aplicadas nos dias 5 e 12 de novembro. Inicialmente, as inscrições para o exame regular deverão ser feitas entre 8 e 19 de maio.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Ministro anuncia investimento de R$ 1,5 milhão para agricultoras familiares do RN

Verba será destinada a serviços de assistência técnica e extensão rural

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, anunciou nesta terça-feira (07.mar.2023) a destinação de R$ 1,5 milhão em serviços de assistência técnica e extensão rural para 300 agricultoras familiares potiguares, e a intenção de parceria do governo federal e Banco Mundial, no valor de R$ 250 milhões de dólares (R$ 1,3 bilhão pela cotação de hoje) para para fortalecer o Programa de Alimentação Saudável (PAS) no Nordeste.

O ministro cumpre agenda no Rio Grande do Norte e participou da inauguração das obras de readequação do Mercado da Agricultura Familiar em Natal, localizado no cruzamento das avenidas Jaguarari com Mor Gouveia, no bairro de Lagoa Nova, e da reunião da Câmara Temática da Agricultura Familiar do Consórcio Nordeste.

De acordo com o ministro, o objetivo é estimular a adoção de boas práticas produtivas que contribuam com a transição agroecológica e que vislumbrem estratégias de acesso a mercado, bem como a ampliação do uso de energias renováveis, com a participação de jovens e mulheres da agricultura familiar.

Também foi anunciado pelo ministro um novo plano safra mais abrangente e confirmou a destinação de R$ 500 milhões para compras à agricultura familiar a preços de mercado, R$ 5,5 bilhões para o PNAE e 30% das compras públicas federais à agricultura familiar.

Foto: Elisa Elsie/Governo do RN

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Lula anuncia projeto para igualar salários de homens e mulheres

Proposta prevê medidas para aumentar a transparência salarial nas empresas e intensificar a fiscalização

Nesta quarta-feira (08.mar.2023), Dia Internacional da Mulher, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializará, em um evento no Palácio do Planalto, o envio de um projeto de lei que visa promover a igualdade salarial entre homens e mulheres que ocupam a mesma posição.

A proposta prevê medidas para aumentar a transparência salarial nas empresas e para intensificar a fiscalização e combate à discriminação salarial. Não foram fornecidos detalhes sobre o projeto de lei para igualar salários, mas é provável que ele envolva mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Em 2019, uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que mulheres ganham menos do que homens em todas as profissões analisadas. Mesmo com uma redução na desigualdade salarial entre 2012 e 2018, as trabalhadoras ganham, em média, 20,5% menos do que os homens no Brasil.

No governo de Jair Bolsonaro, em 2021, o Palácio do Planalto devolveu ao Congresso Nacional um projeto de lei que aumentava a multa no valor correspondente a cinco vezes a diferença salarial paga pelo empregador. O projeto foi deixado de lado na Câmara dos Deputados desde então.

Foto: Arquivo/Agência Brasil

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Inscrições para o Fies tiveram início nesta terça (07)

Serão ofertados 67 mil vagas no primeiro semestre de 2023

Tiveram início nesta terça-feira (07.mar.2023) as inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O programa do governo federal paga as mensalidades de estudantes de graduação em instituições privadas de ensino superior.

O Ministério da Educação (MEC) informou que serão oferecidas 67 mil vagas no primeiro semestre deste ano, de um total de 112 mil vagas previstas para o ano todo.

Os interessados devem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior para fazer a inscrição. Os candidatos devem indicar três opções de cursos de graduação. As inscrições vão até a próxima quarta-feira (10.mar).

Para obter o financiamento, os estudantes devem ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entre 2010 e 2022, com média nas notas igual ou superior a 450, e não ter zerado a redação. Além disso, os candidatos precisam comprovar renda familiar mensal bruta de até três salários mínimos por pessoa.

Os estudantes que têm bolsa parcial do Prouni podem participar do processo seletivo do Fies e financiar a parte da mensalidade não coberta pela bolsa, desde que cumpram as condições previstas no edital do processo seletivo vigente.

Confira abaixo o calendário para o primeiro semestre de 2023:

• Inscrições: 7 a 10 de março

• Resultados (pré-selecionados): 14 de março

• Complementação das inscrições dos pré-selecionados: 15 a 17 de março

• Convocação da lista de espera: 21 de março a 18 de maio

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Governo oferece reajuste salarial de 7,9% a servidores

Governo oferece reajuste salarial de 7,9% a servidores

Auxílio-alimentação deve ter aumento de 43,6%

O governo federal apresentou aos servidores públicos proposta de reajuste de 7,9% nos salários e de 43,6% no auxílio-alimentação. O aumento, linear para cada categoria, foi apresentado nesta quinta-feira (16), durante a primeira reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNPN). A reunião foi no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, em Brasília.

Desde 2016 não havia reuniões dessa mesa de negociações entre governo e servidores. A MNPN foi criada em 2003. Segundo o ministério, sua retomada demonstra, o “compromisso do novo governo com os servidores públicos federais”.

Mais de 30 entidades representativa compõem a bancada sindical desta mesa. O governo foi representado pelo secretário de Gestão de Pessoas e Relações de Trabalho do MGI, Sérgio Mendonça (e sua adjunta, Meri Lucas), e o pelo diretor substituto do Departamento de Relações de Trabalho, José Borges de Carvalho Filho.

Durante o encontro, Mendonça lembrou a condicionante de limitação da lei orçamentária de 2023, que prevê R$ 11,2 bilhões para “reajustes salariais e outros benefícios com impacto orçamentário”.

Segundo o ministério, a proposta será agora formalizada e enviada às entidades representativas, para ser debatida em assembleias. “Estão sendo conciliadas agendas para que a segunda reunião da MNNP aconteça ainda em fevereiro, quando as entidades representativas manifestarão concordância com a proposta em discussão ou, em sentido diverso, apresentarão contraproposta”, informou em nota a pasta.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Da Agência Brasil

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Lula e Janja se mudam e já estão morando no Palácio da Alvorada

Lula e Janja se mudam e já estão morando no Palácio da Alvorada

Casal estava hospedado em hotel no centro de Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Janja Lula da Silva deixaram o hotel onde estavam hospedados, no centro de Brasília, e passaram a noite pela primeira vez no Palácio da Alvorada.

A mudança do casal para a residência oficial foi feita no início da noite desta segunda-feira (6), após viagem ao Rio de Janeiro, onde participaram de uma série de compromissos políticos.

Nos primeiros dias após a posse, o Alvorada passou por vistorias e varreduras, feitas pela Polícia Federal, para garantir que não havia escutas no local. O esquadrão antibombas participou dos procedimentos de varredura.

Posteriormente, alguns reparos tiveram de ser feitos tanto na estrutura do prédio como nos móveis. A primeira-dama relatou, em entrevista, ter encontrado alguns móveis danificados, bem como problemas de infiltração.

Em dezembro, antes mesmo da posse, o então integrante da equipe de transição e atual ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, havia informado que a mudança ocorreria após o “levantamento de todas as pendências e tomadas todas as medidas de eventuais reparos necessários aos imóveis”.

Foto: Arquivo/Marcello Casal
Da Agência Brasil

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Governo Federal lança programa para reduzir filas no sistema de saúde

Governo Federal lança programa para reduzir filas no sistema de saúde

Iniciativa envolve cirurgia eletiva, exames e consultas especializadas

O governo federal lançará, nesta segunda-feira (6), um programa elaborado para diminuir as filas do Sistema Único de Saúde (SUS) para cirurgias eletivas, exames complementares e consultas especializadas. A cerimônia de lançamento será no Rio de Janeiro, a partir das 15h, e contará com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra da Saúde, Nísia Trindade.

Segundo o Ministério da Saúde, o Programa Nacional de Redução de Filas terá orçamento inicial de R$ 600 milhões, conforme previsto na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição – valores que serão repassados a estados e municípios.

Entre os objetivos do programa, está o de “assegurar apoio técnico e financeiro a estados e municípios para responder ao problema crônico das filas de cirurgias eletivas, exames e consultas na atenção especializada”. Na avaliação da pasta, essas filas têm crescido em decorrência do envelhecimento da população; do aumento de doenças crônicas não transmissíveis; e, também, devido a sequelas da covid-19.

Dimensões e fases

O programa terá duas dimensões: uma emergencial, focada no “aumento imediato” da oferta de cirurgias, exames e consultas; e uma estruturante, dedicada à “melhoria dos processos de gestão das filas e do fluxo de atendimento dos usuários (sistema de regulação) e qualificação da atenção básica”.

A qualificação da atenção básica ajudará, segundo o ministério, a reduzir demandas para a atenção especializada. Dessa forma, possibilitará um número maior de médicos disponíveis nas equipes de atenção básica, bem como investimento em capacitação e uso mais intenso de tecnologias como telessaúde.

De acordo com o ministério, a primeira fase do programa vai até junho de 2023. Dos R$ 600 milhões previstos para o ano, R$ 200 milhões serão repassados “imediatamente” para apoio na execução de planos locais que incentivem a organização de mutirões em todo país, de forma a “desafogar a demanda represada”; e R$ 400 milhões serão repassados a depender da quantidade de cirurgias realizadas, principalmente as abdominais, as ortopédicas e as oftalmológicas.

A ação prevê estratégias para garantir equipes cirúrgicas completas e melhorar o fluxo de atendimento em todo o Brasil. Cada estado poderá estabelecer as cirurgias prioritárias, de acordo com a realidade local”, informou o ministério. A segunda fase, entre abril e junho, inclui exames diagnósticos e consultas especializadas, com foco em tratamentos oncológicos.

Critérios

Em nota, o Ministério da Saúde informa que “critérios e detalhes” para o repasse dos valores aos fundos dos estados e municipais de saúde serão publicados em portaria. “Cada unidade federativa terá que entregar um diagnóstico com a real demanda local por cirurgias, assim como um planejamento para executar o programa de redução das filas, para que seja estipulada a liberação de recursos. Estados e municípios devem apresentar o quantitativo de procedimentos realizados e dimensionar a redução”, diz a nota.

O programa conta com a participação de seis hospitais federais e de três institutos nacionais (câncer, cardiologia e traumato-ortopedia), na cidade do Rio de Janeiro, além de 41 hospitais universitários.

A criação do Programa Nacional de Redução de Filas foi aprovada no dia 26 de janeiro durante a primeira reunião anual ordinária da Comissão Intergestores Tripartite (CTI), formada por Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Foto: Tony Winston/Agência Saúde-DF
Da Agência Brasil

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Governo Federal remaneja R$ 58,76 milhões para passaportes e carros-pipa

Governo Federal remaneja R$ 58,76 milhões para passaportes e carros-pipa

Recursos são do fundo de desenvolvimento científico

Paralisadas há alguns dias por falta de recursos, a emissão de passaportes pela Polícia Federal e a Operação Carro-Pipa começaram a ter as verbas recompostas. O governo federal publicou, em edição extraordinária do Diário Oficial da União,(DO) nesta quinta-feira (24) à noite, uma portaria que remaneja R$ 58,76 milhões para as duas áreas.

Os recursos vieram do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). A Polícia Federal recebeu R$ 37,36 milhões para a “manutenção do sistema de emissão de passaporte, controle do tráfego internacional e de registros de estrangeiros”. O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), responsável pela Operação Carro-Pipa, teve o caixa recomposto em R$ 21,4 milhões.

Em relação à Polícia Federal, a retomada da emissão de passaportes não será imediata. Conforme disse, na última terça-feira (22), o secretário especial de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago, a verba liberada hoje corresponde a apenas metade do valor necessário. Caberá ao Congresso Nacional aprovar, no início de dezembro, um crédito extraordinário (fora do teto de gastos) com os R$ 37,36 milhões restantes.

Sobre a Operação Carro-Pipa, programa que há 20 anos fornece água para municípios do semiárido nordestino em parceria com o Exército, o MDR informou que o serviço será retomado na próxima semana. Há algumas semanas, o fornecimento de água estava suspenso.

Segundo o MDR, o remanejamento de recursos foi decidido na última segunda-feira (21) pela Junta de Execução Orçamentária (JEO), órgão de assessoramento direto ao presidente da República na condução da política fiscal do governo federal.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Com informações da Agência Brasil

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Governo Federal atrasa repasses para obras de Oiticica e compromete cronograma

Governo Federal atrasa repasses para obras de Oiticica e compromete cronograma

A ausência desses recursos compromete a entrega das obras de Oiticica dentro do prazo estabelecido.

O Governo Federal não realizou o repasse dos recursos financeiros, em torno de R$ 146 milhões, para a execução e conclusão das últimas etapas de construção da barragem de Oiticica, em Jucurutu. A ausência dos recursos impossibilita o cumprimento do cronograma e entrega das obras em dezembro deste ano, como prevê o contrato, do qual o Governo do Estado é o gestor.

A ausência desses recursos comprometeu a entrega da obra dentro do prazo estabelecido. Diante desse cenário, o Governo do RN, através da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, que executa a obra, foi obrigado a solicitar ao Governo Federal a prorrogação do termo de compromisso 001/2013 para a construção da barragem Oiticica.

A prorrogação do termo de compromisso solicita que a nova data de entrega da Barragem seja dezembro de 2023. Embora com ausência de repasse, o Governo do RN já iniciou o fechamento da barragem. Essa semana, concluiu o aumento da cota, isto é, aumentou a parede do reservatório. Com isso, a barragem que acumulava 16 milhões de metros cúbicos de água, está com capacidade ampliada para acumular 50 milhões de metros cúbicos, garantindo a segurança hídrica, com abastecimento humano e irrigação à agricultura familiar e desenvolvimento socioeconômico da região.

Apesar do pedido de prorrogação, também segue em processo de licitação as agrovilas de São Fernando e Jardim de Piranhas, obras sociais que fazem parte do Complexo Oiticica e beneficiarão 112 famílias. As famílias de agricultores serão transferidas para a agrovila porque moram e tiram o seu sustento da zona rural e suas casas estão localizadas na área inundável da bacia hidrográfica da barragem Oiticica.

As agrovilas foram planejadas respeitando o modo de vida dessa população rural: receberão casas novas com abastecimento de água e energia elétrica, lotes de terra individuais e de produção coletiva e associação comunitária. A agrovila de Jardim de Piranhas terá escola e posto de saúde.

Em junho deste ano, o Governo do RN já entregou as obras sociais em Jucurutu: a agrovila Raimundo Nonato e a cidade de Nova Barra de Santana.

Sobre as obras de Oiticica

A Barragem Oiticica é a maior obra de infraestrutura hídrica em andamento no RN, a quinta maior do Brasil, sendo o terceiro maior reservatório do estado. Quando concluída, a barragem beneficiará 43 municípios e mais de 800 mil pessoas.

Foto: Gustavo Guedes/Por Dentro do RN/Ilustração

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Governo 'não faz nenhum favor' ao aumentar valor do Auxílio Brasil para R$ 400, diz Rodrigo Pacheco

Governo ‘não faz nenhum favor’ ao aumentar valor do Auxílio Brasil para R$ 400, diz Rodrigo Pacheco

Em um claro recado ao governo de Jair Bolsonaro, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse nesta segunda-feira, 15, que, por causa da alta dos preços recente, realmente é preciso elevar o valor do Auxílio Brasil, pago aos brasileiros mais pobres. Ele ressaltou que o arroz, o feijão e a gasolina estão mais caros.

“É obrigação atualizar (o valor do benefício) de R$ 180 para R$ 400,00. O governo não faz favor nenhum com isso”, avaliou. O aumento promoveu um grande desgaste da ala política da administração com a equipe econômica, levando até ao pedido de demissão de grande parte dos técnicos do Tesouro Nacional.

Pacheco fez esta observação durante palestra no IX Fórum Jurídico de Lisboa, que tem como tema “Sistemas Políticos e Gestão de Crises” e que é promovido pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP).

O presidente do Senado também defendeu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do teto de gastos, dizendo que ela é a “expressão da responsabilidade fiscal”. “Não se pode gastar mais do que se tem”, comentou, salientando que é preciso passar por uma mudança de paradigma sobre o tema para que o Estado se torne mais eficiente.

Segundo ele, há várias saídas para que o governo consiga respeitar o teto e não se esquivar de pagar os precatórios, como determinado pela Justiça. Entre as possibilidades estão compensações, encontro de contas e pagamentos de dívidas fiscais tendo precatório como moeda. “Isso é medida simples, comezinha, que respeita a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e o teto”, considerou.

Além disso, segundo Pacheco, estas alternativas geram o espaço fiscal necessário – não para emendas parlamentares, como ressaltou -, mas para um programa social com valor atualizado, dando poder de compra mínima à população. “Podemos rediscutir o aumento do teto, e até flexibilizar… mas não é este o momento atual, sob pena de mostrarmos que não temos compromisso”, descartou.

Semipresidencialismo

Pacheco também disse no evento em Portugal que considera o semipresidencialismo “interessante” e que o avalia como o sistema mais estável entre todos. Ele fez a declaração depois que o presidente da Câmara, Arthur Lira, defendeu a proposta momentos antes.

Assim como o colega da Câmara, o presidente do Senado enfatizou que há um excesso de partidos políticos no Brasil e que é preciso haver um “enxugamento” visando a 2026 e 2030, disse, mencionando anos eleitorais. “A temática do presidencialismo de coalizão talvez seja um bom caminho para reflexão mais zelosa em relação a uma mudança mais radical”, considerou Rodrigo Pacheco.

Com informações do Estadão Conteúdo

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

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Queiroga critica exigência de passaporte sanitário para comprovar vacinação

Queiroga critica exigência de passaporte sanitário para comprovar vacinação

Na avaliação do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a exigência de passaporte sanitário que comprove a imunização contra Covid-19 para que pessoas possam acessar determinados eventos ou locais ‘é descabida’. Para Queiroga, o mais importante é garantir a vacinação das pessoas, como vem fazendo o governo federal.

“A Constituição, no artigo 5°, tem como princípio fundamental a liberdade. A vacinação é uma política do governo federal que visa combater o caráter pandêmico da Covid-19. Agora mesmo, nós temos a vacina na primeira dose e na segunda dose. Então eles têm a vacina completa. E aí resolvemos fazer um reforço. Qual é o passaporte? Eu acho uma exigência descabida, na minha opinião. Totalmente descabida”, afirmou o ministro.

As declarações foram dadas durante visita do ministro com o presidente da República da Guiné-Bissau, general Umaro Sissoco Embalô, a uma clínica que trata doentes renais, no Rio de Janeiro. A declaração foi dada na saída do local a jornalistas. Segundo o ministro, o importante é haver protocolos de segurança para a população e realizar campanhas de vacinação.

“Agora no mês de agosto serão distribuídas 80 milhões de doses. No mês de setembro, no mínimo, 60 milhões de doses. No mês de setembro receberemos 50 milhões de doses da vacina Pfizer. Mais de 220 milhões de doses distribuídas à nossa população. Queda de 60% dos casos em dois meses. Queda de 58% dos óbitos em dois meses. Por que nós conseguimos isso? Porque nós atuamos de maneira conjunta com estados e municípios. De tal maneira que essas medidas pontuais que municípios lançam pouco ajudam ao enfrentamento à pandemia da Covid-19”, considerou Queiroga.

Perguntado como fazer para incentivar a população a se vacinar, Queiroga respondeu que uma das formas é aumentar a informação e não através de exigências de um passaporte sanitário.

“A população brasileira quer se vacinar. Uma das maneiras é a imprensa nos ajudar, como tem feito, informando bem a população. Passaporte não ajuda em nada. Tudo que é imposição, que é lei, o Brasil já tem um regulamento sanitário que é um dos mais avançados do mundo. Se você começar a restringir a liberdade das pessoas exigindo passaporte, carimbo, querer impor por lei uso de máscara, para estar multando as pessoas, indústria de multas, nós somos contra isso”, afirmou.

Segundo o ministro, o povo é livre e as pessoas devem fazer as coisas de acordo com sua consciência.

“Eu uso a máscara porque entendo que é importante, não é porque tem uma lei que se você não usar máscara vai lhe multar. A gente tem trabalhado fortemente para que as medidas não-farmacológicas sejam adotadas. Mas o principal aliado para por fim à pandemia é a vacinação. Não tem dúvida disso”, finalizou Queiroga.

Durante a visita, o ministro ofereceu apoio à Guiné-Bissau para implantar por lá a assistência para doentes renais crônicos com equipes, equipamentos e a expertise do SUS.

Com informações da Agência Brasil


Foto: Reprodução

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Auxílio emergencial 2021

Auxílio Emergencial é prorrogado até outubro

O Governo Federal anunciou ontem, 05, o pagamento de mais três parcelas do Auxílio Emergencial. As novas rodadas de pagamento do benefício serão possíveis após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) assinar decreto que prevê a prorrogação do benefício social até o mês de outubro – antes, a última rodada de pagamentos estava prevista para julho. O decreto foi publicado na edição de hoje, 06, do Diário Oficial da União.

O DOU traz também, junto com o decreto, uma Medida Provisória que abre um crédito extraordinário para custear as novas parcelas do benefício, que custa por mês, segundo Paulo Guedes, ministro da economia, algo em torno de R$ 9 bilhões.

O Auxílio Emergencial foi criado em 2020 para suprir pessoas vulneráveis que tiveram redução brusca de renda por conta da pandemia da COVID-19 no Brasil. Inicialmente previsto para ter 5 parcelas com valores entre R$ 600 e R$ 1200, o benefício se estendeu até o final de dezembro passado – nessa prorrogação, o valor das parcelas caiu para entre R$ 300 e R$ 600. Em 2021, novos pagamentos do benefício foram autorizados pelo Governo Federal, uma vez que a pandemia teve um recrudescimento no início do ano.

Atualmente, os valores pagos variam entre R$ 150, no caso de pessoas que moram sozinhas, R$ 250 para famílias, e R$ 375 pagos a mulheres chefes de família. Pelas atuais regras em vigor, apenas uma pessoa da família recebe o benefício, que é pago através de poupança digital da Caixa Econômica Federal. Se for beneficiário do Bolsa Família, valerá o benefício maior (ou a bolsa, ou o auxílio).

Para os novos pagamentos do Auxílio Emergencial, não está prevista a abertura de novas inscrições. O Governo Federal usará como base os dados informados nas inscrições para os pagamentos feitos em 2020.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Manifestantes saem contra Bolsonaro em Natal

Manifestantes vão às ruas de Natal contra Bolsonaro

Uma nova manifestação contra Bolsonaro (sem partido) e seu governo tomou conta das ruas de Natal na tarde deste sábado, 3 de julho. A concentração ocorreu em frente ao shopping Midway Mall e os manifestantes seguiram a avenida Senador Salgado Filho direção ao Viaduto do Quarto Centenário, nas proximidades da Arena das Dunas. Eles carregavam bandeiras de partidos de oposição ao presidente, além de faixas e cartazes com frases de ordem contra Bolsonaro.

Encerrado por volta das 17h30, o protesto pedia o impeachment do presidente e mais vacinas. A manifestação teve adesão de estudantes, que usaram os carros de som para protestar. A grande maioria dos presentes usavam máscaras de proteção. Apesar dos pedidos para que fosse mantido o distanciamento social, era comum ver vários pontos de aglomeração e pessoas abraçando umas as outras para tirar fotos.

Pautado principalmente pelos desdobramentos da CPI da Covid no Senado e suspeitas de irregularidades na compra de vacinas pelo Ministério da Saúde, essa é a terceira manifestação nacional em menos de dois meses contra Bolsonaro. Os protestos foram confirmados em pelo menos 261 cidades em todo Brasil.

Foto: Milka Moura/Reprodução/Tribuna do Norte

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